Archive for dezembro, 2018

Mensagem para 2019

mariaview

Que 2019 seja um ano de muitas realizações do bem para o Brasil e para o mundo, sob as bênçãos de Deus e o olhar materno da Virgem Maria!

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31 de dezembro de 2018 at 7:19 Deixe um comentário

Família, um tesouro a ser protegido e defendido, diz Papa no Angelus

Papa Francisco dedicou último Angelus do ano à Sagrada FamíliaPapa Francisco dedicou último Angelus do ano à Sagrada Família  (ANSA)

No último Angelus de 2018, o Papa pediu às pessoas a perguntarem-se se conseguem se “maravilhar” com o que uma pessoa tem de bom e também sentir angústia ao ficar longe de Jesus.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

“Eis porque a família de Nazaré é santa: por estar centrada em Jesus”. Eram “unidos por um amor intenso e animados por uma grande confiança em Deus”. No último Angelus de 2018, o Papa Francisco dedicou sua reflexão à Sagrada Família, festejada pela Igreja neste domingo.

Mas o Papa recordou também das famílias com problemas, convidando-nos a aprender a nos maravilhar com as coisas boas que os outros têm, especialmente com quem nos é mais difícil.

Ouça a reportagem!

Dirigindo-se aos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Pontífice chamou a atenção para dois elementos presentes na narrativa de São Lucas: estupor e angústia.

De fato, a família de Nazaré foi à Jerusalém para a Festa da Páscoa, mas na viagem de retorno, Maria e José percebem que o filho de doze anos não está na caravana, e depois “de três dias de busca e de medo, o encontram no templo, sentado entre os doutores, decidido a discutir com eles”. Maria e José ficam “admirados” com a cena e Maria diz a Jesus que José e ela ficaram angustiados a sua procura.

Estupor

Nunca faltou o estupor na família de Nazaré – explicou o Papa – que é “a capacidade de se maravilhar diante da gradual manifestação do Filho de Deus”. Também os doutores no templo ficaram admirados “por sua inteligência e suas respostas”.

“Maravilhar-se é abrir-se aos outros, compreender as razões dos outros: essa atitude é importante para curar relacionamentos comprometidos entre as pessoas e é também indispensável para curar feridas abertas no âmbito familiar”.

Curar as feridas na família

O Papa recordou então, que quando existem problemas nas famílias, nós sempre achamos que temos razão e fechamos as portas aos outros, mas deveríamos, pelo contrário, pensar o que a outra pessoa tem de bom e se maravilhar por este “bom”. E explicou:

“Isto ajuda a unidade da família. Se vocês têm problemas na família, pensem nas coisas boas que tem a pessoa da família com a qual vocês têm problemas, e se maravilhem disto. E isto ajudará a curar as feridas familiares”.

Angústia

O Papa fala então da angústia que José e Maria sentiram com a perda do filho, o que “manifesta a centralidade de Jesus na Sagrada Família”:

A Virgem e seu esposo haviam acolhido aquele Filho, eles o protegiam e o viam crescer em idade, sabedoria e graça em meio a eles, mas acima de tudo ele crescia dentro de seus corações; e, pouco a pouco, aumentava seu afeto e sua compreensão em relação a ele”.

“ Eis porque a família de Nazaré é santa: por estar centrada em Jesus, todas as atenções e solicitudes de Maria e José eram dirigidas a ele ”

Esta mesma angústia de Maria e José, disse Francisco, deveria ser experimentada também por nós, “quando estamos distantes dele”:

Deveríamos ficar angustiados quando por mais de três dias nos esquecemos de Jesus, sem rezar, sem ler o Evangelho, sem sentir a necessidade de sua presença e de sua amizade consoladora”. E tantas vezes passam os dias sem que eu me recorde de Jesus. Mas isso é feio, isto é muito feio. Deveríamos nos angustiar quando estas coisas acontecem.”

