Archive for dezembro, 2010

Maria Mãe de Deus

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31 de dezembro de 2010 at 20:47 Deixe um comentário

Dogma da Maternidade Divina de Maria

A Maternidade Divina
O dogma da Maternidade Divina se refere a que a Virgem Maria é verdadeira Mãe de Deus. Foi solenemente definido pelo Concílio de Éfeso (431 d.C.). Algum tempo depois, foi proclamado por outros Concílios universais, o de Calcedonia e os de Constantinopla.
O Concílio de Éfeso, do ano 431, sendo Papa São Clementino I (422-432) definiu:
“Se alguém não confessar que o Emanuel (Cristo) é verdadeiramente Deus, e que portanto, a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, porque pariu segundo a carne ao Verbo de Deus feito carne, seja anátema.”
O Concílio Vaticano II faz referência ao dogma da seguinte maneira: “Desde os tempos mais remotos, a Bem-Aventurada Virgem é honrrada com o título de Mãe de Deus, a cujo amparo os fiéis acodem com suas súplicas em todos os seus perigos e necessidades”. (Constituição Dogmática Lumen Gentium, 66).

30 de dezembro de 2010 at 11:15 Deixe um comentário

Santa Maria, Mãe de Deus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O primeiro dia de janeiro, na liturgia da Igreja, é dedicado a Nossa Senhora.  É a Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria Santíssima. Comemora-se, nesse dia, o Dogma da Maternidade Divina de Maria, concluído no Concílio de Éfeso em 431. É um dia Santo de Guarda.

A Maternidade de Maria, não é só divina, mas também, de todos nós seus filhos pecadores. Jesus, na cruz, partilhou o amor e a proteção de sua Mãe com todos os homens e mulheres. (Jo 19, 26-27) Temos uma Mãe no céu que nos protege, intercede e ama sem medidas a cada um de nós. O Papa João Paulo II disse assim dessa proteção materna de Maria: ”Maria esteve presente com os Apóstolos no dia do Pentecostes, participando diretamente no nascimento da Igreja. Desde então, a sua maternidade acompanha a história da humanidade redimida, o caminho da grande família humana, destinatária da obra da Redenção”.  E conclui dirigindo essa oração à Mãe Santíssima: “Confiamos a ti os dias do novo ano, o futuro da Igreja, da humanidade e do universo inteiro”.

Quando oramos a segunda parte da Ave Maria, proclamamos que Maria é a Santa Mãe de Deus: “Santa Maria\ Mãe de Deus\Rogai por nós pecadores\Agora e na hora da nossa morte\ Amém.”  Através da leitura da Palavra de Deus, da Sagrada Tradição e do Magistério da Igreja vemos claramente essa verdade incontestável da fé católica.

O profeta Isaías ( 7, 14) disse: “ Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá  e dará à luz um filho, e o chamará “ Deus Conosco”.  A Virgem é Nossa Senhora. “ Deus Conosco” é Jesus ( Mt 1,23).  Nossa Senhora é a Mãe de Deus, pois é Mãe de Jesus.

 O Anjo Gabriel disse a Maria, na Anunciação: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo…”( Lc 1, 31-32). Jesus é Filho do Altíssimo, isto é, Filho de Deus. Nossa Senhora é Mãe do Filho de Deus. E o Filho é Deus, com o Pai e o Espírito Santo, que compreende a Santíssima Trindade.

Jesus apareceu aos discípulos, após sua Ressurreição e, enviou-os a pregar o Evangelho a todos, acompanhado do batismo: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. ( Mt 28, 19) A segunda pessoa da Santíssima Trindade é Jesus.  O Catecismo da Igreja no número 495 ensina que aquele que Maria ”concebeu como homem, por obra do Espírito Santo, e que se feito verdadeiramente seu Filho segundo a carne, não é outro que o Filho eterno do Pai, a segunda pessoa da Santíssima Trindade”. O filho de Maria, Jesus, é o filho eterno do Pai. Maria é Mãe da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Maria é Mãe de Deus.

 

Maria é aclamada por Isabel, que impulsionada pelo Espírito Santo diz: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor?” ( Lc 1, 42-43) Ora, o Senhor de Isabel é Deus. Maria é Mãe do Senhor, Maria é a Mãe de Deus.

 

São João diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus”.  ( Jo 1, 1)  O Catecismo da Igreja explica: “ No tempo determinado por Deus, o Filho Único do Pai, a Palavra Eterna, isto é, o Verbo e a Imagem substancial do Pai se encarnou: sem perder a natureza divina assumiu a natureza humana”.(479) O Verbo Divino ( Jesus) se fez carne ( Jo 1, 14). O Concílio de Éfeso proclamou o dogma da Maternidade Divina de Maria assim: “ Mãe de Deus , não porque o Verbo de Deus tirou dela a sua natureza  divina, mas porque é dela que Ele tem o corpo sagrado dotado de uma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne.” Jesus é o Verbo. O Verbo é Deus. Maria é a Mãe de Deus.

O que dizem os santos sobre a Maternidade Divina de Maria?

 Santo Agostinho: “Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus”;

 S. Tiago: “Maria é a Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus”;

 Santo André: “Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu.”

