Posts filed under ‘Reflexão da Palavra’

A Misericórdia e o Sacramento da Ordem

Procuremos, pois, descobrir novamente a nossa vocação como « mistério de misericórdia ». No Evangelho, vemos que é precisamente com esta atitude espiritual que Pedro recebe o seu especial ministério. A sua experiência é paradigmática para todos aqueles que receberam a missão apostólica, nos vários graus do sacramento da Ordem.

O pensamento detém-se na cena da pesca milagrosa, como é descrita no Evangelho de S. Lucas (5, 1-11). A Pedro, Jesus pede um acto de confiança na Sua palavra, quando o convida a fazer-se ao largo para a pesca. Um pedido humanamente desconcertante: como dar-Lhe crédito depois de uma noite de vigília e esgotante, passada a lançar as redes sem qualquer resultado? Porém, tentar novamente « à palavra de Jesus » muda tudo. Os peixes acorrem em tal quantidade que quase rompem as redes. A Palavra revela o seu poder. Daí nasce o assombro, juntamente com o tremor e a trepidação, como quando se é de repente envolvido por um intenso feixe de luz, que revela toda a limitação pessoal. Pedro exclama: « Afasta-Te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador » (Lc 5, 8). Mas quase não teve tempo para pronunciar a sua confissão, já que a misericórdia do Mestre lhe aponta o início de uma nova vida: « Não tenhas receio; de futuro, serás pescador de homens » (Lc 5, 10). O « pecador » torna-se ministro de misericórdia. De pescador de peixes a « pescador de homens »!

Grande mistério, caríssimos Sacerdotes: Cristo não teve receio de escolher os Seus ministros entre os pecadores. Não é esta a nossa experiência? Caberá ainda a Pedro adquirir uma mais viva consciência disto no comovedor diálogo com Jesus, depois da ressurreição. Antes de lhe entregar o mandato pastoral, o Mestre põe a embaraçosa pergunta: « Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes? » (Jo 21, 15). O interpelado é aquele que, poucos dias antes, O renegou por três vezes. Assim é fácil compreender o tom humilde da sua resposta: « Senhor, Tu sabes tudo, Tu bem sabes que Te amo » (v. 17). É baseado neste amor ciente da própria fragilidade, um amor confessado com temor e confiança, que Pedro recebe o ministério: « Apascenta os meus cordeiros », « apascenta as minhas ovelhas » (vv. 15.16.17). Tendo por base este amor, corroborado pelo fogo do Pentecostes, Pedro poderá cumprir o ministério recebido.

Um trecho da Carta de São João Paulo II aos Sacerdotes (2001)

7 de fevereiro de 2016 at 5:59 Deixe um comentário

«De futuro, serás pescador de homens» _ Papa Bento XVI

A chamada de Pedro para ser pastor (Jo 21,15-17) […] acontece depois de uma pesca abundante: depois de uma noite durante a qual tinham lançado as redes sem pescar nada, os discípulos vêem na margem do lago o Senhor Ressuscitado. Ele ordena-lhes que voltem a pescar mais uma vez e eis que a rede se enche tanto, que eles não conseguem tirá-la para fora da água: cento e cinquenta e três peixes grandes. «E apesar de serem tantos, a rede não se rompeu» (Jo 21,11).

