Archive for janeiro, 2014

Papa Francisco no Twitter

31/01/2014
Ninguém se salva sozinho. A dimensão comunitária é essencial na vida cristã.
30/01/2014
Não consigo imaginar um cristão que não saiba sorrir. Procuremos dar um testemunho alegre da nossa fé.
28/01/2014
Rezemos pela unidade dos cristãos. Muitas e preciosas são as coisas que nos unem!
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31 de janeiro de 2014 at 10:22 Deixe um comentário

Eu me rendo a Ti – Eliana Ribeiro


Favor clicar abaixo e á direita para assistir no Youtube.

31 de janeiro de 2014 at 10:04 Deixe um comentário

Francisco pede que experiência de vida dos idosos seja reconhecida na Igreja e na sociedade

 

2014-01-31 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – No mês de fevereiro que está prestes a iniciar, o Papa Francisco pede que oremos pelos idosos na Igreja e na sociedade. O Apostolado da Oração propõe como intenção universal “Para que a sabedoria e experiência de vida dos idosos sejam reconhecidas na Igreja e na sociedade”. O cuidado especial em relação aos idosos é um tema recorrente do Pontificado de Francisco, Em inúmeras ocasiões, o Papa ressalta sua importância e adverte para o risco que muitas famílias sentem de “exilá-los”, como fruto da cultura do “descarte”. Segundo o Papa, a melhor maneira para ver como funciona uma família é “ver como tratam as crianças e os idosos”. No discurso para o Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé, em 13 de janeiro, o Pontífice falou dos idosos como esperança da humanidade, já que “trazem a sabedoria da experiência” Já a intenção pela evangelização para o mês de fevereiro destaca a colaboração na missão, com o seguinte tema: “Para que os sacerdotes, religiosos e leigos colaborem com generosidade na missão de evangelizar”. (BF)

31 de janeiro de 2014 at 9:37 Deixe um comentário

Frases dos Santos no Youcat – Continuação

94- “Não morro; entro na vida”. Santa Teresa de Lisieux

95- “O tempo para procurar Deus é esta vida. O tempo para encontrar Deus é a morte. O tempo para desfrutar Deus é a eternidade”. São Francisco de Salles

96- “Quero ver Deus, e para O ver é preciso morrer”.  Santa Teresa de Ávila

97- Sobre o sacramento da Confissão: “Os sacerdotes receberam um poder que Deus nem aos anjos nem aos Arcanjos concedeu. Lá em cima Deus confirma tudo o que os sacerdotes fazem sobre a Terra”. São João Crisóstomo

98- “A maioria das pessoas não faz ideia do que Deus poderia fazer delas se somente elas se colocassem à disposição d’Ele”. Santo Inácio de Loyola

99- “Quando olhamos para a cruz, compreendemos a grandeza do Seu amor. Quando olhamos para a manjedoura, compreendemos a ternura do Seu amor por ti e por mim, pela tua família e por cada família”. Santa Teresa de Calcutá

100- “Além da cruz, não existe outra escada para subir ao Céu”. Santa Rosa de Lima

101- “Um milagre não ocorre contra a Natureza, mas contra o nosso conhecimento da Natureza”. Santo Agostinho

102- “Maria é a mais terna mãe do gênero humano, é o refúgio dos pecadores”. Santo Afonso Maria de Ligório

103- “Quando as mãos de Cristo foram pregadas na cruz, Ele pregou na cruz os nossos pecados”. São Bernardo de Claraval

104- “Afastar-se de Ti, Deus, significa cair. Virar-se para Ti significa levantar-se. Permanecer em Ti  significa ter apoio seguro”. Santo Agostinho

105- “Perdemos o Paraíso, mas recebemos o Céu, pelo que o ganho é maior que a perda”. São João Crisóstomo

106- “Ele (Jesus) tornou-Se aquilo que somos, para poder fazer de nós aquilo que era”. Santo Atanásio de Alexandria

107- “Faz bem ao teu corpo, para que a alma tenha o prazer de nele habitar”. Santa Teresa de Ávila

108- ” Cada crente tem, a seu lado, um anjo como protetor e pastor, para o conduzir na vida”. São Basílio Magno

30 de janeiro de 2014 at 8:41 Deixe um comentário

Amar Cristo sem a Igreja é dicotomia absurda, recorda Papa

 

QUINTA-FEIRA, 30 DE JANEIRO DE 2014, 8H29

Santo Padre destacou três pilares essenciais para o sentido de pertença à Igreja

Da Redação, com Rádio Vaticano

Amar Cristo sem a Igreja é dicotomia absurda, recorda Papa“Não se entende um cristão sem a Igreja”. Este foi o aspecto enfatizado pelo Papa Francisco na Missa desta quinta-feira, 30, na Casa Santa Marta. O Pontífice indicou três pilares do sentido de pertença eclesial: a humildade, a fidelidade e a oração pela Igreja.

A homilia do Papa partiu da figura do rei Davi, apresentada nas leituras do dia. Trata-se de um homem, explicou o Papa, que fala com Deus como um filho fala com o pai e que tinha um sentimento forte de pertença ao povo de Deus. Isso leva o homem a refletir hoje sobre o sentido de sua pertença à Igreja.

“O cristão não é um batizado que recebe o Batismo e depois segue adiante pelo seu caminho. O primeiro fruto do Batismo é fazer-te pertencer à Igreja, ao povo de Deus. Não se entende um cristão sem Igreja. E por isto o grande Paulo VI dizia que é uma dicotomia absurda amar Cristo sem a Igreja; escutar Deus, mas não a Igreja; estar com Cristo à margem da Igreja. Não se pode. É uma dicotomia absurda”.

