Archive for outubro, 2013

As imagens falam por si – A bênção Papa Francisco! – para os irmãos de língua italiana

Clicar no “Youtube” abaixo à direita para assistir.

31 de outubro de 2013 at 8:29 Deixe um comentário

Missa do Papa em Santa Marta – A esperança, esta desconhecida

 

2013-10-30 L’Osservatore Romano

A esperança é a mais humilde das três virtudes teologais, porque se esconde na vida. Contudo, ela transforma-nos em profundidade,  assim como «uma mulher grávida não deixa de ser  mulher» mas é como se  se transformasse porque se torna mãe. O Papa Francisco falou sobre a esperança   na manhã de terça-feira, 29 de Outubro, durante a missa celebrada em Santa Marta, reflectindo sobre a atitude dos cristãos  na expectativa da revelação do Filho de Deus.

A esta atitude está ligada a esperança, uma virtude, disse o Papa, que se revelou mais forte do que o sofrimento, assim como escreve são Paulo na carta aos romanos (8, 18-25). «Paulo – frisou o Pontífice – refere-se aos sofrimentos do tempo presente, mas diz que não são comparáveis com a  glória futura que será revelada em nós». O apóstolo fala de «fervorosa expectativa», uma tensão rumo à revelação que se refere   a toda a criação. «Esta tensão é a esperança – disse o Papa – e viver na esperança é viver nesta tensão», na expectativa da revelação do Filho de Deus, quando toda a criação, «e também cada um de nós», for libertado da escravidão «para entrar na glória dos filhos de Deus».

Dizem, prosseguiu, que é «a mais humilde das três virtudes, porque se esconde na vida. Vemos e sentimos a fé, sabemos o que é;  praticamos a  caridade, sabemos o que é. Mas o que é a esperança?».   A resposta do Papa foi: «Para nos aproximarmos  mais podemos dizer em primeiro lugar que é um risco. A esperança é   uma virtude perigosa, uma virtude, como diz são Paulo, de uma expectativa fervorosa pela revelação do Filho de Deus. Não é uma ilusão. É aquela que os israelitas tinham», os quais, quando foram libertados da escravidão disseram: «parecia que sonhávamos. Então a nossa boca abriu-se num sorriso e a nossa língua encheu-se de alegria».

Paulo «mostra outro ícone da esperança – acrescentou o Papa – é o do parto. De facto, sabemos que toda a criação, e também nós com ela, «geme e sofre as dores de parto até hoje».  Não só, mas também nós, que possuímos as primícias do espírito, gememos – pensai na mulher que dá à luz – gememos interiormente, esperando. Estamos na expectativa. Este é um parto». A esperança, acrescentou, põe-se nesta dinâmica do dar a vida. A esperança «é uma graça que deve ser pedida». O Papa frisou que «uma coisa é viver na esperança, porque na esperança somos salvos, e outra é viver como bons cristãos e nada mais, viver na expectativa da revelação, ou viver bem  com os mandamentos»; estar ancorados nas margens do mundo futuro «ou estacionados na laguna artificial». Para explicar o conceito o Papa indicou como mudou a atitude de Maria, «uma jovem», quando soube que seria mãe: «Vai,  ajuda e canta aquele cântico de louvor». Porque, explicou o Papa Francisco, «quando uma mulher está grávida, é mulher» mas é como se se transformasse profundamente porque agora «é mãe». E a esperança é algo semelhante: «muda a nossa atitude». Por isso, acrescentou, «peçamos a graça de sermos homens e mulheres de esperança».

 

31 de outubro de 2013 at 8:26 Deixe um comentário

Frases de São Cirilo de Alexandria (Doutor da Igreja)

 

1-Cristo “forma-nos à sua imagem, de modo a fazer brilhar em nós os traços da sua natureza divina mediante a santificação, a justiça, e a retidão de uma vida conforme à virtude…Assim, a beleza desta imagem incomparável resplandece em nós, que estamos em Cristo, e nos revelamos pessoas de bem pelas nossas obras”.

2- “Realmente, se Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus,porque motivo não pode ser chamada de Mãe de Deus a Virgem Santíssima que o gerou”.

3- “De fato, é plenitude de qualquer bem que Deus habite entre nós através do Espírito”.

4-” Toda a nossa vida é uma primavera, porque temos em nós a verdade que não envelhece e essa verdade anima toda a nossa caminhada”.

