Papa Francisco – Oracão do Angelus 2019-09-15

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15 de setembro de 2019 at 8:12 Deixe um comentário

Nossa Senhora das Dores

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Os dois polos do mundo

Há no Céu dois pivôs em torno dos quais todo o Céu gira; são os dois polos. Um deles é o Salvador, que fica situado no meio-dia porque está cheio de luz e nele não há trevas, e o outro é o seio onde Ele encarnou. O Céu gira em torno destes polos, com o socorro da intercessão da Mãe e o socorro do Redentor na cruz. Com efeito, por intercessão de Maria e pelo sangue e o corpo do Redentor, o Senhor exerce a sua justiça sobre os povos. O eixo da misericórdia, que sustenta o mundo, gira em volta destes dois pivôs ou polos, porque através da Mãe temos acesso ao Filho, e através do Filho temos acesso ao Pai; assim conduzidos, não receamos que nos seja recusada a reconciliação. Estas duas estrelas, estes dois pivôs do mundo, são imóveis; em volta deles, como em volta de dois pontos fixos necessários, gira toda a circunferência do Céu.

Reflexão de Santo Alberto Magno

Fonte: Evangelho Quotidiano

15 de setembro de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Papa Francisco em 14 de set de 2019

“Hoje a Igreja nos faz contemplar a Cruz gloriosa do Senhor. Mesmo sendo Deus, Cristo humilhou-se a si mesmo fazendo-se servo. Esta é a glória da Cruz de Jesus!”

14 de setembro de 2019 at 15:49 Deixe um comentário

Reflexão para o XXIV Domingo do Tempo Comum

O Pai misericordioso que acolhe o filho arrependido

O Pai misericordioso que acolhe o filho arrependido

Deus é Pai, é Amor, é Vida! Por isso seu relacionamento com o pecador é de misericórdia. Foi isso que nos revelou o Coração de Jesus.

Padre César Augusto dos Santos – Cidade do Vaticano

O Evangelho é o famoso texto de Lucas chamado “Filho Pródigo”. Na verdade o tema é a misericórdia do Pai, que permite que seu filho viva plenamente sua liberdade, mesmo de modo errado.

Quando o rapaz caiu em si, viu que havia cometido uma grande falta de amor. Exatamente por ter vivenciado o carinho do Pai durante o tempo em que morou em casa e inclusive o respeito dele por sua liberdade, mesmo que exercida de modo enganoso, ele pode perceber a armadilha em que havia caído – usufruir prazeres do mundo – e, ao mesmo tempo, os meios de como se libertar dela – o amor do pai.

Assim, se às pessoas, através do contato conosco, forem revelados o amor de Deus como o Pai Misericordioso, ensinado e demonstrado por Jesus Cristo, quando tiverem desejosas de retornarem à Família de Deus, saberão que o contato conosco será a porta que levará a Jesus e aos irmãos.

Por outro lado, o modo de acolher o filho penitente, sem exigir pedidos de perdão e atitudes humilhantes, demonstram o respeito e o carinho do pai. Também nós deveremos acolher com carinho todos aqueles que foram tocados pela Luz de Deus e estão voltando à reconciliação com o Senhor ou com um de seus filhos.

Deus é Pai, é Amor, é Vida! Por isso seu relacionamento com o pecador é de misericórdia. Foi isso que nos revelou o Coração de Jesus.

Como filhos de Deus, nossa atitude para com o pecador, será igual, de irmão, absolutamente fraterna e misericordiosa, sem nenhum gesto arrogante, nenhum gesto humilhante.

14 de setembro de 2019 at 15:47 Deixe um comentário

«Quando for erguido da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12,32)

De ora em diante, pela cruz, as sombras estão dissipadas e a verdade eleva-se, como diz o apóstolo João: «Porque as primeiras coisas passaram. […]  Eu renovo todas as coisas» (Ap 21,4-5). A morte é espoliada, o inferno liberta os cativos, o homem está livre, o Senhor reina, a criação alegra-se. A cruz triunfa e todas as nações, tribos, línguas e povos (Ap 7,9) vêm adorá-l’O. Como o beato Paulo, que exclama : «Quanto a mim, porém, em nada me quero gloriar, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo» (Gal 6,14), encontramos nela a nossa alegria. A cruz traz a luz a todo o universo, afasta as trevas e reúne as nações do Ocidente, do Oriente, do Norte e do mar numa só Igreja, numa única fé, num só batismo, na caridade. Fixada no Calvário, ela dirige-se ao centro do mundo. Armados com a cruz, os apóstolos vão pregar e reunir na sua adoração o universo inteiro, espezinhando todas as forças hostis. Por ela, os mártires confessaram a sua fé com audácia e não temeram os ardis dos tiranos. Carregando-a, os monges fizeram da solidão a própria morada, numa imensa alegria. Na hora em que Jesus regressar, aparecerá primeiro no céu esta cruz, cetro precioso, vivo, verdadeiro e santo do Grande Rei: «Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem» (Mt 24,30). Vê-la-emos, escoltada pelos anjos, iluminar a Terra, de uma à outra extremidade do Universo, mais clara que o sol, a anunciar o Dia do Senhor.

Homilia de Santo Efrém

Fonte: Evangelho Quotidiano

14 de setembro de 2019 at 5:37 Deixe um comentário

Sobre Oração a Nossa Senhora – Papa Francisco

13 de setembro de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Oferecer a Deus o nosso verdadeiro tesouro

Muitos dos que, para seguirem a Cristo, desprezaram fortunas consideráveis, enormes quantias de ouro e de prata e propriedades magníficas, mais tarde deixaram-se apegar a um raspador, a um estilete, a uma agulha, a um junco de escrita. […] Depois de terem distribuído todas as suas riquezas por amor a Cristo, recuperaram a anterior paixão e aplicaram-na a futilidades, sendo capazes de se deixar levar pela cólera para as manter. Não tendo a caridade de que fala São Paulo, a sua vida foi tocada pela esterilidade. O bem-aventurado apóstolo previu essa infelicidade: «Ainda que eu distribua todos os meus bens pelos pobres e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita», dizia (1Cor 13,3). Prova evidente de que não atingimos de imediato a perfeição pela simples renúncia a todas as riquezas e pelo desprezo de todas as honras, se a isso não juntarmos a caridade cujas características o apóstolo descreve. Ora, esta caridade apenas se encontra na pureza do coração. Porque rejeitar a inveja, a arrogância, a ira e a frivolidade, não procurar o próprio interesse, não se alegrar com a injustiça, não guardar ressentimento e tudo o resto (1Cor 13,4-5), que é tudo isso se não oferecer continuamente a Deus um coração perfeito e puro, e mantê-lo livre das moções das paixões? Assim, a pureza do coração deve ser o fim último das nossas ações e dos nossos desejos.

Texto de São João Cassiano (Evangelho Quotidiano)

 

13 de setembro de 2019 at 5:40 Deixe um comentário

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