Archive for maio, 2013

Ato de Consagração dos Sacerdotes ao Imaculado Coração de Maria, por Papa Emérito Bento XVI – para os irmãos de língua portuguesa de outros países e para os irmãos de língua francesa

OurLadyofFatima1[1]
Mãe Imaculada,
neste lugar de graça,
convocados pelo amor do vosso Filho Jesus,
Sumo e Eterno Sacerdote, nós,
filhos no Filho e seus sacerdotes,
consagramo-nos ao vosso Coração materno,
para cumprirmos fielmente a Vontade do Pai.

Estamos cientes de que, sem Jesus,
nada de bom podemos fazer (cf. Jo 15, 5)
e de que, só por Ele, com Ele e n’Ele,
seremos para o mundo
instrumentos de salvação.

Esposa do Espírito Santo,
alcançai-nos o dom inestimável
da transformação em Cristo.
Com a mesma força do Espírito que,
estendendo sobre Vós a sua sombra,
Vos tornou Mãe do Salvador,
ajudai-nos para que Cristo, vosso Filho,
nasça em nós também.

E assim possa a Igreja
ser renovada por santos sacerdotes,
transfigurados pela graça d’Aquele
que faz novas todas as coisas.

Mãe de Misericórdia,
foi o vosso Filho Jesus que nos chamou
para nos tornarmos como Ele:
luz do mundo e sal da terra
(cf. Mt 5, 13-14).

Ajudai-nos,
com a vossa poderosa intercessão,
a não esmorecer nesta sublime vocação,
nem ceder aos nossos egoísmos,
às lisonjas do mundo
e às sugestões do Maligno.

Preservai-nos com a vossa pureza,
resguardai-nos com a vossa humildade
e envolvei-nos com o vosso amor materno,
que se reflecte em tantas almas
que Vos são consagradas
e se tornaram para nós
verdadeiras mães espirituais.

Mãe da Igreja,
nós, sacerdotes,
queremos ser pastores
que não se apascentam a si mesmos,
mas se oferecem a Deus pelos irmãos,
nisto mesmo encontrando a sua felicidade.
Queremos,
não só por palavras mas com a própria vida,
repetir humildemente, dia após dia,
o nosso « eis-me aqui».

Guiados por Vós,
queremos ser Apóstolos
da Misericórdia Divina,
felizes por celebrar cada dia
o Santo Sacrifício do Altar
e oferecer a quantos no-lo peçam
o sacramento da Reconciliação.

Advogada e Medianeira da graça,
Vós que estais totalmente imersa
na única mediação universal de Cristo,
solicitai a Deus, para nós,
um coração completamente renovado,
que ame a Deus com todas as suas forças
e sirva a humanidade como o fizestes Vós.

Repeti ao Senhor aquela
vossa palavra eficaz:
« não têm vinho » (Jo 2, 3),
para que o Pai e o Filho derramem sobre nós,
como que numa nova efusão,
o Espírito Santo.

Cheio de enlevo e gratidão
pela vossa contínua presença no meio de nós,
em nome de todos os sacerdotes quero,
também eu, exclamar:
« Donde me é dado que venha ter comigo
a Mãe do meu Senhor?» (Lc 1, 43).

Mãe nossa desde sempre,
não Vos canseis de nos visitar,
consolar, amparar.
Vinde em nosso socorro
e livrai-nos de todo o perigo
que grava sobre nós.
Com este acto de entrega e consagração,
queremos acolher-Vos de modo
mais profundo e radical,
para sempre e totalmente,
na nossa vida humana e sacerdotal.

Que a vossa presença faça reflorescer o deserto
das nossas solidões e brilhar o sol
sobre as nossas trevas,
faça voltar a calma depois da tempestade,
para que todo o homem veja a salvação
do Senhor,
que tem o nome e o rosto de Jesus,
reflectida nos nossos corações,
para sempre unidos ao vosso!

Assim seja!

ACTE DE CONSÉCRATION DES PRÊTRES AU CŒUR IMMACULÉ DE MARIE

PRIÈRE DU PAPE BENOÎT XVI

Eglise de la Très Sainte Trinité – Fátima
Mercredi 12 mai 2010

Mère Immaculée,
en ce lieu de grâce,
convoqués par l’amour de ton Fils Jésus,
Grand et Eternel Prêtre,
nous, fils dans le Fils et ses prêtres,
nous nous consacrons à ton Cœur maternel,
pour accomplir fidèlement la Volonté du Père.

