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História de São João Batista – 24 de junho

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São João Batista nasceu milagrosamente em Aim Karim, cidade de Israel que fica a 6 quilômetros do centro de Jerusalém. Seu pai era um sacerdote do templo de Jerusalém chamado Zacarias. Sua mãe foi Santa Isabel, que era prima de Maria Mãe de Jesus. São João Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

A importância de São João Batista

São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. João Batista era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.

Nascimento milagroso de São João Batista

A mãe de João Batista, Santa Isabel, era idosa e nunca tinha engravidado. Todos a tinham como estéril. Mas, então, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias quando este prestava seu serviço de sacerdote no templo e anunciou que Isabel teria um filho e que este deveria se chamar João. Zacarias não acreditou e ficou mudo. Pouco tempo depois, Isabel engravidou como o Anjo havia dito.

Isabel e a Ave Maria

Nesse mesmo tempo, o anjo apareceu também a Maria e anunciou que ela seria a mãe do Salvador. Então, Maria foi visitar Isabel, pois o anjo lhe havia dito que Isabel estava grávida. Quando Maria chegou e saudou Isabel, João mexeu no ventre da mãe e Isabel fez aquela maravilhosa saudação a Maria santíssima: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! De onde me vem que a mãe do meu Senhor me visite? (Lc 1-41-43) Esta saudação de Isabel, inclusive, se tornou parte da oração da Ave Maria.

Vida no deserto

Quando São João Batista ficou adulto, percebeu que chegara sua hora. Então, foi morar no deserto para rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem. Vivendo uma vida extremamente difícil e com muita oração, passou a ser conhecido como profeta, homem enviado por Deus. Ele sempre anunciava a vinda do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão.

O batismo de Jesus

Por causa de seu carisma, algumas vezes o povo pensava que São João Batista era o Messias. Mas ele sempre dizia: Eu não sou o Cristo, eu não sou digno de desatar nem a correia de suas sandálias. (Jo. 1-27). Em outra passagem, ele disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (Jo.1-29) Quando o próprio Jesus, o verdadeiro Salvador, foi ao encontro de João Batista para ser batizado, São João disse: Eu é que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim? (Mt3-14). Mas Jesus confirmou e São João Batista batizou Jesus. Assim Jesus começou sua vida pública.

Prisão e morte de João Batista

Nas pregações de São João ele não poupava o rei local, Herodes Antipas, Rei fantoche de Roma na Peréia e na Galileia. João denunciava a vida adultera do rei. Herodes tinha se unido a Herodíades, sua cunhada. São João Batista denunciava também a vida desregrada de Herodes em seu governo.

São Marcos em seu evangelho narra que Salomé, filha de Herodíades, dançou para Herodes. O rei ficou deslumbrado com ela e disse que daria tudo o que lhe pedisse. Então Salomé fala com sua mãe e pede a cabeça de São João Batista numa bandeja. Herodes, triste, fez como havia prometido diante dos convivas. (Mar 6.14-29)

Devoção a São João Batista

São João Batista é o primeiro mártir da Igreja, e o último dos profetas. Sua festa é celebrada desde o começo da igreja, no dia 24 de junho. Ele é venerado como profeta, santo, mártir, precursor do Messias e arauto da verdade, custe o que custar. Sua representação é mostrada batizando Jesus e segurando um bastão em forma de cruz.

Fonte: Site Cruz Terra Santa

24 de junho de 2017 at 5:09 Deixe um comentário

São José de Anchieta – 09 de junho

Bem-aventurado José de Anchieta

José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo.

Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI. Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.

Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus. Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553.

Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar. Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar. Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo. Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.

José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.

Considerado o “Apóstolo do Brasil”, José de Anchieta foi beatificado em 22 de junho de 1980 pelo Papa João Paulo II, e no dia 3 de abril de 2014 foi declarado santo por intermédio de um decreto assinado pelo Papa Francisco.

São José de Anchieta, rogai por nós!

9 de junho de 2017 at 5:30 Deixe um comentário

Santos Carlos Lwanga e Companheiros – 03 de junho

O catolicismo penetrou vagarosamente na África. Em Uganda, temos o testemunho de Carlos Lwanga e seus companheiros. Este homem era pajem do rei Muanga e professava a fé cristã. Entretanto, o rei decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Ele próprio matou um pajem cristão, usando este sinal como aviso aos outros que professavam a fé. Sendo chefe dos pajens, Carlos Lwanga reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e se prepararam para um final trágico. Nenhum destes jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo.

Carlos Lwanga morreu primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais e alguns queimados vivos. Vinte e dois pajens foram condenados à morte e cruelmente executados. Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado o “padroeiro da juventude africana” em 1934.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

3 de junho de 2017 at 5:22 Deixe um comentário

Oração a Santa Rita de Cássia – 22 de maio

img_20161115_064342367.jpgCasos impossíveis; desentendimentos na família

Ó Deus, todo-poderoso, sabemos que muitas coisas são impossíveis de se resolver apenas pela razão e força dos seres humanos, mas pela fé podem ser solucionadas.Santa Rita, tua serva, sempre desejosa de fazer o bem, alcançou de Ti grandes graças. Ajuda-nos, ó Deus, a imitar a fé e a perseverança de Santa Rita, e se for de Tua vontade, atende a prece que humildemente fazemos (fazer o pedido). Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

