Posts tagged ‘Cristo Rei’

«A Minha realeza não é deste mundo» – reflexão de Santa Teresa de Ávila

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Tu és rei eternamente, meu Deus […]; quando dizemos no Credo que o Teu «reino não terá fim», sinto quase sempre uma alegria muito especial. Eu Te louvo, Senhor, bendigo-Te para sempre! No fim, o Teu reino durará eternamente! Não permitas nunca, Mestre, que os que Te dirigem a palavra julguem poder fazê-lo só com os lábios. […] Certamente, quando vamos ao encontro de um príncipe, não lhe falamos com o mesmo à-vontade que a um aldeão ou a uma pobre religiosa como nós: seja qual for a maneira como nos falarem estará sempre bem.

Sem dúvida que a humildade do nosso Rei é tal que, apesar da minha ignorância das regras da linguagem, Ele não deixa de me escutar e de me permitir aproximar-me d’Ele. Os Seus guardas não me afastam, pois os anjos que O rodeiam não ignoram que o seu Rei aprecia mais a simplicidade de um humilde pastor que, se pudesse, diria mais que todos os belos raciocínios dos maiores sábios e letrados, se não forem humildes.

Mas se o nosso Rei é bom, não é razão para nos mostrarmos grosseiros. Nem que seja apenas para Lhe testemunhar a minha gratidão por Ele Se dignar suportar junto a Ele uma pessoa tão repugnante como eu, é justo que eu reconheça a Sua nobreza e grandeza. Na verdade, basta aproximarmo-nos d’Ele para compreendermos isso. […] Sim, aproximai-vos d’Ele minhas filhas, mas pensai e compreendei a Quem ides falar, ou com Quem falais já. Nem em mil vidas como a nossa chegaremos a compreender as deferências que merece um tal Senhor, diante de Quem tremem os anjos. Ele tudo comanda, tudo pode; para Ele, querer é operar. É justo, minhas filhas, que procuremos alegrar-nos com as grandezas do nosso Esposo, que compreendamos de Quem somos esposas e, assim, saibamos que santidade deve ser a da nossa vida.

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

20 de novembro de 2016 at 5:15 Deixe um comentário

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir. A primeira leitura utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo. O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, o «rei» Jesus a interpelar os seus discípulo acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os débeis, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não têm lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios, ficará à margem do Reino. Na segunda leitura, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesse «Reino de Deus» de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-se-á em tudo e atuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28).

Fonte: Evangelho Quotidiano

17 de novembro de 2016 at 5:35 Deixe um comentário

Origem da Festa de Cristo rei

“O Papa Pio XI institui a festa de Cristo Rei em 1925 e pediu para que celebrasse no último domingo de Outubro.  Com a reforma litúrgica, essa festa passou a ser comemorada no último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo mistério, de modo que todos entendam que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas”. (Felipe Aquino)

22 de novembro de 2015 at 5:07 Deixe um comentário

22 de novembro de 2015 at 5:01 Deixe um comentário

Domingo de Cristo Rei (semana II do saltério)


Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo

A Palavra de Deus que nos é proposta neste último Domingo do ano litúrgico convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus; deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se concretiza de acordo com uma lógica própria, a lógica de Deus. O Evangelho, especialmente, explica qual é a lógica da realeza de Jesus.

A primeira leitura anuncia que Deus vai intervir no mundo, a fim de eliminar a crueza, a ambição, a violência, a opressão que marcam a história dos reinos humanos. Através de um “filho de homem” que vai aparecer “sobre as nuvens”, Deus vai devolver à história a sua dimensão de “humanidade”, possibilitando que os homens sejam livres e vivam na paz e na tranquilidade. Os cristãos verão nesse “filho de homem” vitorioso um anúncio da realeza de Jesus.

Na segunda leitura, o autor do Livro do Apocalipse apresenta Jesus como o Senhor do Tempo e da História, o princípio e o fim de todas as coisas, o “príncipe dos reis da terra”, aquele que há-de vir “por entre as nuvens” cheio de poder, de glória e de majestade para instaurar um reino definitivo de felicidade, de vida e de paz. É, precisamente, a interpretação cristã dessa figura de “filho de homem” de que falava a primeira leitura.

