Archive for dezembro, 2017

Mensagem

Obrigado Senhor, por todas as gracas derramadas em nossas vidas, nesse ano de 2017! 

E que em 2018,  haja uma chuva de bencaos sobre nos e nossas familias! Amem.

31 de dezembro de 2017 at 13:28 Deixe um comentário

Reflexão para o Domingo da Sagrada Família

A Família de Nazaré nos ensina a cristianizar a família pós-moderna, recolocando Deus no centro e n’Ele reencontrando a verdadeira felicidade.

A imagem da Família de Nazaré como família migrante e pobre nos obriga a refazer a imagem da família atual, retornando às origens e aos valores, ou seja, a abundância de bens materiais não é necessária para ser feliz e amar a Deus e ao próximo.

Padre César Augusto dos Santos – Cidade do Vaticano

O perdão dos pecados acontece por causa de uma atitude de amor para com os pais, pois o lar, Igreja doméstica, voltou a ser o local do encontro com Deus.

A misericórdia em todos os relacionamentos, mas especialmente para com os pais, está em referência ao próprio Deus que é o Pai por excelência. Portanto, honrar os pais, respeitá-los, é prestar culto a Deus.

Tanto a primeira leitura quanto a segunda, da liturgia de hoje, não escondem as falhas no relacionamento familiar e humano, mas nos dizem que o importante aos olhos de Deus não está em ser sem defeitos, em ter uma família perfeita, mas sim na capacidade de amar sem medidas, apesar dos limites e das falhas pessoais. Claro que Deus deseja que sejamos perfeitos, mas mais importante para Ele é que nos amemos e nos perdoemos como Ele nos amou e nos perdoou, sem limites, sem restrições.

Dentro desse pensamento sobre o relacionamento familiar, será importante refletir sobre a realidade da família deste início de século, onde e como vive. Certamente a maioria mora em grandes centros urbanos e é constituída pelo casal e por um ou dois filhos. Um terceiro já faz considerá-la família numerosa.

Também a mãe trabalha fora e pais e filhos se encontram à noite, cansados, muitas vezes diante da televisão, ou durante o jantar. Se isso acontece já poderão se classificar felizes, pois em outros lares, muitas vezes quando pais saem para o trabalho, os filhos ainda dormem e quando voltam eles já estão deitados. O encontro, nesse caso, só se dá no final de semana.

Rezar juntos, passar para os filhos a vivência de uma oração em família, mesmo que seja apenas à mesa, só excepcionalmente, pois em muitos casos, para que possam descansar, não cozinham em casa e vão comer fora, em um restaurante ou na casa de parentes ou de amigos.

É difícil passar valores, enfim, formar os filhos. A sociedade pós moderna penetra em suas entranhas e é muito custoso prepará-los para o futuro, para que sejam filhos e irmãos como Deus quer. Só com a graça divina e com a disposição dos pais para uma autêntica renúncia e sacrifico.

Renúncia aos apelos de dar aos filhos tudo o que a sociedade consumista coloca como valores e que os pais enxergam como coisa boa e vantajosa. É preciso renunciar fazer do filho ou da filha pessoas como nos pede o elitismo, relativizar seus códigos. É preciso questionar os valores propostos por ela e crer nos do Evangelho.

Cabe a pergunta: formo minha família para ser cidadã deste mundo ou para ser cidadã do Reino de Deus, mas neste mundo? Jesus rezou ao Pai dizendo que não queria que nos tirasse do mundo, mas nos preservasse do mal.

Sacrifício: sacrificar significa tornar sagrado. Meu filho, minha filha, são do mundo ou de Deus? O batismo os retirou do paganismo e os fez filhos de Deus, sagrados. Respeito a senhoria de Deus sobre eles ou sou conivente com as solicitações consumistas e mundanas?

A imagem da Família de Nazaré como família migrante e pobre nos obriga a refazer a imagem da família atual, retornando às origens e aos valores, ou seja, a abundância de bens materiais não é necessária para ser feliz e amar a Deus e ao próximo.

