Archive for julho, 2012

Oração

Ó meu Senhor Jesus, eu te peço, pela intercessão

De Maria Santíssima;

Não a minha justiça, mas a Tua Justiça,

Não a minha verdade, mas a Tua Verdade,

Não a minha castidade, mas a Tua Castidade,

Não a minha misericórdia, mas a Tua Misericórdia,

Não a minha bondade, mas a Tua Bondade,

Não a minha alegria, mas a Tua Alegria,

Não a minha sabedoria, mas a Tua Sabedoria,

Não o meu amor, mas o Teu Amor,

Nada em mim, tudo em Ti.

És a essência de todo bem,

És o Amor.

Faças com que morra cada dia mais o meu eu

Para que Tu, ó Jesus, vivas inteiramente no meu ser,

E assim eu possa testemunhar a Tua Justiça, a Tua Verdade,

A Tua Castidade, a Tua Misericórdia, a Tua Bondade,

A Tua Alegria e o Teu Amor, para que, inspirado nas palavras de São Paulo possa dizer:

“Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim.” (Gl 2,20 a)

Amém.

Do Livro: “Deus quer te fazer feliz” de Fernando e Luciano Dalvi Norbim

 

31 de julho de 2012 at 22:18 Deixe um comentário

Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida – Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum – São João 6, 24-35

24. E, reparando a multidão que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, entrou nas barcas e foi até Cafarnaum à sua procura. 25. Encontrando-o na outra margem do lago, perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui? 26. Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos. 27. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará. Pois nele Deus Pai imprimiu o seu sinal. 28. Perguntaram-lhe: Que faremos para praticar as obras de Deus? 29. Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que ele enviou. 30. Perguntaram eles: Que milagre fazes tu, para que o vejamos e creiamos em ti? Qual é a tua obra?  31. Nossos pais comeram o maná no deserto, segundo o que está escrito: Deu-lhes de comer o pão vindo do céu (Sl 77,24). 32. Jesus respondeu-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu, mas o meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu; 33. porque o pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo. 34. Disseram-lhe: Senhor, dá-nos sempre deste pão! 35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.

Comentário Litúrgico: “O pão da vida que é Jesus se oferece a nós nesta liturgia. Ele sacia de verdade a fome de nossa comunidade na caminhada do dia a dia. Celebremos em comunhão com os ministros ordenados, especialmente com nosso pároco e com todos os padres: na eucaristia, eles nos proporcionam o alimento que permanece até à vida eterna”.
 

Versículso 24 a 27: “E, reparando a multidão que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, entrou nas barcas e foi até Cafarnaum à sua procura. Encontrando-o na outra margem do lago, perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará. Pois nele Deus Pai imprimiu o seu sinal”.

“Buscais-me, não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes fartos” –  “Um dos caminhos que temos para conhecer melhor a pessoa de Jesus é o sacramento da eucaristia. Porém, esse caminho exige de todos nós uma postura de fé diante dele e uma abertura para as realidades que estão além da materialidade. As pessoas que só buscam a saciedade material e procuram Jesus apenas para a satisfação desse tipo de necessidade são incapazes de buscar o alimento que não se perde e que nos leva a reconhecer que Jesus é aquele que o Pai marcou com o seu selo. Essas pessoas não são capazes de ver que Jesus é o enviado do Pai e, por isso, não acreditam nele”. (CNBB)

O Beato João Paulo II disse: “Como era difícil, a quem escutava Jesus, esta passagem do sinal ao mistério indicado por aquele sinal, do pão quotidiano àquele pão «que dura até à vida eterna»! Isto não é fácil nem sequer para nós, homens do século XX. Os Congressos Eucarísticos são celebrados precisamente por isto, a fim de recordar esta verdade ao mundo inteiro: «Trabalhai, não pela comida que perece, mas por aquela que dura até à vida eterna”.

