Posts filed under ‘Reflexão da Palavra’

Santo Padre segue, com preocupação e com suas orações, o devastador terremoto no Nepal

2015-04-25 Rádio Vaticana

 

Cidade do Vaticano (RV) – Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o Nepal neste sábado (25/4), ceifando centenas de vidas humanas. Ao receber a triste notícia, o Santo Padre se pôs a acompanhar, com suas orações e com grande preocupação, o desenvolvimento da situação, participando, assim, da dor dos que foram atingidos pela tragédia.

O número oficial de mortos no país não para de aumentar e chega agora a 1.457, de acordo com informações divulgadas pela rede norte-americana “CNN”, a partir de informações do governo local. Somente na capital, Katmandu, vivem mais de 1 milhão de pessoas e no Vale de Katmandu, 2,5 milhões, muitas delas em condições de pobreza. Inúmeras construções desabaram, entre as quais, a histórica torre Dharahara, patrimônio da Unesco, envolvendo dezenas de pessoas.

O tremor mais forte e devastador, de duração de cerca de um minuto e meio, seguidos de outros 8, deu-se às 11h56min locais e foi sentido também nos países vizinhos: Índia, Paquistão e Bangladesh. Segundo o jornal francês “Le Monde”, o abalo sísmico deste sábado é o mais forte registrado no Nepal desde 1934, ano em que um terremoto de magnitude 8 provocou entre 10 mil e 20 mil mortes.

Na cadeia montanhosa do Himalaia, o terremoto provocou ainda uma avalanche no monte Everest, o mais alto do mundo, o que provocou a morte de 18 pessoas. Autoridades locais informaram que um deslizamento de neve encobriu parte do acampamento de base. Segundo o Ministério do Turismo, entre os mortos estão “estrangeiros e sherpas (guias). Estima-se que cerca de mil pessoas, entre as quais 400 alpinistas estrangeiros, estivessem no entorno do campo base no momento da avalanche. (MT)

25 de abril de 2015 at 22:02 Deixe um comentário

Reflexão para o IV Domingo da Páscoa

2015-04-25 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – No Evangelho deste domingo, Jesus diz que ele é o bom pastor, aquele que dá a vida, se despoja dela em favor do rebanho. Isso ele o fez de fato na cruz. Mas Jesus chegou à cruz porque sua vida foi um constante despojar-se de si mesmo em favor do outro, daqueles que havia recebido do Pai, com a missão de levá-los até Ele.

Jesus realiza essa sua missão onde estão os filhos de Deus: no Templo e na sociedade.

No Templo, Jesus os liberta do jugo dos sacerdotes, que se preocupam mais com a legalidade dos fatos, do que com o bem estar das pessoas. Aqueles que encontram Jesus,  encontram a porta para se libertarem de uma religião sufocante e essa mesma porta os conduz para o convívio amoroso e, por isso, libertador com o Pai. Nesse gesto de libertar, Jesus contraria os interesses dos opressores e é condenado à morte. Ele se despoja da vida para que a tenhamos. Por isso Jesus é o bem pastor.

Na sociedade Jesus liberta enquanto indistintamente faz o bem. Ele é o pastor universal!

Podemos refletir e ver como vivemos esse carisma de Jesus que, pelo batismo, também se tornou nosso. Como pastoreamos nossa família, nossos amigos, nossos colegas e nós mesmos? Somos portas libertadoras, que se abrem para que o outro passe para o encontro com a felicidade? Ou somos porta de uma armadilha, que prende quem se aproxima da gente?

Queridos irmãos, ouvintes da Rádio Vaticano, sejamos como Jesus. Sejamos bons pastores a ponto de nos despojarmos de tudo em favor da felicidade, da salvação eterna de nossos próximos!

Pe. César Augusto dos Santos SJ

25 de abril de 2015 at 7:03 Deixe um comentário

O Santo Sudário

 

 

A Palavra

Evangelho Segundo São Mateus 27, 57 – 60

57. À tardinha, um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus,

58. foi procurar Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus. Pilatos cedeu-o.

