Archive for julho, 2019

Oração a Nossa Senhora – de Santo Efrém

Ó Imaculada e toda pura Virgem Maria, Mãe de Deus, Rainha do universo, nossa clementíssima Soberana, sois superior a todos os santos, sois a única esperança dos eleitos e a alegria dos bem-aventurados. Por vós fomos reconciliados com nosso Deus. Sois a única advogada dos pecadores, o porto de quem fez naufrágio.  Sois a consolação do mundo, o resgate do cativo, a saúde do enfermo, a alegria do aflito, o refúgio e a salvação do gênero humano.

Ó grande Princesa, ó Mãe de Deus, cobri-nos com as asas de vossa misericórdia, tende piedade de nós. Não nos é dada outra esperança senão vós, ó Virgem puríssima. Estamos entregues a vós e nos consagramos ao vosso serviço, como vossos servos. Não permitais que Lúcifer nos arraste para o inferno. Ó Virgem Imaculada, estamos sob o vosso patrocínio, por isso a vós unicamente recorremos, suplicando-vos que não consintais que vosso Filho, irritado por nossos pecados, nos abandone ao poder do demônio.

Ó cheia de graça, iluminai minha inteligência, abri meus lábios para que eu cante vossos louvores, principalmente a saudação angélica tão digna de vós. Eu vos saúdo, ó paz, ó alegria, ó consolação de todo o mundo. Eu vos saúdo, ó maior maior milagre do universo, paraíso de delícias, porto seguro para os que estão em perigo, manancial de graças, medianeira entre Deus e os homens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

31 de julho de 2019 at 5:42 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

30 de jul de 2019Rezemos para que o Senhor liberte as vítimas do tráfico e nos ajude a responder ativamente ao grito de ajuda de tantos irmãos e irmãs privados de sua dignidade e liberdade. 
29 de jul de 2019: A todos nós, o Senhor dá uma vocação para nos fazer descobrir os talentos e as capacidades que possuímos a fim de colocá-los ao serviço dos outros.
28 de jul de 2019: No Evangelho de hoje, Jesus nos convida a fazer a experiência da oração, colocando-nos diretamente em comunicação com o Pai. Aqui está a novidade da oração cristã! Ela é diálogo entre pessoas que se amam, um diálogo baseado na confiança.
25 de jul de 2019: Jesus procura testemunhas que lhe digam todos os dias: “Senhor, tu és a minha vida”.

22 de jul de 2019: O testemunho nasce do encontro com Jesus vivo. Santa Maria Madalena, apóstola da esperança, rogai por nós!

21 de jul de 2019: O Evangelho de hoje nos recorda que a sabedoria do coração está em saber conjugar contemplação e ação. Peçamos a graça de amar e servir a Deus e aos irmãos com as mãos de Marta e o coração de Maria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

31 de julho de 2019 at 5:38 Deixe um comentário

Sobre o Pai Nosso – para os irmãos de língua inglesa

Pai Nosso

Pope Francis:

In today’s Gospel, Jesus invites us to experience prayer, putting us in direct communication with the Father. This is the novelty of Christian prayer! It is a dialogue between people who love one another, a dialogue based on trust.

 

No Evangelho de hoje, Jesus nos convida a fazer a experiência da oração, colocando-nos diretamente em comunicação com o Pai. Aqui está a novidade da oração cristã! Ela é diálogo entre pessoas que se amam, um diálogo baseado na confiança.

30 de julho de 2019 at 5:44 Deixe um comentário

Frases sobre Nossa Senhora

1-São Bernardo: “Nos perigos, nos apuros, nas dúvidas, pensa em Maria; nunca se aparte seu nome de teus lábios, teu coração”.

2-Santo Agostinho: “Tudo quanto pudermos dizer em louvor de Maria Santíssima é pouco em relação ao que merece por sua dignidade de Mãe de Deus.”

3-Santo Ildefonso: “Quero ser servo do Filho; mas como ninguém pode servir ao Filho sem servir também a Mãe, esforço-me, por conseguinte em servir a Maria”.

