Archive for dezembro, 2016

Nossa Senhora, Mãe de Deus, rogai por nós!

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Que 2017 seja um ano de muita paz, alegria e prosperidade para todos! Amém.

Jane Amabile

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31 de dezembro de 2016 at 9:44 1 comentário

Papa aos jovens reunidos em Riga: É tempo de misericórdia para todos

2016-12-27 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco enviou uma mensagem esta terça-feira (27/12) aos participantes do 39º Encontro Europeu de Jovens organizado pela Comunidade ecumênica de Taizé, que este ano se realiza em Riga, capital da Letônia. “Com o tema do testemunho da esperança que estará no coração das vossas reflexões e da vossa oração – escreve Francisco –  estou particularmente próximo de vocês, pois muitas vezes vos convidei a não deixarem que vos roubassem a esperança”.

Durante a vigília de oração da Jornada Mundial da Juventude, em Cracóvia, Francisco havia enfatizado fortemente esta realidade essencial da fé cristã: “Quando [o Senhor] nos chama, olha para tudo o que podemos fazer, para todo o amor que somos capazes de espalhar. Ele aposta sempre no futuro, no amanhã. Jesus lança-te para o horizonte, nunca para o museu”.

O Santo Padre agradeceu aos participantes do encontro – que se realiza em pleno inverno europeu – por terem feito a escolha de “deixar os vossos sofás para viverem esta peregrinação de confiança em resposta ao apelo do Espírito de Deus”.

De fato, ao decidirem passar juntos estes dias num clima de fraternidade real – diz Francisco –  jovens cristãos, ortodoxos, protestantes e católicos manifestarão o desejo de “serem protagonistas da história e de não deixar os outros decidirem o vosso futuro”.

O Papa convida os jovens a manterem-se firmes na esperança, “permitindo que o Senhor habite no vosso coração e na vossa vida quotidiana. Com Jesus, esse amigo fiel que nunca nos decepciona, podeis trilhar o caminho do futuro com alegria e desenvolver os vossos talentos e as vossas capacidades para o bem de todos”.

Hoje em dia – recordou o Papa – muitas pessoas estão confusas, desanimadas pela violência, pelas injustiças, pelo sofrimento e por divisões. Têm a impressão que o mal é mais forte do que qualquer outra coisa”.

Neste sentido,  convida os jovens “a mostrar em palavras e em atos que o mal não tem a última palavra na nossa história. Pois ‘é o tempo da misericórdia para todos e cada um, para que ninguém possa pensar que é alheio à proximidade de Deus e à força da sua ternura’”.

Por fim, o Pontífice faz votos de que estes dias de encontro em Riga ajudem os jovens a não ter medo de seus limites, “mas a crescer na confiança em Jesus, Cristo e Senhor, que acredita e espera em cada um. Que com simplicidade que o irmão Roger testemunhou, possam construir pontes de fraternidade e tornar visível o amor com que Deus nos ama”.

A mensagem conclui com um bênção do Papa a todos os jovens participantes do encontro, aos irmãos de Taizé e a todas as pessoas que os acolherão em Riga e na região.

O encontro realiza-se de 28 de dezembro a 1° de janeiro de 2017.

(JE)

31 de dezembro de 2016 at 5:35 Deixe um comentário

Santa Maria, Mãe de Deus – 1° de janeiro

 

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A Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus é a primeira Festa Mariana que apareceu na Igreja Ocidental. A sua celebração começou-se a realizar em Roma por volta do século VI, provavelmente junto com a dedicação – a 1º de Janeiro – do templo “Santa Maria Antiga” no Forum Romano, uma das primeiras Iglesias marianas de Roma.
A antiguidade da celebração Mariana constata-se nas pinturas com o nome de Maria, “Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas que estão cavadas debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.
Mais tarde, o rito romano passou a celebrar a 1º de Janeiro a oitava de Natal, comemorando a circuncisão do Menino Jesus. Depois de desaparecer a antiga festa Mariana, em 1931, o Papa Pio XI, por ocasião do XV centenário do concílio de Éfeso (431), instituiu a Festa Mariana a 11 de Outubro, em lembrança deste Concílio, onde se proclamou solenemente Santa Maria como verdadeira Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus; mas na última reforma do calendário – após o Concílio Vaticano II – se transladou a festa para 1º de Janeiro, com a máxima categoria litúrgica, a de solenidade, e com título da Santa Maria, Mãe de Deus.
Desta maneira, esta Festa Mariana encontra um marco litúrgico mais adequado no tempo do Natal do Senhor; e ao mesmo tempo, todos os católicos começam o ano pedindo o amparo da Santíssima Virgem Maria.