 

5-Dirigindo-se à Virgem Maria em oração: “Por ti os Apóstolos pregaram aos povos a doutrina da salvação; por ti a santa Cruz é louvada e adorada no mundo inteiro; por ti os demônios são afugentados e o homem chamado de novo ao céu; por ti toda criatura, detida pelos erros da idolatria, é reconduzida ao conhecimento da verdade; por ti os fiéis chegaram ao batismo, e em toda parte do mundo foram fundadas as Igrejas”.

6- “É recebendo o Corpo de Cristo, que recebemos a força da unidade com Deus e de uns com os outros”.

7-“Concedei-nos a paz, ó Senhor. Então admitiremos que tudo possuímos, e parecer-nos-á que nada falta àquele que recebeu a plenitude de Cristo”.

8-“Jesus chama água viva ao dom vivificante do Espirito, o único através do qual a humanidade, apesar de ter sido completamente abandonada, como os troncos nos montes, seca e privada, devido às insídias do diabo, de todas as espécies de virtudes, é restituida à antiga beleza da natureza…”

9- Sobre a presença do Senhor na Eucaristia: ““Não vás agora perguntar-te se isso é verdade; mas acolhe com fé as palavras do Senhor, porque Ele, que é a verdade, não mente”.

10- “O Salvador chama água à graça do Espirito Santo, e se alguém participar d’Ele, terá em si mesmo a nascente dos ensinamentos divinos, de forma que não terá mais necessidade dos conselhos dos outros, e poderá exortar todos os que tem sede da Palavra de Deus”.

11-“Meu maior anseio é trabalhar, viver e morrer pela fé em Cristo”.

12-“Portanto não me comove nenhuma injúria, nenhum ultraje ou afronta… Importa apenas que a fé se conserve íntegra e salva”.

13- “Propus-me afrontar qualquer trabalho pela fé em Cristo, suportar quaisquer tormentos, até mesmo os que se enumeram entre os mais graves suplícios, a ponto de aceitar, enfim, com agrado, a morte por esta causa”.

14- “Pois se temermos pregar a verdade pela glória de Deus, para não sofrermos algum incômodo, pergunto: de que modo celebraremos diante do povo os combates e triunfos dos santos mártires?”

15-“Isto é importante, Deus é eterno, nasceu de uma Mulher e permanece conosco todos os dias. Vivemos com esta confiança e nela encontramos o caminho de nossa vida”.

 

 

30 de outubro de 2013 at 9:34 Deixe um comentário

Louve a Deus – Canção Nova

                       

 

30 de outubro de 2013 at 9:19 Deixe um comentário

Creio na comunhão dos santos: este o tema da Audiência geral, na praça de São Pedro

 

2013-10-30 Rádio Vaticana

Em vésperas da festa litúrgica de Todos os Santos e da comemoração dos fiéis defuntos, o Papa Francisco dedicou a catequese da audiência geral desta quarta-feira a comentar o artigo do Credo em que professamos a nossa fé na “Comunhão dos Santos”. Presentes nesta audiência dezenas de milhares de pessoas. De entre os peregrinos lusófonos, de destacar hoje, para além de portugueses e brasileiros, um grupo proveniente de Timor Leste. Em lugar de destaque, uma delegação de iraquianos representantes de diversos grupos religiosos, que participaram em Roma, ontem e hoje, num encontro promovido pelo Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso. Eis a síntese, em português, da catequese desenvolvida mais extensamente em italiano: Queridos irmãos e irmãs, A comunhão dos santos, esta belíssima realidade da nossa fé, pode se entender em dois sentidos: comunhão nas coisas santas e comunhão entre as pessoas santas, ou seja, todos aqueles que pertencem a Cristo. Este segundo sentido nos lembra que a comunhão dos santos tem como modelo a relação de amor que existe entre Cristo e o Pai no Espírito Santo: é o amor de Deus que nos une e purifica dos nossos egoísmos, dos nossos juízos e das nossas divisões internas e externas. Ao mesmo tempo, também experimentamos que a comunhão com os irmãos nos leva à comunhão com Deus. De fato, nos momentos de incerteza e mesmo de dúvida, precisamos do apoio da fé dos demais. Finalmente, é importante lembrar que a comunhão dos santos não acaba com a morte: todos os batizados aqui na terra, as almas do Purgatório e os santos que estão no Paraíso formam uma grande família, que se mantem unida através da intercessão de uns pelos outros. Não faltou também uma saudação aos peregrinos lusófonos que participaram nesta audiência: Queridos peregrinos de Portugal, de Timor Leste e do Brasil: sede bem-vindos! Daqui alguns dias, celebraremos a solenidade de Todos-os-Santos e a comemoração dos Fiéis Defuntos. Possa a fé na comunhão dos santos vos animar a encomendar a Deus, sobretudo na Eucaristia, os vossos familiares, amigos e conhecidos falecidos, sentindo a proximidade deles na grande companhia espiritual da Igreja. Que Deus vos abençoe!