É importantíssimo não só a simplicidade de vida, mas sobretudo é fundamental a convivência afetiva e efetiva, além do respeito aos idosos como gratidão e como referência à sua experiência de vida que porta sabedoria e os referenciais da autêntica tradição.

A Família de Nazaré nos ensina a cristianizar a família pós-moderna, recolocando Deus no centro e n’Ele reencontrando a verdadeira felicidade.

31 de dezembro de 2017 at 7:43 Deixe um comentário

Audiência: Papa explica os ritos introdutórios da missa

Papa Francisco na Audiência Geral de 20 de dezembro de 2017

Na catequese, Francisco deu prosseguimento ao ciclo sobre a celebração eucarística e explicou a importância dos ritos introdutórios.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

O Papa Francisco conduziu a Audiência Geral desta quarta-feira, realizada na Sala Paulo VI em clima natalino.

Dando prosseguimento ao ciclo sobre a eucaristia, em sua catequese o Pontífice recordou as duas partes que compõem a missa: a liturgia da Palavra e a Liturgia eucarística. Para explicar melhor cada uma delas, nesta ocasião explicou os ritos introdutórios: a entrada, a saudação, o ato penitencial, o Kyrie eleison, o Glória e a oração chamada Coleta, das intenções de todo o povo de Deus.

“A finalidade destes ritos introdutórios é fazer com que os fiéis congregados formem comunidade e se disponham a escutar com fé a Palavra de Deus e a celebrar dignamente a Eucaristia”, afirmou o Papa.

“ Não é um bom hábito ficar olhando o relógio, ‘ainda estou em tempo’, o cálculo. Com o sinal da cruz, com esses ritos, começamos a adorar a Deus, por isso é importante não chegar atrasado, mas sim com antecedência, para preparar o coração a este rito. ”

Na procissão de entrada, o celebrante chega ao presbitério, saúda o altar com uma inclinação e, em sinal de veneração, beija-o e incensa-o, porque o altar é sinal de Cristo, que, oferecendo o seu corpo na cruz, tornou-Se altar, vítima e sacerdote. “Quando olhamos o altar, vemos onde Cristo está. O altar é Cristo”, explicou.

Em seguida, o sacerdote e restantes membros da assembleia fazem o sinal da cruz: com este sinal, não só recordamos o nosso Batismo, mas afirmamos também que a oração litúrgica se realiza ‘em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo’, desenrola-se no espaço da Santíssima Trindade, que é espaço de comunhão infinita; toda a oração tem como origem e fim o amor de Deus Uno e Trino que se manifestou e nos foi doado na Cruz de Cristo.

E mais uma vez Francisco pediu aos pais e aos avós que ensinem bem as crianças a fazer o sinal da cruz.

Depois o sacerdote dirige a saudação litúrgica à assembleia: “O Senhor esteja convosco!”. ‘Ele está no meio de nós’: responde-lhe o povo de Deus. Assim se expressa a fé comum e o mútuo desejo de estar com o Senhor e viver em união com toda a comunidade.

“Estamos no início da missa e devemos pensar no significado de todos esses gestos e palavras. Estamos  entrando numa ‘sinfonia’, na qual ressoam várias tonalidades de vozes, inclusive momentos de silêncio, com a finalidade de criar o ‘acordo’ entre todos os participantes, isto é, de se reconhecer animados por um único Espírito e para um mesmo fim.”

Esta sinfonia apresenta logo um momento tocante, que é o ato penitencial, isto é, o momento de reconhecer os próprios pecados. “Todos somos pecadores. Talvez alguns de vocês não”, brincou o Papa com fiéis, pedindo que o “não pecador” levantasse a mão para ser reconhecido pela multidão. “Vocês têm uma boa fé”, disse Francisco, já que ninguém se manifestou.

“Não se trata somente de pensar nos pecados cometidos, mas é muito mais: é o convite a confessar-se pecadores diante de Deus e dos irmãos, com humildade e sinceridade, como o publicano no templo”, concluiu o Papa, acrescentando que devido à sua importância, a próxima catequese será dedicada justamente ao ato penitencial.

