Archive for fevereiro, 2017

15 conselhos do Papa Francisco para viver bem a Quaresma

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São 15 conselhos muito simples e concretos que Francisco oferece para esta Quaresma e que ajudarão você a vivê-la melhor:

1. Sorrir. Um cristão é sempre alegre;
2. Agradecer (mesmo se não “precisar” fazê-lo);
3. Lembrar aos outros que você os ama;
4. Cumprimentar com alegria essas pessoas que você vê todos os dias;
5. Ouvir a história do outro sem preconceito, com amor;
6. Parar e ajudar quando alguém precisar;
7. Incentivar quem está desanimado;
8. Alegrar-se pelas qualidades ou realizações dos outros;
9. Juntar as coisas que você não vai mais usar e dar a quem precisa;
10. Ajudar quando necessário para que o outro descanse;
11. Corrigir com amor e não calar por medo;
12. Cuidar com carinho especial dos que estão perto de você;
13. Limpar o que usa em casa;
14. Ajudar os outros a superar os obstáculos;
15. Ligar para os pais, falar mais com eles.

Fonte: Site da Canção Nova

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28 de fevereiro de 2017 at 6:52 Deixe um comentário

Frases sobre Conversão

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1-Papa Emérito Bento XVI: “Conversão é ir contra a corrente, onde a «corrente» é o estilo de vida superficial, incoerente e ilusório, que muitas vezes nos arrasta, nos domina e nos torna escravos do mal ou prisioneiros da mediocridade moral”.

2-São João Paulo II: “Com o rito da imposição das cinzas reconhecemo-nos pecadores, invocamos o perdão de Deus, manifestando um sincero desejo de conversão”.

3-Papa Emérito Bento XVI: “Converter-se significa não se fechar na busca do próprio sucesso, prestígio e posição, mas fazer com que cada dia, nas pequenas coisas, a verdade, a fé em Deus e o amor se tornem o mais importante”.

4-Padre Raniero Cantalamessa: “Para viver a «alegria do Evangelho» é preciso «converter-se acreditando» e respirar profundamente o Espírito Santo”.

5-Beato Paulo VI: “Quando se coloca diante de Cristo, o homem é iluminado por uma luz nova, e reconhece a santidade de Deus e a gravidade do pecado. Pela palavra de Cristo, é-lhe transmitida a mensagem que convida à conversão e concede o perdão dos pecados”.

6-Papa Emérito Bento XVI: “O apelo à conversão, de fato, ressalta e denuncia a fácil superficialidade que caracteriza com muita frequência a nossa vida”.

7-Papa Francisco: “Pensemos muito, muito seriamente, na nossa conversão, para que possamos avançar no caminho da nossa vida cristã”.

8-São Padre Pio: “Queira Deus que tantas pobres criaturas se arrependam e voltem de verdade para Ele!”

9-Papa Emérito Bento XVI: “Pedimos ao Senhor para que conceda a todos nós, dia após dia, a conversão necessária e assim nos conduza para a vida verdadeira”.

10-São João Paulo II: “Devemos pedir a Deus sobretudo a conversão do coração, no qual se aninham todas as formas de mal e qualquer tentação de ceder ao pecado; devemos rezar e jejuar pela convivência pacífica entre os povos e as nações”.

11-Papa Francisco: “O caminho rumo à unidade começa com uma transformação do coração, com uma conversão interior”.

12-Papa Emérito Bento XVI: “Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: não com um pequeno ajustamento, mas com uma verdadeira inversão de marcha”.

13-São joão Paulo II: “A palavra de Deus exorta-nos a converter-nos e a crer no Evangelho, e a Igreja indica-nos na oração, na penitência e no jejum, assim como na generosa ajuda aos irmãos os meios, através dos quais podemos entrar no clima da autêntica renovação interior e comunitária”.

14-Papa Emérito Bento XVI: Converter-se “significa reconhecer que somos criaturas, que dependemos de Deus, do seu amor, e somente “perdendo” a nossa vida Nele podemos ganhá-la. Isto exige trabalhar as nossas escolhas à luz da Palavra de Deus”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

28 de fevereiro de 2017 at 5:33 Deixe um comentário

Laudato Si – para os irmãos de língua polonesa

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40. Oceany zawierają nie tylko większość wody na naszej planecie, ale także większość różnorodnych istot żywych, z których wiele jeszcze nie znamy, a z różnych powodów zagrożonych. Z drugiej strony życie w rzekach, jeziorach, morzach i oceanach, które dostarcza pożywienia wielu ludziom na świecie, jest zaburzone przez niekontrolowane odławianie ryb, co powoduje drastyczne zmniejszenie niektórych gatunków. Nadal rozwijane są selektywne metody połowów, które marnują wiele zebranych gatunków. Szczególnie zagrożone są organizmy morskie, których nie uwzględniamy, jak na przykład niektóre formy planktonu, stanowiące bardzo ważny element morskiego łańcucha pokarmowego, a od których zależą w ostateczności gatunki wykorzystywane do wyżywienia ludzkości.

