Archive for outubro, 2012

Oração pelas Famílias

Ó Deus de bondade e misericórdia, recomendamo-Vos nossa casa, nossa família, nossos famíliares e tudo quanto possuímos.

Abençoai-nos a todos, como abençoastes a família de Nazaré.

Resguardai-nos dos acidentes, assaltos, assaltos, raios, incendios, da peste, da fome e da guerra.

Não permitais que algum de nós morra sem ter um encontro pessoal com Jesus Cristo, e sem os santos Sacramentos.

Dai-nos forças, a fim de conservarmos, também nas tribulações e sofrimentos, a nossa fé e sempre progredirmos no amor a Vós e ao nosso próximo.

Jesus, Maria e José, protegei nossas famílias, tornando-as sempre mais unidas e respeitosas, dando a todos uma boa morte, para que possamos um dia encontrar-nos unidos para sempre no céu. Amém!

Ave Maria…

Fonte: Canção Nova

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31 de outubro de 2012 at 13:35 Deixe um comentário

Oração para Crianças – Padre Marcelo Rossi

Jesus,

Sei que me emprestas o amor de Tua mãe, Maria.

Sei que ela está sempre ao meu lado

E não deixa que nada me falte.

Ela é minha Mãezinha do Céu,

Que me dá alegria quando estou triste,

Que me dá coragem quando sinto medo,

Que me dá luz no quarto escuro.

Jesus,

Obrigado pela Mãe que divides conosco,

Obrigado por mais essa prova de Teu amor!

Amém.

 

 

31 de outubro de 2012 at 8:22 Deixe um comentário

Frases sobre a Eucaristia

1-   “Eucaristia, sacramento de amor, prova de amor” – São Tomás de Aquino

2-   “Eucaristia, amor dos amores” – São Bernardo

3-   “Eucaristia, eis o meu amor, dai-me o meu amor” – São Felipe Neri

4-   “A Eucaristia não é só garantia do amor de Jesus Cristo, mas é também garantia do paraíso que Ele nos quer dar…”- Santo Afonso de Ligório

5-   “Jesus Cristo quer de tal modo unir-se conosco, pelo amor ardente que nos tem, que nos tornemos uma só coisa com Ele na Eucaristia”. – São João Crisóstomo

6-   “Ó Deus, que tanto nos amais, com este sacramento quisestes fazer com que o nosso coração se tornasse um só com o vosso,  inseparavelmente unido”.  – São Lourenço Justiniano

7-   “O dar-se Jesus Cristo a nós como alimento foi o último grau de amor. Deu-se a nós para unir-se totalmente conosco como se une o alimento diário com quem o toma.”  – São Bernardino de Sena

8-  “Só por amor se deve receber Jesus Cristo na comunhão já que só por amor ele se dá a nós”. – São Francisco de Sales

9-  “Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais”. – Concílio de Trento

10-   “ Por meio deste sacramento, o homem é estimulado a fazer atos de amor e por eles se apagam os pecados veniais. Somos preservados dos pecados mortais, porque a comunhão confere o aumento da graça que nos preserva  das culpas graves”. – São Tomás de Aquino

11-   “Jesus Cristo com sua Paixão nos livrou do poder do pecado, mas com a Eucaristia nos livra do poder de pecar”, – Inocêncio III  

12-   “O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-nos do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno”. – São João Crisóstomo

13-   “Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos, para se conservarem na perfeição, e os imperfeitos, para chegarem à perfeição”. – São Francisco de Sales

14-    “Depois de morrer consumido de dores sobre um madeiro destinado aos maiores criminosos, Vos colocastes sob as aparências do pão, para Vos fazerdes nosso alimento e assim, unir-vos todo a cada um de nós. Dizei-me: que mais podíeis inventar para Vos fazer amar?” – Santo Afonso de Ligório

15-   “Neste dom da Eucaristia, Cristo quis derramar todas as riquezas do amor que reservava para os homens”. – Concílio de Trento

