Archive for janeiro, 2020

Oração a São João Bosco

Oh, Dom Bosco Santo, que com tão grande amor e zelo, cultivastes às múltiplas formas de ação católica que hoje florescem na Igreja, concedei a suas associações o maior progresso e desenvolvimento. Redobrai, em todos os corações, a devoção à Santíssima Eucaristia e a Maria Auxiliadora dos cristãos.

Acrescentai neles o amor ao Papa, o zelo pela propagação da fé, um solícito esmero pela educação da juventude e grandes entusiasmos para suscitar novas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Fazei que, em cada uma das nações, fomente-se e inicie a guerra contra a blasfêmia, o mal falar e a imprensa ímpia; fazendo surgir em todas as partes novos cooperadores para as diversas formas de apostolado recomendadas pelo Vigário de Cristo.

Infundi em todos os corações católicos a chama de vosso zelo, para que, vivendo em caridade difusiva, possam, ao fim de suas vidas, recolher o fruto das muitas obras boas praticadas durante ela.

Rezar um Pai-Nosso, Deus te salve e Glória.

São João Bosco, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

31 de janeiro de 2020 at 5:37 Deixe um comentário

Papa: cristãos sem alegria são prisioneiros das formalidades

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Não sentir vergonha de expressar a alegria do encontro com o Senhor: foi o que disse o Papa Francisco na homilia desta manhã, acrescentando que o Evangelho só irá avante com evangelizadores cheios de vida.

Adriana Masotti – Cidade do Vaticano

O Papa Francisco celebrou esta manhã (28/01) a missa na capela da Casa Santa Marta e no centro da sua homilia esteve a alegria de ser cristão.

O Pontífice inspirou-se na Primeira Leitura, extraída do Segundo Livro de Samuel, que narra a festa de Davi e de todo o povo de Israel pelo regresso da Arca da Aliança ao seu lugar, isto é, a Jerusalém.

O povo faz festa porque Deus está próximo

A arca tinha sido levada embora, recordou o Papa, e o seu retorno foi “uma grande alegria para o povo”, já que ele sente que Deus lhe está próximo, e exulta.

O rei Davi está com eles, coloca-se à frente da procissão, faz o sacrifício de um boi e de um carneiro a cada seis passos. Com o povo, exulta, canta e dança “com todas as forças”.

Havia uma festa: a alegria do povo de Deus porque Deus estava com eles. E Davi? Dança. Dança diante do povo, expressa a sua alegria sem sentir vergonha; é a alegria espiritual do encontro com o Senhor: Deus voltou entre nós. E isto nos dá tanta alegria. Davi não pensa que é o rei e que o rei deve ficar distante do povo, a sua majestade – não? -, com a distância… Davi ama o Senhor, está feliz com este evento de conduzir a arca do Senhor. Expressa esta felicidade, esta alegria dançando, e certamente também cantava como todo o povo.

Francisco afirmou que acontece o mesmo com a gente, de sentir alegria “quando estamos com o Senhor” e às vezes, na paróquia, as pessoas fazem festa. E citou outro episódio da história de Israel, quando foi reencontrado o livro da lei no tempo de Neemias e também ali “o povo chorava de alegria”, continuando a festejar inclusive em casa.

O desprezo pela espontaneidade da alegria

O texto do profeta Samuel continua descrevendo a volta de Davi para sua casa, onde encontra uma das mulheres, Micol, a filha de Saul. Ela o acolhe com desprezo. Vendo o rei dançar, sentiu vergonha dele e o repreendeu dizendo: “Mas não sente vergonha dançando como um vulgar, como alguém do povo?”.

É o desprezo da religiosidade requintada pela espontaneidade da alegria com o Senhor. E Davi explica para ela: “Mas veja, isso foi motivo de alegria. Alegria no Senhor, porque trouxemos a arca para casa!”. [Ela] despreza. E diz a Bíblia que essa senhora – se chamava Micol – não teve filhos por isso. O Senhor a puniu. Quando falta a alegria em um cristão, esse cristão não é fecundo; quando falta a alegria em nosso coração, não há fecundidade.

