Archive for junho, 2013

A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos – Décimo Quarto Domingo do Tempo Comum – São Lucas 10, 1-12. 17-20 – 077\13

 

 
 1. Depois disso, designou o Senhor ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir.
2. Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe.
3. Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos.
4. Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho.
5. Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa!
6. Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós.
7. Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa.
8. Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir.
9. Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo.
10. Mas se entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saindo pelas suas praças, dizei:
11. Até o pó que se nos pegou da vossa cidade, sacudimos contra vós; sabei, contudo, que o Reino de Deus está próximo.
12. Digo-vos: naqueles dias haverá um tratamento menos rigoroso para Sodoma.
 
17. Voltaram alegres os setenta e dois, dizendo: Senhor, até os demônios se nos submetem em teu nome!
18. Jesus disse-lhes: Vi Satanás cair do céu como um raio.
19. Eis que vos dei poder para pisar serpentes, escorpiões e todo o poder do inimigo.
20. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos estão sujeitos, mas alegrai-vos de que os vossos nomes estejam escritos nos céus.
 
Versículos de 1 a 7:  “Depois disso, designou o Senhor ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir. Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos. Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho. Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa! Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa”.
 
O Papa Emérito Bento XVI disse que “a messe existe, mas Deus quer servir-se dos homens, a fim de que ela seja levada ao celeiro. Deus tem necessidade de homens. Precisa de pessoas que digam: Sim, estou disposto a tornar-me o teu trabalhador na messe, estou disposto a ajudar a fim de que esta messe que está a amadurecer nos corações dos homens possa verdadeiramente entrar nos celeiros da eternidade e tornar perene comunhão divina de alegria e de amor”.
 
Padre Bantu explicou: “No Evangelho de hoje, Jesus concede aos discípulos plenos poderes não de pisar, subjugar, condenar e matar. E sim, de dar vida, alegria, paz, traquilidade, libertação… Somos convidados a partilhar a missão que d’Ele recebemos. E a primeira delas é dar a vida que gratuitamente recebemos”.
 
Versículos de 8 a 12:  “Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir. Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo. Mas se entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saindo pelas suas praças, dizei: Até o pó que se nos pegou da vossa cidade, sacudimos contra vós; sabei, contudo, que o Reino de Deus está próximo. Digo-vos: naqueles dias haverá um tratamento menos rigoroso para Sodoma”.
 
O Reino de Deus está próximo – Monsenhor Jonas disse que “cada pessoa tem o seu tempo de ser colhida para o Senhor. Ou é colhida naquele tempo ou corre o risco de se perder. É claro que a providência do Senhor é maravilhosa e o amor e a misericórdia do Senhor, sem limites. Mas nosso tempo é limitado. Cada homem, cada mulher têm um tempo, um tempo de vida, um tempo de graça. E é nesse tempo que eles precisam ser colhidos. Se não forem colhidos, acabam, irremediavelmente, por se perder”.
 
Mas se entrardes nalguma cidade e não vos receberem…-  O Beato João Paulo II disse que encontramos em nosso tempo “uma estrutura da negação, da erradicação de Deus do coração dos homens e do abandono de Deus por parte da sociedade humana, e isto com o objetivo, como se diz, de uma plena “humanização” do homem, isto é, tornar o homem humano em sentido pleno e, de certo modo, colocá-lo no lugar de Deus; portanto, “deificá-lo”. Esta estrutura, como se vê, é muito antiga e já conhecida desde as origens, desde o primeiro capítulo do Génesis”.
 
Versículos de 17 a 20:  “Voltaram alegres os setenta e dois, dizendo: Senhor, até os demônios se nos submetem em teu nome!  Jesus disse-lhes: Vi Satanás cair do céu como um raio. Eis que vos dei poder para pisar serpentes, escorpiões e todo o poder do inimigo. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos estão sujeitos, mas alegrai-vos de que os vossos nomes estejam escritos nos céus”.
 
São Basílio explicou: “Os discípulos que voltam da pregação haviam se orgulhado de seus feitos, notadamente a expulsão dos demônios em nome de Cristo. Para combater então as consequências funestas desse comportamento orgulhoso, Nosso Senhor lembrar-lhes a queda do demônio, que tendo estado no céu sob a forma de anjo de luz, caiu como um raio depois de seu pecado, tornando-se então Satanás,inimigo de todo bem”.
 
