Archive for novembro, 2017

Papa – “A Missa é re-percorrer o calvário, não é um espetáculo”

2017-11-22 Rádio Vaticana

 

“Quando nos encontramos com os outros, levamos a eles o fogo da caridade ou permanecemos fechados a nos aquecer diante da nossa lareira?” Este o tweet lançado pelo Papa Francisco nesta quarta-feira 22 de Novembro, dia da habitual audiência geral da semana, momento em que o Papa partilhou com os presentes na Praça de São Pedro e com quantos o ouviam através dos meios de comunicação, mais uma catequese sobre o significado da Missa.

Depois de ter explicado a semana passada que a Missa é a oração por excelência, hoje Francisco disse que a Missa é essencialmente o “memorial do Mistério pascal de Cristo”. Através da Missa nos tornamos partícipes da sua vitória sobre o pecado e a morte. A Missa dá, portanto, significado pleno à nossa vida. No seu significado bíblico, memorial – explicou o Papa – não é apenas a recordação de um acontecimento passado, mas torna presente e actual aquilo que se passou há 20 séculos. Assim, ao celebrar a Eucaristia reavivamos a ressurreição de Cristo, e isto nos leva ao ponto mais alto da acção salvífica de Deus.

Cada celebração da Eucaristia é um raio daquele sol sem ocaso que é Jesus Cristo ressuscitado. Participar na Missa, especialmente aos domingos, significa entrar na vitória do Ressuscitado, ser iluminados pela sua luz, aquecidos pelo seu calor. Através da celebração da Eucaristia o Espírito Santo nos torna participes da vida divina que é capaz de transfigurar todo o nosso ser mortal. E na sua passagem da morte à vida, do tempo à eternidade, o Senhor Jesus arrasta-nos com Ele para a sua Páscoa. Na Missa faz-se Páscoa. Nós na Missa, estamos com Jesus, morto e ressuscitado e Ele nos puxa para a frente, para a vida eterna. Na Missa nos unimos a Ele. Aliás, Cristo vive em nós e nós vivemos n’Ele.”

Com efeito – continuou Francisco-  com o seu sangue Cristo nos liberta da morte, do medo da morte, da morte física e da morte espiritual que é o mal, o pecado, que toma conta de nós de cada vez que caímos vítima dos nossos pecados e dos pecados dos outros, e a nossa vida perde todo o seu brilho.

Cristo, pelo contrário nos redá a vida; Cristo é a plenitude da vida, e quando enfrentou a morte, eliminou-a para sempre: “Ressurgindo destruiu a morte e renovou a vida” (…). A Páscoa de Cristo é a vitória definitiva sobre a morte, porque Ele transformou a sua morte em supremo acto de amor. Morreu por amor. E na Eucaristia Ele quer comunicar-nos este seu amor pascal, vitorioso. Se o recebermos com fé, nós também podemos amar verdadeiramente a Deus e ao próximo, podemos amar como Ele nos amou, dando a vida”.

Se o amor de Cristo está em mim – disse ainda o Papa –  posso dar-me plenamente aos outros, com a certeza íntima de que, mesmo se o outro me ferir de morte, não morrerei. Se não estivesse certo disto, deveria defender-me. E o Papa indicou o exemplo dos mártires que deram a vida precisamente porque tinham a certeza da vitória de Cristo sobre a morte. Somente se experimentarmos este poder de Cristo, o poder do seu amor, é que somos verdadeiramente livres para nos dar sem medo aos outros. A Missa é isto: entrar na paixão , morte e ressurreição de Cristo. E aqui o Papa convidou os presentes a imaginarem ir para o Calvário e saber que aquele homem que está ali é Jesus:

Mas nós nos permitiriamos de conversar, de tirar fotografias, de fazer um pouco de espectáculo?  Não!  Porque é Jesus. Estaremos seguramente em silêncio, no pranto e também na alegria de ser salvos. Quando entramos na igreja para celebrar a Missa pensemos nisto: entro no calvário, onde Jesus dá a sua vida por mim. E assim desaparece o espectáculo, desaparece a conversa, os comentários e essas coisas que nos afastam desta coisa tão bela que é a Missa, o triunfo de Jesus”.

