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Natal

mariaejose

29 de dezembro de 2016 at 5:15 Deixe um comentário

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo

A liturgia deste dia convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na incarnação de Jesus… Ele é a “Palavra” que se fez pessoa e veio habitar no meio de nós, a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de “filhos de Deus”.
A primeira leitura anuncia a chegada do Deus libertador. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao seu Povo uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria, o desalento pela esperança.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projeto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/”Palavra” é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.

Fonte: Evangelho Quotidiano

25 de dezembro de 2016 at 5:33 Deixe um comentário

Frei Cantalamessa: celebrar o Natal, retornar ao coração

2016-12-23 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Padre Raniero Cantalmessa fez na manhã desta sexta-feira, no Vaticano, a quarta e última pregação do Advento na presença do Papa Francisco e de membros da Cúria Romana. O tema desta última reflexão foi “Encarnado por obra do Espírito Santo através da Virgem Maria”.“Dum medium silentium tenerent omnia”, enquanto tudo ao redor era silêncio… com essas palavras – introduziu a pregação Padre Raniero -, a liturgia procura recriar todos os anos a atmosfera própria do Natal.

No momento do nascimento de Jesus, o mundo não era menos agitado do que hoje, mesmo se tudo ocorria em um círculo mais restrito. As ruas e tavernas fervilhavam de pessoas por causa do censo; as grandes figuras da época, mesmo distantes, eram César Augusto, Herodes … Apenas duas pessoas, Maria e José, tinham conhecimento do evento mais importante, não só daquele tempo, mas de todos os tempos.

A situação se renova, espiritualmente, em cada Natal. As notícias de atos de terrorismo, de guerras, de massas obrigadas, como então, a deixarem suas casas e para as quais, como para Maria e José, “não há lugar na estalagem”, se sobrepõem e chegam até nós em tempo real. Somente aqueles que por uma hora, ou um momento, serão capazes de silenciar tudo, fora e dentro de si e, com a graça do Espírito Santo, tomar consciência do que recordamos neste dia, apenas estes, poderão dizer de terem “feito” Natal. Acontece como quando, saindo do caos ensurdecedor da cidade, alguém cruza o limiar da sua casa ou do próprio convento, tem a sensação de entrar em outro mundo.

No Credo dizemos: “Por nós homens e para a nossa salvação, desceu dos céus, e por obra do Espírito Santo se encarnou no seio da Virgem Maria e se fez homem”.

Santo Agostinho – disse o pregador da Casa Pontifícia – distinguia dois modos de celebrar o evento da história da salvação: como modo de mistério (“no sacramento”), ou como simples aniversário. Na celebração do aniversário não se necessita de outra – dizia – a não ser “indicar com uma solenidade religiosa o dia do ano que marca a memória do evento em si”; na celebração como mistério, “não só se comemora um evento, mas você o faz de modo que se entenda o seu significado para nós e o acolhamos de maneira santa”.

O Natal não é uma celebração “no estilo de aniversário” (a escolha da data de 25 de dezembro não é devido, sabemos, a razões históricas, mas simbólicas e de conteúdo); é uma celebração “a modo de mistério” que exige, portanto, ser entendida no seu significado para nós. São Leão Magno já falava do significado místico do “sacramento do nascimento de Cristo”, dizendo que “os filhos da Igreja foram gerados com Cristo no seu nascimento, como foram crucificados com ele na paixão e ressuscitados com ele na ressurreição”.

Maria, Virgem e Mãe, que gera o Cristo por obra do Espírito Santo, é o “tipo”, ou o exemplar perfeito, da Igreja e da alma do crente. Um autor da Idade Média, Santo Isaac de Stella, resume o pensamento dos Padres, a este respeito:

“Maria e a Igreja são uma mãe e mais mães; uma virgem e mais virgens.

