Archive for fevereiro, 2018

Assista a “Papa: é pouca a nossa oferta, mas Cristo tem necessidade deste pouco” no YouTube

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28 de fevereiro de 2018 at 8:58 Deixe um comentário

Regressa sem medo aos braços de teu Pai Celestial, rico em misericórdia, que te espera! – para os irmãos de língua inglesa, espanhola,italiana, francesa, alemã e polonesa.

EN: Return without fear to the arms of your Heavenly Father, who is rich in mercy, who awaits you!
ES: ¡Vuelve sin miedo a los brazos de tu Padre celestial, rico en misericordia, que te espera!
IT: Ritorna senza paura alle braccia di tuo Padre Celeste, ricco di misericordia, che ti aspetta!
FR: Reviens, sans peur, vers les bras de ton Père céleste, riche en miséricorde, qui t’attend!
DE: Kehre ohne Furcht zurück in die Arme deines Himmlischen Vaters, der reich an Erbarmen ist.
PL: Powróć bez lęku do spragnionych i wyciągniętych ramion twego Ojca, bogatego w miłosierdzie, który na ciebie czeka!

Exortação do Papa Francisco

28 de fevereiro de 2018 at 6:52 Deixe um comentário

Frases sobre Caridade

                           Caridade=Amor

1-São Máximo, Confessor: “A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro. Muito mais em partilhar a doutrina e em prestar serviços corporais”.

2-Papa Emérito Bento XVI: “A fé é conhecer a verdade e aderir a ela (1 Tm 2, 4); a caridade é «caminhar» na verdade (Ef 4, 15)”.

3-Santa Teresinha: “A caridade é o caminho excelente, que conduz seguramente a Deus”.

4-Papa Francisco: “Diante da constatação de um mundo marcado pela indiferença, o egoísmo e o pessimismo, é útil questionar-se sobre a ausência de caridade nos corações e nas relações com Deus e os outros”.

5-Papa Emérito Bento XVI: “Pela fé, entra-se na amizade com o Senhor; pela caridade, vive-se e cultiva-se esta amizade (Jo 15, 14-15)”.

6-Santa Catarina de Sena: “É preciso subir à árvore da mui santa cruz e de lá veremos e tocaremos Deus. Lá encontraremos o fogo da sua caridade inexprimível, o amor que O conduziu até à vergonha da cruz, que O exaltou e O fez desejar, com o ardor da fome e da sede, honrar seu Pai e obter a nossa salvação”.

7-São Clemente de Roma: “Na caridade nos acolheu o Senhor; pela sua caridade para conosco, Jesus Cristo nosso Senhor, segundo a vontade divina, derramou o seu sangue por nós, imolou a sua carne para redimir a nossa carne, deu a sua vida para salvar a nossa vida”.

8-Papa Emérito Bento XVI: “A fé faz-nos acolher o mandamento do nosso Mestre e Senhor; a caridade dá-nos a felicidade de pô-lo em prática (Jo 13, 13-17)”.

9-São Basílio Magno: “O mesmo diremos da caridade. Ao recebermos o mandamento de amar a Deus, já possuímos capacidade de amar, plantada em nós desde a primeira criação”.

10-Santa Teresinha: ‘Sinto que quando sou caridosa é só Jesus que age em mim”.

11-São Máximo Confessor: “Ninguém poderá jamais alcançar uma caridade permanente de Deus, se estiver preso pelo espírito a qualquer coisa terrena”.

12-Papa Emérito Bento XVI: “Na fé, somos gerados como filhos de Deus ( Jo 1, 12-13); a caridade faz-nos perseverar na filiação divina de modo concreto, produzindo o fruto do Espírito Santo ( Gl 5, 22)”.

13-São Clemente de Roma: “Oremos, portanto, e supliquemos a sua misericórdia (de Deus), para que nos faça viver na caridade, livres de toda a parcialidade humana”.

14-São Fulgêncio: “Deus, com efeito, enquanto conserva na Igreja o amor que ela recebeu pelo Espírito Santo, transforma-a num sacrifício agradável a seus olhos. De modo, que, recebendo continuamente esse dom da caridade espiritual, a Igreja possa sempre se apresentar como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”.

15-Papa Emérito Bento XVI: “A fé faz-nos reconhecer os dons que o Deus bom e generoso nos confia; a caridade fá-los frutificar (Mt 25, 14-30)”.

16-São Máximo Confessor: “A caridade é a boa disposição do espírito, que nada coloca acima do divino conhecimento”.

