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Dia de oração pela santificação dos sacerdotes

Sacerdotes

O Papa São João Paulo II dedicou esse dia para ser a Jornada de oração pela santificação dos sacerdotes. O povo de Deus é chamado a rezar pelos seus padres.

Cardeal Orani João Tempesta – Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

O mês de junho é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e neste dia 19 celebramos a Festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus. Essa é uma data móvel em que sempre é celebrada na segunda sexta feira após a solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Toda primeira sexta-feira de cada mês celebramos a Missa Votiva do Sagrado Coração de Jesus, sempre com o grupo do Apostolado da Oração reunindo-se diante do Santíssimo Sacramento e rezando pela Igreja, pelo Papa, Bispos e Padres, além das intenções particulares de cada um, bem como pelas intenções enviadas todos os meses pelo Santo Padre, o Papa Francisco. É um dia dedicado a Oração e pedir sempre forças ao Sagrado Coração de Jesus para que possamos amar como ele amou e ter o nosso coração sempre ardente do desejo de estar perto dele. O Papa São João Paulo II dedicou esse dia para ser a Jornada de oração pela santificação dos sacerdotes. O povo de Deus é chamado a rezar pelos seus padres.

Como é tradição em nossa arquidiocese, no dia anterior à festa, neste ano, dia 18 de junho, quinta-feira, pela plataforma ZOOM, tivemos às 9hs, o Encontro Arquidiocesano do Clero para o dia de Santificação dos Sacerdotes, que teve como pregador Dom Frei Alano Maria Pena, OP, arcebispo Emérito de Niterói. Depois da conferência de dom Alano Maria Pena tivemos a Hora Santa e Bênção do Santíssimo Sacramento direto da Capela Nossa Senhora da Conceição no Palácio São Joaquim – com o canto do Hino do Congresso Eucarístico do Rio de Janeiro e o Tantum ergo com a melodia do Pe. Carlos Henrique.

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus a fazemos toda primeira sexta-feira de cada mês do ano e neste ano neste dia 19 de junho celebraremos a sua festa litúrgica. No dia do Sagrado Coração de Jesus somos convidados a rezar pela Igreja de maneira geral e por todos os padres em especial, rezar pela “Santificação do Clero”, pedindo que tenhamos sacerdotes Santos e que possam viver em tudo, nas suas ações e gestos o amor de Jesus. Instituído pelo Papa São João Paulo II em 1995, a iniciativa nos sugere e motiva a rezarmos de forma especial neste dia por aqueles que foram chamados ao ministério ordenado.

Neste dia 19 somos convidados a tirar um tempo do nosso dia e rezar por todos os sacerdotes, seja um terço, uma Ave Maria, e poderemos acompanhar as Missas pela televisão, internet e rádio, já que ainda não poderemos estar fisicamente nas Igrejas.

Pedir que passe logo essa pandemia para que possamos estar juntos em nossas Igrejas, com nossos padres, rezando e agradecendo a Deus. Agradecendo a Deus por tantos sacerdotes que mesmo em meio a Pandemia do Corona vírus não medem esforços para atender os seus fiéis, dando-lhes atenção e carinho necessários.

Enfim, que neste dia do Sagrado Coração de Jesus possamos agradecer a todos os Padres que dão o seu “Sim” a Deus e com alegria servem a Igreja e o povo de Deus. E que nunca faltem sacerdotes “Santos” para servirem o povo de Deus. E que o coração de cada sacerdote possa “arder de amor” como o coração de Jesus”.

Neste dia vamos incessantemente rezar por aqueles sacerdotes que se encontram enfermos, seja no hospital ou em casa para que logo recuperem a saúde e possam voltar a servir o povo de Deus. Aqueles que porventura tenham contraído o Corona vírus para que tenham o pronto restabelecimento e possam servir o povo de Deus. Rezemos pelos padres Idosos, que devido à idade não exercem mais como desejariam o ministério, para que se conformem e agradeçam por tantos anos terem servido o ministério sacerdotal. E agradece-los por terem servido com tanto amor por muitos anos o ministério sacerdotal.