O Espírito Santo – destacou ainda Padre Raniero -, nos convida, a “retornar ao coração”, para celebrar um Natal mais íntimo e verdadeiro, que torne “verdadeiro” também o Natal celebramos fora de nós, nos ritos e nas tradições. O Pai quer gerar em nós a Sua Palavra para poder pronunciar novamente, dirigindo-se a Jesus e a nós juntos, aquela doce palavra: “Tu és meu filho; hoje eu te gerei”(Hb 1,5). Jesus quer nascer em nossos corações. É assim que devemos pensar na fé: como se, nestes últimos dias do Advento, Ele passasse entre nós e batesse de porta em porta, como naquela noite em Belém, em busca de um coração para nascer espiritualmente. (SP)

25 de dezembro de 2016 at 5:16 Deixe um comentário

Feliz Natal a todos os homens e a cada um dos homens! – Saudação de São João Paulo II

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O meu pensamento — com os meus votos cheios de afeto cordial e de sincero respeito — vai para vós, Irmãs e Irmãos, que vos encontrais presentes aqui nesta Praça; vai para todos vós, os que, através dos meios de comunicação social, tendes a possibilidade de vos pordes em sintonia com esta breve cerimônia; vai para vós todos, os que procurais sinceramente a verdade, os que tendes tome e sede de justiça, os que anelais pela bondade e pela alegria; vai para vós, pais e mães de família; para vós trabalhadores e profissionais; para vós, jovens; para vós adolescentes; para vós crianças; vai para vós, pobres; para vós, doentes; para vós, anciãos; para vós, encarcerados; e para todos vós, enfim, os que vos achais na impossibilidade de passar o Santo Natal em família, na companhia dos vossos entes queridos.

FELIZ NATAL!

23 de dezembro de 2016 at 5:47 2 comentários

Natal do Senhor – Liturgia das Horas

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Hino

Do sol nascente ao poente
cantai, fiéis, neste dia,
ao Cristo Rei que, por nós,
nasceu da Virgem Maria.

Autor feliz deste mundo,
tomou um corpo mortal.
A nossa carne assumindo,
livrou a carne do mal.

No seio puro da Virgem
entrou a graça dos céus.
Em si carrega um segredo
sabido apenas por Deus.

O casto seio da Virgem
se faz o templo de Deus.
Gerou sem homem um Filho,
o Autor da terra e dos céus.

Nasceu da Virgem o Filho
que Gabriel anunciou,
em quem no seio materno
João, o Batista, exultou.

Não recusou o presépio,
foi sobre o feno deitado;
quem mesmo as aves sustenta
com leite foi sustentado.

Do céu os coros se alegram,
os anjos louvam a Deus.
Pastor se mostra aos pastores
quem fez a terra e os céus.

Louvor a vós, ó Jesus,
que duma Virgem nascestes.
Louvor ao Pai e ao Espírito
no azul dos paços celestes.

Salmodia

Ant. 1 A quem vistes, ó pastores?
Anunciai e nos dizei quem na terra apareceu?
Nós vimos um menino e os anjos a cantar
e a louvar Nosso Senhor. Aleluia.

 

22 de dezembro de 2016 at 5:22 Deixe um comentário

«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do Seu agrado» – reflexão de São Bernardo

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Céus, escutai! Terra, ouve com atenção! Que todas as criaturas, e sobretudo o homem, sejam arrebatadas de admiração e irrompam em louvores: «Jesus Cristo, Filho de Deus, nasce em Belém da Judeia». […] Haverá notícia mais bela a anunciar à terra? […] Alguma vez se ouviu coisa parecida, alguma vez o mundo soube de alguma coisa semelhante? «Em Belém da Judeia nasce Jesus Cristo, o Filho de Deus.» Tão poucas palavras para exprimir a vinda do Verbo, a Palavra de Deus feita criança, mas que doçura nestas palavras! […] «Jesus Cristo, o Filho de Deus, nasce em Belém.» Nascimento de uma santidade incomparável: honra do mundo inteiro, exaltação de todos os homens devido ao bem imenso que Ele lhes traz, admiração dos anjos por causa da profundidade deste mistério de uma novidade sem paralelo (cf Ef 3,10). […]

«Jesus Cristo, Filho de Deus, nasce em Belém da Judeia». Vós que estais deitados na poeira, erguei-vos e louvai Deus! Eis o Senhor que chega com a salvação, eis a vinda do Ungido do Senhor, do Seu Messias, ei-Lo que vem na Sua glória. […] Feliz daquele que se sente atraído por Ele e que «acorre à fragrância dos Seus perfumes» (Ct 1,4 LXX): ele verá «a glória que lhe vem do Pai como Filho único» (Jo 1,14).

