Papa Francisco no Twitter

Maria, Mãe da proximidade e da ternura, seja a nossa Mestra de vida e de fé.

Ainda hoje há muitos mártires, muitos perseguidos por amor a Cristo: são eles a verdadeira força da Igreja!
Graças ao dom da Eucaristia, também a nossa vida se torna “pão partido” para os nossos irmãos.

No silêncio aprendemos a contemplar a obra de Deus, que supera toda a nossa imaginação.

Quem se coloca a serviço dos irmãos mais fracos experimenta a alegria do amor desinteressado.
O Reino de Deus cresce no mundo de maneira misteriosa e surpreendente, com o poder da pequena semente.
O mal tenta nos convencer de que a morte é o fim de tudo, mas Cristo ressuscitado nos abre um horizonte de vida eterna!
Jesus nos revela que o rosto de Deus é amor.
6 de ago de 2018: O caminho dos discípulos em direção ao Monte Tabor nos convida a separar-nos das coisas mundanas para contemplar Jesus.
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16 de agosto de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Aos jovens Papa fala sobre o ideal do amor e matrimônio

Papa no encontro de oração com os jovens no Circo MáximoPapa no encontro de oração com os jovens no Circo Máximo  (ANSA)

Homem e mulher que se completam reciprocamente no matrimônio. “Um ideal assim, quando se sente verdadeiro e está maduro, não deve ser adiado para mais adiante por outros interesses”, disse o Papa aos jovens italianos. “É preciso arriscar no amor, no amor verdadeiro, não no entusiasmo amoroso maquiado de amor”.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

“Pensem bem no amor, mas no amor que arrisca, o amor fiel, o amor que faz crescer o outro e reciprocamente crescem. Pensem no amor fecundo”.

O amor, especialmente na juventude, um tema muitas vezes delicado de ser tratado e compreendido. Mas não para Francisco, que gosta de falar e que lhe falem com sinceridade.

“É corajosa Martina, hein! Abala nossa estabilidade, e também fala com fogo! Eu teria vontade de perguntar a você, se talvez é a sobrinha de São João Crisóstomo pela forma como fala, assim forte, com tanta força”.

 

Martina, 24 anos, foi a terceira jovem a dirigir uma pergunta ao Santo Padre, falando da necessidade de pontos de referência, apaixonados e solidários, sobre o desafio da fidelidade por toda a vida nos tempos atuais, sobre o amor: “Por que o desejo de tecer relações autênticas, o sonho de formar uma família, são considerados menos importantes do que outros e devem ser subordinados a seguir uma realização profissional?”, questiona.

O Papa começou explicando que “a ideia de escolha que hoje respiramos, é uma ideia de liberdade sem vínculos, sem compromisso e sem qualquer via de fuga”:

Um “escolho, porém”. Você colocou o dedo na chaga: escolher por toda a vida, a escolha do amor. Também ali podemos dizer: “Escolho, porém não agora, mas quando acabar os estudos”, por exemplo. “Escolho, porém”…aquele “porém” nos para, não nos deixa ir, não nos deixa sonhar, nos tira a liberdade. Há sempre um porém que às vezes se torna maior que a escolha e a sufoca”.

A coragem de falar de amor

A liberdade é um dom que nos é dado – disse Francisco – e não admite meias medidas: deve-se fazê-la crescer, desenvolver. “E você falava sobre a liberdade maior, que é a liberdade do amor: «Mas por que eu devo acabar a carreira universitária antes de pensar no amor?»”:

“O amor vem quando quer, o verdadeiro amor. É um pouco perigoso falar aos jovens de amor? Não, não é perigoso. Porque os jovens sabem bem quando existe o verdadeiro amor e quando existe o simples entusiasmo maquiado de amor: distingam bem isto, não sejam bobos! E por isto temos a coragem de falar de amor.”

“O amor é a vida e se o amor vem hoje, porque devo esperar três, quatro, cinco anos para fazê-lo crescer e para torná-lo estável?”, questiona o Papa.

Neste ponto  “peço aos pais para ajudarem os jovens a amadurecer quando existe o amor, que o amor amadureça, não deslocá-lo mais para frente dizendo: “Não, porque se você casa agora, depois vem os filhos e não poderás concluir a carreira, e tanto esforço que nós fizemos por você…todos ouvimos esta história.”

