Archive for setembro, 2012

Não sintam ciúmes dos que fazem o bem em nome de Cristo, diz Papa Bento XVI — 30 \ 09 \ 12

“Devemos ser sempre capazes de nos apreciar e nos estimar reciprocamente”, disse Bento XVI

“Quando alguém de fora da comunidade faz o bem em nome de Cristo, com honestidade e respeito, os membros da Igreja não devem sentir ciúmes, mas ao contrário, devem se alegrar”. Foi o que disse o Papa Bento XVI antes da oração mariana do Angelus, neste domingo, 30, ao refletir sobre o Evangelho do dia.

O Santo Padre acrescentou que “dentro da própria Igreja, também pode acontecer, por vezes, que seja difícil valorizar e apreciar as coisas boas realizadas por outras realidades eclesiais”. E exortou a louvar a ‘criatividade’ com que Deus atua na Igreja e no mundo.

A reflexão do Pontífice no encontro com os fiéis deste domingo – último antes do retorno ao Vaticano, marcado para esta segunda-feira, 1º – se inspirou em um trecho do Evangelho de Marcos (cf. Mc 9, 38-48) em que os discípulos protestavam com Jesus porque um homem, que não era um de seus seguidores, expulsara demônios em nome de Jesus.

“O apóstolo João, jovem e zeloso – explicou Bento XVI – queria impedir-lhe, mas Jesus não o permitiu, e ensinou a seus discípulos que Deus também pode atuar coisas boas ou prodigiosas fora de seu ambiente, e que se pode colaborar com a causa do Reino de várias maneiras, inclusive oferecendo um copo de água a um missionário”.

O Papa prosseguiu: “Assim como na Igreja Católica existem coisas que não são católicas, fora da Igreja Católica também pode haver algo católico”.

“Por isso – comentou – os membros da Igreja não devem sentir ciúmes, mas alegrar-se se alguém de fora da comunidade faz o bem em nome de Cristo, desde que o faça com intenção honesta e com respeito. Sendo assim – concluiu – devemos ser sempre capazes de nos apreciar e nos estimar reciprocamente”.

Em outra passagem de sua reflexão, Bento XVI recordou o ataque do apóstolo Thiago aos ricos desonestos, e disse que o Evangelho alerta para a “inútil busca de bens materiais”, e pediu que estes sejam usados sempre na perspectiva da solidariedade e do bem comum, agindo com equidade e moralidade em todos os níveis.

Depois do discurso, o Papa rezou a oração mariana, cumprimentou os grupos de fiéis em vários idiomas e concedeu a todos a sua benção apostólica.

Fonte: Canção Nova

30 de setembro de 2012 at 11:44 Deixe um comentário

Bento XVI indica tema para Dia Mundial das Comunicações 2013

“Redes Sociais: portais de Verdade e de fé, novos espaços de evangelização”

Uma reflexão relacionada às redes sociais foi o tema proposto pelo Papa Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações do próximo ano

“Redes Sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização”. Este é o tema proposto pelo Papa Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2013. O tema foi divulgado na manhã deste sábado, 29, com uma nota expedida pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.

A nota divulgada destaca que um dos desafios mais significativos da evangelização nos tempos atuais é aquele que emerge dos meios digitais. O documento também enfatiza que, na verdade, não se trata mais de como utilizar a internet como um “meio” de evangelização, “mas de evangelizar considerando que a vida do homem de hoje se exprime também no ambiente digital”. Leia abaixo a íntegra da nota.

Comunicado do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais

Um entre os desafios mais significativos da evangelização nos dias de hoje é aquele que emerge do ambiente digital. É sobre este desafio que o tema deste ano, proposto pelo papa Bento XVI, para o 47º Dia Mundial das Comunicações Sociais: “Redes Sociais: portais de Verdade e de fé, novos espaços de evangelização” quer chamar a atenção, no contexto do Ano da Fé.

