Posts tagged ‘família’

Família – Vocação ao amor – para os irmãos de língua polonesa

87. Kościół jest rodziną rodzin, stale wzbogacającą życie wszystkich kościołów domowych. W związku z tym, „na mocy sakramentu małżeństwa każda rodzina staje się dobrem dla Kościoła, ze wszystkimi tego skutkami. W tej perspektywie z pewnością cennym darem dla Kościoła będzie dzisiaj rozważenie wzajemnego oddziaływania rodziny i Kościoła: Kościół jest dobrem dla rodziny, rodzina jest dobrem dla Kościoła. Strzeżenie sakramentalnego daru Pana spoczywa nie tylko na pojedynczej rodzinie, ale także na całej wspólnocie chrześcijańskiej”.

88. Miłość przeżywana w rodzinach jest nieustanną mocą dla życia Kościoła. „Cel jednoczący małżeństwa jest nieustannym wezwaniem do rozwijania i pogłębienia tej miłości. Zjednoczeni w miłości małżonkowie doświadczają piękna ojcostwa i macierzyństwa; dzielą między sobą plany i trudy, pragnienia i zmartwienia; uczą się wzajemnej troski i wzajemnego przebaczenia. W tej miłości świętują swe chwile szczęśliwe i wspierają się w trudnych przejściach dziejów swego życia. […] Piękno wzajemnego daru jest bezinteresowne, radość z powodu rodzącego się życia i pełna miłości opieka wszystkich członków rodziny, od małych dzieci do starców, to tylko niektóre z owoców, które czynią wyjątkową i niezastąpioną odpowiedź na powołanie rodziny”, zarówno dla Kościoła jak i dla całego społeczeństwa.

AMORIS LAETITIA OJCA ŚWIĘTEGO FRANCISZKA

24 de agosto de 2016 at 5:35 Deixe um comentário

A Vocação para a vida em família

A FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS

35. O discernimento da vocação da família, na multiplicidade das situações que pudemos encontrar na primeira parte, tem necessidade de uma orientação segura para o caminho e para o acompanhamento. Esta bússola é a Palavra de Deus na história, que culmina em Jesus Cristo «Caminho, Verdade e Vida» para cada homem e mulher que constituem uma família. Por conseguinte, pomo-nos à escuta daquilo que a Igreja ensina sobre a família, à luz da Sagrada Escritura e da Tradição. Estamos convictos de que esta Palavra corresponde às mais profundas expectativas humanas de amor, verdade e misericórdia, despertando potencialidades de dom e de acolhimento inclusive nos corações feridos e humilhados. Nesta luz, nós acreditamos que o Evangelho da família começa com a criação do homem à imagem de Deus, que é amor e chama o homem e a mulher ao amor, segundo a sua semelhança (cf. Gn 1, 26-27). A vocação do casal e da família à comunhão de amor e de vida perdura em todas as etapas do desígnio de Deus, não obstante os limites e os pecados dos homens. Esta vocação está fundamentada desde o princípio em Cristo redentor (cf. Ef 1, 3-7). Ele restaura e aperfeiçoa a aliança matrimonial das origens (cf. Mc 10, 6) e cura o coração humano (cf. Jo 4, 10), conferindo-lhe a capacidade de amar como Ele ama a Igreja, oferecendo-se por ela (cf. Ef 5, 32).

36. Esta vocação recebe a sua forma eclesial e missionária do vínculo sacramental, que consagra o relacionamento conjugal indissolúvel entre os esposos. O intercâmbio do consenso, que a institui, significa para os esposos o compromisso de doação e acolhimento recíprocos, totais e definitivos, «numa só carne» (Gn 2, 24). A graça do Espírito Santo faz da união dos esposos um sinal vivo do vínculo de Cristo com a Igreja. Assim a sua união torna-se, durante a vida inteira, uma nascente de graças múltiplas: de fecundidade e de testemunho, de cura e de perdão. O matrimônio realiza-se na comunidade de vida e de amor, e a família faz-se evangelizadora. Tornando-se seus discípulos, os esposos são acompanhados por Jesus no caminho de Emaús, reconhecem-no ao partir o pão e voltam para Jerusalém à luz da sua ressurreição (cf. Lc 24, 13-43). A Igreja anuncia à família o seu vínculo com Jesus, em virtude da encarnação pela qual Ele faz parte da Sagrada Família de Nazaré. A fé reconhece no vínculo indissolúvel dos esposos um reflexo do amor da Trindade divina, que se revela na unidade de verdade e misericórdia proclamada por Jesus. O Sínodo torna-se intérprete do testemunho da Igreja, que dirige ao povo de Deus uma palavra sobre a verdade da família segundo o Evangelho. Nenhuma distância impede que a família seja alcançada por esta misericórdia e sustentada por esta verdade.

