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Eucaristia

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“A Eucaristia nos fortalece para darmos frutos de boas obras e vivermos como verdadeiros cristãos”. (Papa Francisco em 29/05/18)

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30 de maio de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Papa: a Eucaristia nos educa à prática da justiça e da misericórdia

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“A Eucaristia nos reconcilia e nos une, alimenta a vida comunitária e gera gestos de generosidade, perdão, confiança e gratidão: significa ação de graças, nos educa à primazia do amor e à prática da justiça e da misericórdia”, disse Francisco aos peregrinos das dioceses italianas de Bolonha e Cesena.

Cidade do Vaticano

O Santo Padre concluiu suas atividades, na manhã deste sábado (21/4), no Vaticano, recebendo, na Praça São Pedro, cerca de 13 mil peregrinos das dioceses de Bolonha e Cesena, que vieram, com seus respectivos Pastores, retribuir a visita que ele fez às suas comunidades em outubro do ano passado.

Continuar, com coragem, caminho de renovação

Acolhida e encontros de fé e oração

Em sua saudação aos numerosos presentes, – Bispos, autoridades civis, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos e enfermos – Francisco disse que “não esqueceu a acolhida e os encontros de fé e de oração” realizados nas duas cidades italianas. E acrescentou:

Graças ao dom da Providência pude confirmar e revigorar a sua fé e pertença à Igreja, que se concretizam com atitudes e gestos de caridade, especialmente em relação às pessoas mais frágeis. Logo, exorto-os a continuar, com coragem, no caminho de renovação e compromisso eclesial”.

Obras de evangelização e metas missionárias

Em Cesena, recordou o Papa , na ocasião foram comemorados o III centenário de nascimento do Papa Pio VI e a memória do Papa Pio VII, ocasião propícia para refletir sobre a obra de evangelização e as metas missionárias, sob o exemplo destes grandes Pastores.

Em Bolonha, Francisco destacou a conclusão do Congresso Eucarístico Diocesano, que reuniu numerosos fiéis em torno de Jesus Eucarístico. A este respeito, o Papa citou a sua Exortação Apostólica “Gaudete e exsultate”: “Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irmãos e transforma-nos em comunidade santa e missionária”. E frisou:

A Eucaristia, de fato, compõe a Igreja, a agrega e a une no vínculo do amor e da esperança. Jesus a instituiu para que permanecêssemos com Ele, formando um só corpo e tornando-nos mais unidos e irmãos. A Eucaristia nos reconcilia e nos une, alimenta a vida comunitária e gera gestos de generosidade, perdão, confiança e gratidão: significa ação de graças, nos educa à primazia do amor e à prática da justiça e da misericórdia”.

Homens e mulheres do nosso tempo precisam encontrar Jesus Cristo

Neste sentido, o Santo Padre recordou que “os homens e mulheres do nosso tempo precisam encontrar Jesus Cristo”: Ele é o caminho que nos conduz ao Pai; Ele é o Evangelho da esperança e do amor. No cumprimento da nossa missão, Ele exige generosa disponibilidade, renúncia a si mesmo e abandono confiante à vontade divina. Eis o nosso itinerário de santidade! Por fim, o Papa fez a seguinte exortação aos peregrinos de Bolonha e Cesena:

Encorajo-os a ressoar em suas comunidades o chamado à santidade, que envolve todos os batizados, em qualquer condição de vida. Na santidade consiste a plena realização da aspiração do coração humano. Trata-se de um caminho que deve ser trilhado com a acolhida concreta do Evangelho. Este compromisso missionário proporciona novo impulso à evangelização”.

Jamais deixem de buscar Deus e o seu Reino

“Não cessem jamais, concluiu Francisco, de buscar a Deus e o seu Reino e de prestar o precioso serviço aos irmãos, sempre com fraternidade e simplicidade.