   O Papa Bento XVI disse assim em ano anterior: “A liturgia de hoje nos recorda, oito dias após o nascimento do Menino, ela, junto com seu marido José, fê-lo circuncidar, de acordo com a lei de Moisés, e colocar o nome de Jesus, como lhe tinha dito o anjo ( Lc 2, 21). Este nome, que significa “Deus salva”, é o cumprimento da revelação de Deus. Jesus é o rosto de Deus, é a bênção para todas as pessoas e todos os povos, é a paz para o mundo. Obrigado, Mãe Santíssima, que deu à luz o Salvador, o Príncipe da Paz!”

 

Peçamos à Mãe de Deus, Maria Santíssima que rogue por nós.

 Oremos com:

1- A Ladainha de Nossa Senhora

Santa Maria, rogai por nós, \ Santa Mãe de Deus,\Santa Virgem das virgens,\Mãe de Jesus Cristo,\Mãe da divina graça,\Mãe puríssima,\Mãe castíssima,\Mãe Imaculada,\Mãe intemerata,\Mãe amável,\Mãe admirável,\Mãe do bom conselho,\Mãe do Criador,\Mãe do Salvador…

2- A Salve Rainha

Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

3- O Papa João XXIII : “Digne-se o divino Espírito escutar da forma mais consoladora a oração que sobe a Ele de todas as partes da terra. Que Ele renove em nosso tempo os prodígios como de um novo Pentecostes e conceda que a santa Igreja, permanecendo unânime na oração, com Maria, a Mãe de Jesus, e sob a direção de Pedro, dilate o reino do divino Salvador, reino de verdade e de justiça, reino de amor e de paz. Amém.”

 

Jane Amábile – Comunidade Divino Espírito Santo

27 de dezembro de 2010 at 13:44 Deixe um comentário

Música da Família

27 de dezembro de 2010 at 10:24 Deixe um comentário

Angelus por ocasião da Festa da Sagrada Família-2009

 

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje é o Domingo da Sagrada Família. Possamos agora identificar-nos com os pastores de Belém que, logo após receberem o anúncio do anjo, foram rapidamente para a Gruta e encontraram “Maria e José e o menino, deitado numa manjedoura” (Lc 2, 16). Detenhamo-nos a contemplar esta cena e a refletir sobre seu significado. As primeiras testemunhas do nascimento de Cristo, os pastores, encontraram não apenas o Menino Jesus, mas uma pequena família: mãe, pai e filho recém-nascido. Deus escolheu revelar-se nascendo em uma família humana e, por isso, a família humana se tornou ícone de Deus! Deus é Trindade, é comunhão de amor, e a família, mesmo com toda a diferença entre o mistério divino e a criatura humana, é uma expressão que reflete o mistério insondável do Deus amor. O homem e a mulher, criados à imagem de Deus, se tornam no casamento “uma só carne” (Gn 2, 24), isto é, uma comunhão de amor que gera vida nova. A família humana, em certo sentido, é ícone da Santíssima Trindade, seja pelo amor interpessoal, seja pela fecundidade do amor.

A liturgia de hoje oferece o célebre episódio evangélico de Jesus que, aos doze anos, permanece no Templo de Jerusalém sem o conhecimento de seus pais. Surpresos e preocupados, eles o encontrarão de três dias depois, conversando com os doutores. A mãe pede que ele dê explicações, ao que Jesus responde que ele deve estar na casa de seu Pai, que é Deus (cf. Lc 2, 49). Neste episódio, o menino Jesus aparece cheio de zelo por Deus e pelo Templo. Nos perguntemos: de onde tinha ouvido Jesus sobre o amor pelas “coisas” do Pai? Certamente, como Filho, teve um conhecimento íntimo de Deus, uma profunda relação pessoal, permanente com seu pai, mas na sua cultura concreta certamente aprendeu a oração, o amor ao Templo e às instituições de Israel com seus pais. Assim, podemos dizer que a decisão de Jesus de permanecer no Templo foi sobretudo resultado de sua relação íntima com o Pai, mas também fruto da educação recebida de Maria e José. Aqui, vislumbramos o verdadeiro significado da educação cristã: é o resultado de uma colaboração próxima entre os educadores e Deus. A família cristã está ciente de que os filhos são um dom e um plano de Deus. Portanto, não podem considerá-los como propriedade sua, mas, servindo aos planos de Deus, é chamada para educá-los na maior liberdade, que é aquela de dizer ‘sim’ a Deus para fazer Sua vontade. Desse “sim” à Virgem Maria é o exemplo perfeito. A Ela confiamos todas as famílias, rezando especialmente pela sua valiosa missão educativa.

(Vatican Information Service, com tradução de CN Notícias)

25 de dezembro de 2010 at 23:42 Deixe um comentário

Noite Feliz

E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS…(JO 1, 14)

QUE O MENINO JESUS ABENÇOE A FAMÍLIA DE TODOS VOCÊS, QUERIDOS IRMÃOS!!!

Jane Amábile e Jaldete Marta

24 de dezembro de 2010 at 17:48 Deixe um comentário

Evangelho de São Lucas 2, 1-14

1 Naqueles tempos apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. 2 Este recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. 3 Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade. 4 Também José subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, 5 para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida.

 6 Estando eles ali, completaram-se os dias dela. 7 E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria.

8 Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. 9 Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. 10 O anjo disse-lhes: Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: 11 hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12 Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura. 13 E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: 14 Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina).

24 de dezembro de 2010 at 9:21 Deixe um comentário

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