Archive for novembro, 2013

Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”

 

cartaz2014Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.

O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: http://www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.

Baixe aqui o Cartaz da CF 2014.

Entenda o significado do cartaz:

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014)

CNBB

30 de novembro de 2013 at 21:51 Deixe um comentário

Tempo do Advento

“Ficai atentos e preparados!”

Porque o medo? Vigiar, estar atento e preparado é lema constante no Tempo do Advento. Mas isso não significa ameaça, coerção ou cobrança. Deus não é assim. Nós O vemos assim, mas sua revelação não tem nada parecido. Todos os adjetivos negativos relacionados a Deus, fomos nós que criamos. Advento é tempo de graça e não de fantasmas que nos rodeiam e apontam os erros que Jesus, com seu nascimento, veio reparar. No silêncio, próprio deste tempo, reconheçamos nossas limitações, as arestas a serem aparadas, mas sem cobranças exageradas que nos fazem perder a mística própria desse tempo de espera. Esperar para transformar.

O tempo do Advento nos ensina a ternura por causa das manifestações que lhe são próprias: a gravidez, a espera do parto, a fragilidade da criança que nasce e a Boa Nova que ela veio anunciar. O Advento, portanto, cria expectativa no cotidiano obcecado pelas horas, pelas atividades, reuniões de trabalho, no cuidado da casa, dos filhos, do marido, da esposa. É a agenda tirânica que nos prende às atividades do dia a dia, onde não vemos nada de novo. O Advento é a espera diante da rotina, do automático. É olhar para o horizonte e ver a esperança no menino que nasce e passa a habitar em nossa vida.

O Advento é um dos tempos litúrgicos em que a Igreja celebra os mistérios da vida de Jesus. Além do Advento, celebramos a Quaresma, o Tempo Comum e a Páscoa. Cada um, no momento oportuno, nos ajuda a compreender melhor a vida de Jesus, seus feitos e preocupações. E, neles, a espiritualidade vai tomando forma e nos inserindo, organizadamente, nos momentos cruciais da vida do Salvador.

Advento é tempo de silêncio. O clima orante e de expectativa espreita a nossa liturgia e nos insere na realidade que celebramos todos os dias, desde o primeiro domingo do Advento até o Natal do Senhor. Silêncio, na sociedade de hoje, é um tesouro bem escondido. Encontrá-lo exige um esforço tremendo, porque ele está escondido dentro de nós. Não o encontramos numa prateleira de supermercado como gostaríamos. A praticidade da sociedade moderna nos faz querer tudo para ontem e, de preferência, sem nenhum esforço.  Mas nem sempre é assim. Silêncio é atitude, é recolher-se na expectativa do novo e, no Advento, do novo que já conhecemos, o próprio Jesus.

Vigiar é ultrapassar a fronteira do medo e assumir a ousadia própria deste tempo: enfrentar as limitações e entender que, ao vencê-las, nascemos de novo. Estar preparado, portanto, é assumir a condição de agente transformador e atuante na própria história. É preciso provocar mudanças em nossos hábitos, mesmo que tenhamos que rasgar o nosso coração e violentar a nossa maneira antiga de ver as coisas. Nesse caso, vigilância requer um olhar mais apurado e sensível sobre a nossa realidade.

E, na liturgia do Advento, na madrugada serena, um parto quebrará um silêncio que preservamos até então, para anunciar a chegada do menino que dará nova luz aos nossos dias. Irromperá, na noite santa, o grito da alegria que ecoará no coração de todos nós. É o recomeço da história. É a possibilidade de novos ares penetrando nossas casas, Igrejas e comunidades, para a celebração festiva do Salvador, feito homem, que nos presenteou com sua vinda.

Nesta perspectiva, no primeiro domingo do advento, São Paulo, em carta aos romanos, nos exorta: “A noite vai adiantada e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da Luz”. A esperança deve ser o combustível para compreendermos os mistérios deste tempo, a diretriz para vivermos melhor, sermos melhores e testemunharmos que a espera de um tempo novo não é uma vivência passiva dos fatos.

