Archive for julho, 2014

Santo Afonso Maria de Ligório – 01 de Agosto

 

 
 


Santo Afonso Maria de Ligório
1696-1787

Fundou a Congregação do
Santíssimo Redentor
“Padres Redentoristas”

 

 

Afonso de Ligório nasceu no dia 27 de setembro de 1696, no povoado de Marianela, em Nápoles, na Itália, filho de pais cristãos, ricos e nobres, que, ao se depararem com sua inteligência privilegiada, deram-lhe todas as condições e todo o suporte para tornar-se uma pessoa brilhante. Enquanto seu pai o preparava nos estudos acadêmicos e científicos, sua mãe preocupava-se em educá-lo nos caminhos da fé e do cristianismo. Ele cresceu um cristão fervoroso, músico, poeta, escritor e, com apenas dezesseis anos de idade, doutorou-se em direito civil e eclesiástico.

Passou a advogar e atender no fórum de Nápoles, porém jamais abandonou sua vida espiritual, que era muito intensa. Sempre foi muito prudente, nunca advogou para a Corte, atendia a todos, ricos ou pobres, com igual empenho. Porém atendia, em primeiro lugar, os pobres, que não tinham como pagar um advogado, não por uma questão moral, mas porque era cristão.

Depois de dez anos, tornara-se um memorável e bem sucedido advogado, cuja fama chegara aos fóruns jurídicos de toda a Itália. Entretanto, por exclusiva interferência política, perdeu uma causa de grande repercussão social, ocasionando-lhe uma violenta desilusão moral. A experiência do mundo e a forte corrupção moral já eram objeto de suas reflexões, após esse acontecimento decidiu abandonar tudo e seguir a vida religiosa.

O pai, a princípio, não concordou, mas, vendo o filho renunciar à herança e aos títulos de nobreza, com alegria no coração, aceitou sua decisão. Afonso concluiu os estudos de teologia, sendo ordenado sacerdote aos trinta anos, em 1726. Escolheu o nome de Maria para homenagear o Nosso Redentor por meio da Santíssima Mãe, aos quais dedicava toda a sua devoção, e agora também a vida.

Desde então, colocou seus muitos talentos a serviço do Povo de Deus, evidenciando ainda mais os da bondade, da caridade, da fé em Cristo e do conforto espiritual que passava a seus semelhantes. Em suas pregações, Afonso Maria usava as qualidades da oratória e colocava sua ciência a serviço do Redentor. As suas palavras eram um bálsamo aos que procuravam reconciliação e orientação, por meio do confessionário, ministério ao qual se dedicou durante todo o seu apostolado. Aos que lhe perguntavam qual era o seu lema, dizia: “Deus me enviou para evangelizar os pobres”.

Para viver plenamente o seu lema, em 1732, fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, ou dos Padres Redentoristas, destinada, exclusivamente, à pregação aos pobres, às regiões de população abandonada, sob a forma de missões e retiros. Ele mesmo viajou por quase todo o sul da Itália pregando a Palavra de Deus e a devoção a Maria, entremeando sua atividade pastoral com a de escritor de livros ascéticos e teológicos. Com tudo isso, conseguiu a conversão de muitas pessoas.

Em 1762, obedecendo à indicação do papa, aceitou ser o bispo da diocese de Santa Águeda dos Godos, diante da qual permaneceu durante treze anos. Portador de artrite degenerativa deformante, já paralítico e quase cego, retirou-se ao seu convento, onde completou sua extensa e importantíssima obra literária, composta de cento e vinte livros e tratados. Entre os mais célebres estão: “Teologia moral”; “Glórias de Maria”, “Visitas ao SS. Sacramento”; além do “Tratado sobre a oração”.

Depois de doze anos de muito sofrimento físico, Afonso Maria de Ligório morreu aos noventa e um anos, no dia 1º de agosto de 1787, em Nocera dei Pagani, Salerno, Itália. Canonizado em 1839, foi declarado doutor da Igreja em 1871. O papa Pio XII proclamou santo Afonso Maria de Ligório Padroeiro dos Confessores e dos Teólogos de Teologia Moral em 1950.