Assim – é o seu conselho – devemos sempre colocar o amor em primeiro lugar, “mas o amor verdadeiro”, aprendendo a discernir “quando existe o amor verdadeiro e quando existe somente entusiasmo.

 

Vida dupla, maior inimigo do amor verdadeiro

A dificuldade que Martina revela em dizer que está namorando, ou seja, “em mostrar a carteira de identidade nova” em sua vida, é devida a um “mundo de condicionamentos”, que desencoraja a pessoa a casar, mas sim levar a vida em frente, estudando, fazendo de conta que não ama, e assim começa a viver a “vida dupla”:

O maior inimigo do amor é a vida dupla, entenderam? Ou devo ser mais claro? O maior inimigo do amor não é somente não deixá-lo crescer agora, esperar acabar a carreira, mas é ter a vida dupla, pois se começas a amar a vida dupla, o amor se perde, o amor vai embora”.

 

Amor não tolera meias medidas

E digo isto – continua o Papa – porque no verdadeiro amor, o homem tem uma missão e a mulher tem outra missão, “a totalidade”:

O amor não tolera meias medidas: ou tudo ou nada. E para fazer crescer o amor, é preciso evitar os artifícios. O amor deve ser sincero, aberto, corajoso. No amor você deve colocar toda a carne no fogo: assim dizemos na Argentina”.

 

Uma só carne, o ideal do amor e do matrimônio

Francisco recorda a passagem da Criação do mundo onde diz que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança: “Os criou homem e mulher, os dois à sua imagem e semelhança. Este é o amor”:

 

Quando você vê um matrimônio, um casal de um homem e uma mulher que vão em frente na vida de amor, ali há a imagem e a semelhança de Deus (…). Não diz que o  homem é imagem e semelhança de Deus. Não, os dois, juntos, são imagem e semelhança de Deus. E depois continua no Novo Testamento: “Por isto o homem deixará seu pai e sua mãe, para formar uma só carne com sua mulher”. Este é o amor”.

E qual é a missão do homem no amor? “Tornar mais mulher a esposa, ou a namorada”.

E qual é a missão da mulher no amor?:

Tornar mais homem o marido ou o namorado. É um trabalho a dois, que crescem juntos; mas o homem não pode crescer sozinho no matrimônio, se não o faz crescer sua esposa e a mulher não pode crescer no matrimônio e não a faz crescer seu marido. E esta é a unidade, e isto quer dizer “uma só carne”, tornam-se “um”, porque um faz o outro crescer. Este é o ideal do amor e do matrimônio”.

Um ideal assim, quando se sente verdadeiro e está maduro, não deve ser adiado para mais adiante por outros interesses, diz o Papa. “É preciso arriscar no amor, no amor verdadeiro, não no entusiasmo amoroso maquiado de amor”.

O amor é vender tudo “para comprar esta pérola preciosa de altíssimo valor”, reitera Francisco, advertindo que “se não há fidelidade não há amor, ou é um amor doente, ou pequeno, que não cresce”.

“Pensem bem no amor, mas no amor que arrisca, o amor fiel, o amor que faz crescer o outro e reciprocamente crescem. Pensem no amor fecundo”, foi seu conselho final.

 

16 de agosto de 2018 at 5:33 Deixe um comentário

Papa exorta jovens a serem protagonistas no bem, “não basta não fazer o mal”

Papa abençoa Cruz de São Damião e imagem de Nossa Senhora de Loreto, que serão levadas ao PanamáPapa abençoa Cruz de São Damião e imagem de Nossa Senhora de Loreto, que serão levadas ao Panamá  (Vatican Media)

O Papa Francisco rezou o Angelus na Praça São Pedro após a celebração presidida pelo cardeal Gualtiero Bassetti na presença de milhares de jovens, participantes da iniciativa “Por mil estradas rumo a Roma”, em preparação ao Sínodo e à JMJ Panamá 2019

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

90 mil segundo a Gendarmaria Vaticana, era o número de fiéis presentes na Praça São Pedro e Via da Conciliação na manhã deste domingo, na Missa conclusiva da iniciativa “Por mil estradas rumo a Roma”, em preparação ao Sínodo de outubro sobre os jovens.