O Tempo do Advento é o momento ideal para a semeadura correta para a colheita certa. Há um canto popular, próprio deste tempo, que diz: “Contigo o deserto é fértil, a terra se abre em flor…”. Não é à toa que devemos ser esperançosos para semear otimismo nos desertos dos nossos corações e de nossos irmãos. E são tantos que, desconhecendo a essência do Advento, nunca se abrem à grandeza e à humildade de Deus feito criança, tão frágil, exposto numa manjedoura, mas com um vigor incomum, próprio dos que nasceram para lutar.

Texto do Padre Air José de Mendonça (Revista Brasil Cristão).

 

 

 

 

30 de novembro de 2013 at 11:24 Deixe um comentário

Editorial: Novos caminhos

 

2013-11-30 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) –     Foi divulgada na última terça-feira, 26 de novembro, a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium – Alegria do Evangelho -, a primeira do Papa Francisco. Já no último domingo o documento havia sido entregue, de forma simbólica, durante a celebração de encerramento do Ano da Fé e na Solenidade de Cristo Rei a um grupo de fiéis. Não gostaria aqui de pretender fazer resumo ou coisa parecida de um documento de suma importância, mas sim de chamar a atenção para a dimensão do mesmo e da necessidade que temos de lê-lo, interpretá-lo, refleti-lo. Segui um pouco as agências de noticiais internacionais para ver como elas trataram a notícia desse documento, qual enfoque, qual frase. Conclusão: todas são unânimes em chamar a atenção sobre a dimensão do texto, da reviravolta proposta pelo Papa Francisco, da necessidade de abertura da Igreja Católica, e da crítica a uma ordem econômica mundial que muitas vezes gera violência. Francisco de modo sutil e direto chama a atenção para a construção de um mundo mais justo, de uma Igreja que esteja a serviços dos últimos, dos marginalizados, dos excluídos. Volta a recordar a teoria do “desperdício”. A Exortação do Papa Francisco não é um documento só para os cardeais, bispos, sacerdotes e religiosas, mas sim para todo o Povo de Deus; não devemos pensar que só o clero, os ordenados e consagrados devem refletir e aplicar as indicações e as propostas de Francisco. As exortações apostólicas são documentos papais, contendo recomendações. Em termos de solenidade, situam-se abaixo das encíclicas e acima das cartas apostólicas.Voltando à Evangelii Gaudium, o Papa Francisco no seu longo texto de mais de 200 páginas centraliza a sua atenção na difusão da mensagem de Cristo, e o faz de um modo diferente e acessível a todos, tocando temas que vão desde a economia global à reforma das estruturas eclesiásticas. Durante a apresentação da Exortação Apostólica no Vaticano, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella, disse que a mesma pode ser resumida como um documento escrito à luz da alegria para redescobrir a fonte da evangelização no mundo contemporâneo. O Papa Francisco “infunde coragem e provoca um olhar adiante, apesar do momento de crise, fazendo, uma vez mais, da cruz e da Ressurreição de Cristo a ‘bandeira da vitória’”. Um texto denso que recebeu também a contribuição de cardeais, arcebispos e bispos de todo o mundo que participaram no ano passado do Sínodo para os Bispos que teve como tema precisamente “A nova evangelização para a transmissão da fé”. O documento de Francisco, tem caráter universal, mas reflete, em certo modo, a sua experiência na realidade latino-americana; nessa realidade a espiritualidade se encarnada na cultura dos mais simples. Nos seus 288 parágrafos o documento está dividido em 5 capítulos: a transformação missionária da Igreja, a crise do compromisso comunitário, o anúncio do Evangelho, a dimensão social da evangelização e evangelizadores com espírito. O que mantém unido essas temáticas é o amor misericordioso de Deus, que vai ao encontro de cada pessoa. Nas tantas reflexões que o Santo Padre compartilha com quem lê a Exortação estão muitos convites para que o fiel renove o seu encontro, a sua relação com Cristo, e se deixe encontrar por Ele, buscando-O sem cessar.O texto simples e convidativo nos faz ver a real visão que o homem que “veio do fim do mundo” tem sobre as necessidades de mudanças não só da Igreja, – e isso é evidente – mas também no comportamento de todo homem, num mundo que se fecha cada vez mais no seu egoísmo e indiferentismo. Francisco sacode mais uma vez as nossas consciências, as consciências de todos os homens de boa e sem vontade. Prioridade aos pobres, na linha do pobrezinho de Assis, alertando que a pobreza gera violência; junto com isso pede a liberdade de professar a fé a quem quer que seja, recordando os cristãos no Oriente Médio. O Papa não se furta de tocar no assunto da “saudável descentralização” da Igreja, com maiores responsabilidades para os leigos; convida o clero a “romper esquemas”, a serem audazes e criativos, numa Igreja missionária, alegre aberta a todos principalmente aos jovens; denuncia a globalização da indiferença, assim como o tráfico de seres humanos; pede aos países que acolhem imigrantes “uma generosa abertura” e ajuda para as mulheres que sofrem situações de exclusão, maus-tratos e violência. Sobre o aborto, legalizado em quase todos os países da Europa, o Papa reconhece que “não se deve esperar que a Igreja mude sua postura sobre o tema, pois não é ser progressista resolver problemas eliminando uma vida humana”. Ainda o tema da relação com os muçulmanos, e com as outras confissões. “A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus… Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos”. Essas são as palavras do início a Exortação Apostólica e o convite de Francisco com a sua “Evangelii gaudium” para um novo momento de fé, de esperança e de Igreja. Boa leitura, e boa reflexão. (Silvonei José)

