Archive for agosto, 2012

Frases de São Luís Maria Grignion de Montfort – 28 de Abril – Fundador dos Missionários da Companhia de Maria

 

1-      “Só Deus é a minha ternura, só Deus é o meu sustentáculo, só Deus é todo o meu bem, a minha vida e a minha riqueza».

2-  “Ó Virgem fiel, tornai-me em todas as coisas um perfeito discípulo, imitador e escravo da Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, vosso Filho».

3- “Dêem preferência às aldeias mais que às cidades, aos pobres mais do que aos ricos”.

4-  “Tome a sua cruz! E não deverá arrastá-la, sacudi-la, reduzi-la ou escondê-la. Pelo contrário, leve-a bem erguida nas suas mãos, sem impaciência, nem azedume, nem murmurações…enfim sem qualquer vergonha ou respeito humano…”.

5-  “O Senhor não considera tanto o sofrimento em si mesmo, mas sim a maneira como se sofre”.

6-  “É por Maria que procuro e que vou encontrar Jesus, que eu esmagarei a cabeça da serpente e vencerei todos os meus inimigos e a mim mesmo, para a maior glória de Deus”.

7- “O conhecimento da Sabedoria eterna não é apenas o mais nobre e o mais doce, mas ainda o mais útil e o mais necessário, já que a vida eterna consiste em conhecer a Deus e seu filho Jesus Cristo”.

8- “Deus ama tanto as crianças que as coloca como prioridade do Reino dos céus. Por isso, quando temos um coração de criança que é dócil a palavra de Deus e busca praticar o que Jesus ensinou, acabamos escolher o caminho mais fácil para chegar a salvação: o caminho da pequenez”.

9- “Os pobres e crianças seguiam-no por toda parte, considerando-o um entre elas. Viam nesse querido Salvador tanta simplicidade, benignidade, condescendência e caridade que se acotovelavam à sua volta para se aproximarem d’Ele”.

10-  “Jamais a cruz sem Jesus nem Jesus sem a cruz!”.

11-  “Se examinarmos atentamente o resto da vida de Jesus, veremos que foi por Maria que ele quis começar seus milagres”.

12-  “Tal é a vontade de Deus, que tudo tenhamos por Maria e assim será enriquecida, elevada e honrada pelo Altíssimo, aquela que, em toda a vida, quis ser pobre, humilde e escondida até ao nada”.

13-  “Mil graças a Maria! este Jesus que eu possuo é, com efeito, seu fruto, e sem ela eu jamais o teria”.

14-  “Deus, vendo que somos indignos de receber suas graças diretamente de suas mãos divinas, dá-as a Maria, a fim de obtermos por ela o que ele nos quer dar.“

 Fonte: Site Biografia dos santos

 

 

31 de agosto de 2012 at 10:01 1 comentário

Deus quer te fazer feliz – Fernando & Luciano

30 de agosto de 2012 at 8:45 Deixe um comentário

Martírio de São João Batista – Papa Bento XVI – 29/08/2012

 

 

Queridos irmãos e irmãs,

Na última quarta-feira de agosto recordamos a memória litúrgica do martírio de São João Batista, o precursor de Jesus. No calendário romano, ele é o único santo que comemoramos tanto o nascimento, 24 de junho, quanto a morte, ocorrida por meio do martírio. Recordamos hoje a memória voltada à dedicação de uma cripta de Sebaste na Samaria onde, em meados do século IV, já se venerava sua cabeça. O culto se espalhou por Jerusalém, nas Igrejas do Oriente e em Roma, com o título: Decapitação de São João Batista. O Martirológio Romano faz referência a uma segunda descoberta da relíquia preciosa, transportada, para a ocasião, à Igreja de S. Silvestre em Campo Marzio, em Roma.