Nous sommes conscients que, sans Jésus,
nous ne pouvons rien faire de bon (cf. Jn 15, 5)
et que, seulement par Lui, avec Lui et en Lui,
nous serons pour le monde
des instruments de salut.

Épouse de l’Esprit Saint,
obtiens-nous l’inestimable don
d’être transformés dans le Christ.
Par la puissance même de l’Esprit qui,
étendant sur Toi son ombre,
t’a rendue Mère du Sauveur,
aide-nous afin que le Christ, ton Fils,
naisse aussi en nous.
Que l’Église puisse ainsi
être renouvelée par de saints prêtres,
transfigurée par la grâce de Celui
qui fait toutes choses nouvelles.

Mère de Miséricorde,
c’est ton Fils Jésus qui nous a appelés
à devenir comme Lui :
lumière du monde et sel de la terre
(cf. Mt 5, 13-14).

Aide-nous,
par ta puissante intercession,
à ne jamais trahir cette sublime vocation,
à ne pas céder à nos égoïsmes,
aux séductions du monde
et aux suggestions du Malin.

Préserve-nous par ta pureté,
garde-nous par ton humilité
et enveloppe-nous de ton amour maternel,
qui se reflète en de nombreuses âmes
consacrées à toi,
devenues pour nous
d’authentiques mères spirituelles.

Mère de l’Église,
nous, prêtres,
nous voulons être des pasteurs
qui ne paissent pas pour eux-mêmes,
mais qui se donnent à Dieu pour leurs frères,
trouvant en cela leur bonheur.
Non seulement en paroles, mais par notre vie,
nous voulons répéter humblement,
jour après jour,
notre « me voici ».

Guidés par toi,
nous voulons être des Apôtres
de la Miséricorde Divine,
heureux de célébrer chaque jour
le Saint Sacrifice de l’Autel
et d’offrir à tous ceux qui nous le demandent
le Sacrement de la Réconciliation.

Avocate et Médiatrice de la grâce,
Toi qui es entièrement immergée
dans l’unique médiation universelle du Christ,
demande à Dieu, pour nous,
un cœur complètement renouvelé,
qui aime Dieu de toutes ses forces
et serve l’humanité comme toi-même tu l’as fait.

Redis au Seigneur
cette parole efficace :
« ils n’ont pas de vin » (Jn 2, 3),
afin que le Père et le Fils répandent sur nous,
comme dans une nouvelle effusion
l’Esprit Saint.

Plein d’émerveillement et de gratitude
pour ta présence continuelle au milieu de nous,
au nom de tous les prêtres,
moi aussi je veux m’exclamer :
« Comment ai-je ce bonheur que la mère de mon Seigneur vienne jusqu’à moi ? » (Lc 1, 43)

Notre Mère depuis toujours,
ne te lasse pas de « nous visiter »,
de nous consoler, de nous soutenir.
Viens à notre secours
et libère-nous des dangers
qui nous menacent.
Par cet acte d’abandon et de consécration,
nous voulons t’accueillir de façon
plus profonde et radicale,
pour toujours et pleinement,
dans notre existence humaine et sacerdotale.

Que ta présence fasse refleurir le désert
de nos solitudes et briller le soleil
sur nos obscurités,
qu’elle fasse revenir le calme après la tempête,
afin que chaque homme voie le salut
du Seigneur,
qui a le nom et le visage de Jésus,
réfléchi dans nos cœurs,
pour toujours unis au tien !

Ainsi soit-il !

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31 de maio de 2013 at 9:09 Deixe um comentário

Visitação de Nossa Senhora – 31 de Maio

Nossa Senhora da Visitação[1]
1. Além destas solenidades, devem ser consideradas também, antes de mais, aquelas celebrações que comemoram eventos “salvíficos”, em que a Virgem Maria esteve intimamente associada ao Filho, como são as seguintes festas: a da Natividade de Maria (8 de setembro), “que constituiu para o mundo inteiro motivo de esperança e aurora da salvação”; (12) a da Visitação (31 de maio), em que a Liturgia recorda a “bem-aventurada Virgem Maria… que leva em seu seio o Filho”,(13) e que vai a casa de Isabel para lhe prestar o auxílio da sua caridade e proclamar a misericórdia de Deus Salvador; (14) ou, ainda, a memória de Nossa Senhora das Dores (15 de setembro), ocasião propícia para se reviver um momento decisivo da história da Salvação, e para venerar, juntamente com o Filho “exaltado na cruz, a Mãe que com Ele compartilha o sofrimento”.(15) (MARIALIS CULTUS DO SANTO PADRE PAULO VI)