Texto do  Relatório final do Sínodo dos Bispos (24\10\15)

17 de agosto de 2016 at 5:14 Deixe um comentário

O amor na expectativa própria da gravidez -texto do Papa Francisco

168. A gravidez é um período difícil, mas também um tempo maravilhoso. A mãe colabora com Deus, para que se verifique o milagre duma nova vida. A maternidade surge duma «particular potencialidade do organismo feminino, que, com a sua peculiaridade criadora, serve para a concepção e a geração do ser humano». Cada mulher participa do «mistério da criação, que se renova na geração humana». Assim diz o Salmo: Senhor, «formaste-me no seio de minha mãe» (Sl 139/138, 13). Cada criança, que se forma dentro de sua mãe, é um projeto eterno de Deus Pai e do seu amor eterno: «Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia; antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5). Cada criança está no coração de Deus desde sempre e, no momento em que é concebida, realiza-se o sonho eterno do Criador. Pensemos quanto vale o embrião, desde que é concebido! É preciso contemplá-lo com este olhar amoroso do Pai, que vê para além de toda a aparência.

169. A mulher grávida pode participar deste projeto de Deus, sonhando o seu filho: «Toda a mãe e todo o pai sonharam o seu filho durante nove meses. (…) Não é possível uma família sem o sonho. Numa família, quando se perde a capacidade de sonhar, os filhos não crescem, o amor não cresce; a vida debilita-se e apaga-se». Neste sonho, para um casal cristão, aparece necessariamente o batismo. Os pais preparam-no com a sua oração, confiando o filho a Jesus já antes do seu nascimento.

170. Hoje, com os progressos feitos pela ciência, é possível saber de antemão a cor que terá o cabelo da criança e as doenças que poderá ter no futuro, porque todas as características somáticas daquela pessoa estão inscritas no seu código genético já no estado embrionário. Mas, conhecê-lo em plenitude, só consegue o Pai do Céu que o criou: o mais precioso, o mais importante só Ele conhece, pois é Ele que sabe quem é aquela criança, qual é a sua identidade mais profunda. A mãe, que o traz no ventre, precisa de pedir luz a Deus para poder conhecer em profundidade o seu próprio filho e saber esperá-lo como ele é. Alguns pais sentem que o seu filho não chega no melhor momento; faz-lhes falta pedir ao Senhor que os cure e fortaleça para aceitarem plenamente aquele filho, para o esperarem com todo o coração. É importante que aquela criança se sinta esperada. Não é um complemento ou uma solução para uma aspiração pessoal, mas um ser humano, com um valor imenso, e não pode ser usado para benefício próprio. Por conseguinte, não é importante se esta nova vida te será útil ou não, se possui características que te agradam ou não, se corresponde ou não aos teus projetos e sonhos. Porque «os filhos são uma dádiva! Cada um é único e irrepetível (…). Um filho é amado porque é filho: não, porque é bonito ou porque é deste modo ou daquele, mas porque é filho! Não, porque pensa como eu, nem porque encarna as minhas aspirações. Um filho é um filho». O amor dos pais é instrumento do amor de Deus Pai, que espera com ternura o nascimento de cada criança, aceita-a incondicionalmente e acolhe-a gratuitamente.

171 A cada mulher grávida, quero pedir-lhe afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Aquela criança merece a tua alegria. Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo. Ocupa-te daquilo que é preciso fazer ou preparar, mas sem obsessões, e louva como Maria: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva» (Lc 1, 46-48). Vive, com sereno entusiasmo, no meio dos teus incômodos e pede ao Senhor que guarde a tua alegria para poderes transmiti-la ao teu filho.

Extraído da Exortação Apostólica pós-sinodal “Amoris Laetitia”, sobre o amor na família.

26 de maio de 2016 at 5:14 Deixe um comentário

Angelus: Deus é a base da harmonia e da alegria na família

2015-12-27 Rádio Vaticana

Angelus do Papa Francisco no Domingo da Sagrada Família: o Santo Padre recordou o encontro mundial de Filadélfia nos Estados Unidos da América no passado mês de Setembro e, de uma maneira geral, todas as famílias que encontrou nas viagens apostólicas.