31 de dezembro de 2017 at 5:46 Deixe um comentário

Cardeal Orani: contemplar, rezar e ver o exemplo da Sagrada Família

30 de dezembro de 2017 at 5:51 Deixe um comentário

Papa: Deus com a sua ternura se aproxima de nós e nos salva

Papa na Capela da Casa Santa Marta

Em sua homilia o Papa refletiu sobre a ternura, afirmando que as nossas chagas são “o lugar teológico da ternura de Deus”.

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco celebrou a Eucaristia na Capela da Casa Santa Marta, nesta quinta-feira (14/12), e a sua homilia teve como ponto central a ternura de Deus.

O tema é sugerido pela Primeira Leitura extraída do Livro do Profeta Isaías e do Salmo 144 que diz: “A sua ternura abraça toda criatura”.

A imagem apresentada por Isaías é a de um Deus que nos fala como um pai fala ao seu filho, abaixando a voz para torná-la mais parecida à voz da criança. Primeiramente, o tranquiliza, fazendo um carinho: “Não temais. Eu vos ajudarei”:

“Parece que o nosso Deus quer cantar para nós uma canção de ninar. O nosso Deus é capaz disso. A sua ternura é assim: é pai e mãe. Muitas vezes diz: “Se uma mãe se esquecer do filho, eu não o esquecerei. Ele nos leva em suas vísceras. É o Deus que com esse diálogo se faz pequeno para nos entender, para fazer com que tenhamos confiança Nele e possamos dizer-lhe com a coragem de Paulo que muda a palavra e diz: Papai, Abba. Papai é a ternura de Deus.”

O grande que se faz pequeno e o pequeno que é grande

“É verdade que às vezes Deus nos dá umas pancadas”, disse o Papa. “Ele é grande, mas com a sua ternura se aproxima de nós e nos salva. Este é um mistério e uma das coisas mais bonitas”:

“É o Deus grande que se faz pequeno e em sua pequenez não deixa de ser grande. E nessa dialética grande é pequeno, existe a ternura de Deus. O grande que se faz pequeno e o pequeno que é grande. O Natal nos ajuda a entender isso: na manjedoura, o Deus pequeno. Lembro-me de uma frase de Santo Tomás, na primeira parte da Suma Teológica. Querendo explicar: “O que é o divino? O que é a coisa mais divina?, diz: “Non coerceri a maximo contineri tamen a minimo divinum est”, ou seja, não se espante com as coisas grandes, mas considere as coisas pequenas. Isso é divino, as duas coisas juntas.”

Mas, onde pode ser encontrada a ternura de Deus?

Deus não só nos ajuda, mas nos faz também promessas de alegria, de uma grande colheita, para nos facilitar a ir adiante. O Deus que, repete o Papa, não só é pai mas é papai:

Sou capaz de falar com o Senhor assim ou tenho medo? Cada um responda. Mas, alguém pode dizer, pode perguntar: “Qual é o local teológico da ternura de Deus? Onde pode ser encontrada a ternura de Deus? Qual é o lugar onde a ternura de Deus se manifesta melhor? Na chaga. As minhas chagas, as chagas de Jesus, quando se encontram as minhas e as suas chagas. Em suas chagas fomos curados”.

O Papa recordou a Parábola do Bom Samaritano: ali alguém se inclinou para ajudar homem que caiu nas mãos dos assaltantes e o socorreu limpando as suas feridas e pagou para que fosse medicado. Eis “o lugar teológico da ternura de Deus: as nossas chagas”. Francisco concluiu exortando a pensar durante o dia no convite do Senhor. Mostra-me as suas chagas. Quero curá-las”.

30 de dezembro de 2017 at 5:16 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

27\12\17: Deus, apaixonado por nós, nos atrai com a sua ternura, nascendo pobre e frágil entre nós, como um de nós.

Hoje queremos recordar aqueles que sofrem perseguições e estar próximos a eles com nosso carinho e a nossa oração.