A celebração foi presidida pelo cardeal Gualtiero Bassetti, presidente da Conferência Episcopal Italiana e concelebrada por 120 bispos das diversas dioceses de proveniência dos 70 mil jovens, que já no início de agosto botaram o pé na estrada partindo de diversas localidades italianas – dos Alpes às Pirâmides, como disse o cardeal Bassetti ao agradecer ao Santo Padre – para viver estes dois dias de espiritualidade e partilha em Roma.

O Papa Francisco já os havia encontrado no Circo Máximo no final da tarde de sábado. E neste domingo, rezou o Angelus com eles após a Missa, abençoando a Cruz de São Damião e uma imagem de Nossa Senhora de Loreto, símbolos da JMJ que serão doados à diocese que organiza a JMJ 2019, uma prática que teve início já em 1987, em Buenos Aires.

Fazia 31°C na Praça São Pedro, mas a sensação térmica era bem maior. Os bombeiros do Vaticano refrescavam a multidão com jatos de água, a exemplo do que já havia ocorrido no encontro internacional dos coroinhas.  Embalados pelo calor e por canções religiosas italianas, o clima na Praça era contemporaneamente de festa e comoção.

O Angelus

“É bom não fazer o mal, mas é mal não fazer o bem”. Uma frase que os jovens foram convidados a repetir diversas vezes durante a alocução do Santo Padre, que inspirou-se no convite de São Paulo a não entristecermos o Espírito Santo com que fomos marcados por Deus no dia de nosso Batismo.

“Mas eu me pergunto: como se entristece o Espírito Santo? Todos nós o recebemos no Batismo e na Crisma, portanto, para não entristecer o Espírito Santo, é necessário viver de uma maneira coerente com as promessas do Batismo, renovadas na Crisma. De maneira coerente, não com hipocrisia: não esqueçam disso! O cristão não pode ser hipócrita: ele deve viver de maneira coerente. As promessas do Batismo têm dois aspectos: renúncia ao mal e adesão ao bem”.

Renunciar ao mal – explicou o Papa – significa dizer “não” às tentações, ao pecado, a satanás, mas mais concretamente,  “significa dizer “não” a uma cultura da morte, que se manifesta na fuga do real para uma falsa felicidade que se expressa nas mentiras, na fraude, na injustiça, no desprezo do outro. Para tudo isso, “não””:

“A vida nova que nos é dada no Batismo, e que tem como fonte o Espírito, rejeita um comportamento dominado por sentimentos de divisão e discórdia. Por isso que o apóstolo Paulo exorta a remover do seu coração “toda aspereza, desdém, ira, gritaria e insultos com todo tipo de maldade”. Isto é o que Paulo diz. Esses seis elementos ou vícios – desdém, ira, gritaria, maledicência e todo tipo de maldade – que perturbam a alegria do Espírito, envenenam o coração e levam a praguejar contra Deus e o próximo”.

Não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem

O Papa insiste que para ser bom cristão, não basta não fazer o mal, mas “é preciso aderir ao bem e fazer o bem”:

“Muitas vezes acontece de ouvir alguns que dizem: “Eu não faço mal a ninguém”. E acredita-se ser um santo. Não. Ok, mas você faz o bem? Quantas pessoas não fazem o mal, mas nem mesmo o bem, e sua vida acaba na indiferença, na apatia, na tibiez. Essa atitude é contrária ao Evangelho, e também é contrária ao caráter de vocês jovens, que por natureza são dinâmicos, apaixonados e corajosos”.

Francisco então, convida os jovens a repetirem juntos que “é bom não fazer o mal, mas é mal não fazer o bem”, uma frase que São Alberto Hurtado SJ costumava dizer.

Protagonistas no bem

Os jovens por fim, são exortados pelo Papa a serem “protagonistas no bem”:

“Não se sintam bem quando vocês não fazem o mal, não: não é suficiente; cada um é culpado pelo bem que poderia ter feito e não fez. Não basta não odiar, é preciso perdoar; não basta não ter rancor, devemos orar pelos inimigos; não basta não ser causa de divisão, é preciso levar a paz onde ela não existe; não basta não falar mal dos outros, é preciso interromper quando ouvimos falando mal de alguém. Parar as fofocas: isso é fazer o bem. Se não nos opomos ao mal, nós o alimentamos calando. É necessário intervir onde o mal se espalha; porque o mal se espalha onde não há cristãos ousados ​​que se opõem com o bem, “caminhando na caridade”, segundo a advertência de São Paulo”.