Fonte: Site das Paulinas
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31 de julho de 2014 at 19:23 Deixe um comentário

Frases sobre Paciência

1-São Francisco de Sales: “Nunca me irritei, em ter de me arrepender depois”.

2-Santo Afonso de Ligório: “Não nos irritemos com nenhum incidente; se às vezes nos vemos surpreendidos pela raiva, recorramos logo a Deus, e abstenhamo-nos de agir e falar, até termos a certeza de que a ira já foi embora”.

3-Papa Emérito Bento XVI: Jesus “conduz-nos para o que é grande, puro, conduz-nos para o ar saudável das alturas: para a vida segundo a verdade; para a coragem que não se deixa atemorizar pelas tagarelices das opiniões dominantes; para a paciência que suporta e apoia o outro”.

4-São Cipriano: “É preciso ter paciência e perseverar, irmãos caríssimos, para que, tendo sido introduzidos na esperança da verdade e da liberdade, possamos chegar à verdade e à liberdade”.

5-Papa Pio XII: Das Sagradas Escrituras “os cansados e acabrunhados haurirão verdadeiras consolações e força divina para sofrer e suportar com paciência as adversidades e desventuras”.

6-A Palavra: “A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (l Cor 13,4-7).

7-Santo Agostinho: “Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência”.

8-Papa Emérito Bento XVI: “Convido todos a ter a paciência e a constância de promover a justiça e a paz, de cultivar o gosto por aquilo que é justo e verdadeiro”.

9-Santa Teresa de Jesus: “Nada te perturbe – Nada te espante – Tudo passa – Deus não muda – A paciência tudo alcança – Quem a Deus tem – Nada lhe falta – Só Deus basta”.

10-Papa Paulo VI: “Não minimizar em nada a doutrina salutar de Cristo é forma de caridade eminente para com as almas. Mas, isso deve andar sempre acompanhado também de paciência e de bondade, de que o mesmo Senhor deu o exemplo, ao tratar com os homens”.

11-Santa Rita de Cássia: “Ó, amado Jesus! Aumenta minha paciência, na medida que aumenta meus sofrimentos!”

12-Papa Pio XI: “E assim, a todos é necessária a paciência, aquela paciência cristã que eleva o coração às divinas promessas de uma felicidade eterna”.

13-O Catecismo (§1832): “Os frutos do Espírito são perfeições que o Espírito Santo forma em nós como primícias da glória eterna. A Tradição da Igreja enumera doze: “caridade, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade” (Gl 5,22-23 vulg.).

14-Papa Francisco: “Educar é um gesto de amor, é dar vida. E o amor é exigente, requer que utilizemos os melhores recursos, que despertemos a paixão e que nos coloquemos a caminho com paciência, juntamente com os jovens”.

15-A Palavra: “Meu filho, se entrares para o serviço de Deus, permanece firme na justiça e no temor, e prepara a tua alma para a provação; humilha teu coração, espera com paciência, dá ouvidos e acolhe as palavras de sabedoria; não te perturbes no tempo da infelicidade, 3. sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça”.(Eclo 2, 1-3)

16-Papa Emérito Bento XVI: “Violências difundidas e graves injustiças fazem notícia; ao contrário, os gestos de amor e de serviço, o cansaço quotidiano suportado com fidelidade e paciência permanecem muitas vezes na sombra, não sobressaem”.

17-São Cipriano: Recorda que São Paulo “recomenda a todos que não deixem de fazer o bem por falta de paciência; que ninguém, vencido ou desanimado pelas tentações, desista no meio do caminho do mérito e da glória, e venha a perder as boas obras já feitas, por não ter levado até o fim o que começou”.

18-São João Paulo II: “As virtudes domésticas, que se baseiam no respeito profundo da vida e da dignidade do ser humano e concretizam-se na compreensão, na paciência, no encorajamento e no perdão mútuo, dão à comunidade familiar a possibilidade de viver a primeira e fundamental experiência de paz”.

