Archive for setembro, 2019

Vigésimo Sétimo Domingo do Tempo Comum – Aumenta a nossa fé – São Lucas 17, 5-10 – Dia 06 de outubro de 2019

 

Resultado de imagem para imagem no vaticano de jesus ensinando os apóstolos

“5.Os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta-nos a fé!”. 6.Disse o Senhor: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá”. 7.“Qual de vós, tendo um servo ocupado em lavrar ou em guardar o gado, quando voltar do campo lhe dirá: Vem depressa sentar-te à mesa? 8.E não lhe dirá ao contrário: Prepara-me a ceia, cinge-te e serve-me, enquanto como e bebo, e depois disso comerás e beberás tu? 9.E, se o servo tiver feito tudo o que lhe ordenara, porventura fica-lhe o senhor devendo alguma obrigação? 10.Assim também vós, depois de terdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei: Somos servos como quaisquer outros; fizemos o que devíamos fazer.”*”
Fonte – Bíblia Católica Online

“Reunimo-nos para reavivar em nós a chama do amor e da fé operante e transformadora, que nos compromete com o evangelho de Jesus. O olhar da fé nos mostra o rosto sofrido de homens e mulheres desorientados por injustiças e violências e necessitados do serviço e da missão da Igreja. Neste mês missionário, tenhamos presentes os desafios do Sínodo sobre a Amazônia, que se inicia hoje em Roma”. (Liturgia Diária)

O Papa Francisco disse que “hoje, o trecho do Evangelho começa assim: ‘Os apóstolos disseram ao Senhor: ‘Aumenta-nos a fé!’. Parece-me que todos nós podemos fazer nossa essa invocação. Também nós, como os apóstolos, digamos ao Senhor Jesus: ‘Aumenta-nos a fé!’. Sim, Senhor, a nossa fé é pequena, a nossa fé é fraca, frágil, mas nós a oferecemos a ti como ela é, para que o Senhor a faça crescer”. ( 07 Out. 13 )

O Padre Paulo Bazaglia disse assim: “Ao conviver com o Meste, ver suas ações e ouvir seus ensinamentos, os apóstolos reconhecem os próprios limites. Pedem, por isso, que Jesus lhes aumente a fé. Querem de presente uma fé maior, que os torne capazes de perdoar mais facilmente e fazer coisas maiores”.

O Papa Emérito Bento XVI explicou: “Nós precisamos da Igreja para confirmar a nossa fé e experimentar os dons de Deus: a Sua Palavra, os sacramentos, o apoio da graça e o testemunho do amor”. (31 de outubro de 2012)

Somos servos como quaisquer outros; fizemos o que devíamos fazer.

O Padre Roger Araújo ensinou: “Servimos ao Senhor por aquilo que Ele é: sempre bom, sempre Pai e sempre graça! Podemos não ter nada, entretanto, não vamos esperar de Deus retribuição, porque a única retribuição que não merecemos, mas, agradecemos de coração, é a graça de sermos Seus filhos, tudo mais é acréscimo”.

Conclusão:

“Reconhecer a importância da fé e pedir a Deus esse dom é algo que todos nós, seguidores de Jesus, deveríamos levar em conta. A fé autêntica consegue remover  ou transformar aquilo que,  humanamente falando, parece impossível. Quando estamos impregnados da autêntica fé, pomo-nos a serviço do reino de Deus de forma gratuita e sem remuneração”. (Liturgia Diária)

Oração: (Para pedir a fé – do Beato Paulo VI)

