Posts filed under ‘Reflexão da Palavra’

«Que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti» – Comentário de Santo Inácio de Antioquia

 

Glorificai Jesus de todas as formas, como Ele que vos glorificou a vós mesmos, a fim de que, unidos numa mesma obediência, submissos ao bispo e aos seus sacerdotes, sejais plenamente santificados. Não vos dou ordens, como se fosse uma pessoa muito importante. É verdade que estou carregado de ferros por usar o nome de cristão, mas ainda não atingi a perfeição em Jesus Cristo. Mais não faço do que iniciar-me na sua escola e, se me dirijo a vós, é porque sois meus condiscípulos. Eu é que precisaria de me preparar para o combate através da vossa fé, das vossas exortações, da vossa paciência, da vossa longanimidade. Mas, uma vez que a caridade não me permite guardar silêncio, tomo a dianteira e exorto-vos a caminhardes de acordo com o espírito de Deus. Porque Jesus Cristo, o inseparável Princípio da nossa vida, é o pensamento do Pai, assim como os bispos, estabelecidos até aos confins da terra, são um só com o espírito de Jesus Cristo.

Deveis, pois, ter com o vosso bispo um único e mesmo pensamento; aliás, é isso que fazeis. Os vossos sacerdotes, verdadeiramente dignos de Deus, estão unidos ao bispo como as cordas à lira; é assim que, do perfeito acorde dos vossos sentimentos e da vossa caridade, se eleva até Jesus Cristo um concerto de louvores. Que cada um de vós entre nesse coro; então, na harmonia da afinação, tomareis, pela vossa unidade, o tom de Deus e cantareis todos a uma só voz, pela boca de Jesus Cristo, os louvores do Pai. […] É, pois, vantajoso que vos mantenhais numa unidade irrepreensível; assim gozareis de uma constante união ao próprio Deus.

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17 de outubro de 2017 at 5:26 Deixe um comentário

Vigésimo Nono Domingo do tempo comum – Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus – São mateus 22, 15-21 – Dia 22 de outubro

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15.Reuniram-se então os fariseus para deliberar entre si sobre a maneira de surpreender Jesus nas suas próprias palavras.

16.Enviaram seus discípulos com os herodianos, que lhe disseram: Mestre, sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus em toda a verdade, sem te preocupares com ninguém, porque não olhas para a aparência dos homens.

17.Dize-nos, pois, o que te parece: É permitido ou não pagar o imposto a César?

18.Jesus, percebendo a sua malícia, respondeu: Por que me tentais, hipócritas?

19.Mostrai-me a moeda com que se paga o imposto! Apresentaram-lhe um denário.

20.Perguntou Jesus: De quem é esta imagem e esta inscrição?

21.De César, responderam-lhe. Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

Fonte: Bíblia Ave Maria

 

“Nesta celebração demos glória ao Senhor da história, que nos concede seu Espírito para vencermos os planos perversos das forças contrárias ao Reino. A Deus pertence a vida do povo,  e não aos poderes do mundo. Este dia mundial das missões, com o tema: “A missão no coração da fé cristã”, recorda-nos a natureza missionária da Igreja e a necessidade de manifestarmos a todos o poder transformador do evangelho de Cristo”. (Liturgia Diária)

Reuniram-se então os fariseus para deliberar entre si sobre a maneira de surpreender Jesus nas suas próprias palavras. Enviaram seus discípulos com os herodianos, que lhe disseram: Mestre, sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus em toda a verdade, sem te preocupares com ninguém, porque não olhas para a aparência dos homens.

“Os adversários de Jesus estão sempre prontos  para testá-Lo com perguntas maldosas. A questão é pagar ou não tributo a uma autoridade opressora. Jesus responde sabiamente: devolver a moeda (que traz a imagem de César) ao seu dono e devolver a Deus o que lhe pertence (o povo, conjunto de pessoas que são sua imagem). O ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus e a Ele deve ser devolvido, com toda a dignidade de filhos e filhas seus”. (Liturgia Diária)

Os Fariseus “enviam a seus discípulos junto com os soldados de Herodes, para que pudessem censurar qualquer coisa que dissesse o Salvador. Desejavam, pois, que o Senhor dissesse algo contra os herodianos, porque como temiam prendê-Lo por temor da multidão, queriam pô-Lo em perigo e fazê-Lo aparecer como inimigo dos tributos públicos” . (São João Crisóstomo)

Dize-nos, pois, o que te parece: É permitido ou não pagar o imposto a César?