41. Z kolei w morzach tropikalnych i subtropikalnych napotykamy rafy koralowe, będące odpowiednikiem wielkich lasów lądu stałego, ponieważ goszczą około miliona gatunków, w tym ryby, kraby, mięczaki, gąbki, glony i inne. Wiele raf koralowych na świecie jest już dziś jałowych lub ulega stałej degradacji: «Któż przekształcił cudowny świat mórz w podwodne cmentarze, pozbawione koloru i życia?»[25]. Zjawisko to jest w dużej mierze spowodowane zanieczyszczeniami, które docierają do morza w wyniku wylesiania, monokultur rolnych, zrzutów przemysłowych i destrukcyjnych metod połowowych, zwłaszcza tych korzystających z cyjanku i dynamitu. Jest ono potęgowane przez wzrost temperatury oceanów. Wszystko to pozwala nam zauważyć, jak wszelkie działania w przyrodzie mogą mieć konsekwencje, których nie widzimy gołym okiem, oraz że niektóre formy eksploatacji zasobów powodują degradację, która w ostateczności dociera do dna oceanów.

27 de fevereiro de 2017 at 6:25 Deixe um comentário

Primeiro Domingo da Quaresma -Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites… – São Mateus 4, 1 – 11- Dia 05 de março de 2017

imagem atual do deserto da Judeia onde Jesus foi tentado

1.Em seguida, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo demônio.

2.Jejuou quarenta dias e quarenta noites. Depois, teve fome.

3.O tentador aproximou-se dele e lhe disse: Se és Filho de Deus, ordena que estas pedras se tornem pães.

4.Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus (Dt 8,3).

5.O demônio transportou-o à Cidade Santa, colocou-o no ponto mais alto do templo e disse-lhe:

6.Se és Filho de Deus, lança-te abaixo, pois está escrito: Ele deu a seus anjos ordens a teu respeito; proteger-te-ão com as mãos, com cuidado, para não machucares o teu pé em alguma pedra (Sl 90,11s).

7.Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus (Dt 6,16).

8.O demônio transportou-o uma vez mais, a um monte muito alto, e lhe mostrou todos os reinos do mundo e a sua glória, e disse-lhe:

9.Dar-te-ei tudo isto se, prostrando-te diante de mim, me adorares.

10.Respondeu-lhe Jesus: Para trás, Satanás, pois está escrito: Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás (Dt 6,13).

11.Em seguida, o demônio o deixou, e os anjos aproximaram-se dele para servi-lo.

O Papa Francisco explicou que “a vida de Jesus foi uma luta: ele veio para vencer o mal, para vencer o príncipe deste mundo, para vencer o demônio. Jesus lutou contra o demônio que o tentou várias vezes e sentiu na sua vida as tentações e também as perseguições. Também nós cristãos, que queremos seguir Jesus, e que por meio do batismo estamos precisamente no caminho de Jesus, devemos conhecer bem esta verdade: também nós somos tentados, inclusive nós somos objeto do ataque do demônio. Porque o espírito do mal não quer a nossa santidade, não quer o testemunho cristão, não deseja que sejamos discípulos de Jesus”.

“Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-se do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto, onde esteve durante quarenta dias, e era tentado pelo diabo.Tudo o que Jesus fez e padeceu foi para nos instruir. Por isso, quis ser conduzido a esse lugar a fim de lutar com o demônio, para que ninguém, de entre os batizados, se sinta perturbado se, depois do seu batismo, sofre as maiores tentações, como se fosse uma coisa extraordinária; deve, antes, suportar tudo isso como se fizesse parte da ordem natural das coisas”. (São João Crisóstomo)

“Sabeis que Jesus, antes de iniciar a vida pública, se retirou em oração quarenta dias no deserto… Procurai estabelecer também vós um pouco de silêncio na vossa vida, a fim de poderdes pensar, refletir e orar com maior fervor e fazer propósitos com maior decisão. É difícil hoje criar “zonas de deserto e de silêncio”, porque se é continuamente arrastado pela engrenagem das ocupações, pelo ruído dos acontecimentos e pela atração dos meios de comunicação, de modo que fica comprometida a paz interior e encontram obstáculos os pensamentos mais altos que devem qualificar a existência do homem. É difícil, mas é possível e importante, saber fazê-lo”. (São João Paulo II)