É preciso evangelizadores alegres para seguir em frente

O Papa Francisco observa então que a festa não se expressa apenas espiritualmente, mas se torna partilha. Davi, naquele dia, após a bênção, havia distribuído “um pão de forno para cada um, uma porção de carne assada e torta de uvas”, para que cada um festejasse em sua própria casa.

“A Palavra de Deus não se envergonha da festa”, afirma Francisco, que acrescenta: “É verdade, às vezes o perigo da alegria é ir além e acreditar que isso é tudo. Não: esta é a atmosfera de festa.”

E recorda então que São Paulo VI em sua Exortação Apostólica “Evangelii Nuntiandi“, fala desse aspecto e exorta à alegria. E Francisco conclui sua homilia com este pensamento:

“A Igreja não irá em frente. O Evangelho não irá em frente com evangelizadores enfadonhos, amargurados. Não. Somente irá em frente com evangelizadores alegres e cheios de vida. A alegria no receber a Palavra de Deus, a alegria de ser cristãos, a alegria de seguir em frente, a capacidade de festejar sem se envergonhar e não ser como esta senhora, Micol, cristãos formais, cristãos prisioneiros das formalidades”.

31 de janeiro de 2020 at 5:36 Deixe um comentário

«Simeão recebeu-O em seus braços e bendisse a Deus»

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«Tende nas mãos as vossas lâmpadas acesas» (Lc 12,35). Mostremos, através deste sinal visível, a alegria que partilhamos com Simeão, que tem nas mãos a luz do mundo. […] Sejamos ardentes pela devoção e luminosos pelas obras, e, com Simeão, levaremos Cristo em nossas mãos. […] Hoje, a Igreja sugere-nos que acendamos velas. […] Com a nossa vela acesa na mão, certamente nos lembramos do bem-aventurado ancião. Nesse dia, ele tomou Jesus nos braços, o Verbo presente na carne, semelhante à luz na cera, testemunhando que Ele era «luz para se revelar às nações». É verdade que o próprio Simeão era «uma luz ardente e brilhante», que prestava homenagem à luz (Jo 5,35; 1,7). Foi por isso que veio ao Templo, conduzido pelo Espírito, do qual estava repleto, «para receber, ó Deus, a tua misericórdia no meio do teu Templo» (Sl 47,10) e proclamar que ela é a misericórdia e a luz do teu povo. Tu, ancião cintilando de paz, não tinhas a luz apenas em tuas mãos, mas foste penetrado por ela. Estavas tão iluminado por Cristo que viste antecipadamente que Ele iluminaria as nações […], que hoje resplandeceria o brilho da nossa fé. Regozija-te agora, santo ancião; vê hoje o que tinhas entrevisto antecipadamente: as trevas do mundo dissiparam-se, «as nações caminham à sua luz», «toda a Terra está repleta da sua glória» (Is 60,3; 6,3).

Beato Guerric de Igny

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

 

 

30 de janeiro de 2020 at 5:45 Deixe um comentário

Francisco: o essencial da vida é a nossa relação com Deus

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As doenças da alma devem ser curadas e o remédio é o perdão: na missa matutina na Casa Santa Marta, o Papa Francisco comentou o episódio evangélico da cura do paralítico realizada por Jesus.

Adriana Masotti – Cidade do Vaticano

Ao celebrar a missa na capela da Casa Santa Marta (17/01), o Papa comentou o trecho de hoje, extraído do Evangelho segundo Marcos, que apresenta um episódio de cura realizada por Jesus a um paralítico.

Jesus está em Cafarnaum e a multidão está reunida em volta dele. Através da abertura feita no teto da casa, algumas pessoas levam a Ele um homem deitado numa maca. A esperança é que Jesus cure o paralítico, mas surpreende a todos dizendo: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Somente depois ordenará que se levante, pegue a cama e volte para casa.

