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A Eucaristia primitiva narrada por São Justino

"Os cristãos acorrem a um mesmo lugar para a Assembleia Eucarística, encabeçados pelo próprio Cristo, que é o ator principal da Eucaristia. Ele é o sumo sacerdote da Nova Aliança."

“Os cristãos acorrem a um mesmo lugar para a Assembleia Eucarística, encabeçados pelo próprio Cristo, que é o ator principal da Eucaristia. Ele é o sumo sacerdote da Nova Aliança.” 
“A Celebração Eucarística, por mais privada que seja, celebrada por um monge solitário, será sempre uma celebração da Igreja, conforme aponta a SC, n. 26: “As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é “sacramento de unidade”, povo santo reunido e ordenado sob a direção dos bispos”.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

No nosso espaço Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos falar hoje sobre “Eucaristia Primitiva narrada por São Justino”.

Damos prosseguimento neste nosso espaço, ao tema das origens da Eucaristia na Igreja Primitiva iniciado na última quarta-feira, quando falamos que as Celebrações Eucarísticas já nos primeiros tempos do cristianismo eram uma verdadeira explosão festiva que é uma árvore viçosa da vida. Eram um “processo pascal, um caminho aberto para a Páscoa de Cristo, como uma estrela, uma luz forte e verdadeira que se eleva sobre a história, todo o caminho litúrgico no decorrer dos séculos”.

Sobre a Eucaristia, padre Gerson Schmidt nos trouxe no programa passsado um belíssimo texto de São Justino disponível no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. E a Celebração Eucarística, como nos fala hoje o sacerdote incardinado na Arquidiocese de Porto Alegre, “será sempre uma celebração da Igreja”, como nos diz a Sacrosanctum Concilium, pois “as ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja”:

“Um dos textos mais belíssimos sobre a Eucaristia dos primeiros séculos que temos a disposição no Catecismo da Igreja Católica é o de São Justino, que faz uma apologia, uma defesa dos cristãos para o  imperador pagão Antonino Pio (138-161), acusados de fazerem reuniões estranhas. O Catecismo, a partir dos números 1345 presenta uma explicação mais detalhada dos aspectos próprios dessa liturgia dos primórdios, do século II.

Nessa apologética de São Justino fala que “no dia ‘do Sol’ (domingo), como é chamado, reúnem-se num mesmo lugar os habitantes, quer das cidades, quer dos campos. Fala assim, a respeito o CIC, n.1348: “Todos se reúnem. Os cristãos acorrem a um mesmo lugar para a Assembleia Eucarística, encabeçados pelo próprio Cristo, que é o ator principal da Eucaristia. Ele é o sumo sacerdote da Nova Aliança. É ele mesmo quem preside invisivelmente toda Celebração Eucarística. É representando-o que o Bispo ou o presbítero (agindo “em representação de Cristo-Cabeça”) preside a assembleia, toma a palavra depois das leituras, recebe as oferendas e profere a oração eucarística. Todos têm sua parte ativa na celebração, cada um a seu modo: os leitores, os que trazem as oferendas, os que dão a comunhão e todo o povo, cujo Amém manifesta a participação”.

Nesse sentido, aqui vemos a narrativa de São Justino que há uma assembleia, um povo vindo do campo e da cidade. Portanto, a Celebração eucarística, por mais privada que seja, celebrada por um monge solitário, será sempre uma celebração da Igreja, conforme aponta a SC, n. 26: “As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é “sacramento de unidade”, povo santo reunido e ordenado sob a direção dos bispos”.  Deve-se portanto preferir a missa com assembleia do que a missa privada, como aponta o n. 27 da SC: “Sempre que os ritos implicam, segundo a natureza particular de cada um, uma celebração comunitária, com a presença e ativa participação dos fiéis, inculque-se que esta deve preferir-se, à medida do possível, à celebração individual e quase particular”. Mas há também um direito dos sacerdotes de celebrar a Missa sine populo (sem povo) porque cada eucaristia é uma celebração da Igreja. “Devido a sua essência, a liturgia tem um caráter de uma celebração comunitária. Nela, a Igreja se edifica também como communio hierarchica. Todos exercitam um serviço autenticamente litúrgico, não só como celebrantes, mas também como leigos”[1].

_________________________

[1] Helmut Hoping, A Constituição Sacrosanctum Concilium. In: As constituições do Vaticano II, Ontem e Hoje, org. Geraldo B. Hackmann e Miguel de Salis Amaral, Edições CNBB, 2015, p.117.