E o Papa rematou dizendo que a Páscoa se faz presente e operante todas as vezes que celebramos a Missa no sentido de memorial.  “A Missa é repercorrer o calvário, não é um espectáculo” 

Para além do italiano, a catequese do Papa foi resumida pelos seus auxiliares em 7 línguas (francês, inglês, alemão, espanhol, português, polaco, árabe) seguidas de saudações aos grupos de peregrinos dessas línguas. Eis a tradução da saudação do Papa aos de língua portuguesa:

“Amados peregrinos de língua portuguesa, cordiais saudações a todos vós, de modo particular ao grupo de Nova Suíça, Belo Horizonte: convido-vos a olhar com confiança o vosso futuro em Deus, levando o fogo do seu amor ao mundo. É a graça da Páscoa que frutifica na Eucaristia e que desejo abundante nas vossas vidas, famílias e comunidades. De bom grado abençoo a vós e aos vossos entes queridos!”

O Papa saudou também diversos grupos da Itália na língua do país, e recordou que hoje se celebra a memória de Santa Cecília recomendando de modo particular aos recém-casados que não faltam nas audiências das quartas-feiras, a terem o mesmo olhar de amor puro que teve Santa Cecília, para aprender a amar incondicionalmente.

E rezemos, todos a Santa Cecília para que nos ensine a cantar com o coração, para que nos ensine o júbilo de ser salvos. Obrigada. “

(DA)

30 de novembro de 2017 at 5:43 Deixe um comentário

Para os Irmãos de Língua Italiana

GIORNATA MONDIALE DEI POVERI

PAROLE DEL SANTO PADRE FRANCESCO
ALL’INIZIO DEL PRANZO CON I POVERI

Aula Paolo VI
Domenica, 19 novembre 2017


 

Benvenuti a tutti!

Prepariamoci per questo momento insieme. Ognuno di noi con il cuore pieno di buona volontà e di amicizia verso gli altri, per condividere il pranzo augurandoci il meglio gli uni agli altri.

E adesso preghiamo il Signore che benedica: benedica questo pasto, benedica coloro che lo hanno preparato, benedica tutti noi, benedica i nostri cuori, le nostre famiglie, i nostri desideri, la nostra vita e ci dia salute e forza. Amen.

Una benedizione anche a tutti quelli che sono nelle altre mense in giro per Roma, perché Roma oggi è piena di questo [evento]. Un saluto e un applauso a loro da qui!

 

30 de novembro de 2017 at 5:28 Deixe um comentário

Francisco com os Pobres: não à indiferença

2017-11-20 Rádio Vaticana

Francisco com os Pobres, poderia ser o sumário do dia 19 de novembro, XXXIII Domingo do Tempo Comum. No Dia Mundial dos Pobres o Papa presidiu à Eucaristia na Basílica de S. Pedro e afirmou na sua homilia que os cristãos, por vezes, viram-se “para o outro lado quando o irmão está em necessidade”, mesmo sentindo-se indignados com os problemas dos que sofrem. E Deus, no entanto, não nos perguntará “se sentimos justa indignação, mas se fizemos o bem” – disse o Santo Padre.

Nesta rubrica “Sal da Terra, Luz do Mundo” registamos o essencial do primeiro Dia Mundial dos Pobres no Vaticano com o Papa Francisco. Um dia para ser continuado durante todo o ano.

Talentos para arriscar por amor

Mais de 4000 pessoas pobres e necessitadas encheram por completo a Basílica Vaticana no domingo 19 de novembro, Dia Mundial dos Pobres. O Evangelho falava dos “talentos de Deus”, dos quais somos “destinatários” tornando-nos “talentosos” – afirmou Francisco – «cada qual conforme a sua capacidade», como diz o texto de S. Mateus no seu capítulo 25.

“Ninguém pode considerar-se inútil” – declarou o Papa, pois “somos eleitos e abençoados por Deus, que deseja cumular-nos dos seus dons, mais do que um pai e uma mãe o desejam fazer aos seus filhos. E Deus, aos olhos de Quem nenhum filho pode ser descartado, confia uma missão a cada um” – afirmou.