O Pontífice comentou dizendo que, com as suas palavras, Jesus nos permite ir ao essencial. “Ele é um homem de Deus”, afirmou o Papa: cura, mas não é um curandeiro, ensina, mas é mais do que um mestre, e diante da cena que se apresenta, vai ao essencial:

Olha o paralitico: “Os teus pecados estão perdoados”. A cura física é um dom, a saúde física é um dom que devemos proteger. Mas o Senhor nos ensina ainda que também a saúde do coração, a saúde espiritual precisa ser preservada.

O medo de ir ali onde acontece o encontro com o Senhor

Jesus vai essencial também com a mulher pecadora, de que fala o Evangelho, quando diante do seu choro, diz“Os teus pecados estão perdoados”. Os outros ficam escandalizados, afirmou o Papa, “quando Jesus vai ao essencial, se escandalizam, porque ali está a profecia, ali está a força”.

Do mesmo modo, “vai, mas não peques mais”, diz Jesus ao homem da piscina que nunca chega em tempo para descer na água para poder curar. À Samaritana que lhe faz tantas perguntas, -“fazia um pouco o papel de teóloga”, disse o Papa – Jesus pergunta do marido. Vai ao essencial da vida. “E o essencial – afirmou Francisco – é a sua relação com Deus. E nós muitas vezes esquecemos disto, como se tivéssemos medo de ir propriamente ali, onde há o encontro com o Senhor, com Deus”. O Papa observou que fazemos tanto por nossa saúde física, trocamos conselhos sobre médicos e remédios, o que é bom, “mas pensamos na saúde do coração?”.

Aqui tem uma palavra de Jesus que talvez nos ajudará: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Estamos acostumados a pensar neste remédio do perdão dos nossos pecados, dos nossos erros? Nós nos perguntamos: “Eu devo pedir perdão a Deus por alguma coisa?”. “Sim, sim, sim, em geral todos somos pecadores”, e assim a coisa se dilui e perde a força, esta força de profecia que Jesus faz quando vai ao essencial. E hoje Jesus, a cada um de nós, nos diz: “Eu quero perdoar os teus pecados”.

O perdão é o remédio para a saúde do coração

O Papa prosseguiu afirmando que há pessoas que não encontram pecados em si mesmas para confessar, porque “falta a consciência dos pecados”. “Pecados concretos”, “doenças da alma”, “doenças da alma” que devem ser curadas “e o remédio para se curar é o perdão”.

É uma coisa simples, mas que Jesus nos ensina quando vai ao essencial. O essencial é a saúde, toda: do corpo e da alma. Devemos preservar bem a do corpo, mas também a saúde da alma. E devemos ir àquele médico que pode nos curar, que pode perdoar os pecados. Jesus veio para isto, deu a vida por isto. 

30 de janeiro de 2020 at 5:45 Deixe um comentário

Papa: somos pecadores, mas não escravos do mal

Papa Francisco

Papa Francisco  (Vatican Media)
“Aprendamos com João Batista a ‘não presumir que já conhecemos Jesus, de saber tudo sobre Ele. Não, não é assim. Temos que nos deter no Evangelho”. É o convite do Papa neste domingo, 19 de janeiro, durante a oração do Angelus.

Jane Nogara – Cidade do Vaticano

Na manhã deste domingo, 19 de janeiro, na Praça São Pedro, o Papa Francisco  durante a oração do Angelus convidou a todos a “darem um testemunho de Jesus”, recordando que no Evangelho de João “ao contrário dos outros três, não descreve o acontecimento, mas nos propõe o testemunho de João Batista. Ele foi a primeira testemunha de Cristo. Deus o chamara e o prepara para isso”.

João Batista

Depois do Batismo, João Batista, “ não consegue resistir ao impelente desejo de dar testemunho de Jesus e declara: ‘Eu vi e por isso dou testemunho’”.