Os elementos de reflexão são numerosos e importantes: em um tempo no qual a tecnologia tende a tornar-se o tecido que conecta muitas experiências humanas – como as relações e o conhecimento – é necessário questionar-se: – essa pode ajudar os homens a encontrar Cristo pela fé? Porém não basta uma superficial adaptação da linguagem, mas é necessário poder apresentar o Evangelho como resposta a uma contínua pergunta humana de sentido e de fé, que também emerge da rede e nela mesma se faz estrada.

Será também este o modo para humanizar e fazer vivo e vitalizado um mundo digital que impõe, atualmente, um comportamento mais definido: não se trata mais de como utilizar a internet como um “meio” de evangelização, mas de evangelizar considerando que a vida do homem de hoje se exprime também no ambiente digital.

É necessário, de modo particular, levar em conta o desenvolvimento e a grande popularidade do social network, que consentiu a acentuação de um estilo dialógico e interativo na comunicação e na relação.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais, uma data estabelecida pelo Concílio Vaticano II (“Inter Mirifica”, 1963), vem sendo celebrado em muitos países, com a recomendação dos bispos de todo o mundo, no domingo que antecede a Festa de Pentecostes (em 2013, 12 maio).

A Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais é tradicionalmente publicada em ocasião da recorrência da Festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos Jornalistas (24 janeiro).

Fonte: Canção Nova – 29\ 09 \12

30 de setembro de 2012 at 11:15 Deixe um comentário

Texto Bíblico – para os irmãos de língua espanhola

Lectura del santo evangelio según san Lucas  19, 1-10 

En aquel tiempo, entró Jesús en Jericó y  atravesaba la ciudad. Un hombre llamado Zaqueo, jefe de  publicanos y rico, trataba de distinguir quién era Jesús, pero la gente se lo impedía, porque era bajo de estatura. Corrió más adelante y se subió a una higuera, para verlo, porque tenía que pasar por allí.

Jesús, al llegar a aquel sitio, levantó los ojos y dijo:

-“Zaqueo, baja en seguida, porque  hoy tengo  que alojarme en tu casa”.

Él bajó en seguida y lo recibió muy contento.

Al ver esto, todos murmuraban diciendo:

-“Ha entrado a hospedarse en casa de un pecador.”

Pero Zaqueo se puso en pie y dijo al Senor:

-“Mira, la mitad de mis bienes, Senor, se la doy a los pobres; y si de alguno me he aprovechado, le restituiré cuatro veces más.”

Jesús le contestó:

-“ Hoy ha sido la salvación de esta casa; también éste es hijo de Abrahán. Porque el Hijo del hombre  ha venido a buscar y a salvar lo que estaba perdido.”

 

 

 

 

 

 

 

29 de setembro de 2012 at 22:13 Deixe um comentário

A Liturgia é um âmbito privilegiado no qual Deus fala a todos nós, aqui e agora, e espera a nossa resposta, diz Bento XVI- 26 \ 09 \ 12

 

Caros irmãos e irmãs,

Neste mês percorremos um caminho à luz da Palavra de Deus, para aprender a rezar de modo sempre autêntico, olhando para alguma grande figura do Antigo Testamento, dos Salmos, das Cartas de São Paulo e do Apocalipse, mas, sobretudo, olhando para a experiência única e fundamental de Jesus, em sua relação com o Pai Celestial. Na verdade, somente em Cristo o homem é capaz de unir-se a Deus com a profundidade e a intimidade de um filho no conforto de um pai que o ama, somente Nele nós podemos nos voltar com toda a verdade a Deus chamando-O com afeto “Abbá, Pai”. Como os Apóstolos, também nós repetimos nestas semanas e repetimos a Jesus hoje: “Senhor, ensinai-nos a rezar” (Lc 11,1).

Também, para aprender a viver ainda mais intensamente a relação pessoal com Deus, aprendemos a invocar o Espírito Santo, primeiro dom do Ressuscitado aos crentes, porque é Ele que “vem em auxílio à nossa fraqueza: nós não sabemos como rezar de modo conveniente” (Rm 8,26), diz São Paulo, e nós sabemos como ele tem razão.

