Archive for março, 2015

Intenções de oração do Papa para abril de 2015

2015-03-31 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Foram divulgadas, nesta terça-feira (31/03), as intenções de oração do Papa Francisco para o mês de abril.

O pontífice confiou ao Apostolado da Oração os seguintes propósitos:

Intenção Universal: “Para que as pessoas aprendam a respeitar a criação e a conservá-la como dom de Deus.”

Intenção para a Evangelização: “Para que os cristãos perseguidos sintam a presença reconfortante do Senhor Ressuscitado e a solidariedade de toda a Igreja.” (MJ)

31 de março de 2015 at 17:51 Deixe um comentário

Páscoa da Ressurreição – Eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual Ele devia Ressuscitar dos mortos – São João 20, 1-9 – Dia 05 de abril

  1. No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.
  2. Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!
  3. Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.
  4. Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
  5. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou.
  6. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.
  7. Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.
  8. Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.
  9. Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.

O Sepulcro Vazio

“O sepulcro, testemunha muda da Ressurreição, falará. A pedra rolada, o interior vazio, as ligaduras por terra, eis o que verá João, quando chegar ao sepulcro juntamente com Pedro: “Viu e acreditou” (Jo 20, 8). E com ele acreditou a Igreja”. (Liturgia do Vaticano – 2000)

O Catecismo (§640) ensina que o sepulcro vazio “foi o primeiro passo para o reconhecimento do fato da Ressurreição. Foi primeiro, o caso das santas mulheres, depois o de Pedro. «O discípulo que Jesus amava» (Jo 20, 2) afirma que, ao entrar no sepulcro vazio e ao descobrir «os lençóis no chão» (Jo 20, 6), «viu e acreditou”.

“Pois eis que o rei, descido à região da morte, àqueles que o esperavam conduz à nova sorte. Por sob a pedra posto, por guardas, vigiado, sepulta a própria morte Jesus ressuscitado”. (Liturgia das Horas)

Jesus Ressuscitou! Aleluia!

O Papa Francisco explicou: “Jesus, o crucificado, Ressuscitou!” É este o acontecimento que está na base da nossa fé e da nossa esperança; se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja veria esgotar-se o seu ímpeto, porque foi dali que partiu e é sempre daqui que de novo parte”. (Abril de 2014)

A Palavra diz: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”. (1 Cor 15, 14)

Santo Atanásio disse: “Não era suficiente que o Filho de Deus tivesse encarnado. para levar a cumprimento o plano divino da salvação universal, era preciso que Ele morresse e fosse sepultado: Só assim toda a realidade humana teria sido aceita e, mediante a sua morte e ressurreição ter-se-ia manifestado o triunfo da vida, o triunfo do amor; ter-se-ia demonstrado que o amor é mais forte do que a morte”.

A Palavra diz: Jesus “acrescentou: É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas. é necessário que seja levado à morte e que ressuscite ao terceiro dia”. (Lc 9, 22)

O Papa Francisco disse que a ressurreição de Cristo nos “leva a viver com maior confiança as realidades diárias, a enfrentá-las com coragem e compromisso…A Ressurreição de Cristo é a nossa força!” (Dezembro de 2013)

“Senhor Jesus, a vossa cruz é inseparável da vossa ressurreição. Concedei-nos também a nós sempre a certeza de que, no profundo do nosso coração, inclusive a nossa morte não é uma porta que se fecha, mas que através da mesma morte cada um de nós entra convosco na eterna plenitude da vida”. (Cardeal Camillo Ruini-2000)

“Desdobra-se no céu a rutilante aurora. Alegre, exulta o mundo; gemendo, o inferno chora…Da região da morte cesse o clamor ingente: ‘Ressuscitou!’ Exclama o anjo refulgente. Jesus, perene páscoa, a todos alegrai-nos. Nascidos para a vida, da morte libertai-nos. Louvor ao que da morte ressuscitado vem, ao Pai e ao Paráclito eternamente. Amém”. (Liturgia das Horas)

Conclusão

O Catecismo (§561) ensina: “Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: seus silêncios, seus milagres, seus gestos, sua oração, seu amor ao homem, sua predileção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício total na cruz pela redenção do mundo, sua ressurreição constituem a atuação de sua palavra e o cumprimento da revelação”.