4-Santo Irineu: “O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria.”

5-Santo Afonso de Ligório: “Ó minha Rainha, sede-me advogada junto a vosso Filho, a quem não tenho coragem de recorrer”.

6-São Bernardino de Sena: “Deus outorgou à Santíssima Virgem tanta graça que mais é impossível conceder a uma criatura, exceto Jesus Cristo.”

7-Monsenhor Jonas Abib: “Nossa Senhora tem triunfado, tem vencido as lutas e ainda triunfará muito mais no decorrer de nossa história.”

8-São Luís Maria de Monfort: “Entre todas as devoções, a que consagra e conforma mais uma alma a nosso Senhor é a devoção a Maria, Sua Mãe santa, e que, quanto mais uma alma estiver consagrada a Maria, tanto mais estará consagrada a Jesus Cristo”.

9-São João Paulo II: “Maria correspondeu à vontade de Deus com o dom total de si, corpo e alma, para sempre, desde a Anunciação até a Cruz, e da Cruz até a Assunção”.

10-Santo Afonso de Ligório: “Ó Mãe de Misericórdia, quanto é o vosso poder, tanta é a vossa piedade; quanto sois poderosa para impetrar, tanto sois também piedosa para perdoar”.

11-São Luís Maria Grignion de Monfort: “Pois que a graça aperfeiçoa a natureza e a glória aperfeiçoa a graça, é certo que Nosso Senhor continua a ser, no céu, tão Filho de maria, como o foi na terra”.

12-São Pedro Julião Eymard: “Foi, portanto, no seio de Maria, que essa mesma natureza humana celebrou suas primeiras nupcias com o Verbo”.

13-Santa Elisabete da Trindade: “Jesus deu no céu todo poder àquela (a Virgem Maria) a quem Ele obedeceu na terra”.

30 de julho de 2019 at 5:34 Deixe um comentário

O Evangelho do dia com Dom Mário Spaki 29-07-2019

29 de julho de 2019 at 8:27 Deixe um comentário

Papa: com o “Pai Nosso”, Jesus nos faz entrar na paternidade de Deus

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“Aqui está a novidade da oração cristã! Ela é o diálogo entre pessoas que se amam, um diálogo baseado na confiança, apoiado pela escuta e aberto ao compromisso solidário”, explicou o Papa no Angelus, ao falar sobre a passagem de Lucas em que Jesus ensina seus discípulos a oração do Pai Nosso.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Uma maneira de rezar diferente para a época, a ponto de suscitar nos discípulos o desejo de serem “partícipes desses momentos de união com Deus, para saborear plenamente sua doçura”. Esse “diálogo entre pessoas que se amam”,  é a “novidade da oração cristã”. “Um diálogo de Filho ao Pai, um diálogo entre filhos e Pai. Esta é a oração cristã.

Antes de rezar o Angelus com os fiéis provenientes de diversas partes do mundo reunidos na Praça São Pedro, neste XVII Domingo do Tempo Comum, o Papa Francisco refletiu sobre a passagem de São Lucas que narra as circunstâncias em que Jesus ensina o “Pai-nosso” aos seus discípulos, destacando também que Jesus nos encoraja a sermos insistentes na oração.

Atraídos pela “qualidade” da oração de Jesus

Os discípulos – explica o Papa – sabiam rezar segundo as fórmulas da tradição judaica da época, “mas também desejam poder viver a mesma “qualidade” da oração de Jesus”.

“ Podem constatar que a oração é uma dimensão essencial na vida de seu Mestre, na verdade cada ação importante é caracterizada por prolongados momentos de oração ”

Ademais, os discípulos percebem que a oração de Jesus, revela “uma ligação íntima com o Pai, tanto que desejam ser partícipes desses momentos de união com Deus, para saborear plenamente sua doçura”.

 

Aproveitando que estavam em um lugar isolado, esperam Jesus concluir sua oração e, tomados por esta curiosidade, pedem a Ele que lhes ensine a rezar.