O Papa Francisco disse ainda: “Se um pensamento, se um desejo te levar pela estrada da humildade, do abaixamento, do serviço ao próximo, é de Jesus; mas se te levar pelo caminho da suficiência, da vaidade, do orgulho ou de um pensamento abstrato, não é de Jesus. Confirma isto a tentação que o próprio Jesus teve que sofrer no deserto:As três propostas que faz o demônio a Jesus eram propostas que queriam afastar Jesus deste caminho, do caminho do serviço, da humildade, da humilhação, da caridade feita com a sua vida».
(2014)

O Papa Emérito Bento XVI ensinou: “Jesus vai ao deserto, e ali padece a tentação de deixar o caminho indicado pelo Pai para seguir outras veredas, mais fáceis e mundanas (Lc 4, 1-13). Assim, Ele assume as nossas tentações, traz consigo a nossa miséria, para vencer o maligno e para nos abrir o caminho rumo a Deus, a senda da conversão”.

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “Todos somos tentados porque a lei da nossa vida espiritual, da nossa vida cristã, é uma luta. E isto é uma consequência do fato que «o príncipe deste mundo não quer a nossa santidade, não quer que sigamos Cristo». Certamente alguém de vós – talvez, não sei – pode dizer: mas padre, como é antigo, falar do demônio no século XXI!. Olhai que o demônio existe! O demônio existe também no nosso século. E não devemos ser ingênuos. Devemos aprender do Evangelho como lutar contra ele». (2014-04-11)

Oração:

“Deus, nosso Pai, nós vos bendizemos por Jesus, que jejuando no deserto, nos mostra ser possível fortalecer a fé e tornar fértil a aridez da caminhada. Ele nos ensina a vencer as tentações, que nos afastam do vosso reino. Nós vos pedimos: dai-nos força e resistência para seguir o exemplo do vosso Filho e libertar-nos de todos os ídolos, que podem nos alienar e dominar. Que o alimento de vossa Palavra nos afaste de toda tentação”. (Liturgia Diária)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

27 de fevereiro de 2017 at 5:18 Deixe um comentário

Papa aos Párocos: promoção e defesa do Sacramento do Matrimônio e da Família

2017-02-25 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Em sua série de audiências sucessivas, o Santo Padre recebeu, na manhã deste sábado (25/02), na Sala Clementina do Vaticano, os participantes no Curso de Formação para Párocos, promovido pelo Tribunal da Rota Romana.O Curso versou sobre o tema do “novo Processo matrimonial”, discutido e proposto pelo Sínodo dos Bispos sobre o “Matrimônio e a Família”, que se realizou no Vaticano em outubro de 2015.

Partindo precisamente da Exortação Apostólica pós-sinodal “Amoris laetitia”, o Papa dirigiu-se aos Párocos dizendo que “foi bom”,  que “por meio desta iniciativa de estudo, puderam aprofundar tal matéria, pois são sobretudo vocês que a aplicam concretamente no cotidiano contato com as famílias”:

“Na maior parte dos casos, vocês são os primeiros interlocutores dos jovens que desejam formar uma nova família. A vocês se dirigem aqueles casais que, por causa dos seus sérios problemas familiares e crises matrimoniais, pedem indicações para o processo de nulidade do matrimônio. Por isso, vocês são chamados a ser companheiros de viagem deles, acompanhando-os e encorajando-os”.

Sim, explicou o Papa, vocês devem dar testemunho da graça do Sacramento do Matrimônio e do bem primordial da família, célula vital da Igreja e da sociedade, mediante Cursos de preparação ao Matrimônio e encontros pessoais ou comunitários. Mas, ao mesmo tempo, devem encorajar os casais em dificuldade, em atitude de escuta e compreensão. Em relação aos jovens casais, que preferem conviver, sem se casar, Francisco disse:

“Em nível espiritual e moral, eles estão entre os pobres e os pequeninos, para os quais a Igreja deve ser Mãe, sem abandoná-los, mas aproximá-los e cuidar deles. Estes casais também são amados pelo Coração de Jesus. Por isso, tenham ternura e compaixão deles. Isto faz parte da obra dos párocos na promoção e defesa do Sacramento do Matrimônio”.

Aqui, o Santo Padre citou o bem-aventurado Paulo VI, que dizia: “A paróquia é a presença de Cristo na plenitude da sua função salvadora; ela é a casa do Evangelho e da verdade, a escola de Nosso Senhor.