Recordando que o muito que caminharam nestes dias os deixou em boa forma, Francisco exortou os jovens a caminharem na caridade, caminharem no amor:

“E caminhemos juntos rumo ao próximo Sínodo dos Bispos. Que a Virgem Maria nos sustente com sua intercessão materna, para que cada um de nós, a cada dia, com os fatos, possa dizer “não” ao mal e “sim” ao bem”.

15 de agosto de 2018 at 5:51 Deixe um comentário

São Tarcísio (Padroeiro dos Coroinhas) – 15 de agosto

Trabalho de coroinhas é uma fonte de vocações, diz bispo

No dia 15 de agosto, a Igreja Católica celebra a memória litúrgica de São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas.

São Tarcísio foi acólito do Papa Xisto II, servindo ao altar e acompanhando o Santo Padre nas Celebrações Eucarísticas. Tornou-se mártir aos 12 anos ao levar hóstias para cristãos prisioneiros.

Tarcísio foi sepultado junto ao Papa Stefano em Roma. O Papa Paulo I determinou que seu corpo fosse transferido para a Basílica de São Silvestre no Vaticano. Hoje, suas relíquias encontram-se no altar principal da mesma basílica. Por sua fé heroica foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos.

Os Coroinhas

Eles são responsáveis por auxiliar aos sacerdotes durante as Celebrações Eucarísticas. Acólitos, como também são conhecidos, eram exclusivamente homens, mas a partir do documento Sacramento da Redenção (Redemptionis Sacramentum), o Papa João Paulo II autorizou o serviço feminino no altar.

Hoje é comum o número expressivo de coroinhas meninas e em algumas paróquias, superando até os meninos.

“O grupo de coroinhas é uma fonte de vocações e, a partir daí, temos que orientar e trabalhar na formação para que possa ser desenvolvida a abertura ao chamado de Deus”, apontou Dom Roque Costa Souza, bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro.

Fonte: Site da Canção Nova

15 de agosto de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Frases sobre a Assunção de Nossa Senhora

1-Papa Emérito Bento XVI: “Nesta solenidade da Assunção, olhemos para Maria: Ela abre-nos à esperança, a um futuro cheio de alegria e ensina-nos o caminho para o alcançar…”

2-São Damasceno: “O Teu corpo puríssimo, sem mácula, não foi abandonado à terra, antes foste elevada até à morada do Reino dos Céus”.

3-Papa Francisco: “Em união com toda a Igreja celebramos a Assunção de Nossa Senhora, em corpo e alma, à glória do Paraíso. A Assunção de Maria mostra-nos o nosso destino como filhos adotivos de Deus e membros do Corpo de Cristo”.

4-Santo Afonso Maria de Ligório: “Assim, pois, deixou Maria a terra está no céu. De lá a piedosa Mãe olha para nós, que ainda estamos neste vale de lágrimas”.

5-Catecismo (Youcat – 147): “Porque se entregou de corpo e alma e com enorme risco a uma missão tão perigosa quanto divina, Maria foi também em corpo e alma acolhida no céu”.

6-São João Paulo II: “Maria, elevada ao Céu, mostra-te a todos como Mãe de esperança! Mostra-te a todos como Rainha da Civilização do amor!”

7-Anselmo Chagas de Paiva, OSB:  “Contemplando Nossa Senhora da Assunção no céu compreendemos melhor que a nossa vida, não obstante seja marcada por provações e dificuldades, está sempre direciona para Deus, para a plenitude da alegria e da paz”.

8São Damasceno: “Ó Mãe de Deus, sempre Virgem, a Tua sagrada partida deste mundo é verdadeiramente uma passagem, uma entrada na Morada de Deus”.

9-Papa Emérito Bento XVI: “Maria, a arca da aliança que se encontra no santuário do Céu, indica-nos com clareza resplandecente que estamos a caminho rumo à nossa verdadeira Casa, a comunhão de alegria e de paz com Deus”.

10-Papa Francisco:  “Maria é modelo de virtude e de fé. Ao contemplá-la hoje assunta ao Céu, o cumprimento final do seu itinerário terreno, agradecemos a ela porque sempre nos precede na peregrinação da vida e da fé”.