30 de outubro de 2013 at 9:15 Deixe um comentário

Sobre os Diáconos

 
Santo Estêvão – Mártir 
Diácono = Servo
 
O Diácono é o primeiro grau do sacramento da Ordem da Igreja Católica. Como o próprio nome indica, o Diácono ocupa-se sobretudo do âmbito caritativo (diaconia), embora possa também ensinar, fazer catequese, anunciar o Evangelho, pregar na Missa e assistir às celebrações litúrgicas.
 
O arquétipo do Diácono é o mártir Santo Estevão. Quando os Apóstolos, na primeira comunidade de Jerusalém, se viram sobrecarregados com muitas tarefas caritativas, encarregaram sete pessoas “para o serviço das mesas”, que viriam a ser consagrados por eles. Santo Estêvão, o primeiro a ser nomeado, agia “cheio de graça e de força” pela nova fé e pelos pobres da comunidade. Depois de o diaconado se ter convertido, ao longo dos séculos, num mero grau da Ordem, como passagem para o ministério presbiteral, tornou-se hoje novamente uma vocação independente para celibatários e casados. Assim, por um lado, o caráter serviçal da Igreja fica de novo acentuado; por outro, pretende-se, tal como na Igreja primitiva, que haja, ao lado dos Presbíteros, pessoas que assumam sobretudo tarefas eclesiais de teor sociopastoral. A ordenação diaconal também marca o ordenado irrevogavelmente para toda a vida. (Youcat)
 

Santo Estêvão – o Primeiro Diácono da Igreja – A Palavra diz: “Naqueles dias, como crescesse o número dos discípulos, houve queixas dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas teriam sido negligenciadas na distribuição diária. Por isso, os Doze convocaram uma reunião dos discípulos e disseram: Não é razoável que abandonemos a palavra de Deus, para administrar. Portanto, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais encarregaremos este ofício. Nós atenderemos sem cessar à oração e ao ministério da palavra. Este parecer agradou a toda a reunião. Escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos apóstolos, e estes, orando, impuseram-lhes as mãos. Divulgou-se sempre mais a palavra de Deus. Multiplicava-se consideravelmente o número dos discípulos em Jerusalém. Também grande número de sacerdotes aderia à fé. Estêvão, cheio de graça e fortaleza, fazia grandes milagres e prodígios entre o povo. Mas alguns da sinagoga, chamada dos Libertos, dos cirenenses, dos alexandrinos e dos que eram da Cilícia e da Ásia, levantaram-se para disputar com ele. Não podiam, porém, resistir à sabedoria e ao Espírito que o inspirava. Então subornaram alguns indivíduos para que dissessem que o tinham ouvido proferir palavras de blasfêmia contra Moisés e contra Deus. Amotinaram assim o povo, os anciãos e os escribas e, investindo contra ele, agarraram-no e o levaram ao Grande Conselho. Apresentaram falsas testemunhas que diziam: Esse homem não cessa de proferir palavras contra o lugar santo e contra a lei. Nós o ouvimos dizer que Jesus de Nazaré há de destruir este lugar e há de mudar as tradições que Moisés nos legou. Fixando nele os olhos, todos os membros do Grande Conselho viram o seu rosto semelhante ao de um anjo”.(Atos 6, 1-15)
 