“Pois nele Deus Pai imprimiu o seu sinal” – O Papa Bento XVI disse que “no pão de Cristo está presente o amor de Deus; no encontro com Ele, «nós alimentamo-nos, por assim dizer, do próprio Deus vivo, e comemos verdadeiramente o “pão do céu”».

Versículos de 28 a 31: “Perguntaram-lhe: Que faremos para praticar as obras de Deus?  Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que ele enviou.  Perguntaram eles: Que milagre fazes tu, para que o vejamos e creiamos em ti? Qual é a tua obra? Nossos pais comeram o maná no deserto, segundo o que está escrito: Deu-lhes de comer o pão vindo do céu (Sl 77,24)”.

 “Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que creiais naquele que ele enviou”-  O Papa Bento XVI disse que “a Lei conferida por meio de Moisés era considerada como «pão do céu», graças ao qual Israel se tornou o povo de Deus, mas em Jesus a palavra última e definitiva de Deus faz-se carne, vem ao nosso encontro como Pessoa. Ele, Palavra eterna, é o verdadeiro maná, é o Pão da vida ( Jo 6, 32-35) e realizar as obras de Deus significa crer nele ( Jo 6, 28-29)”.

O Beato João Paulo II disse: “Os discípulos que circundam Jesus esperam, pois, um sinal semelhante ao maná, que os seus antepassados tinham comido no deserto. Jesus,  entretanto, exorta-os a esperar alguma coisa mais do que uma ordinária repetição do milagre do maná, a esperar um alimento de outro tipo”.  Jesus estava falando do sinal, isto é, o de ser Ele mesmo o nosso alimento, o Pão descido do céu.

A Eucaristia é o Pão que nos dá vida e nos sustenta na caminhada rumo ao céu –  “O Beato João Paulo II disse: “A comunhão com Cristo, que agora vivemos enquanto somos peregrinos a caminhar pelas estradas da história, antecipa o encontro supremo do dia em que “seremos semelhantes a Ele, porque O veremos tal como Ele é” (1 Jo 3, 2). Elias, que a caminho no deserto se sentou, privado de forças, debaixo de um junípero e foi revigorado por um pão misterioso até atingir o cume do encontro com Deus (1 Rs 19, 1-8), é um tradicional símbolo do itinerário dos fiéis, que no pão eucarístico encontram a força para caminhar rumo à meta luminosa da cidade santa”.

O Pão vindo do céu –  “Que grande dignidade nos foi concedida! O Filho de Deus doa-Se a nós no Santíssimo Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue. Como é infinitamente grande a liberalidade de Deus! Responde aos nossos desejos mais profundos, que não são apenas desejos de pão terreno, mas atingem os horizontes da vida eterna. Este é o grande mistério da fé!” (Beato João Paulo II)

Versículos 32 a 33: “Jesus respondeu-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu, mas o meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu; porque o pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo”.

 “Mas o meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu” – O Beato João Paulo II disse: “Quando nos alimentamos com o pão da vida que desceu do céu, aumentamos ainda mais a nossa semelhança com o nosso Salvador Ressuscitado, que é a fonte da nossa alegria, uma “alegria em que todo o povo participará” (Lc 2, 10).

“O pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo” – O Papa Bento XVI ensinou: “Alimentar-se de Cristo é o modo para não permanecermos alheios nem indiferentes à sorte dos irmãos, mas para entrar na mesma lógica de amor e de dom do sacrifício da Cruz; quem sabe ajoelhar-se diante da Eucaristia, quem recebe o Corpo do Senhor, não pode deixar de estar atento, no enredo ordinário dos dias, às situações indignas do homem, e sabe debruçar-se pessoalmente sobre o necessitado, sabe repartir o próprio pão com o faminto, compartilhar a água com o sedento, vestir quem está nu e visitar o enfermo e o encarcerado ( Mt 25, 34-36)”.

“Dá vida ao mundo” – Santo Inácio de Antioquia disse que a vida nova que Cristo nos dá na Eucaristia converte-se para nós em “remédio de imortalidade, antídoto contra a morte e alimento para vivermos sempre em Jesus Cristo”.

