A Criação

No céu
E no mar sem fim
Está a mão de Deus
Que tudo criou
Para você e para mim.
Criou lindas árvores e flores
Como um imenso jardim.
Criou animais de espécies
Muito variadas
E admiradas.
Por fim, criou o homem e a mulher
Deu-lhes poder e muito amor
Para se multiplicar
E o mundo inteiro habitar.
  Jane Amábile
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21 de outubro de 2018 at 5:38 Deixe um comentário

Papa Angelus: matrimônio é amor e fidelidade, mas a Igreja está próxima das situações de crise

Papa Francisco - AngelusPapa Francisco – Angelus

O Papa Francisco recorda que “o amor de doação recíproca apoiada por Cristo” mantém os cônjuges unidos, enquanto a busca da própria satisfação” os divide. A Igreja não condena, mas é chamada a “levar de volta a Deus os corações feridos ou perdidos” daqueles que vivem “a experiência de relacionamentos rompidos”.

Silvonei José – Cidade do Vaticano

“No projeto original do Criador, não há homem que se case com uma mulher e, se as coisas não vão bem, ele a repudia. Não. Em vez disso, há o homem e a mulher chamados a reconhecerem-se, completarem-se, a ajudarem-se mutuamente no matrimônio”: essa a advertência  feita pelo Papa Francisco que, no Angelus deste domingo na Praça São Pedro, comentou o Evangelho que “oferece a palavra de Jesus sobre o matrimônio”.

“Este ensinamento de Jesus é muito claro e defende a dignidade do matrimônio, – disse o Papa – como união de amor que implica a fidelidade. O que permite que casais se mantenham unidos no matrimônio – explicou Francisco – é um amor de doação recíproca apoiado pela graça de Cristo. Se, ao invés, prevalece nos cônjuges, o interesse individual, a própria satisfação, então a união deles não será capaz de resistir”.

“A Igreja, mãe e mestra – disse o Papa – que compartilha as alegrias e as fadigas das pessoas, por um lado, não se cansa de confirmar a beleza da família como nos foi entregue pela Escritura e pela Tradição; ao mesmo tempo – assegurou Francisco – se esforça para fazer sentir concretamente a sua proximidade materna àqueles que vivem a experiência de relacionamentos rompidos ou levados avante de maneira dolorosa e fadigosa”.

“O modo de agir do próprio Deus com o seu povo infiel, isto é conosco, nos ensina que o amor ferido pode ser curado por Deus através da misericórdia e do perdão. Portanto, à Igreja, nestas situações, não é solicitado imediatamente e somente a condenação. Pelo contrário – concluiu o Papa -, em face de tantos dolorosos fracassos conjugais, a Igreja se sente chamada a viver a sua presença de caridade e de misericórdia, para levar de volta a Deus os corações feridos e perdidos”.

21 de outubro de 2018 at 5:37 Deixe um comentário

Reflexão para o 29° Domingo do Tempo Comum

“Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e entendidos e as revelastes aos pequeninos.” (Mt 11,25).“Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e entendidos e as revelastes aos pequeninos.” (Mt 11,25).  (© Biblioteca Apostolica Vaticana)

O servo está sempre disponível, acessível ao seu Senhor, de prontidão. Jesus condena a atitude dos mestres que permitem ou até exigem que seus discípulos lhes lavem os pés, ao contrário será ele a lavar os pés dos discípulos

Padre César Augusto dos Santos – Cidade do Vaticano

A liturgia nos convida, especialmente hoje, a um exame de consciência em relação ao nosso modo de nos relacionarmos com nossos irmãos. Deus é o único Pai, o único Mestre, o único Senhor e, para nos ensinar como queria que fôssemos, como deverá ser a nova sociedade, se fez servo, servo de todos.

Assim, seremos mais cristãos, mais semelhantes a Jesus Cristo, à medida em que tomarmos posição de servos e nossa vida for um serviço, através de nossas ações e de nosso modo de ser, isto é, do modo de tratar as pessoas, de nos vestir, de nos postar.

No Evangelho Jesus diz aos seus discípulos que eles não devem seguir os exemplos dos líderes que gostam de serem tratados como senhores, ao contrário, os discípulos, quanto mais alta a função, deverão vivê-la na atitude de servo, não apenas nas ações, mas em todos os sentidos.

Desejar ocupar os primeiros lugares, receber cumprimentos cerimoniosos, usar roupas luxuosas, ser chamado por títulos honoríficos, tudo isso deverá estar longe do coração e da vida do autêntico discípulo. Jesus propõe: “… entre vós não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos.”

O servo está sempre disponível, acessível ao seu senhor, de prontidão. Jesus condena a atitude dos mestres que permitem ou até exigem que seus discípulos lhes lavem os pés, ao contrário será ele a lavar os pés dos discípulos. Inclusive irá vivenciar isso de modo excepcional na cruz, quando nos lavará a todos do pecado.