 

26 de julho de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Papa: Eucaristia centro da nossa vida

Papa Francisco

Papa Francisco  (ANSA)

Na audiência geral da última quarta-feira (19/06) ao saudar os fiéis poloneses e franceses, o Papa Francisco falou sobre a importância da Eucaristia para a vida do cristão e da sua centralidade na Igreja

No final da catequese da audiência geral da última quarta-feira (19), o Papa fez uma saudação aos peregrinos presentes em várias línguas. Ao falar aos peregrinos de língua polonesa e francesa recordou a Solenidade de Corpus Christi desta quinta-feira (20) definindo-a “uma oportunidade particular para reavivar a nossa fé na presença real do Senhor na Eucaristia. A celebração da Santa Missa, a adoração eucarística e as procissões pelas ruas das cidades e dos vilarejos – prosseguiu o Papa – são o testemunho da nossa veneração e da adesão a Cristo que nos dá o Seu Corpo e o Seu Sangue, para alimentar-nos com Seu amor e fazer-nos participar da Sua vida na glória do Pai.

A Eucaristia nos faz viver a vida de Cristo

Na sua saudação aos peregrinos provenientes da Suíça, da França e de outros países francófonos, em particular os de Genebra, Paris e Guadalupe, Papa Francisco falou da festa de Corpus Christi, evidenciado que “é um convite a dar um lugar central à Eucaristia na nossa vida. É a Eucaristia – concluiu – que nos faz viver a vida de Cristo e faz a Igreja”.

21 de junho de 2019 at 5:39 Deixe um comentário

Eucaristia

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“A Eucaristia nos fortalece para darmos frutos de boas obras e vivermos como verdadeiros cristãos”. (Papa Francisco em 29/05/18)

30 de maio de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Papa: a Eucaristia nos educa à prática da justiça e da misericórdia

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“A Eucaristia nos reconcilia e nos une, alimenta a vida comunitária e gera gestos de generosidade, perdão, confiança e gratidão: significa ação de graças, nos educa à primazia do amor e à prática da justiça e da misericórdia”, disse Francisco aos peregrinos das dioceses italianas de Bolonha e Cesena.

Cidade do Vaticano

O Santo Padre concluiu suas atividades, na manhã deste sábado (21/4), no Vaticano, recebendo, na Praça São Pedro, cerca de 13 mil peregrinos das dioceses de Bolonha e Cesena, que vieram, com seus respectivos Pastores, retribuir a visita que ele fez às suas comunidades em outubro do ano passado.

Continuar, com coragem, caminho de renovação

Acolhida e encontros de fé e oração

Em sua saudação aos numerosos presentes, – Bispos, autoridades civis, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos e enfermos – Francisco disse que “não esqueceu a acolhida e os encontros de fé e de oração” realizados nas duas cidades italianas. E acrescentou:

Graças ao dom da Providência pude confirmar e revigorar a sua fé e pertença à Igreja, que se concretizam com atitudes e gestos de caridade, especialmente em relação às pessoas mais frágeis. Logo, exorto-os a continuar, com coragem, no caminho de renovação e compromisso eclesial”.

Obras de evangelização e metas missionárias

Em Cesena, recordou o Papa , na ocasião foram comemorados o III centenário de nascimento do Papa Pio VI e a memória do Papa Pio VII, ocasião propícia para refletir sobre a obra de evangelização e as metas missionárias, sob o exemplo destes grandes Pastores.

Em Bolonha, Francisco destacou a conclusão do Congresso Eucarístico Diocesano, que reuniu numerosos fiéis em torno de Jesus Eucarístico. A este respeito, o Papa citou a sua Exortação Apostólica “Gaudete e exsultate”: “Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irmãos e transforma-nos em comunidade santa e missionária”. E frisou:

A Eucaristia, de fato, compõe a Igreja, a agrega e a une no vínculo do amor e da esperança. Jesus a instituiu para que permanecêssemos com Ele, formando um só corpo e tornando-nos mais unidos e irmãos. A Eucaristia nos reconcilia e nos une, alimenta a vida comunitária e gera gestos de generosidade, perdão, confiança e gratidão: significa ação de graças, nos educa à primazia do amor e à prática da justiça e da misericórdia”.

Homens e mulheres do nosso tempo precisam encontrar Jesus Cristo

Neste sentido, o Santo Padre recordou que “os homens e mulheres do nosso tempo precisam encontrar Jesus Cristo”: Ele é o caminho que nos conduz ao Pai; Ele é o Evangelho da esperança e do amor. No cumprimento da nossa missão, Ele exige generosa disponibilidade, renúncia a si mesmo e abandono confiante à vontade divina. Eis o nosso itinerário de santidade! Por fim, o Papa fez a seguinte exortação aos peregrinos de Bolonha e Cesena:

Encorajo-os a ressoar em suas comunidades o chamado à santidade, que envolve todos os batizados, em qualquer condição de vida. Na santidade consiste a plena realização da aspiração do coração humano. Trata-se de um caminho que deve ser trilhado com a acolhida concreta do Evangelho. Este compromisso missionário proporciona novo impulso à evangelização”.