O Beato João Paulo II explicou: “A Eucaristia, sendo comunhão com Cristo, é portanto participação na vida de Deus, que é eterna e vence a morte”.

Versículos 34 a 35: “Disseram-lhe: Senhor, dá-nos sempre deste pão! Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede”.

O Beato João Paulo II ensinou: “Assim como o corpo humano tem necessariamente fome de pão e sede de água, para não cair na exaustão, o espírito humano, criado à imagem e semelhança de Deus, tem sede de Deus: “Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Sal 42 (41), 2). A Eucaristia é a resposta de Deus a esta sede dos homens que caminham neste mundo em direção à Pátria celestial. No deserto, Deus alimentou o seu povo com o maná que caía do céu. O maná era a figura da Eucaristia”.

O Papa Bento XVI disse: “Em cada pessoa, saberá ver o mesmo Senhor que não hesitou em entregar-se inteiramente por nós e para a nossa salvação. Então, uma espiritualidade eucarística é o autêntico antídoto contra o individualismo e o egoísmo — que muitas vezes caracterizam a vida quotidiana — leva à redescoberta da gratuidade, da centralidade dos relacionamentos, a partir da família, com particular atenção a cuidar das feridas daquelas que estão desagregadas”.

“Dá-nos sempre deste pão!” –  Santo Agostinho disse que “a Eucaristia é o nosso pão cotidiano. A virtude própria desse alimento divino é uma força de união que nos une ao corpo do salvador e nos faz seus membros, a fim de que nos transformemos naquilo que recebemos…”

“Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede” – “Senhor, eu proclamo a minha fé, eu creio na Tua presença real na Eucaristia, mesmo que os outros não acreditem. Eu creio que na hóstia consagrada e no vinho consagrado és Tu que estás ali. Creio na Tua Alma, Corpo, Sangue e Divindade realmente presentes na Eucaristia. Creio, Senhor, mas aumenta a minha fé”. (Monsenhor Jonas Abib)

Conclusão

Concluímos essa reflexão com as palavras do Beato João Paulo II: “Na Eucaristia está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, a nossa Páscoa e o pão vivo que dá aos homens a vida mediante a sua carne vivificada e vivificadora pelo Espírito Santo “.

Oração

Oremos com o Samo 77: “Contudo, ele (Deus) ordenou às nuvens do alto, e abriu as portas do céu. Fez chover o maná para saciá-los, deu-lhes o trigo do céu. Pôde o homem comer o pão dos fortes, e lhes mandou víveres em abundância, depois fez soprar no céu o vento leste, e seu poder levantou o vento sul. Fez chover carnes, então, como poeira, numerosas aves como as areias do mar, As quais caíram em seus acampamentos, ao redor de suas tendas.  Delas comeram até se fartarem, e satisfazerem os seus desejos”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

30 de julho de 2012 at 10:55 Deixe um comentário

Papa aguarda com esperança pela JMJ Rio 2013

O anúncio do Rio de Janeiro como cidade sede da 28º JMJ foi feito oficialmente no final da JMJ de Madri

Falta um ano para a 28ª Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. “Trata-se de uma preciosa ocasião para tantos jovens experimentarem a alegria e a beleza de pertencer à Igreja e de viver a fé”, disse o Papa Bento XVI, neste domingo, 29, aos fiéis e peregrino reunidos no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.

O Santo Padre disse aguardar com esperança por este encontro com a juventude católica. Ele também quis encorajar e agradecer os organizadores que estão “empenhados com dedicação na preparação da acolhida dos jovens que de todo mundo farão parte deste importante evento”.

Bento XVI agradeceu de modo particular o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Desde a sexta-feira, 27, acontece o evento “Preparai o Caminho” que marca a contagem regressiva para a JMJ 2013. O evento está sendo realizado no Maracanãzinho, na capital carioca, até este domingo, 29.