Francisco concluiu seu pronunciamento, agradecendo aos Párocos pelo seu empenho de anunciar o Evangelho da Família e invocando o Espírito Santo para que os ajude a ser ministros de paz e conciliação em meio ao Povo de Deus, especialmente entre os mais frágeis e necessitados da solicitude pastoral. (MT)

26 de fevereiro de 2017 at 6:01 Deixe um comentário

Papa: Em Deus, justiça é misericórdia

2017-02-24 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta na sexta-feira (24/02). Na homilia, Francisco advertiu para a hipocrisia e para o engano provocado por uma fé reduzida a uma “lógica casuística”. “É lícito para um marido repudiar a própria mulher?”. Esta é a pergunta contida no Evangelho de Marcos que os doutores da Lei fazem a Jesus durante sua pregação na Judeia. “E o fazem para colocar Cristo à prova mais uma vez”, observou o Papa, que se inspirou na resposta de Jesus para explicar o que mais conta na fé:

“Jesus não responde se é lícito ou não; não entra na lógica casuística deles. Porque eles pensavam na fé somente em termos de ‘pode’ ou ‘não pode’, até onde se pode, até onde não se pode. É a lógica da casuística: Jesus não entra nisso. E faz uma pergunta: ‘Mas o que Moisés vos ordenou? O que está na vossa lei?’. E eles explicam a permissão que Moisés deu de repudiar a mulher, e são eles a cair na própria  armadilha. Porque Jesus os qualifica como ‘duros de coração’: ‘Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento’, e diz a verdade. Sem casuística. Sem permissões. A verdade.”

“Jesus sempre diz a verdade”, “explica as coisas como foram criadas”, destaca ainda o Papa, a verdade das Escrituras, da Lei de Moisés. E o faz também quando a interrogá-lo sobre o adultério são os seus discípulos, aos quais repete: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.

Mas se a verdade é esta e o adultério é “grave”, como explicar então que Jesus falou “tantas vezes com uma adúltera, com uma pagã”?, pergunta o Papa. “Bebeu de seu copo, que não era puro?”. E no final lhe disse: “Eu não te condeno. Não peques mais”? Como explicar isso?

“O caminho de Jesus – vê-se claramente – é o caminho da casuística à verdade e à misericórdia. Jesus deixa a casuística de fora. Aos que queriam colocá-lo à prova, aos que pensavam com esta lógica do ‘pode’, os qualifica – não aqui, mas em outro trecho do Evangelho – como hipócritas. Também com o quarto mandamento eles negavam de assistir os pais com a desculpa de que tinham dado uma bela oferta à Igreja. Hipócritas. A casuística é hipócrita. É um pensamento hipócrita. ‘Pode – não pode… que depois se torna mais sútil, mais diabólico: mas até que ponto posso? Mas daqui até aqui não posso. É a enganação da casuística.”

O caminho do cristão, portanto, não cede à lógica da casuística, mas responde com a verdade que o acompanha, a exemplo de Jesus, “porque Ele é a encarnação da Misericórdia do Pai, e não pode negar a si mesmo. Não pode negar a si mesmo porque é a Verdade do Pai, e não pode negar a si mesmo porque é a Misericórdia do Pai”. “Este é o caminho que Jesus nos ensina”, notou o Papa, difícil de ser aplicado diante das tentações da vida:

“Quando a tentação toca o coração, este caminho de sair da casuística à verdade e à misericórdia não é fácil: é necessária a graça de Deus para que nos ajude a ir assim avante. E devemos pedi-la sempre. ‘Senhor, que eu seja justo, mas justo com misericórdia’. Não justo, coberto com a casuística. Justo na misericórdia. Como és Tu. Justo na misericórdia. Depois, uma pessoa de mentalidade casuística pode se perguntar: ‘Mas o que é mais importante em Deus? Justiça ou misericórdia?’. Este também é um pensamento doente… o que é mais importante? Não são duas: é somente uma, uma só coisa. Em Deus, justiça é misericórdia e misericórdia é justiça. Que o Senhor nos ajude a entender esta estrada, que não é fácil, mas nos fará felizes, a nós, e fará feliz muitas pessoas.”

26 de fevereiro de 2017 at 5:50 Deixe um comentário

Oração ao Pai das Misericórdias

Oração ao Pai das Misericórdias

Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi a súplica confiante que Vos apresentamos neste momento (fazer o pedido).

Acolhei este povo que vem, cheio de fé e esperança, ao Vosso Santuário. Consolai os aflitos, socorrei os necessitados, enxugai as lágrimas aqui derramadas. Amparai os fracos e recebei em Vossos braços paternos este filho pródigo que volta para Vós. Dai-nos a graça de sermos instrumentos da Vossa misericórdia na vida dos nossos irmãos, para que assim o Vosso nome seja amado em nossa família e em nossa nação. Tudo isso Vos pedimos por Vosso Filho Jesus Cristo, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém.

Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi-nos!

Fonte: Canção Nova

25 de fevereiro de 2017 at 6:35 Deixe um comentário

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Jane Amábile

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