São Gregório disse: “O Senhor repreendeu admiravelmente o orgulho no coração de seus discípulos, recordando-lhes a perdição do mestre da soberba, para que no autor da soberba aprendessem o que deviam temer desse vício. “
 
São Cirilo disse: “Antes se havia dito que o Senhor enviou seus discípulos revestidos com a graça do Espírito Santo e que, constituídos ministros da pregação, receberam poder de dominar os espíritos imundos; agora, quando retornam, confessam o poder daquele que os honrou, pois se diz: “Voltaram os setenta e dois com alegria, dizendo: Senhor, até os demônios se sujeitam em teu nome”. Parece que se alegravam mais porque fizeram milagres que por haver sido destinados à pregação. Melhor se tivessem se alegrado naqueles que converteram”.
 
A Vocação – Chamado de Deus
 
O Papa Emérito Bento XVI disse: “Rogai, portanto, ao Senhor da messe”! Isto quer dizer também: não podemos simplesmente “produzir” vocações, elas devem vir de Deus. Não podemos, como talvez noutras profissões, por meio de uma propaganda bem orientada, mediante, por assim dizer, estratégias adequadas, simplesmente reclutar pessoas. O chamado, partindo do coração de Deus, deve sempre encontrar o caminho até ao coração do homem”.
 
O Beato João Paulo II convidou: “Meus caros Jovens, que vós sois chamados, sois chamados por Deus. A minha vida, a minha vida como homem tem portanto o seu significado, quando sou chamado por Deus, com um apelo vigoroso, decisivo e definitivo: Somente Deus pode chamar assim o homem, e nenhum outro. E este apelo de Deus é feito incessantemente em Cristo e por Cristo, a cada um de vós; sede operários da messe da vossa humanidade, operários na vinha do Senhor, para participardes da colheita messiânica da humanidade”.
 
Conclusão
 
O Papa Emérito Bento XVI orienta os operários de Cristo: “É necessário que estejam unidos o zelo e a humildade do reconhecimento dos próprios limites. Por um lado o zelo: se verdadeiramente encontramos Cristo sempre de novo, não podemos tê-lo para nós mesmos. Sentimo-nos compelidos a ir ao encontro dos pobres, dos idosos, dos fracos e das crianças e dos jovens, das pessoas em plena vida; sentimo-nos impulsionados a ser “anunciadores”, apóstolos de Cristo. Mas este zelo, para não se tornar vazio e extenuante para nós, deve unir-se com a humildade, com a moderação, com a aceitação dos nossos limites”.
 
O Beato João Paulo II disse: “Precisamos de ministros ordenados que sejam “garantia permanente da presença sacramental de Cristo Redentor, nos diversos tempos e lugares” (Christifideleslaici, 55) e, com a pregação da Palavra e a celebração da Eucaristia e dos outros Sacramentos, guiem as Comunidades cristãs pelos caminhos da vida eterna.   Precisamos de homens e mulheres que, com seu testemunho, conservem “viva nos batizados a consciência dos valores fundamentais do Evangelho” e façam “emergir na consciência do Povo de Deus a exigência de responder com a santidade de vida ao amor de Deus derramado em seus corações pelo Espírito Santo…”
 
Oração
Oração do Beato João Paulo II: Convido todos a implorar comigo ao Senhor, que não faltem operários na sua messe: 
  Pai santo, fonte perene da existência e do amor,
que mostras, no homem vivente, o esplendor da tua glória,
e colocas no seu coração a semente do teu chamado,
faze com que nenhum deles ignore esse dom ou o perca,
por negligência de nossa parte,
mas que todos, com total generosidade, possam caminhar
rumo à realização do teu Amor.
 
Senhor Jesus, que no teu peregrinar pelas estradas da Palestina,
escolheste e chamaste os apóstolos e confiaste a eles a tarefa
de pregar o Evangelho, cuidar dos fiéis, celebrar o culto divino,
faze que também hoje não faltem na tua Igreja
numerosos e santos sacerdotes, que levem a todos
os frutos da tua morte e da tua ressurreição.
 
Espírito Santo, que santificas a Igreja
com a constante efusão de teus dons,
insere no coração dos chamados à vida consagrada
uma íntima e forte paixão pelo Reino,
a fim de que, com um “sim” generoso e incondicional,
coloquem a própria existência a serviço do Evangelho.
 