O Papa Francisco referiu-se à família cristã como uma “especial comunidade de vida e amor” chamada a ser “igreja doméstica” para fazer resplandecer as virtudes evangélicas na sociedade.

“ É na família unida que os filhos amadurecem a sua existência, vivendo a experiência significativa e eficaz do amor gratuito, da ternura, do respeito recíproco, da mútua compreensão, do perdão e da alegria.”

Em particular, o Papa Francisco focalizou a sua mensagem no valor da “verdadeira alegria que se experimenta na família”, considerando-a não ser algo de casual ou fortuito. È, isso sim, fruto da “harmonia profunda entre as pessoas” que na base tem a presença de Deus e o seu “amor acolhedor, misericordioso e paciente com todos”.

“ Se não se abre a porta da família à presença de Deus e ao seu amor, a família perde harmonia, prevalecem os individualismos e apaga-se a alegria. Pelo contrário a família que vive a alegria da fé comunica-a espontaneamente, é sal da terra e luz do mundo, é fermento para toda a sociedade.”

Após a recitação da oração do Angelus o Papa Francisco fez um apelo pelos “numerosos migrantes cubanos que se encontram em dificuldades na América Central, muitos dos quais são vítimas do tráfico de seres humanos.”

O Santo Padre convidou os países da região a renovarem com generosidade todos os esforços necessários para ser encontrada uma solução para este drama humanitário.

A Papa Francisco a todos desejou um bom domingo e um bom almoço.

(RS)

27 de dezembro de 2015 at 9:56 Deixe um comentário

A FAMÍLIA E A EVANGELIZAÇÃO – reflexão de D. Geraldo Majella Agnelo

Na Evangelli Gaudium, n. 66ss, o Papa Francisco retoma sua reflexão começando pela família, célula básica da sociedade. Sem família a sociedade não tem fundamento, base sólida que dê origem a uma comunidade consistente. A família é o “lugar” onde se fortalecem e amadurecem futuros cidadãos que garantirão a condução de um país, onde os valores recebidos serão postos em prática na condução da nação.

É na família que recebemos os primeiros valores que nortearão a vida. E lá que são recebidas as primeiras lições de fé, o amor fraterno, o respeito, a convivência com o diferente, os valores familiares. O mundo

moderno cria muitos mecanismos que favorecem o individualismo e a desagregação da família cristã; cabe à ação pastoral criar meios e modos que ajudem a congregar não só a família, mas a própria comunidade.

A inculturação deve ser respeitada pelos evangelizadores; não se trata de mudar os costumes e os valores do povo, mas de levar os valores cristãos e morais à cultura existente. A Igreja deve ter o cuidado e o respeito de não distorcer a inculturação. Todo ser humano traz algo de sagrado que é sua consciência, uma marca” da presença de Deus. Em seu Imenso amor, Deus age pelo seu Espírito Santo em toda pessoa de reta consciência. Se Jesus morreu por todos, todos, querendo ou não, conscientes ou não, são sujeitos da redenção.

“Há necessidade imperiosa de evangelizar as culturas para inculturar o evangelho” (EG 69). Sem dúvida, o anúncio do evangelho não pode cessar jamais. Seremos sempre sujeitos da evangelização. Onde o cristianismo já tem uma história, é necessário sempre aprofundar; onde não chegou a fazer história, é necessário criar novos processos de evangelização.

“No caso das culturas populares de povos católicos, podemos reconhecer algumas fragilidades que precisam ainda ser curadas pelo evangelho… Mas o melhor ponto de partida para curar e ver-se livre de tais fragilidades é precisamente a piedade popular” (GS 69).

D. Geraldo Majella Agnelo

Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador

Fonte do Texto: Liturgia Diária/Outubro 2015/ Ed. Paulus

18 de outubro de 2015 at 5:27 Deixe um comentário

Oração para a Família – de São João Paulo II

                                                                                              

Ó Deus, do qual provém toda a paternidade, nos céus como na terra, Vós, Pai, que sois Amor e Vida,
pelo Vosso Filho Jesus Cristo, “nascido de uma Mulher”, e pelo Espírito Santo, fonte de caridade divina,
fazei que, na terra inteira, cada família humana se torne um verdadeiro santuário da vida e do amor,
para as gerações que incessantemente se renovam.

Fazei que a Vossa graça oriente sempre os pensamentos e as acções dos esposos para o maior bem das suas famílias, de todas as famílias do mundo.

Fazei que as novas gerações encontrem na família um apoio sólido,
que as torne sempre mais humanas e as faça crescer na verdade e no amor.