59. José tomou o corpo, envolveu-o num lençol branco

60. e o depositou num sepulcro novo, que tinha mandado talhar para si na rocha. Depois rolou uma grande pedra à entrada do sepulcro e foi-se embora.

O Santo Sudário

São João Paulo II disse que a Catedral de Turim é o “lugar onde se encontra, há séculos, o Santo Sudário, a mais esplêndida relíquia da Paixão e da Ressurreição de Cristo”. (Abril de 1980)

O Papa Francisco disse também: “Através do Santo Sudário, chega-nos a palavra única e última de Deus: O Amor feito Homem, encarnado na nossa história; o amor misericordioso de Deus, que tomou sobre si todo o mal do mundo para nos libertar do seu domínio. Este rosto desfigurado parece-se com muitos rostos de homens e mulheres feridos por uma vida não respeitadora da sua dignidade, por guerras e violências que se abatem sobre os mais frágeis…” (Março de 2013)

A Contemplação do Sudário

O Papa Emérito Bento XVI ensinou: “Este rosto, estas mãos e estes pés, este lado, todo este corpo fala, ele próprio é uma palavra que podemos escutar no silêncio. De que modo fala o Sudário? Fala com o sangue, e o sangue é a vida! O Sudário é um ícone escrito com o sangue; sangue de um homem flagelado, coroado de espinhos, crucificado e ferido no lado direito”.

O Papa Francisco disse assim: “O Homem do Sudário nos convida a contemplar Jesus de Nazaré. Esta imagem impressa no lençol fala ao nosso coração e impele-nos a subir o Monte do Calvário, a olhar o madeiro da cruz, a mergulhar-nos no silêncio eloquente do amor. Deixemo-nos, pois, alcançar por este olhar, que não procura os nossos olhos, mas o nosso coração”. (Março de 2013)

O Papa Emérito Bento XVI disse também: “A imagem impressa no Sudário é a de um morto, mas o sangue fala da sua vida. Cada traço de sangue fala de amor e de vida. Especialmente a mancha abundante próxima do lado, feita de sangue e água derramados abundantemente de uma grande ferida causada por um golpe de lança romana, aquele sangue e aquela água falam de vida”. (Turim- 2010)

Conclusão

“Por isso, contemplando o homem do sudário, faço minha, neste momento, a oração que São Francisco de Assis pronunciou diante do Crucifixo: “Deus altíssimo e glorioso, iluminai as trevas do meu coração. E dai-me fé reta, esperança certa e caridade perfeita, juízo e conhecimento, Senhor, para cumprir o vosso Mandamento santo e verdadeiro. Amém”. ( Papa Francisco – Março de 2013)

Oração

Senhor Jesus, cubra-nos com Teu manto, quando estivermos sofrendo de solidão. Senhor Jesus, cubra-nos com Teu manto, quando estivermos sem esperança e sem fé. Senhor Jesus, cubra-nos com Teu manto, quando estivermos tristes e angustiados. Senhor Jesus, cubra-nos com Teu manto, quando estivermos desorientados. Guardai-nos sob Teu precioso manto, Senhor Jesus! Amém.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

24 de abril de 2015 at 10:41 Deixe um comentário

“Sudário é convite a vencer o mal com o bem”

2015-04-19 Rádio Vaticana

Turim (RV) – Abre-se neste domingo, 19, na Catedral de Turim, norte da Itália, a exposição do Santo Sudário, cinco anos depois da última mostra.

A exposição, até o dia 24 de junho, terá o tema “O maior amor”, e neste domingo, 19, o Papa Francisco, confirmou que sua visita será no dia 21 de junho. Dirigindo-se aos fiéis na Praça São Pedro, o Pontífice fez votos que “o gesto de veneração do Sudário nos ajude a encontrar em Jesus Cristo o rosto misericordioso de Deus e a reconhecê-lo nos rostos dos irmãos, especialmente dos que mais sofrem”.
O Custódio pontifício do lençol, Arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, presidiu uma missa às 11h, marcando também o encerramento das celebrações do bicentenário do nascimento de Dom Bosco.