Como poderei ser servo? Se sou casado, não me considerar superior ao meu cônjuge; se desempenho uma profissão de prestígio, não por isso considerar-me superior aos outros; se sou comerciante, não visar só meu lucro, mas apresentar boa mercadoria e com preço justo; se sou um religioso, ser acessível, disponível, simples e misericordioso no trato com os fiéis; enfim, o cristão segue em tudo a pessoa do Mestre.

Devo aprender com o episódio dos filhos de Zebedeu. O batismo me introduziu em uma nova sociedade. É necessário permitir ao Espírito Santo que construa em minha vida um novo homem, uma nova mulher. Minha alegria deverá estar não em posicionamentos de honra segundo este mundo caduco, mas com o mundo dos ressuscitados no batismo. Aceitar beber o cálice de Jesus, receber o seu batismo significa aceitar sofrer por causa da justiça, da verdade, pela construção de uma nova humanidade.

Conforta-nos as palavras do autor da Carta aos Hebreus, quando escreve: “…embora fosse Filho de Deus, aprendeu, com o seu sofrimento, como é difícil para o homem obedecer e aceitar a vontade de Deus”. Isso nos conforta ao reconhecermos como nos é difícil ser servos e também faz sermos compreensivos com tantas pessoas, especialmente com aquelas que são religiosas.

Concluamos nossa reflexão com a palavra de Jesus: “Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e entendidos e as revelastes aos pequeninos.” (Mt 11,25).

20 de outubro de 2018 at 8:39 Deixe um comentário

Papa: construir laços de fraternidade com os pentecostais

Papa com os membros da plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos CristãosPapa com os membros da plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos  (Vatican Media)

“Entre as várias atividades que podem ser compartilhadas estão a oração, a escuta da Palavra de Deus, o serviço aos necessitados, o anúncio do Evangelho, a defesa da dignidade da pessoa e da vida humana”, disse Francisco.

Cidade do Vaticano

O Santo Padre iniciou sua série de atividades, na manhã desta sexta-feira (28/9), na Sala Clementina, no Vaticano, com cerca de 60 participantes na Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Em seu discurso, o Papa agradeceu aos membros e consultores do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, porque, com o seu trabalho diário, o ajudam no ministério do Bispo de Roma, prestando um serviço de unidade e comunhão, em formas diferentes, para toda a Igreja.

Promover uma maior unidade entre os cristãos

Neste sentido, Francisco recordou alguns encontros, que manteve, recentemente, com Cristãos de diferentes tradições religiosas, Chefes das Igrejas ortodoxas, irmãos Pentecostais, que representam verdadeiras oportunidades para agradecer a Deus pelos abundantes frutos do Movimento ecumênico e renovar nosso compromisso irreversível de promover uma maior unidade entre os cristãos. Estes, disse o Papa, são alguns passos no caminho ecumênico, que todos os cristãos são chamados a dar juntos, rezar juntos e trabalhar juntos para o restabelecimento da plena unidade.

A seguir, o Santo Padre referiu-se ao tema de atualidade escolhido para a Plenária do Pontifício Conselho para a promoção da Unidade dos Cristãos: Pentecostais, carismáticos e evangélicos: impacto sobre o conceito de unidade“:

O constante crescimento destas novas expressões de vida cristã representa um fenômeno muito significativo, que não deve ser descuidado. As formas concretas das comunidades inspiradas nestes movimentos são, muitas vezes, ligadas ao contexto geográfico, cultural e social, no qual se desenvolvem”.

Construir laços da autêntica fraternidade

Por isso, referindo-se ao conjunto destes fenômenos, Francisco frisou que temos o dever de discernir e reconhecer a presença do Espírito Santo nessas Comunidades, com as quais devemos construir laços da autêntica fraternidade. Isto só será possível, porém, multiplicando as ocasiões de encontro e superando a mútua desconfiança, motivada, muitas vezes, por ignorância ou falta de compreensão. Aqui, o Papa sugeriu algumas atividades que podem ser realizadas em conjunto por estas Comunidades:

Entre as várias atividades que podem ser compartilhadas estão a oração, a escuta da Palavra de Deus, o serviço aos necessitados, o anúncio do Evangelho, a defesa da dignidade da pessoa e da vida humana. Frequentando-se fraternalmente, nós Católicos podemos aprender a apreciar a experiência de tantas comunidades, que, muitas vezes, em modos diferentes dos nossos, vivem a sua fé, louvam a Deus e dão testemunho do Evangelho com caridade”.