Oração  

Jesus amado, eu creio que Tu nos oferece em cada situação de dor, a certeza de sermos agraciados com os frutos da Tua Ressurreição. Nós te louvamos Senhor, porque Tu ressuscitaste e por isso podemos contar com tantas situações de vida nova: a alegria, a vitória, a paz, a reconciliação, o amor verdadeiro, a prosperidade, a fidelidade, a esperança, a justiça, a cura, a libertação, a Igreja, o perdão dos pecados, a Eucaristia, os demais sacramentos, a intercessão dos santos, a maternidade de Maria, a vida eterna. Amém. Obrigado, Senhor!

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

31 de março de 2015 at 10:47 Deixe um comentário

Quinta-Feira Santa – Ceia do Senhor – Missal Popular Romano

Seguindo um rito evocativo das grandes intervenções salvíficas de Deus, os Apóstolos celebravam a Ceia pascal, sem pressentirem que a nova Pácoa havia chegado.

Essa Ceia, contudo, será a última, pois Jesus, tomando aquela simbólica refeição ritual, dá-lhe um sentido novo, com a instituição da Eucaristia.

Misteriosamente antecipando o Sacrifício que iria oferecer, dentro de algumas horas, Jesus põe fim a todas as “figuras”, converte o pão e o vinho no Seu Corpo e Sangue, apresenta-se como o verdadeiro cordeiro pascal – o “Cordeiro de Deus” (Jo 1, 29).

O Sacrifício da Cruz, com o qual se estabelecerá a “nova Aliança”, não ficará, pois, limitado a um ponto geográfico ou a um momento da história: pelo Sacrifício Eucarístico perpetuar-se-á, “pelo decorrer dos séculos até Ele voltar” (SC, 47). Comendo o Seu Corpo imolado e bebendo o Seu Sangue, os discípulos de Jesus farão sua a Sua oferenda de amor e beneficiarão da graça, por ela alcançada aos homens. “Pela participação no Sacrifício Eucarístico, fonte e centro de toda a vida cristã, oferecem a Deus a Vítima divina e a si mesmos juntamente com ela” (LG, 11).

Para que este mistério de amor se pudesse realizar, Jesus ordena aos Apóstolos que, até ao Seu regresso, à Sua semelhança e por Sua autoridade, operem esta transformação, ficando assim participantes do Seu mesmo Sacerdócio.

Nascido da Eucaristia, o Sacerdócio tornará, portanto, atual, até ao fim dos tempos, a obra redentora de Cristo.

Sendo a Eucaristia a obra prima do amor de Jesus, a prova suprema do Seu amor (Jo 13, 1), compreende-se agora bem porque é que Ele escolheu a última Ceia para fazer a proclamação solene do “Seu mandamento”, o de “nos amarmos uns aos outros”, o mandamento novo, “que resume toda a lei”.

31 de março de 2015 at 10:42 1 comentário

Sábado Santo – Vigília Pascal – dia 04 de abril

Sábado Santo

O Papa Emérito Bento XVI disse: “O Sábado Santo é o dia do escondimento de Deus, como se lê numa antiga Homilia: “O que aconteceu? Hoje sobre a terra há um grande silêncio, grande silêncio e solidão. Grande silêncio porque o Rei dorme… Deus morreu na carne e desceu para abalar o reino dos infernos” (Homilia sobre o Sábado Santo, pg 43, 439). No Credo, nós professamos que Jesus Cristo “padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia”.

“No Sábado Santo, numa jornada de grande silêncio litúrgico, deter-nos-emos a refletir sobre o sentido destes eventos. A Igreja vigiará solícita com Maria, Mãe das Dores, e com Ela esperará a aurora da ressurreição. Com efeito, ao apresentar-se “o primeiro dia depois do sábado”, o silêncio será rompido pelo jubiloso anúncio pascal, proclamado pelo festivo cântico do Exulte, durante a solene Liturgia da Vigília de Páscoa. O triunfo de Cristo sobre a morte virá abalar, com a pedra do sepulcro, os corações e as mentes dos fiéis e a inundá-los do mesmo júbilo provado por Madalena, pelas mulheres piedosas, pelos Apóstolos e por aqueles aos quais o Ressuscitado Se manifestou no dia de Páscoa”. (São João Paulo II)