Paremos para ver o presépio: entremos no verdadeiro Natal com os pastores, levando ao Menino Jesus aquilo que somos.
Contemplando o Menino Jesus, amor humilde e infinito, digamos a Ele simplesmente: “Obrigado, porque você fez tudo isso por mim!”
Se quisermos celebrar o verdadeiro Natal, contemplemos este sinal: a simplicidade frágil de um recém-nascido. Ali está Deus.

Vamos libertar o Natal da mundanidade que o tomou como refém! O verdadeiro espírito do Natal é a beleza de sermos amados por Deus.

21 de dez de 2017: Sem amor, tanto a vida quanto a fé permanecem estéreis.

20\12\17: No céu, não vale o que temos, mas o que damos.

19\12\17: Vão ao encontro de Jesus, fiquem com Ele na oração, confiem toda a sua existência ao seu amor misericordioso.

18\12\17: Todo estrangeiro que bate à nossa porta é uma oportunidade de encontro com Jesus Cristo

17\12\17: O Senhor nos dê a sabedoria para buscarmos o que é importante e a coragem de amar, não com palavras, mas com fatos.

16\12\17: Santificamo-nos trabalhando pelos outros, prolongando assim na história o ato criador de Deus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

29 de dezembro de 2017 at 5:33 Deixe um comentário

Natal – Papa Francisco

29 de dezembro de 2017 at 5:27 Deixe um comentário

Papa convida a rezar pelos idosos, em dezembro

2017-12-04 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Foi publicada, nesta segunda-feira (04/12), a mensagem de vídeo em que o Papa Francisco apresenta as intenções de oração, para o mês dezembro, ao Apostolado de Oração, Rede Mundial de Oração do Papa. Este mês, o Papa convida a rezar pelos idosos.

 

A idealização dos vídeos é da agência de comunicação “La Machi”, realizados em colaboração com o Centro Televisivo Vaticano (CTV).

“Um povo que não protege os avós e não os trata bem é um povo que não tem futuro! São os idosos que oferecem a sabedoria da vida”, afirma o Papa no vídeo.

“Eles foram encarregados de transmitir a experiência da vida, a história de uma família, de uma comunidade, de um povo.”

“Tenhamos presente os nossos idosos, para que, sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência na educação das novas gerações”, conclui Francisco.

Segundo o Apostolado de Oração, os desafios para este mês de dezembro são: visitar familiares ou conhecidos idosos neste tempo de Natal e levar-lhes a alegria do nascimento de Jesus; promover na própria comunidade algum momento de partilha de histórias de vida da parte de alguns idosos, orientado para os mais jovens, estar atentos a situações de abandono ou fragilidade de pessoas idosas e ajudar a resolvê-las.

28 de dezembro de 2017 at 5:49 Deixe um comentário

Frases sobre a Sagrada Família

Imagem feita de sal de Jesus, Maria e José, em Cracóvia (Polônia).

1- Papa Francisco: “Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, escolas autênticas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas”.

2-Papa Emérito Bento XVI: “Na sua narração da infância de Jesus, são Lucas ressalta o modo como Maria e José eram fiéis à Lei do Senhor. Cumprem com profunda devoção tudo aquilo que é prescrito depois do parto de um primogênito varão”.

3-São João Crisóstomo: “Eis o Bebê envolto em panos, deitado numa manjedoura; e Maria, Virgem e Mãe; e também José, a quem chamamos seu pai”.

4-Liturgia das Horas: “Na arte humilde de José, jovem Jesus já se inicia e ao trabalho do operário de boa mente se associa. Junto do filho está a mãe, junto ao esposo a santa esposa. Lá se compensam os cansaços por amizade afetuosa”.

5-Papa Francisco: “A aliança de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Família de Nazaré, ilumina o princípio que dá forma a cada família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história.

6-São João XXIII: “São José, guardião de Jesus, esposo castíssimo de Maria, que passaste a tua vida a cumprir o teu dever na perfeição, sustentando a Sagrada Família de Nazaré com o trabalho das tuas mãos, digna-te proteger aqueles que se voltam confiadamente para ti”.