Na parábola “a cada servo são dados talentos para os multiplicar”. Contudo, os “dois primeiros realizam a missão”, mas o “terceiro servo não faz render os talentos; restitui apenas o que recebera”. Um servo «mau e preguiçoso» – diz-nos o texto sagrado – um servo que peca por “omissão”, por “não fazer o bem”.

“O servo mau, uma vez recebido o talento do Senhor que gosta de partilhar e multiplicar os dons, guardou-o zelosamente, contentou-se com salvaguardá-lo; ora não é fiel a Deus quem se preocupa apenas de conservar, de manter os tesouros do passado, mas, como diz a parábola, aquele que junta novos talentos é que é verdadeiramente «fiel» – disse o Papa que deixou claro que aquele que “arrisca por amor, joga a vida pelos outros” pode descuidar apenas “uma coisa: o próprio interesse”. “Esta é a única omissão justa” – assinalou Francisco.

Vencer a indiferença fazendo o bem

“E a omissão é também o grande pecado contra os pobres. Aqui assume um nome preciso: indiferença. É dizer: «Não me diz respeito, não é problema meu, é culpa da sociedade». É virar-se para o outro lado quando o irmão está em necessidade, é mudar de canal, logo que um problema sério nos indispõe, é também indignar-se com o mal mas sem fazer nada. Deus, porém, não nos perguntará se sentimos justa indignação, mas se fizemos o bem” – afirmou o Papa.

“Como podemos, então, concretamente, agradar a Deus?” – perguntou o Papa ensaiando, desde logo, uma resposta:

“Quando se quer agradar a uma pessoa querida, por exemplo dando-lhe uma prenda, é preciso primeiro conhecer os seus gostos, para evitar que a prenda seja mais do agrado de quem a dá do que da pessoa que a recebe. Quando queremos oferecer algo ao Senhor, os seus gostos encontramo-los no Evangelho. Logo a seguir ao texto que ouvimos hoje, Ele diz: «Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40).”

“Estes irmãos mais pequeninos, seus prediletos, são o faminto e o doente, o forasteiro e o recluso, o pobre e o abandonado, o doente sem ajuda e o necessitado descartado. Nos seus rostos, podemos imaginar impresso o rosto d’Ele; nos seus lábios, mesmo se fechados pela dor, as palavras d’Ele: «Isto é o meu corpo» (Mt 26, 2 6). No pobre, Jesus bate à porta do nosso coração e, sedento, pede-nos amor.”

“Quando vencemos a indiferença e, em nome de Jesus, nos gastamos pelos seus irmãos mais pequeninos, somos seus amigos bons e fiéis, com quem Ele gosta de Se demorar” – disse o Santo Padre.

Investir em amor

O Senhor aprecia aqueles que estendem os braços “ao infeliz” e abrem as mãos ao “indigente” – assinalou o Papa – porque nos pobres “manifesta-se a presença de Jesus” e, para os cristãos, é um “dever evangélico cuidar deles que são a nossa verdadeira riqueza” – afirmou.

E o Santo Padre sublinhou “aquilo que conta verdadeiramente: amar a Deus e ao próximo”. E isto é o que “dura para sempre, tudo o resto passa; por isso, o que investimos em amor permanece, o resto desaparece” – disse o Papa.

Francisco exortou os fiéis a refletirem sobre uma escolha a fazer: viver para ter na terra ou dar para ganhar o Céu. Porque, segundo Francisco, “para o Céu, não vale o que se tem, mas o que se dá”.

Recordemos que o Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Papa Francisco no âmbito da Carta Apostólica ‘Misericordia et misera’ e recolhe inspiração no Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

Almoçando com os pobres

Na sua Carta Apostólica, Francisco convoca os cristãos para uma “revolução cultural” dos “pequenos gestos. E foi um pequeno grande gesto, aquele que o Papa decidiu fazer no Dia Mundial dos Pobres ao convidar 4000 pobres e necessitados para celebrarem a Eucaristia e almoçarem em Roma, numa iniciativa que foi organizada pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização.

