Intenções de oração do Papa no mês de dezembro

5 de dezembro de 2019 at 10:54 Deixe um comentário

Papa Francisco: fundamentar a nossa vida no Senhor, não nas aparências

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Não devemos edificar a nossa vida sobre coisas passageiras, mas na rocha que é o Senhor, e ali seremos felizes. Este é o convite no centro da homilia pronunciada pelo Papa na missa matutina na Casa Santa Marta, inspirada no Evangelho de Mateus: “Confiem sempre no Senhor, porque Ele é uma rocha, uma rocha eterna”.

Gabriella Ceraso – Cidade do Vaticano

“O elogio da solidez” é o centro da Liturgia de hoje, com o Evangelho de Mateus (Mt7,21.24-27), em que Jesus fala da diferença entre o homem prudente e o homem sem juízo: o primeiro, deposita no Senhor o fundamento da sua vida, construindo a própria casa sobre a rocha. O outro não ouve a Palavra de Deus e vive de aparências, construindo a própria casa sobre um fundamento fraco, como a areia.

O Senhor é a rocha segura e forte

A partir deste episódio, o Papa desenvolveu a sua homilia, pronunciada na missa matutina na Casa Santa Marta (05/12), num diálogo contínuo com os fiéis, aos quais pediu para refletirem justamente sobre a “sabedoria e a fraqueza”, isto é, sobre qual é o fundamento das nossas esperanças, das nossas seguranças e da nossa vida, e pedindo a graça de saber discernir onde está a rocha e onde está a areia.

A rocha. Assim é o Senhor. Quem confia no Senhor estará sempre seguro, porque seus fundamentos estão sobre a rocha. É o que diz Jesus no Evangelho. Fala de um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha, isto é, sobre a confiança no Senhor, sobre coisas sérias. E esta confiança também é um material nobre, porque o fundamento desta construção da nossa vida é seguro, é forte.

As aparências fazem a vida cristã ruir

O prudente, portanto, é quem edifica sobre a rocha, ao contrário do tolo, que escolhe a “areia que se move” e que é levada pelo vento e pela chuva. Também é assim na vida cotidiana, nos prédios que se constroem sem bons fundamentos e, portanto, desmoronam, e na nossa existência pessoal:

 

E também a nossa vida pode ser assim, quando o meu fundamento não é forte. Vem a tempestade – e todos nós temos tempestades na vida, todos, do Papa até o último, todos – e não somos capazes de resistir. E muitas pessoas dizem: “Não, eu mudarei de vida” e pensam que mudar de vida é maquiar-se, mas mudar de vida é mudar os fundamentos, isto é, colocar a rocha ali, que é Jesus. “Eu queria refazer esta construção, este prédio, porque é muito feio, muito feio, e gostaria de embelezá-lo um pouco, mas se recorro à maquiagem e enfeito um pouco, a casa não vai avante; cairá. Com as aparências, a vida cristã desmorona.

Saber discernir entre rocha e areia

Portanto, somente Jesus é o fundamento seguro, as aparências não ajudam e o Papa citou o exemplo de um confessionário: somente quem se reconhece pecador, fraco, desejoso de salvação, tem uma vida baseada sobre a rocha, enquanto crê e conta com Jesus-Salvação. Converter-se, portanto, àquilo que não desmorona e não passa: assim aconteceu com São Francisco Borgia em 1500, quando este ex-cavaleiro de corte, diante do corpo em decomposição da imperatriz Isabel, se deu conta da caducidade e da vaidade das coisas terrenas, e escolheu o Senhor e se tornou santo:

 

Nós não podemos edificar a nossa vida sobre coisas passageiras, nas aparências, em fazer de conta que tudo vai bem. Vamos para a rocha, onde está a nossa salvação. E ali seremos felizes todos. Todos.

Neste dia de Advento, o Papa então convidou cada um de nós a pensar no fundamento que damos à nossa vida, se a sólida rocha ou a areia móvel, pedindo ao Senhor a graça de saber discernir.