Essas pequenas referências históricas nos ajudam a entender quão antiga e profunda é a veneração de João Batista. Os Evangelhos destacam muito bem o seu papel em relação a Jesus. Em particular, São Lucas narra seu nascimento, a vida no deserto, a pregação e São Marcos narra sua morte trágica no Evangelho de hoje. João Batista inicia sua pregação sob o imperador Tibério, no ano 27-28, e o convite dirigido às pessoas que se reuniam para ouvi-lo é o de preparar o caminho para acolher o Senhor, para endireitar as veredas tortuosas da própria vida através de uma conversão radical de coração (cf. Lc 3, 4). Mas João Batista não se limita a pregar o arrependimento, mas a reconhecer Jesus como o “Cordeiro de Deus” que veio tirar o pecado do mundo (Jo 1,29). Tem em si a profunda humildade de mostrar Jesus como o verdadeiro Mensageiro de Deus, colocando-se à parte para que Cristo possa crescer, ser escutado e seguido. Como último ato, João Batista testemunha com o sangue sua fidelidade aos mandamentos de Deus, sem hesitar ou retroceder, cumprindo até o final sua missão. São Beda, monge do século IX, diz de João Batista em sua  homilia: Para [Cristo] deu a sua vida, ainda que não tenha sido obrigado a negar Jesus Cristo, foi condenado apenas para calar a verdade (cf. Om 23..: CCL 122, 354). Mas calou a verdade, morreu por Cristo, que é a Verdade. Exatamente por amor à verdade, não cedeu a seus valores e não teve medo de dirigir palavras fortes àqueles que tinham se perdido no caminho de Deus.

Nós vemos esta grande figura, esta força na morte, na resistência contra os poderosos. Nos perguntamos: de onde nasce esta vida, esta interioridade tão forte, tão reta, coerente, gasta tão completamente por Deus a preparar o caminho para Jesus? A resposta é simples: da relação com Deus, da oração, que é o fio condutor de toda sua existência. João é o dom divino por muito tempo pedido por seus pais, Zacarias e Isabel (cf. Lc 1,13), um grande presente, humanamente inesperável, porque ambos eram avançados em idade e Isabel era estéril (cf. Lc 1,7), mas nada é impossível para Deus (cf. Lucas 1:36). O anúncio do nascimento ocorre exatamente num lugar de oração, o templo de Jerusalém, quando toca a Zacarias o grande privilégio de entrar no lugar mais sagrado do templo para fazer a oferta do incenso ao Senhor (cf. Lc 1, 8-20). O nascimento de João Batista também foi marcado pela oração: o cântico de alegria, de louvor e de gratidão que Zacarias eleva ao Senhor e que recitamos todas as manhãs nas Laudes, o “Benedictus”, exalta a ação de Deus na história e indica profeticamente a missão de seu filho João, preceder o Filho de Deus feito carne, a fim de preparar seu caminho (cf. Lc 1,67-79). Toda a existência do Precursor de Jesus é alimentada por um relacionamento com Deus, especialmente o tempo vivido no deserto (cf. Lc 1,80) regiões desérticas que são locais de tentação, mas também lugar onde o homem sente a própria pobreza por estar privado de recursos e seguranças materiais e então compreende que o único ponto de referência seguro é o próprio Deus. Mas João Batista não é apenas um homem de oração, de contato constante com Deus, mas também um guia para este relacionamento. O evangelista Lucas, recordando a oração que Jesus ensinou aos seus discípulos, o “Pai Nosso”, observa que o pedido é feito pelos discípulos com estas palavras: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou os seus discípulos” (cf. Lc 11, 1).

Queridos irmãos e irmãs, celebrar o martírio de São João Batista lembra também a nós, cristãos do nosso tempo, que não podemos nos esquivar do compromisso com o amor de Cristo, sua Palavra, a Verdade. Verdade é verdade, não pode ser negociada. A vida cristã exige, por assim dizer, o “martírio” da fidelidade diária ao Evangelho, que é a coragem de deixar que Cristo cresça em nós, direcione o nosso pensamento e nossas ações. Mas isso só pode acontecer em nossas vidas se for sólido o nosso relacionamento com Deus. Oração não é tempo perdido, não é tirar o tempo das nossas atividades, incluindo as apostólicas, é exatamente o contrário: só se formos capazes de ter uma fiel vida de oração, constante, confiante, será o próprio Deus a nos dar força e capacidade para viver de modo feliz e sereno, superar as dificuldades e testemunhá-Lo com coragem. São João Batista interceda por nós, para que possamos manter sempre a primazia de Deus em nossa vida. Obrigado.