16- “Na Eucaristia, estão concentradas, com singular riqueza e variedade de milagres, todas as realidades sobrenaturais”. – Papa Leão XIII

17- “A Eucaristia não é coisa que se possa descobrir com os sentidos, mas só com a fé, baseada na autoridade de Deus”. – São Tomás de Aquino

18-  “Não ponhas em dúvida se é ou não verdade, mas aceita com fé as palavras do Salvador; sendo Ele a Verdade, não mente”. – São Cirilo

19- “Estar Cristo no Sacramento como num sinal, nenhuma dificuldade tem; estar no Sacramento verdadeiramente, como no céu, tem a maior das dificuldades: é pois sumamente meritório acreditá-lo”. – São Boaventura

20- “O Senhor imola-se de modo incruento no Sacrifício da Missa, que representa o Sacrifício da Cruz e lhe aplica a eficácia salutar, no momento em que, pelas palavras da consagração, começa a estar sacramentalmente presente, como alimento espiritual dos féis, sob as espécies de pão e de vinho”. – Papa Paulo VI

21-  “A mesma carne, com que andou (o Senhor) na terra, essa mesma nos deu a comer para nossa salvação; ninguém come aquela Carne sem primeiro a adorar…; não só não pecamos adorando-a, mas pecaríamos se a não adorássemos”. – Santo Agostinho

22-   “Vós, Jesus, partindo deste mundo, o que nos deixastes em memória de vosso amor? Não uma veste, um anel, mas o vosso corpo, o vosso sangue, a vossa alma, a vossa divindade, vós mesmo, todo, sem reservas”. – Santo Afonso de Ligório

23-   “Jesus deu-se todo não reservando nada para si”. – São João Crisóstomo

 24- “Enganam-se em ti a vista, o tato e o gosto. Com segurança só no ouvido cremos: creio tudo o que disse o Filho de Deus. Nada é mais verdadeiro do que esta palavra de verdade”. – São Cirilo

25- “Este pão é Jesus. Alimentar-nos dele significa receber a própria vida de Deus, abrindo-nos à lógica do amor e da partilha”. – Beato João Paulo II

26- “Procurai, diz o Santo, ter uma só Eucaristia: porque uma só é a Carne de nosso Senhor Jesus Cristo, e um só é o cálice na unidade do seu Sangue, um o altar e um o Bispo…”. – Santo Inácio Martim

27-  “Na Eucaristia nós contemplamos o Sacramento desta síntese viva da lei:  Cristo entrega-nos em si mesmo a plena realização do amor a Deus e do amor aos irmãos. Ele comunica-nos este seu amor quando nos alimentamos do seu Corpo e do seu Sangue”. – Papa Bento XVI

28-  “Para a comunidade cristã as Escrituras e a Eucaristia são as duas fontes maiores de encontro com o Cristo Ressuscitado, que nos coloca em comunhão uns com os outros, como outros “Cristos” e nos envia a evangelizar”.- Documento do Vaticano

29-  “A Eucaristia é o nosso tesouro mais precioso. Ela é o sacramento por excelência; introduz-nos antecipadamente na vida eterna; contém em si todo o mistério da nossa salvação; é a fonte e o ápice da ação e da vida da Igreja”. – Papa Bento XVI

30 – “Esse mesmo pão eucarístico, oferecido um dia por nós, é entregue sem interrupção para que os homens, separados uns dos outros outrora mas chamados de novo muitas vezes à unidade, em si descubram novo amor para com Deus e entre si novo vínculo de fraternal amizade”. – Beato João Paulo II

31- “A Sagrada Comunhão é a derradeira graça de amor, e nela Jesus Cristo se une espiritual e realmente ao fiel, a fim de nele produzir a perfeição de sua Vida e de sua Santidade”. – São Pedro Julião Eymard

Fontes: 1- Site do Vaticano

               2- A Prática do Amor a Jesus Cristo, de Santo Afonso Maria de Ligório (Editora Santuário)

30 de outubro de 2012 at 10:32 8 comentários

Oração a São Pio de Pietrelcina – do Beato João Paulo II

Ensine-nos, nós lhe pedimos, a humildade de coração para sermos incluídos entre os pequeninos de que fala o Evangelho, aos quais o Pai prometeu revelar os mistérios do Seu Reino.