 

30 de novembro de 2013 at 10:27 Deixe um comentário

Oração a Nossa Senhora – por Papa Francisco

 

Virgem e Mãe Maria,

 Vós que, movida pelo Espírito,

 acolhestes o Verbo da vida

 na profundidade da vossa fé humilde,

 totalmente entregue ao Eterno,

 ajudai-nos a dizer o nosso «sim»

perante a urgência, mais imperiosa do que nunca,

 de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus.

 

Vós, cheia da presença de Cristo,

 levastes a alegria a João o Baptista,

 fazendo-o exultar no seio de sua mãe.

 Vós, estremecendo de alegria,

 cantastes as maravilhas do Senhor.

 Vós, que permanecestes firme diante da Cruz

 com uma fé inabalável,

 e recebestes a jubilosa consolação da ressurreição,

 reunistes os discípulos à espera do Espírito

 para que nascesse a Igreja evangelizadora.

 

Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados

 para levar a todos o Evangelho da vida

 que vence a morte.

 Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos

 para que chegue a todos

 o dom da beleza que não se apaga.

 

Vós, Virgem da escuta e da contemplação,

 Mãe do amor, esposa das núpcias eternas

 intercedei pela Igreja, da qual sois o ícone puríssimo,

 para que ela nunca se feche nem se detenha

 na sua paixão por instaurar o Reino.

 

Estrela da nova evangelização,

 ajudai-nos a refulgir com o testemunho da comunhão,

 do serviço, da fé ardente e generosa,

 da justiça e do amor aos pobres,

 para que a alegria do Evangelho

 chegue até aos confins da terra

 e nenhuma periferia fique privada da sua luz.

 

Mãe do Evangelho vivente,

 manancial de alegria para os pequeninos,

 rogai por nós.

 Amen. Aleluia!

 

29 de novembro de 2013 at 18:04 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

28/11/2013
Aprendamos a ser dóceis à Palavra de Deus, prontos para as surpresas do Senhor que nos fala.
26/11/2013
A Igreja é missionária. Cristo nos envia a levar a alegria do Evangelho por todo o mundo.
25/11/2013
Viver a caridade significa não procurar o próprio interesse, mas levar os pesos dos mais fracos e pobres.

29 de novembro de 2013 at 11:58 Deixe um comentário

Homilia do Papa Francisco em Santa Marta: o pensamento do cristão é livre e não uniforme

 