 
“Do ponto de vista da sua significação teológica e função eclesial, o ministério do diaconado constitui um desafio à consciência e à prática da Igreja, nomeadamente para as questões que levanta ainda nos dias de hoje. A propósito dos diáconos, muitas testemunhas da Tradição lembraram que o Senhor escolheu gestos de humilde serviço para exprimir e tornar presente a realidade da “forma de servo” (Fl 2,7: morphe doulou) que assumiu com vista à missão de salvação. Concretamente, o diaconado nasceu como ajuda aos Apóstolos e seus sucessores, sendo estes mesmos entendidos servidores no seguimento de Cristo. Se o concílio Vaticano II reconstituiu o diaconado como ministério permanente, foi particularmente para responder a necessidades concretas (LG 29b) ou para conceder a graça sacramental àqueles que já realizavam funções diaconais (AG 16f). Mas a tarefa de identificar mais claramente tais necessidades e funções nas comunidades cristãs está ainda por cumprir, embora se disponha já da rica experiência das Igrejas particulares que, após o concílio, acolheram na sua pastoral o ministério permanente do diaconado”.(Comissão Teológica Internacional – Vaticano 2002)
 
A Palavra diz:Do mesmo modo, os diáconos sejam honestos, não de duas atitudes nem propensos ao excesso da bebida e ao espírito de lucro; que guardem o mistério da fé numa consciência pura. Antes de poderem exercer o seu ministério, sejam provados para que se tenha certeza de que são irrepreensíveis. As mulheres também sejam honestas, não difamadoras, mas sóbrias e fiéis em tudo. Os diáconos não sejam casados senão uma vez, e saibam governar os filhos e a casa”.(1 Tm 3, 8-10.12)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

29 de outubro de 2013 at 10:26 Deixe um comentário

Jesus continua a rezar por nós mostrando ao Pai as suas chagas – o Papa na missa desta segunda-feira

 

2013-10-28 Rádio Vaticana

   Jesus continua a rezar e a interceder por nós, mostrando ao Pai o preço da nossa salvação que são as suas chagas. O Papa Francisco na sua homilia na Casa de Santa Marta na manhã desta segunda-feira colocou no centro da sua reflexão a passagem do Evangelho em que Jesus reza toda a noite antes de escolher os doze apóstolos. Segundo o Santo Padre são as três relações de Jesus: Jesus com o Pai; Jesus com os Apóstolos e Jesus com a gente. Jesus rezava ao Pai pelos Apóstolos e pela gente: “É o intercessor, aquele que reza, e reza a Deus connosco e perante nós. Jesus salvou-nos, fez esta grande oração, o seu sacrifício, a sua vida, para salvar-nos, para justificar-nos: somos justos graças a Ele. Agora foi-se  e reza. Mas Jesus é um espírito? Jesus não é um espírito! Jesus é uma pessoa, é um homem, com carne como a nossa, mas na glória. Jesus tem as chagas nas suas mãos, nos seus pés, no seu lado e quando reza mostra ao Pai este preço da justificação e reza por nós como se dissesse: Mas Pai que não se perca isto!” “Num primeiro tempo, Ele fez a redenção, justificou-nos a todos: mas agora o que é que faz? Intercede, reza por nós. Eu penso naquilo que terá sentido Pedro quando renegou Jesus e depois ao olhar para Ele chorou. Sentiu que aquilo que Jesus tinha dito era verdade: tinha rezado por ele e por isso podia chorar, podia arrepender-se. Tantas vezes, entre nós dizemos: Reza por mim! Preciso disso, tenho tantos problemas, tantas coisas, reza por mim. E isto é bom, porque nós irmãos devemos rezar uns pelos outros.”
A Jesus devemos confiar os nossos problemas e a nossa vida  – disse o Papa Francisco – que afirmou que o Senhor reza ao Pai mostrando as suas chagas que são o preço da nossa justiça:“Ele reza por mim; Ele reza por todos nós e reza corajosamente porque mostra ao Pai o preço da nossa justiça: as suas chagas. Pensemos muito nisto e agradeçamos ao Senhor. Rezemos por termos um irmão que reza connosco, por nós e intercede por nós. E falemos com Jesus dizendo: Senhor tu és o intercessor, Tu salvaste-me e justificaste-me. Mas agora reza por mim. É confiar os nossos problemas, a nossa vida, tantas coisas a Ele,  para que Ele os leve ao Pai.” (RS)

29 de outubro de 2013 at 10:13 Deixe um comentário

Posts antigos


ADMINISTRADORA DO BLOG:

Jane Amábile

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 198 outros seguidores

Categorias