Eram 1500 os pobres que estiveram na Sala Paulo VI almoçando com o Santo Padre e os restantes foram dispersos por Roma almoçando na Caritas de Roma e em colégios, seminários e comunidades católicas.

Estas pessoas, pobres e necessitadas, eram não só de Roma e da região Lazio mas também de Paris, Lyon, Varsóvia, Cracóvia, Luxemburgo, Bruxelas, entre outras cidades.

No início da refeição na Sala Paulo VI, o Papa Francisco dirigiu a todos uma breve saudação e uma pequena oração:

“Sejam todos bem-vindos! Preparemo-nos para este momento juntos: cada um de nós com o coração repleto de boa vontade e de amizade para com os outros. Partilhar o almoço e desejar o melhor uns aos outros.”

“E agora pedimos ao Senhor que abençoe, que abençoe esta refeição, abençoe aqueles que a prepararam, abençoe todos nós, abençoe os nossos corações, as nossas famílias, os nossos desejos, a nossa vida e nos dê saúde e força. Ámen.”

“Também uma bênção a todos aqueles que estão nos outros refeitórios espalhados por Roma, porque Roma está hoje repleta destas refeições. Daqui, uma saudação e um aplauso para eles.”

Durante a semana de 13 a 19 de novembro, no âmbito do Dia Mundial dos Pobres, teve destaque especial a ajuda de tantos médicos e enfermeiros, que voluntariamente montaram um pequeno hospital de campanha na Praça Pio XII. Aí foi possível realizar gratuitamente às pessoas carenciadas, análises clínicas e consultas de cardiologia, ginecologia e dermatologia.

“Sal da Terra, Luz do Mundo”, é aqui na Rádio Vaticano em língua portuguesa.

(RS)

29 de novembro de 2017 at 5:58 Deixe um comentário

Nossa Senhora do Amparo

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Nos primeiros trezentos anos da História da Igreja, os cristãos se preocuparam com a própria existência, por força das perseguições romanas. Realizavam os cultos às escondidas, nas Catacumbas. Por isso, era impossível aprofundar as belezas contidas nas palavras dos evangelistas.

Constantino I, denominado, também, de “o Grande” nasceu em Naísso no ano 272. Na véspera da batalha, na luta de sucessão, ele teve um sonho, no qual lhe pareceu ver um escudo com uma cruz, e ouviu uma voz que dizia “com este sinal, vencerás”. Ele mandou, então, pintar nos escudos dos seus soldados o símbolo da salvação. Realmente, venceu. Tornou-se imperador no ano 306. Foi consagrado protetor da nova religião, com sua vitória sobre Maxêncio, junto às muralhas de Roma.

Em 313, decidiu, definitivamente que o Cristianismo seria a religião do Império. Pelo edito de Milão, os adeptos da nova fé, ficavam livres para praticar a sua religião livremente.

Essa liberdade trouxe a grande vantagem de poderem meditar mais sobre o conteúdo das palavras de Cristo. Entre elas, foi a doação de Sua Mãe Maria, como nossa mãe espiritual, quando, pregado na cruz, olhando para São João, que nos representava, lhe disse: “Eis tua mãe”.

Conforme narra a lenda, os cristãos quiseram representar essa incumbência, para sempre. A pedido de Nicodemos, São Lucas pintou e esculpiu Maria ao pé da cruz, recebendo o mandato de ser mãe de todos, representados por São João. Ao evangelizar a Península Ibérica, São Tiago levou consigo a pintura para homenagear a Mãe de Deus e nossa. Daí se explica a grande devoção popular à Mãe de Deus em toda aquela região. Muitos santuários foram construídos para veneração daquela que Jesus nos deixou por mãe.

A devoção do povo não demorou em perpetuar a grande bondade de Cristo em dar Maria como protetora. Referindo-se aos seus cuidados maternos, todos queriam colocar-se sob seu “amparo”. Assim é que pessoas, vilas, cidades foram postas sob o manto de Maria, representando a proteção celestial da mãe do Salvador e nossa. No Brasil, há três Municípios com nome de Amparo, um, no Estado de São Paulo, outro no Estado de Sergipe: Amparo de São Francisco e no Estado do Minas Gerais: Amparo da Serra.