Fazer a experiência da paternidade de Deus na oração

Em resposta, “Jesus não dá uma definição abstrata da oração, nem ensina uma técnica eficaz para rezar e “obter” alguma coisa”, mas convida seus seguidores a fazerem a experiência de oração, colocando-os diretamente em comunicação com o Pai, despertando neles um anseio por um relacionamento pessoal com Deus, com o Pai”:

“ Aqui está a novidade da oração cristã! Ela é o diálogo entre pessoas que se amam, um diálogo baseado na confiança, apoiado pela escuta e aberto ao compromisso solidário ”

Neste sentido, dá a eles a oração do “Pai Nosso”, “talvez o dom mais precioso que nos foi deixado pelo divino Mestre em sua missão terrena.”

Depois de nos ter revelado o seu mistério de Filho e irmão, com aquela oração Jesus nos faz mergulhar na paternidade de Deus, “e isto quero sublinhar”, disse Francisco:

“ Quando Jesus nos ensina o Pai Nosso, nos faz entrar na paternidade de Deus e nos indica o modo para entrar em um diálogo orante e direto com Ele, através do caminho da confiança filial. É um diálogo entre o pai e o seu filho, o filho com o pai ”

O que pedimos no “Pai Nosso” já está realizado em nós no Filho Unigênito: a santificação do Nome, o advento do Reino, o dom do pão, do perdão e da libertação do mal. Enquanto pedimos, abrimos a mão para receber.  Receber os dons que o Pai nos mostrou no filho. A oração que o Senhor nos ensinou é a síntese de toda oração, e nós a dirigimos ao Pai sempre em comunhão com os irmãos.”

Às vezes – observou Francisco – “acontece que na oração existem distrações, mas tantas vezes sentimos como que o desejo de nos deter na primeira palavra: “Pai”, e sentir esta paternidade no coração”.

Atrair o olhar do pai: fazer como quando éramos crianças

Depois de falar da intimidade com Deus na oração revelada por Jesus, o Papa Francisco sublinhou outro aspecto que a oração cristã deve ter: ser perseverante. Para ilustrar, cita a parábola do amigo inoportuno e recorda o que Jesus diz: “É preciso insistir na oração”. E retoma um exemplo já referido em outras ocasiões, das crianças quando se dirigem ao pai:

“E me vem em mente o que fazem as crianças com três, três anos e meio, que começam a perguntar as coisas que não entendem. Na minha terra é chamada de “a idade dos porquês”, acredito que aqui seja o mesmo. As crianças começam a olhar para o pai e dizer: “Pai, por que? Pai, por que?” Pedem explicações. Mas estejamos atentos: quando o pai começa a explicar o porquê, elas vem com outra pergunta sem escutar toda a explicação. O que acontece? Acontece que as crianças se sentem inseguras a respeito de muitas coisas que começam a entender pela metade. E somente querem atrair sobre si o olhar do pai, e por isso: ‘Por que, por que, por que?’”

“ Nós, no Pai Nosso, se nos detivermos na primeira palavra, faremos o mesmo de quando éramos crianças, atrair sobre nós o olhar do pai. Dizer: “Pai, Pai”, e também dizer: “Por que?” E Ele olhará para nós. ”

“Peçamos a Maria, mulher orante, que nos ajude a rezar o Pai Nosso, unidos a Jesus para viver o Evangelho, guiados pelo Espírito Santo”, foi o pedido do Santo Padre ao concluir sua alocução, antes de rezar o Angelus com os presentes.