19-Papa Francisco: “Jesus fez uma promessa que é garantia de vitória: «É pela vossa constância que alcançareis a salvação» (v. 19). Quanta esperança há nestas palavras! Elas são um hino à esperança e à paciência, ao saber esperar os frutos seguros da salvação”.

20-A Palavra: “Exorto-vos, pois – prisioneiro que sou pela causa do Senhor – que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados, com toda a humildade, mansidão, e paciência. Suportai-vos caridosamente uns aos outros. Esforçai-vos por conservara unidade do Espírito no vínculo da paz (Ef 4,1-3)”.

21-Sâo Cipriano: “O fato de sermos cristãos exige que tenhamos fé e esperança, mas a paciência é necessária para que elas possam dar seus frutos”.

22-Papa Francisco: “Para anunciar o Evangelho, são necessárias duas virtudes: a coragem e a paciência. Eles [os cristãos que sofrem] estão na Igreja da paciência”.

 

 

 

 

31 de julho de 2014 at 7:43 Deixe um comentário

Oração à Sagrada Família – para os irmãos de língua espanhola

PAPA FRANCISCO

Oración a la Sagrada Familia*

Jesús, María y José
en vosotros contemplamos
el esplendor del verdadero amor,
a vosotros, confiados, nos dirigimos.

Santa Familia de Nazaret,
haz también de nuestras familias
lugar de comunión y cenáculo de oración,
auténticas escuelas del Evangelio
y pequeñas Iglesias domésticas.

Santa Familia de Nazaret,
que nunca más haya en las familias episodios
de violencia, de cerrazón y división;
que quien haya sido herido o escandalizado
sea pronto consolado y curado.

Santa Familia de Nazaret,
que el próximo Sínodo de los Obispos
haga tomar conciencia a todos
del carácter sagrado e inviolable de la familia,
de su belleza en el proyecto de Dios.

Jesús, María y José,
escuchad, acoged nuestra súplica.

 

* Ángelus, 29 de diciembre de 2013

30 de julho de 2014 at 21:16 Deixe um comentário

30 de julho de 2014 at 8:10 Deixe um comentário

O Papa Francisco e as Crianças

 

PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO
ÀS CRIANÇAS NUM ENCONTRO PROMOVIDO
PELO PONTIFÍCIO CONSELHO PARA A CULTURA

Sala Paulo VI
Sábado, 31 de Maio de 2014

 

Vós da orquestra sois hábeis, e também vós que entoastes a canção! Sois hábeis. Obrigado! [aplauso].

Vós oferecestes-me alguns presentes. Um era com a terra das catacumbas. Foste tu que mo deste?

Sim, eu!

Tu, eis! E o outro presente que me destes é uma planta. Quem trouxe a planta? … uma planta. E dissestes-me: «É a planta da luz…» — como era isto? A planta da luz, para fazer um mundo… não ouço…

…melhor!

Melhor! Aqui dentro há um pouco de terra das catacumbas…

…das Catacumbas de São Januário!

São Januário! São as mais importantes, não?

Sim!

Porque se encontram em Nápoles, não? [ri, riem]. Sois espertos, vós napolitanos! Mas diz-me: as catacumbas encontram-se na praia, à luz do sol?

Não!

Não. Onde se encontram as catacumbas?

Debaixo da terra.

Debaixo da terra. E nas catacumbas há luz?

Não!

O que há nelas?

A escuridão.

A escuridão. Mas vós trouxestes-me um pouco da terra da escuridão… E o que significa esta terra da escuridão? Que significa esta terra da escuridão? Quem sabe? Quem sabe responder-me? Por que motivo me trouxestes a «terra da escuridão»? Alto… mais alto, pois não consigo ouvir…

Para fazer com que ela se torne luz.

Para fazer com que ela se torne luz. A escuridão é para a luz: quando anoitece, tudo é escuro. Mas nós esperamos as primeiras horas da manhã, quando começa a luz. O que é mais importante — eis a pergunta — a escuridão ou a luz?

A luz!

A luz! E quando nos encontramos na escuridão, o que é importante fazer? Ir…

…até à luz.