31 de dezembro de 2016 at 5:20 Deixe um comentário

Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!

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Sagrada Família de Nazaré, proteja as famílias do mundo inteiro!

30 de dezembro de 2016 at 9:36 Deixe um comentário

Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José

A liturgia desta festa propõe-nos a família de Jesus como exemplo e modelo das nossas comunidades familiares… Como a família de Jesus – diz-nos a liturgia deste dia – as nossas famílias devem viver numa atenção constante aos desafios de Deus e às necessidades dos irmãos.
O Evangelho põe-nos diante da Sagrada Família de Nazaré apresentando Jesus no Templo de Jerusalém. A cena mostra uma família que escuta a Palavra de Deus, que procura concretizá-la na vida e que consagra a Deus a vida dos seus membros. Nas figuras de Ana e Simeão, Lucas propõe-nos também o exemplo de dois anciãos de olhos postos no futuro, capazes de perceber os sinais de Deus e de testemunhar a presença libertadora de Deus no meio dos homens.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos dos que vivem “em Cristo” e aceitaram ser “Homem Novo”. Esse amor deve atingir, de forma muito especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais… É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.

Fonte: Evangelho Quotidiano

30 de dezembro de 2016 at 5:41 2 comentários

Papa Francisco: lamentar-se com Deus é um modo de rezar

2016-12-28 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Passado o Natal e a série de celebrações no Vaticano, o Papa voltou a se reunir nesta quarta-feira (28/12) com os fiéis e peregrinos na habitual audiência geral, que no inverno se realiza na Sala Paulo VI.

 

Abraão, modelo de fé: foi este o tema de sua catequese, inspirada na carta de São Paulo aos Romanos que descreve “a esperança de Abraão em se tornar pai apesar de muito idoso, e sua esposa, estéril”. Mas Deus havia lhe prometido um filho e Abraão confiava neste anúncio.

Acreditar no impossível

“Abraão crê, sua fé se abre a uma esperança aparentemente irracional; é a capacidade de ir além do raciocínio humano, da sabedoria e da prudência do mundo, além do considerado como bom-senso para crer no impossível. A esperança abre novos horizontes, nos torna capazes de sonhar o impensável. A esperança nos conduz na escuridão de um futuro incerto para caminhar na luz”.

Momentos de crise

O Pontífice lembrou, no entanto, que este caminho é difícil e comporta também crises de desconforto. Abraão, por exemplo, se lamenta com Jesus porque o tempo passava e o ventre de Sara ‘permanecia fechado’ em sua esterilidade. Ele, quase centenário, não teria descendência. Seu herdeiro seria Eliézer de Damasco, um servo.

Pai de muitos povos

Uma noite, o Senhor lhe diz: “Olha para o céu e conta as estrelas, se fores capaz! Assim será tua descendência”. Abraão se sente só, cansado, perto da morte. Seu coração estava tomado pela desilusão e o desânimo. Não havia mais tempo para um filho. Como continuar a crer?

Segundo Francisco, a lamentação de Abraão é uma forma de fé. Não obstante tudo, ele continua a crer em Deus e espera que alguma coisa aconteça. Se não, por que interpelar Deus e pedir o cumprimento de sua promessa? De fato, o Papa explicou que “a fé não é só silêncio que aceita tudo sem replicar; a esperança não é certeza que protege das dúvidas e da perplexidade. Fé é também lutar com Deus, mostrar-lhe nossas amarguras sem fingimento. E esperança é não ter medo de ver a realidade como ela é, aceitando as contradições”.

A única certeza é a fé

Na fé, Abraão se dirige a Deus para que o ajude a continuar a esperar. E o Senhor responde, insistindo na promessa: o herdeiro não será um servo, mas um filho verdadeiro, gerado por ele. “Sua única certeza é confiar na palavra do Senhor”, concluiu o Papa.

Novamente uma promessa, algo a se esperar para o futuro. Como quando Deus o levou para fora da tenda e lhe mostrou as estrelas, esta é a fé.

“Para crer, é necessário saber ver com os olhos da fé; é este o caminho da esperança que cada um de nós deve percorrer. Quando a nossa única possibilidade é olhar para as estrelas, será a hora de confiar em Deus. Não há nada mais bonito do que isso”.