Rezemos pelos sacerdotes que já morreram e que serviram a Deus com amor no ministério enquanto aqui estavam, para que possam no “Reino dos Céus” junto de Deus, contemplando a Eucaristia presencialmente. Lembro dos três sacerdotes de nossa amada Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro que, recentemente, faleceram em decorrência da COVID – 19, particularmente do Reverendo Padre Marcos Vinício Miranda Vieira, cujo sétimo dia iremos celebrar no dia 20 de junho, e que aos 52 anos de idade e 24 anos de sacerdócio foi um zeloso pastor e amou com devotamento e empenho apostólico o povo de Deus da amada Paróquia de São João Batista, em Rio das Pedras. Deus acolha a sua boníssima alma e a de todos os sacerdotes falecidos desde a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus de 2019 até o presente momento. Que o Cristo, Sumo e Bom Pastor, proveja a nossa Arquidiocese de santas vocações e santos sacerdotes para a grei do Senhor!

Portanto neste dia do Sagrado Coração de Jesus elevemos uma prece especial por todos os sacerdotes, para que sejam Santos em seus atos e ações que nunca falte no coração deles o “amor” a Jesus e a Igreja. Sempre possa arder no coração deles, o chamado de quando aderiram a vocação e esse chamado possa se renovar a cada dia. Que todos os dias o Sacerdote possa dizer o “Sim” a Deus e a Igreja, mesmo em meio as dificuldades.

Rezemos nesse dia também pelo Santo Padre o Papa Francisco, por mim, vosso indigno servo, pelos nossos bispos auxiliares e eméritos, pelos Bispos que possam ser fiéis ao seu chamado e ter forças para governar a Igreja como sucessores dos apóstolos. E por todos nós que somos Igreja, que possamos na medida do possível ajudar os nossos sacerdotes no caminho da santidade.

Portanto neste dia 19 de junho possamos reservar um tempo do nosso dia, já que em muitos lugares não poderemos ir à Igreja fisicamente. Reservar um tempo para rezar um terço, uma Ave Maria e acompanhar as Missas pelas mídias sociais e assim rezar por nosso clero, pelo Papa e Bispos, para que possam exercer o seu ministério segundo a vontade de Deus e assim caminhar para a santidade segundo o coração de Jesus.

Quem sabe possamos fazer grupos na rede social e juntos rezar nas nossas intenções e na intenção da Igreja para este dia. E rezar sobretudo para que nunca faltem padres, que nunca faltem aqueles que desejam dar o “Sim” a Deus. Que sempre possa ter um sacerdote na sua paróquia, comunidade, para levar o amor de Jesus e a Eucaristia até você. Neste ano reze em especial nessa intenção, que sempre tenhamos sacerdotes disponíveis para servir com amor o povo de Deus.

Por fim rezemos ao Sagrado Coração de Jesus por cada um de nós, para que nunca nos falte a fé e a esperança em dias melhores, que possamos vencer essa Pandemia do Corona vírus e logo possamos estar juntos com nossos padres e nossa comunidade em nossas paróquias. Segue abaixo uma oração para fazermos neste dia do Sagrado Coração de Jesus pedindo por todo o povo de Deus e pela santificação do Clero, em alguma hora do dia faça essa oração pedindo que o Sagrado Coração de Jesus nos encha com seu amor.

Neste dia e na medida do possível, sempre que tivermos oportunidade, rezemos:

Coração de Jesus,

eu confio em vós,

mas aumentai a minha confiança.

Vós dissestes: “Pedi e recebereis”.

Confiando nas vossas promessas,

venho pedir vossa ajuda.

Vós estais mais interessado

em nossa felicidade

que nós mesmos.

Por isso ponho em vosso Coração

os meus pedidos,

as minhas preocupações,

os meus sofrimentos

e as minhas esperanças.