Vigília Pascal

“Em comunhão com as comunidades cristãs e com todo o universo, celebramos a Páscoa de Jesus, sua passagem da morte para a vida. Exultantes no Senhor ressuscitado nesta noite gloriosa, recordamos as maravilhas de Deus na história, renovamos e fortalecemos nossa fé. Vivamos em profunda alegria os momentos desta vigília: Celebração da luz, Liturgia da Palavra, Liturgia Batismal e Liturgia Eucarística”. (Liturgia Diária)

1-Celebração da Luz

“A Vigília Pascal se inicia com a celebração da luz, que contém três partes: a bênção do fogo, a procissão do círio pascal e a proclamação da Páscoa”. (Liturgia Diária)

A-A Bênção do Fogo

O fogo novo e a luz do círio são símbolos de Jesus ressuscitado que vence as trevas do mal. A Assembleia se reúne fora da igreja, junto ao fogo aceso. Onde não for possível acender o fogo, adapta-se o rito às circunstâncias. O celebrante saúda, como de costume, o povo reunido e o exorta a celebrar dignamente esta Vigília com uma participação ativa, plena e consciente. É a Bênção do Fogo Novo. Este Fogo Novo recebe uma bênção especial, antes de ser aceso o Círio Pascal.

B-Procissão do Círio Pascal

O Círio Pascal é preparado, abençoado, aceso e conduzido para a Igreja na noite da Santa Vigília Pascal. É com uma chama do Fogo Novo Bento que o Círio é aceso. Terminada a preparação do Círio Pascal, inicia-se a procissão para introduzi-lo solenemente no interior da Igreja. Apagam-se todas as luzes para deixar o ambiente completamente escuro e eis o significado: A Igreja toda às escuras simboliza o mundo em trevas, o mundo sem Deus, sem Jesus, sem o Evangelho. Nesta escuridão do mundo brilhou e brilha uma única luz verdadeira, a luz de Jesus ressuscitado, simbolizada pela Luz do Círio Pascal. O Círio é elevado e apresentado aos fiéis reunidos através do canto: “Eis a Luz de Cristo!” Os fiéis cantam: “Demos Graças a Deus!”. (Canção Nova)

Em cada parada, acende-se no Círio, sucessivamente, a vela do celebrante, e dos ministros e depois as dos fiéis (que devem levar a vela). De tal modo, a Igreja é progressivamente iluminada; as trevas são vencidas pela luz. Acendem-se então todas as luzes da Igreja.

C-Proclamação da Páscoa

Assim que a vela foi colocada num lugar dignamente preparado no santuário, ela é incensada pelo diácono, que entoa solenemente o canto Exsulte, de tradição milenar. Ele é conhecido também como Proclamação da Páscoa, ou Pregão Pascal. Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem com a vitória de Cristo sobre a morte. Eis o texto da Proclamação da Páscoa: Exulte de alegria a multidão dos anjos\Exultem de Deus os ministros\soe a triunfal trombeta\Esta vitória de um tão grande Rei!\Alegra-te também, ó terra nossa\Que em tantas luzes agora resplandeces,\Vê como foge do universo a treva\Enquanto fulge a luz do eterno Rei!\Alegra-te também, ó Mãe Igreja,\Ornada inteira de esplendor divino,\Escuta como vibra neste templo\A aclamação do povo!

2-Liturgia da Palavra

“A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo. Assim, a Igreja, «começando por Moisés e seguindo pelos Profetas» (Lc 24,27), interpreta o mistério pascal de Cristo. Toda a escuta da Palavra é feita à luz do acontecimento Pascal”. (Site: ABC da Catequese)

1ª Leitura: Gn 1,1-2,2 ou 1,1.26-31ª

2ª Leitura: Gn 22,1-18 ou 22,1-2.9ª.10-13.15-18

3ª Leitura: Ex 14,15-15,1

4ª Leitura: Is 54,5-74

5ª Leitura: Is 55,1-11

6ª Leitura: Br 3,9-15.32-38; 4,1-4

7ª Leitura: Ez 36, 16-17ª.18-28

8ª Leitura: Rm 6,3-11

Evangelho: Mc 16,1-8

3-Liturgia Batismal

“A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. Do programa ritual consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal. A Igreja antiga batizava os catecúmenos nesta noite e hoje permanece a liturgia batismal, mesmo sem a celebração do Batismo”. (Site: ABC da Catequese)

4-Liturgia Eucarística

“A liturgia Eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna”. (Site: ABC da Catequese)

Conclusão

Da Via-Sacra- Vaticano: “O sepulcro vazio é sinal da vitória definitiva da verdade sobre a mentira, do bem sobre o mal, da misericórdia sobre o pecado, da vida sobre a morte. O sepulcro vazio é sinal da esperança que “não nos deixa confundidos” (Rom 5, 5). “A nossa esperança está cheia de imortalidade” (Sab 3, 4)”.

