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Papa Francisco – Oracão do Angelus 2019-09-15

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15 de setembro de 2019 at 8:12 Deixe um comentário

Reflexão para o XXIV Domingo do Tempo Comum

O Pai misericordioso que acolhe o filho arrependido

O Pai misericordioso que acolhe o filho arrependido

Deus é Pai, é Amor, é Vida! Por isso seu relacionamento com o pecador é de misericórdia. Foi isso que nos revelou o Coração de Jesus.

Padre César Augusto dos Santos – Cidade do Vaticano

O Evangelho é o famoso texto de Lucas chamado “Filho Pródigo”. Na verdade o tema é a misericórdia do Pai, que permite que seu filho viva plenamente sua liberdade, mesmo de modo errado.

Quando o rapaz caiu em si, viu que havia cometido uma grande falta de amor. Exatamente por ter vivenciado o carinho do Pai durante o tempo em que morou em casa e inclusive o respeito dele por sua liberdade, mesmo que exercida de modo enganoso, ele pode perceber a armadilha em que havia caído – usufruir prazeres do mundo – e, ao mesmo tempo, os meios de como se libertar dela – o amor do pai.

Assim, se às pessoas, através do contato conosco, forem revelados o amor de Deus como o Pai Misericordioso, ensinado e demonstrado por Jesus Cristo, quando tiverem desejosas de retornarem à Família de Deus, saberão que o contato conosco será a porta que levará a Jesus e aos irmãos.

Por outro lado, o modo de acolher o filho penitente, sem exigir pedidos de perdão e atitudes humilhantes, demonstram o respeito e o carinho do pai. Também nós deveremos acolher com carinho todos aqueles que foram tocados pela Luz de Deus e estão voltando à reconciliação com o Senhor ou com um de seus filhos.

Deus é Pai, é Amor, é Vida! Por isso seu relacionamento com o pecador é de misericórdia. Foi isso que nos revelou o Coração de Jesus.

Como filhos de Deus, nossa atitude para com o pecador, será igual, de irmão, absolutamente fraterna e misericordiosa, sem nenhum gesto arrogante, nenhum gesto humilhante.

14 de setembro de 2019 at 15:47 Deixe um comentário

«Quando for erguido da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12,32)

De ora em diante, pela cruz, as sombras estão dissipadas e a verdade eleva-se, como diz o apóstolo João: «Porque as primeiras coisas passaram. […]  Eu renovo todas as coisas» (Ap 21,4-5). A morte é espoliada, o inferno liberta os cativos, o homem está livre, o Senhor reina, a criação alegra-se. A cruz triunfa e todas as nações, tribos, línguas e povos (Ap 7,9) vêm adorá-l’O. Como o beato Paulo, que exclama : «Quanto a mim, porém, em nada me quero gloriar, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo» (Gal 6,14), encontramos nela a nossa alegria. A cruz traz a luz a todo o universo, afasta as trevas e reúne as nações do Ocidente, do Oriente, do Norte e do mar numa só Igreja, numa única fé, num só batismo, na caridade. Fixada no Calvário, ela dirige-se ao centro do mundo. Armados com a cruz, os apóstolos vão pregar e reunir na sua adoração o universo inteiro, espezinhando todas as forças hostis. Por ela, os mártires confessaram a sua fé com audácia e não temeram os ardis dos tiranos. Carregando-a, os monges fizeram da solidão a própria morada, numa imensa alegria. Na hora em que Jesus regressar, aparecerá primeiro no céu esta cruz, cetro precioso, vivo, verdadeiro e santo do Grande Rei: «Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem» (Mt 24,30). Vê-la-emos, escoltada pelos anjos, iluminar a Terra, de uma à outra extremidade do Universo, mais clara que o sol, a anunciar o Dia do Senhor.