Senhor, creio em Ti. Eu quero crer em Ti. Senhor, faze que minha fé seja plena, sem reservas e que penetre em minha inteligência e em meu modo de julgar as realidades divinas e humanas. Senhor, faze que minha fé seja livre, isto é, que tenha a minha adesão pessoal, aceite as renúncias e os deveres que ela impõe e seja a última instância decisiva de minha pessoa. Creio em Ti, Senhor. Senhor, faze que minha fé seja certa. Certa pela coerência exterior dos motivos e certa pelo testemunho interior do Espírito Santo. Certa por uma luz que lhe dê segurança, por uma conclusão que a tranquilize, por uma assimilação que a faça repousar. Senhor, faze que a minha fé seja forte. Que ela não tema a contradição que surge com os problemas, quando é plena a experiência de nossa vida à vida de luz. Que não tema a oposição de quem a discute, a ataca, a rejeita, a nega; mas que ela se robusteça com a experiência íntima de Tua verdade, resista ao cansaço da crítica, fortaleça-se com a afirmação contínua que vence as dificuldades dentro das quais se desenrola nossa existência terrena. Senhor, faze que minha fé seja cheia de tranquilidade e que dê ao meu espírito paz e alegria, gosto pela oração com Deus e a convivência com os homens, de maneira que, no diálogo com Deus e com o mundo, se irradie a alegria interior de sua posse afortunada.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30 de setembro de 2019 at 5:49 Deixe um comentário

«Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo» – Texto de São jerônimo

«Depois de João ter sido preso, Jesus foi para a Galileia». De acordo com a nossa interpretação, João representa a Lei e Jesus o Evangelho. Com efeito, João disse: «Depois de mim, vai chegar outro que é mais poderoso do que eu» (Mc 1,7), e ainda: «Ele deve crescer e eu diminuir» (Jo 3,30): é assim que ele compara a Lei ao Evangelho. E diz seguidamente: «Eu vos baptizarei em água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo» (Mc 1,8). Jesus veio porque João tinha sido preso. Com efeito, a Lei está encerrada e fechada, já não tem a sua liberdade passada; mas nós passamos da Lei ao Evangelho. […]

«Jesus foi para a Galileia e proclamava a Boa Nova do Reino de Deus» […] Quando eu li a Lei, os profetas e os salmos, nunca ouvi falar do Reino dos céus: somente no Evangelho. Porque foi apenas quando chegou Aquele do qual se diz «o Reino de Deus está no meio de vós» (Lc 17,21) que o Reino de Deus se abriu. […] De facto, antes da chegada do Salvador e da luz do Evangelho, antes de Cristo ter aberto a porta do paraíso ao ladrão (Lc 23,43), todas as almas dos santos iam para a sepultura dos mortos. O próprio Jacob o diz: «Juntar-me-ei, chorando, a meu filho na sepultura» (Gn 37,35). […] Na Lei, Abraão está na sepultura dos mortos; no Evangelho, o ladrão está no paraíso. Não denegrimos Abraão, todos desejamos repousar no seu seio (Lc 16,23); mas preferimos Cristo a Abraão, o Evangelho à Lei.

Lemos que após a ressurreição de Cristo, muitos santos apareceram na cidade santa (Mt 27,53). O nosso Senhor e nosso Salvador pregou na terra e também pregou nos infernos; ao morrer, desceu aos infernos para libertar as almas que aí se encontravam acorrentadas (1Ped 3,18ss).

Fonte: Evangelho Quotidiano

30 de setembro de 2019 at 5:34 Deixe um comentário

Santos Arcanjos, rogai por nós!

Resultado de imagem para santos arcanjos
Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
  • São Miguel. O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. …
  • São Gabriel. O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. …
  • São Rafael. Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus.

29 de setembro de 2019 at 14:46 Deixe um comentário

JMJ 2022: “…a Igreja somos todos a caminho”

 Teresa Folhadela encontra o Papa Francisco no Panamá

Teresa Folhadela encontra o Papa Francisco no Panamá

Teresa Folhadela foi voluntária na Jornada Mundial da Juventude do Panamá neste ano de 2019. Em entrevista testemunha a sua alegria por ter participado no evento e relata o seu encontro pessoal com o Papa Francisco.