Ajude-nos a ter um olhar de fé, capaz de reconhecer prontamente nos pobres e nos sofredores a face do próprio Jesus.

Sustente-nos nos momentos de luta e de provações e, se cairmos, faça com que experimentemos a alegria do sacramento do perdão.

Transmita-nos a terna devoção a Maria, mãe de Jesus e nossa.

Acompanhe-nos na peregrinação terrena em direção à Pátria abençoada, aonde também esperamos chegar um dia para contemplar eternamente a glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém.

Do livro: “…e Padre Pio disse” (Editora Loyola) 

29 de outubro de 2012 at 20:16 Deixe um comentário

Solenidade de Todos os Santos e Santas – São Mateus 5, 1-12

 1-Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele. 2. Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo: 3. Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! 4. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! 5. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! 6. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! 7. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! 8. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! 9. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! 10. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! 11. Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. 12. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

O Sermão da Montanha

O Papa Bento XVI disse que “talvez não seja ocasional, que a primeira grande pregação de Jesus se chame «Sermão da montanha»! Moisés subiu ao monte Sinai para receber a Lei de Deus e levá-la ao Povo eleito. Jesus é o Filho do próprio Deus que desceu do Céu para nos levar ao Céu, à altura de Deus, pelo caminho do amor. Aliás, Ele mesmo é este caminho: só devemos segui-lo, para cumprir a vontade de Deus e entrar no seu Reino, na vida eterna”.

As  Bem – Aventuranças:

O Catecismo (1718) ensina que “as bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade. Este desejo é de origem divina: Deus colocou no coração do homem, a fim de atraí-lo a si, pois só Ele pode satisfazê-lo”.

O Beato João Paulo II disse que “as oito bem-aventuranças do sermão da montanha – mostram, de forma muito clara, qual a nossa vocação em Jesus Cristo, neste mundo. A vocação cristã é-nos dada no sacramento do Batismo e reforçada com o do Crisma. Mas exprime-se em plenitude, através da Eucaristia”.

“Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!”

O Beato João Paulo II disse sobre o pobre de coração: “Rico, de fato, não é aquele que tem, mas aquele que dá. E dá não tanto aquilo que possui, mas antes a si próprio. Então ele pode dar mesmo quando não possui. Portanto, ele é rico mesmo quando não possui”.

Monsenhor Jonas Abib disse: “Ser pobre de espírito ou ser pobre de coração significa não nos pertencermos a nós mesmos. É o despojar-nos de nós mesmos. É não vivermos para nós mesmos. E por causa disso, como conseqüência, nada nos pertence”.

 “Somos felizes, quando somos pobres em espírito (V.5) e, quando no meio das aflições de tantas pobrezas, o nosso coração é como o do pobre que confia em Deus”. (Vaticano)

 “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!“

O Beato João Paulo II disse que “O homem, criado por Deus e por Ele elevado à sublime dignidade de filho, traz em si um anseio insuprimível de felicidade e sente natural aversão por toda a espécie de sofrimento. Jesus, porém, na sua obra evangelizadora, embora inclinando-se sobre os enfermos e os doentes para os curar e os consolar, não suprimiu o próprio sofrimento, mas quis submeter-se a toda a dor humana possível…” 

A Palavra diz: “Os que semeiam entre lágrimas, recolherão com alegria. Na ida, caminham chorando, os que levam a semente a espargir. Na volta, virão com alegria, quando trouxerem os seus feixes”. (Sl 125, 5-6)

“Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!”

