Posts filed under ‘Reflexão da Palavra’

Frases sobre Santidade

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1-Santo Afonso de Ligório: “Já que Ele (Deus) me livrou da condenação e quer que eu me torne um santo oferecendo-me sua ajuda, então posso me tornar um santo, não com minhas forças, mas com a graça de Deus que me sustenta”.

2- São Gregório: “Todos os santos foram mártires ou pela espada ou pela paciência”.

3-São Francisco de Sales: “Esta é a sabedoria dos santos: sofrer constantemente por Jesus; assim ficaremos logo santos”.

4-Santo Afonso de Ligório: “A santidade consiste: primeiro numa verdadeira renúncia de si mesmo; segundo, numa total mortificação das próprias paixões; terceiro, numa perfeita conformidade com a vontade de Deus”.

5-Santa Teresa: “Quem quiser chegar à santidade deve vir sem nenhum outro desejo senão o de agradar a Deus”.

6-Santo Afonso de Ligório: “Se estivermos unidos à vontade divina em todas as tributações, é certo, vamos nos tornar santos e seremos os mais felizes do mundo”.

7-São Vicente de Paulo: “A conformidade com a vontade divina é o tesouro do cristão e o remédio para todos os seus males, porque contém a renúncia de si mesmo, a união com Deus e  todas as virtudes. Eis, em resumo, onde está toda a santidade”.

8-São Felipe Neri: “Quem quer ficar verdadeiramente santo nunca deve se desculpar, nem que seja falso o que lhe atribuem”.

9- Santo Afonso de Ligório: “Nosso caminho para a santidade deve ser esse: andar junto com a vontade de Deus”.

10-Santa Teresa: “Quem procura a perfeição deve evitar dizer: fizeram-me isso sem razão. Se queres carregar a cruz, mas somente aquela que se apóia na razão, a santidade não é para ti”.

26 de setembro de 2016 at 20:52 Deixe um comentário

Oração de Santo Afonso de Ligório

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Virgem Imaculada e bendita, vós sois a dispensadora universal de todas as graças, e como tal sois a esperança de todos e a minha esperança também. Dou sempre graças ao meu Senhor que me fez conhecer-vos e compreender o meio de obter as graças e salvar-me. O meio sois vós, o grande Mãe de Deus, porquanto sei que principalmente pelos merecimentos de Jesus e pela vossa intercessão, me hei de salvar.

26 de setembro de 2016 at 7:10 Deixe um comentário

Vigésimo Sétimo Domingo do Tempo Comum -São Lucas 17, 5-10 -Aumenta a nossa fé -Dia 02 de outubro de 2016

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5.Os apóstolos disseram ao Senhor: Aumenta-nos a fé!

6.Disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá.

7.Qual de vós, tendo um servo ocupado em lavrar ou em guardar o gado, quando voltar do campo lhe dirá: Vem depressa sentar-te à mesa?

8.E não lhe dirá ao contrário: Prepara-me a ceia, cinge-te e serve-me, enquanto como e bebo, e depois disto comerás e beberás tu?

9.E se o servo tiver feito tudo o que lhe ordenara, porventura fica-lhe o senhor devendo alguma obrigação?

10.Assim também vós, depois de terdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei: Somos servos como quaisquer outros; fizemos o que devíamos fazer.

“Reunimo-nos para reavivar em nós a chama do amor e da fé operante e transformadora, que nos compromete com o projeto de Jesus. O olhar da fé nos mostra o rosto de homens e mulheres desorientados pelas injustiças e necessidades do serviço e da missão da Igreja. Neste mês missionário, somos convidados a cuidar de tudo aquilo que Deus criou e viu que era muito bom”. (Liturgia Diária)

O Papa Francisco disse assim: “Hoje, o trecho do Evangelho começa assim: “Os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta-nos a fé!’” (Lc 17, 5-6). Parece-me que todos nós podemos fazer nossa essa invocação. Também nós, como os apóstolos, digamos ao Senhor Jesus: “Aumenta-nos a fé!”. Sim, Senhor, a nossa fé é pequena, a nossa fé é fraca, frágil, mas nós a oferecemos a ti como ela é, para que o Senhor a faça crescer”.

O Papa Emérito Bento XVI disse que na parábola do grão de mostarda Jesus “utiliza a imagem da sementeira. Aqui, no entanto, trata-se de uma semente específica, o grão de mostarda, considerada a menor de todas as sementes. Porém, embora seja tão pequenina, ela está cheia de vida, e do seu partir-se nasce um rebento capaz de romper o terreno, de sair à luz do sol e de crescer até se tornar «maior que todas as hortaliças» (cf. Mc 4, 32): a debilidade é a força da semente, o romper-se é o seu poder. E assim é o Reino de Deus”.