Rui Saraiva – Porto

Estudou enfermagem e exerceu durante algum tempo. Mas, trabalha agora numa startup que se dedica a organizações sociais. Teresa Folhadela tem 25 anos e a sua juventude tem sido vivida intensamente na participação ativa em organizações católicas, em particular, as Equipas de Jovens de Nossa Senhora. Teve a oportunidade de ser voluntária na JMJ do Panamá. Em entrevista fala sobre essa experiência e revela a sua alegria por se ter encontrado pessoalmente com o Papa Francisco. Um testemunho rumo à JMJ de 2022.

P: Como surgiu a hipótese de participar na Jornada Mundial da Juventude do Panamá?

R: Faço parte do Secretariado Internacional das Equipas (Jovens de Nossa Senhora) e foi a partir daí que veio um convite dos bispos de Portugal para dois jovens das Equipas.

P: Que tipo de trabalho é que desenvolveu na JMJ do Panamá?

R: O COL que é o Comité Organizador Local está dividido em várias secções. Existem secções de logística, de inscrições, de relações internacionais, de comunicação. Eu estava na parte da logística. Comecei mais na área da saúde, mas fiz um pouco de tudo.

P: Que significado teve para si participar na JMJ?

R: Eu já tinha vivido a JMJ de Cracóvia mas nunca tinha estado como voluntária e realmente é duro. É das 9h às 20h. Mas é muito bom. É um trabalho de formiguinha que ninguém vai reparar. Nos detalhes, no pequenino. Mas eu sinto-me chamada ao pequeno e ao discreto. E é um trabalho no qual ninguém vai reparar. Imagine que o que eu fiz durante muitos dias foi carimbar bilhetes. Os bilhetes com os quais as pessoas podiam entrar nos grandes eventos do Papa, pessoas com lugares específicos. Em mim ninguém reparou, mas se as pessoas não tivessem os carimbos nos bilhetes não conseguiriam entrar. E um exemplo que eu costumo dar é a centralidade de Jesus nas pessoas que estavam no Panamá. Ao meio-dia o COL podia parar para ir à missa.

P: Portanto, dar tempo à oração foi algo que a marcou nesta experiência?

R: Sim. Acho que é sempre a experiência de Marta e Maria. Podemos estar a ser Marta mas se não formos Maria estamos a perder alguma coisa. E havia vezes em que a minha oração era estar 3 horas no Excel. Outra coisa bonita é que nos cruzamos com gente de todo o mundo. Imensos carismas e espiritualidades.

P: Algum episódio que queira partilhar connosco…

R: Nós tínhamos três casas que era onde os voluntários internacionais viviam. E eu dormi numa casa com uma comunidade do Shalom, que é um movimento recente com 37 anos. Vivem muito para missionar os jovens. No Brasil têm imenso impacto e na América Latina. E cantam imenso e são muito carismáticos. O que é um bocadinho diferente da forma como eu vivo o meu amor e a minha oração. E assim consegui ver que tudo se encaixa em Cristo. E todos caminhamos para Cristo. E há uns que vão dar a volta ao mundo e outros que vão sempre pela mesma estrada. Uns que é a cantar que encontram mais Jesus e outros mais no silêncio e no recolhimento. Mas tudo vai dar a Jesus e isso é uma coisa mesmo bonita. E isso é exigente. Mas uma exigência de amor. (…) Por exemplo, nós íamos imensas vezes a pé para o trabalho a rezar o Terço.

P: E como foi acolher depois a notícia de que toda essa graça e a organização de um grande evento vai passar por Lisboa e por Portugal em 2022?