O Beato João Paulo II disse: “A mansidão das Bem-Aventuranças tem o poder de transformar a família, o lugar de trabalho, a escola, a cidade, a aldeia a política e a cultura. Ela pode mudar o mundo! “

Santo Afonso Maria de Ligório disse assim: “A mansidão deve ser praticada especialmente com os pobres, os quais normalmente, por causa da sua pobreza, são tratados asperamente pelos homens. Deve-se ainda usar da mansidão particularmente com os doentes que se encontram os aflitos e, as mais das vezes, recebem pouco cuidado dos outros. Devemos exercer a mansidão principalmente com os inimigos”.

 “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!”

O Beato João Paulo II disse: “Cada homem vive e morre com certa sensação de a justiça não estar completa, porque o mundo não é capaz de satisfazer completamente um ser criado à imagem de Deus, de o satisfazer nem na profundidade da sua pessoa nem nos vários aspectos da sua vida humana. E assim, por meio desta fome de justiça, o homem abre-se a Deus que “é a justiça mesma”.

O Papa Bento XVI ensinou: “Nosso Senhor abomina as injustiças e condena quem as comete. Mas respeita a liberdade de cada indivíduo e por isso permite que elas existam, pois fazem parte da condição humana, após o pecado original. Contudo, seu coração cheio de amor pelos homens levou-o a carregar, juntamente com a cruz, todos esses tormentos: o nosso sofrimento, a nossa tristeza, a nossa fome e sede de justiça”.

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!”

O Beato João Paulo II disse: “Revelando-nos a plenitude da misericórdia do Pai, Jesus ensinou-nos também que a este Pai tão justo e misericordioso só se tem acesso através da experiência da misericórdia, que deve distinguir os nossos relacionamentos com o próximo: «Esta onda de misericórdia não pode penetrar os nossos corações enquanto não tivermos perdoado àqueles que nos ofenderam…” 

A Palavra diz: “Haverá juízo sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o julgamento”. (Tg 2,13)

“Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!”

 Pe. Raniero Cantalamessa disse: “Seria uma belíssima contribuição para a sociedade e para a comunidade cristã se a bem-aventurança dos puros de coração nos ajudasse a manter desperta em nós a nostalgia de um mundo limpo, verdadeiro, sincero, sem hipocrisia, nem religiosa nem leiga; um mundo em que as ações correspondessem às palavras, as palavras aos pensamentos, e os pensamentos do homem aos de Deus”.

 São Bernardo disse assim:  “Bem-aventurados os puros de coração porque verão Deus. Como se dissesse: purifica o coração, separa-te de tudo, sê monge, só, busca uma coisa só do Senhor e persegue-a (Salmo 27, 4), liberta-te de tudo e verás Deus (Salmo 46, 11)”.

 “Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!”

O Papa Bento XVI disse: “Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos”. 

E o Beato João Paulo II ensinou que é preciso que haja paz “nas nossas famílias, entre esposos e esposas, entre pais e filhos; paz nas nossas comunidades; paz nas nossas paróquias e nas nossas igrejas locais; paz na sociedade e em toda a terra; paz nos corações dos ministros de Cristo, nos corações dos religiosos e dos leigos, nos corações de todos os que abraçam o seu Evangelho de amor”.

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!” 

O Cardeal José Saraiva Martins disse assim: “Quando somos perseguidos por querer viver sempre segundo a justiça de Deus, tornamo-nos merecedores do Reino dos céus (Mt 5, 10). A perfeita alegria, como a viveram os Santos, consiste em imitar Jesus Cristo e identificar-se com Ele, inclusive no amor a quantos nos consideram inimigos”. 

A Palavra diz: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23).  Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou”. (Rm 8, 35-37)

“Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós”.