Encontrar Jesus na Casa de Deus

Assim como Maria e José o encontraram no templo ensinando – ressaltou o santo Padre –  também nós “podemos encontrar o divino Mestre e acolher a sua mensagem de salvação”, na Casa de Deus:

Na celebração eucarística, fazemos experiência viva de Cristo; Ele nos fala, nos oferece a sua Palavra, nos ilumina, nos ilumina o nosso caminho, nos dá o seu corpo na Eucaristia, da qual tiramos força para enfrentar as dificuldades de todos os dias”.

Rezar pelas famílias onde não há paz

Ao concluir, o Santo Padre convidou a todos para rezar “por todas as famílias do mundo, especialmente por aquelas em que, por várias razões, há falta de paz e harmonia. E as confiemos à proteção da Sagrada Família de Nazaré”.

Família, tesouro a ser protegido e defendido

Após rezar o Angelus, o Papa saudou os peregrinos, em especial as famílias presentes na Praça São Pedro:

Hoje dirijo uma saudações especial às famílias aqui presentes. Um aplauso às famílias que estão aqui, todas; e também para aquelas que acompanham de casa pela televisão e pela rádio. A família é um tesouro: é preciso protegê-la sempre, defendê-la. Que a Sagrada Família de Nazaré sempre proteja e ilumine o seu caminho”.

Antes de despedir-se com o tradicional “bom almoço e até logo”, Francisco desejou a todos um “sereno final de ano. Acabar o ano com serenidade”, sugeriu. E agradeceu novamente pelas felicitações de Natal e pelas orações recebidas.

31 de dezembro de 2018 at 7:14 Deixe um comentário

Papa Francisco: a rivalidade e a vanglória causam guerras

Papa celebra a missa na Casa Santa MartaPapa celebra a missa na Casa Santa Marta  (Vatican Media)

O Papa Francisco celebrou a missa na Casa Santa Marta e recordou que na vida não se deve “ser seletivos”, seguindo os próprios interesses, mas ampliar o horizonte da existência à gratuidade universal.

Barbara Castelli – Cidade do Vaticano

“A rivalidade e a vanglória” destroem os fundamentos das comunidades, semeando divisões e conflitos. Foi o que destacou o Papa Francisco na homilia da missa celebrada esta manhã (05/11) na capela da Casa Santa Marta. Partindo do Evangelho segundo Lucas (Lc 14,12-14), o Pontífice condenou “o egoísmo do interesse”, reiterando que a “gratuidade” pregada por Jesus “não é seletiva”.

A gratuidade é universal

O ensinamento de Jesus é claro: “não fazer as coisas por interesse”, não escolher as próprias amizades com base na conveniência. Raciocinar somente com base na própria “vantagem”, de fato, é “uma forma de egoísmo, de segregação e de interesse”, enquanto a “mensagem de Jesus” é exatamente o contrário: a “gratuidade”, que “alarga a vida”, “amplia o horizonte, porque é universal”. Os seletivos “são motivos de divisão” e não favorecem “a unanimidade” de que fala São Paulo aos Filipenses, na primeira Leitura. “Existem duas coisas que vão contra a unidade – insistiu o Papa – a rivalidade e a vanglória”:

E também a fofoca nasce da rivalidade, porque muitas pessoas se sentem que não podem crescer, mas para se tornar mais altas diminuem o outro com a fofoca. Um modo de destruir as pessoas. A rivalidade. E Paulo disse: “Não. Na comunidade não existem rivalidades”. A rivalidade é uma luta para destruir o outro. A rivalidade é ruim: pode-se fazer de maneira aberta, direta ou se pode fazer com luvas brancas; mas sempre para destruir o outro e elevar a si mesmo. E já que eu não posso ser assim virtuoso, assim bom, diminuo o outro, de modo que eu permaneço alto. A rivalidade é um caminho a este agir por interesse.

A vanglória destrói a comunidade

Tão prejudicial quanto, é quem se vangloria de ser superior aos outros:

Isso destrói uma comunidade, destrói uma família também… Pensem na rivalidade entre os irmãos pela herança do pai, por exemplo: isso acontece todos os dias. Pensem na vanglória, naqueles que se vangloriam de ser melhores que os outros.