Em sua homilia, o Arcebispo convidou os fiéis a “não se deixarem abater pelo mal, mas a vencê-lo com o bem, a não recuar diante da violência contra os inocentes, do compromissos de reconciliação e paz, fundados na justiça e no amor”.

Um milhão de pessoas já reservaram sua entrada. As exibições do Santo Sudário são raríssimas. Desde que chegou à cidade, no século XVI, o manto foi exposto à visitação em apenas dez ocasiões.

“Com o Papa Francisco – disse Dom Nosiglia na missa – compreenderemos que não somos nós a olhar para aquele rosto, mas nos sentiremos observados e convidados a não passar com superficialidade diante dos sofrimentos entorno de nós e no mundo inteiro”.

Origem

A peça de linho de 4,36 m de altura por 1,10 m de largura na qual, segundo a tradição, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo com as marcas da crucificação e sobretudo de seu rosto, foi descoberta em meados do século XIV na igreja colegial de Nossa Senhora, em Lirey, nas proximidades de Troyes, na França. A família real dos Savoia, que reinou na Itália até 1946, presenteou a Santa Sé com o Santo Sudário em 1983.

Ao longo dos séculos, a autenticidade do tecido foi estudada pelo menos uma dezena de vezes. Nunca houve um veredicto final. Os historiadores, baseando-se principalmente em uma prova de carbono 14 realizada em 1988, estabeleceram que o tecido teria sido fabricado na Idade Média, entre 1260 e 1390, mas esta datação tem sido questionada.

A visitação ao Santo Sudário é gratuita e deve ser agendada pela internet (www.sindone.org). As informações do site estão em italiano, francês e em inglês.

(CM)

23 de abril de 2015 at 8:26 Deixe um comentário

Matrimônio e Eucaristia, Sacramentos indissociáveis

2015-04-22 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – “Não se pode manter os dois Sacramentos separados: hoje se desenvolve na Igreja uma compreensão unificada dos dois, e portanto, é disto que pode surgir uma pastoral verdadeiramente coerente”. Afirmação do Secretário do Pontifício Conselho para a Família, Dom Jean Laffitte, participante do encontro “Eucaristia e Matrimônio: dois sacramentos, uma aliança”, organizado pelo Pontifício Instituto São João Paulo II e realizado esta quarta-feira (22/04), na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma.

Corpo como dom

Falando à Rádio Vaticano, Dom Laffitte  observou que “é muito difícil entender bem o matrimônio e portanto desenvolver uma pastoral conjugal e matrimonial, sem partir daquilo que a Eucaristia é, significa e implica para a união dos esposos”. “Nas relações do encontro – prosseguiu – vimos que ‘Eucaristia’ não é compatível com um uso do corpo que não fosse orientado para o dom. E portanto, existe uma exigência de vida – certamente não uma vida perfeita, porque não existe uma perfeição humana e ética – mas ao menos em direção a uma consideração da santidade à qual todos somos chamados e em particular aqueles que se reconhecem enviados e chamados ao matrimônio”.

Sacramentos indissociáveis

Para o Secretário do dicastério vaticano para a Família, a relação entre os dois sacramentos é importante “pois na economia cristã e sacramental não se pode entender o significado pleno da união entre um homem e uma mulher, cujo significado implica não somente a capacidade de unir-se e o desenvolvimento de toda a dimensão da pessoa, mas existe também esta noção do dom e do uso do corpo que é orientado para a relação: o corpo não é um objeto, é destinado a ser não somente a epifania da pessoa, mas também o dom oferecido ao outro, à outra”. Assim, “na Eucaristia temos este dom do Corpo de Cristo e do Sangue de Cristo, “oferecidos por vós”, disse Jesus nas última Ceia. E portanto, existe uma ligação intrínseca entre o uso que Jesus faz do próprio corpo – um dom – e o uso que os esposos fazem do próprio corpo, que exprime o dom total de cada um ao outro”.