Notícias Canção Nova

29 de julho de 2012 at 20:25 Deixe um comentário

Oração pelos povos – Gabão

 

  Mensagem do Beato João Paulo II ao povo do Gabão:

“E quero confiar-te e consagrar-te Mãe da Igreja, de maneira especial a Igreja que está em terras do Gabão, do mesmo modo que no dia de Pentecostes te consagrei e confiei a Igreja que está em todas as nações e os povos da terra: a Igreja e o mundo.  Nesta entrega e consagração de hoje desejo incluir todos os que vivem e trabalham nesta terra africana, todos aqueles que o Pai celeste amou eternamente em Jesus Cristo e quer salvar mediante o sangue derramado na Cruz”.

Nossa Senhora do Gabão, rogai por nós!

29 de julho de 2012 at 9:32 Deixe um comentário

“Muda tua cara” – Nilton Junior

28 de julho de 2012 at 4:23 Deixe um comentário

Frases de São Pedro Crisólogo – Bispo e doutor da Igreja – 30 de julho

1- «O jejum é paz do corpo, força dos espíritos e vigor das almas».

2- «O jejum é o leme da vida humana e governa todo o navio do nosso corpo».

3- “Bem-aventurado Pedro, que vive e governa nesta sua sede, para garantir a verdade da fé a quantos a procuram”.

4-“Fazei do vosso coração um altar; e, com toda a confiança, oferecei o vosso corpo como vítima a Deus, com fé e generosidade”.

5- “O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica».

6- “Os Magos estão admirados diante do que vêem; o céu sobre a terra e a terra no céu; o homem em Deus e Deus no homem; vêem contido num corpo pequenino quem não pode ser contido por todo o mundo”.

7- “Quem não admira a grandeza de Maria, não sabe quanto Deus é grande”.

8- “Nós te exortamos, irmão honorável, a que te submetas ao que foi escrito pelo bem-aventurado Papa de Roma: porque São Pedro, que vive e preside na Cátedra, dá a verdade de fé aos que a procuram. Quanto a nós, afeiçoados que somos pela paz e pela fé, não podemos interpretar as causas da fé sem o consentimento do Bispo de Roma.”

9- “O nome hebreu de Maria se traduz por Domina em Latim; o Anjo lhe dá, portanto, o título de Senhora”.

10- “Deus não quer a morte, mas a fé; ele não tem sede do teu sangue, mas do teu sacrifício; não se aplaca com a morte violenta, mas com a vontade generosa”. 

11- “Deus prefere ser amado do que ser temido”.   

12- “Os que passaram, viveram para nós; nós, para os vindouros, ninguém para si.”   

13-«A mão do pobre é o gazofilácio (local das ofertas) de Cristo, porque tudo o que o pobre recebe é Cristo que o recebe.»  

 

27 de julho de 2012 at 7:20 1 comentário

Papa saúda os avós de todo o mundo

”Confio à proteção de Sant’ Ana e São Joaquim todos os avós do mundo”.

A pequena localidade alpina de Les Combes, no Vale d’Aosta, no norte da Itália, foi, neste domingo, 26, o local de encontro do Papa Bento XVI com cerca de cinco mil pessoas que, juntamente com ele, recitaram a oração mariana do Ângelus do meio. A oração aconteceu nos jardins da residência dos salesianos, onde o Pontífice está hospedado, em seu período de férias que se concluirá no próximo dia 29.

No domingo passado, 19, o Papa recitou a oração do Ângelus em Romano Canavese, terra natal do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, na província de Ivrea. Hoje, o Santo Padre permaneceu na casa que o hospeda e foi ele mesmo o anfitrião, recebendo os numerosos fiéis e peregrinos que para ali se dirigiram.

Antes do Ângelus, Bento XVI destacou a figura do sacerdote. Perante a grandeza da missão, cada sacerdote deve se colocar nas mãos de Jesus, sem se desencorajar. Desta maneira, os sacerdotes se tornam instrumentos de salvação para tantos, disse o Pontífice.

