Posts filed under ‘Santos’

Santo Antônio, rogai por nós!

Igreja de Santo Antônio em Lisboa, Portugal.

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13 de junho de 2019 at 5:38 Deixe um comentário

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!

22 de maio de 2019 at 5:54 Deixe um comentário

Beata Irmã Dulce, o “Anjo bom da Bahia”, será proclamada Santa

Destaque para a Beata Irmã Dulce. Nas fotos abaixo, a Beata Giuseppina Vannini, italiana, que também será Santa

Com o Decreto autorizado pelo Santo Padre reconhecendo o milagre atribuído à intercessão de Irmã Dulce, a Beata será proximamente proclamada Santa em solene celebração de canonizações. Entre outros decretos, destaque também para o que reconhece as virtudes heróicas do Servo de Deus Salvador Pinzetta, Frade Menor Capuchinho nascido em Casca, no Rio Grande do Sul, em 1911, e falecido em Flores da Cunha (RS) em 1972

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco recebeu em audiência esta segunda-feira, 13 de maio, o prefeito do Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu, na qual autorizou o Dicastério vaticano a promulgar os Decretos relacionados:

– ao milagre, atribuído à intercessão da Beata Dulce Lopes Pontes (nome de batismo: Maria Rita Lopes de Sousa Brito), conhecida como Irmã Dulce – “O Anjo bom da Bahia”, recordada por sua obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados. Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, a Beata Irmã Dulce nasceu em Salvador em 26 de maio de 1914 e ali faleceu em 22 de maio de 1992. Irmã Dulce foi beatificada em 22 de maio de 2011 e com este decreto será proclamada Santa proximamenteem solene celebração de canonizações;

– outro Decreto diz respeito ao milagre, atribuído à intercessão da Beata Giuseppina Vannini (nome de batismo: Giulia Adelaide Agata), fundadora das Filhas de São Camilo, nascida em Roma em 7 de julho de 1859 e falecida na capital italiana em 23 de fevereiro de 1911;

– às virtudes heroicas do Servo de Deus Salvador Pinzetta (nome de batismo: Hermínio Pinzetta), religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos; nascido em Casca, no Rio Grande do Sul(Brasil) em 27 de julho de 1911 e falecido em Flores da Cunha (RS) em 31 de maio de 1972;

– ao milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Lucia dell’Immacolada (nome de batismo: Maria Ripamonti), Irmã professa do Instituto das Servas da Caridade; nascida em Acquate (Itália) em 26 de maio de 1909 e falecida em Brescia (Itália) em 4 de julho de 1954;

– às virtudes heroicas do Sevo de Deus Giovanni Battista Pinardi, Bispo auxiliar de Turim, nascido em Castagnole Piemonte (Itália) em 15 de agosto de 1880 e falecido em Turim em 2 de agosto de 1962;

– às virtudes heroicas do Servo de Deus Carlo Salerio, Sacerdote do Instituto das Missões Exteriores de Paris, Fundador do Instituto das Irmãs da Reparação; nascido em Milão (Itália) em 22 de março de 1827 e falecido em 29 de setembro de 1870;

às virtudes heroicas do Servo de Deus Domenico Lázaro Castro, Sacerdote professo da Sociedade Maria; nascido em San Adrian de Juarros (Espanha) em 10 de maio de 1877 e falecido em Madri em 22 de fevereiro de 1935;

– às virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Eufrasia Iaconis (nome de batismo: Maria Giuseppina Amalia Sofia), Fundadora da Congregação das Filhas da Imaculada Conceição; nascida em Casino de Calabria, hoje Castelsilano (Itália) em 18 de novembro de 1867 e falecida em Buenos Aires (Argentina) em 2 de agosto de 1916.

14 de maio de 2019 at 19:43 Deixe um comentário

São José Operário, rogai por nós!

“Quando o trabalho é um prazer, a vida é alegria. Quando o trabalho é um dever, a vida é escravidão.” Máximo Gorki

No dia primeiro de maio a Igreja aponta-nos São José como o modelo de trabalhador em todas as espécies; e de modo especial também Jesus, pois o Mestre passou Sua juventude na carpintaria do seu pai adotivo e legal. Isso para nos mostrar a grandeza, dignidade e importância do trabalho. O Filho de Deus humanado trabalhou com mãos humanas. São Paulo disse aos tessalonicenses que “quem não quer trabalhar que não coma”.

