Posts tagged ‘Espírito Santo’

«Lançar fogo à Terra»: o dom do Espírito Santo (At 2,3) – Oração de Santa Faustina Kowalska

«Lançar fogo à Terra»: o dom do Espírito Santo (At 2,3)

Ó Espírito de Deus, espírito de verdade e de luz, permanece constantemente na minha alma pela tua graça divina. Que o teu sopro dissipe as trevas e que, na tua luz, as boas ações se multipliquem. Ó Espírito de Deus, Espírito de amor e de misericórdia, que derramas no meu coração o bálsamo da confiança, a tua graça confirme a minha alma no bem, dando-lhe uma força invencível: a constância! Ó Espírito de Deus, Espírito de paz e de alegria,   que reconfortas o meu coração sedento, que derramas nele a fonte viva do amor divino, e o tornas intrépido na luta. Ó Espírito de Deus, ó mais amoroso hóspede da minha alma, eu desejo, por meu lado, ser-Te fiel, tanto nos dias de felicidade como nas horas de sofrimento; desejo, Espírito de Deus, viver sempre na tua presença. Ó Espírito de Deus, que impregnas o meu ser e me fazes conhecer a tua vida divina e trinitária, Tu me inicias no teu Ser divino; unida assim a Ti, tenho a vida eterna.

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

21 de outubro de 2019 at 5:39 Deixe um comentário

O Espírito Santo Paráclito

O homem nada é por si mesmo, mas com o Espírito Santo é muito. O homem é todo terreno e todo animal; só o Espírito Santo pode elevar a sua alma e conduzi-lo ao alto. Tal como as lentes que aumentam os objetos, o Espírito Santo permite-nos ver o bem e o mal em grande. Com o Espírito Santo, vemos tudo em grande: vemos a grandeza das mais pequenas ações feitas por Deus, e a grandeza das mais pequenas faltas. Tal como um relojoeiro distingue, com a ajuda da lupa, as menores roldanas de um relógio, assim também, com a luz do Espírito Santo, nós distinguimos todos os pormenores da nossa pobre vida. Sem o Espírito Santo, tudo é frio; por isso, quando sentimos que estamos a perder o fervor, convém-nos muito fazer depressa uma novena ao Espírito Santo, a pedir que nos aumente a fé e o amor!

Reflexão de São João-Maria Vianney 

9 de junho de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

O Espírito Santo

“O Espírito nos faz ressurgir dos nossos limites, das nossas mortes, porque temos muitas necroses em nossas vidas, na alma. A mensagem da ressurreição é esta: é preciso renascer”.

27 de maio de 2019 at 8:59 Deixe um comentário

Papa Francisco: Que o Espírito Santo seja o protagonista da nossa vida.

Papa celebra a missa na Casa Santa Marta

Papa celebra a missa na Casa Santa Marta  (Vatican Media)

Não se pode ser cristãos sem deixar que o Espírito Santo seja o protagonista da nossa vida, disse o Papa na homilia matutina na Casa Santa Marta.

Debora Donnini – Cidade do Vaticano

Podemos renascer “daquele pouco que somos”, da “nossa existência pecadora” somente com a “ajuda da própria força que fez ressurgir o Senhor: com a força de Deus” e por isso “o Senhor nos enviou o Espírito Santo”. Foi o que recordou o Papa Francisco ao celebrar a missa na Casa Santa Marta na manhã desta terça-feira (30/04).

Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na resposta de Jesus a Nicodemos, proposta pelo Evangelho do dia (Jo 3,7-15). Jesus fala de “renascer do alto” e o Papa traçou este elo entre a Páscoa e a mensagem do renascimento.

A força é o Espírito

A mensagem da Ressurreição do Senhor é “este dom do Espírito Santo”, recordou Francisco e, de fato, na primeira aparição de Jesus aos apóstolos, no domingo mesmo da Ressurreição, diz a eles: “Recebam o Espírito Santo”. “Esta é a força! Nós nada podemos sem o Espírito”, explicou o Papa, recordando que a vida cristã não é somente comportar-se bem, fazer isto, não fazer aquilo. “Nós podemos fazer isto”, podemos inclusive escrever a nossa vida com “caligrafia inglesa”, mas a vida cristã renasce do Espírito e, portanto, é preciso reservar um lugar a ele:

É o Espírito que nos faz ressurgir dos nossos limites, das nossas mortes, porque nós temos muitas, muitas necroses na nossa vida, na alma. A mensagem da ressurreição é esta de Jesus a Nicodemos: é preciso renascer. Mas como é possível deixar espaço ao Espírito? Uma vida cristã, que se diz cristã, que não deixa lugar ao Espírito e não se deixa levar avante pelo Espírito é uma vida pagã, fantasiada de cristã. O Espírito è o protagonista da vida cristã, o Espírito – o Espírito Santo – que está em nós, nos acompanha, nos transforma, vence conosco. Ninguém jamais subiu ao céu senão Aquele que desceu do céu, isto é, Jesus. Ele desceu do céu. E Ele, no momento da ressurreição, nos diz: “Recebam o Espírito Santo”, será o companheiro de vida, de vida cristã.