Hoje, a liturgia prevê no Evangelho o inicio do capítulo seis de São João que contém o milagre da multiplicação dos pães, quando Jesus deu de comer a milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes. Em seguida,  o outro milagre do Senhor é caminhar sobre a água do lago em tempestade. E, finalmente, o discurso no qual Ele se revela como o pão da vida.

Narrando o sinal dos pães o evangelista sublinha que Cristo antes de os distribuir , os benzeu com uma oração de ação de graças. O verbo é eucharistein, e manda-nos diretamente ao trecho da Ultima Ceia, no qual, efetivamente, João não refere a instituição da Eucaristia, mas o lava pés. A Eucaristia é aqui antecipada no grande sinal do pão da vida.

Neste Ano Sacerdotal, como não recordar que especialmente nós sacerdotes podemos nos espelhar neste texto de São João, nos identificando com as palavras dos apóstolos: onde poderemos encontrar o pão para toda esta gente? E, a partir, daquele anônimo rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixes, também a nós vem o impulso de dizer: mas o que é isto para toda esta multidão? Por outras palavras: o que sou eu? Como posso, com os meus limites, ajudar Jesus na sua missão? E a resposta é dada pelo Senhor: precisamente colocando nas suas mãos santas e veneráveis o pouco que eles são, os sacerdotes se tornam instrumentos de salvação para tantos, para todos.

O segundo ponto de reflexão foi proporcionado ao Papa pela memoria litúrgica dos Santos Joaquim e Ana, pais de Nossa Senhora e portanto avós de Jesus. Eles nos levam a pensar no tema da educação que ocupa um lugar tão importante na pastoral da Igreja.

“Em particular nos convida a rezar pelos avós, que na família são os depositários e muitas vezes testemunhas dos valores fundamentais da vida. A tarefa educativa dos avós é sempre muito importante, e torna-se ainda mais, quando, por varias razões, os pais não são capazes de assegurar uma presença adequada ao lado dos filhos, durante a idade do crescimento.

Ao final, o Santo Padre pediu a intercessão dos avós de Jesus: “Confio à proteção de Sant’ Ana e São Joaquim todos os avós do mundo, dirigindo-lhes uma bênção especial. A Virgem Maria que, segundo uma bela iconografia, aprendeu a ler as Sagradas Escrituras sobre os joelhos da mãe Ana, os ajude a alimentar sempre a fé a esperança nas fontes da Palavra de Deus”.

Fonte: Canção Nova

26 de julho de 2012 at 9:13 Deixe um comentário

São Joaquim e Santa Ana – 26 de Julho

25 de julho de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

São Cristóvão – 25 de Julho

 

São Cristóvão viveu provavelmente na Síria e sofreu o martírio no século III. É o padroeiro dos motoristas e, por extensão, dos viajantes também. “Cristóvão” significa “Aquele que carrega Cristo” ou “porta-Cristo”. Seu culto remonta ao século V. De acordo com uma lenda, Cristóvão era um gigante com mania de grandezas. Ele supunha que o rei a quem ele servia era o maior do mundo. Veio a saber, então, que o maior rei do mundo era Satanás. Colocou-se pois, a serviço deste. Informando-se melhor, descobriu que o maior rei do mundo era Nosso Senhor. Um ermitão mostrou-lhe que a bondade era a coisa mais agradável ao Senhor. São Cristóvão resolveu trocar a sua mania de grandeza pelo serviço aos semelhantes. Valendo-se da força imensa de que era dotado, pôs-se a baldear pessoas, vadeando o rio. Uma noite, entretanto, um menino pediu-lhe que o transportasse à outra margem do rio. À medida que vadeava um rio, o menino pesava cada vez mais às suas costas, como se fosse o peso do mundo inteiro. Diante de seu espanto, o menino lhe disse: “Tiveste às costas mais que o mundo inteiro. Transportaste o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves”.