Após a catequese, Bento XVI saudou os peregrinos de diversas línguas, entre eles os de Brasil e Portugal: 

“Amados peregrinos de Portugal e do Brasil, e demais pessoas de língua portuguesa, sede bem-vindos! Uma saudação particular aos fiéis de Chã Grande, Natal e do Rio de Janeiro. Que o exemplo e a intercessão de São João Batista vos ajudem a viver a vossa entrega a Deus sem reservas, sobretudo por meio da oração e da fidelidade ao Evangelho, para que Cristo cresça em vós, guiando os vossos pensamento e ações. Com estes votos, de bom grado a todos abençôo” . 

Fonte: Site do Vaticano e Canção Nova

29 de agosto de 2012 at 16:47 Deixe um comentário

Jesus – O Bom Pastor

Oi Crianças!

Jesus é o Bom pastor que cuida com amor de suas ovelhas,

Que somos todos nós.

Ele nos carrega nos seus ombros quando estamos cansados ou doentes,

Cura as nossas feridas e protege-nos dia e noite.

Quando nos dispersamos d’Ele,

O Bom Pastor vai nos buscar e nos trazer para perto de Si novamente.

Jesus, o Bom Pastor, conhece a todos nós pelo nome.

O Bom Pastor nos ama tanto,

Que sofreu, morreu na cruz e ressuscitou

Para salvar a todos nós, suas ovelhas.

Jesus quer reunir toda a humanidade em torno de Si,

Para que haja apenas um só rebanho e um só Pastor.

Jesus é a porta por onde as ovelhas passam para entrar no céu. (S. João 10, 7-9)

 

Oração

Ó Bom Pastor

Sei que cuidas de mim dia e noite

Que saras as feridas do meu coração

Que me orientas quando me encontro perdido

Que me colocas no colo quando me sinto fraco.

 

Obrigado Jesus, porque também posso contar Contigo

Quando estou cansado e atribulado

Obrigado meu Senhor Jesus

Pelo carinho com que cuidas de mim.

Obrigado meu Bom Pastor!

          Jane Amábile

 

 

 

 
 

 

29 de agosto de 2012 at 5:43 Deixe um comentário

Oração pela reconciliação do casal

Jesus amado, pelo sagrado vínculo que uniu vossos santos pais, Maria e José, eu vos peço pelo meu casamento e pelos casais que estão em crise. Que meu casamento, agora abalado por tantas palavras e situações dolorosas, pela falta de perdão e de diálogo, seja restaurado. Que nossa união, agora manchada pela falta de fidelidade e de respeito, pelas omissões e atitudes enganosas, seja restabelecida. Que nosso matrimônio, Jesus, seja edificado com a vossa bênção. Eu invoco sobre mim e meu casamento o poder daquele santo dia em que nós nos casamos. Que nada e ninguém destruam a aliança que o Senhor fez conosco e que nós fizemos um com o outro. Jesus, pela intercessão de Maria e de José, abençoai-nos e protegei-nos. Amém.

Do livro “Orações de cura para o casal”,  de Padre Márlon Múcio

Foto das flores:erimagens.blogspot.com

28 de agosto de 2012 at 10:10 66 comentários

Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens – Vigésimo Segundo Domingo do Tempo Comum – São Marcos 7, 1-8.14-15.21-23

 

1.Os fariseus e alguns dos escribas vindos de Jerusalém tinham se reunido em torno dele. 2. E perceberam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. 3. (Com efeito, os fariseus e todos os judeus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; 4. e, quando voltam do mercado, não comem sem ter feito abluções. E há muitos outros costumes que observam por tradição, como lavar os copos, os jarros e os pratos de metal.) 5. Os fariseus e os escribas perguntaram-lhe: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos impuras? 6. Jesus disse-lhes: Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. 7. Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos (29,13). 8. Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens. 14. Tendo chamado de novo a turba, dizia-lhes: Ouvi-me todos, e entendei. 15. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem. 21. Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos, 22. adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez. 23. Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem.