E comenta a extraordinária novidade trazida por Jesus:

“Enquanto em todas as religiões é o homem que oferece e sacrifica alguma coisa a Deus, no evento Jesus é Deus que oferece o próprio Filho para a salvação da humanidade”

E o Papa pondera:

“O testemunho de João Batista nos convida a recomeçar sempre no nosso caminho de fé: recomeçar de Jesus Cristo, Cordeiro cheio de misericórdia que o Pai deu para nós”. Portanto deixar-nos sempre surpreender pela escolha de Deus de estar ao nosso lado.

Pecadores, mas não escravos

Porém, adverte o Papa:

“Aprendamos com João Batista a ‘não presumir que já conhecemos Jesus, de saber tudo sobre Ele. Não, não é assim. Temos que nos deter no Evangelho”

Francisco afirma “deixemo-nos instruir pelo Espírito Santo, que dentro nos diz: é Ele! É o Filho de Deus que se fez cordeiro, imolado por amor. Ele, Ele sozinho carregou, sofreu e expiou o pecado do mundo e também os meus pecados”.

Para finalmente entendermos que sim, ainda somos pobres pecadores porém não mais escravos, não, mas filhos, filhos de Deus!

 

29 de janeiro de 2020 at 5:46 Deixe um comentário

Nossa Senhora das Angústias na Espanha

Nos primeiros tempos, após a reconquista de Granada (Espanha) pelos reis católicos, vários devotos cristãos membros de uma irmandade, mandaram construir, nas imediações da cidade uma ermida que, não se sabe por que do motivo, puseram sob a proteção das angústias de Nossa Senhora. Mas é de crer que a ideia partisse de algum confrade devoto das dores da Santíssima Virgem.

O caso é que, como este nome ficou conhecido tão rapidamente, os que haviam mandado edificar a ermida resolveram colocar nela uma imagem de Nossa Senhora que justificasse, com sua figura e aspecto, o nome.

Com esse intento, começaram a tomar as necessárias providências para encontrar um artífice que fizesse a imagem conforme a idealizavam os confrades e eis que, certa tarde, entram na ermida dois belos rapazes, conduzindo uma senhora coberta com um manto preto. Chegados os três ao pé do altar, ali permaneceram em oração durante muito tempo. Ao escurecer ,retiraram-se os dois moços, ficando a senhora a orar, segundo Ihes parecia. Os confrades, apesar de estar quase na hora de fechar a ermida, não quiseram perturbar a devoção da enlutada senhora e decidiram esperar que acabasse suas orações.

Mas o tempo passava, já era noite cerrada e a necessidade de fechar a ermida impôs-se aos confrades, acima de toda a consideração. Um deles, portanto, aproximou-se discretamente da senhora, anunciando-lhe que iam fechar a ermida, mas não obteve resposta, continuando a senhora na mesma imobilidade. O confrade foi então dar conta aos companheiros da singularidade do caso e, passado mais algum tempo, decidiram ir todos manifestar à misteriosa senhora a necessidade de sair da capela.

Assim o fizeram. Porém, não tendo sido atendidas as suas corteses observações, um dos confrades se adiantou para chamar-lhe a atenção e, ao olhar para seu rosto, ficou estupefato, e sem poder proferir uma palavra: a misteriosa senhora tinha no rosto a mesma imobilidade que se notava em seu corpo. Em uma palavra: o que os confrades tinham tomado por um ser humano, era uma perfeitíssima escultura.

Shutterstock
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Seu assombro não teve limites diante de tão extraordinária descoberta. Tinham em sua presença, a mais exata representação das angústias da Santíssima Virgem, ao ver e sentir os martírios da paixão e morte de seu Divino Filho.

Era a imagem que tinham em sua mente, concebida para ser colocada no altar de sua ermida. O prodígio os deixou extáticos. Prodígio, sim, porque se via claramente, em tudo aquilo, a intervenção milagrosa da providência de Deus.