Virgem Santíssima que, sem hesitar,
ofereceste a ti mesma ao Onipotente,
para a realização do seu projeto de salvação,
infunde confiança no coração dos jovens
para que haja sempre pastores zelosos
que guiem o povo cristão pelo caminho da vida,
e almas consagradas que saibam testemunhar
na castidade, na pobreza e na obediência,
a presença libertadora de teu Filho Ressuscitado.
 Amém.
   Jane Amábile
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30 de junho de 2013 at 17:37 Deixe um comentário

Angelus: Deus quer cristãos livres para ouvir sua voz

2013-06-30 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco rezou este domingo a oração do Angelus com milhares de fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro. Na alocução que precedeu a oração mariana, o Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, que mostra uma passagem muito importante na vida de Cristo: o momento em que – como escreve São Lucas  – “Jesus tomou resolutamente o caminho de Jerusalém”. Jerusalém, explicou é a meta final, onde Jesus, na sua última Páscoa, deve morrer e ressuscitar, e assim levar a termo a sua missão de salvação. A partir daquele momento, Jesus fixa a meta, e inclusive às pessoas que encontra e que pedem para segui-Lo, fala claramente quais são as condições: não ter uma moradia estável; desapegar-se dos afetos humanos; não ceder à nostalgia do passado. Aos seus discípulos, encarregados de precedê-lo no caminho rumo a Jerusalém para anunciar a sua passagem, Jesus diz que não imponham nada: se não encontrarem disponibilidade a acolhê-Lo, que continuem, que se prossiga. Jesus jamais impõe, Ele é humilde e convida. “Tudo isso faz pensar”, disse o Papa, pois nos diz a importância que, também para Jesus, teve a consciência: o escutar no seu coração a voz do Pai e segui-la. Jesus, na sua existência terrena, não era, por assim dizer, “teleguiado”: era o Verbo encarnado, o Filho de Deus feito homem, e a um certo ponto tomou a firme decisão de ir a Jerusalém pela última vez; uma decisão tomada na sua consciência, mas não sozinho: com o Pai, em plena união com Ele! Decidiu em obediência ao Pai, em escuta profunda, íntimo da sua vontade. E por isso a decisão era firme, porque tomada com o Pai. E no Pai Jesus encontrava a força e a luz para o seu caminho. “Jesus quer cristãos livres como ele. Com aquela liberdade que vem deste diálogo com o Pai. Jesus não quer nem cristãos egoístas que seguem o próprio eu e não fala com Deus, nem cristãos fracos, que não têm vontade, cristãos teleguiados, incapazes de criatividade. A liberdade está no diálogo com Deus na própria consciência. Se um cristão não sabe falar com Deus na própria consciência, não é livre.” Por isso, acrescentou, devemos aprender a escutar mais a nossa consciência. Mas atenção! – advertiu o Pontífice: “Isso não significa seguir o próprio eu, fazer o que me interessa, o que me convém, o que eu gosto… Não é isso! A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender o caminho que deve percorrer, e uma vez tomada a decisão, a ir avante, a permanecer fiel”. Recentemente, disse Francisco sob aplausos, tivemos um exemplo “maravilhoso” de como é esta relação com Deus na própria consciência, disse o Papa: “Bento XVI nos deu um grande exemplo neste sentido, quando o Senhor lhe fez entender, na oração, qual era o passo que ele tinha que dar. Ele seguiu, com grande sentido de discernimento e coragem, a sua consciência, ou seja, a vontade de Deus que falava ao seu coração. É um exemplo a seguir”. Que Nossa Senhora, concluiu, “nos ajude a nos tornar sempre mais homens e mulheres de consciência, capazes de escutar a voz de Deus e segui-la com decisão”. Após rezar o Angelus, Francisco recordou que hoje se celebra o Dia do Papa. “Desejo agradecer aos Bispos e a todas as paróquias, especialmente as mais pobres, pelas orações e ofertas que socorrem tantas iniciativas pastorais e caritativas do Sucessor de Pedro em todas as partes do mundo. Obrigado a todos!” Por determinação da VII Assembleia da CNBB, em todas as igrejas e oratórios, mesmo dos mosteiros, conventos e colégios, comemora-se o Dia do Papa com pregações e orações e generosas ofertas para o Óbolo de S. Pedro.