5 de dezembro de 2019 at 10:01 Deixe um comentário

Audiência: os leigos dão o húmus para o crescimento da fé

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A catequese do Papa Francisco na Audiência Geral foi dedicada ao casal Áquila e Priscila. “Devemos rezar a estes dois santos para que nos ensinem a ser como eles, uma igreja doméstica, onde haja o húmus para que cresça a fé.”

Bianca Fraccalvieri

Uma chuva intermitente marcou a Audiência Geral desta quarta-feira no Vaticano. Os doentes foram acomodados na Sala Paulo VI e receberam a saudação do Pontífice antes que se dirigisse à Praça São Pedro.

A catequese foi dedicada ao casal Áquila e Priscila, prosseguindo o ciclo sobre os Atos dos Apóstolos.

Na semana passada, o Papa falou da chegada de Paulo a Atenas. Nesta quarta, comentou a prossecução da viagem.

Ao deixar o coração da Grécia, o Apóstolo se dirige a Corinto, onde ali encontra hospitalidade na casa de Áquila e Priscila, que, por serem judeus, foram obrigados a abandonar Roma por ordem imperador Cláudio.

Perseguir os judeus não é humano

O Papa fez um parêntese para recordar que povo judeu sempre sofreu na história com expulsões e perseguições. “No século passado vimos tantas brutalidades que foram cometidas e estávamos convencidos de que isso tinha acabado”, afirmou. Mas hoje começa a renascer o hábito de persegui-los.

“ Irmãos e irmãs, isso não é humano nem cristão. Os judeus são nossos irmãos e não devem ser perseguidos. ”

Retomando a catequese, o Papa afirmou que o gesto do acolhimento dos esposos leva a “descentralizar de si para praticarem a arte cristã da hospitalidade e abrir as portas de sua casa para acolher o Apóstolo Paulo”.

Deste modo, eles acolhem não só o evangelizador, mas também o anúncio que ele leva consigo: o Evangelho de Cristo.

Com o casal, Paulo compartilha também a atividade profissional, isto é, a construção de tendas.

“Domus ecclesiae”

De fato, Áquila e Priscila abrem as portas também para os irmãos e irmãs em Cristo, formando uma comunidade, uma “domus ecclesiae” para a escuta da Palavra de Deus e a celebração eucarística. “Também hoje em alguns países onde não existe liberdade religiosa, os cristãos se reúnem em uma casa, um pouco escondidos, para rezar e celebrar a eucaristia.”

“Quantas famílias em tempo de perseguições arriscam suas cabeças para manter escondidos os perseguidos. Este é o primeiro exemplo”, afirmou Francisco.

Os leigos oferecem o húmus

Entre os inúmeros colaboradores de Paulo, destacou, Áquila e Priscila emergem como modelos de uma vida conjugal responsavelmente empenhada a serviço de toda a comunidade cristã e recordam que graças à fé e à evangelização de tantos leigos, o cristianismo chegou até nós. “O cristianismo foi pregado pelos leigos, são eles, em virtude do seu batismo, os responsáveis por levarem a fé”. O Papa citou uma expressão de Bento XVI, que afirma que os leigos oferecem o “húmus” para o crescimento da fé.

Ao se dirigir especialmente aos recém-casados presentes na Audiência, Francisco concluiu:

“Peçamos ao Pai que efunda o seu Espírito sobre todos os casais cristãos para que, a exemplo de Áquila e Priscila, saibam abrir as portas de seus corações a Cristo e aos irmãos e transformem suas casas em igrejas domésticas. Bela palavra… Uma casa é uma igreja doméstica onde viver a comunhão e oferecer o culto da vida vivida com fé, esperança e caridade.”