“Se o Senhor respondia que era lícito pagar tributo a César, os fariseus podiam desacreditá-Lo diante do povo, que pensava com mentalidade nacionalista; se respondia que não era lícito, os herodianos podiam denunciá-Lo diante da autoridade romana”. (Edições Theologica).

“Magistralmente, Jesus calou os líderes judaicos com as célebres palavras: Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Com isto, Jesus estabeleceu a importante questão de que o cristão é cidadão de dois mundos: o terrestre, com todas as obrigações a ele inerentes, e ao mundo celeste com todas as implicações que isto acarreta”. (Com. Canção Nova)

Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

“Jesus, com estas palavras, reconheceu o poder civil e os seus direitos, mas avisou claramente que se devem respeitar os direitos superiores de Deus, e indicou como parte da vontade de Deus o cumprimento fiel dos deveres cívicos”. (Edições Teológica)
O Padre Guido Mottinelli disse que “cabe a cada um o dever de administrar os seus bens com justiça e no pleno respeito das leis em vigor, visando o bem comum. Todos ficamos indignados quando isso não acontece e, assim, o dinheiro acaba engordando o bolso de alguém.  Jesus nos alerta e nos diz que devemos prestar conta de tudo, também dos dons recebidos para bem administrar. Como responderemos?” (Rede Século 21)

 Conclusão:

“Fariseus e Herodianos se unem com intenção bem definida: “apanhar Jesus em alguma palavra”. Os fariseus eram contrários ao domínio de Roma; os herodianos, a favor. As palavras iniciais que eles dirigem a Jesus correspondem à verdade (“Sabemos que tu és verdadeiro…”), mas nos lábios deles revelam falsidade e ironia. De fato, se quisessem ser discípulos de Jesus, não lhe armariam ciladas! Pagar imposto ao imperador era aceitá-lo como divindade. Como poderia um judeu, adorador do Deus único, pagar esse imposto? Jesus introduz uma novidade: o poder absoluto de Deus. Ao imperador romano paga-se o tributo (“Dai a César…”), já que o povo está sob seu domínio, mas não se pode sacrificar o povo com pesados tributos, porque o povo pertence ao Deus todo-poderoso (“Dai a Deus o que é de Deus”)”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:  

“Ó Deus, dai-me a graça de possuir a única moeda com a qual eu possa comprar o reino do Céu, que me ensine e ajude proclamar a minha fé não somente em palavras, mas também na verdade das minhas ações que é Jesus Cristo, Vosso Filho que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém!” (Com. Canção Nova)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

16 de outubro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

«Felizes os convidados para as núpcias do Cordeiro» (Ap 19, 9) – Homilia de São Gregório Magno


Compreendestes quem é o Rei, Pai de um Filho que também é Rei? É Aquele acerca de Quem o salmista afirmava: «Ó Deus, dai o Vosso juízo ao rei e a Vossa justiça ao filho do rei» (71, 1). Ele «preparou um banquete nupcial para o seu filho»; ou seja, o Pai celebra as núpcias do Rei Seu Filho, a união da Igreja com Ele, no mistério da encarnação. E o seio da Virgem Maria foi o quarto nupcial deste Esposo. Por isso, há outro salmo que diz: «Do sol fez a Sua tenda, Ele mesmo é como um esposo que sai do seu pavilhão de núpcias» (18, 5-6).
Ele mandou os servos convidar os amigos para esta boda. Enviou-os uma vez, e depois uma segunda vez, ou seja, primeiro os profetas, depois os apóstolos, a anunciar a encarnação do Senhor. Pelos profetas, anunciou como futura a encarnação do Seu Filho único, pelos apóstolos pregou-a, depois de realizada.
«Mas eles, sem se importarem, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio»; ir para o campo consiste em prestar atenção exclusivamente às tarefas deste mundo; ir para o negócio consiste em procurar avidamente o próprio lucro nos negócios deste mundo. Um e outro esquecem o mistério da encarnação, não conformando a sua vida com ele.  Mais grave ainda é o caso daqueles que, não se contentando em desprezar os favores Daquele que os chama, ainda O perseguem. Mas o Senhor não ficará com lugares vazios no festim das núpcias do Rei Seu Filho. Manda procurar outros convivas, porque a Palavra de Deus, permanecendo embora ainda ignorada por muitos, encontrará um dia onde repousar.
Mas vós, irmãos, que pela graça de Deus já entrastes na sala do festim, isto é, na Santa Igreja, examinai-vos atentamente, não vá acontecer que, ao entrar, o Rei encontre algum reparo a fazer na veste da vossa alma.