Fazei que o amor, consolidado pela graça do sacramento do Matrimônio,
seja sempre mais forte do que todas as fraquezas,
mais forte do que todas as crises,
que, por vezes, se verificam nas nossas famílias.

Fazei, enfim — nós vo-lo pedimos — por intercessão da Sagrada Família de Nazaré,
que em todas as nações da terra
a Igreja possa realizar com fruto a sua missão,
na família e pela família.

Vós, ó Pai, que sois a Vida, a Verdade e o Amor, na unidade do Filho e do Espírito Santo.

Amém!

Fonte:  Site do Vaticano

16 de agosto de 2015 at 7:56 Deixe um comentário

O Papa recorda as três palavras-chave para a paz na família

2015-05-13 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) –  “Com licença, obrigado e desculpas”: estas foram as palavras-chave da catequese proferida nesta quarta-feira (13/05) pelo Papa Francisco, na audiência geral. Segundo explicou, suas reflexões semanais terão como fulcro, a partir de agora, a vida real, cotidiana das famílias, em cuja porta, elas devem estar escritas.

A Praça São Pedro, iluminada e aquecida pelo sol de primavera, ficou lotada pela multidão de fiéis e turistas que acolheram com carinho o Papa quando entrou para a habitual volta com o Papamóvel. Francisco se deteve em oração alguns instantes diante de uma réplica da imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Prosseguindo suas reflexões preparatórias para o Sínodo de outubro próximo, o Pontífice voltou sobre a questão da ‘boa educação’, lembrando que aquelas três palavras, que já citou outras vezes no passado, são simples, mas ao mesmo tempo difíceis de colocar na prática. E quando não são usadas, podem-se abrir ‘rachaduras’ que levam as famílias a ‘desmoronar’.

Mas o hábito de ser ‘bem educado’ não pode se traduzir apenas em formalismo, em aridez – ressalvou Francisco, lembrando o provérbio “Por trás das boas maneiras escondem-se maus hábitos” e citando “o diabo, que quando tentou Jesus, parecia um cavalheiro”.

A boa educação deve ser entendida nos seus termos autênticos: o estilo das relações deve ser profundamente enraizado no amor do bem e no respeito do outro. A família vive da ‘fineza’ de se querer bem.

O Papa começou pela palavra ‘licença’, explicando que “entrar na vida do outro, mesmo que faça parte da nossa, requer a delicadeza de um comportamento não invasor.

“A intimidade não autoriza a dar tudo por certo. Quanto mais íntimo e  profundo o amor, mais exige respeito da liberdade e a capacidade de aguardar que o outro abra as portas de seu coração”.

A segunda palavra, ‘obrigado’, nos lembra que na nossa civilização atual, a gentileza e a capacidade de agradecer são vistas às vezes como um sinal de fraqueza.

“Sejamos intransigentes na educação à gratidão: a dignidade da pessoa e a justiça social passam por aqui. Se a vida familiar subestima este estilo, a vida social também o perderá. A gratidão, para quem crê, está no coração da fé: um cristão que não sabe agradecer é alguém que esqueceu a linguagem de Deus”, repetiu duas vezes.
Improvisando, o Papa revelou ter conhecido uma senhora de muita ‘sabedoria’, que dizia que “a gratidão é uma planta que cresce somente na terra de pessoas de alma nobre”.

Enfim, o termo ‘desculpas’, palavra difícil, mas muito necessária, afirmou o Papa, mencionando a oração do Pai Nosso: “Perdoai-nos as nossa ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

“Se não formos capazes de pedir desculpas, não seremos capazes de perdoar. Nas casas aonde não se pede desculpas, falta ar e feridas começam a se abrir. Também na vida de casal briga-se muitas vezes, mas o conselho do Papa é sempre o mesmo: nunca terminar o dia sem fazer as pazes, e para isso, é suficiente um pequeno gesto.. pode ser até um carinho, sem palavras…”.

Concluindo, Francisco reiterou que “estas três palavras são tão simples que até podem nos fazer sorrir… mas quando as esquecemos, não é muito engraçado”.

“Que o Senhor nos ajude a colocá-las no lugar certo, no nosso coração, em nossas casas e também na convivência civil”, completou, convidando a Praça a repetir com ele as três palavras-chave e a invocação de fazer as pazes com a família antes de ir dormir.

Para ouvir, clique acima.

(CM)

13 de maio de 2015 at 8:28 Deixe um comentário

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