 

 

 

 

 

 

27 de fevereiro de 2018 at 5:36 Deixe um comentário

3ª meditação: escutar a própria sede é interpretar o desejo que temos em nós

Exercícios Espirituais da Quaresma propostos ao Papa e à Cúria Romana

Nós batizados formamos uma comunidade de desejosos? Os cristãos têm sonhos? A Igreja é um laboratório do Espírito onde nossos filhos e filhas profetizam, nossos anciãos têm sonhos e nossos jovens constroem novas visões, não somente religiosas? – pergunta o pregador, Pe. José Tolentino.

Cidade do Vaticano

“Há em nossas culturas e, ao mesmo tempo, em nossas Igrejas, um déficit de desejo. Quando se percebe, no momento atual, o emergir, e em escala cada vez maior, de sujeitos sem desejo, isso deve levar-nos a uma autocrítica eclesial.” É uma constatação e uma das afirmações candentes contidas na meditação vespertina do pregador dos Exercícios Espirituais, Pe. José Tolentino de Mendonça, propostos ao Papa e à Cúria Romana em Ariccia, nas proximidades de Roma, cujo Retiro Espiritual de Quaresma prosseguirá até o próximo sábado. Tratou-se da terceira meditação, após a primeira da tarde de domingo e a seguinte da manhã desta segunda-feira (19/02).

O infinito do desejo é desejo de infinito

Intitulada “Dei-me conta de ser sedento”, a meditação da tarde desta segunda-feira articulou-se em quatro pontos, concluindo-se com a “oração da sede”.

Perder o medo de reconhecer nossa sede

O pregador partiu de quatro verbos – irrigar, fecundar, germinar – para falar inicialmente de um processo de revitalização do terreno qual metáfora da nossa vida. Tendo advertido que a transformação não se dá se impermeabilizamos a vida em sua crosta, afirmou que devemos perder o medo de reconhecer a nossa sede e o nosso ser sedento.

Na meteorologia se usa uma tabela, o Índice de Palmer, para medir a intensidade da seca em seus vários estágios, afirmou. E a intensidade da seca espiritual, como se mede? – perguntou-se o pregador dos Exercícios.

“Intelectualizamos demasiadamente a fé. Construímos um fenomenal castelo de abstrações”, observou. “Preocupamo-nos mais com a credibilidade racional da experiência de fé do que com a sua credibilidade existencial, antropológica e afetiva”, constatou.

“ Ocupamo-nos mais da razão do que do sentimento. Deixamos para trás a riqueza do nosso mundo emocional. ”

Feitas tais constatações, citou o teólogo canadense Bernard Lonergan, que evocava a necessidade de olhar mais, na construção doutrinal, para o significado das nossas emoções. Em suas considerações sobre o estado da nossa sede recorreu à literatura, que nos é de auxílio, ressaltou.

Escritores e poetas são importantes mestres espirituais

Em  nossos dias assistimos cada vez mais a utilização da literatura ao fazer teologia, afirmou, acrescentando que hoje estamos compreendendo melhor que os escritores e os poetas são mestres espirituais importantes. Após destacar que as obras literárias podem ser de grande utilidade em nosso caminho de maturação interior, frisou que uma das razões fundamentais é que “a vida espiritual progride somente quando é uma revisitação da existência em sua totalidade, em sua diversidade.

Para tal citou, entre outros, a escritora brasileira Clarice Lispector, a qual, com a força de uma declaração autobiográfica, narra a tomada de consciência da intensidade de sua sede.

Falar de sede é falar da existência real e não da ficção de nós mesmos à qual muitas vezes nos adequamos. E iluminar uma experiência, mais que um conceito, acrescentou Pe. José Tolentino, advertindo em seguida para a dificuldade que podemos ter até mesmo de reconhecer o nosso ser sedento.

Desejo da verdade, beleza e bondade

Escutar a própria sede é interpretar o desejo existente em nós. Desejo incessante da verdade, da beleza e da bondade que faltam. O pregador dos Exercícios Espirituais propostos ao Papa e à Cúria Romana advertiu ainda que devemos distinguir o desejo de uma mera necessidade, que se aplaca e se satisfaz com a posse de um objeto. Não confundamos desejo com as necessidades. A necessidade é uma carência contingente do sujeito. O infinito do desejo é desejo de infinito.

Citou a revisitação ao “discurso platônico do desejo em chave mística” feita por Simone Weil, para quem, não é o nosso desejo que alcança Deus: “se permanecemos sedentos e desejosos, é Deus mesmo que desce em nossa humanidade para preencher o nosso desejo de plenitude”.