Companheiro diário

Portanto, não pode existir uma vida cristã sem o Espírito Santo, que é “o companheiro de todos os dias”, dom do Pai, dom de Jesus.

Peçamos ao Senhor que nos dê esta consciência de que não se pode ser cristãos sem caminhar com o Espírito Santo, sem agir com o Espírito Santo, sem deixar que o Espírito Santo seja o protagonista da nossa vida.

Trata-se então de se perguntar qual seja o lugar na nossa vida, porque – reiterou o Papa – “você não pode caminhar numa vida crisã sem o Espírito Santo”. É preciso pedir ao Senhor a graça de entender esta mensagem: “o nosso companheiro de caminhada é o Espírito Santo”.

30 de abril de 2019 at 17:05 Deixe um comentário

Oração ao Espírito Santo – de Santa Faustina

“Ó Espírito Divino, Espírito de verdade e luz,

reside sempre em minha alma com a Tua divina graça,

Que o Teu sopro dissipe as trevas,

e nessa luz se multiplicarão as boas obras.

Ó Espírito divino, Espírito de amor e misericórdia,

que derramas em meu coração o bálsamo da confiança,

a Tua graça confirma no bem a minha alma,

dando-lhe uma força invencível: a perseverança.

Ó Espírito divino, Espírito de paz e alegria,

que fortificas o meu coração sedento

e derramas nele a fonte viva do amor divino,

e o tornas intrépido para a luta!

Ó Espírito divino, dileto Hóspede da minha alma,

desejo da minha parte ser-Te fiel,

tanto nos dias de alegria como nos dias de tormentos.

Desejo sempre viver na Tua presença, Espírito divino.

Ó Espírito divino, que atravessas todo o meu ser

e me fazes conhecer a Tua vida divina, Trina,

e me inicias em Tua Essência divina,

assim unida Contigo, viverei a vida eterna”.

Do “Diário” de Santa Faustina (Ed. Apostolado da Divina Misericórdia)

 

 

27 de julho de 2017 at 5:06 Deixe um comentário

O envio do Espírito Santo – comentário de Santo Irineu

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Ao dar a seus discípulos poder para que fizessem os homens renascer em Deus, o Senhor lhes disse: Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28,19)

Deus prometera, por meio dos profetas, que nos últimos tempos derramaria o seu Espírito sobre os seus servos e servas para que recebessem o dom da profecia. Por isso, o Espírito Santo desceu sobre o Filho de Deus, que se fez Filho do homem, habituando-se com ele a conviver com o gênero humano, a repousar sobre os homens e a morar na criatura de Deus. Assim renovava os homens segundo a vontade do Pai, fazendo-os passar da sua antiga condição para a vida nova em Cristo.

São Lucas nos diz que esse Espírito, depois da ascensão do Senhor, desceu sobre os discípulos no dia de Pentecostes, com o poder de dar a vida nova a todos os povos e de fazê-los participar da Nova Aliança. Eis por que, naquele dia, todas as línguas se uniram no mesmo louvor de Deus, enquanto o Espírito congregava na unidade as raças mais diferentes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.

Foi por isso que o Senhor prometeu enviar o Paráclito, que os tornaria capazes de receber a Deus. Assim como a farinha seca não pode, sem água, tornar-se uma só massa nem um só pão, nós também, que somos muitos, não poderíamos transformar-nos num só corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do céu. E assim como a terra árida não produz fruto se não for regada, também nós, que éramos antes como uma árvore ressequida, jamais daríamos frutos de vida, sem a chuva da graça enviada do alto.

Com efeito, nossos corpos receberam, pela água do batismo, aquela unidade que os torna incorruptíveis; nossas almas, porém, a receberam pelo Espírito.