Esta narração do final do caminho terreno de Jesus com os Seus discípulos corresponde a uma narração do início: também então os discípulos não tinham pescado nada durante toda a noite; também então Jesus tinha convidado Simão a fazer-se ao largo mais uma vez. E Simão, que ainda não era chamado Pedro, deu esta admirável resposta: Mestre, porque Tu o dizes, lançarei as redes! E eis que Jesus lhe confere a sua missão: «Não tenhas receio; de futuro, serás pescador de homens» (Lc 5,1-11).
Também hoje é dito à Igreja e aos sucessores dos apóstolos que se façam ao largo no mar da história e que lancem as redes, para conquistar os homens para o Evangelho, para Deus, para Cristo, para a vida. Os Padres dedicaram um comentário muito particular a esta tarefa. Dizem eles: para o peixe, criado para a água, é mortal ser tirado para fora do mar; ele é privado do seu elemento vital para servir de alimento ao homem. Mas na missão do pescador de homens acontece o contrário: nós, homens, vivemos alienados nas águas salgadas do sofrimento e da morte, num mar de obscuridade sem luz; a rede do Evangelho tira-nos para fora das águas da morte e conduz-nos ao esplendor da luz de Deus, na verdadeira vida. É precisamente assim na missão de pescador de homens, no seguimento de Cristo: é necessário conduzir os homens para fora do mar salgado de todas as alienações, rumo à terra da vida, rumo à luz de Deus. É precisamente assim: nós existimos para mostrar Deus aos homens.

 

7 de fevereiro de 2016 at 5:55 Deixe um comentário

«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens» – Santo Efrém

 

Quando vieram a Ele, eram pescadores de peixe, e tornaram-se pescadores de homens, como está dito: «Eis que agora mandarei chamar muitos pescadores e eles os pescarão; depois disso lhes enviarei muitos caçadores, e eles os caçarão em cada monte e colina e nas cavernas dos penhascos» (Jer 16,16). Se tivesse enviado sábios, dir-se-ia que tinham persuadido o povo e o tinham ganhado, ou que o tinham enganado e aprisionado. Se tivesse enviado ricos, dir-se-ia que tinham enganado o povo, alimentando-o, ou que o haviam corrompido com dinheiro e subjugado. Se tivesse enviado homens fortes, dir-se-ia que tinham atraído o povo pela força ou forçado pela violência.

Mas os apóstolos não tinham nada disso. O Senhor mostrou-o a todos através do exemplo de Simão Pedro, a quem faltou a coragem e que teve medo da voz de uma criada; que era pobre, porque não podia sequer pagar a sua quota do imposto (Mt 17,24ss): «não tenho ouro nem prata», disse ele (Act 3,6); e que era inculto, uma vez que, quando negou o Senhor, não soube encontrar um estratagema inteligente para o fazer.

Estes pescadores de peixes partiram pois pelo mundo, e alcançaram a vitória sobre os fortes, os ricos e os sábios. Que grande milagre! Fracos como eram, atraíram sem violência os fortes para a sua doutrina; pobres, ensinaram os ricos; ignorantes, fizeram discípulos entre os sábios e os prudentes. A sabedoria do mundo deu lugar a esta sabedoria que é a sabedoria das sabedorias.

Fonte do Texto: Evangelho Quotidiano

 

4 de fevereiro de 2016 at 5:28 Deixe um comentário

Quinto Domingo do Tempo Comum – Avança para águas mais profundas – São Lucas 5, 1-11 – Dia 07 de fevereiro de 2016

1.Estando Jesus um dia à margem do lago de Genesaré, o povo se comprimia em redor dele para ouvir a palavra de Deus.
2.Vendo duas barcas estacionadas à beira do lago, – pois os pescadores haviam descido delas para consertar as redes -,
3.subiu a uma das barcas que era de Simão e pediu-lhe que a afastasse um pouco da terra; e sentado, ensinava da barca o povo.
4.Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar.
5Simão respondeu-lhe: Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede.
6.Feito isto, apanharam peixes em tanta quantidade, que a rede se lhes rompia.
7.Acenaram aos companheiros, que estavam na outra barca, para que viessem ajudar. Eles vieram e encheram ambas as barcas, de modo que quase iam ao fundo.
8.Vendo isso, Simão Pedro caiu aos pés de Jesus e exclamou: Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador.
9.É que tanto ele como seus companheiros estavam assombrados por causa da pesca que haviam feito.
10.O mesmo acontecera a Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram seus companheiros. Então Jesus disse a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens.
11.E atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram.