11-São João Paulo II:  “Ao celebrar a sua Assunção ao Céu em corpo e alma, oramos a Maria para que ajude os homens e as mulheres do nosso tempo a viverem com fé e esperança neste mundo, procurando o Reino de Deus em todas as coisas”.

12-Liturgia das Horas: “Eis o dia glorioso, em que a Virgem, Mãe de Deus, aos céus foi elevada; louvando-a, proclamemos: * Sois bendita entre as mulheres e bendito é o fruto, que nasceu de vosso ventre. Sois feliz, Virgem Maria; e mereceis todo louvor; pois, de vós se levantou o Sol brilhante da justiça, que é Cristo, nosso Deus. * Sois bendita”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14 de agosto de 2018 at 5:52 Deixe um comentário

Quaresma de São Miguel Arcanjo – De 15 de agosto a 29 de setembro (Festa de São Miguel)

*Pode também ser rezada em qualquer época do ano.

Após a análise de sua vida, faça um altar com a imagem ou foto de São Miguel Arcanjo, colocando velas e flores para enfeitar o altar.

Todos os dias:

* Acender uma Vela abençoada (*cuidado com velas com crianças)
* Oferecer penitências e abstinências (o jejum por exemplo)
* Fazer o sinal da cruz
* Rezar a oração inicial (Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII)
* Rezar a Ladainha de São Miguel Arcanjo
* Fazer o pedido de uma graça a ser alcançada
{ Confessar-se, pelo menos uma vez
{ Ir à Santa Missa, pelo menos uma vez

ORAÇÃO INICIAL Pequeno Exorcismo (Papa Leão XIII)

“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém”.

Sacratíssimo coração de Jesus, tende piedade de nós.
Sacratíssimo coração de Jesus, tende piedade de nós.
Sacratíssimo coração de Jesus, tende piedade de nós.

Ladainha de São Miguel Arcanjo

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do Mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Trindade Santa, que sois um único Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.

São Miguel, rogai por nós.
São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós.
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós.
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós.
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós.
São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós.
São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós.
São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós.
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós.
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós.
São Miguel, Luz dos Anjos, rogai por nós.
São Miguel, baluarte dos Cristãos, rogai por nós.
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, rogai por nós.
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós.
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós.
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós.
São Miguel, arauto da sentença eterna, rogai por nós.
São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório,
vós a quem o Senhor incumbiu de receber as almas que estão no Purgatório, rogai por nós.
São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós.
São Miguel, nosso Advogado, rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, atendei-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de Cristo,
para que sejamos dignos de Suas promessas. Amém.

Oração

Senhor Jesus, santificai-nos, por uma bênção sempre nova, e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, esta sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do Céu e a trocar os bens do tempo pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém.

Rosário de São Miguel Arcanjo
V. Deus, vinde em nosso auxílio.
R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Primeira saudação: Saudamos o primeiro coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste dos Serafins, para que o Senhor nos torne dignos de sermos abrasados de uma perfeita caridade. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave-Marias, Glória ao Pai)

Segunda saudação: Saudamos o segundo coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste dos Querubins para que o Senhor nos conceda a graça de fugirmos do pecado e procurarmos a perfeição cristã. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave-Marias, Glória ao Pai)

Terceira saudação: Saudamos o terceiro coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste dos Tronos, para que Deus derrame em nosso coração o espírito de verdadeira e sincera humildade. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave-Marias, Glória ao Pai)

Quarta saudação: Saudamos o quarto coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celestes das Dominações, para que o Senhor nos conceda a graça de dominar nossos sentidos e de nos corrigir das nossas más paixões. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave Maria, Glória ao Pai)

Quinta saudação: Saudamos o quinto coro dos Anjos pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste das Potestades, para que o Senhor se digne proteger nossa alma contra as ciladas e as tentações do demônio. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave Maria, Gloria ao Pai)

Sexta saudação: Saudamos o sexto coro dos Anjos pedindo pela intercessão de São Miguel e do coro admirável das Virtudes, para que o Senhor não nos deixe cair em tentação, mas nos livre de todo mal. Amém.
(um Pai Nosso, 3 Ave Maria, Glória ao Pai)