 

 O Beato João Paulo II disse que “é evidente que a bem-aventurança cristã, como sinônimo de santidade, não está separada de uma componente de sofrimento ou pelo menos de dificuldade: não é fácil ser ou querer ser pobres, mansos, puros; não se quereria ser perseguido, nem sequer por causa da justiça. Mas o reino dos céus é para os anticonformistas” . (Rom. 12, 2) 

 A Palavra diz: “Se fordes ultrajados pelo nome de Cristo, bem-aventurados sois vós, porque o Espírito de glória, o Espírito de Deus repousa sobre vós. Que ninguém de vós sofra como homicida, ou ladrão, ou difamador, ou cobiçador do alheio.  Se, porém, padecer como cristão, não se envergonhe; pelo contrário, glorifique a Deus por ter este nome”. (1 Pd 4,14-16)

Todos os Santos

O Papa Bento XVI disse assim: “Hoje veneramos precisamente esta inumerável comunidade de Todos os Santos que, através dos seus diferentes percursos de vida, nos indicam vários caminhos de santidade, associados por um único denominador comum: seguir Cristo e conformar-se com Ele, fim último da nossa vicissitude humana. Com efeito, todas as condições de vida podem tornar-se, mediante a obra da graça e com o compromisso e a perseverança de cada um, caminhos de santificação”. 

O Catecismo (1053) ensina:  “Nós cremos que a multidão dessas almas que estão congregadas à volta de Jesus e de Maria, no paraíso, formam a Igreja celeste onde, na eterna bem-aventurança, vêem Deus como Ele é onde também, certamente em graus e modos diversos, estão associadas aos santos anjos no governo divino exercido por Cristo glorioso, intercedendo por nós e ajudando a nossa fraqueza com a sua solicitude fraterna”.

A Comunhão dos Santos

O Beato João Paulo II disse: “De fato, neste dia, em que vivemos com particular acentuação a vivificante realidade da comunhão dos santos, devemos ter firmemente presente que no início, na base, no centro desta comunhão está o próprio Deus, que não só nos chama para a santidade, mas também e sobretudo no-la oferece magnanimamente no sangue de Cristo, vencendo assim os nossos pecados”.

O Catecismo (962) ensina:Nós cremos na comunhão de todos os fiéis de Cristo: dos que peregrinam na terra, dos defuntos que estão levando a cabo a sua purificação e dos bem-aventurados do céu: formam todos uma só Igreja; e cremos que, nesta comunhão, o amor misericordioso de Deus e dos seus santos está sempre atento às nossas orações».

Conclusão

Concluímos essa reflexão com as palavras:

Da Bíblia ( Ef 4, 29-32): “Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem. Não contristeis o Espírito Santo de Deus, com o qual estais selados para o dia da Redenção.Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia. Antes, sede uns com os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou, em Cristo”.

Do Beato João Paulo II: “Todos os santos sempre foram e são contemporaneamente, embora em medida diversa, pobres de espírito, mansos, aflitos, famintos e sequiosos de justiça, misericordiosos, puros de coração, artífices de paz e perseguidos pela causa do Evangelho. E assim devemos ser também nós”. 

Do Papa Bento XVI:  “Com efeito, o objeto da nossa esperança é o júbilo na presença de Deus na eternidade. Jesus prometeu-o aos seus discípulos, dizendo: «Hei-de ver-vos novamente, e o vosso coração alegrar-se-á, e ninguém vos privará da vossa alegria» (Jo 16, 22).

Oração

Do Papa Bento XVI: “Só uma criatura já chegou ao cimo da montanha: a Virgem Maria. Graças à união com Jesus, a sua justiça foi perfeita: é por isso que a invocamos como Speculum iustitiae. Confiemo-nos a Ela, para que guie também os nossos passos na fidelidade à Lei de Cristo”.