Orações:

1– Senhor, que dissestes: “Quem vos recebe, a mim recebe”; e mais: “Quem não toma a sua cruz e me segue, não é digno de mim”, fazei com que o bem-aventurado mártir São Cristóvão aumente em nós o amor de vosso nome e tenhamos a felicidade de ver-vos em nossos irmãos no caminho da vida. Amém.

2- Dai-me, Senhor, firmeza e vigilância no volante, para que eu chegue ao meu destino sem acidentes. Protegei os que viajam comigo. Ajudai-me a respeitar a todos e a dirigir com prudência. E que eu descubra vossa presença na natureza e em tudo o que me rodeia. Amém.

Fonte: Livro “Os santos de cada dia” – Paulinas

24 de julho de 2012 at 21:50 Deixe um comentário

O Milagre da Multiplicação dos Pães – Décimo Sétimo Domingo do Tempo Comum – São João 6, 1-15

“1. Depois disso, atravessou Jesus o lago da Galiléia (que é o de Tiberíades.) 2. Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em beneficio dos enfermos. 3. Jesus subiu a um monte e ali se sentou com seus discípulos. 4. Aproximava-se a Páscoa, festa dos judeus. 5. Jesus levantou os olhos sobre aquela grande multidão que vinha ter com ele e disse a Filipe: Onde compraremos pão para que todos estes tenham o que comer? 6. Falava assim para o experimentar, pois bem sabia o que havia de fazer. 7. Filipe respondeu-lhe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pedaço. 8. Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: 9. Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes… mas que é isto para tanta gente? 10. Disse Jesus: Fazei-os assentar. Ora, havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se aqueles homens em número de uns cinco mil. 11. Jesus tomou os pães e rendeu graças. Em seguida, distribuiu-os às pessoas que estavam sentadas, e igualmente dos peixes lhes deu quanto queriam. 12. Estando eles saciados, disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca. 13. Eles os recolheram e, dos pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram, encheram doze cestos. 14. À vista desse milagre de Jesus, aquela gente dizia: Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo. 15. Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte”.

O Papa Bento XVI resumiu assim o Evangelho da Multiplicação dos Pães:  “Vós sabeis que o povo tinha ouvido o Senhor durante horas. No fim, Jesus diz: estão cansados, têm fome, devemos dar de comer a este povo. Os Apóstolos perguntam: Mas como? E André, irmão de Pedro, chama a atenção de Jesus para um jovem que levava consigo cinco pães e dois peixes. Mas o que são para tantas pessoas, interrogam-se os Apóstolos. Mas o Senhor faz sentar as pessoas e distribuir estes cinco pães e os dois peixes e todos se saciam. Aliás, o Senhor encarrega os Apóstolos, e entre eles Pedro, que recolham o que sobrou em abundância: doze cestas de pão (Jo 6, 12-13). Sucessivamente o povo, vendo este milagre — que parece ser a renovação, tão esperada de um novo “maná”, do dom do pão do céu — deseja fazer dele o seu rei. Mas Jesus não aceita e retira-se para o monte para rezar sozinho”.

Versículos de 1 a 4: “Depois disso, atravessou Jesus o lago da Galiléia (que é o de Tiberíades.) Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em beneficio dos enfermos. Jesus subiu a um monte e ali se sentou com seus discípulos. Aproximava-se a Páscoa, festa dos judeus”.

“Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em beneficio dos enfermos” –  O Papa Bento XVI disse que havia “uma multidão de pessoas que O seguiram com a intenção de O ouvir e ser curados de várias enfermidades” ( Mt 14, 14).

 O Catecismo (547) ensina:Jesus acompanha as suas palavras com numerosos «milagres, prodígios e sinais» (At 2,22), os quais manifestam que o Reino está presente n’Ele. Comprovam que Ele é o Messias anunciado”.

