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Páscoa seja para nós passagem a uma vida de verdadeiros discípulos

Mosaico do Cristo ressuscitadoMosaico do Cristo ressuscitado

Em mensagem para este período pascal dirigida àqueles que nos acompanham pelo Vatican News, o bispo de Caratinga, MG, Dom Emanuel, nos chama à fraternidade universal, de comunhão, de mansidão, lembrando que no Brasil estamos celebrando a CF-2018 com o lema “Somos todos irmãos”.

Raimundo de Lima – Cidade do Vaticano

Estamos vivendo esta semana a chamada Oitava da Páscoa. Os primeiros oito dias do Tempo pascal constituem a Oitava da Páscoa e cada dia desta semana é celebrado como solenidade do Senhor. Com o Domingo de Páscoa “na ressurreição do Senhor”, que este ano caiu em 1º de abril, teve início o Tempo pascal, que se prolonga por cinquenta dias até o Domingo de Pentecostes.

Somos co-ressuscitados com Cristo

Fé na ressurreição do Salvador e fidelidade renovada ao batismo

Estes cinquenta dias que estamos vivendo são marcados pela alegria profunda dos nossos corações, que é fé na ressurreição do Salvador e fidelidade renovada ao nosso batismo, no qual somos co-ressuscitados com Cristo; o canto do Aleluia, que ressoa repetidamente na liturgia, manifesta o júbilo deste período, diz-nos a introdução litúrgica para o Tempo pascal.

Reconhecer nos irmãos mais fragilizados a presença forte de Cristo

“Que possamos vivenciar essa passagem, essa Páscoa do Senhor também como Páscoa nossa para uma vida mais consagrada a Deus, uma vida de verdadeiros discípulos missionários do Senhor, onde reconhecemos na presença dos irmãos, sobretudo os mais sofredores, os mais fragilizados, reconhecemos essa presença forte de Cristo”: são os votos do bispo de Caratinga – MG, Dom Emanuel Messias de Oliveira, para este período pascal que estamos vivendo.

Campanha da Fraternidade 2018: “Somos todos irmãos”

Em sua mensagem de Páscoa para aqueles que nos acompanham pelo Vatican News, o bispo de Caratinga nos chama à fraternidade universal, de comunhão, de mansidão, lembrando que no Brasil estamos celebrando a Campanha da Fraternidade deste ano com o lema “Somos todos irmãos”.

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18 de abril de 2018 at 5:58 Deixe um comentário

«Eis o dia que o Senhor fez, dia de festa e de alegria» (Sl 117,24) – reflexão de Santo Epifânio de Salamina

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O Sol da justiça (Mal 3,20), desaparecido há três dias, ergue-Se hoje e ilumina toda a criação: Cristo, que esteve no túmulo três dias, existia antes de todos os séculos! Ele rebenta a terra como uma vinha e enche de alegria toda a terra habitada. Fixemos os nossos olhos no nascer de um sol que nunca conhecerá o poente; façamos avançar o dia e enchamo-nos da alegria desta luz!

As portas dos infernos foram quebradas por Cristo, os mortos erguem-se como que de um sono. Cristo levanta-Se, Ele que é a ressurreição dos mortos, e vem despertar Adão. Cristo, ressurreição de todos os mortos, levanta-Se e vem libertar Eva da maldição. Cristo levanta-Se, Ele que é a ressurreição, e transfigura com a sua beleza aquilo que estava sem beleza nem brilho (Is 53,2). Como alguém que dormia, Cristo acordou e desfez todas as manhas do inimigo. Ele ressuscitou e dá alegria a toda a criação; ressuscitou e esvaziou a prisão do inferno; ressuscitou e transformou o corruptível em incorruptível (1Cor 15,53). Cristo ressuscitado estabeleceu Adão na incorruptibilidade, na sua dignidade original.