22 de maio de 2017 at 6:47 Deixe um comentário

A Basílica italiana que guarda as relíquias de São Brás

Ao sul da Itália, encravado no alto das encostas que avistam o Mar Tirreno, na região da Maratea, encontramos o principal templo de culto católico da região, a Basílica Menor dedicada a São Brás (Biagio, em italiano). Relíquias do santo mártir cristão repousam na igreja desde o ano de 732, quando o santo armênio foi declarado patrono da localidade, mas somente no século XVII é que uma capela foi construída dentro da igreja para abrigar as relíquias veneradas pelo povo católico. Essa capela interna, chamada de “Régia”, abriga hoje um belíssimo busto de São Brás, réplica em prata da imagem original do século XVIII, que foi roubada em 1976.

Em 1940, o Papa Pio XII concedeu à igreja de São Brás de Maratea o título de Basílica Menor. Nos anos de 1960, graças ao esforço da comunidade local, a igreja foi completamente restaurada e hoje é um tesouro arquitetônico pertencente ao povo da região, mas que engrandece toda a Igreja e todos os devotos de São Brás.

Foto de: reprodução.

Afresco da Virgem com o Menino Jesus na Basílica de São Brás.

Afresco da “Virgem com o Menino”,
datado do século XV.

A fachada do templo, em estilo neoclássico, abriga uma pequena imagem, em mármore, do santo protetor da garganta, e ao lado, um pequeno campanário ilustra ainda mais a beleza da pequena basílica. Internamente restam poucas obras de arte de valor artístico, mas destaca-se um afresco da “Virgem com o Menino”, datado do século XV. O sacrário da igreja também tem valor inestimável, e deve ter sido colocado na igreja ainda no século XIV. Afora isso, o grande chamariz da Basílica fica por conta da “Capela Régia”, aquela que abriga as relíquias do santo mártir.

Não muito longe da Basílica, no mesmo Monte Biagio, a comunidade de Maratea fez erguer um belíssimo Cristo Redentor, que com seus 22 metros de altura, e com braços elevados, abençoa todos os que se achegam e vislumbram a belíssima paisagem ao entorno.

Talvez nunca consigamos visitar a Basílica de São Brás de Maratea, mas nos alegra o coração em saber, que pelo mundo afora, o povo católico sabe honrar aqueles que nos precederam na vida de fé!

Para recordar:

São Brás, santo armênio, morreu mártir, ao professar incondicionalmente sua fé em Jesus Cristo. Conta-nos sua legenda que Brás, caminhando para o martírio, teria atendido as preces de uma mãe cujo filho estava engasgado com uma espinha de peixe na garganta. Desde então Brás é invocado em casos de enfermidades de garganta, e todo dia 03 de fevereiro uma benção especial é concedida aos fiéis que participam da Santa Missa.

Texto de Padre Evaldo César de Souza (Site do Santuário de Aparecida)

18 de maio de 2017 at 5:28 Deixe um comentário

São Filipe, apóstolo – 03 de maio


Existe um fato realmente extraordinário na vida São Filipe, natural de Betsaida, na Galileia. Um dia, quando obrigado a reverenciar o deus Marte acendendo-lhe incenso, eis que surge detrás do altar pagão uma cobra que mata o filho do sacerdote-mor e dois dos seus servos. Filipe ressuscitou-os e matou a cobra. Esse milagre de São Filipe originou a conversão de muitas pessoas ao cristianismo.
Existem muito poucas referências à sua vida nas sagradas escrituras. Uma delas conta que foi ele quem perguntou a Jesus, no dia do milagre da multiplicação dos pães, como faria para alimentar tanta gente com tão poucos pães.
Não se sabe exactamente como ou quando Filipe morreu. Mas o mais provável é que tenha sido crucificado aos oitenta e sete anos, por ordem do imperador Domiciano. As suas relíquias estão guardadas numa igreja de Roma, junto com as de São Tiago Menor, e seria por isso que se festejam no mesmo dia esses dois santos apóstolos

3 de maio de 2017 at 5:15 Deixe um comentário

Santo Atanásio, bispo, Doutor da Igreja – 02 de maio

Santo Atanásio foi desterrado cinco vezes por defender a religião. Nasceu na Alexandria, Egipto, no ano de 297. Sendo ainda criança no ano 311, presenciou o martírio do seu bispo Pedro de Alexandria e de outros cristãos, mortos na perseguição que realizaram os pagãos. Soube com alegria que, no ano 313, o imperador Constantino declarava a liberdade religiosa para os cristãos.
Com grandes qualidades para a oratória e uma brilhante inteligência, dedicou-se a preparar-se para o sacerdócio, e sendo diácono foi escolhido como secretário de Alexandre, arcebispo de Alexandria. Aos 23 anos escreveu seu primeiro livro sobre a Encarnação de Jesus Cristo.

Naquele tempo apareceu em Alexandria um herege chamado Ario, que negava a natureza divina de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Atanásio  dedicou-se a combater este heresia. Colaborou para que os bispos do mundo se reunissem para discutir sobre esta heresia que tanto dano estava causando à Igreja.

Fonte: Evangelho Quotidiano

2 de maio de 2017 at 5:11 Deixe um comentário

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