“Ó Deus de bondade, vós nos reunistes para aprendermos que o  essencial  é ser fiéis aos vossos mandamentos, cumprindo a vossa vontade. Dai-nos sabedoria, para distinguirmos o que é mais importante para nossa vida de cristãos, e um coração novo e generoso, incapaz de apegar-se  à falsa segurança de um culto vazio. Derramai sobre nós o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convosco e com os irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor.” (Círculo bíblico)

Versículos de 1 a 4: “Os fariseus e alguns dos escribas vindos de Jerusalém tinham se reunido em torno dele. E perceberam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as lavar.(Com efeito, os fariseus e todos os judeus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos;  e, quando voltam do mercado, não comem sem ter feito abluções. E há muitos outros costumes que observam por tradição, como lavar os copos, os jarros e os pratos de metal.)” 

Não devemos ver a ordem moral e ética somente como algo externo – O Beato João Paulo II disse que a “tradição jurídico-religiosa da Antiga Aliança, formou-se um modo errôneo de entender a pureza moral .  Esta era muitas vezes entendida de modo exclusivamente exterior e «material». O que é certo é que se difundiu uma tendência explícita para tal interpretação. Cristo opõe-se a ela de modo radical: nada torna o homem impuro, daquilo que vem do «exterior», nenhuma imundície «material» torna o homem impuro no sentido moral, ou seja interior”.

A Palavra diz: “lavai-vos, purificai-vos. Tirai vossas más ações de diante de meus olhos. Cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem. Respeitai o direito, protegei o oprimido; fazei justiça ao órfão, defendei a viúva. Pois bem, justifiquemo-nos, diz o Senhor. Se vossos pecados forem escarlates, tornar-se-ão brancos como a neve! Se forem vermelhos como a púrpura, ficarão brancos como a lã! Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores frutos da terra…” (Is 1, 16-19)

Versículos de 5 a 8: “Os fariseus e os escribas perguntaram-lhe: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos impuras?  Jesus disse-lhes: Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.  Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos (29,13).  Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens”.

É necessário renunciar à impureza do coração para se obter a paz – fruto da obediência aos mandamentos– O Beato João Paulo II disse: “Queridos Irmãos e Irmãs, sem a renovação interior e sem o empenho de derrotar o mal e o pecado no coração, e sobretudo sem o amor, o homem não conquistará a paz interior… A paz interior, no coração do homem e na vida da sociedade, provém da ordem moral, da ordem ética, do cumprimento dos mandamentos de Deus”.

“Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens” – O Beato João Paulo II disse: “Os Mandamentos são uma condição fundamental e indispensável para que o homem possa realizar a vocação da sua vida: alcançar o fim pelo qual vive na terra. Esta é a primeira e essencial resposta de Cristo, d’Aquele que “é luz e salvação” do homem: “Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”.

O Beato João Paulo II explicou: “Nenhuma ablução, nem mesmo ritual, é capaz de originar a pureza moral. Esta tem a sua fonte exclusiva no interior do homem: provém do coração”.

O Papa Bento XVI disse que “para poder tornar-nos puros, temos necessidade que em nós nasça a nostalgia da vida pura, da verdade autêntica, do que não está contaminado pela corrupção, de ser homens sem manchas”.

“Para o homem de coração puro, tudo se transforma em mensagem divina”, disse São João da Cruz. 

Versículos  de 14 a 15: “Tendo chamado de novo a turba, dizia-lhes: Ouvi-me todos, e entendei.  Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem”.

O Papa Bento XVI disse que “a injustiça, fruto do mal, não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal.”

O Espírito Santo é a verdadeira água que purifica o coração humano – A  Palavra diz:  “Derramarei sobre vós águas puras, que vos purificarão de todas as vossas imundícies e de todas as vossas abominações. Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos”. (Ez 36, 25-27)

Versículos de 21 a 23: “Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos,  adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez.  Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem”.

 A Palavra diz: “Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus”. (Mt. 5, 8).

Viver a pureza aqui na terra nos prepara para a visão de Deus no céu – O Beato João Paulo II disse: “A pureza do coração prepara para a visão de Deus face a face nas dimensões da felicidade eterna. Acontece isto, porque já na vida temporal os puros de coração são capazes de entrever em toda a criação o que é de Deus. São capazes, num certo sentido, de revelar o valor divino, a dimensão divina, a beleza divina de toda a criação”.