Uns vulgares escultores estavam em trato com a irmandade, que esperava sua resposta estipulando as condições de seu trabalho e, uma vez realizado o contrato, apressar-se-iam a executar a encomenda. Em vez disso, porém, dois moços desconhecidos trazem a imagem, colocam-na de modo que possa confundir-se com uma piedosa senhora em oração, enquanto desaparecem despercebidamente, evitando chamar a atenção dos devotos que estão na ermida.

Não é isso mais que suficiente para os confrades entenderem que a santa imagem que tinham diante dos olhos era um presente do céu? Prostrados ante à sagrada imagem, permaneceram longo tempo a orar. Uma vez satisfeito esse primeiro impulso de sua devoção, partiram para a cidade, para dar a notícia da prodigiosa aparição. Desde aquela hora, não cessaram os fiéis de acorrer então, para ver e admirar a formosa imagem da Virgem angustiada, com o corpo perfeitíssimo de seu Filho no regaço. Foi tal a concorrência, que não foi possível entrarem todos de uma vez naquele reduzido espaço, tendo sido preciso dividir os fiéis em turnos, para que pudessem todos contemplar as sagradas imagens.

Estabeleceu-se rapidamente, em Granada e em novos povos dos arredores, o culto de Nossa Senhora das Angústias na ermida construída para esse fim. E logo os milagres que nela se operaram, deram testemunho da procedência divina da sagrada imagem. Por esse motivo, tornou-se logo insuficiente a modesta capela; a primitiva irmandade, composta então de um número reduzido de humildes devotos, aumentou logo em número e qualidade de confrades, a ponto de tornar-se uma das mais importantes de Granada.

Com os novos elementos, era fácil dotar a santa imagem com um templo suntuoso, e era este o objetivo da irmandade. No entanto, uma piedosa concorrência se estabeleceu entre os confrades e várias ordens religiosas, que desejavam tomar a seu cargo o culto da milagrosa imagem. Interveio então o arcebispo de Granada, o qual, inspirado por luzes do céu, determinou erigir a capela em igreja paroquial, comprando para isso o terreno necessário. Seu desejo foi realizado em 16O9, ano em que começou a funcionar a nova paróquia.

O número dos paroquianos foi, em princípio, reduzido; mas o desejo de se porem, tanto quanto possível, sob a proteção da santa imagem, fez com que em pouco tempo se povoassem os arredores. Em breve, a paróquia de Nossa Senhora das Angústias ficou sendo uma das mais numerosas de Granada, e sua demarcação uma das mais formosas, pela largura de suas ruas e beleza de seus edifícios.

Construída a igreja paroquial, foi a santa imagem conduzida em solene procissão, de sua capela para a nova igreja e colocada no altar-mor. Desde então, o Santuário de Nossa Senhora das Angústias é o predileto dos piedosos granadinos, a tal ponto que teve de ser estabelecido o costume de fechá-lo, à noite, muito mais tarde que os demais, para dar-se maior desafogo a devoção dos fiéis.

A Igreja, associando-se às manifestações do fiéis em honra de Nossa Senhora das Angústias, enriqueceu com muitas indulgências a visita à sua igreja, e ultimamente outorgou à santa imagem as honras da coroação, a qual foi realizada em 20 de setembro de 1913.

Nossa Senhora das Angústias continua a ser objeto de veneração dos fiéis, atendendo a suas súplicas e velando pelo bem espiritual e material dos granadinos, que sentem por sua excelsa patrona a mesma ardente devoção que os demais habitantes da Espanha têm à Santíssima Virgem sob outros títulos.

Nossa Senhora das Angústias, rogai por nós!

Site do Santuário de Aparecida

29 de janeiro de 2020 at 5:44 Deixe um comentário

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28 de janeiro de 2020 at 5:52 Deixe um comentário

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