O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, Jesus a assumir a sua condição de rei diante de Pôncio Pilatos. A cena revela, contudo, que a realeza reivindicada por Jesus não assenta em esquemas de ambição, de poder, de autoridade, de violência, como acontece com os reis da terra. A missão “real” de Jesus é dar “testemunho da verdade”; e concretiza-se no amor, no serviço, no perdão, na partilha, no dom da vida.
cf.www.ecclesia.pt

21 de novembro de 2015 at 5:46 Deixe um comentário

chuva31

27 de fevereiro de 2014 at 9:01 Deixe um comentário

Solenidade de Cristo Rei do Universo

 

2013-11-23 Rádio Vaticana

   Rádio Vaticano – (RV) – A primeira leitura nos fala da proclamação de Davi como rei de Israel. Mas por que ele foi feito rei? Qual sua autoridade? Ao governar a tribo de Judá, Davi mostrou sua grandeza. Agora as tribos de Israel querem seu governo. Isso nos mostra que, por detrás de um povo unido está a lucidez e o temor de Deus de um grande líder. A autoridade de Davi estava no estabelecimento da justiça, da paz, da segurança e pela convivência com os diferentes. Neste domingo celebramos Jesus Cristo, Rei do Universo. Como será, como é a realeza de Cristo? Como a de Davi? Com essa autoridade? Sim e muito mais.  Davi foi um leve sinal do Rei Jesus Cristo. O Evangelho nos fala que Cristo não só reuniu o Povo de Deus disperso, mas veio salvar o que estava perdido, isto é, convertendo os corações ao Pai, mostrando que ele é um rei que reina nos corações das pessoas, que essa é sua verdadeira vitória, que ele é o rei do amor, da paz, da vida! A cena do Calvário, onde sobre a cabeça de Jesus, pregado na cruz, está também pregado nela uma taboazinha onde se lê: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus, nos mostra alguns diálogos entre o Senhor e dois bandidos. Sim, o Senhor, rei do Universo está sendo supliciado como um bandido, no meio de bandidos, por pessoas que se diziam cumpridoras da justiça.Para um dos malfeitores, Jesus é um derrotado e incapaz de realizar o maior desejo deles, escapar daquele suplício. Para o outro, não. Em meio a tantas desilusões, decepções e desesperanças surge um sentimento de esperança. Crê no poder de Jesus. Não olha para seu passado de crimes, de pecados e nem se deixa impressionar pela fragilidade de seu ilustre companheiro de sorte. Ao contrário, é o único a reconhecer-se pecador e a professar sua fé em Jesus. “Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. Ele não pede perdão, não procura justificativas, mas confessa-se pecador e professa sua fé no poder amoroso do Rei Jesus. Na nossa vida, o importante não é ficarmos olhando para o nosso passado, para o que fizemos, mas reconhecermo-nos pecadores e cremos na misericórdia e no poder de Jesus. Isso basta! Por seu lado, Jesus age como agiu o pai do “filho pródigo”. Imediatamente o Senhor, sem palavras de correção e, muito menos de condenação, diz: “…ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. Ele não deixa seus súditos passarem vergonha!Ele nos amou e continua nos amando. É o rei do amor! Como cidadãos do Reino de Cristo somos levados a viver no Amor. Como nos dizem as Sagradas Escrituras, o amor de Cristo nos impele a que nos amemos uns aos outros, como o Senhor nos amou. Vivamos como cidadãos do Reino de Cristo, praticando a justiça, o amor, a paz e o perdão.

 

23 de novembro de 2013 at 10:58 Deixe um comentário

Cristo Rei – Canção Nova

21 de novembro de 2013 at 13:06 Deixe um comentário

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo – São Lucas 23, 35-43 – 24 \ 11 \ 13

 

35. A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus!

36. Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam:

37. Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.

38. Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus.

39. Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a nós!

40. Mas o outro o repreendeu: Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício?

41. Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum.

42. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino!

43. Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.

 

O Beato João Paulo II resumiu assim o Evangelho:  “Quem é, na realidade, aquele que está ali crucificado? Enquanto a gente comum e anônima ficava em geral incerta e se limitava a olhar, «os chefes zombavam, dizendo: ‘salvou os outros: salve-se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito’». Como se vê, a arma deles é a ironia negadora e demolidora. Mas também os soldados — o segundo grupo troçavam d’Ele e, quase em tom de provocação e desafio, diziam-lhe: «Se és o rei dos Judeus, salva-Te a Ti mesmo», inspirando-se talvez nas palavras mesmas da inscrição, que viam colocada por cima da Sua cabeça. Estavam, por fim, os dois malfeitores em contraste um com o outro ao julgarem o Companheiro de suplício: enquanto um O blasfemava, recolhendo e repetindo as expressões depreciativas dos soldados e dos chefes, o outro declarava abertamente que Jesus «nada praticara de condenável» e, dirigindo-se a Ele, assim Lhe pedia: «Jesus, lembra-Te de mim quando estiveres no Teu reino”.

 

Versículos 35 a 38: “A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus! Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam: Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus”.

 

O Beato João Paulo II disse: “Como Redentor do mundo, Cristo crucificado e ressuscitado é o Rei da humanidade nova”.

A Palavra diz: “Pilatos entrou no pretório, chamou Jesus e perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? Jesus respondeu: Dizes isso por ti mesmo, ou foram outros que to disseram de mim? Disse Pilatos: Acaso sou eu judeu? A tua nação e os sumos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste? Respondeu Jesus: O meu Reino não é deste mundo”. (Jo 18, 33- 36a)

“Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus”  – Santo Ambrósio disse: “Justamente a inscrição está no cimo da cruz, porque mesmo estando o Senhor Jesus na cruz, contudo resplandecia do alto da cruz com uma majestade real”

O Papa Paulo VI ensinou: “O Senhor é o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização, o centro do gênero humano, a alegria de todos os corações e a plenitude das suas aspirações. Vivificados e reunidos no seu Espírito, caminhamos em direção à perfeição final da história humana, que corresponde plenamente ao seu desígnio de amor: “recapitular todas as coisas em Cristo, tanto as do céu como as da terra” (Ef 1, 10).

A Palavra diz: “Sede contentes e agradecidos ao Pai, que vos fez dignos de participar da herança dos santos na luz. Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino de seu Filho muito amado, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.  Ele é a imagem de Deus invisível, o Primogênito de toda a criação. Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos, dominações, principados, potestades: tudo foi criado por ele e para ele”. (Cl 1, 12-16)

O Beato João Paulo II disse: “Cristo é Rei, antes de tudo, como Primogênito em relação a qualquer outra criatura”. 

“Ó Deus de bondade, nossos encontros nos ajudam a nos tornar mais próximos de vós e dos irmãos e fortalecem nosso empenho pelo reino anunciado por Jesus. Agradecemos-vos e vos louvamos porque constituístes Jesus Cristo Rei e Senhor do Universo. Fazei, Senhor, que venha o vosso reino a este mundo tão conturbado e carente de respeito pelo ser humano e pela natureza, obras de vossas mãos. Assim aguardamos a vida eterna e definitiva junto a vós. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”. (Círculo Bíblico)

 

Versículos 39 a 43: “Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a nós!  Mas o outro o repreendeu: Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício? Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino! Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso”.

“O Bom Ladrão” – O Papa Emérito Bento XVI disse que  “diante de Jesus, o bom ladrão toma consciência de si mesmo e arrepende-se, compreende que está diante do Filho de Deus, que torna visível a Face do próprio Deus, e pede-lhe: «Jesus, lembra-te de mim quando estiveres no teu reino» (v. 42). A resposta do Senhor a este pedido vai muito além da súplica; com efeito, Ele diz: «Em verdade te digo, hoje estarás comigo no Paraíso” (v. 43).