 

29 de julho de 2019 at 5:44 Deixe um comentário

Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum – Tomai cuidado contra todo tipo de ganância – São Lucas 12, 13-21 – Dia 04 de agosto de 2019

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“13.Disse-lhe então alguém do meio do povo: “Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança.” 14.Jesus respondeu-lhe: “Meu amigo, quem me constituiu juiz ou árbitro entre vós?” 15.E disse então ao povo: “Guardai-vos escrupulosamente de toda a avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas”. 16.E propôs-lhe esta parábola: “Havia um homem rico cujos campos produziam muito. 17.E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita. 18.Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens. 19.E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te. 20.Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas que ajuntaste de quem serão? 21.Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus”. (= Mt 6,19ss.25-34)”
Fonte – Bíblia Católica Online

“Esta liturgia nos motiva a suplicar ao Senhor o auxílio de sua sabedoria para evitarmos os riscos de uma vida ilusória, pautada em falsas seguranças. Dispostos a ser mulheres e homens novos em Cristo, reunimo-nos para partilhar sua Palavra e seu Corpo e Sangue, que nos garantem o acesso aos bens da vida em Deus. Celebremos em comunhão com os vocacionados ao ministério ordenado, de modo especial com os padres”. (Liturgia Diária)

Frei João de Araújo Santiago disse assim: “Jesus se nega a ser um juiz ou um divisor de bens. Que os bens sejam motivo de comunhão, não de divisão. Nós criamos um sistema de leis que põe os bens como propriedades deste ou daquele fulano. Para Jesus, os bens podem ser usados por mim, mas jamais devem ser propriedades absolutas, mas usados para unir os homens, e não os separar. A terra que pisamos não nos pertence: pisamos, andamos, passamos por ela. Os bens, precisamos deles, e podemos passá-los a outros. Amor é dar e receber. Os bens podem ser doados e recebidos”.

“A parábola que Jesus vai apresentar na sequência (vers. 16-21) ilustra a atitude do homem voltado para os bens perecíveis, mas que se esquece do essencial – aquilo que dá a vida em plenitude. Apresenta-nos um homem previdente, responsável, trabalhador (que até podíamos admirar e louvar); mas que, de forma egoísta e obsessiva, vive apenas para os bens que lhe asseguram tranquilidade e bem-estar material (e nisso, já não o podemos louvar e admirar)”. (Site dos Dehonianos)

O Padre Magalhães disse que “Jesus nos adverte contra a ganância, que é uma forma de idolatria, e não nos deixa espaço para viver o ideal cristão: não se pode viver por Cristo e pelo próximo e, ao mesmo tempo, ser invejoso. O relato do evangelho de hoje se refere à ganância em matéria de dinheiro. Mas há outras formas de ganância: a ambição de prestígio, de poder, de prazer…”

O homem da parábola “representa, todos aqueles cuja vida é apenas um acumular sempre mais, esquecendo tudo o resto – inclusive Deus, a família e os outros; representa todos aqueles que vivem uma relação de “circuito fechado” com os bens materiais, que fizeram deles o seu deus pessoal e que esqueceram que não é aí que está o sentido mais fundamental da existência”. (Site dos Dehonianos)

Conclusão:

Folheto Litúrgico da Arquidiocese do RJ: “Na presença do Senhor Ressuscitado que nos reúne neste domingo, somos chamados pela sua Palavra a nos despojarmos do homem velho através de nossa maneira de pensar e agir. Assim, podemos reorientar com sabedoria a nossa vida para as coisas do céu, onde está a verdadeira herança. Neste primeiro domingo do mês vocacional, lembremos e rezemos com gratidão por todos os padres que são “o amor do coração de Jesus”(S. João Maria Vianney)  para toda a Igreja “.

Oração:

“Senhor Jesus, quisestes estar presente entre nós por meio de vossos sacerdotes. Nós vos damos
graças pelo(s) padre(s) de nossa comunidade e por todos os padres. Fazei com que suas palavras
sejam somente as vossas, que seus gestos sejam os vossos, que sua vida seja o fiel reflexo da vossa.
Que eles se fortaleçam no serviço, na acolhida, na coragem, na compreensão, na esperança e na paz. Que sejam fiéis aos seus compromissos, zelosos de sua vocação e de sua entrega e que vivam com alegria a vocação recebida. Amém!” (Arquidiocese do Rio de Janeiro)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

29 de julho de 2019 at 5:43 Deixe um comentário

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