 

“Reunidos para celebrar a Eucaristia e ouvir a Palavra da vida, queremos fazer experiência da bondade e da santidade de Deus. É o Senhor que nos chama e nos envia a avançar para águas mais profundas, a fim de lançarmos as redes em seu nome com fé, criatividade e amor sempre renovados”. (Liturgia Diária)

Jesus “subiu a uma das barcas que era de Simão e pediu-lhe que a afastasse um pouco da terra; e sentado, ensinava da barca o povo”

Dom Duarte Leopoldo disse assim: “Admiremos como o Salvador se aproveita de toda oportunidade para pregar a Palavra de Deus. Esta barca, que era a de Pedro, o príncipe dos Apóstolos, simboliza a Igreja Católica”. 

 “Cristo sobe para a barca para ensinar dali as multidões. De igual modo continua a ensinar da Igreja – a barca de Pedro – todas as gentes. Cada um de nós pode ver-se representado nesta barca a que Cristo sobe”. (Edições Theologica)

“Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar. Simão respondeu-lhe: Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede. Feito isto, apanharam peixes em tanta quantidade, que a rede se lhes rompia”

O Papa Francisco disse que “Jesus se mostra a Pedro, Tiago e João com o sinal da pesca milagrosa. No caso dos Apóstolos, o Senhor passou na vida deles com um milagre. Nem sempre assim, contudo Ele está sempre presente: quando o Senhor vem na nossa vida, quando passa no nosso coração, sempre diz uma palavra e uma promessa: ‘Avante… com coragem, sem medo, porque fará isso!’. Ou seja, é um convite à missão, um convite a segui-Lo”.

Lançai as vossa redes: “O pedido de Cristo dirige-se a todos e a cada um dos cristãos. Ninguém está dispensado: nem por razões de idade, nem de saúde, nem de ocupação. Não há desculpas de nenhum gênero. Ou produzimos frutos de apostolado ou a nossa fé será estéril” (São Josemaria Escrivá)

Então Jesus disse a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens

O Padre César Augusto dos Santos explicou:  “A vocação, o chamado que Jesus dirige a Pedro e a André, a Tiago e a João, dirige também hoje, agora a cada um de nós, onde estivermos, fazendo o que quer que seja. Ele nos diz: “Segui-me e eu vos farei pescadores de homens,” colaborando na sua missão: libertar a Humanidade do mal que impede o Reino de Deus de se aproximar e dos seres humanos de irem até Deus”.(Vaticano)

O Papa Francisco ensinou assim: “Desconcertado, Pedro é confortado por Jesus, que promete fazer dele “pescador de homens”. Depois o convida a deixar tudo para segui-lo e lhe confia uma missão. Ou seja, Deus se manifesta com três atitudes: através de uma promessa, de um pedido de generosidade e de uma missão a realizar”.

“E atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram”

“A perfeição não consiste em deixar simplesmente todas as coisas, mas em deixá-las para seguir a Cristo. Isto é o que fizeram os Apóstolos: abandonaram tudo para estarem disponíveis perante as exigências da vocação divina”. (Edições Teológicas)

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “Jesus jamais diz ‘Siga-me!’, sem dizer a missão. Não! ‘Siga-me e farei isso. Siga-me por este motivo. Se quiser ser perfeito, deixe tudo e siga-me para ser perfeito’. Há sempre uma missão. Seguimos o caminho de Jesus para fazer algo, não é um show, mas para realizar uma missão”.