José e Jesus foram executores de um trabalho braçal, simples e rude, para nos ensinar que todo trabalho é digno, bom e santificador. São José Maria Escrivá de Balaguer, criou o “Opus Dei” com a meta: “santificar o trabalho e ser santificado por ele”. Como disse Confúcio, “o trabalho é a sentinela da virtude”, e os santos disseram que “o ócio é a oficina do diabo”.

A preguiça gera muita dor. A lei do trabalho é uma lei de Deus, e quem a desobedece sofre e faz outros sofrerem: “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado…” (Gn 3,19).

Fonte: Site Cleofas

1 de maio de 2019 at 5:43 Deixe um comentário

Dom Angelelli, dois sacerdotes e um leigo beatificados na Argentina

Dom Enrico Angelo Angelelli Carletti será beatificado neste sábado, na Argentina
Foram beatificados neste sábado em La Rioja, Dom Henrique Angelelli, “Bispo dos Pobres”, e seus três colaboradores mártires, vítimas da ditadura militar argentina. Incorporaram perfeitamente os ditames do Concílio Vaticano II e foram mortos por causa de sua atividade consciente de promover a justiça cristã, disse o cardeal Angelo Becciu na homilia da cerimônia de beatificação.

Roberta Barbi – Cidade do Vaticano

Beatos por estarem sempre “prontos para responder a qualquer um que pedisse a razão de sua esperança” e por darem “um heroico testemunho cristão”, culminando no sacrifício final de si mesmos, coroado pelo martírio. Assim o cardeal Angelo Becciu apresentou à multidão que participou da Missa de beatificação na manhã deste sábado em La Rioja, Dom Enrico Angelelli Carletti, padre Gabriel Longueville, padre Carlos de Dios Murias e Wenceslao Pedernera. Eles foram mortos “in odium fidei”  na Diocese onde atuavam, no verão de 1976.

Os mártires têm uma “grande recompensa no céu”

“Ícone do bom pastor, enamorado de Cristo e do próximo”: assim falou do então bispo de La Rioja, Dom Angelelli Carletti, que soube conquistar ótimos colaboradores e muitas conversões para a Igreja.

Entre os primeiros estão os outros dois padres Beatos: o religioso franciscano Carlos de Dios Murias, que se destacou “pelo espírito de oração e real desapego dos bens materiais”, e Gabriel Longueville, “homem da Eucaristia”. Todos os três foram capazes de compreender e responder aos desafios da evangelização voltados às camadas mais desfavorecidas da população.

Às conversões por seu intermédio, pertence o leigo Pedernera, que se tornou catequista e membro ativo do Movimento Católico Rural. Se, de fato, os primeiros são um exemplo para pastores e sacerdotes de hoje – para que exerçam seu ministério “com ardente caridade, fortes na fé também nas dificuldades, prontos para abraçar a cruz” – este último,  pai de família, fala a todos nós e nos exorta a distinguir-nos “pela transparência da fé” e a nos deixarmos guiar por ela nas decisões mais importantes da vida.

Um clima político “incandescente”

Para melhor compreender o contexto em que os quatro novos Beatos viveram e agiram, o cardeal Becciu, em sua homilia, abordou o tema da perseguição religiosa que derivou da instauração da ditadura militar argentina na década de 1970, que “olhava com suspeita toda forma de defesa da justiça social”.

“Oficialmente, o poder político se professava respeitoso e até mesmo um defensor da religião cristã – explicou o prefeito -, mas na realidade pretendia instrumentalizá-la, pretendendo uma atitude de apoio por parte do clero e passiva por parte dos fiéis”.

Diferentemente, por outro lado, agiram os novos Beatos, que continuaram a professar e testemunhar uma fé que tivesse reflexos na vida concreta, para que “o Evangelho se tornasse o fermento de uma nova humanidade, fundada na justiça, na solidariedade e na igualdade”.

28 de abril de 2019 at 11:46 Deixe um comentário

Tríduo Pascal – Reflexão de São João Paulo II

PAPA JOÃO PAULO II

AUDIÊNCIA GERAL

Quarta-Feira, 7 de Abril de 2004

Convertamos o coração Àquele que, por amor, morreu por nós

1. “Jesus Cristo… rebaixou-se a si mesmo, tornou-se obediente até… à morte de cruz… Por isso mesmo é que Deus o elevou acima de tudo” (Fl 2, 8-9). Ouvimos há pouco estas palavras do hino contido na Carta aos Filipenses. Elas apresentam-nos, de modo essencial e eficaz, o mistério da paixão e morte de Jesus; ao mesmo tempo, faz-nos entrever a glória da Páscoa de ressurreição. Por conseguinte, constituem uma meditação que introduz nas celebrações do Tríduo Pascal, que começa amanhã.