7-Felipe Aquino: “A Família de Nazaré sempre foi e sempre será o modelo para todas as famílias cristãs. Acima de tudo, vemos uma família que vive por Deus e para Deus; o seu projeto é fazer a vontade de Deus”.

8-Papa Francisco: “Recitando o Ave-Maria, somos levados a contemplar os mistérios de Jesus, ou seja, a meditar sobre os momentos centrais da sua vida a fim de que, como para Maria e são José, Ele seja o cerne dos nossos pensamentos, das nossas atenções e das nossas obras”.

9-São João Crisóstomo: “Que posso eu dizer sobre este mistério? Vejo um operário, uma manjedoura, um Menino, uns paninhos, uma Virgem que dá à luz privada do necessário; vejo as marcas de indigência, o fardo da pobreza. Alguma vez vistes a riqueza em tal penúria?”

10-Papa Emérito Bento XVI: “Quarenta dias depois do seu nascimento, apresenta diante dos nossos olhos um momento particular da vida da Sagrada Família: segundo a lei moisaica, o menino Jesus é levado por Maria e José ao templo de Jerusalém para ser oferecido ao Senhor”.

11-Papa Francisco: “Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus”.

12-Felipe Aquino: “A Sagrada Família é a escola das virtudes por meio da qual toda pessoa deve aprender e viver desde o lar”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

28 de dezembro de 2017 at 5:48 Deixe um comentário

Santa Maria, Mãe de Deus – Encontraram Maria, José e o recém-nascido deitado na manjedoura – São Lucas 2, 16-21 – Dia 1º de Janeiro de 2018

“16.Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. 17.Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. 18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores. 19.Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração. 20.Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito. 21.Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno. 22.Concluídos os dias da sua purificação segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor,”

Fonte: Bíblia Ave Maria

O Evangelho

O Papa Emérito Bento XVI explicou: “Contemplamos hoje Maria, mãe sempre virgem do Filho unigênito do Pai; aprendemos dela a receber o Menino que nasceu para nós em Belém. Se no menino que ela deu à luz reconhecemos o Filho eterno de Deus e o acolhemos como o nosso único Salvador, podemos ser chamados e somo-lo realmente filhos de Deus: filhos no Filho. Escreve o Apóstolo: “Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à Lei, para resgatar os que se encontravam sob o jugo da Lei e para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4, 4). (1° de Janeiro de 2008)

O Papa Francisco disse que “Maria deu-nos o calor materno, que nos envolve no meio das dificuldades; o calor materno que não deixa, nada e ninguém, apagar no seio da Igreja a revolução da ternura inaugurada pelo seu Filho. Onde há uma mãe, há ternura. E Maria, com a sua maternidade, mostra-nos que a humildade e a ternura não são virtudes dos fracos, mas dos fortes; ensina-nos que não há necessidade de maltratar os outros para sentir-se importante”. (01\01\17)

Santa Maria, Mãe de Deus

O Papa Francisco explicou: “Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Assim descreve Lucas a atitude com que Maria acolhe tudo aquilo que estava a viver naqueles dias. Longe de querer compreender ou dominar a situação, Maria é a mulher que sabe conservar, isto é, proteger, guardar no seu coração a passagem de Deus na vida do seu povo. Aprendeu a sentir a pulsação do coração do seu Filho, ainda Ele estava no seu ventre, ensinando-Lhe a descobrir, durante toda a vida, o palpitar de Deus na história”. (01\01\17)

“Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o Filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que Ele é Deus (Jo. 20,28;  05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (mt. 01,22-23)”. (São João Paulo II)

O Papa Emérito Bento XVI disse que “o próprio Deus, através de seu mensageiro, dissera a Maria – e também a José – que o nome a ser dado para a criança era “Jesus” (Mt 1, 21; Lc 1, 31), e assim aconteceu. Aquele nome que Deus já tinha estabelecido antes mesmo que o Menino fosse concebido, lhe é dado oficialmente no momento da circuncisão. E isto marca definitivamente a identidade de Maria: ela é “a mãe de Jesus”, ou seja a mãe do Salvador, do Cristo, do Senhor. Jesus não é um homem como qualquer outro, mas é o Verbo de Deus, uma das Pessoas divinas, o Filho de Deus: por isso a Igreja deu a Maria o título de Theotokos, ou seja, “Mãe de Deus”. (01\01\13)