Fonte: Evangelho Quotidiano

15 de outubro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

Vigésimo Oitavo Domingo do Tempo Comum – Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos – São Mateus 22, 1-14 – Dia 15 de outubro de 2017

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1.Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas:

2.O Reino dos céus é comparado a um rei que celebrava as bodas do seu filho.

3.Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir.

4.Enviou outros ainda, dizendo-lhes: Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete; meus bois e meus animais cevados estão mortos, tudo está preparado. Vinde às bodas!

5.Mas, sem se importarem com aquele convite, foram-se, um a seu campo e outro para seu negócio.

6.Outros lançaram mãos de seus servos, insultaram-nos e os mataram.

7.O rei soube e indignou-se em extremo. Enviou suas tropas, matou aqueles assassinos e incendiou-lhes a cidade.

8.Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos.

9.Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes.

10.Espalharam-se eles pelos caminhos e reuniram todos quantos acharam, maus e bons, de modo que a sala do banquete ficou repleta de convidados.

11.O rei entrou para vê-los e viu ali um homem que não trazia a veste nupcial.

12.Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma.

13.Disse então o rei aos servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes.

14.Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.

Fonte: Bíblia Ave maria

“O Senhor que põe um fim à desonra de seu povo,  prepara-nos o banquete em sua casa, para celebrarmos sua salvação. A Igreja em saída compartilha as dificuldades do povo de Deus e anuncia a alegria do Evangelho pelas ruas e encruzilhadas, convidando a todos os que encontra. Vestindo o traje de festa, tomemos parte na comunidade-esposa de Cristo em comunhão com a Igreja no Rio Grande do Norte, que neste domingo vê canonizados seus mártires”. (Liturgia Diária)

Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas: O Reino dos céus é comparado a um rei que celebrava as bodas do seu filho. Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir.

“A festa de casamento ou banquete, na Bíblia, é símbolo da aliança de Deus com o povo. O rei representa Deus. O filho que se casa é Jesus. Os servos rejeitados pelos chefes religiosos são os profetas. Os primeiros convidados dizem sim, mas não comparecem. Deus não desiste e faz novo convite. Mas os convidados, envolvidos em seus interesses pessoais (campo, negócios) não dão atenção. Outros partem para a violência e matam os profetas. A reação do rei é uma alusão à tomada de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 d.C. Sabemos, porém, que não é Deus quem destrói. A pessoa é que provoca a destruição, quando rejeita a vida que Deus oferece”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

“Todos os dias o Senhor celebra bodas, pois todos os dias Se une às almas fiéis por ocasião do seu batismo ou da sua passagem deste mundo para o Reino dos Céus. E nós, que recebemos a fé em Jesus Cristo e o selo do batismo, somos todos convidados para estas bodas, onde foi posta uma mesa para nós, uma mesa sobre a qual dizem as Escrituras: «Preparais-me um banquete frente aos meus adversários» (Sl 22,5). Aí encontramos os pães da oferenda, o vitelo gordo, o Cordeiro que tira os pecados do mundo (Ex 25,30; Lc 15,23; Jo 1,29). Aí nos são oferecidos o pão que desceu do Céu e o cálice da Nova Aliança (Jo 6,51; 1Cor 11,25)”. (São Bruno de Segni)

Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos. Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes.