Neste ponto, depois de uma longa série sobre oração na Escritura, podemos nos perguntar: como posso eu deixar-me formar pelo Espírito Santo e assim tornar-me capaz de entrar na atmosfera de Deus, de rezar com Deus? Qual é esta escola na qual Ele me ensina a rezar, vem em auxílio ao me esforço de voltar-me de modo justo a Deus? A primeira escola para a oração – como nós vimos nestas semanas – é a Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. A Sagrada Escritura é um permanente diálogo entre Deus e o homem, um diálogo progressivo no qual Deus se mostra sempre mais próximo, no qual podemos conhecer sempre melhor a sua face, a sua voz, o seu ser; e o homem aprende a aceitar o conhecer Deus, a falar com Deus. Também, nestas semanas, lendo a Sagrada Escritura, buscamos, na Escritura, neste diálogo permanente, aprender como podemos entrar em contato com Deus.

Há agora um outro precioso “espaço”, uma outra preciosa “fonte” para crescer na oração, uma fonte de água viva em estreitíssima relação com a anterior. Refiro-me à liturgia, que é um âmbito privilegiado no qual Deus fala a todos nós, aqui e agora, e espera a nossa resposta.

O que é a liturgia? Se abrirmos o Catecismo da Igreja Católica – subsídio sempre precioso, direi, e imprescindível – podemos ler que originalmente a palavra “liturgia” significa “serviço da parte do povo e em favor do povo” (n. 1069). Se a teologia cristã tomou esta palavra do mundo grego, o fez obviamente pensando no novo Povo de Deus nascido de Cristo que abriu os seus braços na Cruz para unir os homens na paz do único Deus. “Serviço em favor do povo”, um povo que não existe por si só, mas que se formou graças ao Mistério Pascal de Jesus Cristo. De fato, o Povo de Deus não existe por laços de sangue, de território, de nação, mas nasce sempre da obra do Filho de Deus e da comunhão com o Pai, concedida por Ele (Jesus).
 
O Catecismo indica também que “na tradição cristã (a palavra “liturgia”) quer significar que o Povo de Deus participa da obra de Deus” (n. 1069), porque o povo de Deus como tal existe somente por obra de Deus.

Isso nos fez lembrar do próprio desenvolvimento do Concílio Vaticano II, que iniciou os seus trabalhos, cinquenta anos atrás, com a discussão do esquema sobre a sagrada liturgia, então solenemente aprovado em 4 de dezembro de 1963, o primeiro texto aprovado pelo Concílio. Que o documento sobre a liturgia fosse o primeiro resultado da assembleia conciliar, isso talvez tenha sido considerado por alguns um acaso. Entre tantos projetos, o texto sobre a sagrada liturgia parece ser aquele menos controverso, e, por isso mesmo, capaz de constituir uma espécie de exercício para aprender a metodologia do trabalho conciliar. Mas sem dúvida alguma, isso que à primeira vista pode parecer um acaso, demonstrou-se como a escolha mais certa, também a partir da hierarquia de temas e tarefas mais importantes da Igreja. Iniciando, de fato, com o tema da “liturgia” o Concílio trouxe à luz de modo muito claro o primado de Deus, a sua prioridade absoluta. Primeiro de tudo Deus: este mesmo nos diz a escolha conciliar de partir da liturgia. Onde o olhar sobre Deus não é determinante, todas as outras coisas perdem a sua orientação. O critério fundamental para a liturgia é a sua orientação para Deus, para poder assim participar da sua obra.

Mas podemos nos perguntar: qual é esta obra de Deus à qual somos chamados a participar? A resposta que nos oferece a Constituição conciliar sobre a sagrada liturgia é aparentemente dupla. O número 5 nos indica, de fato, que a obra de Deus são as suas ações históricas que nos levam à salvação, culminada na Morte e Ressurreição de Jesus Cristo; mas no número 7 a mesma Constituição define a própria celebração da liturgia como “obra de Cristo”. Na verdade, esses dois significados são inseparavelmente ligados. Se nos perguntamos quem salva o mundo e o homem, a única resposta é: Jesus de Nazaré, Senhor e Cristo, crucificado e ressuscitado. E onde está presente para nós, para mim hoje o mistério da morte e ressurreição de Cristo, que traz a salvação? A resposta é: na ação de Cristo através da Igreja, na liturgia, em particular no Sacramento da Eucaristia, que torna presente esta oferta do sacrifício do Filho de Deus, que nos resgatou; no Sacramento da Reconciliação, no qual se passa da morte do pecado à vida nova; e nos outros sacramentos que nos santificam (cfr Presbyterorum ordinis, 5). Assim, o Mistério Pascal da Morte e Ressurreição de Cristo é o centro da teologia litúrgica do Concílio.