A vida cristã nasce da gratuidade de Jesus

O cristão, prosseguiu Francisco, deve seguir o exemplo do Filho de Deus, cultivando “a gratuidade”: fazer o bem sem se preocupar se os outros fazem o mesmo; semear “unanimidade”, abandonando “rivalidades ou vanglória”. Construir a paz com pequenos gestos significa traçar um caminho de concórdia em todo o mundo:

Quando nós lemos as notícias das guerras, pensemos nas notícias da fome das crianças no Iêmen, fruto da guerra: está distante, crianças pobres… mas por que não têm o que comer? Mas a mesma guerra se faz em nossas casas, nas nossas instituições com esta rivalidade: a guerra começa ali! E a paz deve ser feita ali: na família, nas instituições, no local de trabalho, buscando sempre a unanimidade e a concórdia e não o próprio interesse.

30 de dezembro de 2018 at 5:42 Deixe um comentário

Reflexão para a Festa da Sagrada Família

A Sagrada Família, de MurilloA Sagrada Família, de Murillo

A Família de Nazaré nos ensina a cristianizar a família pós moderna, recolocando Deus no centro e n’Ele reencontrando a verdadeira felicidade.

Cidade do Vaticano

O perdão dos pecados acontece por causa de uma atitude de amor para com os pais, pois o lar, Igreja doméstica, voltou a ser o local do encontro com Deus.

A misericórdia em todos os relacionamentos, mas especialmente para com os pais, está em referência ao próprio Deus que é o Pai por excelência. Portanto, honrar os pais, respeitá-los, é prestar culto a Deus.

Tanto a primeira leitura quanto a segunda, da liturgia de hoje, não escondem as falhas no relacionamento familiar e humano, mas nos dizem que o importante aos olhos de Deus não está em ser sem defeitos, em ter uma família perfeita, mas sim na capacidade de amar sem medidas, apesar dos limites e das falhas pessoais. Claro que Deus deseja que sejamos perfeitos, mas mais importante para Ele é que nos amemos e nos perdoemos como Ele nos amou e nos perdoou, sem limites, sem restrições.

Dentro desse pensamento sobre o relacionamento familiar, será importante refletir sobre a realidade da família deste início de século, onde e como vive. Certamente a maioria mora em grandes centros urbanos e é constituída pelo casal e por um ou dois filhos. Um terceiro já faz considerá-la família numerosa.

Também a mãe trabalha fora e pais e filhos se encontram à noite, cansados, muitas vezes diante da televisão, ou durante o jantar. Se isso acontece já poderão se classificar felizes, pois em outros lares, muitas vezes quando pais saem para o trabalho, os filhos ainda dormem e quando voltam eles já estão deitados. O encontro, nesse caso, só se dá no final de semana.

Rezar juntos, passar para os filhos a vivência de uma oração em família, mesmo que seja apenas à mesa, só excepcionalmente, pois em muitos casos, para que possam descansar, não cozinham em casa e vão comer fora, em um restaurante ou na casa de parentes ou de amigos.

É difícil passar valores, enfim, formar os filhos. A sociedade pós moderna penetra em suas entranhas e é muito custoso prepará-los para o futuro, para que sejam filhos e irmãos como Deus quer. Só com a graça divina e com a disposição dos pais para uma autêntica renúncia e sacrifico.

Renúncia aos apelos de dar aos filhos tudo o que a sociedade consumista coloca como valores e que os pais enxergam como coisa boa e vantajosa. É preciso renunciar fazer do filho ou da filha pessoas como nos pede o elitismo, relativizar seus códigos. É preciso questionar os valores propostos por ela e crer nos do Evangelho.

Cabe a pergunta: formo minha família para ser cidadã deste mundo ou para ser cidadã do Reino de Deus, mas neste mundo? Jesus rezou ao Pai dizendo que não queria que nos tirasse do mundo, mas nos preservasse do mal.

Sacrifício: sacrificar significa tornar sagrado. Meu filho, minha filha, são do mundo ou de Deus? O batismo os retirou do paganismo e os fez filhos de Deus, sagrados. Respeito a senhoria de Deus sobre eles ou sou conivente com as solicitações consumistas e mundanas?