Oração:

O Papa Francisco orou assim à Virgem Maria, “Mãe dos evangelizadores, para que nos ajude a sentir com vigor a fome e a sede do Evangelho que existem no mundo, especialmente no coração e na carne dos pobres. Que ela ajude cada um de nós e toda comunidade cristã a testemunhar concretamente a misericórdia, a grande misericórdia, que Cristo nos doou”.
Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

1 de fevereiro de 2016 at 5:11 Deixe um comentário

Papa: ser cristão é ser testemunha de Jesus Cristo

2016-01-28 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O coração do cristão é magnânimo porque abre os braços para acolher todos com generosidade: foi o que disse o Papa na Missa matutina celebrada na Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a memória de Santo Tomás de Aquino (28/01). Concelebraram com Francisco alguns sacerdotes que festejaram 50 anos de ordenação:

O mistério de Deus é luz” – afirmou o Pontífice –, que comentou o Evangelho do dia, em que Jesus diz que a luz não vem “para ser colocada debaixo de um caixote ou debaixo da cama, mas para ser colocada num candeeiro, para iluminar”:

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“E esta é uma das características do cristão, que recebe a luz no Batismo e deve doá-la. Isto é, o cristão é uma testemunha. Testemunho. Uma das peculiaridades das atitudes cristãs. Um cristão que carrega esta luz deve mostrá-la, porque ele é uma testemunha. Quando um cristão prefere não mostrar a luz de Deus, mas prefere as próprias trevas, estas entram em seu coração porque tem medo da luz e os ídolos, que são trevas, são mais apreciados, então falta algo: lhe falta algo e não é um verdadeiro cristão. O testemunho: um cristão é uma testemunha. De Jesus Cristo, Luz de Deus. E deve colocar esta luz no candeeiro da sua vida”.

No Evangelho, Jesus diz: “Com a mesma medida com que medirdes, também vós sereis medidos; e vos será dado ainda mais”. “Outra característica do cristão – comentou o Papa – é a magnanimidade, porque é filho de um pai magnânimo, de alma grande”:

Coração aberto

“O coração cristão é magnânimo. Está sempre aberto. Não é um coração que se fecha no próprio egoísmo ou pelo menos se mede até aqui, até lá. Quando você entra nesta luz de Jesus, entra em amizade com Jesus e se deixa guiar pelo Espírito Santo, o coração se torna aberto, magnânimo… O cristão, naquele ponto, não ganha: perde, mas perde para ganhar outra coisa, e com essa derrota de interesses, ganha Jesus, ganha se tornando testemunha de Jesus”.

O Papa Francisco se dirigiu, então, aos sacerdotes presentes na missa que celebravam 50 anos de ordenação:

“Para mim é uma alegria celebrar hoje com vocês que completam 50 anos de sacerdócio: 50 anos no caminho da luz e do testemunho, 50 anos buscando ser melhores, buscando levar a vela ao candelabro. Às vezes ela cai, mas vamos novamente, sempre com o desejo de oferecer luz generosamente, ou seja, com o coração magnânimo. Somente Deus e vocês sabem quanta gente vocês receberam com magnanimidade, com a bondade de pais, de irmãos. A muitas pessoas que tinham o coração um pouco escuro vocês ofereceram a luz, a luz de Jesus. Obrigado. Obrigado pelo que vocês fizeram na Igreja, pela Igreja e por Jesus.”

“Que o Senhor lhes dê a alegria, esta grande alegria de ter semeado bem, de ter iluminado bem e aberto os braços para receber todos com magnanimidade”, concluiu o Papa Francisco. (BF/MJ)

28 de janeiro de 2016 at 16:51 Deixe um comentário

«Não é Ele o carpinteiro?» – São Josemaría Escrivá

 

 

José amou Jesus como um pai ama o seu filho, tratou-O dando-Lhe tudo que de melhor tinha. José, cuidando daquele Menino como lhe tinha sido ordenado, fez de Jesus um artesão: transmitiu-Lhe o seu ofício. Por isso, os vizinhos de Nazaré falavam de Jesus chamando-lhe indistintamente «carpinteiro» e «filho do carpinteiro» (Mt 13,55). […]