Em Cristo, a Igreja torna-se hoje num novo céu (Ap 21,1), um céu mais belo de contemplar do que o sol que nós vemos. O sol que vemos todos os dias não se pode comparar com esse Sol; tal como um servo cheio de respeito, eclipsou-se diante dele quando O viu suspenso da cruz (Mt 27,45). É desse Sol que o profeta diz: «O Senhor, Sol da justiça, ergueu-Se para os que O temem» (Mal 3,20). [..]. Por Ele, Cristo, Sol de justiça, a Igreja torna-se um céu resplandecente de muitas estrelas, saídas da piscina baptismal para uma nova luz. «Eis o dia que o Senhor fez; exultemos e rejubilemos nele» (Sl 117,24), transbordantes de divina alegria.

Fonte: Evangelho Quotidiano

19 de abril de 2017 at 5:41 Deixe um comentário

«Pelo Cordeiro imolado, passamos da morte à vida»

Da Homilia de Melitão de Sardes, bispo, sobre a Páscoa
(Cap. 2-7, 100-103: SC 123, 60-64. 120-122) (Sec. II)

Ficai sabendo, caríssimos: o mistério pascal é um mistério antigo e novo, transitório e eterno… É mistério antigo em relação à Lei, novo em relação à Palavra encarnada; é transitório na sua figura, eterno pela graça… Com efeito, passou a figura e apareceu a realidade perfeita… Por consequência, a imolação da ovelha, a celebração da Páscoa e a escritura da Lei tiveram a sua perfeita realização em Jesus Cristo; porque tudo o que acontecia na antiga Lei se referia a Ele, e mais ainda na ordem nova, para Ele tudo converge.

Com efeito, a Lei fez-se Palavra e, sendo antiga, tornou-se nova. […] O Senhor, sendo Deus, fez-Se homem e, tendo sofrido em vez do enfermo… ressuscitou dos mortos e exclamou com voz poderosa: Quem ousará condenar-Me?… Eu libertei o condenado, dei a vida ao morto, ressuscitei o que estava sepultado. […]

Vinde, portanto, todas as nações da terra oprimidas pelo crime, e recebei a remissão dos pecados. Eu sou o vosso perdão, a Páscoa da salvação, o cordeiro por vós imolado, a água que vos purifica, a vossa vida, a vossa ressurreição, a vossa luz, a vossa salvação, o vosso rei. Eu vos elevarei até às alturas dos Céus; Eu vos ressuscitarei e vos mostrarei o Pai que está nos Céus; Eu vos exaltarei pela minha mão direita.

Fonte: Vaticano

6 de abril de 2015 at 9:25 Deixe um comentário

Páscoa da Ressurreição – Eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual Ele devia Ressuscitar dos mortos – São João 20, 1-9 – Dia 05 de abril

  1. No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.
  2. Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!
  3. Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.
  4. Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
  5. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou.
  6. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.
  7. Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.
  8. Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.
  9. Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.

O Sepulcro Vazio

“O sepulcro, testemunha muda da Ressurreição, falará. A pedra rolada, o interior vazio, as ligaduras por terra, eis o que verá João, quando chegar ao sepulcro juntamente com Pedro: “Viu e acreditou” (Jo 20, 8). E com ele acreditou a Igreja”. (Liturgia do Vaticano – 2000)

O Catecismo (§640) ensina que o sepulcro vazio “foi o primeiro passo para o reconhecimento do fato da Ressurreição. Foi primeiro, o caso das santas mulheres, depois o de Pedro. «O discípulo que Jesus amava» (Jo 20, 2) afirma que, ao entrar no sepulcro vazio e ao descobrir «os lençóis no chão» (Jo 20, 6), «viu e acreditou”.

“Pois eis que o rei, descido à região da morte, àqueles que o esperavam conduz à nova sorte. Por sob a pedra posto, por guardas, vigiado, sepulta a própria morte Jesus ressuscitado”. (Liturgia das Horas)

Jesus Ressuscitou! Aleluia!