Vós que estais perdidos, respirai! Jesus vem salvar o que perecera. Vós, os doentes, voltai a ser saudáveis: Cristo vem estender o bálsamo da Sua misericórdia sobre a chaga dos vossos corações. Estremecei de alegria, todos vós que sentis grandes desejos: o Filho de Deus vem a vós para fazer de vós co-herdeiros do Seu Reino (Rm 8,17). Sim, Senhor, peço-Te, cura-me e ficarei curado; salva-me e serei salvo (Jr 7,14); glorifica-me e ficarei verdadeiramente na glória. Sim, «que a minha alma bendiga o Senhor e que tudo em mim bendiga o Seu santo nome» (Sl 102,1). […] O Filho de Deus faz-Se homem para fazer dos homens filhos de Deus.

Fonte: Evangelho Quotidiano

21 de dezembro de 2016 at 5:38 Deixe um comentário

Audiência: Natal é abrir o coração à esperança

2016-12-14 Rádio Vaticana

Quarta-feira, 14 de dezembro, na audiência geral o Papa Francisco propôs mais uma catequese sobre a esperança cristã.

O Santo Padre recordou o profeta Isaías que nos convida a abrirmo-nos à esperança, acolhendo a Boa-Nova da salvação que está a chegar.

No fim do exílio na Babilónia, é a possibilidade de Israel reencontrar Deus. O Senhor aproxima-se – assinalou o Papa – e aquele «pequeno resto» que atravessou a crise e que continuou a crer e a esperar poderá ver as maravilhas do Senhor.

O pequeno resto a que se refere Francisco é o pequeno povo que ficou depois do exílio, aquele resto que “no exílio resistiu na fé, que atravessou a crise e continuou a crer e a esperar mesmo no meio da escuridão”.

O Papa na sua catequese sublinhou algumas das palavras do canto de Isaías no capítulo 52:

«O Senhor mostra a força do seu braço poderoso (…) e todos os confins da terra verão o triunfo do nosso Deus». «Diz a Sião: “O rei é o teu Deus!”».

Estas palavras mostram a fé num Deus que Se inclina misericordiosamente sobre o homem, para o libertar de tudo o que desfigura nele a imagem de Deus – observou o Santo Padre.

E a plenitude de tanto amor é precisamente o Reino instaurado por Jesus, aquele Reino de perdão e paz que chega no Natal e se realiza definitivamente na Páscoa – declarou.

Os motivos da nossa esperança são estes – disse Francisco – “quando tudo parece perdido, quando, à vista de tantas realidades negativas, torna-se difícil acreditar e vem a tentação de dizer que já nada tem sentido, faz-se ouvir a Boa Nova: Deus está a chegar, para realizar algo de novo, instaurar um Reino de paz, vem trazer liberdade e consolação. O mal não triunfará para sempre, acabará a tribulação”.

Somos chamados a ser homens e mulheres de esperança, que proclamam a vinda deste Reino feito de luz e destinado a todos. “Esta mensagem é urgente!” – lembrou o Papa dizendo que devemos também correr, como o mensageiro sobre os montes de que fala o profeta, porque o mundo não pode esperar, a humanidade tem fome e sede de justiça e de paz.

E a promessa cumpre-se no Menino de Belém, uma criança que nasce “necessitada de tudo” colocada “numa manjedoura”: ali está todo poder do Deus que salva. “É preciso abrir o coração – o Natal é o dia para abrir o coração!” – declarou o Santo Padre.

O Papa afirmou que no Natal é preciso abrir o coração a toda a “pequenez” que está ali naquele Menino. Um Natal que devemos preparar “com esperança neste tempo de Advento”. “É a surpresa de um Deus Menino, de um Deus pobre, de um Deus débil, de um Deus que abandona a sua grandeza para se fazer próximo de cada um de nós” – disse Francisco no final da sua catequese.

Nas saudações destaque para aquela dedicada aos peregrinos de língua portuguesa na qual o Papa fez votos de um “Santo Natal de Jesus, vivido com a mesma fé humilde e obediente de Maria e José”. O Santo Padre pediu para vermos na força do Menino Jesus “a vitória final sobre os poderes arrogantes da terra”.

O Papa Francisco a todos deu a sua benção!

(RS)

21 de dezembro de 2016 at 5:27 Deixe um comentário

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