Conclusão com o Circo

Na conclusão da última Audiência Geral de 2016 um momento de alegria com a presença de artistas do Golden Circus de Liana Orfei que ofereceram ao Papa e aos fiéis presentes exibições de malabarismos e equilibrismos. O momento circense, ao som tradicional das marchas de circo, se concluiu com a apresentação de algumas araras, uma das quais foi colocada sobre o braço do Papa Francisco.

Nas suas palavras, em língua italiana, Francisco agradeceu os artistas pela agradável exibição recordando que “a beleza sempre nos aproxima de Deus”.

Ainda na saudação final aos jovens, aos enfermos e aos recém-casados o Papa chamou esses últimos de “corajosos, porque é preciso coragem para se casar e fazer isso por toda a vida”. Recordou mais uma vez aos “corajosos” que “nunca terminem o dia sem fazer as pazes entre eles”.

(cm)

30 de dezembro de 2016 at 5:33 Deixe um comentário

Angelus: afeto, oração e lágrimas pelos cristãos odiados no mundo

2016-12-26 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – “O mundo odeia os cristãos, pela mesma razão pela qual odiava Jesus, porque Ele trouxe a luz de Deus e o mundo prefere as trevas para esconder as suas más obras”. Foi o que disse o Papa Francisco durante a sua alocução que precedeu a Oração mariana do Angelus na Praça São Pedro, por ocasião da festa do protomártir Estevão, o primeiro de uma longa série – observou o Papa – que continua até hoje. Hoje, disse o Papa, há oposição entre a mentalidade do Evangelho e a mentalidade mundana. Seguir Jesus significa seguir a sua luz, que se ascendeu na noite de Natal, e abandonar as trevas do mundo.

A alegria do Natal enche também hoje os nossos corações, enquanto a liturgia nos faz celebrar o martírio de Santo Estevão, o primeiro mártir, convidando-nos a recolher o testemunho que através do seu sacrifício, ele nos deixou. É o testemunho glorioso do martírio cristão, sofrido por amor a Jesus Cristo.

O protomártir Estevão, cheio do Espírito Santo, foi apedrejado porque confessou sua fé em Jesus Cristo, Filho de Deus. O unigênito que vem ao mundo convida cada fiel a escolher o caminho da luz e da vida. Este é o significado profundo da sua vinda entre nós. Amando o Senhor e obedecendo à sua voz, o diácono Estevão escolheu Cristo, Vida e Luz para cada homem. Ao escolher a verdade, ele se tornou ao mesmo tempo vítima do mistério do mal presente no mundo. Mas Estevão em Cristo venceu!

Também hoje a Igreja, para dar testemunho da luz e da verdade, experimenta em diversos lugares duras perseguições, chegando até a suprema prova do martírio, disse Francisco, acrescentando.

“Quantos nossos irmãos e irmãs na fé sofrem abusos, violências e são odiados por causa de Jesus! Hoje queremos pensar neles e estar perto deles com o nosso afeto, a nossa oração e também com as nossas lágrimas. Digo a vocês uma coisa: os mártires de hoje são mais numerosos em relação aos mártires dos primeiros séculos”. Quando lemos a história – improvisou o Papa -, lemos tanta crueldade para com os cristãos.

O Papa recordou que ontem, dia de Natal, os cristãos perseguidos no Iraque celebraram o Natal na sua Catedral destruída; um exemplo de fidelidade ao Evangelho. “Eles testemunham com coragem a sua fidelidade a Cristo”.

Falando ainda dos cristãos perseguidos afirmou que apesar das provas e perigos, eles dão testemunho com coragem da sua pertença a Cristo e vivem o Evangelho comprometendo-se em favor dos últimos, dos mais esquecidos, fazendo o bem a todos sem distinção; testemunham a caridade na verdade.

Ao fazer espaço dentro do nosso coração ao Filho de Deus que Se doa a nós no Natal, renovamos – exortou o Papa – a alegre e corajosa vontade de segui-Lo fielmente como o único guia, perseverando em viver de acordo com a mentalidade evangélica e recusando a mentalidade dos dominadores deste mundo.

Francisco concluiu suas palavras pedindo à Virgem Maria, Mãe de Deus e Rainha dos Mártires, para que nos guie e sempre nos sustente em nosso caminho no seguimento de Jesus Cristo, que contemplamos na gruta do presépio.

Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

29 de dezembro de 2016 at 6:25 Deixe um comentário

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