Um dos primeiros templos brasileiros dedicados à Nossa Senhora do Amparo foi o de Olinda, que já existia em 1617 e foi reconstruído trinta anos depois. A cidade de Januária, no estado de Minas Gerais, à beira do Rio São Francisco, a tem como padroeira.

No decorrer dos séculos, esse amparo foi simbolizado de diferentes maneiras: Maria cobrindo com seu manto aos seus devotos; Maria sentada, segurando com sua mão esquerda o Menino Jesus de pé sobre os joelhos e com a mão direita em sinal de bênção aos que a invocam; Maria em pé com Jesus deitado no braço esquerdo e com a mão direita afagando o menino que, por sua vez, nu, quer significar nossa extrema pobreza necessitando da proteção materna.

 ORAÇÃO:

Ó dulcíssima Soberana do Amparo, bem sabemos que, miseráveis pecadores, não éramos dignos de vos possuir neste vale de lágrimas, mas sabemos também que a vossa grandeza não vos faz esquecer a nossa miséria e no meio de tanta glória, a vossa compaixão, longe de diminuir, aumenta cada vez mais para conosco. Do alto do trono em que reinais sobre todos os Anjos e Santos, volvei para nós os vossos olhos misericordiosos! Vede a quantas tempestades e mil perigos estaremos, sem cessar, expostos, até o fim da nossa vida. Pelos merecimentos da fé, da confiança e da santa perseverança na amizade de Deus, pedimos que possamos um dia ir beijar os vossos pés e unir as nossas vozes às dos Espíritos celestes, para vos louvar e cantar as vossas glórias eternamente no Céu.

Nossa Senhora do Amparo, rogai por nós!

Fonte: Site do Santuário Nacional de Aparecida

29 de novembro de 2017 at 5:32 Deixe um comentário

Frases sobre Jesus Cristo Rei

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1-São João Crisóstomo: “Tens debaixo dos olhos os pregos e uma cruz, mas essa cruz, dizia Jesus, é o próprio sinal do Reino. E eu, ao vê-Lo na cruz, proclamo-O Rei”.

2-Papa Francisco: “Mas é na Cruz que Jesus se revela rei”.

3-Ecclesia: “A missão “real” de Jesus é dar “testemunho da verdade”; e concretiza-se no amor, no serviço, no perdão, na partilha, no dom da vida”.

4-Santo Hilário: “«O próprio Filho Se submeterá Àquele que tudo Lhe submeteu» diz São Paulo (1Co 15,28), não no sentido de, ao entregar-Lhe o Reino, renunciar ao Seu poder , mas porque seremos nós o Reino de Deus, quando nos tornarmos conformes à glória do Seu corpo”.

5-São João Paulo II: ” Cristo foi elevado na cruz como um Rei singular: como a eterna Testemunha da verdade”.

6-Papa Francisco: “Jesus Se tornou o Rei dos séculos, o Senhor da história: apenas com a omnipotência do amor, que é a natureza de Deus, a sua própria vida, e que nunca terá fim”.

7-Papa Emérito Bento XVI: “É precisamente oferecendo-se a si mesmo no sacrifício de expiação que Jesus se torna o Rei universal, como Ele mesmo declarará ao aparecer aos Apóstolos depois da ressurreição:  “Foi-Me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28, 18)”.

8-Santo Agostinho: “Escutai todos, judeus e gentios ; escutai, todos os reinos da terra! Eu não impeço o vosso domínio sobre este mundo, «o meu Reino não é deste mundo» (Jo 18,36)”.

9-São João Paulo II: “A realeza de Cristo, que nasce da morte no Calvário e culmina no acontecimento dela inseparável, a ressurreição, recorda-nos aquela centralidade, que a ele compete por motivo daquilo que é e daquilo que fez.

10-Papa Francisco: “A força do reino de Cristo é o amor: por isto a realeza de Jesus não nos oprime, mas nos liberta das nossas fraquezas e misérias, encorajando-nos a percorrer os caminhos do bem, da reconciliação e do perdão”.