R: Foi espetacular. Foi um dia muito bonito para mim porque além de ter acolhido a notícia também estive com o Papa pessoalmente nessa tarde. Eu já sabia que iam dizer a notícia mas também estava nervosa porque ia ter um momento com o Papa. (…) E fiquei num sítio onde não tinha portugueses à volta. E foi muito giro. (…)

P: E esteve com o Papa…

R: Nessa tarde houve um encontro de voluntários. E eu tive uma graça enorme, que eu ainda não sei muito bem como é que aconteceu. Foi um presente. Eu costumo dizer que os presentes de Deus são chocolates porque eu gosto muito de chocolates… Tive a oportunidade de estar com o Papa. Nesse encontro dos voluntários eu fui uma dos que foram escolhidos para estar com o Papa. Eu disse: Santo Padre posso-lhe dar um abraço? E ele disse: Claro. Supostamente, segundo o protocolo, devia-lhe ter feito uma vénia… E foi muito bom porque é Pedro. E isso para mim foi muito comovente… É Pedro, a mesma pessoa que negou Jesus três vezes e que faz caminho e que faz Igreja. E que tem tantos desafios. Eu já rezava muito pelo Papa e encontrá-lo no Panamá foi mesmo perceber que o Papa é uma pessoa próxima. E isso foi uma coisa que eu aprendi: a Igreja somos todos a caminho.

P: Alguma expectativa especial para a JMJ de Lisboa?

R: Eu acho que a Jornada de Lisboa, como o Papa pediu, tem de ser uma Jornada missionária. E Portugal é ponte para países africanos e um país onde todos se sentem acolhidos. E eu tenho muita expectativa sobre como um país europeu acolhe, mesmo nestas questões das migrações que é um tema tão europeu. Todos cabem na mesa do Senhor. E também alguma expectativa sobre como viver a Laudato Sí nas JMJ.
Teresa Folhadela, viveu intensamente a JMJ do Panamá em 2019 como voluntária. Um primeiro testemunho de jovens portugueses rumo à JMJ de Lisboa em 2022.

Laudetur Iesus Christus

29 de setembro de 2019 at 5:39 Deixe um comentário

« Jesus subiu ao monte para rezar e passou a noite em oração a Deus» – Comentário de Santa Teresa de Calcutá

Resultado de imagem para imagem da santa teresa de calcutá

Os contemplativos e os ascetas de todos os tempos e de todas as religiões sempre procuraram a Deus no silêncio e na solidão dos desertos, das florestas e das montanhas. O próprio Jesus viveu quarenta dias em absoluta solidão, passando longas horas num coração a coração com o Pai, no silêncio da noite. Nós também somos chamados a retirar-nos a espaços para um silêncio mais profundo, para um isolamento com Deus; a estar a sós com Ele, não com os nossos livros, os nossos pensamentos, as nossas recordações, mas num despojamento perfeito; a permanecer na sua presença – silenciosos, vazios, imóveis, expectantes. Não podemos encontrar a Deus no barulho e na agitação. Veja-se a natureza: as árvores, as flores e a erva dos campos crescem em silêncio; as estrelas, a Lua e o Sol movem-se em silêncio. O essencial não é o que nós dizemos, mas o que Deus nos diz e o que Ele diz a outros através de nós. Ele escuta-nos no silêncio; no silêncio fala às nossas almas. No silêncio é-nos dado o privilégio de escutar a sua voz: Silêncio dos olhos. Silêncio dos ouvidos. Silêncio da boca. Silêncio do espírito. No silêncio do coração, Deus falará.

Comentário de Santa Teresa de Calcutá

 

29 de setembro de 2019 at 5:38 Deixe um comentário

Reflexão para o XXVI Domingo do Tempo Comum

“A única força capaz de mudar o coração do rico, fechado em si mesmo, é a Palavra de Deus. Ela tem o poder de abrir os corações!”

“A única força capaz de mudar o coração do rico, fechado em si mesmo, é a Palavra de Deus. Ela tem o poder de abrir os corações!”  (© Biblioteca Apostolica Vaticana)
“Será que também não existem pobres que desejariam usufruir dessas benesses e sonham em ser como um desses ricos? Pessoas vendem seu corpo, sua inteligência para poderem conviver nesse mundo de privilegiados. Deixam-se corromper para isso.” O Evangelho nos apresenta a reflexão de Jesus diante desse quadro. Ele usa a parábola do rico e de Lázaro para nos dar o seu recado.