Homilia de Santo Efrém

Fonte: Evangelho Quotidiano

14 de setembro de 2019 at 5:37 Deixe um comentário

Oferecer a Deus o nosso verdadeiro tesouro

Muitos dos que, para seguirem a Cristo, desprezaram fortunas consideráveis, enormes quantias de ouro e de prata e propriedades magníficas, mais tarde deixaram-se apegar a um raspador, a um estilete, a uma agulha, a um junco de escrita. […] Depois de terem distribuído todas as suas riquezas por amor a Cristo, recuperaram a anterior paixão e aplicaram-na a futilidades, sendo capazes de se deixar levar pela cólera para as manter. Não tendo a caridade de que fala São Paulo, a sua vida foi tocada pela esterilidade. O bem-aventurado apóstolo previu essa infelicidade: «Ainda que eu distribua todos os meus bens pelos pobres e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita», dizia (1Cor 13,3). Prova evidente de que não atingimos de imediato a perfeição pela simples renúncia a todas as riquezas e pelo desprezo de todas as honras, se a isso não juntarmos a caridade cujas características o apóstolo descreve. Ora, esta caridade apenas se encontra na pureza do coração. Porque rejeitar a inveja, a arrogância, a ira e a frivolidade, não procurar o próprio interesse, não se alegrar com a injustiça, não guardar ressentimento e tudo o resto (1Cor 13,4-5), que é tudo isso se não oferecer continuamente a Deus um coração perfeito e puro, e mantê-lo livre das moções das paixões? Assim, a pureza do coração deve ser o fim último das nossas ações e dos nossos desejos.

Texto de São João Cassiano (Evangelho Quotidiano)

 

13 de setembro de 2019 at 5:40 Deixe um comentário

Vigésimo Quarto Domingo do Tempo Comum – Parábola do Filho Pródigo – São Lucas 15, 1-32 – Dia 15 de setembro de 2019

O retrato de Rembrandt do "Retorno do Filho Pródigo"

O retrato de Rembrandt do “Retorno do Filho Pródigo”

“1.Aproximavam-se de Jesus os publicanos e os pecadores para ouvi-lo. 2.Os fariseus e os escribas murmuravam: “Este homem recebe e come com pessoas de má vida!”. 3.Então, lhes propôs a seguinte parábola: 4.“Quem de vós que, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? 5.E, depois de encontrá-la, a põe nos ombros, cheio de júbilo, 6.e, voltando para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Regozijai-vos comigo, achei a minha ovelha que se havia perdido. 7.Digo-vos que assim have­rá maior júbilo no céu por um só pecador que fizer penitência do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.* 8.“Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende a lâmpada, varre a casa e a busca diligentemente, até encontrá-la? 9.E tendo-a encontrado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Regozijai-vos comigo, achei a dracma que tinha perdido. 10.Digo-vos que haverá júbilo entre os anjos de Deus por um só pecador que se arrepende.” 11.Disse também: “Um homem tinha dois filhos. 12.O mais moço disse a seu pai: Meu pai, dá-me a parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres. 13.Poucos dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou a sua fortuna, vivendo dissolutamente. 14.Depois de ter esbanjado tudo, sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar penúria. 15.Foi pôr-se a serviço de um dos habitantes daquela região, que o mandou para os seus campos guardar os porcos. 16.Desejava ele fartar-se das vagens que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. 17.Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa de meu pai que têm pão em abundância… e eu, aqui, estou a morrer de fome! 18.Vou me levantar e irei a meu pai, e lhe direi: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; 19.já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados. 20.Levantou-se, pois, e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, o abraçou e o beijou. 21.O filho lhe disse, então: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 22.Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. 23.Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. 24.Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa. 25.O filho mais velho estava no campo. Ao voltar e aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. 26.Chamou um servo e perguntou-lhe o que havia. 27.Ele lhe explicou: Voltou teu irmão. E teu pai mandou matar um novilho gordo, porque o reencontrou são e salvo. 28.Encolerizou-se ele e não queria entrar, mas seu pai saiu e insistiu com ele. 29.Ele, então, respondeu ao pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir ordem alguma tua, e nunca me deste um cabrito para festejar com os meus amigos. 30.E agora, que voltou este teu filho, que gastou os teus bens com as meretrizes, logo lhe mandaste matar um novilho gordo! 31.Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. 32.Convinha, porém, fazermos festa, pois este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado”.”
Fonte – Bíblia Católica Online

“Com alegria nos reunimos para celebrar nosso encontro festivo com o Pai bondoso e misericordioso. Apesar das nossas infidelidades, ele não nos rejeita, mas vem ao nosso encontro quando dele nos afastamos. Alcançados e resgatados por seu Filho, abramos o coração para a graça transbordante que chega a nós pela Eucaristia”. (liturgia Diária)

“Os fariseus e os escribas não entendiam nada do Amor de Deus e de sua Salvação em Cristo, motivo pelo qual Jesus proferiu estas parábolas para que eles entendessem que a alma do pecador é importante para Deus. Em Lucas 19:10, Jesus confirma o que as parábolas já tinham expressado: “Porque o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”. (Homilias Canção Nova)