O Beato João Paulo II ensinou: “No Calvário, Jesus teve um companheiro de paixão muito singular, um ladrão. Para este desventurado, o caminho da cruz tornou-se, infalivelmente, o caminho do paraíso (cf. Lc 23, 43), o caminho da verdade e da vida, o caminho do reino. Hoje recordamo-lo como o «bom ladrão”.

Padre Bantu disse: “Ele reconhece que aquele homem crucificado, que não desce da cruz, mas morre nela, é o seu Rei salvador. Ele tem fé em Jesus Cristo. Sua oração testemunha isto: “Jesus, lembra- te de mim quando entrares no teu reinado”; é o que pede a Jesus condenado ao seu lado, que está sofrendo a mesma terrível morte vergonhosa. Ele está convencido de que Jesus não fez nada de mal e por isso, não merece morrer; e, que, por isso, Jesus não acaba com a morte, mas que é através dela que ele entrará no seu reino”.

O Reino dos Céus

O Beato João Paulo II disse que “pouco antes da morte de Cristo, um dos dois condenados, crucificados juntamente com Ele, disse-Lhe: «Lembra-Te de mim quando estiveres no Teu reino». Que reino? O objeto do seu pedido não era, certamente, um reino terreno, mas outro reino”. 

Via-Sacra do Vaticano: “Eis a resposta de Jesus, brevíssima, como um sopro: «Hoje estarás Comigo no paraíso». Esta palavra «paraíso», tão rara na Sagrada Escritura que aparece apenas outras duas vezes no Novo Testamento, no seu significado original evoca um jardim fértil e florido. É uma imagem perfumada daquele Reino de luz e de paz que Jesus tinha anunciado na sua pregação inaugurada com os seus milagres que logo terá uma epifania gloriosa na Páscoa. É a meta do nosso caminho cansativo na história, é a plenitude da vida, é a intimidade do abraço com Deus”.

Conclusão

Concluímos essa reflexão com as palavras do comentário litúrgico: “Jesus, nosso Rei, imagem do Deus invisível, nesta liturgia nos revela os valores do seu reino: a justiça e a paz, a reconciliação e o serviço de amor às pessoas, até o fim.  Leigos e leigas participantes da função régia de Cristo, recebida no batismo, somos chamados a ser sinais e construtores desse reino. Hoje celebramos o Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas e concluímos o Ano da Fé”.

Oração

De São João Crisóstomo:  “Faz-me comungar hoje, ó Filho de Deus, na tua ceia mística. Porque eu não revelarei o segredo aos teus inimigos, nem te darei o beijo de Judas. Mas, como o ladrão, eu te suplico: Lembra-Te de mim, Senhor, no teu Reino”.

Do Beato João Paulo II: “Enquanto pedimos que o Vosso reino venha a nós, damo-nos conta de que a Vossa promessa se torna realidade: depois de Vos termos seguido, chegaremos a Vós, no Vosso reino, atraídos por Vós elevado na cruz; a Vós, elevado sobre a história e no centro dela, Alfa e Ómega, o Primeiro e o Último, Senhor do tempo e dos séculos!  Dirigimo-nos a Vós com as palavras de um hino antigo: «É pela Vossa morte dolorosa, Rei de eterna glória, que obtivestes para os povos a vida eterna, por isso o mundo inteiro Vos chama Rei dos homens. Reinai sobre nós, Cristo Senhor!”

Do Papa Emérito Bento XVI:  “A Virgem Maria, que Deus associou de modo singular à realeza do seu Filho, nos conceda acolhê-lo como Senhor da nossa vida, para cooperar fielmente no advento do seu Reino de amor, de justiça e de paz”.

 

Há no Blog uma reflexão de “Jesus Cristo Rei” sobre o Evangelho de São João 18, 33-37, postado no dia 19 de novembro de 2012. 

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

18 de novembro de 2013 at 10:56 Deixe um comentário

Festa do Cristo Rei no 24 de Novembro de 2013 – Por Professor Felipe Aquino

Para assistir clique no youtube abaixo do vídeo, do lado direito.

17 de novembro de 2013 at 17:57 Deixe um comentário

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