Oração

“Senhor Jesus Cristo, que o Pai conduziu, pela força do Espírito Santo, das trevas da morte à luz duma vida nova na glória, fazei que o sinal do sepulcro vazio nos fale a nós e às gerações futuras e se torne fonte de fé viva, de caridade generosa e de esperança inabalável. Jesus, presença escondida e vitoriosa na história do mundo, a Vós honra e glória para sempre. Amém”. (Via-Sacra Vaticano-2000)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

30 de março de 2015 at 11:32 Deixe um comentário

Papa Francisco reza pelas vítimas de desastre aéreo

Flores são depositadas no local do acidente – REUTERS

29/03/2015 11:45


Mp3
 Cidade do Vaticano (RV) – Na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus, neste Domingo de Ramos, o Papa rezou pelos mortos em decorrência da queda de um avião nos Alpes franceses, na última semana.

“Confio à intercessão de Maria as vítimas do desastre aéreo de terça-feira passada, entre as quais havia também um grupo de estudantes alemães”, disse Francisco, exortando os fiéis presentes na Praça S. Pedro a aprenderem com Nossa Senhora a seguir o Senhor mesmo quando o seu caminho leva à cruz.

30 de março de 2015 at 11:23 Deixe um comentário

Dos Sermões de Santo Agostinho

«Os pobres sempre os tendes convosco, mas a Mim não me tendes sempre.»

«Maria ungiu os pés de Jesus com uma libra de perfume de nardo puro, de alto preço, e enxugou-Lhos com os seus cabelos. A casa encheu-se com a fragrância do perfume.» Eis o facto histórico; procuremos o simbólico. Sejas tu quem fores, se quiseres ser uma alma fiel, unge com Maria os pés do Senhor com perfume. Esse perfume é a rectidão. […] Deita perfume sobre os pés do Senhor. Segue as pegadas do Senhor com uma vida santa. Enxuga os seus pés com os teus cabelos: se tens coisas supérfluas, dá-as aos pobres e assim terás enxugado os pés do Senhor. […] Talvez os pés do Senhor na terra sejam os necessitados. Pois não é dos seus membros (Ef 5,30) que Ele dirá no fim do mundo: «Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25,40)?

«A casa encheu-se com a fragrância do perfume.» Quer dizer, o mundo encheu-se da boa reputação desta mulher, porque o bom odor é como a boa reputação. Aqueles que associam o nome de cristãos a uma vida desonesta injuriam a Cristo […]; se o nome de Deus é blasfemado por esses maus cristãos, ele é, pelo contrário, louvado e glorificado pelos bons: «somos em toda a parte o bom odor de Cristo» (cf 2Cor 2,14-15). E diz também o Cântico dos Cânticos: «A tua fama é odor que se difunde» (1,3).

30 de março de 2015 at 11:06 Deixe um comentário

Hosana ao nosso Rei Jesus!

Introdução:   V. Vinde, ó Deus em meu auxílio.  R. Socorrei-me sem demora. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

Todo o mundo fiel rejubile  na alegria de tal salvação:  destruindo a potência da morte,  Jesus Cristo nos traz redenção.
De oliveira com ramos e palmas,  todo o povo, com voz triunfal,  canta hosanas ao Rei de Israel,  de Davi descendente real.
Nós também,acorrendo ao encontro  de tal Rei, com hosanas de glória,  seguremos na mão nossas palmas  de alegria e de fé na vitória.
Por seus dons, nos caminhos da vida,  nos conduza e defenda o Senhor.  E possamos, em todos os tempos,  tributar-lhe o devido louvor.
Glória ao Pai e a Jesus, Filho único,  Deus de Deus, Luz da Luz, Sumo Bem,  com o Espírito, o Amor que consola,  pelos séculos dos séculos. Amém.

Salmodia
Ant. Quando a festa da Páscoa estava perto,  Jesus, sabendo que chegara a sua hora,  amou os seus, aqui no mundo, até o fim.

Liturgia das Horas

29 de março de 2015 at 9:30 Deixe um comentário

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