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: “No Evangelho deste domingo — capítulo 15 de São Lucas — Jesus narra as três «parábolas da misericórdia». Quando Ele «fala, nas suas parábolas, do pastor que vai atrás da ovelha perdida, da mulher que procura a dracma, do pai que sai ao encontro do filho pródigo e o abraça, não se trata apenas de palavras, mas constituem a explicação do seu próprio ser e agir» (Enc. Deus caritas est, 12)”. (12 de Setembro de 2010)

Parábola da Ovelha Perdida

O Papa Emérito Bento XVI ensinou: “Com efeito, o pastor que encontra a ovelha perdida é o próprio Senhor que assume em si mesmo, através da Cruz, a humanidade pecadora para a redimir”. (12 de Setembro de 2010)

Parábola da Dracma Perdida

O Padre Bantu Mendonça ensinou: “A dona da casa se esforça em procurar a moeda, porque lhe é de grande valor sentimental. Assim, todo ser humano, embora degradado pelo pecado, é precioso aos olhos de Deus. Como a moeda traz a imagem e a inscrição do poder reinante, igualmente, quando foi criado, o homem trazia a imagem e a inscrição de Deus. E, mesmo agora manchada e desfigurada pela influência do pecado, permanecem em toda alma os traços dessa inscrição”.

Parábola do Filho Pródigo

O Padre Cesar Augusto dos Santos disse que “o Evangelho do Filho Pródigo nos fala, entre outras mensagens, das relações afetiva e serviçal. O filho mais novo tem para com o pai uma grande confiança, apesar de, no início, ter agido de modo egoísta. Quando se reconheceu pecador, quando percebeu  o erro cometido, não ficou com medo do pai, mas ao contrário, recordou a bondade, a prodigalidade de seu pai e resolveu voltar para casa. Ele sabia quem era seu pai e o respeitava bastante. Por isso voltou. No fundo ele havia experimentado o que era ser amado”.

O Papa Francisco disse que “nesta parábola tão difícil de aceitar por todos nós “filhos maiores”, que nos consideramos superiores, corretos, obedientes, diversos com relação aos “impuros” pecadores, há um grande ensinamento. O filho maior é chamado a participar da festa pelo irmão reencontrado e é chamado principalmente a reconhecer que a sua maior herança e riqueza é justamente participar – procurando fazer sua  – desta misericórdia sem fim”. (11/08/2019)

O Padre Paulo Ricardo explicou: “Quando Cristo conta a parábola do filho pródigo, é a nós que Ele se dirige. Somos nós o pecador que gastou os próprios bens com prostitutas e terminou invejando a comida dos porcos. Assim como o filho mais novo “caiu em si” e voltou para a casa de seu pai, no entanto, também nós somos chamados, nesta pregação, a ouvir a voz de Deus e recorrer à sua infinita misericórdia”.

Conclusão:

O homem — cada um dos homens — é este filho pródigo: fascinado pela tentação de se separar do Pai para viver de modo independente a própria existência; caído na tentação; desiludido com o nada que o tinha deslumbrado como miragem; sozinho, desonrado e explorado no momento em que tenta construir um mundo só para si; atormentado, no mais profundo da própria miséria, pelo desejo de voltar à comunhão com o Pai. Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso do filho, o abraça à sua chegada e põe a mesa para o banquete do novo encontro, com que se festeja a reconciliação”. (São João Paulo II)

Oração:

“Salvador e Redentor dos homens, que restituístes o filho único a uma mãe que chorava sua perda; que, na parábola do pai e do filho pródigo, quisestes fazer conhecer Vossa misericórdia para com os filhos que andam desregrados: olhai para o meu filho, que se afastou da vereda da virtude e trilha a estrada da perdição. Iluminai seu espírito mergulhado nas trevas do erro, tocai-lhe o coração empedernido no pecado, dai-lhe lágrimas de arrependimento, para que chore o mal que fez; para que, como Agostinho, se lance nos braços de Vossa misericórdia; para que, como outra Madalena, abrace os rigores da penitência. Mas, meu Deus, não será por minha culpa que meu filho se acha em tão infeliz estado? Se for, perdoai, Senhor, a mim e a ele, concedendo a ambos uma sincera dor de Vos termos ofendido, emenda para o futuro e a graça de não Vos ; tornarmos a ofender. Amém”. (Site Catequese Católica)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9 de setembro de 2019 at 5:51 Deixe um comentário

Reflexão para o XIII Domingo do Tempo Comum – Vatican News

https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-09/reflexao-xiii-domingo-tempo-comum.html

7 de setembro de 2019 at 8:00 Deixe um comentário

O Evangelho do dia com Dom Mário Spaki 06-09-2019

6 de setembro de 2019 at 7:42 Deixe um comentário

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