Coração de Jesus,

eu confio em Vós,

mas aumentai a minha confiança.

Jesus, manso e humilde de coração,

fazei meu coração semelhante ao Vosso.

Amém. (Fonte terra Santa).

Peçamos que o Sagrado Coração de Jesus aumente ainda mais a nossa fé e a esperança e que todos os Sacerdotes sejam Santos. Amém !!!

 

28 de junho de 2020 at 5:51 Deixe um comentário

13 de junho de 2020 at 13:57 Deixe um comentário

Sagrado Coração de Jesus, tende piedade de nós!

5 de junho de 2020 at 9:21 1 comentário

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

22 de maio de 2020 at 5:40 Deixe um comentário

Oração de São João paulo II

Totus Tuus ego sum - Ioannes Paulus PP II

18 de maio de 2020 at 19:48 Deixe um comentário

Ayuso: 14 de maio, a oração que faz de nós uma só família

Cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot

Cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot

O presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso comenta a vontade do Papa em acolher a proposta do Alto Comitê para a Fraternidade Humana para um Dia de oração, jejum e de invocação pela humanidade: a pandemia é uma oportunidade para enraizar no nosso futuro o valor da fraternidade e da convivência comum.

Hélène Destombes – Cidade do Vaticano

Não só as Nações Unidas, mas também muitos líderes religiosos, grupos e responsáveis pela vida social e política, estão envolvidos em “um momento de oração e solidariedade”. O cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, retorna à iniciativa que no próximo dia 14 de maio irá ver o Papa Francisco e a Igreja unirem-se ao Dia de oração, jejum e obras de misericórdia lançado pelo Alto Comitê para a Fraternidade Humana. Hélène Destombes perguntou ao cardeal que sinal o Comitê gostaria de enviar ao mundo com este momento de oração:

R. – Parece-me que, com este apelo, o Alto Comitê, para alcançar os objetivos contidos no Documento sobre Fraternidade Humana em prol da paz mundial e da convivência comum, nos convida a reconhecer a dimensão espiritual que, como crentes, mas também como pessoas de boa vontade, podemos perceber nesta profunda convulsão que o mundo está vivendo por causa desta pandemia. Na verdade, todos, independentemente da cultura, situação econômica, fé ou falta de fé religiosa, sentem a imensidade do grito de sofrimento da humanidade, submersa de todos os lados, angustiada e perturbada. Portanto, a benevolente adesão do Papa Francisco, que no Regina Coeli de domingo, 3 de maio, manifestou sua vontade de unir-se a este apelo para o dia 14 de maio, demonstra o caráter universal do momento histórico que diz respeito a todos e a universalidade da resposta interior possível por parte de todos e de cada um.

Entre as várias personalidades que se associaram a este chamado está o secretário-geral das Nações Unidas: é um sinal muito importante enviado ao mundo inteiro e também aos países que permanecem divididos neste momento…

R. – Sim, evidentemente, a preocupação da comunidade internacional, manifestada através desta adesão declarada do secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, já demonstrou que, como seres humanos, somos todos uma só família, estamos todos no mesmo barco e, consequentemente, partindo da fé dos líderes religiosos, através de grupos e responsáveis pela vida social e política, é bom que haja um momento de oração e solidariedade para invocar o fim desta pandemia. Portanto, é um grande prazer saber que até agora há tantas personalidades que já deram o seu apoio, que se manifestarão de forma pessoal e interior, pois, por causa do que estamos vivenciando, não poderemos fazer nenhum tipo de encontro devido ao perigo da propagação do coronavírus.

Qual deve ser o papel das religiões na crise atual, tanto no nível espiritual quanto no humano?