“Quando está iluminada pela fé, a alma representa Deus diante de si e contempla-O tanto quanto possível. Abarca os limites do universo e, antes do fim dos tempos, já vê o julgamento e o cumprimento das promessas. Tu, portanto, possui essa fé que depende de Deus e que te leva a Ele; então receberás dele essa fé que age para além das forças humanas”. (São Cirilo de Jerusalém)

O Papa Emérito Bento XVI explicou que “quanto mais alguém trabalhar pelos outros, tanto melhor compreenderá e assumirá como própria esta palavra de Cristo: «Somos servos inúteis» (Lc 17, 10). Na realidade, essa pessoa reconhece que age, não em virtude de uma superioridade ou de uma maior eficiência pessoal, mas porque o Senhor lhe concedeu este dom. Às vezes, a excessiva vastidão das necessidades e as limitações do próprio agir poderão expô-lo à tentação do desânimo. Mas é precisamente então que lhe serve de ajuda saber que, em última instância, não passa de um instrumento nas mãos do Senhor”.

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “A nossa pequena força, aparentemente impotente diante dos problemas do mundo, se for introduzida na força de Deus, não teme obstáculos porque a vitória do Senhor é certa. É o milagre do amor de Deus que faz germinar e crescer cada semente de bem espalhada na terra. E a experiência deste milagre de amor leva-nos a ser otimistas, apesar das dificuldades, dos sofrimentos e do mal que nós encontramos. A semente germina e cresce, porque é o amor de Deus que a faz crescer. A Virgem Maria, que acolheu como «terra boa» a semente da Palavra divina, fortaleça em nós esta fé e esta esperança”.

Oração:

“Senhor, aumenta em nós a fé”? Fazemos isso? Todos: Senhor, aumenta em nós a fé! Senhor, aumenta em nós a fé! Senhor, aumenta em nós a fé! Que a faça crescer!” (Papa Francisco)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

26 de setembro de 2016 at 5:19 Deixe um comentário

O Dia da Bíblia

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Deus em sua infinita misericórdia nos deixou a sua Palavra que é fonte de consolo, alegria, paciência, sabedoria e felicidade. Ele nos deixou uma Carta Magna. São Paulo diz que “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16). A carta aos hebreus diz que “a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

Para aquele que possui a fé sem a qual “é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6), a Palavra de Deus é alimento sólido para a vida espiritual, indispensável para aquele que deseja, pela fé, fazer a vontade de Deus e ter luz na própria vida.

Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).

Toda a Bíblia é a Palavra de Deus aos homens, escrita por pessoas inspiradas pelo próprio Espírito Santo; é a Sua revelação, ensinando-nos tudo o que devemos saber e fazer nesta vida e na outra.

A Bíblia não é um livro de ciência, mas, sim, de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, desde quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, econômicos, etc. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6), disse São Paulo.

 

Para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se antes de tudo o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente e orientação da Igreja, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Foi a Igreja Católica quem compôs a Bíblia, discernindo os 72 livros inspirados, desde os primeiros séculos. Santo Agostinho disse que: “Eu não creria no Evangelho, se a isto não me levasse a autoridade da Igreja católica” (Cat. 119). A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isto: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).

Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois estaremos obedecendo ao próprio Senhor. Podemos dizer como o salmista, no Salmo 118:

“Vossos preceitos são minhas delícias.

Meus conselheiros são as vossas leis” (v. 24).

“O único consolo em minha aflição

É que vossa palavra me dá vida” (v. 50)

“Quão saborosas são para mim vossas palavras,

mais doces que o mel à minha boca” (v. 103).

“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho” (v. 105).

“Encontro minha alegria na vossa palavra,

Como a de quem encontra um imenso tesouro” (v.162).

Fonte: Site do Felipe Aquino

 

24 de setembro de 2016 at 5:52 2 comentários

Comentário feito por São Nersés Snorhali

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Como o rico que amava a vida de prazeres,
Eu amei os prazeres efémeros,
Com este meu corpo animal,
Nos prazeres insensatos. […]

E, de tantas benfeitorias
Que me deste gratuitamente,
Não Te devolvi o dízimo
Que de Ti tinha recebido.

Mas tudo o que estava sob o meu tecto
Feito de terra, ar e mar,
As Tuas benfeitorias inumeráveis,
Pensava que eram propriedade minha.

De tudo isso nada dei ao pobre
E para as suas necessidades nada pus de lado:
Nem comida, para o esfomeado
Nem roupa, para o corpo nu.

Nem abrigo, para o indigente,
Nem morada, para o hóspede estrangeiro,
Nem visitei os doentes,
Nem cuidei dos prisioneiros (cf Mt 25,31ss).