Ano Novo Civil

“Com alegria nos encontramos aqui para a primeira Eucaristia do ano civil. Maria acolhe com amor materno a todos nós, que nos reunimos para celebrar a sublime graça que recebeu de ser a Mãe de Deus e nossa. Neste dia mundial da paz, peçamos a ela que nos acompanhe ao longo de todo o ano e nos ajude em nosso compromisso com um mundo pacífico, livre de toda escravidão e aberto às bênçãos divinas”. (Liturgia Diária)

“Iniciamos novo ano civil, celebrando a Solenidade de Maria, Mãe de Deus e nossa. O evangelho está mais enfocado na pessoa de Jesus do que em Maria. Temos também a presença marcante dos pastores, pessoas simples, pobres e até desprezadas, mas são eles os primeiros a tomar conhecimento do recém-nascido. Partem em busca dele e, após o encontro, tornam-se os primeiros anunciadores da chegada do Salvador da humanidade. Essa é a boa notícia que traz muita alegria e esperança ao povo que aguarda a realização das profecias”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Dia Mundial da Paz

“O amor é a forma mais alta e mais nobre de relação dos seres humanos” . Foi esta consciência que me orientou, ao redigir a Mensagem para este Dia Mundial da Paz. Deus nos ajude a construir todos juntos a “civilização do amor”. Somente uma humanidade em que prevalecer o amor será capaz de fruir de uma paz genuína e duradoura”. (São João Paulo II)

O Papa Francisco disse: “Paz a todas as pessoas e a todas as nações da terra! A paz, que os anjos anunciam aos pastores na noite de Natal, é uma aspiração profunda de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo de quantos padecem mais duramente pela sua falta. Dentre estes, que trago presente nos meus pensamentos e na minha oração, quero recordar de novo os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. Estes últimos, como afirmou o meu amado predecessor Bento XVI, «são homens e mulheres, crianças, jovens e idosos que procuram um lugar onde viver em paz». (Mensagem para 1º de Janeiro de 2018)

Conclusão:

“Iniciar ano novo sob a proteção de Maria é sempre motivo de muita alegria. Ao longo do ano,  procuremos, a exemplo dos pastores, ser pessoas que apontam caminhos de esperança e otimismo ao povo, frente aos desafios e dificuldades. Aprendamos de Maria a observar e a meditar sobre os fatos e as notícias que nos chegam diariamente para descobrirmos os caminhos de Deus, que se revelam também no meio de caminhos tortuosos. Deus age através das pessoas e dos acontecimentos. Saibamos discernir a mão de Deus presente nos altos e baixos da vida”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:

“Dá-me, Senhora Mãe de Deus um pouco da tua força… para a minha fraqueza. Um pouco de tua coragem… para o meu desalento. Um pouco da tua compreensão… para o meu problema.Um pouco da tua plenitude… para o meu vazio. Um pouco da tua rosa… para o meu espinho. Um pouco da tua certeza… para minha dúvida. Um pouco do teu sol… para o meu inverno. Um pouco da tua disponibilidade… para o meu cansaço. Um pouco do teu rumo infinito… para o meu extravio. Um pouco da tua neve… para o meu barro. Um pouco da tua serenidade… para minha inquietude. Um pouco da tua chama… para meu gelo. Um pouco da tua luminosidade… para a minha noite. Um pouco da tua alegria… para minha tristeza. Um pouco da tua sabedoria… para minha ignorância. Um pouco do teu amor… para meu rancor. Um pouco da tua pureza… para meu pecado. Um pouco da tua vida… para minha morte. Um pouco da tua transparência… para o meu escuro. Um pouco do Teu Filho de Deus… para meu filho pecador. Com todos esses “poucos”, Senhora, eu terei tudo. E assim seja, eternamente, com Cristo na glória, Aleluia!” (Com. Canção Nova)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

27 de dezembro de 2017 at 5:58 Deixe um comentário

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