R. – Eu diria que todas as religiões dão um amplo espaço à interioridade e, consequentemente, à interiorização, à qual, voluntariamente ou não, somos forçados. Com nuances e práticas marcadamente diferentes umas das outras, o modo de rezar e a oração nos dispõem, em qualquer caso, a um ato de amor aberto ao bem do outro e à aceitação. E isso não é pouco! Jejum e obras de caridade são atos individuais e comunitários, que exigem verdadeira responsabilidade e consciência da ação a ser empreendida. E isso me parece ser um ponto importante para o “pós-Covid”.

O Alto Comitê para a Fraternidade Humana convida à oração, ao jejum, mas também à participação em obras de misericórdia. Já existem iniciativas comuns?

R. – Sim, aqui e ali há iniciativas comuns desde o início da pandemia. Mas há sobretudo iniciativas silenciosas: viver juntos mesmo estando separados por um certo tempo; cuidar e ajudar os necessitados sem distinção religiosa; compartilhar conhecimentos… são muitas. Na verdade, o Alto Comitê está tentando – com base no “Documento sobre a Fraternidade Humana em prol da Paz mundial e da convivência comum”, assinado pelo Papa Francisco e pelo Grande Imame de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyib – continuar neste caminho de busca da paz também através da solidariedade, para enfrentar a crise humana e humanitária na qual todos nós somos protagonistas e sofremos junto com aqueles que estão sofrendo.  Portanto, eu diria que estamos diante de uma oportunidade única – como diz o próprio título do documento sobre a Fraternidade Humana – à qual o Santo Padre quis aderir sem reservas no dia 14 de maio, que é a de enraizar em nossas respectivas tradições religiosas mais queridas o nome que queremos dar ao nosso futuro! E penso que nosso futuro será um futuro de Fraternidade, de Paz e de Convivência comum.

 

13 de maio de 2020 at 5:47 Deixe um comentário

Sagrado Coração de Jesus, tende piedade de nós!

“Revivemos este momento com grande intensidade espiritual. Também hoje o Senhor nos mostra as suas chagas gloriosas e o seu Coração, fonte ininterrupta de luz e de verdade, de amor e de perdão. O Coração de Cristo! O seu Sagrado Coração deu tudo aos homens: a redenção, a salvação, a santificação. Através do mistério deste Coração ferido, não cessa de se difundir, também sobre os homens e as mulheres da nossa época, o fluxo reparador do amor misericordioso de Deus. Quem aspira à felicidade autêntica e duradoura, unicamente nele pode encontrar o seu segredo. «Jesus, confio em Ti». Esta oração, querida a tantos devotos, exprime muito bem a atitude com que também nós desejamos abandonar-nos confiantes nas tuas mãos, ó Senhor, nosso único Salvador”. (São João Paulo II)

 

1 de maio de 2020 at 5:38 Deixe um comentário

Comunhão espiritual

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Comunhão dos apóstolos, Palaichori

Meu Jesus,
Eu creio que estais presente
no Santíssimo Sacramento do Altar.
Amo-vos sobre todas as coisas,
e minha alma suspira por Vós.
Mas como não posso receber-Vos
agora no Santíssimo Sacramento,
vinde, ao menos espiritualmente,
ao meu coração.
Abraço-me convosco come se já
estivésseis comigo:
uno-me Convosco inteiramente.
Ah! Não permitais que torne a
Separar-me de vós!
(Santo Afonso Maria de Ligório)

 

Aos vossos pés,
ó meu Jesus,
me prostro e vos ofereço
o arrependimento do meu coração
que mergulha no seu nada
na Vossa santa presença
Eu vos adoro no Sacramento do vosso amor, a inefável Eucaristia.
Desejo receber-vos na pobre morada
que meu coração vos oferece.
À espera da felicidade da comunhão sacramental,
quero possuir-vos em Espírito.
Vinde a mim,
ó meu Jesus,
que eu venha a vós.
Que o vosso amor
Possa inflamar todo o meu ser,
para a vida e para a morte.
Creio em vós,
espero em vós.
Amo-vos.
Assim seja.
(Card. Rafael Merry del Val)

(Site do Vatican News)

18 de abril de 2020 at 5:38 Deixe um comentário

JESUS CRISTO RESSUSCITOU! ALELUIA!