Jane Amábile  – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

29 de outubro de 2012 at 9:12 Deixe um comentário

Homilia do Papa: conclusão do XIII Sínodo dos Bispos – 28 \ 10 \12

 

 

 
HOMILIA
Santa Missa: Conclusão do Sínodo dos Bispos para a Nova Evangelização
Basílica Vaticana
Domingo, 28 de Outubro de 2012

 

Venerados Irmãos,
Ilustres Senhores e Senhoras,
Amados irmãos e irmãs!

O milagre da cura do cego Bartimeu ocupa uma posição significativa na estrutura do Evangelho de Marcos. De fato, está colocado no fim da seção designada «viagem para Jerusalém», isto é, a última peregrinação de Jesus para a Cidade Santa, para a Páscoa em que, como Ele sabe, O aguardam a paixão, a morte e a ressurreição. Para subir a Jerusalém a partir do vale do Jordão, Jesus passa por Jericó, e o encontro com Bartimeu tem lugar à saída da cidade, «quando – observa o evangelista – [Jesus] ia a sair de Jericó com os seus discípulos e uma grande multidão» (10, 46), a mesma multidão que, dali a pouco, aclamará Jesus como Messias na sua entrada em Jerusalém. Precisamente na estrada estava sentado a mendigar Bartimeu, cujo nome significa «filho de Timeu», como diz o próprio evangelista. Todo o Evangelho de Marcos é um itinerário de fé, que se desenvolve gradualmente na escola de Jesus. Os discípulos são os primeiros atores deste percurso de descoberta, mas há ainda outros personagens que desempenham papel importante, e Bartimeu é um deles. A sua cura prodigiosa é a última que Jesus realiza antes da sua paixão, e não é por acaso que se trata da cura dum cego, isto é, duma pessoa cujos olhos perderam a luz. A partir de outros textos, sabemos também que a condição de cegueira tem um significado denso nos Evangelhos. Representa o homem que tem necessidade da luz de Deus – a luz da fé – para conhecer verdadeiramente a realidade e caminhar pela estrada da vida. Condição essencial é reconhecer-se cego, necessitado desta luz; caso contrário, permanece-se cego para sempre (cf. Jo 9, 39-41).

Situado naquele ponto estratégico da narração de Marcos, Bartimeu é apresentado como modelo. Ele não é cego de nascença, mas perdeu a vista: é o homem que perdeu a luz e está ciente disso, mas não perdeu a esperança, sabe agarrar a possibilidade deste encontro com Jesus e confia-se a Ele para ser curado. Na realidade, ouvindo dizer que o Mestre passa pela sua estrada, grita: «Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim!» (Mc 10, 47), e repete-o vigorosamente (v. 48) E quando Jesus o chama e lhe pergunta que quer d’Ele, responde: «Mestre, que eu veja!» (v. 51). Bartimeu representa o homem que reconhece o seu mal, e grita ao Senhor com a confiança de ser curado. A sua imploração, simples e sincera, é exemplar, tendo entrado na tradição da oração cristã da mesma forma que a súplica do publicano no templo: «Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador» (Lc 18, 13). No encontro com Cristo, vivido com fé, Bartimeu readquire a luz que havia perdido e, com ela, a plenitude da sua própria dignidade: põe-se de pé e retoma o caminho, que desde então tem um guia, Jesus, e uma estrada, a mesma que Jesus percorre. O evangelista não nos diz mais nada de Bartimeu, mas nele mostra-nos quem é o discípulo: aquele que, com a luz da fé, segue Jesus «pelo caminho» (v. 52).

Num dos seus escritos, Santo Agostinho observa um particular acerca da figura de Bartimeu, que pode ser interessante e significativo também hoje para nós. O santo Bispo de Hipona reflete sobre o fato de Marcos referir, neste caso, não só o nome da pessoa que é curada, mas também de seu pai, e chega à conclusão de que «Bartimeu, filho de Timeu, era um personagem decaído duma situação de grande prosperidade, e a sua condição de miséria devia ser universalmente conhecida e de domínio público, enquanto não era apenas cego, mas um mendigo que estava sentado na berma da estrada. Por esta razão, Marcos não o quis recordar só a ele, porque o facto de ter recuperado a vista conferiu ao milagre tão grande ressonância como grande era a fama da desventura que atingira o cego» (O consenso dos evangelistas, 2, 65, 125: PL 34, 1138) . Assim escreve Santo Agostinho!