A imagem da Família de Nazaré como família migrante e pobre nos obriga a refazer a imagem da família atual, retornando às origens e aos valores, ou seja, a abundância de bens materiais não é necessária para ser feliz e amar a Deus e ao próximo.

É importantíssimo não só a simplicidade de vida, mas sobretudo é fundamental a convivência afetiva e efetiva, além do respeito aos idosos como gratidão e como referência à sua experiência de vida que porta sabedoria e os referenciais da autêntica tradição.

A Família de Nazaré nos ensina a cristianizar a família pós moderna, recolocando Deus no centro e n’Ele reencontrando a verdadeira felicidade.

 

29 de dezembro de 2018 at 16:41 Deixe um comentário

JMJPanamá2019

29 de dezembro de 2018 at 5:40 Deixe um comentário

Frases sobre Santa Maria, Mãe de Deus

1-Santo Afonso de Ligório: “Vamos, pois, à Mãe de Deus, se queremos achar Jesus”.

2-São Bernardo: “O Filho não sabe negar coisa alguma a esta Mãe e infalivelmente a atende”.

3-São Tomás de Vilanova: “Antes de conceber o Verbo Divino, foste digna de ser Mãe de Jesus Cristo”.

4-Santo Agostinho: “Nem se deve tocar na palavra pecado, em se tratando de Maria, ; e isso por respeito àquele de quem mereceu ser a Mãe, o qual a preservou de todo pecado por sua graça”.

5-Santo Afonso de Ligório: “Maria não só foi Mãe, senão também digna Mãe do Salvador”.

6-São Metódio: “O Senhor nos deu o preceito de honrar os nossos pais. Ele próprio não quis deixar de observá-lo ao fazer-se homem, e por isso cumulou sua Mãe de todas as graças e honras”.

7-São Tomás de Vilanova: “Tendo Maria sido feita Mãe de Deus, em razão dessa união tão estreita com o Bem Infinito, recebeu certa dignidade infinita”.

8-São Alberto Magno: “Deus conferiu à Santíssima Virgem o que há de mais alto possível para uma criatura: a maternidade divina”.

9-São Bernardino: “O estado de sua Mãe, a que Deus exaltou Maria, foi sumo, de modo que a não pode exaltar mais”.

10-São Germano: “Deus não pode deixar de ouvir as súplicas de Maria, porquanto precisa reconhecê-las como sua verdadeira e imaculada Mãe”.

11-Santo Afonso de Ligório: “Esta Divina Mãe é infinitamente inferior a Deus, mas é imensamente superior a todas as criaturas”.

12-São Alberto Magno: “Ser Mãe de Deus é a dignidade imediata depois da dignidade de ser Deus”.

Frases retiradas do livro “Glórias de Maria” de Santo Afonso de Ligório.

 

29 de dezembro de 2018 at 5:38 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

Acolhamos no Menino Jesus o amor de Deus e vamos nos empenhar para tornar o nosso mundo mais digno e humano para as crianças de hoje e de amanhã.

Olhando para Jesus vemos a face do Deus Amor, e aprendemos a reconhecê-la no rosto de nossos irmãos.
A Igreja cresce com o sangue dos mártires, homens e mulheres que dão a vida por Jesus. Hoje existem muitos deles, mesmo que não sejam notícia.
Cristo nasceu para nós! Venham todos vocês que buscam o rosto de Deus: Ele está ali, naquele Menino, colocado numa manjedoura.

Contemplando o Deus Menino, que emana luz na humildade do presépio, podemos nos tornar também nós testemunhas de humildade, ternura e bondade.

A árvore de Natal com as suas luzes nos recorda que Jesus é a luz do mundo, é a luz da alma que expulsa as trevas das inimizades e abre espaço ao perdão.

Confiemo-nos a Nossa Senhora, para que nos ajude a preparar os nossos corações para acolher o Menino Jesus no seu Natal.

Que o presépio e a árvore, símbolos do Natal, possam levar às famílias um reflexo da luz e da ternura de Deus.

Deus entra na história e o faz com seu estilo original: a surpresa. O Deus das surpresas nos surpreende sempre.

29 de dezembro de 2018 at 5:37 Deixe um comentário

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