“ Devemos rezar a estes dois santos para que nos ensinem a ser como eles, uma igreja doméstica, onde haja o húmus para que cresça a fé. ”

5 de dezembro de 2019 at 5:39 Deixe um comentário

Advento

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Preparemo-nos para receber o Senhor

O ano litúrgico tem início com o Advento. Quando esperamos alguém importante para nós, querendo demonstrar-lhe nosso muito apreço, esforçamo-nos para preparar a sua chegada. É este o sentido do Advento: aguardamos a chegada do nosso Deus, o Verbo de Deus feito homem, o Emanuel, o Deus conosco. Comemoramos a Sua primeira vinda, na esperança vivificante que anima o nosso dia a dia, aguardando a Sua segunda vinda no fim dos tempos.

O Advento, em geral, é composto por quatro semanas…As semanas do Advento constituem uma escola prática de solidariedade, que ensina os olhos a ver, os ouvidos a escutar e o coração a abrir-se à ternura e ao amor, de forma a transmitir a esperança cristã, e o homem acredite que Deus está conosco. Emanuel, Ele veio e continua a vir.

São três as grandes figuras deste tempo: Isaías, o profeta universalista, o dos tempos messiânicos, aquele que soube compreender as esperanças dos pobres e a esperança num mundo diferente, proveniente de Deus; João Batista, o “mais do que um profeta”, o maior entre os filhos de uma mulher, “a voz que clama no deserto: ‘Endireitai o caminho do Senhor’”; Maria, a agraciada por Deus, a serva do Senhor, a cheia do Espírito Santo, a Mãe do Senhor, a concretização das esperanças do povo.

A cor litúrgica é o roxo simbolizando o tempo de recolhimento e de expectativa, com algo de ansiedade e nostalgia. O terceiro domingo do Advento (Gaudete, alegrai-vos), vem alertar-nos para a alegria que sempre deve invadir o nosso coração: Jesus Cristo já veio, colocou sua morada entre nós e prometeu para sempre estar conosco.

O tempo do Advento é tempo de mudança e de conversão. Ao encontrar Jesus Menino, não podemos ficar indiferentes. Nas palavras de Santo Agostinho: “Deus humanizou-se para que o homem possa se divinizar”. Neste Advento, preparemo-nos para receber o Senhor, mediante uma espera paciente e uma sincera conversão. Bom e frutuoso Advento!

Dom Washington Cruz, CP

Arcebispo Metropolitano de Goiânia

O Advento iniciou-se no domingo passado, 1 de dezembro, e irá se prolongar até 24 de dezembro, véspera do Natal do Senhor.

4 de dezembro de 2019 at 5:45 Deixe um comentário

Papa: hoje a Igreja faz o elogio da pequenez

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Somente num coração humilde o Espírito Santo pode germinar, disse o Papa Francisco ao celebrar a missa na Casa Santa Marta. Francisco recordou que a revelação começa sempre na pequenez, não na soberba.

Adriana Masotti – Cidade do Vaticano

“A liturgia de hoje fala das coisas pequenas, podemos dizer que hoje é o dia do pequenino”: assim o Papa Francisco começou a homilia ao celebrar a missa na capela da Casa Santa Marta na manhã desta terça-feira (03/12).

A primeira leitura é extraída do livro do profeta Isaías, onde se anuncia: “Nascerá uma haste do tronco de Jessé e, a partir da raiz, surgirá o rebento de uma flor; sobre ele repousará o espírito do Senhor …”.

“A Palavra de Deus faz elogio do pequeno”, disse o Papa e faz uma promessa, a promessa de um broto que surgirá e o que é menor do que um broto?, questionou Francisco. E mesmo assim, “sobre ele repousará o espírito do Senhor”

A redenção, a revelação, a presença de Deus no mundo começa assim e sempre é assim. A revelação de Deus se faz na pequenez. Pequenez, seja humildade, seja… tantas coisas, mas na pequenez. Os grandes se apresentam poderosos, pensemos na tentação de Jesus no deserto, como Satanás se apresenta poderoso, dono de todo o mundo: “Eu dou tudo se você…”. Ao invés, as coisas de Deus começam brotando, de uma semente, pequenas. E Jesus fala desta pequenez no Evangelho”.