Lógica do matrimônio é a lógica do corpo

Entre os estudiosos que se pronunciaram no encontro, também presente o Prof. José Granados, do Pontifício Instituto São João Paulo II. Para ele “a Eucaristia é o Sacramento do corpo de Jesus, doado por amor, no qual se rememora o tempo inteiro da sua salvação e do mundo”. E justamente por isto “existe uma referência intrínseca ao matrimônio: justamente a lógica do matrimônio é a lógica do corpo, também doado por amor, e que na indissolubilidade e na continuação de geração em geração, expressa também esta unidade da história”. “Isto para a Igreja é muito importante – reitera Granados -, a união indissolúvel entre o Sacramento da Eucaristia e o Sacramento do Matrimônio”. (JE)

22 de abril de 2015 at 18:26 Deixe um comentário

Reflexão de São Cirilo de Jerusalém, bispo e doutor da Igreja

«Eu sou o pão da vida»

Quando o próprio Cristo diz a propósito do pão: «Isto é o meu corpo», quem poderá hesitar? E quando afirma: «Isto é o meu sangue», quem poderá duvidar? De outra vez, em Caná da Galileia, Jesus tinha transformado a água em vinho, no vinho que é irmão do sangue. Quem poderá pois recusar-se a acreditar que Ele transforma o vinho em sangue? Convidado para um casamento humano, operou aquele milagre espantoso; pois com muito mais razão, quem poderá recusar-se a reconhecer que Ele concede «aos companheiros do Esposo» (Mt 9,15) a alegria do seu corpo e do seu sangue?

Porque o seu corpo é-te dado sob a aparência de pão e o seu sangue sob a aparência de vinho a fim de que, tendo participado do corpo e do sangue de Cristo, sejas com Ele um mesmo corpo e um mesmo sangue. Desta forma, tornamo-nos «portadores de Cristo» («cristóforos«). O seu corpo e o seu sangue penetram nos nossos membros, tornando-nos participantes da natureza divina. Conversando com os judeus, Cristo dizia-lhes: «Se não comerdes a Minha carne e não beberdes o meu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6,54). Se o pão e o vinho te parecem puramente naturais, não te detenhas neles. […] Se os teus sentidos te afastam do verdadeiro caminho, que a tua fé te conforte.

Por isso, quando te aproximares para O receber, não avances sem respeito, estendendo as palmas das mãos com os dedos afastados. Mas, uma vez que na tua mão direita vai repousar o teu Rei, faz-Lhe um trono com a mão esquerda e, recebendo o corpo de Cristo no côncavo da tua direita, responde: Amen!

22 de abril de 2015 at 11:17 Deixe um comentário

Quarto Domingo da Páscoa – Domingo do Bom Pastor e Dia Mundial de Oração pelas Vocações– São João 10, 11-18 – 26 de abril de 2015


11. Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas.
12. O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas.
13. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas.
14. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim,
15. como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas.
16. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.
17. O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.
18. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai.

“Jesus deu livremente a vida por nós e manifesta sua ternura e cuidado por todos os que o seguem. Filhas e filhos de Deus reunidos para celebrar, estamos em diálogo comunitário com Cristo ressuscitado: Ele é o pastor que nos fala enos conduz. Nossa prece pelas vocações sacerdotais e religiosas e por todos os vocacionados ao serviço da comunidade”. (Lirurgia Diária)

Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas

São Leão Magno disse assim: “Embora tenha dito de modo especial a São Pedro: Apascenta as minhas ovelhas (Jo 21,17), é ele o único Senhor que orienta o ministério de todos os pastores. É ele que alimenta os que se aproximam desta pedra, com pastos tão férteis e bem irrigados, que inúmeras ovelhas, fortalecidas pela generosidade do seu amor, não hesitam em morrer pelo Pastor, o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas.  É ele que une à sua Paixão não apenas a gloriosa fortaleza dos mártires, mas também a fé de todos aqueles que renasceram nas águas batismais”.
São João Damasceno orou: “Ó Cristo, meu Deus, Tu abaixastes-Te para me levares aos ombros, a mim, ovelha perdida (Lc 15,5), e colocaste-me em verdes prados (Sl 22,2). Refrescaste-me nas fontes da verdadeira doutrina (ibid) por intermédio dos Teus pastores, de quem Tu mesmo eras pastor antes de lhes confiares o Teu rebanho.E agora, Senhor, chamaste-me para estar ao serviço dos Teus discípulos, não sei por que desígnio da Tua Providência, pois só Tu o sabes”.

Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor. O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai
“É ele (Jesus) que, sem excluir povo algum, reúne em um só rebanho as santas ovelhas de todas as nações que existem debaixo do céu,e todos os dias cumpre o que prometera, ao dizer: Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor (Jo 10,16)”. (São Leão Magno)
São João Paulo II disse: “A missão pastoral de Cristo é missão universal, que não se limita aos filhos e às filhas de Israel mas, em virtude do sacrifício da Cruz, abraça todos os homens e todos os povos”. (Abril de 1997)
O Abade Teodoro Estudita disse que “por meio da cruz nós, ovelhinhas de Cristo, fomos congregados num único aprisco, e fomos destinados às moradas eternas”.
“Ó Senhor, não Te separes  do rebanho terrenal,  une a igreja estreitamente,  dá-lhe vida fraternal;  abençoa todo crente,  ilumina-lhe o andar,  e que todos se comprazam  em teu nome proclamar”. (Orações da Tradição Irlandesa)

Dia Mundial de Oração pelas Vocações
“Jesus, divino mestre, que chamastes os apóstolos a vos seguir, continuai a passar pelas nossas famílias e comunidades. Despertai corações generosos para vos seguir como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, servidores voluntários do povo de Deus e de toda a humanidade. Amém”. (Liturgia Diária)
“A celebração deste domingo de oração pelas vocações nos ajude a recordar continuamente que, pelo batismo, todos fazemos parte da Igreja-comunidade e com ela somos chamados por Jesus bom pastor anos comprometer”. (Ritos Finais da Santa Missa)
O Papa Emérito Bento XVI disse que “o Bom Pastor ofereceu a sua vida por todas as ovelhas, mas ofereceu-a e oferece-a de modo especial às que Ele mesmo “com afecto e predilecção”, chamou e chama para o seguir na vida do serviço pastoral. Depois, de modo especial, Jesus rezou por Simão Pedro, e sacrificou-se por ele, porque lhe devia dizer um dia, nas margens do lago de Tiberíades: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 16-17).

Conclusão
“Acaso aquele, que primeiro te procurou quando o desprezavas, em vez de o procurar, te desprezará, ó ovelha, se o tornas a procurar? Começa pois a procurá-lo a ele, que primeiro te procurou a ti e te conduziu aos seus ombros. Faz que se torne verdadeira a sua palavra: As ovelhas que me pertencem ouvem a minha voz e seguem-me”. (Santo Agostinho)

Oração
“Ó Pai, bom pastor de nossa vida, fazei que nunca nos afastemos de Vós, mas sigamos sempre os passos de Jesus. Ele veio para defender nossa vida e para que a tenhamos em plenitude. Ele é a porta sempre aberta para acolher todas as pessoas que desejam se aproximar dele. Suscitai muitas e generosas vocações para o reino que Vosso Filho inaugurou e concedei ao vosso povo muitos e bons pastores, à medida do Vosso coração. Ajudai-nos a ser bons pastores para as pessoas com as quais convivemos. Por Cristo, nosso Senhor”. (Liturgia Diária)
Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

20 de abril de 2015 at 10:16 Deixe um comentário

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