O Papa Francisco disse assim: “Recordem-se daquela parábola que Jesus conta na festa do casamento de um filho de um poderoso da terra: quando os convidados não quiseram ir, diz a seus servos: “Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes” (Mt 22, 9). Todos somos chamados: bons e maus. A Igreja não é somente para os bons ou para aqueles que parecem bons ou acreditam ser bons; a Igreja é para todos, também preferivelmente para os maus, porque a Igreja é misericórdia. E este tempo de graça e de misericórdia nos faz recordar que nada pode nos separar do amor de Cristo! (Rm 8, 39)”. (28\09\16)

O Papa Emérito Bento XVI disse que “os convidados são muitos, mas algo de inesperado se verifica: recusam-se a participar na festa, têm outras coisas a fazer; aliás, alguns mostram desprezo pelo convite. Deus é generoso para connosco, oferece-nos a sua amizade, os seus dons, a sua alegria, mas muitas vezes nós não aceitamos as suas palavras, mostramos mais interesse por outras coisas, pomos no primeiro lugar as nossas preocupações materiais, os nossos interesses. O convite do rei encontra inclusive reações hostis, agressivas. Mas isto não faz diminuir a sua generosidade. Ele não desanima, e envia os seus servos a convidar muitas outras pessoas, A recusa dos primeiros convidados tem como efeito a extensão do convite a todos, até aos mais pobres, abandonados e deserdados”. (09\10\11)

Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma. Disse então o rei aos servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes

“O convite é dirigido a todos, “bons e maus”. Mas não basta somente aceitar o convite. No reino de Deus é necessário assumir a prática da justiça (roupa de festa)”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

“Qual é essa veste nupcial? Revestir-se do homem novo, criado por Deus, é revestir-se do Senhor Jesus Cristo – o homem Segundo Deus. Ele é nossa veste nupcial. Revestir-se de Cristo é revestir-se de seus sentimentos de compaixão, de amor, de doçura. É perdoar como Ele nos perdoou, é amar como Ele nos amou. É tornar-se outro Cristo, é ser transformado nele. Amar é dizer a verdade, é perdoar, é partilhar”. (Rede Século 21)

“Portanto, cada um de vós que na Igreja tem fé em Deus já participou no banquete de núpcias, mas não pode dizer que vestiu o hábito nupcial se não conserva a graça da Caridade”. (São Gregório Magno)

Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.

“A parábola compara o Reino com um banquete de festa ao qual todos são convidados. Muitos recusam o convite, alegando outros compromissos. Quem o aceita precisa se comprometer (necessidade expressa pelo traje). O banquete oferecido por Deus exige uma sociedade  fundamentada na justiça do seu Reino”. (Liturgia Diária)

“Esta passagem bíblica acabou se tornando um provérbio quando falamos sobre as vocações: “muitos são chamados, mas poucos os escolhidos”. O chamamento de Jesus é sempre direto. Por mais que o sintamos em diversas situações e em circunstâncias diferentes, ele é sempre direto quando quer nos convidar a fazer parte do seu Reino. Hoje, somos convidados a trocar os nossos trajes e despirmo-nos do que é velho e suscitar o homem novo presente em nós. Mudar o jeito de ser e de acolher a Jesus no outro, principalmente no que mais sofre”. (Rede Século 21)

Conclusão:

Com as palavras do Papa Emérito Bento XVI:  “Todos nós somos convidados a ser comensais do Senhor, a entrar com a fé no seu banquete, mas devemos vestir e guardar o hábito nupcial, a caridade, viver um profundo amor a Deus e ao próximo”. (09\10\11)

Oração:

“Nós vos agradecemos, Deus de infinita bondade, por este encontro fraterno, no qual refletimos sobre a festa do banquete ao qual somos convidados. Vós nos reservastes, junto com os pobres,  um lugar de honra na mesa aberta e fraterna do banquete do vosso reino. Livrai-nos da recusa ao vosso convite, motivada pela indiferença e pela acomodação, e reveste-nos do compromisso que assumimos no batismo, traje que nos torna dignos de sentar à vossa mesa para sempre. Por Cristo, nosso Senhor”. (Liturgia Diária)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

9 de outubro de 2017 at 5:40 Deixe um comentário

Campanha Missionária 2017

Campanha Missionária 2017

Tema: A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída
Lema
Juntos na missão permanente

Outubro é o Mês das Missões, um período de intensificação das iniciativas de animação e cooperação missionária em todo o mundo. O objetivo é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões, penúltimo domingo de outubro (este ano dias 21 e 22), conforme instituído pelo papa Pio XI em 1926.“A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”. Este é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) para a Campanha Missionária de 2017. É o mesmo o tema do 4º Congresso Missionário Nacional, que acontecerá nos dias 7 a 10 de setembro em Recife (PE).