Enquanto desejamos objetos, quaisquer que sejam; enquanto deixamos que a nos mover seja a busca das coisas, carreiras, títulos, honorificências, nosso desejar não é ainda um verdadeiro desejar.

“ O desejo genuíno tem início quando ele se formula, nem mais nem menos, como pura abertura ao outro. ”

Hoje se torna cada vez mais claro que as sociedades capitalistas, organizadas em torno do consumo, que exploram avidamente as compulsões de satisfação de necessidades induzidas pela publicidade, estão na prática removendo a sede e o desejo tipicamente humanos, fazendo com que a vida perca seu horizonte, afirmou taxativamente Pe. José Tolentino.

Voltando seu olhar para a vida da Igreja, tais constatações serviram para o pregador dos Exercícios Espirituais propor as seguintes interpelações:

“Nós batizados formamos uma comunidade de desejosos? Os cristãos têm sonhos? A Igreja é um laboratório do Espírito onde, como no oráculo de Joel (3,1), nossos filhos e filhas profetizam, nossos anciãos têm sonhos e nossos jovens constroem novas visões, não somente religiosas, mas também novas compreensões culturais, econômicas, científicas e sociais?”

Questões mais contundentes

Tais interrogações foram propedêuticas a algumas questões mais contundentes: A Igreja tem fome e sede de justiça (Mt 5,6)? Os cristãos esperam realmente, segundo a promessa, “novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça” (2Pd 3,13)?

Sede de Deus

No último ponto da meditação vespertina desta segunda-feira, no qual tratou da sede de Deus, o sacerdote português frisou que “talvez nós cristãos, e em particular nós pastores, devemos valorizar mais a espiritualidade da sede, mais que as estruturas”. “Nós cristãos e em particular nós pastores”, prosseguiu, “devemos melhor reconciliar-nos com nossa vulnerabilidade”.

Por fim, destacou que o “Papa Francisco nos recorda que uma das piores tentações é a autossuficiência e a autorreferência”. Abraçar a própria vulnerabilidade é aceder ao desejo de ser reconhecidos e tocados por Jesus.

Oração da sede

“Ensina-me, Senhor, a beber da mesma sede de Ti,

como quem se alimenta mesmo na penumbra

do frescor da fonte”…

“Que esta sede se faça mapa e viagem

palavra acesa e gesto que prepara

a mesa sobre a qual se partilha o dom.”

“E quando darei de beber a Teus filhos seja

não porque possuo a água

mas porque como eles sei o que é a sede”.

27 de fevereiro de 2018 at 5:34 Deixe um comentário

Assista a “Papa: ser misericordiosos como o Pai” no YouTube

26 de fevereiro de 2018 at 10:23 Deixe um comentário

Terceiro Domingo da Quaresma – Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio – São João 2, 13 – 25 – Dia 04 de março de 2018

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“13.Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14.Encontrou no templo os negociantes de bois, ovelhas e pombas, e mesas dos trocadores de moedas. 15.Fez ele um chicote de cordas, expulsou todos do templo, como também as ovelhas e os bois, espalhou pelo chão o dinheiro dos trocadores e derrubou as mesas. 16.Disse aos que vendiam as pombas: Tirai isto daqui e não façais da casa de meu Pai uma casa de negociantes. 17.Lembraram-se então os seus discípulos do que está escrito: O zelo da tua casa me consome (Sl 68,10). 18.Perguntaram-lhe os judeus: Que sinal nos apresentas tu, para procederes deste modo? 19.Respondeu-lhes Jesus: Destruí vós este templo, e eu o reerguerei em três dias. 20.Os judeus replicaram: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu hás de levantá-lo em três dias?! 21.Mas ele falava do templo do seu corpo. 22.Depois que ressurgiu dos mortos, os seus discípulos lembraram-se destas palavras e creram na Escritura e na palavra de Jesus. 23.Enquanto Jesus celebrava em Jerusalém a festa da Páscoa, muitos creram no seu nome, à vista dos milagres que fazia. 24.Mas Jesus mesmo não se fiava neles, porque os conhecia a todos. 25.Ele não necessitava que alguém desse testemunho de nenhum homem, pois ele bem sabia o que havia no homem.” 

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Somos reunidos pelo Senhor em sua casa para que realizemos nossa ação de graças, acolhamos seus mandamentos e busquemos neles luzes para a caminhada cristã rumo à Páscoa. Em Cristo crucificado e ressuscitado firmemos nosso encontro com o Deus da vida”. (Liturgia Diária)

Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os negociantes de bois, ovelhas e pombas, e mesas dos trocadores de moedas. Fez ele um chicote de cordas, expulsou todos do templo, como também as ovelhas e os bois, espalhou pelo chão o dinheiro dos trocadores e derrubou as mesas. Disse aos que vendiam as pombas: Tirai isto daqui e não façais da casa de meu Pai uma casa de negociantes. Lembraram-se então os seus discípulos do que está escrito: O zelo da tua casa me consome (Sl 68,10).