Conclusão

Concluímos com o ensinamento do Catecismo da Igreja (1853): “A raiz do pecado está no coração do homem, em sua livre vontade, segundo o ensinamento do Senhor: “Com efeito, é do coração que procedem más inclinações, assassínios, adultérios, prostituições, roubos, falsos testemunhos e difamações. São estas as coisas que tomam o homem impuro” (Mt 15,19-20). No coração reside também a caridade, princípio das obras boas e puras, que o pecado fere”.

Oração

Deus Consolador, Espírito de verdade, tesouro dos tesouros e fonte de vida, que compartilhas todos os dons e concedes tua graça divina; Deus de paz, e de segurança vem habitar em nós, purifica-nos de todo pecado. Cria em nós um coração puro, renova em nós um espírito forte. Ó Espírito de paz e de amor, Espírito de castidade e de pureza, Espírito de piedade e de santidade, Espírito de sabedoria e inteligência, Espírito de conselho e poder, ó misericordioso e bom Espírito Santo concede-nos aquela fonte de lágrimas que lava nossos corações de toda impureza, a fim de que possas condescender em fazer deles tua morada. Vem acender em nós o fogo de teu divino Amor, reacende em nós o Espírito de caridade para que possamos viver para sempre em ti. Amém.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

27 de agosto de 2012 at 9:16 Deixe um comentário

Primeiro crer para depois saber, diz Papa sobre a fé dos cristãos – 26 de Agosto de 2012

Bento XVI no Angelus deste domingo, 26, na residência apostólica de Castel Gandolfo, onde passa um período de descanso

No Angelus deste domingo, 26, o Papa Bento XVI refletiu sobre o Evangelho de hoje (cf. Jo 6, 60-69) que descreve a reação dos discípulos de Jesus após Ele ter dito: “Eu sou o pão vivo que desceu do Céu […] E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo” (Jo 6,51).  

O Santo Padre destacou que a reação dos discípulos foi provocada conscientemente pelo próprio Cristo, e mostra que aqueles que o seguiam não compreenderam o significado das palavras que Jesus dizia.

Bento XVI explicou que a afirmação de Jesus era inaceitável para eles, porque “a entendiam em sentido material, enquanto que aquelas palavras preanunciavam o mistério pascal de Jesus, em que Ele daria a si mesmo pela salvação do mundo”

O Evangelho destaca que “a partir de então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele” (Jo 6,66).

Ao ver isso, Jesus perguntou aos apóstolos: “Também vós quereis ir embora?” (Jo 6,67), e como em outras situações, é Pedro que tomou a palavra e respondeu em nome dos doze: “Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69).

Pedro não diz sabemos e acreditamos, mas sim acreditamos e sabemos, explicou o Papa recorrendo aos comentários de Santo Agostinho sobre esta passagem, e destacou:

“Acreditamos para poder saber: Se com efeito, tivéssemos procurado saber antes de acreditar, não teríamos conseguido nem conhecer, nem acreditar. O que acreditamos e o que soubemos? Que Tu és Cristo Filho de Deus, isto é que Tu és a vida eterna e através da tua carne e do teu sangue nos dás aquilo que tu próprio és.”

Bento XVI salientou que Jesus sabia que entre os doze apóstolos havia um que não acreditava: Judas. “Ele poderia ter ido embora, como fizeram os outros discípulos, ou melhor, deveria ter ido embora, se tivesse sido honesto”.

“Ao invés, ficou com Jesus”, prosseguiu o Santo Padre. “Ficou não por causa da fé, nem por amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre. Por quê? Porque Judas se sentia traído por Jesus, e decidiu que, por sua vez, iria traí-lo”, explicou.

Judas era um Zelota, e “queria um Messias vencedor, para guiar uma revolta contra os romanos. Mas Jesus tinha decepcionado essas expectativas. O problema é que Judas não foi embora, e sua culpa mais grave foi a falsidade, que é a marca do diabo. Por isso Jesus disse aos Doze: ‘Um de vós é um diabo’ (Jo 6,70)”, destacou Bento XVI.

O Papa concluiu com o convite a rezar a Nossa Senhora, “para que nos ajude a crer em Jesus, como São Pedro, e a sermos sempre honestos com Ele e com todos” .Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.

Fonte: Canção Nova

26 de agosto de 2012 at 14:56 Deixe um comentário

Posts antigos


ADMINISTRADORA DO BLOG:

Jane Amábile

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 198 outros seguidores

Categorias