Nesses dez anos de existência do Blog Católico Ideeanunciai, agradeço a Deus pela fidelidade dos seguidores. E a bênção da Igreja.

Este Blog abrangeu até o momento 3 milhões e 440 mil visualizações, e acesso de pessoas de mais de 120 países. Uma média de mil visualizações ao dia. Em algumas datas e solenidades da Igreja, as visualizações triplicam. E nas duas últimas Sextas-Feiras Santas (de 2019 e 2020) teve mais de 8 mil visualizações e acesso de pessoas de 30 países.

O Blog tem 7.900 posts publicados. Abaixo está o primeiro post do Blog Ideeanunciai.

Agradecimento especial ao meu filho Vinícius e à minha nora Lívia por terem me ensinado as técnicas do Blog.

E quero agradecer também aos profissionais do WordPress que estão sempre atualizando-se;  e pelo zelo com que administram o blog Ideeanunciai.

E ao meu Senhor e meu Deus, Obrigado! Vós sois o Protagonista!

Obrigada, Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa!

2 de abril de 2010 at 22:27 3 comentáriosEditar

Jo 20,1-9:   “No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro. correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: “tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!”Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte. Então  entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos”.

REFLEXÃO:

Que alegria viver a esperança da Ressurreição!

Páscoa, para nós cristãos, significa a passagem da vida de escravidão para a libertação; da fraqueza para a força; do medo para a coragem; da doença para a cura; do desânimo para a esperança; da tristeza para a alegria; do ódio para o amor; da derrota para a vitória; da divisão para a unidade; do rancor para o perdão;  da indiferença para a solidariedade e da morte para a vida.

Como pudemos perceber, a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo enche de graças  a nossa vida presente, mas muito mais do que isso,  ela nos dá a certeza da salvação eterna.

E o que diz São Paulo sobre isso  em Icor 15, 19? ” Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos de todos os homens, os mais dignos de lástima.”

Com  o batismo,  o  Espírito Santo nos fez experimentar a força da Ressurreição de Cristo,  pois,  sepultou nossos pecados na morte de Cristo e  nos fez ressurgir com Ele para uma vida nova, uma vida de graça.

Busquemos, pois, viver uma vida de santidade orientada pela Palavra de Deus; comendo com Jesus na mesma mesa ( Eucaristia ); crendo verdadeiramente n’Ele.

E para concluir,  o Catecismo da Igreja nos lembra que ” Ressuscitaremos com Cristo, como Cristo e por Cristo”.

Essa é a promessa de Deus para todos nós!

Amém!

Jane Amábile  –  Com. Divino Espírito Santo

12 de abril de 2020 at 4:54 Deixe um comentário

Ó Cruz de Cristo! – Oração do Papa Francisco

Sexta-feira da Paixão na Basílica de São Pedro, em 19/04/2019

Ó Cruz de Cristo, símbolo do amor divino e da injustiça humana, ícone do sacrifício supremo por amor e do egoísmo extremo por insensatez, instrumento de morte e caminho de ressurreição, sinal da obediência e emblema da traição, patíbulo da perseguição e estandarte da vitória.

Ó Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos erguida nas nossas irmãs e nos nossos irmãos assassinados, queimados vivos, degolados e decapitados com as espadas barbáricas e com o silêncio velhaco.

O Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos nos rostos exaustos e assustados das crianças, das mulheres e das pessoas que fogem das guerras e das violências e, muitas vezes, não encontram senão a morte e muitos Pilatos com as mãos lavadas.

Ó Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos nos doutores da letra e não do espírito, da morte e não da vida, que, em vez de ensinar a misericórdia e a vida, ameaçam com a punição e a morte e condenam o justo.