A Palavra diz: “Israelitas, ouvi estas palavras: Jesus de Nazaré, homem de quem Deus tem dado testemunho diante de vós com milagres, prodígios e sinais que Deus por ele realizou no meio de vós como vós mesmos o sabeis…” (At 2, 22)

O Beato João Paulo II disse que os milagres que Jesus realizou, constituem ”um sinal que mostra a ação de Deus na vida do homem”.

Versículos  de 5 a 10: “Jesus levantou os olhos sobre aquela grande multidão que vinha ter com ele e disse a Filipe: Onde compraremos pão para que todos estes tenham o que comer? Falava assim para o experimentar, pois bem sabia o que havia de fazer. Filipe respondeu-lhe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pedaço.  Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes… mas que é isto para tanta gente? Disse Jesus: Fazei-os assentar. Ora, havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se aqueles homens em número de uns cinco mil”.

Jesus ficou comovido com a multidão que O seguia, quis saciar-lhe a fome – O Catecismo (549) ensina: “Ao libertar certos homens dos males terrenos da fome, da injustiça da doença e da morte – Jesus realizou sinais messiânicos; no entanto, Ele não veio para abolir todos os males deste mundo, mas para libertar os homens da mais grave das escravidões, a do pecado, que os impede de realizar a sua vocação de filhos de Deus e é causa de todas as servidões humanas”. Venha Senhor em nosso auxílio, sacia a fome que a nossa alma tem de Vós.

O Beato João Paulo II disse que “a fome é um drama enorme que aflige a humanidade: urge tomar ainda maior consciência do mesmo e oferecer um apoio convicto e generoso às várias Organizações e Movimentos, nascidos para aliviar os sofrimentos de quem corre o risco de morrer por carência de alimento, privilegiando aqueles que não são atingidos por programas governamentais e internacionais”. Ó Espírito Santo, ilumina os governantes de todo o mundo para dar de comida ao povo faminto.

Versículos de 11 a 15: “Jesus tomou os pães e rendeu graças. Em seguida, distribuiu-os às pessoas que estavam sentadas, e igualmente dos peixes lhes deu quanto queriam. Estando eles saciados, disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca. Eles os recolheram e, dos pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram, encheram doze cestos. À vista desse milagre de Jesus, aquela gente dizia: Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo. Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte”.

O Milagre da Multiplicação dos Pães é um prenúncio do Banquete Eucarístico

Jesus dá-se em alimento na Santa Eucaristia – O Beato João Paulo II disse que “não foi portanto ao acaso que o evangelista João fez da narrativa da multiplicação dos pães um “sinal”, uma imagem antecipadora da Eucaristia: os termos que ele usa (“tomou os pães, deu graças e distribuiu-os“) (Jo 6, 11) encontram exata correspondência na narração da Ceia. Do milagre sucedido no declive da montanha da Galileia somos assim levados a refletir sobre outro banquete, que Jesus prepara na mesa do altar para nós, peregrinos no caminho das estradas do mundo”.

Comentário Litúrgico: “Jesus nos convida ao banquete eucarístico para nutrir nossa fé e fortalecer-nos no amor mútuo. Ele vê as necessidades do povo faminto e, por nossas mãos, quer lhe proporcionar o sustento na caminhada. A Eucaristia questiona a falta de alimento em muitas famílias e nos revela que o pão, bênção de Deus, se multiplica à medida que é partilhado.”

A Sagrada Eucaristia: a Multiplicação do Pão de geração em geração

O Beato João Paulo II ensinou que “o constante multiplicar-se na Igreja do Pão da vida nova para os homens de toda a raça e cultura. Este ministério sacramental foi confiado aos Apóstolos e aos seus sucessores. E eles, fiéis à recomendação do divino Mestre, não cessam de partir e de distribuir o Pão eucarístico de geração em geração”.