2-No dia de hoje celebramos a festa da Visitação da Bem-Aventurada Virgem e a memória do Coração Imaculado de Maria. Por conseguinte, tudo nos convida a dirigir o olhar confiante a Maria. Nós dirigimo-nos a Ela, também nesta tarde, com a antiga e sempre atual prática piedosa do Rosário. Quando não é uma repetição mecânica de fórmulas tradicionais, o Rosário constitui uma meditação bíblica que nos faz percorrer de novo os acontecimentos da vida do Senhor, em companhia da Bem-Aventurada Virgem, conservando-os, como Ela, no nosso coração. Em muitas comunidades cristãs, durante o mês de Maio, existe a bonita tradição de recitar de modo mais solene o Santo Rosário em família e nas paróquias. Agora, que termina o mês, não cesse este bom hábito; pelo contrário, continue com compromisso ainda maior a fim de que, na escola de Maria, a lâmpada da fé resplandeça cada vez mais no coração dos cristãos e nos seus lares.

Na hodierna festa da Visitação, a liturgia faz-nos ouvir de novo o trecho do Evangelho de Lucas, que narra a viagem de Maria de Nazaré à casa da sua idosa prima Isabel. Imaginemos o estado de espírito da Virgem a seguir à Anunciação, quando o Anjo a deixou. Maria encontrou-se com um grandioso mistério encerrado no seu ventre; Ela sabia que tinha acontecido algo de extraordinariamente singular; dava-se conta de que tinha encetado o último capítulo da história da salvação do mundo. Mas ao seu redor tudo tinha permanecido como antes, e a aldeia de Nazaré desconhecia completamente o que lhe tinha acontecido.

No entanto, antes de se preocupar consigo mesma Maria pensa na sua prima Isabel, que ela sabia que estava em estado de gravidez avançada e, impelida pelo mistério de amor que tinha acabado de receber em si mesma, põe-se a caminho “à pressa” para ir levar-lhe a sua ajuda. Eis a grandeza simples e sublime de Maria! Quando chega à casa de Isabel, acontece algo que nenhum pintor jamais poderá representar com a beleza e a profundidade da sua realização. A luz interior do Espírito Santo envolve as suas pessoas. E, iluminada do Alto, Isabel exclama: “Bendita és Tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a Mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança saltou de alegria no meu ventre. Bem-Aventurada Aquela que acreditou, porque vai acontecer o que o Senhor lhe prometeu” (Lc 1, 42-45).

Estas palavras poderiam parecer-nos desproporcionadas em relação ao contexto real. Isabel é uma das numerosas mulheres idosas de Israel, e Maria uma jovem desconhecida de um povoado perdido da Galileia. O que elas podem ser e o que podem realizar num mundo onde contam outras pessoas e são importantes outros poderes? Todavia, Maria surpreende-nos mais uma vez; o seu coração é límpido, totalmente aberto à luz de Deus; a sua alma está sem pecado, não se encontra sobrecarregada pelo orgulho nem pelo egoísmo. As palavras de Isabel fazem brotar no seu espírito um cântico de louvor, que é uma autêntica e profunda leitura “teológica” da história: uma leitura que nós temos que aprender continuamente dela, cuja fé está desprovida de sombras e sem manchas. “A minha alma proclama a grandeza do Senhor”. Maria reconhece a grandeza de Deus. Este é o primeiro sentimento indispensável da fé; o sentimento que oferece segurança à criatura humana e que a liberta do medo, mesmo no meio das tempestades da história.

Indo para além da superfície, Maria “vê” a obra de Deus na história com os olhos da fé. Por isso é bem-aventurada, porque acreditou: com efeito, pela fé Ela acolheu a palavra do Senhor e concebeu o Verbo encarnado. A sua fé levou-a a descobrir que os tronos de todos os poderosos deste mundo são provisórios, enquanto o trono de Deus é a única rocha que não muda e não cai. À distância de séculos e de milénios, o Magnificat permanece a mais verdadeira e profunda interpretação da história, enquanto as leituras feitas por inúmeros sábios deste mundo foram desmentidas pelos acontecimentos ao longo dos séculos.