Esta interpretação de Bartimeu como pessoa decaída duma condição de «grande prosperidade» é sugestiva, convidando-nos a refletir sobre o fato que há riquezas preciosas na nossa vida que podemos perder e que não são materiais. Nesta perspectiva, Bartimeu poderia representar aqueles que vivem em regiões de antiga evangelização, onde a luz da fé se debilitou, e se afastaram de Deus, deixando de O considerarem relevante na própria vida: são pessoas que deste modo perderam uma grande riqueza, «decaíram» duma alta dignidade – não econômica ou de poder terreno, mas a dignidade cristã –, perderam a orientação segura e firme da vida e tornaram-se, muitas vezes inconscientemente, mendigos do sentido da existência. São as inúmeras pessoas que precisam de uma nova evangelização, isto é, de um novo encontro com Jesus, o Cristo, o Filho de Deus (cf. Mc 1, 1), que pode voltar a abrir os seus olhos e ensinar-lhes a estrada. É significativo que, no momento em que concluímos a Assembléia Sinodal sobre a Nova Evangelização, a Liturgia nos proponha o Evangelho de Bartimeu. Esta Palavra de Deus tem algo a dizer de modo particular a nós que nestes dias nos debruçamos sobre a urgência de anunciar novamente Cristo onde a luz da fé se debilitou, onde o fogo de Deus, à semelhança dum fogo em brasas, pede para ser reavivado a fim de se tornar chama viva que dá luz e calor a toda a casa.

A nova evangelização diz respeito a toda a vida da Igreja. Refere-se, em primeiro lugar, à pastoral ordinária que deve ser mais animada pelo fogo do Espírito a fim de incendiar os corações dos fiéis que frequentam regularmente a comunidade reunindo-se no dia do Senhor para se alimentarem da sua Palavra e do Pão de vida eterna. Aqui gostaria de sublinhar três linhas pastorais que emergiram do Sínodo. A primeira diz respeito aos Sacramentos da iniciação cristã. Foi reafirmada a necessidade de acompanhar, com uma catequese adequada, a preparação para o Baptismo, a Confirmação e a Eucaristia; e reiterou-se também a importância da Penitência, sacramento da misericórdia de Deus. É através deste itinerário sacramental que passa o chamamento do Senhor à santidade, que é dirigido a todos os cristãos. Na realidade, várias vezes se repetiu que os verdadeiros protagonistas da nova evangelização são os santos: eles falam, com o exemplo da vida e as obras da caridade, uma linguagem compreensível a todos.

Em segundo lugar, a nova evangelização está essencialmente ligada à missão ad gentes. A Igreja tem o dever de evangelizar, de anunciar a mensagem da salvação aos homens que ainda não conhecem Jesus Cristo. No decurso das próprias reflexões sinodais, foi sublinhado que há muitos ambientes em África, na Ásia e na Oceânia, onde os habitantes aguardam com viva expectativa – às vezes sem estar plenamente conscientes disso – o primeiro anúncio do Evangelho. Por isso, é preciso pedir ao Espírito Santo que suscite na Igreja um renovado dinamismo missionário, cujos protagonistas sejam, de modo especial, os agentes pastorais e os fiéis leigos. A globalização provocou um notável deslocamento de populações, pelo que se impõe a necessidade do primeiro anúncio também nos países de antiga evangelização. Todos os homens têm o direito de conhecer Jesus Cristo e o seu Evangelho; e a isso corresponde o dever dos cristãos – de todos os cristãos: sacerdotes, religiosos e leigos – de anunciarem a Boa Nova.