…até à luz, procurar…

…a luz.

A luz. Dentro de nós, sempre. Porque a luz nos dá alegria e esperança. E todos nós temos a possibilidade de encontrar a luz?

Sim!

Pois bem, tu respondeste bem! Tu não tens dúvidas! Diz: todos temos a possibilidade?

Sim!

Respondei todos agora: temos a possibilidade?

Sim!

Sim! Porque na luz existem coisas boas, e na luz é possível fazer aquilo que vós me dissestes, quando me oferecestes a planta: fazer com que os frutos nos ajudem a construir um mundo…?

…melhor!

Melhor. E é possível fazer um mundo melhor?

Sim!

Melhor do que este mundo?

Sim!

Sim. E melhor do que o mundo no qual eu vivo?

Sim!

Sim. E como se faz para construir um mundo melhor? Com o ódio, constrói-se com o ódio?

Não!

Bem, diz, diz em voz alta!

Com o amor!

Com o amor. Com o amor. Todos juntos, como irmãos, lutando um ao lado do outro por amor. Por isso, digo-vos algo: quando o apóstolo João, que era um grande amigo de Jesus — muito amigo! — queria dizer quem é Deus, sabeis o que disse? «Deus é amor!». Isto é bonito. Quem é Deus?

É amor!

Mais alto!

Amor!

Deus é amor. Quanto a nós, caminhemos rumo à luz para encontrar o amor de Deus. Mas encontra-se o amor de Deus dentro de nós, inclusive nos momentos obscuros? Está o amor de Deus ali, escondido? Sim, sempre! O amor de Deus nunca nos deixa. Permanece sempre connosco. Temos confiança neste amor?

Sim!

Agradeço-vos esta vossa visita e estou feliz por me encontrar convosco, pelo facto de nos termos encontrado todos juntos. Estou muito contente!

Nós também!

Também vós?

Também nós!

Algum de vós não se sente contente?

Não!

Ah, muito bem! Está bem, está bem…

Todos nós estamos felizes… E gostamos de ti!

Muito obrigado! E agora eu rezarei ao Senhor por vós, para que Ele faça de vós meninos, meninas, adolescentes, jovens, homens e mulheres que façam progredir o amor. Quando o amor de Deus progride, tudo está bem. E agora, gostaria de vos conceder a Bênção. Cada um de vós pense, dentro do seu coração, nas pessoas que ama, para que sejam abençoadas. [Bênção].

Muito bem… Mas há mais uma canção?

Sim…

Então, cantemos mais uma…

30 de julho de 2014 at 8:03 Deixe um comentário

Liturgia das Horas

Vamos todos louvar juntos 
o mistério do amor,
pois o preço deste mundo 
foi o sangue redentor, 
recebido de Maria, 
que nos deu o Salvador. 

Veio ao mundo por Maria, 
foi por nós que ele nasceu. 
Ensinou sua doutrina, 
com os homens conviveu. 
No final de sua vida, 
um presente ele nos deu. 

Observando a Lei mosaica, 
se reuniu com os irmãos. 
Era noite. Despedida. 
Numa ceia:refeição. 
Deu-se aos doze em alimento, 
pelas suas próprias mãos. 

A Palavra do Deus vivo 
transformou o vinho e o pão 
no seu sangue e no seu corpo 
para a nossa salvação. 
O milagre nós não vemos, 
basta a fé no coração. 

Tão sublime sacramento 
adoremos neste altar, 
pois o Antigo Testamento 
deu ao Novo seu lugar. 
Venha a fé por suplemento 
os sentidos completar. 

Ao Eterno Pai cantemos 
e a Jesus, o Salvador. 
Ao Espírito exaltemos, 
na Trindade, eterno amor. 
Ao Deus Uno e Trino demos 
a alegria do louvor.

30 de julho de 2014 at 7:39 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

29/07/2014
Olhemos com maior apreço o trabalho das aias e dos colaboradores domésticos: é um serviço precioso.

29 de julho de 2014 at 9:22 Deixe um comentário

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