Ao mesmo tempo, – acrescentou o Papa – tais comunidades devem ser ajudadas a superar os preconceitos sobre a Igreja Católica e reconhecer que, no tesouro inestimável da tradição, recebido dos Apóstolos e mantido ao longo da história, o Espírito Santo não está inerte, pelo contrário, continua a atuar de modo eficaz. A este respeito, Francisco disse:

O Espírito cria e recria a novidade da vida cristã

Estou ciente de que, em muitos casos, as relações entre católicos e pentecostais, carismáticos e evangélicos não são fáceis. O improviso aparecimento de novas comunidades, ligadas à personalidade de alguns pregadores, contrasta fortemente com os princípios e a experiência eclesiológicos das Igrejas históricas e pode ocultar insídias. O fato de que não poucos fiéis católicos sejam atraídos por essas comunidades, causa atritos, mas pode se tornar, da nossa parte, motivo de exame de consciência pessoal e de renovação pastoral”.

De fato, concluiu Francisco, muitas comunidades, inspiradas por estes movimentos, vivem experiências cristãs autênticas, em contato com a Palavra de Deus e na docilidade à ação do Espírito, que leva a amar, testemunhar e servir.

É o Espírito que cria e recria a novidade da vida cristã, e é o mesmo Espírito que traz tudo unidade real, que não é uniformidade. Para esta abertura de coração, a busca de comunhão e discernimento cuidadoso são as atitudes que devem caracterizar nossos relacionamentos de acordo com o Espírito.

20 de outubro de 2018 at 5:42 Deixe um comentário

Papa. Cuidar dos nossos irmãos doentes abre o nosso coração

2018.10.01 IV Seminario Etica gestione della SalutePapa Francisco com os participantes do IV Seminário de Ética na gestão de Serviços de Saúde  (Vatican Media)

Ao encontrar os participantes de um seminário sobre a Ética na gestão de Serviços de Saúde o Papa recordou que “os cuidados dos nossos irmãos abre nosso coração para acolher um dom maravilhoso”. O Papa propõe três palavras para reflexão sobre a relação do doente com trabalhadores da saúde: milagre, cuidado e confiança.

Cidade do Vaticano

Nesta segunda-feira, 1º de outubro, o Papa Francisco recebeu os participantes do IV Seminário de Ética na gestão de Serviços de Saúde organizado pela Pontifícia Academia para a Vida, que contou com a presença de Dom Alberto Bochatey, Bispo Auxiliar de La Plata e presidente da Comissão de Saúde da Conferência Episcopal Argentina e do senhor Cristian Mazza, presidente da Fundação “Consenso Salud”.

Papa Francisco falou aos presentes que embora estejamos em uma época marcada pela crise econômica que leva a muitas dificuldades no atendimento dos pacientes desde o desenvolvimento da ciência médica ao acesso à terapias e remédios. “O cuidados dos nossos irmãos abre nosso coração para acolher um dom maravilhoso”. Neste contexto Francisco propõe três palavras para reflexão: milagre, cuidado e confiança.

Milagre: valorizando a dignidade do ser humano

Os responsáveis pelas instituições dirão que é impossível fazer milagres para manter os custos-benefícios… “Sem dúvida – disse o Papa – um milagre não é fazer o impossível, o milagre é encontrar no doente, no desamparado que temos diante de nós, um irmão. Somos chamados a reconhecer no doente o receptor das prestações de imenso valor de sua dignidade como ser humano, como filho de Deus”. O Papa esclarece que por si só não “desata todos os nós”, mas criará disposição para desatá-los na medida de nossas possibilidades levando a uma mudança  interior e de mentalidade em nós mesmos e na sociedade.

A consciência de valorizar a dignidade do ser humano “permite que sejam criadas estruturas legislativas, econômicas e médicas necessárias para enfrentar os problemas irão surgindo”.

Francisco observou que “o princípio inspirador deste trabalho deve ser absolutamente a busca do bem. E este bem não é um ideal abstrato, mas uma pessoa concreta, um rosto, que muitas vezes sofre”. Em seguida o Papa disse aos participantes: “Sejam valentes e generosos nas intenções, planos, projetos e no uso dos meios econômicos e técnicos-científicos”.

Cuidado: para o doente se sentir amado

Sobre este ponto o Papa disse que cuidar dos doentes não é simplesmente a aplicação asséptica de medicamentos ou terapias apropriadas, mas especificou que o verbo latim “curare” quer dizer atender, preocupar-se, cuidar, ser responsável pelo outro, pelo irmão.

“Este cuidado deve ter maior intensidade nos cuidados paliativos”, por atravessarmos neste momento uma forte tendência à legalização da eutanásia, sabemos o quanto é importante um acompanhamento sereno e participativo. “Quando o paciente terminal – diz o Papa – sente-se amado, respeitado e aceito, a sombra negativa da eutanásia desaparece ou é quase inexistente, pois o valor do seu ser se mede pela sua capacidade de dar e receber amor e não pela sua produtividade”.