Sétima saudação: Saudamos o sétimo coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro dos Principados, para que o Senhor encha nossa alma do espírito de uma verdadeira e sincera obediência. Amém. (um Pai Nosso, três Ave Maria, Gloria ao Pai)

Oitava saudação: Saudamos o oitavo coro dos Anjos, pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste dos Arcanjos, para que o Senhor nos conceda o dom da perseverança na fé e nas boas obras, a fim de que possamos chegar a possuir a glória eterna do paraíso. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave Maria, Glória ao Pai)

Nona saudação: Saudamos o nono coro dos Anjos pedindo pela intercessão de São Miguel Arcanjo e do coro celeste de todos os Anjos, para que sejamos guardados por eles nesta vida mortal, para sermos conduzidos por eles à glória eterna do céu. Amém.
(um Pai Nosso, três Ave Maria, Glória ao Pai)

Reza-se no final:
Um Pai Nosso em honra de São Miguel.
Um Pai Nosso em honra de São Gabriel.
Um Pai Nosso em honra de São Rafael.
Um Pai Nosso em honra ao nosso Anjo da Guarda.

Antífona:
Gloriosíssimo São Miguel, chefe e príncipe dos exércitos celestes, fiel guardião das almas, vencedor dos espíritos rebeldes, amado da casa de Deus, nosso admirável guia depois de Cristo. Vós cuja excelência e virtude são eminentíssimas, dignai-Vos livrar-nos de todos os males, nós todos que recorremos a vós com confiança, e fazei, pela vossa incomparável proteção, que adiantemos cada dia mais na fidelidade e perseverança em servir a Deus. Amém.

Rogai por nós, ó bem-aventurado São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo,
Para que sejamos dignos de Suas promessas.

Oremos: Deus todo poderoso e eterno, que, por um prodígio de bondade e misericórdia para a salvação dos homens escolhestes para príncipe de Vossa Igreja o gloriosíssimo São Miguel Arcanjo, tornai-nos dignos, nós vo-lo pedimos, de sermos preservados de todos os nossos inimigos, a fim de que na hora de nossa morte nenhum deles nos possa inquietar, mas que nos seja dado sermos introduzidos por ele na presença da Vossa poderosa e augusta Majestade, pelos merecimentos de Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Consagração a São Miguel Arcanjo

Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel, desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção.

É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que de hoje em diante estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima. Obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta e com vossa arma poderosa lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo. Amém.

Fonte: www.arcanjomiguel.net

Site do Professor Felipe Aquino

14 de agosto de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora – São Lucas 1, 39-56 – Missa do dia 19 de agosto de 2018

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“39.Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá. 40.Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42.E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. 43.Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? 44.Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio. 45.Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas! 46.E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, 47.meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, 48.porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, 49.porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. 50.Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. 51.Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. 52.Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes. 53.Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. 54.Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre. 56.Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa.”
Fonte: Bíblia Ave Maria

“Alegremo-nos todos no Senhor, contemplando as maravilhas que Ele realizou em Maria e continua realizando em favor de todo o povo. Assunta ao céu, ela vive a plenitude da salvação e, enquanto peregrinamos nesse mundo, aguarda nossa companhia. Neste terceiro domingo de agosto, celebremos em comunhão com os vocacionados à vida consagrada, os quais, a exemplo da Virgem, dão seu sim ao projeto de Jesus”. (Liturgia Diária)

O Papa Francisco disse que na “solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, o Evangelho apresenta-nos a jovem de Nazaré que, tendo recebido o anúncio do Anjo, parte depressa para ir ter com Isabel, nos últimos meses da sua gravidez prodigiosa. Ao chegar à sua casa, Maria ouve dos seus lábios as palavras que compõem a oração da “Ave-Maria”: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre» (Lc 1, 42).