Não me entristeci com a tristeza
Do homem triste, por causa do que lhe pesava;
Nem partilhei a alegria do homem feliz
Mas ardi de inveja dele.

Todos eles são outros Lázaros […]
Que jazem à minha porta. […]
Quanto a mim, surdo ao seu apelo,
Não lhes dei as migalhas da minha mesa. […]

Lá fora, pelo menos, os cães da Tua lei
Consolavam-nos com a língua;
E eu, que ouvia o Teu mandamento,
Com a língua feri aquele que se Te assemelhava (cf. Mt 25,45). […]

Mas dá-me aqui na terra arrependimento,
Para que faça penitência pelos meus pecados. […]
Para que as minhas lágrimas parem
A fornalha ardente e as suas chamas. […]

E, em vez da conduta de um homem sem misericórdia,
Estabelece, no mais fundo de mim, a piedade misericordiosa,
Para que, ao praticar a misericórdia com o pobre,
Eu possa obter misericórdia.

Fonte: Evangelho Quotidiano

22 de setembro de 2016 at 5:03 Deixe um comentário

«Todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos ou terras por causa do Meu nome, receberá cem vezes mais» (Mt 19, 29) -Reflexão de Santo Ambrósio

«Julgais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Não, Eu vo-lo digo, mas antes a divisão. Porque, daqui por diante, estarão cinco divididos numa só casa: três contra dois, e dois contra três». Em quase todas as passagens do Evangelho o sentido espiritual joga um papel importante; mas nesta passagem sobretudo, para não ser rejeitada pela dureza de uma interpretação simplista, é preciso procurar na trama do sentido a profundidade espiritual. […] Como é que Ele próprio disse: «Dou-vos a Minha paz, deixo-vos a Minha paz» (Jo 14, 27), se veio separar os pais dos filhos, os filhos dos pais, rompendo os laços que os unem? Como pode ser chamado «maldito o que trata com desprezo seu pai ou sua mãe» (Dt 27, 16), e fervoroso o que o abandona?

Se compreendermos que a religião vem em primeiro lugar e a piedade filial em segundo, compreenderemos que esta questão se esclarece; com efeito, é preciso fazer passar o humano depois do divino. Porque, se temos deveres para com os pais, quanto mais para com o Pai dos pais, a quem devemos estar reconhecidos pelos nossos pais? […] Ele não diz, portanto, que é preciso renunciar aos que amamos, mas que há que preferir Deus a todos. Aliás, encontramos noutro livro: «Quem amar pai ou mãe mais do que a Mim não é digno de Mim» (Mt 10, 37). Não te é interdito amares os teus pais, mas preferi-los a Deus. Porque as relações naturais são benefícios do Senhor, e ninguém deve amar os benefícios recebidos mais do que a Deus, que preserva os benefícios que dá.

21 de setembro de 2016 at 5:57 Deixe um comentário

O Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça – Comentário de um companheiro de São Francisco de Assis (séc XIII)

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Ó Senhora Pobreza, o filho do Pai soberano enamorou-Se da tua formosura (Sb 8,2) […], sabendo que serias a mais fiel das companheiras. Antes de Ele ter descido da Sua pátria luminosa, foste tu quem lhe preparou um lugar conveniente, um trono onde Se sentar, um leito onde descansar: a paupérrima Virgem, de quem nasceu. Desde o Seu nascimento estiveste à Sua cabeceira; deitaram-nO numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria (Lc 2,7). E tu acompanhaste-O sempre, enquanto Ele esteve na terra: as raposas têm tocas e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. Quando começou a ensinar, depois de ter deixado os profetas falarem em Seu nome, foi a ti quem primeiro Ele elogiou: Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu! (Mt 5,3). Depois, ao escolher alguns amigos como Suas testemunhas para a salvação da humanidade, não foi por comerciantes ricos que optou, mas por modestos pescadores, para a todos mostrar o quanto a estima que te tem, Senhora Pobreza, devia gerar amor por ti. Por fim, como se fosse necessária uma prova gloriosa e definitiva do teu valor, da tua nobreza, da tua coragem e da tua proeminência sobre as outras virtudes, foste a única a manter-te ligada ao Rei da glória, enquanto os amigos escolhidos o abandonaram. Companheira fiel, terna amante, nem por um instante O deixaste; a Ele cada vez mais ligada ficaste, à medida que O vias mais e mais universalmente desprezado […]. Foste tu a única a consolá-lO. Não O deixaste até à morte, «e morte de cruz» (Fl 2,8), nu, com os braços abertos em esforço, com as mãos e os pés trespassados por pregos […], de tal forma que nada mais Lhe restava para mostrar da Sua glória para além de ti.

19 de setembro de 2016 at 9:04 Deixe um comentário

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