Confiança: relação baseada na responsabilidade e lealdade

A terceira palavra no contexto de cuidados dos enfermos é confiança que pode ser distinguida em vários âmbitos. Antes de tudo, a confiança do próprio doente em si mesmo, na possibilidade de se curar que garante boa parte do êxito da terapia. Em seguida o Papa refere-se aos trabalhadores: “É importante para o trabalhador da área de saúde poder realizar suas funções em um clima de serenidade, estando ciente de que está fazendo o certo, o humanamente possível em função dos recursos disponíveis”.

“Não há dúvida de que se colocar nas mãos de uma pessoa, principalmente quando a vida está em jogo, é muito difícil, a relação com o médico ou o enfermeiro sempre se baseou na responsabilidade e na lealdade”. Francisco alerta aos riscos de que a burocracia e a complexidade do sistema de saúde altere a estreita relação paciente/médicos e enfermeiros e possa se tornar um simples “termos do contrato”, interrompendo desta maneira esta confiança.

O Papa conclui dizendo que “temos que lutar para manter íntegro este vínculo de profunda humanidade, pois nenhuma instituição assistencial pode por si substituir-se ao coração humano”.

“ Portanto a relação com o doente exige respeito em sua autonomia e grande disponibilidade, atenção, compreensão, cumplicidade e diálogo, para ser expressão de um compromisso assumido como serviço ”

19 de outubro de 2018 at 5:56 Deixe um comentário

Mais de mil jovens indígenas participarão da JMJ 2019

Papa Francisco encontra indígenas em Puerto MaldonadoEncontro do Papa Francisco com indígenas em Puerto Maldonado  (Vatican Media)

Por ocasião da próxima JMJ 2019 no Panamá, será realizada uma pré-jornada da Jornada Mundial da Juventude, ou seja, o Encontro Mundial dos Jovens Indígenas (EMJI) em Soloy na comarca indígena de Ngäbe-Bugle (17-21 de janeiro de 2019), onde se reunirão mais de mil jovens indígenas de várias partes do mundo

Cidade do Vaticano

A próxima JMJ 2019 que será realizada no Panamá, contará com a presença de mais de mil jovens indígenas, provenientes de várias partes do mundo. Os jovens, participarão do Encontro Mundial da Juventude Indígena (EMJI ) que se realiza na semana precedente à da JMJ (de 17 a 21 de janeiro), em Soloy, comarca indígena de Ngäbe-Bugle, na diocese David do Panamá. Portanto será a pré-jornada da Jornada Mundial da Juventude 2019. Uma iniciativa única, rica de eventos, desejada pelos bispos responsáveis pela pastoral indígena, com temas baseados na encíclica Laudato si’.

No final do encontro, os jovens nativos irão para a Cidade do Panamá, para participar da Jornada Mundail da Juventude. Durante o evento estarão em um parque onde será organizada uma verdadeira aldeia indígena, com produtos de artesanato, músicas e danças.

Encontro de fé

Os promotores do Encontro Mundial da Juventude Indígena são os bispos responsáveis pela pastoral indígena: “No próximo EMJI do Panamá, estarão presentes mais de mil jovens de várias populações indígenas. Juntos farão reflexões e celebrarão a sua fé em Cristo, a partir da riqueza milenária das nossas culturas. Será uma oportunidade – afirmam os bispos – de responder ao convite do Papa Francisco à juventude de serem agradecidos pela história de nossos povos e corajosos aos desafios que nos rodeiam para seguir em frente cheios de esperança na construção de um mundo melhor”.

O Encontro Mundial da Juventude Indígena

Todos os significados do EMJI encontra-se no logotipo que reúne, sob uma cabana de palha, os símbolos da Cruz, do cacau e do milho, de um camaleão e raízes que se afundam na terra.

“A Cruz – explicam os organizadores – é o símbolo central da nossa fé cristã, convida a nos comprometermos como jovens no exemplo de Jesus, que é a plenitude da esperança para os nossos povos. A cabana de palha simboliza a unidade da comunidade que caminha junta. O cacau e o milho são os frutos sagrados de muitos povos da América central. Temos o costume de comer cacau nos momentos importantes da vida da comunidade com espírito de solidariedade. Deste modo nos sentimos verdadeiros irmãos e irmãs, uma só família. As raízes da planta testemunham o nosso respeito pela Terra Mãe que nos dá a vida e simboliza a grande história dos nossos povos. O camaleão nos recorda o respeito da Criação na sua diversidade. Como jovens nos comprometemos a mater a íntima relação com a criação de Deus como herança dos nossos antepassados”.

 

19 de outubro de 2018 at 5:43 Deixe um comentário

Romaria \ Viva Mãe de Deus e Nossa

18 de outubro de 2018 at 5:55 Deixe um comentário

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