2013-11-29 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre celebrou Missa, na manhã desta sexta-feira, na Capela da Casa Santa Marta no Vaticano, onde reside. Partindo da Liturgia do dia, o Papa explicou qual deve ser “o modo de pensar de um cristão”. O cristão, disse, deve pensar segundo Deus e, por isso, rejeitar um pensamento frágil e uniforme. Quem segue Jesus, não pensa só com a própria cabeça, mas com o coração e o espírito, dentro de si, para poder entender a ação de Deus na história. Jesus ensina seus discípulos a compreender os sinais dos tempos, que os fariseus não conseguiam. Ele quer que entendamos o que realmente acontece no coração, na vida, no mundo, na história. Eis os sinais dos tempos! Pelo contrário, o espírito do mundo nos faz outras propostas e nos sugere seguir o caminho da uniformidade, sem pensamento e sem liberdade. E o Papa continuou: “O pensamento uniforme, o pensamento igual e frágil é um pensamento difundido… O espírito deste mundo tenta impedir o que Jesus nos pede: um pensamento livre por parte do homem, que faz parte do Povo de Deus. Eis o significado da salvação: ser povo, ser povo de Deus, viver na liberdade”. Com efeito, recordou o Pontífice, Jesus quer que pensemos livremente, para entender o que acontece em nós e ao nosso redor. Devemos saber qual é a verdade. Para que isto aconteça, não podemos agir sozinhos, mas precisamos da ajuda do Senhor. Somente assim podemos entender os sinais dos tempos, sobretudo através da inteligência, que nos foi dada como dom do Espírito Santo. Então, qual o meio que o Senhor nos propõe? E o Papa respondeu: “Sempre através do espírito de inteligência, para entender os sinais dos tempos. É belo pedir ao Senhor Jesus esta graça: que nos envie o seu espírito de inteligência, afim de que não tenhamos um pensamento frágil, um pensamento uniforme… mas um pensamento que brota da alma, do coração e que dá o verdadeiro sentido dos sinais dos tempos”. (MT)

 

29 de novembro de 2013 at 10:59 Deixe um comentário

São Saturnino de Toulouse – 29 de Novembro

 

De origem grega, são Saturnino é uma das devoções mais populares na França e na Espanha. A confirmação de sua vida emergiu junto com a descoberta de importantes escritos do cristianismo produzidos entre os anos 430 e 450. Conhecidos como a “Paixão de Saturnino”, trouxeram dados enriquecedores sobre a primitiva Igreja de Cristo na Gália, futura França.

Esses documentos apontam Saturnino como primeiro bispo de Toulouse nos anos 250, sob o consulado de Décio. Era uma época em que a Igreja, naquela região, contava com poucas comunidades cristãs. Estava desorganizada desde 177, com o grande massacre dos mártires de Lyon. O número de fiéis diminuía sempre mais, enquanto nos dos templos pagãos as filas para prestar sacrifícios aos deuses parecia aumentar.

O relato continua dizendo que Saturnino, após uma peregrinação pela Terra Santa, iniciara a sua missão de evangelização no Egito, onde converteu um bom número de pagãos. Foi, então, para Roma e, fazendo uma longa viagem por vales e montanhas, atingiu a Gália.

Por onde andou, pregava com fervor, convertendo quase todos os habitantes que encontrava ao cristianismo. Consta que ele ordenou o futuro são Honesto e juntos foram para a Espanha, onde teria, também, batizado o agora são Firmino. Depois, regressou para Toulouse, mas antes consagrou o primeiro como bispo de Pamplona e o segundo para assumir a diocese de Amiens.

Saturnino fixou-se em Toulouse e logo foi consagrado como seu primeiro bispo. Embora houvesse um decreto do imperador proibindo e punindo com a morte quem participasse de missas ou mesmo de simples reuniões cristãs, Saturnino liderou os que o ignoravam. Continuou com o santo sacrifício da missa, a comunhão e a leitura do Evangelho.

Assim, ele e outros quarenta e oito cristãos acabaram descobertos reunidos e celebrando a missa num domingo. Foram presos e julgados no Capitólio de Toulouse. O juiz ordenou que o bispo Saturnino, uma autoridade da religião cristã, sacrificasse um touro em honra a Júpiter, deus pagão, para convencer os demais. Como se recusou, foi amarrado pelos pés ao pescoço do animal, que o arrastou pela escadaria do templo. Morreu com os membros esfacelados.

O seu corpo foi recolhido e sepultado por duas cristãs. No local, um século mais tarde, são Hilário construiu uma capela de madeira, que logo foi destruída. Mas as suas relíquias foram encontradas, no século VI, por um duque francês, que mandou, então, erguer a belíssima igreja dedicada a ele, chamada, em francês, de Saint Sernin du Taur, que existe até hoje com o nome de Nossa Senhora de Taur. O culto ao mártir são Saturnino, bispo de Toulouse, foi confirmado e mantido pela Igreja em 29 de novembro.

Fonte: Site das Paulinas

28 de novembro de 2013 at 8:45 Deixe um comentário

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