9 de maio de 2018 at 5:58 Deixe um comentário

Papa: Eucaristia nos fortalece e nos faz dar frutos

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“Aproximemo-nos da Eucaristia: receber Jesus nos transforma n’Ele, nos faz mais fortes. É tão bom e tão grande o Senhor!” Na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco deu continuidade a série de catequeses sobre a Santa Missa, falando sobre a Eucaristia

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco iniciou a Audiência Geral falando fora do texto sobre o primeiro dia de primavera. “Boa primavera!” desejou a todos, para então recordar que, à exemplo do que acontece com as plantas nesta estação,  “a vida cristã deve ser uma vida que deve florescer nas obras de caridade, no fazer o bem”, e que se não temos raízes, “não poderemos florescer”, e Jesus é a raiz.

“Se não tens Jesus na raiz, ali, não florescerás. Se tu não regas a tua vida com a oração e os sacramentos,  haverá flores cristãs?”, pergunta. “Não! Porque a oração e os sacramentos regam as raízes e a nossa vida floresce. Faço votos de que esta primavera seja para vocês uma primavera florida, como será a Páscoa florida. Flores de boas obras, de virtudes, de fazer o bem aos outros.

Eucaristia

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida”.

Em sua reflexão, Francisco inspirou-se no Evangelho de São João (6,54-55) para falar sobre a Comunhão, dando continuidade assim a sua série de catequeses sobre a Santa Missa, que é toda “ordenada para a Comunhão sacramental”, não a espiritual que posso fazer em casa dizendo: “Jesus, eu gostaria de te receber espiritualmente”, mas a Comunhão sacramental.

“Celebramos a Eucaristia para nos nutrirmos de Cristo, que doa a si mesmo quer na Palavra como no Sacramento do altar, para conformar-nos a Ele”, disse o Santo Padre dirigindo-se aos cerca de 15 mil fiéis de diversos países presentes na Praça São Pedro, a uma temperatura de 8°C.

“O gesto de Jesus que deu aos seus discípulos o seu Corpo e o seu Sangue na última Ceia – explicou – continua ainda hoje pelo ministério do sacerdote e do diácono, ministros ordinários da distribuição aos irmãos do Pão da vida e do Cálice da salvação”.

“Depois de ter partido o Pão consagrado, isto é, o Corpo de Jesus, o sacerdote o mostra aos fiéis, convidando-os a participar do banquete eucarístico”, dizendo as palavras: “Felizes os convidados para a Ceia do Senhor: eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo”.

Este convite inspirado em uma passagem do Apocalipse – recordou o Santo Padre – “nos chama a experimentar a íntima união com Cristo, fonte de alegria e de santidade”:

É um convite que alegra e ao mesmo tempo impele a um exame de consciência iluminado pela fé. Se por um lado, de fato, vemos a distância que nos separa da santidade de Cristo, por outro acreditamos que o seu Sangue é “derramado pela remissão dos pecados”. Todos nós fomos perdoados no batismo e todos nós somos e seremos perdoados cada vez que nos aproximarmos do Sacramento da Penitência. E não esqueçam, Jesus perdoa sempre. Jesus não se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir perdão”.

O Papa recordou Santo Ambrósio quando exclama: “Eu que peco sempre, devo sempre dispor de remédio!”, e com esta fé “também nós voltamos o nosso olhar ao Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo e o invocamos” com as palavras: “Ó Senhor, não sou digno que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo”. Isso dizemos em cada Missa”:

Se somos nós a nos mover em procissão para fazer a Comunhão, nós vamos em direção ao altar em procissão para fazer a comunhão. Na realidade é Cristo que vem em nosso encontro para assemelharmo-nos a Ele. Há um encontro com Jesus! Nutrir-se da Eucaristia significa deixar-se transformar enquanto recebemos”.

“ Cada vez que nós comungamos, mais nos assemelhamos a Jesus, mais nos transformamos em Jesus. ”

“Como o pão e o vinho são convertidos no Corpo e Sangue do Senhor, assim aqueles que os recebem com fé, são transformados em Eucaristia viva.”

Ao responder “Amém” ao sacerdote que diz “Corpo de Cristo”, se reconhece “a graça e o empenho que comporta tornar-se Corpo de Cristo. Pois quando tu recebes o Corpo de Cristo, tu te tornas Corpo de Cristo. É belo isto, é muito belo!”