30 de junho de 2013 at 10:18 Deixe um comentário

Angelus: Deus quer cristãos livres para ouvir sua voz

2013-06-30 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco rezou este domingo a oração do Angelus com milhares de fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro. Na alocução que precedeu a oração mariana, o Pontífice comentou o Evangelho deste domingo, que mostra uma passagem muito importante na vida de Cristo: o momento em que – como escreve São Lucas  – “Jesus tomou resolutamente o caminho de Jerusalém”. Jerusalém, explicou é a meta final, onde Jesus, na sua última Páscoa, deve morrer e ressuscitar, e assim levar a termo a sua missão de salvação. A partir daquele momento, Jesus fixa a meta, e inclusive às pessoas que encontra e que pedem para segui-Lo, fala claramente quais são as condições: não ter uma moradia estável; desapegar-se dos afetos humanos; não ceder à nostalgia do passado. Aos seus discípulos, encarregados de precedê-lo no caminho rumo a Jerusalém para anunciar a sua passagem, Jesus diz que não imponham nada: se não encontrarem disponibilidade a acolhê-Lo, que continuem, que se prossiga. Jesus jamais impõe, Ele é humilde e convida. “Tudo isso faz pensar”, disse o Papa, pois nos diz a importância que, também para Jesus, teve a consciência: o escutar no seu coração a voz do Pai e segui-la. Jesus, na sua existência terrena, não era, por assim dizer, “teleguiado”: era o Verbo encarnado, o Filho de Deus feito homem, e a um certo ponto tomou a firme decisão de ir a Jerusalém pela última vez; uma decisão tomada na sua consciência, mas não sozinho: com o Pai, em plena união com Ele! Decidiu em obediência ao Pai, em escuta profunda, íntimo da sua vontade. E por isso a decisão era firme, porque tomada com o Pai. E no Pai Jesus encontrava a força e a luz para o seu caminho. “Jesus quer cristãos livres como ele. Com aquela liberdade que vem deste diálogo com o Pai. Jesus não quer nem cristãos egoístas que seguem o próprio eu e não fala com Deus, nem cristãos fracos, que não têm vontade, cristãos teleguiados, incapazes de criatividade. A liberdade está no diálogo com Deus na própria consciência. Se um cristão não sabe falar com Deus na própria consciência, não é livre.” Por isso, acrescentou, devemos aprender a escutar mais a nossa consciência. Mas atenção! – advertiu o Pontífice: “Isso não significa seguir o próprio eu, fazer o que me interessa, o que me convém, o que eu gosto… Não é isso! A consciência é o espaço interior da escuta da verdade, do bem, da escuta de Deus; é o lugar interior da minha relação com Ele, que fala ao meu coração e me ajuda a discernir, a compreender o caminho que deve percorrer, e uma vez tomada a decisão, a ir avante, a permanecer fiel”. Recentemente, disse Francisco sob aplausos, tivemos um exemplo “maravilhoso” de como é esta relação com Deus na própria consciência, disse o Papa: “Bento XVI nos deu um grande exemplo neste sentido, quando o Senhor lhe fez entender, na oração, qual era o passo que ele tinha que dar. Ele seguiu, com grande sentido de discernimento e coragem, a sua consciência, ou seja, a vontade de Deus que falava ao seu coração. É um exemplo a seguir”. Que Nossa Senhora, concluiu, “nos ajude a nos tornar sempre mais homens e mulheres de consciência, capazes de escutar a voz de Deus e segui-la com decisão”. Após rezar o Angelus, Francisco recordou que hoje se celebra o Dia do Papa. “Desejo agradecer aos Bispos e a todas as paróquias, especialmente as mais pobres, pelas orações e ofertas que socorrem tantas iniciativas pastorais e caritativas do Sucessor de Pedro em todas as partes do mundo. Obrigado a todos!” Por determinação da VII Assembleia da CNBB, em todas as igrejas e oratórios, mesmo dos mosteiros, conventos e colégios, comemora-se o Dia do Papa com pregações e orações e generosas ofertas para o Óbolo de S. Pedro.

30 de junho de 2013 at 10:18 Deixe um comentário

Igeja de Roma funda-se sobre o martírio – Papa no Angelus em que pediu orações pelo povo da República Centroafricana