Prezados irmãos e irmãs! Voltemos para casa com o Magnificat no nosso coração. Tenhamos em nós os mesmos sentimentos de louvor e de ação de graças de Maria em relação ao Senhor, a sua fé e a sua esperança, o seu dócil abandono nas mãos da Providência divina. Imitemos o seu exemplo de disponibilidade e de generosidade no serviço aos irmãos. Com efeito, somente acolhendo o amor de Deus e fazendo da nossa existência um serviço abnegado e generoso ao próximo poderemos elevar com júbilo um cântico de louvor ao Senhor. Que nos alcance esta graça Nossa Senhora, que nesta tarde nos convida a encontrar refúgio no seu Coração Imaculado. Concedo a todos vós a minha Bênção. (Papa Emérito Bento XVI)

31 de maio de 2013 at 8:48 Deixe um comentário

Evangelho deve ser anunciado com alegria, não por cristãos abatidos, afirma o Papa

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2013-05-31 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Anunciar o Evangelho com a alegria cristã: em síntese, foi o que disse o Papa na homilia desta manhã, durante a Missa celebrada na capela da Casa Santa Marta.
Com Francisco, concelebrou o Arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, entre outros.
O Santo Padre se inspirou nas leituras do dia. A primeira, do profeta Sofonias, fala da exclamação “Alegra-te! Grita de alegria, o Senhor está no meio de ti!”. A segunda, extraído do Evangelho, fala de Isabel e do filho que “exulta de alegria” no ventre ao ouvir as palavras de Maria. “Tudo é alegria”, frisou o Papa. Mesmo assim, muitas vezes parece que os cristãos gostam mais de se lamentar, deixando de lado a alegria que nos dá Espírito Santo:
“É justamente o Espírito que nos guia: Ele é o autor da alegria, o Criador da alegria. E esta alegria no Espírito nos dá a verdadeira liberdade cristã. Sem alegria, nós cristãos não podemos nos tornar realmente livres, nos tornamos escravos das nossas tristezas. O grande Paulo VI dizia que não se pode levar avante o Evangelho com cristãos tristes, abatidos e desencorajados. Não se pode. Esta é uma atitude um pouco fúnebre, não? E desta alegria vem o louvor!”
Louva-se a Deus saindo de si mesmo, “gratuitamente, assim como é gratuita a graça que Ele nos dá”, explica o Papa Francisco, afirmando que a eternidade será isso: louvar a Deus. O que não quer dizer aborrecimento; pelo contrário, beleza e alegria.
O modelo deste louvor é, mais uma vez, a Mãe de Jesus – a quem a Igreja chama de “causa da nossa alegria” (Causa Nostrae Letitiae). Por quê? Porque nos traz a maior alegria, que é Jesus.
“Peçamos a Nossa Senhora para que, trazendo Jesus, nos dê a graça da alegria, da liberdade da alegria”, concluiu o Pontífice.
(BF)

31 de maio de 2013 at 8:35 Deixe um comentário

Papa na Missa de Corpus Christi: sequela, comunhão e partilha

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2013-05-30 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Papa Francisco deixou o Vaticano, na tarde de hoje, para celebrar a Santa Missa de Corpus Christi na Basílica de São João de Latrão, sede da diocese de Roma.
O Santo Padre deixou a Casa Santa Marta, no Vaticano, às 18.40, hora local, e se dirigiu de automóvel à Basílica Lateranense, onde, às 19.00 deu início à celebração da Santa Missa no patamar da Basílica. Antes da Missa, se deteve por alguns instantes em adoração diante do Santíssimo Sacramento.
Em sua homilia, o Papa partiu da frase evangélica da liturgia de hoje: ”Dai-lhes vós mesmos de comer”. Esta expressão chamou a atenção do Santo Padre, que se deixou guiar por três palavras chaves: seqüela, comunhão, partilha. E perguntou: “Mas, dar de comer a quem”? E respondeu: “À multidão que seguia a Jesus, da qual escolheu seus Doze Apóstolos. E acrescentou:
“O povo o segue, o escuta, porque Jesus fala e age de modo novo com a autoridade de quem é autêntico e coerente, de quem age na verdade, de quem transmite a esperança que vem de Deus, de quem revela o rosto de um Deus que é Amor. Por isso, o povo louva a Deus!”

Hoje, disse o Papa aos fiéis presentes, também nós viemos aqui para seguir a Jesus, ouvi-lo, acompanhá-lo e entrar em comunhão com Ele na Eucaristia. Jesus nos fala através do silêncio do Mistério da Eucaristia. Eis porque Jesus pede aos discípulos para dar de comer à multidão. E acrescentou:
“Esta noite, também nós estamos em torno da mesa do Senhor, da mesa do Sacrifício Eucarístico, durante o qual Ele nos dá, mais uma vez, o seu corpo, tornando presente o único sacrifício da Cruz. A Eucaristia é o Sacramento da comunhão, que nos faz sair do nosso individualismo para passarmos à seqüela e à fé no Senhor”.