Um terceiro aspecto diz respeito às pessoas batizadas que, porém, não vivem as exigências do Batismo. Durante os trabalhos sinodais, foi posto em evidência que estas pessoas se encontram em todos os continentes, especialmente nos países mais secularizados. A Igreja dedica-lhes uma atenção especial, para que encontrem de novo Jesus Cristo, redescubram a alegria da fé e voltem à prática religiosa na comunidade dos fiéis. Para além dos métodos tradicionais de pastoral, sempre válidos, a Igreja procura lançar mão de novos métodos, valendo-se também de novas linguagens, apropriadas às diversas culturas do mundo, para implementar um diálogo de simpatia e amizade que se fundamenta em Deus que é Amor. Em várias partes do mundo, a Igreja já encetou este caminho de criatividade pastoral para se aproximar das pessoas afastadas ou à procura do sentido da vida, da felicidade e, em última instância, de Deus. Recordamos algumas missões urbanas importantes, o «Átrio dos Gentios», a missão continental, etc.. Não há dúvida que o Senhor, Bom Pastor, abençoará abundantemente estes esforços que nascem do zelo pela sua Pessoa e pelo seu Evangelho.

Queridos irmãos e irmãs, Bartimeu, uma vez obtida novamente a vista graças a Jesus, juntou-se à multidão dos discípulos, entre os quais havia seguramente outros que, como ele, foram curados pelo Mestre. Assim são os novos evangelizadores: pessoas que fizeram a experiência de ser curadas por Deus, através de Jesus Cristo. Eles têm como característica a alegria do coração, que diz com o Salmista: «O Senhor fez por nós grandes coisas; por isso, exultamos de alegria» (Sal 126/125, 3). Com jubilosa gratidão, hoje também nós nos dirigimos ao Senhor Jesus, Redemptor hominis e Lumen gentium, fazendo nossa uma oração de São Clemente de Alexandria: «Até agora errei na esperança de encontrar Deus, mas porque Vós me iluminais, ó Senhor, encontro Deus por meio de Vós, e de Vós recebo o Pai, torno-me herdeiro convosco, porque não Vos envergonhastes de me ter por irmão. Cancelemos, portanto, cancelemos o esquecimento da verdade, a ignorância; e, removendo as trevas que nos impedem de ver como a névoa nos olhos, contemplemos o verdadeiro Deus…; já que, sobre nós sepultados nas trevas e prisioneiros da sombra da morte, brilhou uma luz do céu [luz] mais pura que o sol, mais doce que a vida nesta terra » (Protrettico, 113, 2–114, 1). Amém.

Fonte: Canção Nova

28 de outubro de 2012 at 11:34 Deixe um comentário

Os Dois Maiores Mandamentos

Oi Crianças!

Jesus Cristo resumiu a Lei de Deus em dois Mandamentos:

O Primeiro: “Amar a Deus em primeiro lugar”,

E o Segundo: “Amar ao próximo como a si mesmo”.

Amar a Deus em primeiro lugar

É amá-lo mais que tudo e todos,

É principalmente fazer a Sua vontade.

O Beato João Paulo II disse:

“A Deus deve ser reconhecido

O primeiro lugar na vossa vida…

 Ele merece ser amado com todo o nosso coração,

Com toda a nossa alma e com todas as nossas forças”.

Amar ao próximo como a si mesmo é:

Não fazer mal a nenhuma pessoa,

Da mesma forma como não queremos

Que as pessoas nos façam mal.

Deus é amor e nos criou para amar,

Se não cumprimos essa vocação,

Tornamo-nos pessoas incompletas.

 Oração

Ó Senhor,

Ensina-nos a Te amar acima de tudo

Ensina-nos a amar a nós mesmos

Ensina-nos a amar o nosso irmão

Ensina-nos a viver sempre no amor.

Amém.

                        Jane Amábile

 

28 de outubro de 2012 at 8:04 Deixe um comentário

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