Padre César Augusto dos Santos SJ – Cidade do Vaticano

A reflexão sobre a primeira leitura da liturgia deste domingo nos coloca no interior de uma sociedade onde um grupo, formado pelos nobres da Samaria (governantes, palacianos, chefes políticos e latifundiários) desfrutava das conquistas militares do rei Jeroboão.

Nesse ambiente surgiu a fala discordante do Profeta Amós que dizia estarem enganados os poderosos ao esperarem o Dia de Javé como um dia de glória. O Dia de Javé será um dia de castigo, culminando com a destruição da própria Samaria e com o exílio de seus moradores. Ele foi claríssimo ao dizer: “o bando dos gozadores será desfeito”.

Eis os motivos: enriquecimento à custa do pobre e “não se preocupar com a ruína do povo”.

Será que também não existem pobres que desejariam usufruir dessas benesses e sonham em ser como um desses ricos? Pessoas vendem seu corpo, sua inteligência para poderem conviver nesse mundo de privilegiados. Deixam-se corromper para isso.

O Evangelho nos apresenta a reflexão de Jesus diante desse quadro. Ele usa a parábola do rico e de Lázaro para nos dar o seu recado. O rico, que nem nome possui, é descrito como alguém que se veste com luxo, usando roupas importadas, se banqueteando diariamente e morando em uma mansão.

Do lado de fora, um sem-teto, Lázaro. Ele via entrar os comensais em traje de festa. Sentia vontade de comer, queria matar a fome, a sede, mas nada lhe era dado. Ao contrário, ainda era incomodado pelos cães que lambiam suas feridas. Era o excluído!

Contudo, Deus – que optou preferencialmente pelos pobres – ao permitir a morte dos dois, acolhe Lázaro em sua casa, enquanto o rico continua em seu fechamento, agora absolutizado pela morte. Neste momento, o nome Lázaro revela seu significado, Deus ajuda, e de fato Deus o ajudou. Enquanto o rico, sem nome, fica agora totalmente ignoto, morto, sepultado e desconhecido!

Dentro da parábola vemos também o resultado, a consequência da atitude surda, absolutamente insensível do rico. O abismo que ele criou, excluindo o pobre de toda e qualquer participação nos bens que ele julgava possuir, volta agora contra ele mesmo. É tão grande que é impossível haver comunicação entre eles. Pior, a inversão foi drástica. Aquele que sempre esteve saciado suplica por uma gota d’água e pede que Lázaro faça isso.

Existe nesse trecho do Evangelho algo que muitas vezes passa despercebido e que não deveria, porque é importante. Quando Abraão fala com o rico, apesar de se dirigir a uma pessoa, usa o plural – “… nem os daí poderiam atravessar até nós.” O rico não está só. Outros o antecederam na ocupação de acumular bens gananciosamente.

Mas o rico faz um segundo pedido a Abraão, que salve os irmãos dele, para que não tenham a mesma sorte. Para isso ele pede a ida de Lázaro à casa deles, para que, vendo um morto, se convertam. Abraão diz ser inútil isso. Para salvá-los, já existe Moisés e os profetas. Veladamente aí está que nem a ressurreição de Jesus irá salvá-los, caso não se abram ao pobre. De fato, quantas pessoas batizadas vivem uma existência surda e insensível em relação aos excluídos! A partilha gera vida, o acúmulo, morte!

A única força capaz de mudar o coração do rico, de ser fechado em si mesmo, é a Palavra de Deus. Ela tem o poder de abrir os corações!

28 de setembro de 2019 at 14:59 Deixe um comentário

#EuApoioOPapa #EuApoioOSínodo

https://mobile.twitter.com/hashtag/EuApoioOSinodo?src=hashtag_click

28 de setembro de 2019 at 13:25 Deixe um comentário

Posts antigos


ADMINISTRADORA DO BLOG:

Jane Amábile

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 315 outros seguidores

Categorias