O sentido eclesial dessa pertença, segundo Francisco, está justamente no sentir, pensar e querer dentro da Igreja. O primeiro passo para isso é a humildade, reconhecendo a pequenez humana diante da grandeza de Deus. “A história da Igreja começou antes de nós e continuará depois de nós. Humildade: somos uma pequena parte de um grande povo, que segue na estrada do Senhor”.

O segundo aspecto destacado pelo Santo Padre é a fidelidade, que está ligada á obediência. Trata-se de ser fiel aos ensinamentos da Igreja, ao Credo, à doutrina. Ele recordou o que dizia Paulo VI sobre a transmissão da mensagem do Evangelho: esta é recebida como um dom e deve ser transmitida como tal, o que requer fidelidade.

E como terceiro pilar, Francisco falou da necessidade de rezar pela Igreja. “Rezar por toda a Igreja, em todas as partes do mundo. Que o Senhor nos ajude a seguir por esta estrada para aprofundar a nossa pertença à Igreja e o nosso sentir com a Igreja”.

30 de janeiro de 2014 at 8:35 Deixe um comentário

Quero ser santo

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30 de janeiro de 2014 at 8:33 1 comentário

O mundo escreve a Francisco: toda semana, uma enxurrada de cartas chega ao Vaticano

 

2014-01-28 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Alguns milhares por semana. Essa é a quantidade de cartas, pacotes, desenhos e objetos que chegam ao Vaticano tendo como destinatário o Papa Francisco. Missivas que chegam do mundo inteiro e que são geridas pelo Setor de Correspondência do Papa, situado no Palácio Apostólico. A esse propósito, a Rádio Vaticano retoma a entrevista concedida ao responsável pelo Setor, Mons. Giuliano Gallorini, ao semanário de informação “Vatican Magazine”, produzido pelo Centro Televisivo Vaticano. A história de uma vida que chega a um dilema, para pedir-lhe um conselho sobre como prosseguir. A narração de um drama pessoal, que está matando a última esperança e que em sua sabedoria busca um ponto de agarra para não deixar-se resignar. Ou mesmo, uma poesia para dizer-lhe em rima que lhe quer bem como, ou talvez mais, que a um pai. Ou ainda, um cachecol, personalizado, confeccionado e enviado à residência pontifícia, àquele endereço que hoje todos conhecem como se fosse de um vizinho: Casa Santa Marta, Cidade do Vaticano. Porque assim muitos sentem o Papa Bergoglio: vizinho. E por isso, dos quatro cantos do mundo, milhares escrevem para Francisco. São cerca de trinta malotes por semana – cartas, pacotes de todo tipo e dimensões – levados para o corredor localizado na Terceira Loja do Palácio Apostólico, no qual se encontram as dependências do Setor de Correspondência do Papa, dirigido pelo referido prelado: Mons. Giuliano Gallorini:- “Os pedidos são, sobretudo, de conforto e de oração. Muitos dizem respeito – certamente também devido ao momento que vivemos – a dificuldades, sobretudo a doenças… Pedem orações para as crianças, descrevem também situações de dificuldades econômicas. Procura-se então fazer com que sintam a proximidade do Papa, que acolhe os sofrimentos deles, as dificuldades, que se lhes faz próximo na oração. Ademais, naquilo que é possível, dirigimos os pedidos aos setores específicos, por exemplo, os pedidos de ajudas econômicas são transmitidos às Caritas diocesanas a fim de que possam verificar e sejam imediatamente mais atuantes.” Mons. Gallorini, Irmã Ana e outras duas senhoras: um pequeno time para uma montanha de correspondências, em cerca de doze línguas. E o primeiro passo que a equipe dá diariamente é justamente a seleção por idioma. Depois, as cartas são abertas e lidas. Evidentemente, o Papa sozinho jamais poderia dar conta dessas correspondências, portanto, cabe ao referido Setor ajudá-lo a distinguir o pedido de quem simplesmente quer dirigir-lhe uma saudação, de quem busca encontrar no Papa Francisco um conforto, uma ajuda espiritual, uma mão estendida para uma necessidade urgente. São essas as cartas que chegam a sua escrivaninha: Mons. Giuliano Gallorini:- “Se são casos um pouco mais delicados como os de consciência, então se toma nota e se passa aos secretários a fim de que o Papa tome conhecimento diretamente: sem dúvida as lê, coloca a sigla e nos orienta sobre como devemos responder.” Portanto, o Papa não pode responder a todas as cartas, mas todas elas que chegam para o Papa Francisco recebem uma resposta. Mesmo se somente lhe expressa gratidão por um dom recebido ou uma saudação afetuosa, é algo que requer uma particular sintonia com o seu estilo: Mons. Giuliano Gallorini:- “Ler essas cartas mais com o coração do que com a mente; partilhar o sofrimento e buscar encontrar as palavras certas para expressar aquilo que o Papa verdadeiramente quer que se expresse: a proximidade, a partilha… É algo realmente no estilo da partilha. Afinal de contas, o Papa sempre diz isso, que o pastor deve viver com o rebanho, com as ovelhas. Sentir e viver a experiência com elas.” (RL)

 

29 de janeiro de 2014 at 10:29 Deixe um comentário

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Jane Amábile

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