Ao meio dia, da janela do Palácio Apostólico, o Papa Francisco, retomou, antes da oração mariana do Angelus, o tema da festa dos Santos Pedro e Paulo, dizendo que é de modo especial uma festa da Igreja de Roma, Igreja que se funda sobre o martírio destes dois Apóstolos. Mas é também uma festa da Igreja Universal porque o povo de Deus a eles deve o dom da fé. A providencia quis que ambos chegassem a Roma e aqui versassem o sangue pela fé. É por isso – frisou o Papa  – que Roma se tornou, “imediata e espontaneamente, ponto de referencia para toda a Igreja espalhada pelo mundo. Não pelo poder do Império, mas pela força do martírio, do testemunho prestado a Cristo”. “No fundo, é sempre e somente o amor de Cristo que gera a fé e que manda para a frente a Igreja” O Papa convidou depois a pensar em Pedro que não confessou a sua fé pelas suas capacidades humanas, mas porque foi conquistado pela graça que Jesus difundia. O mesmo acontece com Paulo que, quando jovem, era inimigo dos cristãos, mas quando Cristo Ressuscitado o chamou pelas vias de Damasco, compreendeu que Jesus não tinha morrido, estava vivo, e amava a ele também que era seu inimigo – disse o Papa, indicando nisto a experiencia da misericórdia, do perdão, que Pedro e Paulo experimentaram em si próprios e pelo qual deram a vida. E o Papa sublinhou essa grande alegria… “Caros irmãos, que alegria acreditar em Deus que é amor, totalmente graça!. Esta é a fé que Pedro e Paulo receberam de Cristo e transmitiram à Igreja. Louvemos o Senhor por estes dois gloriosos testemunhos, e como eles se deixaram conquistar por Cristo. “ O Papa Francisco recordou também Santo André, irmão de Simão Pedro e que partilhou com ele a fé em Jesus. “Apraz-me recordá-lo também porque hoje, segundo uma bela tradição, está presente em Roma a Delegação do Patriarcado de Constantinopla, que tem como Padroeiro precisamente o Apóstolo André. Todos juntos mandamos as nossas saudações cordiais ao Patriarca Bartolomeu I e rezamos por ele por aquela Igreja” Depois da oração mariana do Angelus, o Papa saudou os peregrinos vindos de várias partes do mundo para festejar os Arcebispos Metropolitas, pedindo orações por eles e pelas suas comunidades,  de modo particular pelo povo centro africano, duramente provado, encorajando a caminhar com fé e esperança.   

 

29 de junho de 2013 at 12:08 Deixe um comentário

Missa Papa: os cristãos devem ser pacientes e irrepreensíveis

 

      

2013-06-28 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco celebrou Missa, na manhã desta sexta-feira, na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano, da qual participaram o arcebispo de Ribeirão Preto (SP), que, amanhã, receberá o Pálio sagrado, e os funcionários do Departamento de Saúde e Higiene do Vaticano, guiados pelo seu diretor Patrizio Polisca. Na breve meditação, que costuma fazer aos presentes, o Santo Padre partiu da Liturgia do dia, referindo-se a Abraão e ao leproso, dizendo que “o Senhor procura se envolver na vida do povo e na nossa vida. De fato, disse o Papa, a ação do Senhor não tem um protocolo preciso ao entrar em contato conosco. Ele age em modos e momentos diferentes, mas, age sempre: “O Senhor escolhe sempre o seu modo de entrar na nossa vida. Algumas vezes, ele o faz lentamente, a ponto de quase perdermos a paciência. Não obstante, continuamos a rezar, a rezar… e parece que ele não vem ao nosso encontro. Outras vezes, além de sermos impacientes, somos céticos sobre a sua intervenção. Mas, o Senhor toma tempo e tem tanta paciência!”. Por isso, o Papa nos pede para que também nós sejamos pacientes e irrepreensíveis diante do Senhor. Ele nos espera sempre, até o fim da nossa vida, se necessário. Ele caminha conosco, embora, muitas vezes, ele não se manifeste e não se mostre a nós. Peçamos-lhe, pois, concluiu o Santo Padre, a graça de caminharmos sempre na sua presença! (MT)

 

28 de junho de 2013 at 15:00 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

26/06/2013
A caridade, a paciência e a ternura são tesouros belíssimos. E, quando alguém os possui, quer dividi-los com os demais.
24/06/2013
Estamos prontos a comprometer-nos como cristãos coerentes, dia após dia, dando testemunho com a nossa palavra e o nosso exemplo?
23/06/2013
Pecadores, somo-lo todos; mas peçamos ao Senhor para não ser hipócritas, porque estes não sabem o que é o perdão, a alegria, o amor de Deus.
22/06/2013
Se encontramos o sentido da vida em Jesus, então não podemos ficar indiferentes diante de alguém que sofre, de alguém que está triste.
21/06/2013
Nunca esqueçamos que é o Senhor que guia a Igreja. É Ele que torna fecundo o nosso apostolado.

26 de junho de 2013 at 10:28 Deixe um comentário

JMJ Rio 2013 – para os irmãos de língua japonesa

Se você não conseguir assistir o vídeo, favor clicar do lado direito para ver no Youtube.

25 de junho de 2013 at 10:31 Deixe um comentário

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