Fazer-se pequeno para que o Reino de Deus possa germinar

Jesus se alegra e agradece ao Pai porque se revelou não aos poderosos, mas aos pequeninos, e recordou que no Natal “iremos todos ao presépio onde está a pequeneza de Deus”. E fez então uma advertência:

Numa comunidade cristã onde os fiéis, os sacerdotes, os bispos, não tomam esta estrada da pequenez, falta futuro, ruirá. Foi o que vimos nos grandes projetos da história: cristãos que buscavam se impor, com a força, a grandeza, as conquistas… Mas o Reino de Deus brota no pequeno, sempre no pequeno, a pequena semente, a semente de vida. Mas a semente sozinha não pode nada. E há outra realidade que ajuda e que dá a força: “Nascerá uma haste do tronco de Jessé e, a partir da raiz, surgirá o rebento de uma flor; sobre ele repousará o espírito do Senhor.”

O Espírito não pode entrar num coração soberbo

“O Espírito escolhe o pequeno, sempre”, destacou ainda Francisco, porque não pode entrar no grande, no soberbo, no autossuficiente”. É no coração pequeno que acontece a revelação do Senhor.

O Papa falou dos estudiosos de teologia para destacar que os teólogos “não são aquelas pessoas que sabem tantas coisas de teologia”, se assim fosse, poderiam ser chamados de ‘enciclopedistas’ da teologia: “Sabem tudo; mas são incapazes de fazer teologia porque a teologia se faz de joelhos, fazendo-se pequenos”.

E, portanto, enfatizou novamente que “o verdadeiro pastor seja ele sacerdote, bispo, papa, cardeal, qualquer que seja, se ele não se tornar pequeno, ele não é um pastor”, ao contrário, ele é um gerente de escritório. E isso aplica-se a todos. “Do que tem uma função que parece mais importante na Igreja, à pobre velhinha que faz as obras de caridade em segredo”. O Papa Francisco esclareceu então uma dúvida que poderia surgir, isto é, que o caminho da pequenez conduz à pusilanimidade que é fechar-se em si mesmo, ao medo. E diz que, pelo contrário, “a pequenez é grande” é a capacidade de arriscar “porque não tem nada a perder”. E explicou que é precisamente a pequenez que leva à magnanimidade, porque nos torna capazes de ir além de nós mesmos, sabendo que a grandeza a dá Deus. E citou uma frase de São Tomás de Aquino, contida em sua Suma teológica, que explica como deve se comportar um cristão que se sente pequeno, diante dos desafios do mundo, para não viver como um covarde:

São Tomás diz assim, o resumo é o seguinte: “Não ter medo das coisas grandes – São Francisco Xavier hoje, nós o vimos – não ter medo, seguir em frente; mas levar em consideração as pequenas coisas, juntas, isto é divino”. Um cristão parte sempre da pequenez. Se eu na minha oração me sinto pequeno, com as minhas limitações, meus pecados, como aquele publicano que rezou no fundo da igreja, envergonhado: “Tenha piedade de mim que sou pecador”, você irá para frente. Mas se você acredita ser um bom cristão, rezará como aquele fariseu que não saiu justificado: “Dou-te graças, Deus, porque sou grande”. Não, agradeçamos a Deus porque somos pequenos.

A concretude das confissões das crianças

O Papa Francisco concluiu a sua homilia dizendo que gosta tanto de administrar o sacramento da confissão e, acima de tudo, gosta de confessar as crianças. Suas confissões, disse ele, são belas, porque contam os fatos concretos: “Eu disse esta palavra”, por exemplo, e a repetem para você. Finalmente, o Papa comenta: “A concretude daquele que é pequeno. “Senhor, sou um pecador porque faço isto, isto, isto, isto… Esta é a minha miséria, a minha pequenez. Mas envia o teu Espírito para que eu não tenha medo das grandes coisas, não tenha medo de que faças grandes coisas na minha vida”.