Por isso, Jesus devia parecer-se com José no modo de trabalhar, nos traços do Seu carácter, na maneira de falar. No realismo de Jesus, no Seu espírito de observação, no Seu modo de se sentar à mesa e de partir o pão, no Seu gosto por falar dum modo concreto tomando como exemplo as coisas da vida corrente, reflecte-se o que foi a infância e a juventude de Jesus e, portanto, a Sua convivência com José. Não é possível desconhecer a sublimidade do mistério. Esse Jesus que é homem, que fala com o sotaque de uma determinada região de Israel, que Se parece com um artesão chamado José, é o Filho de Deus. E quem pode ensinar alguma coisa a Deus? Mas é realmente homem e vive normalmente: primeiro como menino; depois como rapaz que ajuda na oficina de José; finalmente, como homem maduro, na plenitude da idade. «Jesus crescia em sabedoria, em idade e em graça diante de Deus e dos homens» (Lc 2,52).

José foi, no aspecto humano, mestre de Jesus; conviveu com Ele diariamente, com carinho delicado, e cuidou d’Ele com abnegação alegre. Não será esta uma boa razão para considerarmos este varão justo, este Santo Patriarca no qual culmina a fé da Antiga Aliança, Mestre de vida interior?

Fonte: Evangelho Quotidiano

27 de janeiro de 2016 at 5:07 Deixe um comentário

Papa Francisco: sacerdotes sejam simples e misericordiosos

2016-01-25 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco reforçou, nesta segunda-feira (25/01), a necessidade de sacerdotes buscarem um diálogo constante com a Palavra de Deus e fez uma advertência àqueles que se contentam com uma vida “normal”. Em seu discurso à comunidade do Pontifício Seminário Lombardo de Roma, o Santo Padre também lembrou da importância do contato e da aproximação como bispo na atividade sacerdotal diocesana.

Para Francisco, o sacerdote que escolhe o caminho da normalidade se tornará um “sacerdote medíocre, ou pior”. “Então, este sacerdote começa a se contentar com um pouco da atenção recebida, julga o ministério com base em suas realizações e se contenta em buscar aquilo que lhe agrada, tornando-se morno e sem nenhum interesse real pelos outros”, destacou.

Contato com o bispo

Em relação à comunhão com o bispo diocesano, o Papa lembrou que a característica do sacerdote diocesano é “precisamente a ‘diocesaneidade’, e a ‘diocesaneidade’ tem a sua pedra angular na relação frequente com o bispo, no diálogo e no discernimento com ele”.

“Um sacerdote que não tem um relacionamento assíduo com o seu bispo – relatou o pontífice – lentamente se isola do corpo diocesano e a sua fecundidade diminui, principalmente porque não exercita o diálogo com o Pai da Diocese.”

Olhar para com os pobres

O Papa recordou o modelo de vida de São Carlos Borromeu que, de acordo com ele, como Servo de Deus se preocupava principalmente com os pobres. “Mas – é sempre bom lembrar – só pode proclamar as palavras de vida apenas quem faz da própria vida um diálogo constante com a Palavra de Deus, ou melhor, com Deus que nos fala.”

O Pontífice pontuou ainda que “não convém uma formação segregada” e que “a oração, a cultura e o trabalho pastoral são pedras fundamentais de um único edifício”. Ao concluir, o Papa refletiu sobre a importância da união porque “os sacerdotes de hoje e de amanhã são homens espirituais e pastores misericordiosos, interiormente unificados pelo amor do Senhor e capacitados a difundir a alegria do Evangelho na simplicidade da vida”.

“ A evangelização, hoje, – disse o Papa Francisco – necessita voltar ao caminho da simplicidade. Simplicidade de vida, a fim de evitar todas as formas de duplicidade e mundanismo, o que é suficiente para a comunhão verdadeira com o Senhor e com os outros; simplicidade da linguagem: nem pregadores de doutrinas complexas, mas anunciadores de Cristo, morto e ressuscitado por nós.” (PS)

25 de janeiro de 2016 at 13:47 Deixe um comentário

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