“Enquanto nos unimos a Cristo, separando-nos de nossos egoísmos, a Comunhão nos abre e une a todos aqueles que são um só n’Ele. Eis o prodígio da Comunhão: nos tornamos aquilo que recebemos!”

O Papa reforça que a Igreja deseja que os fiéis recebam o Corpo do Senhor “com hóstias consagradas na mesma Missa” e que “o sinal do banquete eucarístico se expressa com maior plenitude se a santa Comunhão é feita sob duas espécies, ainda que a doutrina católica ensine que sob uma espécie somente se recebe o Cristo inteiro”.

O fiel se aproxima e comunga em pé com devoção ou de joelhos, como estabelecido pela Conferência Episcopal, recebendo o Sacramento na boca ou, onde é permitido, na mão, como preferir.

O Santo Padre recorda que após a Comunhão, para custodiar no coração o dom recebido, “nos ajuda o silêncio,  a oração silenciosa. Prolongar um pouco aquele momento de silêncio, falando com Jesus no coração, nos ajuda tanto, como também cantar um Salmo ou um hino de louvor, que nos ajude a estar com o Senhor”.

A Oração após a Comunhão conclui a Liturgia Eucarística. “Nela, em nome de todos, o sacerdote dirige-se a Deus para agradecer a Ele por nos fazer seus convidados e pedir que o que foi recebido transforme a nossa vida”.

“A Eucaristia nos torna fortes para dar frutos de boas obras para viver como cristãos”.

Significativa – disse o Papa ao concluir – é a oração de hoje, em que pedimos ao Senhor que “a participação ao seu sacramento seja para nós remédio de salvação, nos cure do mal e nos confirme na sua amizade”.

“Aproximemo-nos da Eucaristia: receber Jesus nos transforma n’Ele, nos faz mais fortes. É tão bom e tão grande o Senhor!”

7 de abril de 2018 at 5:58 Deixe um comentário

Eucaristia

n/d

“A Eucaristia nos faz entrar no mistério pascal de Cristo, dando-nos a oportunidade de passar com Ele da morte à vida”. (Papa Francisco em  29 de mar de 2018)

29 de março de 2018 at 10:45 Deixe um comentário

«Felizes os convidados para as núpcias do Cordeiro» (Ap 19, 9) – Homilia de São Gregório Magno


Compreendestes quem é o Rei, Pai de um Filho que também é Rei? É Aquele acerca de Quem o salmista afirmava: «Ó Deus, dai o Vosso juízo ao rei e a Vossa justiça ao filho do rei» (71, 1). Ele «preparou um banquete nupcial para o seu filho»; ou seja, o Pai celebra as núpcias do Rei Seu Filho, a união da Igreja com Ele, no mistério da encarnação. E o seio da Virgem Maria foi o quarto nupcial deste Esposo. Por isso, há outro salmo que diz: «Do sol fez a Sua tenda, Ele mesmo é como um esposo que sai do seu pavilhão de núpcias» (18, 5-6).
Ele mandou os servos convidar os amigos para esta boda. Enviou-os uma vez, e depois uma segunda vez, ou seja, primeiro os profetas, depois os apóstolos, a anunciar a encarnação do Senhor. Pelos profetas, anunciou como futura a encarnação do Seu Filho único, pelos apóstolos pregou-a, depois de realizada.
«Mas eles, sem se importarem, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio»; ir para o campo consiste em prestar atenção exclusivamente às tarefas deste mundo; ir para o negócio consiste em procurar avidamente o próprio lucro nos negócios deste mundo. Um e outro esquecem o mistério da encarnação, não conformando a sua vida com ele.  Mais grave ainda é o caso daqueles que, não se contentando em desprezar os favores Daquele que os chama, ainda O perseguem. Mas o Senhor não ficará com lugares vazios no festim das núpcias do Rei Seu Filho. Manda procurar outros convivas, porque a Palavra de Deus, permanecendo embora ainda ignorada por muitos, encontrará um dia onde repousar.
Mas vós, irmãos, que pela graça de Deus já entrastes na sala do festim, isto é, na Santa Igreja, examinai-vos atentamente, não vá acontecer que, ao entrar, o Rei encontre algum reparo a fazer na veste da vossa alma.