4 de dezembro de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Frases sobre a Imaculada Conceição de Nossa Senhora

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1-Mons. José Maria Pereira: “No tempo do Advento, caminhando para o Natal, somos convidados a olhar para Maria, a Imaculada, e reconhecer nela o modelo de como acolher Jesus, que está chegando”.

2- São João Paulo II: “A Imaculada constitui um sinal de esperança para todos os seres vivos, que derrotaram Satanás por meio do sangue do Cordeiro (Ap 12,11)”.

3-Dom Alberto Taveira Corrêa: “Olhar para a Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa, significa tomá-la como modelo e referência para nossa vida cristã. E revela-se muito atual considerar o fato de sua concepção imaculada, preservada que foi, em previsão dos méritos de Cristo”.

4-Papa Francisco: “A Imaculada Conceição significa que Maria é a primeira a ser salva pela infinita misericórdia do Pai, como premissa de salvação que Deus quer doar a cada homem e mulher, em Cristo”.

5-São João Paulo II: “Como sinal de esperança é o dia da Imaculada Conceição projetado sobre o fundo de todos os dias do nosso Advento”.

6-Dom Edney Gouvêa Mattoso: “Nesta solenidade, uma marca muito presente nas reflexões sobre o mistério da Imaculada Conceição é o exemplo de Maria como aquela que é “ícone da Vitória de Cristo sobre o poder das trevas e do pecado”,

7-Papa Emérito Bento XVI:  “A Imaculada demonstra que a Graça é capaz de suscitar uma resposta, que a fidelidade de Deus sabe gerar uma  verdadeira e boa”.

8-Mons. José Maria Pereira: “Dizer que Maria é Imaculada, significa que ela, desde o primeiro instante de sua existência- no momento de sua concepção-, foi isenta do pecado original”.

9-Papa Francisco: “A Imaculada passou a ser ícone sublime da misericórdia divina que venceu o pecado”.

10- O Catecismo (§491): “Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus (139), tinha sido redimida desde a sua conceição. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX…”

11- Papa Emérito Bento XVI: “Maria é a Imaculada por um dom gratuito da graça de Deus que, no entanto, encontrou nela uma disponibilidade e colaboração perfeitas”.

12-São João Paulo II: “A Imaculada Conceição da Mãe do Redentor é uma obra sublime da Santíssima Trindade!”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3 de dezembro de 2019 at 5:44 Deixe um comentário

Dezembro – Mês do Nascimento de Jesus Cristo (Natal)

Oi Crianças,

O mês de dezembro de 2019, inicia-se com um novo Ano Litúrgico na Igreja, chamado Ano A. Que é um pouco diferente da contagem do ano civil. Nesse novo ano será lido com mais frequência o Evangelho de São Mateus.

Já bem no início,  no dia 1 º de dezembro, celebra-se o Primeiro Domingo do Advento. O Advento corresponde a quatro semanas antes do Natal. É um tempo de espera e preparação para celebrar, verdadeiramente, a vinda de Jesus Cristo no meio de nós, há dois mil anos atrás.

Há ainda no dia 08 de dezembro a solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. E no dia 12 de dezembro a festa de Nossa Senhora de Guadalupe. E também a Festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José, no dia 30 de dezembro.

E muitos outros santos fazem memória nesse último mês do ano civil: São Francisco Xavier, Santo Ambrósio, Santa Luzia, Santo Estevão, São João da Cruz, São João Apóstolo e Evangelista, Santa Cataria Labouré, etc…

Feliz Natal a todos! Que o Menino Jesus nos abençoe! Amém!

 

 

 

 

 

3 de dezembro de 2019 at 5:44 Deixe um comentário

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