Ó Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos nos ministros infiéis que, em vez de se despojarem das suas vãs ambições, despojam mesmo os inocentes da sua dignidade.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos corações empedernidos daqueles que julgam comodamente os outros, corações prontos a condená-los até mesmo à lapidação, sem nunca se darem conta dos seus pecados e culpas.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos fundamentalismos e no terrorismo dos seguidores de alguma religião que profanam o nome de Deus e o utilizam para justificar as suas inauditas violências.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje naqueles que querem tirar-te dos lugares públicos e excluir-te da vida pública, em nome de certo paganismo laicista ou mesmo em nome da igualdade que tu própria nos ensinaste.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos poderosos e nos vendedores de armas que alimentam a fornalha das guerras com o sangue inocente dos irmãos e que dão de comer aos seus filhos o pão ensanguentado.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos traidores que, por trinta dinheiros, entregam à morte qualquer um.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos ladrões e corruptos que, em vez de salvaguardar o bem comum e a ética, vendem-se no miserável mercado da imoralidade.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos insensatos que constroem depósitos para armazenar tesouros que perecem, deixando Lázaro morrer de fome às suas portas.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos destruidores da nossa «casa comum» que, egoisticamente, arruínam o futuro das próximas gerações.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos idosos abandonados pelos seus familiares, nas pessoas com deficiência e nas crianças desnutridas e descartadas pela nossa sociedade egoísta e hipócrita.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje no nosso Mediterrâneo e no Mar Egeu feitos um cemitério insaciável, imagem da nossa consciência insensível e narcotizada.

Ó Cruz de Cristo, imagem do amor sem fim e caminho da Ressurreição, vemos-te ainda hoje nas pessoas boas e justas que fazem o bem sem procurar aplausos nem a admiração dos outros.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos ministros fiéis e humildes que iluminam a escuridão da nossa vida como velas que se consumam gratuitamente para iluminar a vida dos últimos.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos rostos das religiosas e dos consagrados – os bons samaritanos – que abandonam tudo para faixar, no silêncio evangélico, as feridas das pobrezas e da injustiça.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos misericordiosos que encontram na misericórdia a expressão mais alta da justiça e da fé.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nas pessoas simples que vivem jubilosamente a sua fé no dia-a-dia e na filial observância dos mandamentos.

O Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos arrependidos que, a partir das profundezas da miséria dos seus pecados, sabem gritar: Senhor, lembra-Te de mim no teu reino!

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos Beatos e nos Santos que sabem atravessar a noite escura da fé sem perder a confiança em ti e sem a pretensão de compreender o teu silêncio misterioso.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nas famílias que vivem com fidelidade e fecundidade a sua vocação matrimonial.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos voluntários que generosamente socorrem os necessitados e os feridos.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos perseguidos pela sua fé que, no sofrimento, continuam a dar testemunho autêntico de Jesus e do Evangelho.

Ó Cruz de Cristo, vemos-te ainda hoje nos que sonham com um coração de criança e que trabalham cada dia para tornar o mundo um lugar melhor, mais humana e mais justo.

Em ti, Santa Cruz, vemos Deus que ama até ao fim, e vemos o ódio que domina e cega os corações e as mentes daqueles que preferem as trevas à luz.

Ó Cruz de Cristo, Arca de Noé que salvou a humanidade do dilúvio do pecado, salva-nos do mal e do maligno! Ó Trono de David e selo da Aliança divina e eterna, desperta-nos das seduções da vaidade! Ó grito de amor, suscita em nós o desejo de Deus, do bem e da luz.

Ó Cruz de Cristo, ensina-nos que o amanhecer do sol é mais forte do que a escuridão da noite. Ó Cruz de Cristo, ensina-nos que a aparente vitória do mal se dissipa diante do túmulo vazio e perante a certeza da Ressurreição e do amor de Deus que nada pode derrotar, obscurecer ou enfraquecer. Amém!

10 de abril de 2020 at 5:42 Deixe um comentário

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