O Catecismo (§584) ensina: “Jesus subiu ao Templo como lugar privilegiado de encontro com Deus. O Templo é para ele a morada de seu Pai, uma casa de oração, e se indigna pelo fato de seu átrio externo ter-se tornado um lugar de comércio. Se expulsa os vendilhões do Templo, é por amor zeloso a seu Pai. “Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio. Seus discípulos lembram-se do que está escrito: ‘O zelo por tua casa me devorará’ (Sl 69)” (Jo 2,16-17). Depois de sua Ressurreição, os apóstolos mantiveram um respeito religioso pelo Templo”.

O Papa Francisco disse que  a “redenção é gratuita; Ele vem trazer a gratuidade de Deus, a gratuidade total do amor de Deus. E quando a Igreja ou as Igrejas se tornam comércio, diz-se que …, não é tão gratuita, a salvação… É por isso que Jesus pega o chicote na mão para fazer este rito de purificação no Templo”. (21/11/2014)

O Padre Roger Araújo explicou: “A casa de Deus é uma casa de oração, a casa do Senhor é o lugar para o encontro com Ele. Em primeiro lugar, este templo de Deus somos nós; o lugar onde Ele vive, mora, habita, onde Ele faz a Sua moradia é o coração de cada um de nós. Quanta bagunça, meu Deus, quanta agitação, quantas coisas inconvenientes dentro de nós! Mas Jesus expulsa os vendilhões, expulsa também tudo aquilo que está deixando o nosso coração uma bagunça: a confusão de sentimentos e atitudes, os receios, os temores. Tudo aquilo que é dissimulado o próprio Jesus ordena que saia do nosso coração”.

Perguntaram-lhe os judeus: Que sinal nos apresentas tu, para procederes deste modo? Respondeu-lhes Jesus: Destruí vós este templo, e eu o reerguerei em três dias. Os judeus replicaram: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu hás de levantá-lo em três dias?! Mas ele falava do templo do seu corpo. Depois que ressurgiu dos mortos, os seus discípulos lembraram-se destas palavras e creram na Escritura e na palavra de Jesus.

“Jesus desafia os líderes que O questionaram a suprimir o Templo que é Ele próprio, mas deixa claro que, três dias depois, esse Templo estará outra vez erigido no meio dos homens. Jesus alude, evidentemente, à sua ressurreição. A prova de que Jesus tem autoridade para “proceder deste modo” é que os líderes não conseguirão suprimi-l’O. A ressurreição garante que Jesus vem de Deus e que a sua atuação tem o selo de garantia de Deus”. (Site dos Dehonianos)

“Quando os chefes exigem um sinal de sua autoridade, Jesus responde: “Destruí este santuário, eu o reerguerei em três dias”. O evangelista explica que ele falava da ressurreição, do templo de seu corpo, que desde agora toma o lugar do templo de pedra. Jesus é o lugar do verdadeiro culto, da verdadeira adoração, do encontro com Deus”. (Site dos Franciscanos)

Enquanto Jesus celebrava em Jerusalém a festa da Páscoa, muitos creram no seu nome, à vista dos milagres que fazia. Mas Jesus mesmo não se fiava neles, porque os conhecia a todos. Ele não necessitava que alguém desse testemunho de nenhum homem, pois ele bem sabia o que havia no homem.” 

O Catecismo (§548) ensina: “Os sinais operados por Jesus testemunham que o Pai o enviou. Convidam a crer nele. Aos que a Ele se dirigem com fé, concede o que pedem. Assim, os milagres fortificam a fé naquele que realiza as obras de seu Pai: testemunham que Ele é o Filho de Deus”.

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: “Deus reina no mundo através de seu Filho, feito homem, e com a força do Espírito Santo, por isso, o senhorio de Deus se manifesta então na cura integral do homem. Jesus quer revelar o rosto do verdadeiro Deus, o Deus próximo, cheio de misericórdia por cada ser humano; o Deus que nos doa a vida em abundância, sua própria vida”.