O Papa Francisco explicou: “Jesus, o crucificado, Ressuscitou!” É este o acontecimento que está na base da nossa fé e da nossa esperança; se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja veria esgotar-se o seu ímpeto, porque foi dali que partiu e é sempre daqui que de novo parte”. (Abril de 2014)

A Palavra diz: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”. (1 Cor 15, 14)

Santo Atanásio disse: “Não era suficiente que o Filho de Deus tivesse encarnado. para levar a cumprimento o plano divino da salvação universal, era preciso que Ele morresse e fosse sepultado: Só assim toda a realidade humana teria sido aceita e, mediante a sua morte e ressurreição ter-se-ia manifestado o triunfo da vida, o triunfo do amor; ter-se-ia demonstrado que o amor é mais forte do que a morte”.

A Palavra diz: Jesus “acrescentou: É necessário que o Filho do homem padeça muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas. é necessário que seja levado à morte e que ressuscite ao terceiro dia”. (Lc 9, 22)

O Papa Francisco disse que a ressurreição de Cristo nos “leva a viver com maior confiança as realidades diárias, a enfrentá-las com coragem e compromisso…A Ressurreição de Cristo é a nossa força!” (Dezembro de 2013)

“Senhor Jesus, a vossa cruz é inseparável da vossa ressurreição. Concedei-nos também a nós sempre a certeza de que, no profundo do nosso coração, inclusive a nossa morte não é uma porta que se fecha, mas que através da mesma morte cada um de nós entra convosco na eterna plenitude da vida”. (Cardeal Camillo Ruini-2000)

“Desdobra-se no céu a rutilante aurora. Alegre, exulta o mundo; gemendo, o inferno chora…Da região da morte cesse o clamor ingente: ‘Ressuscitou!’ Exclama o anjo refulgente. Jesus, perene páscoa, a todos alegrai-nos. Nascidos para a vida, da morte libertai-nos. Louvor ao que da morte ressuscitado vem, ao Pai e ao Paráclito eternamente. Amém”. (Liturgia das Horas)

Conclusão

O Catecismo (§561) ensina: “Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: seus silêncios, seus milagres, seus gestos, sua oração, seu amor ao homem, sua predileção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício total na cruz pela redenção do mundo, sua ressurreição constituem a atuação de sua palavra e o cumprimento da revelação”.

Oração  

Jesus amado, eu creio que Tu nos oferece em cada situação de dor, a certeza de sermos agraciados com os frutos da Tua Ressurreição. Nós te louvamos Senhor, porque Tu ressuscitaste e por isso podemos contar com tantas situações de vida nova: a alegria, a vitória, a paz, a reconciliação, o amor verdadeiro, a prosperidade, a fidelidade, a esperança, a justiça, a cura, a libertação, a Igreja, o perdão dos pecados, a Eucaristia, os demais sacramentos, a intercessão dos santos, a maternidade de Maria, a vida eterna. Amém. Obrigado, Senhor!

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

31 de março de 2015 at 10:47 Deixe um comentário

22 de abril de 2014 at 14:06 Deixe um comentário

Alegremo-nos! Cristo Ressuscitou!

20 de abril de 2014 at 9:48 Deixe um comentário

Páscoa – Liturgia das Horas

 

V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio. R. Socorrei-me sem demora. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.Aleluia.
Hino

Às núpcias do Cordeiro em brancas vestes vamos. Transposto o mar Vermelho, ao Cristo Rei cantamos.
Por nós no altar da cruz seu corpo ofereceu. Bebendo deste sangue, nascemos para Deus.
Seu sangue em nossas portas afasta o anjo irado. Das mãos dum rei injusto seu povo é libertado.
O Cristo, nossa Páscoa, morreu como um Cordeiro. Seu corpo é nossa oferta, Pão vivo e verdadeiro.
Ó vítima verdadeira, do inferno a porta abris, livrais o povo escravo, dais vida ao infeliz.
Da morte o Cristo volta, a vida é seu troféu. O inferno traz cativo e a todos abre o céu.
Jesus, Pascal Cordeiro, em vós se alegra o povo, que, livre pela graça, em vós nasceu de novo.
A glória seja ao Cristo da morte vencedor. Ao Pai e ao Santo Espírito o nosso igual louvor.

20 de abril de 2014 at 9:46 Deixe um comentário

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