Tudo está em sintonia como os ensinamentos do papa Francisco quando afirma: “A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontraram com Jesus” (EG 1). Essa alegria precisa ser anunciada pela Igreja que caminha unida, em todos os tempos e lugares, e em perspectiva ad gentes. Por isso, o lema: “Juntos na missão permanente”.

Fonte: Site “Pontifícias Obras Missionárias”

5 de outubro de 2017 at 5:55 Deixe um comentário

«Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos» – São Francisco de Assis

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“Nós, todos os irmãos, acatamos atentamente o que diz o Senhor: «Amai os vossos inimigos, fazei o bem a quem vos odeia». Nosso Senhor Jesus Cristo, cujos passos devemos seguir (1Pe 2,21), deu o nome de amigo a quem O traía (Mt 26,50), e ofereceu-Se voluntariamente aos que O iam crucificar. Por conseguinte são nossos amigos todos aqueles que nos infligem injustamente adversidades e angústias, afrontas e ofensas, dores e tormentos, o martírio e a morte. Devemos amá-los muito, porque os ferimentos que nos causam proporcionar-nos-ão a vida eterna”.

Primeira Regra, §22 – da Ordem dos Frades Menores

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

4 de outubro de 2017 at 5:40 Deixe um comentário

Vigésimo Sétimo Domingo do Tempo Comum – A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular – São Mateus 21, 33 – 43 – Dia 08 de outubro de 2017

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33.Cercou-a com uma sebe, cavou um lagar e edificou uma torre. E, tendo-a arrendado a lavradores, deixou o país. 34.Vindo o tempo da colheita, enviou seus servos aos lavradores para recolher o produto de sua vinha. 35.Mas os lavradores agarraram os servos, feriram um, mataram outro e apedrejaram o terceiro. 36.Enviou outros servos em maior número que os primeiros, e fizeram-lhes o mesmo. 37.Enfim, enviou seu próprio filho, dizendo: Hão de respeitar meu filho. 38.Os lavradores, porém, vendo o filho, disseram uns aos outros: Eis o herdeiro! Matemo-lo e teremos a sua herança! 39.Lançaram-lhe as mãos, conduziram-no para fora da vinha e o assassinaram. 40.Pois bem: quando voltar o senhor da vinha, que fará ele àqueles lavradores? 41.Responderam-lhe: Mandará matar sem piedade aqueles miseráveis e arrendará sua vinha a outros lavradores que lhe pagarão o produto em seu tempo. 42.Jesus acrescentou: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angular; isto é obra do Senhor, e é admirável aos nossos olhos (Sl 117,22)? 43.Por isso vos digo: ser-vos-á tirado o Reino de Deus, e será dado a um povo que produzirá os frutos dele.”

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Ao longo do mês de outubro, a Igreja nos apresenta o tema da MISSÃO. Hoje, a liturgia nos recorda que o amor do Pai é o motivo de toda a ação missionária. Este amor é comparado a uma vinha carinhosamente construída e gratuitamente ofertada. Infelizmente, nem
sempre este imenso amor é acolhido e a recusa muitas vezes acontece. Diante disso, não podemos desistir, mas, olhando para o fundamento maior, somos chamados a perseverar na missão, preocupando-nos com o anúncio do amor de Deus em palavras e atitudes”. (A Missa – Arq. do Rio de Janeiro)

Ouvi outra parábola: havia um pai de família que plantou uma vinha.