Conclusão:

 “Jesus chega a Jerusalém para os festejos da páscoa judaica. Ao entrar no templo, fica indignado com o que vê: o templo e a religião transformados em comércio. Jesus se revolta de modo especial contra os “vendedores de pombas”, que eram a oferta dos pobres. O Mestre não tolera a exploração dos pobres e o uso da fé para enganar o povo”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:

“Ó Espírito Santo criador, assisti benignamente a toda a Igreja católica. Fortalecei-a e confirmai-a pela Vossa divina virtude contra todos os ataques dos inimigos.Renovai, também, pela Vossa graça e caridade, o espírito dos Vossos servos, que ungistes, para que em Vós glorifiquem o Pai e Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, Nosso Senhor. Ó Deus, que santificais a Vossa Igreja inteira, em todos os povos e nações, derramai por toda a extensão do mundo os dons do Espírito Santo e realizai agora no coração dos fiéis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho. Por Nosso senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Amém”. (Com. Canção Nova)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26 de fevereiro de 2018 at 5:35 Deixe um comentário

Segunda meditação da Quaresma: “A ciência da sede”

Papa em retiro quaresmal

Na Casa “Divino Mestre” de Ariccia, Papa Francisco e seus colaboradores participam dos Exercícios Espirituais de autoria do sacerdote português José Tolentino de Mendonça e intitulados “Aprendizes do estupor”.

Cidade do Vaticano –

Durante toda esta semana, o Papa Francisco se encontra em Ariccia, nas proximidades de Roma, para os Exercícios Espirituais de Quaresma. Até o próximo domingo (25/02), estão suspensas todas as audiências públicas do Santo Padre, inclusive a Audiência Geral de quarta-feira, e as homilias na Casa Santa Marta.

Na manhã de segunda-feira, após as orações, o Pontífice e os colaboradores prosseguiram o retiro iniciado no domingo. Este ano, pela primeira vez, o pregador vem de Portugal.

A segunda meditação proposta pelo Pe. José Tolentino de Mendonça ao Papa e aos seus colaboradores foi dedicada ao tema “A ciência da sede”.

O tema foi inspirado na última frase pronunciada por Jesus no livro do Apocalipse (Ap 22, 17), “Quem tem sede, venha”.

O sacerdote português alternou citações bíblicas a obras de teólogos, escritores, poetas e dramaturgos como Milan Kundera, Padre Henri de Lubac, Emily Dickinson, Eugène Ionesco, Saint-Exupéry.

No trecho do Apocalipse, as palavras usadas são “quem tem sede”, “quem quiser” – expressões que se referem a nós, afirmou Pe. Tolentino. “Estamos tão próximos da fonte e vamos para tão longe, perdidos em desertos, em busca da torrente que nos mate a sede e ignorando assim ‘o dom que Deus tem para nos dar’.”

A dor da nossa sede

Não é fácil reconhecer que sentimos sede, prosseguiu o sacerdote, “porque a sede é uma dor que se descobre pouco a pouco dentro de nós”, por trás das nossas habituais narrações defensivas ou idealizadas.

Há uma violência no mundo e em nós mesmos que vem da sede, do medo da sede, do pânico de não ter as condições de sobrevivência garantidas. “Nós nos revoltamos uns contra os outros. A dor da nossa sede é a dor da vulnerabilidade extrema, quando os nossos limites nos comprimem.”

O sacerdote português citou o consumismo dos centros comerciais, mas ressaltou que não devemos nos esquecer que existe também um consumismo na vida espiritual. As sociedades que impõem o consumo como critério de felicidade transformam o desejo numa armadilha.

O objeto do nosso desejo é uma entidade ausente, um objeto inesgotável. O Senhor, porém, não cessa de nos dizer: «Quem tem sede, venha; quem quiser, tome de graça da água da vida».

O caminho da nossa sede

Para o Pe. Tolentino, existem muitos modos de enganar as necessidades que nos dão vida e adotar uma atitude de evasão espiritual sem jamais, porém, se conscientizar de que estamos em fuga.

Também aqui, como em outros âmbitos da vida, afimou, a verdadeira conversão não consistirá em belas teorias, mas em decisões que resultem de uma efetiva conscientização das nossas necessidades.

Nem que fosse um único copo de água

O trecho do Apocalipse volta ao final da medtiação. «Quem tiver sede, venha …» Certamente não bebemos para matar a sede. Jesus sabe que um simples copo de água que damos ou recebemos não é algo banal. É um gesto que dialoga com dimensões profundas da existência, porque vai ao encontro daquela sede que está presente em todo ser humano, e é sede de relação, de aceitação e de amor.

“Carregamos conosco tantas sedes. A sede é um patrimônio biográfico que somos chamados a reconhecer e do qual somos gratos. Depositemos em Deus a nossa sede.”

26 de fevereiro de 2018 at 5:31 Deixe um comentário

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