O Catecismo (1344) ensina:Assim, de celebração em celebração, anunciando o mistério pascal de Jesus «até que Ele venha» (1Cor 11, 26), o Povo de Deus em peregrinação «avança pela porta estreita da cruz» (174) para o banquete celeste, em que todos os eleitos se sentarão à mesa do Reino”.

A Eucaristia – remédio e sustento para a Igreja     

O Beato João Paulo II ensinou:O Povo de Deus recebe (o pão eucarístico) com devota participação. Deste Pão de vida, remédio de imortalidade, nutriram-se inúmeros santos e mártires, haurindo dele a força para resistir também a duras e prolongadas tribulações”. Ó Jesus, Pão do Céu, dai-nos força e coragem em nossa caminhada.

O  monsenhor Jonas Abib disse:A Eucaristia é como um remédio que temos de tomar constantemente, até ficarmos curados, principalmente quando a nossa luta é contra um determinado pecado que não conseguimos vencer. Se frequentemente recebermos o Corpo do Senhor, seremos vencedores nessa luta em busca da cura e libertação”.

“Recolhei os pedaços que sobraram”

O Beato João Paulo II disse: “Jesus apresentava-se naquele momento como, mais do que Moisés, que no deserto tinha saciado o povo israelita durante o êxodo; apresentava-se como mais do que Eliseu, que com vinte pães de cevada e trigo novo tinha dado de comer a cem pessoas. Jesus manifestava-se; e hoje a nós manifesta-se como Aquele que é capaz de saciar para sempre a fome do nosso coração. “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome e o que acredita em mim jamais terá sede” (Jo 6, 35). Multiplique os pães e os peixes de nossas mesas, ó Senhor Jesus! Coloca em nosso coração Senhor, o desejo de partilhar com o irmão aquilo que está sobrando em nossa casa.

A Palavra diz: “O Senhor dos exércitos preparou para todos os povos, nesse monte, um banquete de carnes gordas, um festim de vinhos velhos, de carnes gordas e medulosas, de vinhos velhos purificados”. (Is 25, 6) Obrigado Senhor, por todo o alimento que há em nossa casa, pois ele é fruto da Tua providência e da Tua misericórdia.

Conclusão

Concluímos essa reflexão com as palavras do Catecismo (40) Deus revelou-se progressivamente aos homens, por meio dos profetas e dos eventos salvíficos, até à plenitude da Revelação com o envio de seu próprio Filho: « Jesus Cristo, pela plena presença e manifestação de Si mesmo, por palavras e obras, sinais e milagres, e especialmente por sua morte e gloriosa ressurreição dentre os mortos, enviado finalmente o Espírito de verdade, aperfeiçoa e completa a Revelação ».

Há uma reflexão sobre a “Primeira Multiplicação dos Pães”, postada em 29 de Julho de 2011, baseada no Evangelho  de  São Mateus 14, 13 – 21.

Oremos com o canto “O pão da vida, a comunhão”:

O pão da vida, a comunhão,/ Nos une a Cristo e aos irmãos./
E nos ensina abrir as mãos/ Para partir, repartir o pão./  

1. Lá no deserto a multidão/ Com fome segue o Bom Pastor./
Com sede busca a Nova Palavra:/ Jesus tem pena e reparte o pão.

2. Na Páscoa Nova da Nova Lei,/Quando amou-nos até o fim,/
Partiu o pão e disse:/ “Isto é meu corpo por vós doado:/ Tomai, Comei”.

3. Se neste pão, nesta comunhão,/ Jesus por nós, dá a própria vida,/
Vamos também repartir os dons,/ Doar a vida por nosso irmão.

4. Onde houver fome, reparte o pão/ E tuas trevas hão de ser luz;/
Encontrarás Cristo no irmão,/ Serás bendito do Eterno Pai.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

24 de julho de 2012 at 11:23 Deixe um comentário

Posts antigos


Arquivos

ADMINISTRADORA DO BLOG:

Jane Amábile

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se aos outros seguidores de 341

Categorias