Fonte: Evangelho Quotidiano

15 de outubro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

«O verdadeiro pão vindo do céu»: no século II, uma das primeiras descrições da eucaristia fora do Novo Testamento – de São Justino

 

No dia que se chama o dia do sol [o domingo], todos os habitantes das cidades ou dos campos se reúnem num só local. Lemos as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas quando o tempo o permite. Quando a leitura termina, quem preside toma a palavra para chamar a atenção sobre esses belos ensinamentos e exortar a segui-los. Seguidamente, levantamo-nos todos juntos e recomendamos as intenções de oração. Depois trazem pão, vinho e água. O presidente faz subir de todo o seu coração ao céu orações e ações de graças, e o povo responde com a aclamação «Ámen!», uma palavra hebraica que significa: «Assim seja».

Nós chamamos este alimento eucaristia, e ninguém pode tomar parte dele se não crê na verdade da nossa doutrina e se não recebeu o banho do baptismo para a remissão dos pecados e a regeneração. Porque nós não tomamos este alimento como um pão vulgar ou uma bebida comum. Tal como, pela Palavra de Deus, Jesus Cristo, nosso Salvador, incarnou em carne e osso para a nossa salvação, assim o alimento consagrado nas próprias palavras da Sua oração é destinado a alimentar a nossa carne e o nosso sangue para nos transformar; este alimento é o corpo e o sangue de Jesus incarnado: esta é a nossa doutrina. Os apóstolos, nas memórias que nos deixaram e a que chamamos evangelhos, transmitiram-nos assim a recomendação que Jesus lhes fez: Ele tomou o pão, deu graças e disse: «Fazei isto em memória de Mim; isto é o Meu corpo». Tomou igualmente um cálice, deu graças e disse: «Isto é o Meu sangue». E deu-lhos só a eles (Mt 26, 26ss.; 1Cor 11, 23ss.). […] É no dia do sol que nós nos reunimos todos, porque esse é o primeiro dia, em que Deus separou a matéria das trevas para fazer o mundo, e é o dia em que Jesus Cristo nosso Salvador ressuscitou dos mortos.

Fonte: Evangelho Quotidiano

7 de setembro de 2017 at 5:31 Deixe um comentário

«Eu sou o pão da vida; o que vem a Mim jamais terá fome» (Jo 6, 3)

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«Jesus Cristo, que morreu, que ressuscitou, que está à direita de Deus, que intercede por nós» (Rom 8,34), está presente na sua Igreja de múltiplos modos: na sua Palavra, na oração da sua Igreja, «onde dois ou três estão reunidos em meu nome» (Mt 18, 20), nos pobres, nos doentes, nos prisioneiros (Mt 25,31ss), nos seus sacramentos, dos quais é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas está presente «sobretudo sob as espécies eucarísticas» (Vaticano II SC 7).

O modo da presença de Cristo sob as espécies eucarísticas é único. No santíssimo sacramento da Eucaristia estão «contidos, verdadeira, real e substancialmente, o corpo e o sangue, conjuntamente com a alma e a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo» (Concílio de Trento). «Esta presença chama-se “real”, não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem “reais”, mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem» (Papa Paulo VI).

O culto da Eucaristia: «A Igreja Católica sempre prestou e continua a prestar este culto de adoração que é devido ao sacramento da Eucaristia, não só durante a missa, mas também fora da sua celebração: conservando com o maior cuidado as hóstias consagradas, apresentando-as aos fiéis para que solenemente as venerem, e levando-as em procissão» (Paulo VI). É de suma conveniência que Cristo tenha querido ficar presente à sua Igreja deste modo único. Uma vez que estava para deixar os seus sob forma visível, quis que tivéssemos o memorial do amor com que nos amou «até ao fim» (Jo 13, 1), até ao dom da própria vida. Com efeito, na sua presença eucarística, Ele fica misteriosamente no meio de nós, como Aquele que nos amou e Se entregou por nós (Ga 2,20), sob os sinais que exprimem e comunicam este amor.

Catecismo da Igreja Católica
§§ 1373-1380

20 de agosto de 2017 at 5:53 Deixe um comentário

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