“O Evangelho apresenta o alegre encontro de Isabel e Maria, que trazem dentro de si, respectivamente, João e Jesus. Deus recorre a pessoas simples e humildes para realizar sua vontade. Maria foi exaltada e escolhida pelo Pai para receber em seu ventre o Verbo encarnado”. (Liturgia Diária)

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: “O Evangelho de Lucas que acabamos de ouvir (Lc 1, 39-56), mostra-nos esta arca viva, que é Maria, em movimento: deixando a sua casa de Nazaré, Maria põe-se em viagem rumo à montanha, para ir às pressas a uma cidade de Judá e chegar à casa de Zacarias e Isabel. Parece-me importante ressaltar a expressão «às pressas»: as coisas de Deus merecem pressa, aliás, as únicas coisas do mundo que merecem pressa são precisamente aquelas de Deus, que têm a mesma urgência para a nossa vida. Então Maria entra nesta casa de Zacarias e Isabel, mas não entra sozinha. Entra, levando no seu ventre o Filho, que é Deus feito homem”.  (15 de Agosto de 2011)

A Assunção de Nossa Senhora

O Papa Emérito Bento XVI ensinou: “Encontramo-nos reunidos, mais uma vez, para celebrar uma das mais antigas e amadas festividades dedicadas a Maria Santíssima: a solenidade da sua Assunção na glória do Céu de corpo e alma, ou seja, com todo o seu ser humano, na integridade da sua pessoa. Deste modo, recebemos a graça de renovar o nosso amor a Maria, de a admirar e de a louvar pelas «maravilhas» que o Todo-Poderoso realizou por Ela, e que nela levou a cabo”. (15 de Agosto de 2011)

O Padre Fábio Siqueira disse: “Neste dia especial de culto ao Senhor celebramos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Esta Solenidade nos faz recordar que Maria, a primeira redimida pelo Cristo em vista da sua divina missão, foi também a primeira glorificada em corpo e alma nos céus. O dogma da Assunção de Nossa Senhora, proclamado pelo Papa Pio XII em 1950, não se preocupa em dar detalhes como se, por exemplo, Maria morreu ou não. Todavia, esta antiquíssima solenidade, celebrada desde os primórdios, sobretudo pelos cristãos orientais que a chamavam de “Dormitio Virginis Mariae”, ou seja, “Dormição da Virgem Maria”…

O Magnificat

O Papa Francisco disse assim: “O Magnificat canta o Deus misericordioso e fiel, que cumpre o seu desígnio de salvação com os pequenos e os pobres, com os que têm fé n’Ele, que confiam na sua Palavra, como Maria. Eis a exclamação de Isabel: «Feliz daquela que acreditou» (Lc 1, 45). Naquela casa, a vinda de Jesus através de Maria criou um clima não só de alegria e de comunhão fraterna mas também de fé que leva à esperança, à oração e ao louvor”.

O Papa Emérito Bento XVI  explicou: “A própria Escritura nos revela tal sorriso nos lábios de Maria, quando canta o Magnificat: “A minha alma glorifica ao Senhor e o meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador” (Lc 1, 46-47). Quando a Virgem Maria dá graças ao Senhor, toma-nos por suas testemunhas. Maria, como que por antecipação, partilha com os futuros filhos, que somos nós, a alegria que mora no seu coração, para que uma tal alegria se torne também nossa. E cada proclamação do Magnificat faz de nós testemunhas do seu sorriso”.

Conclusão:

“Maria tem pressa de se dirigir à região montanhosa de Judá para auxiliar Isabel, que está grávida e necessita da sua ajuda. Temos duas mulheres pobres, mas solidárias, que carregam dentro de si duas crianças. É a solidariedade entre duas mães que reconhecem a ação de Deus em seus corpos. Além das mulheres, temos também o encontro de duas crianças ainda no ventre de suas mães: encontro do Precursor com o Salvador. Pelo cumprimento, percebemos a alegria que transborda das mulheres, a ponto de contagiar o fruto do ventre de cada uma. Impulsionada pelo Espírito Santo, Isabel se alegra por receber a mãe do Senhor, declarando-a abençoada e feliz. Representante dos pobres que têm esperança, Maria responde com belo hino que exalta os pobres e rebaixa os orgulhosos. Ela leva consigo paz, alegria e bênção de Deus”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:

“Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Hoje, a Virgem Maria, mãe de Deus, foi elevada à glória do céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho, pois preservastes da corrupção da morte aquela que gerou, de modo inefável, vosso próprio Filho feito homem, autor de toda a vida. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos com os santos, vos aclamamos jubilosos, cantando (dizendo) a uma só voz…” (Prefácio)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

13 de agosto de 2018 at 5:42 Deixe um comentário

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