O Espírito de Deus desceu sobre o Senhor como espírito de sabedoria e discernimento, espírito de conselho e fortaleza, espírito de ciência e de temor de Deus (Is 11,2). É este mesmo Espírito que o Senhor por sua vez deu à Igreja, enviando do céu o Paráclito sobre toda a terra, daquele céu de onde também Satanás caiu como um relâmpago (cf. Lc 10,18).

Por esse motivo, temos necessidade deste orvalho da graça de Deus para darmos fruto e não sermos lançados ao fogo, e para que também tenhamos um Defensor onde temos um acusador. Pois o Senhor confiou ao Espírito Santo o cuidado da sua criatura, daquele homem que caíra nas mãos dos ladrões e a quem ele, cheio de compaixão, enfaixou as feridas e deu dois denários reais. Tendo assim recebido pelo Espírito a imagem e a inscrição do Pai e do Filho, façamos frutificar os dons que nos foram confiados e os restituamos multiplicados ao Senhor.

2 de junho de 2017 at 5:17 Deixe um comentário

Papa: o Espírito nos liberta, não a compromissos e rigidez

2017-04-24 Rádio Vaticana

Nunca nos esqueçamos que a nossa fé é concreta e rejeita compromissos e idealizações – disse o Papa Francisco durante a Missa, na manhã desta segunda-feira (24/04), na Casa Santa Marta, na qual também participaram os Cardeais Conselheiros do C9 que de hoje até 26 de abril estarão reunidos com o Santo Padre. O Papa enfatizou a liberdade que nos dá o Espírito Santo e que faz com que o anúncio do Evangelho aconteça sem compromissos e rigidez.

O encontro de Nicodemos com Jesus e o testemunho de Pedro e João depois da cura de um homem coxo de nascença foram o centro da homilia do Papa Francisco.

“Jesus explica a Nicodemos, com amor e paciência, que é preciso nascer do alto, nascer do Espírito. Portanto, mudar de mentalidade.” Para entender melhor isso, o Papa reflectiu sobre a Primeira Leitura da liturgia do dia, extraída do Livro dos Actos dos Apóstolos. “Pedro e João curaram um homem coxo de nascença, e os doutores da lei não sabiam como fazer, como esconder este facto público.”

No interrogatório, Pedro e João “respondem com simplicidade” e quando são intimados a não falar mais sobre o assunto, Pedro responde: “Não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos. Continuaremos assim.”
“Eis a concretude de um facto, a concretude da fé” em relação aos doutores da lei que “querem negociar para alcançar um acordo”:

“Pedro e João têm coragem, franqueza, a franqueza do Espírito que significa falar abertamente, com coragem, a verdade, sem nenhum pacto. Este é o ponto, a fé concreta”:

“Às vezes, esquecemo-nos de que a nossa fé é concreta: o Verbo se fez carne, não se fez ideia: tornou-se carne. Quando rezamos o Credo dizemos coisas concretas: Creio em Deus Pai que fez o céu e a terra, creio em Jesus Cristo que nasceu, que morreu…’. São coisas concretas. O Credo não diz: Creio que devo fazer isso, que devo fazer aquilo ou que as coisas são para isso…’ Não! São coisas concretas. A concretude da fé que leva à franqueza, ao testemunho até o martírio, não faz pactos ou idealização da fé.”

“Para os doutores da lei, o Verbo não se fez carne, mas lei. É preciso fazer isso só até aqui. Deve ser feito isto e não aquilo”:

“E assim, se engaiolaram nesta mentalidade racionalista que não terminou com eles, hein? Na História da Igreja muitas vezes, a própria Igreja que condenou o racionalismo, o Iluminismo, caiu nesta teologia do ‘pode e não pode’, do ‘até aqui e até lá’, e se esqueceu da força, da liberdade do Espírito, do renascer do Espírito que nos dá a liberdade, a franqueza da pregação e de anunciar que Jesus Cristo é o Senhor.”

“Peçamos ao Senhor esta experiência do Espírito que vai e vem e nos leva adiante, do Espírito que nos dá a unção da fé, a unção da concretude da fé”:

”O vento sopra onde quer e ouve-se a sua voz, mas não se sabe de onde vem e nem para onde vai. Assim é todo aquele que nasce do Espírito: ouve a voz, segue o vento, segue a voz do Espírito sem saber aonde terminará, pois optou pela fé concreta e pelo renascimento no Espírito. Que o Senhor dê a todos nós este Espírito pascal a fim de caminhar nas estradas do Espírito sem acordos, sem rigidez, mas com a liberdade de anunciar Jesus Cristo assim como Ele veio: em carne.” (BS/MJ)

29 de abril de 2017 at 5:38 Deixe um comentário

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