2. Caríssimos Irmãos e Irmãs, preparamo-nos para reviver nos próximos dias o grande mistério da nossa salvação. Amanhã de manhã, Quinta-Feira Santa, em todas as comunidades diocesanas, o Bispo celebra juntamente com o seu presbitério a Missa Crismal, na qual são abençoados os óleos o dos catecúmenos, o dos doentes e o santo Crisma. À noite faz-se memória da Última Ceia com a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. O rito do “lava-pés” recorda que, com este gesto realizado por Jesus no Cenáculo, Ele antecipou o Sacrifício do Calvário, e deixou-nos como nova lei, “mandatum novum”, o seu amor. Segundo uma tradição piedosa, depois dos ritos da Missa em Cena Domini, os fiéis detêm-se em adoração diante da Eucaristia durante a noite. É uma vigília de oração singular, que se relaciona com a agonia de Cristo no Getsêmani.

3. Na Sexta-Feira Santa a Igreja celebra a paixão e morte do Senhor. A assembleia cristã é convidada a meditar sobre o mal e sobre o pecado que oprimem a humanidade e sobre a salvação realizada com o sacrifício redentor de Cristo. A Palavra de Deus e alguns ritos litúrgicos sugestivos, como a adoração da Cruz, ajudam a percorrer as várias etapas da Paixão. Além disso, a tradição cristã deu vida, neste dia, a várias manifestações de piedade popular. Entre elas sobressaem as procissões penitenciais da Sexta-feira Santa e a prática piedosa da “Via Crucis”, que fazem interiorizar melhor o mistério da Cruz.

Um grande silêncio caracteriza o Sábado Santo. De facto, não são previstas liturgias particulares neste dia de expectativa e de oração. Nas Igrejas há um grande silêncio, enquanto que os fiéis, à imitação de Maria, se preparam para o grande acontecimento da Ressurreição.

4. Ao cair da noite de Sábado Santo tem início a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”. Depois de ter abençoado o novo fogo, acende-se o círio pascal, símbolo de Cristo que ilumina cada homem, e ressoa jubiloso o grande anúncio do Exsultet. A Comunidade eclesial, pondo-se à escuta da Palavra de Deus, medita a grande promessa da libertação definitiva da escravidão do pecado e da morte. Seguem-se os ritos do Baptismo e da Confirmação para os catecúmenos, que percorreram um longo itinerário de preparação.

O anúncio da ressurreição irrompe na escuridão da noite e toda a criação desperta do sono da morte, para reconhecer a realeza de Cristo, como realça o hino paulino no qual se inspiram estas nossas reflexões “Para que, ao nome de Jesus, se dobre todo o joelho, os dos seres que estão no céu, e na terra e debaixo da terra e toda a língua proclame Jesus Cristo é o Senhor” (Fl 2, 10-11).

5. Caríssimos Irmãos e Irmãs, estes dias são oportunos como nunca para tornar mais viva a conversão do nosso coração Àquele que por amor morreu por nós.

Deixemos que seja Maria, a Virgem fiel, quem nos acompanha; com ela detenhamo-nos no Cenáculo e permaneçamos ao lado de Jesus no Calvário, para o encontrar por fim, ressuscitado, no dia de Páscoa.

Com estes sentimentos e desejos, formulo os mais cordiais bons votos de feliz Páscoa para vós aqui presentes, para as vossas Comunidades e para os vossos familiares.

17 de abril de 2019 at 5:38 Deixe um comentário

São José Operário

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“Ouvimos ler, no Evangelho, que «José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa» (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: «São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo» (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egipto e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.
Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é «guardião», porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!
Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Gênesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.
Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos «guardiões» da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para «guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!” (Papa Francisco em 19\03\13)

Prefácio: “Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso, e na solenidade de são José, servo fiel e prudente, celebrar os vossos louvores. Sendo ele um homem justo, vós os destes por esposo à Virgem Maria, mãe de Deus, e o fizestes chefe de vossa família, para que guardasse, como pai, o vosso Filho único, concebido do Espírito Santo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos vossa bondade cantando (dizendo) a uma só voz…”

1 de abril de 2019 at 5:36 Deixe um comentário

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