Vamos dar um passo adiante e perguntar: de que modo se faz possível esta atualização do Mistério Pascal de Cristo? O beato Papa João Paulo II, 25 anos após a Constituição Sacrosanctum Concilium, escreveu: “Para atualizar o seu Mistério Pascal, Cristo está sempre presente na sua Igreja, sobretudo nas ações litúrgicas. A liturgia é, por consequência, o lugar privilegiado do encontro dos cristãos com Deus e com aquele que Ele enviou, Jesus Cristo (cfr Gv 17,3)” (Vicesimus quintus annus, n. 7). Nessa mesma linha, lemos no Catecismo da Igreja Católica assim: “Cada celebração sacramental é um encontro dos filhos de Deus com o seu Pai, em Cristo e no Espírito Santo, e tal encontro se apresenta como um diálogo, através de ações e palavras” (n. 1153). Portanto, a primeira exigência para uma boa celebração litúrgica é a oração, diálogo com Deus, antes de tudo escuta e também resposta. São Bento, em sua “Regra”, falando da oração dos Salmos, indica aos monges: mens concordet voci, “que a mente concorde com a voz”. O Santo ensina que na oração dos Salmos as palavras devem preceder a nossa mente. Geralmente não acontece assim, primeiro devemos pensar e depois, como nós pensamos, isso se converte em palavra. Mas aqui, na liturgia, é o inverso, a palavra precede. Deus nos deu a palavra e a sagrada liturgia nos oferece as palavras; nós devemos entrar no interior das palavras, no seu significado, acolhê-las em nós, colocar-nos em sintonia com estas palavras; assim nos transformamos filhos de Deus, similares a Deus. Como recorda o Sacrosanctum Concilium, para assegurar a plena eficácia da celebração “é necessário que os fiéis se aproximem da sagrada liturgia com reta disposição de espírito, colocando o próprio espírito em consonância com a própria voz e cooperar com a graça divina para não recebê-la em vão” (n. 11). Elemento fundamental, primeiro, do diálogo com Deus na liturgia, é a concordância entre o que dizemos com os lábios e o que trazemos no coração. Entrando nas palavras da grande história da oração nós mesmos estamos conformados com o espírito destas palavras e nos tornamos capazes de falar com Deus.

Nesta linha, gostaria apenas de mencionar um momento que, durante a própria liturgia, nos chama e nos ajuda a encontrar tal concordância, esta conformidade a isso que escutamos, dizemos e fazemos na celebração da liturgia. Refiro-me ao convite que faz o Celebrante primeiro da Oração Eucarística: “Sursum corda”, elevar nossos corações fora do emaranhado de nossas preocupações, nossos desejos, nossos anseios, nossa distração. O nosso coração, o íntimo de nós mesmos, deve abrir-se obediente à Palavra de Deus e recolher-se na oração da Igreja, para receber sua orientação a Deus pelas palavras que escuta e diz. O olhar para o coração deve dirigir-se ao Senhor, que está no meio de nós: é uma disposição fundamental.

Quando vivemos a liturgia com esta atitude básica, o nosso coração é como que retirado da força da gravidade, que o atrai para baixo, e ergue-se interiormente para o alto, para a verdade e para o amor, para Deus. Como recorda o Catecismo da Igreja Católica: “A missão de Cristo e do Espírito Santo que, na Liturgia sacramental da Igreja, anuncia, atualiza e comunica o Mistério da salvação, prossegue no coração que reza. Os Pais da vida espiritual às vezes comparam o coração a um altar” (n. 2655): altare Dei est cor nostrum.