Enfim, depois de explicar os dois aspectos da sua homilia, seqüela e comunhão, o Santo Padre passou ao terceiro: a partilha ou solidariedade, que nasce da distribuição dos pães e dos peixes à multidão, ou seja, colocar o que temos e as nossas humildes capacidades à disposição de Deus e dos irmãos. E o Papa concluiu:
“Esta noite, mais uma vez, o Senhor, distribuiu entre nós o pão, que é seu corpo e se torna dom. Por isso, também nós experimentamos a solidariedade de Deus para com o homem, uma solidariedade que nunca se esgota e nunca deixa de nos maravilhar. Na Eucaristia o Senhor nos faz percorrer seu caminho, que é serviço, partilha e dom”.
Portanto, seqüela, comunhão e partilha. O Papa pediu a Deus para que a Eucaristia nos provoque sempre a seguir o Senhor, a ser instrumentos de comunhão, a partilhar com Ele e com os nossos irmãos o que temos e o que somos. Somente assim a nossa existência será fecunda.
Ao término da celebração Eucarística, o Santo Padre presidiu à procissão de Corpus Christi, da qual participaram o clero e os numerosos fiéis presentes. No final, o Papa concedeu a todos a bênção Eucarística e retornou ao Vaticano. (MT)

30 de maio de 2013 at 17:22 Deixe um comentário

Majestosa Eucaristia – Anjos de Resgate

Se você não conseguir assistir o vídeo, favor clicar do lado direito para ver no Youtube.

30 de maio de 2013 at 7:31 Deixe um comentário

“Adoração Eucarística simultânea é um evento histórico”, diz Dom Fisichella

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2013-05-28 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Realizou-se na manhã desta terça-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, um encontro com os jornalistas para a apresentação da ‘Solene Adoração Eucarística com transmissão simultânea para todo o mundo’ e o Dia da Evangelium Vitae.
Os dois eventos inserem-se nas iniciativas do Ano da Fé, às quais já aderiram mais de 4 milhões de peregrinos. A Adoração Eucarística será realizada na Basílica de São Pedro, no próximo domingo 2 de junho, das 17 às 18 horas (horário italiano) e o Dia da Evangelium Vitae em 15 e 16 de junho. A ilustrar o significado destes dois eventos, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Arcebispo Rino Fisichella:
“A expressão que usamos para dar significado a este evento é ‘Um só Senhor, uma só fé”, para testemunhar o sentido de profunda unidade que caracteriza este momento. Será um evento que pela primeira vez realizar-se-á na história da Igreja e temos motivos para defini-lo como ‘histórico’”.
Em todas as latitudes, o povo de Deus estará sintonizado com Roma, em comunhão com o Papa:
“Será uma hora de uma oração plena, de comunhão fraterna e sustento à fé de todos”.
O Papa Francisco indicou duas intenções para este momento de oração que foram recordadas por Dom Fisichella. A primeira: “Pela Igreja espalhada em todo o mundo e hoje em sinal de unidade, recolhida na Adoração da Santíssima Eucaristia”.
E a segunda: “Por todos aqueles que nas diversas partes do mundo vivem no sofrimento devido às novas formas de escravidão e são vítimas de guerras, do tráfico de pessoas, do narcotráfico e do trabalho escravo; pelas crianças e mulheres que são submetidas a qualquer tipo de violência”.
O Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização ilustrou a seguir outro aguardado evento a ser realizado nos dias 15 e 16 de junho, com o tema “Acreditando, tenham vida”:
“Chamamos o encontro de ‘Evangelium vitae’ para certificar toda a grande temática que se desenvolve em torno do compromisso da Igreja na promoção, respeito e defesa da dignidade da vida humana”.
O calendário dos dois acontecimentos – dos quais participarão fiéis de todo o mundo -, prevê a Missa dominical, celebrada pelo Papa Francisco na Praça São Pedro, às 10h30min (horário italiano) com ‘todo o povo da vida’ e com todos os doentes presentes na celebração. Na manhã do sábado, as catequeses em várias línguas nas diversas igrejas de Roma e à tarde, a peregrinação ao Túmulo de São Pedro, a Confissão e a Adoração Eucarística. Às 20h30min, a caminhada com velas na Via da Conciliação para ‘chamar a atenção sobre o tema da vida humana e do seu valor intangível’. (JE)

29 de maio de 2013 at 8:51 Deixe um comentário

Oração: Alma de Cristo

1_0_696310[1]
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que de Vós me separe.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que Vos louve com os Vossos Santos,
por todos os séculos. Amen.

29 de maio de 2013 at 8:44 Deixe um comentário

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