Jamais deixem de buscar Deus e o seu Reino

“Não cessem jamais, concluiu Francisco, de buscar a Deus e o seu Reino e de prestar o precioso serviço aos irmãos, sempre com fraternidade e simplicidade.

9 de maio de 2018 at 5:58 Deixe um comentário

Papa: Eucaristia nos fortalece e nos faz dar frutos

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“Aproximemo-nos da Eucaristia: receber Jesus nos transforma n’Ele, nos faz mais fortes. É tão bom e tão grande o Senhor!” Na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco deu continuidade a série de catequeses sobre a Santa Missa, falando sobre a Eucaristia

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco iniciou a Audiência Geral falando fora do texto sobre o primeiro dia de primavera. “Boa primavera!” desejou a todos, para então recordar que, à exemplo do que acontece com as plantas nesta estação,  “a vida cristã deve ser uma vida que deve florescer nas obras de caridade, no fazer o bem”, e que se não temos raízes, “não poderemos florescer”, e Jesus é a raiz.

“Se não tens Jesus na raiz, ali, não florescerás. Se tu não regas a tua vida com a oração e os sacramentos,  haverá flores cristãs?”, pergunta. “Não! Porque a oração e os sacramentos regam as raízes e a nossa vida floresce. Faço votos de que esta primavera seja para vocês uma primavera florida, como será a Páscoa florida. Flores de boas obras, de virtudes, de fazer o bem aos outros.

Eucaristia

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida”.

Em sua reflexão, Francisco inspirou-se no Evangelho de São João (6,54-55) para falar sobre a Comunhão, dando continuidade assim a sua série de catequeses sobre a Santa Missa, que é toda “ordenada para a Comunhão sacramental”, não a espiritual que posso fazer em casa dizendo: “Jesus, eu gostaria de te receber espiritualmente”, mas a Comunhão sacramental.

“Celebramos a Eucaristia para nos nutrirmos de Cristo, que doa a si mesmo quer na Palavra como no Sacramento do altar, para conformar-nos a Ele”, disse o Santo Padre dirigindo-se aos cerca de 15 mil fiéis de diversos países presentes na Praça São Pedro, a uma temperatura de 8°C.

“O gesto de Jesus que deu aos seus discípulos o seu Corpo e o seu Sangue na última Ceia – explicou – continua ainda hoje pelo ministério do sacerdote e do diácono, ministros ordinários da distribuição aos irmãos do Pão da vida e do Cálice da salvação”.

“Depois de ter partido o Pão consagrado, isto é, o Corpo de Jesus, o sacerdote o mostra aos fiéis, convidando-os a participar do banquete eucarístico”, dizendo as palavras: “Felizes os convidados para a Ceia do Senhor: eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo”.

Este convite inspirado em uma passagem do Apocalipse – recordou o Santo Padre – “nos chama a experimentar a íntima união com Cristo, fonte de alegria e de santidade”:

É um convite que alegra e ao mesmo tempo impele a um exame de consciência iluminado pela fé. Se por um lado, de fato, vemos a distância que nos separa da santidade de Cristo, por outro acreditamos que o seu Sangue é “derramado pela remissão dos pecados”. Todos nós fomos perdoados no batismo e todos nós somos e seremos perdoados cada vez que nos aproximarmos do Sacramento da Penitência. E não esqueçam, Jesus perdoa sempre. Jesus não se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir perdão”.

O Papa recordou Santo Ambrósio quando exclama: “Eu que peco sempre, devo sempre dispor de remédio!”, e com esta fé “também nós voltamos o nosso olhar ao Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo e o invocamos” com as palavras: “Ó Senhor, não sou digno que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo”. Isso dizemos em cada Missa”:

Se somos nós a nos mover em procissão para fazer a Comunhão, nós vamos em direção ao altar em procissão para fazer a comunhão. Na realidade é Cristo que vem em nosso encontro para assemelharmo-nos a Ele. Há um encontro com Jesus! Nutrir-se da Eucaristia significa deixar-se transformar enquanto recebemos”.

“ Cada vez que nós comungamos, mais nos assemelhamos a Jesus, mais nos transformamos em Jesus. ”

“Como o pão e o vinho são convertidos no Corpo e Sangue do Senhor, assim aqueles que os recebem com fé, são transformados em Eucaristia viva.”