Caros amigos, celebramos e vivemos bem a liturgia somente se permanecemos em atitude de oração, não se queremos “fazer qualquer coisa”, vermos ou agir, mas se voltamos o nosso coração a Deus e estamos em atitude de oração que nos une ao mistério de Cristo e ao seu diálogo de Filho com o Pai. O próprio Deus nos ensina a rezar, afirma São Paulo (cfr Rm 8,26). Ele mesmo nos deu as palavras adequadas para nos dirigirmos a Ele, palavras que encontramos no Livro dos Salmos, nas grandes orações da sagrada liturgia e na própria Celebração eucarística. Rezemos ao Senhor para sermos cada dia mais conscientes, de fato, de que a Liturgia é ação de Deus e do homem; oração que vem do Espírito Santo e de nós mesmos, inteiramente voltada ao Pai, em união com o Filho de Deus feito homem (cfr Catecismo da Igreja Católica, n. 2564). Obrigado.

Fonte: Canção Nova

29 de setembro de 2012 at 7:58 Deixe um comentário

Manda teus anjos – Anjos de Resgate

28 de setembro de 2012 at 12:04 Deixe um comentário

São Miguel, São Gabriel e São Rafael – 29 de Setembro

TERÇO DOS ANJOS

V. Deus vinde em nosso auxilio

R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos

1. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Serafins faça-nos, Senhor, dignos de ser inflamados por uma perfeita caridade. Amem.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

2. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Querubins conceda-nos, Senhor, a graça de abandonarmos a estrada do pecado e trilharmos a estrada da perfeição cristã. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

3. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Tronos derrame, Senhor em nossos corações o espírito de uma verdadeira e sincera humildade. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

4. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste das Dominações dê-nos, Senhor a graça de podermos dominar os nossos sentidos e corrigir as nossas más paixões. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

5. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste das Potestades, guarde Senhor as nossas almas das emboscadas e tentações do demônio. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

6. Pela intercessão do São Miguel e do coro admirável das virtudes celestes concedei-nos, Senhor a graça de não sermos vencidos no combate perigoso das tentações e livrai-nos do mal. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

7. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Principados encha Senhor as nossas almas com o espírito de uma verdadeira e sincera obediência. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

8. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Arcanjos concedei-nos, Senhor o dom da perseverança na fé e boas obras, para podermos chegar à gloria do Paraíso. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

9. Pela intercessão de São Miguel e do coro celeste dos Anjos conceda-nos, Senhor que estes espíritos bem-aventurados nos guardem durante esta vida mortal, para nos conduzirem depois à glória eterna do Céu. Amém.

(1 Pai Nosso e 3 Ave Marias).

Pai Nosso em honra a são Miguel; 1 Pai Nosso em honra de são Gabriel; 1 Pai Nosso em honra a São Rafael; ! Pai Nosso em honra do Anjo da Guarda.

Antífona:

Oh gloriossíssimo São Miguel, chefe e príncipe das milícias celestes, guarda fiel das almas, vencedor dos demônios, favorito da Casa de Deus, vós que acima de todos os Anjos dois admirável protetor nosso, dotado de sobre-humana excelência e virtude, dignai-vos livrar-nos de todos os males já que a vós recorremos com toda a confiança e alcançai-nos com a vossa incomparável proteção que avancemos cada dia na fidelidade em servir a Deus.

V. Rogai, por nós, ó bem-aventurado São Miguel, Príncipe da Igreja de Jesus Cristo.

R. Para que sejamos dignos das Suas promessas

Oremos:

Deus Todo-poderoso e Eterno, que por um prodígio de bondade e misericórdia para a salvação comum dos homens, escolhestes para defensor da Vossa igreja o glorioso Arcanjo São Miguel, fazei, nós Vos suplicamos que sejamos dignos de ser libertados, pela benéfica proteção, de todos os nossos inimigos e que nenhum deles nos possa inquietar na hora da nossa morte; e que nos seja concedido ser por ele conduzidos à presença da Vossa Excelsa e Divina Majestade.

Pelos méritos de Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amem.

Fonte: Canção Nova

27 de setembro de 2012 at 20:07 Deixe um comentário

São Vicente de Paulo – 27 de Setembro

26 de setembro de 2012 at 20:14 Deixe um comentário

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