“Vinha amada do Senhor, a comunidade-Igreja se reúne para rezar, suplicar e fazer uma ação de graças ao Deus da paz. Somos convidados a cuidar dessa vinha, para nela vermos florescer abundantemente o amor, a justiça e a bondade. A páscoa de Jesus se renova nas comunidades abertas à palavra da vida e dispostos a multiplicar os frutos da alegria do Evangelho, de modo que eles cheguem a todas as nações”. (Liturgia Diária)

Vindo o tempo da colheita, enviou seus servos aos lavradores para recolher o produto de sua vinha. Mas os lavradores agarraram os servos, feriram um, mataram outro e apedrejaram o terceiro.

O Papa Francisco disse assim: “Os profetas, os homens de Deus que falaram ao povo, que não foram ouvidos, que foram descartados, serão a sua glória. O Filho, o último enviado, que foi completamente descartado, julgado, não ouvido e morto, se tornou a pedra angular. Esta história, que começa com um sonho de amor e que parece ser uma história de amor, acaba depois numa história de falências, acaba com o grande amor de Deus, que do descarte nos dá a salvação; do seu Filho descartado, Ele nos salva a todos”.

O Padre Guido Mottinelli disse assim: “O projeto de Deus, a respeito do homem, é que ninguém se perca. A paciência divina, conjugada à misericórdia e à compreensão, espera até o último instante para que aconteça o retorno do filho que enfrentou uma aventura não das melhores. Isso significa que imitar a Deus exige o esforço diário de praticar o bem que nunca nos será tirado”. (Rede Século 21)

Eis o herdeiro! Matemo-lo e teremos a sua herança!Lançaram-lhe as mãos, conduziram-no para fora da vinha e o assassinaram.

O Papa Emérito Bento XVI disse que “Jesus foi “descartado”, mas o Pai o colocou como fundamento da Nova Aliança. Assim o apóstolo, como o sacerdote, experimenta por sua vez a cruz, e somente por meio dela se torna realmente útil para a construção da Igreja. Deus ama construir a sua Igreja com pessoas que, seguindo Jesus, colocam toda a sua confiança em Deus, como diz o salmo: “É melhor refugiar-se no Senhor que confiar no ser humano. É melhor refugiar-se no Senhor que confiar nos poderosos” (vv. 8-9). (03/05/2009)

Pois bem: quando voltar o senhor da vinha, que fará ele àqueles lavradores?

“Antes tudo, estamos diante da glória da humanidade de Cristo. Ele, de fato, há-de vir na sua humanidade para julgar os vivos e os mortos, penetrando as profundezas das consciências humanas e revelando o poder da sua redenção. Por esta razão, ao lado d’Ele encontramos a Mãe, a « Alma socia Redemptoris ». Cristo na história da humanidade é a verdadeira pedra angular, da qual o Salmista diz « A pedra que os construtores rejeitaram, tornou-se pedra angular» (SL 117/198, 22). Esta pedra, então, não pode ser rejeitada”. (São João Paulo II)

Conclusão:

“O proprietário da vinha é Deus, Senhor de toda a terra. Faz altos investimentos na sua vinha, isto é, junto ao povo de Israel, com expectativas de lucros elevados (obras de justiça). Os agricultores da vinha são os chefes do povo judeu. O produto é o modo  de viver agradável a Deus. A colheita é o tempo de prestação de contas, o julgamento.  Os servos rejeitados são os profetas. O filho é Jesus, crucificado em Jerusalém. O tempo de Jesus devia ser a ocasião para colheitas abundantes (Reino de Deus), mas Israel não acolheu Jesus; por isso o Reino agora se estende a todos os povos que devem formar a Igreja, da qual Jesus é a pedra fundamental. Seus membros deverão produzir os  frutos que Deus mais aprecia: a justiça, o amor ao próximo e a misericórdia. É inaceitável uma Igreja que não produza frutos”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:

“Em cada Eucaristia, Cristo entrega-se a nós no fruto da videira transformado em seu Sangue, alimento que nos sustenta nesta missão.
Que possamos, como Santa Teresinha, padroeira das Missões, fazer de simples gestos cotidianos, realizados com amor, um testemunho vivo da fé que professamos, oferecendo ao Senhor da vinha frutos que permaneçam”.  (Arquidiocese do Rio de Janeiro)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2 de outubro de 2017 at 5:33 Deixe um comentário

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