Ao responder “Amém” ao sacerdote que diz “Corpo de Cristo”, se reconhece “a graça e o empenho que comporta tornar-se Corpo de Cristo. Pois quando tu recebes o Corpo de Cristo, tu te tornas Corpo de Cristo. É belo isto, é muito belo!”

“Enquanto nos unimos a Cristo, separando-nos de nossos egoísmos, a Comunhão nos abre e une a todos aqueles que são um só n’Ele. Eis o prodígio da Comunhão: nos tornamos aquilo que recebemos!”

O Papa reforça que a Igreja deseja que os fiéis recebam o Corpo do Senhor “com hóstias consagradas na mesma Missa” e que “o sinal do banquete eucarístico se expressa com maior plenitude se a santa Comunhão é feita sob duas espécies, ainda que a doutrina católica ensine que sob uma espécie somente se recebe o Cristo inteiro”.

O fiel se aproxima e comunga em pé com devoção ou de joelhos, como estabelecido pela Conferência Episcopal, recebendo o Sacramento na boca ou, onde é permitido, na mão, como preferir.

O Santo Padre recorda que após a Comunhão, para custodiar no coração o dom recebido, “nos ajuda o silêncio,  a oração silenciosa. Prolongar um pouco aquele momento de silêncio, falando com Jesus no coração, nos ajuda tanto, como também cantar um Salmo ou um hino de louvor, que nos ajude a estar com o Senhor”.

A Oração após a Comunhão conclui a Liturgia Eucarística. “Nela, em nome de todos, o sacerdote dirige-se a Deus para agradecer a Ele por nos fazer seus convidados e pedir que o que foi recebido transforme a nossa vida”.

“A Eucaristia nos torna fortes para dar frutos de boas obras para viver como cristãos”.

Significativa – disse o Papa ao concluir – é a oração de hoje, em que pedimos ao Senhor que “a participação ao seu sacramento seja para nós remédio de salvação, nos cure do mal e nos confirme na sua amizade”.

“Aproximemo-nos da Eucaristia: receber Jesus nos transforma n’Ele, nos faz mais fortes. É tão bom e tão grande o Senhor!”

7 de abril de 2018 at 5:58 Deixe um comentário

Eucaristia

n/d

“A Eucaristia nos faz entrar no mistério pascal de Cristo, dando-nos a oportunidade de passar com Ele da morte à vida”. (Papa Francisco em  29 de mar de 2018)

29 de março de 2018 at 10:45 Deixe um comentário

«Felizes os convidados para as núpcias do Cordeiro» (Ap 19, 9) – Homilia de São Gregório Magno


Compreendestes quem é o Rei, Pai de um Filho que também é Rei? É Aquele acerca de Quem o salmista afirmava: «Ó Deus, dai o Vosso juízo ao rei e a Vossa justiça ao filho do rei» (71, 1). Ele «preparou um banquete nupcial para o seu filho»; ou seja, o Pai celebra as núpcias do Rei Seu Filho, a união da Igreja com Ele, no mistério da encarnação. E o seio da Virgem Maria foi o quarto nupcial deste Esposo. Por isso, há outro salmo que diz: «Do sol fez a Sua tenda, Ele mesmo é como um esposo que sai do seu pavilhão de núpcias» (18, 5-6).
Ele mandou os servos convidar os amigos para esta boda. Enviou-os uma vez, e depois uma segunda vez, ou seja, primeiro os profetas, depois os apóstolos, a anunciar a encarnação do Senhor. Pelos profetas, anunciou como futura a encarnação do Seu Filho único, pelos apóstolos pregou-a, depois de realizada.
«Mas eles, sem se importarem, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio»; ir para o campo consiste em prestar atenção exclusivamente às tarefas deste mundo; ir para o negócio consiste em procurar avidamente o próprio lucro nos negócios deste mundo. Um e outro esquecem o mistério da encarnação, não conformando a sua vida com ele.  Mais grave ainda é o caso daqueles que, não se contentando em desprezar os favores Daquele que os chama, ainda O perseguem. Mas o Senhor não ficará com lugares vazios no festim das núpcias do Rei Seu Filho. Manda procurar outros convivas, porque a Palavra de Deus, permanecendo embora ainda ignorada por muitos, encontrará um dia onde repousar.
Mas vós, irmãos, que pela graça de Deus já entrastes na sala do festim, isto é, na Santa Igreja, examinai-vos atentamente, não vá acontecer que, ao entrar, o Rei encontre algum reparo a fazer na veste da vossa alma.

Fonte: Evangelho Quotidiano

15 de outubro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

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