11-Papa Emérito Bento XVI: “Peçamos a Maria que nos ajude também a nós a seguir Jesus, nosso Rei, como ela fez, e a dar testemunho dele com toda a nossa existência”.

12-São Boaventura: “O Rei cujo esplendor é admirado pelo sol e pela lua, cuja majestade é reverenciada pelo céu e pela terra, cuja sabedoria ilumina as legiões dos espíritos celestes e cuja misericórdia sacia a assembleia de todos os bem-aventurados, é este Rei que te pede hospitalidade”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

28 de novembro de 2017 at 5:41 Deixe um comentário

Papa chega a Mianmar e inicia sua 21ª Viagem Apostólica

2017-11-27 Rádio Vaticana

O Papa Francisco chegou pouco antes das 8.00 horas de Roma (13.30 hora local) no Aeroporto Internacional de Rangum, em Mianmar, iniciando, assim, a sua 21ª Viagem apostólica que o levará ao Bangladesh

O Santo Padre foi acolhido por um Ministro-delegado do Presidente, juntamente com todos os Bispos da Conferência Episcopal. Crianças das paróquias da cidade e dos arredores, inclusive da zona rural, ofereceram flores a Francisco.

Nas boas-vindas, não estavam previstos discursos, mas somente o piquete de honra. A cerimónia oficial está marcada para terça-feira (28/11) no Palácio presidencial, em Nay Pyi Taw.

Do aeroporto Francisco se dirigiu directamente para a sede do Arcebispado, que fica na parte centro-oriental da cidade, que durante décadas foi a capital de Mianmar. Hoje, residem em Yangun cerca de cinco milhões de pessoas.

No trajecto, percorrido em carro fechado, o Pontífice pôde acenar aos moradores reunidos em oito pontos organizados nos 18 quilómetros que separam o aeroporto do centro. O trânsito, que normalmente já é caótico, foi parcialmente desviado. Somente nos últimos dias, as ruas foram enfeitadas com cartazes anunciando a chegada de Francisco. Até então, os outdoors eram visíveis só diante das igrejas da cidade.

No quarteirão do Arcebispado fica também a Catedral de Santa Maria, a mais importante do País. O edifício construído com tijolos marrons remonta ao ano de 1909, em estilo neogótico herdado dos colonizadores britânicos. Na Catedral será celebrado o último encontro do Pontífice com a comunidade católica de Mianmar, que vai marcar também a despedida do País: a Missa com os jovens na quinta-feira (30/11).

Oficialmente, nesta segunda-feira não estão previstos encontros para o Papa, depois de 14 horas de voo.

 

28 de novembro de 2017 at 5:26 Deixe um comentário

Assista a “9º Dia da Novena de Nossa Senhora das Graças” no YouTube

27 de novembro de 2017 at 6:24 Deixe um comentário

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

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27 de novembro de 2017 at 5:05 Deixe um comentário

Primeiro Domingo do Advento – Vigiai, portanto, pois não sabeis quando o dono da casa vem – São Marcos 13, 33-37 – Dia 03 de dezembro de 2017

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33.Ficai de sobreaviso, vigiai; porque não sabeis quando será o tempo.

34.Será como um homem que, partindo em viagem, deixa a sua casa e delega sua autoridade aos seus servos, indicando o trabalho de cada um, e manda ao porteiro que vigie.

35.Vigiai, pois, visto que não sabeis quando o senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã,

36.para que, vindo de repente, não vos encontre dormindo.

37.O que vos digo, digo a todos: vigiai!

Fonte: Bíblia Ave maria

“Iniciamos a caminhada em preparação para o Natal dispostos a nos deixarmos moldar por Deus como barro nas mãos do oleiro. A liturgia nos faz forte apelo à vigilância, convidando-nos a estar acordados e atentos, pois o Senhor vem nos visitar. Abramos mente e coração para acolher a graça e a paz que vêm da parte de Deus”. (Liturgia Diária)

O Evangelho

“Jesus alerta seus discípulos a não caírem no sono, mas a permanecerem acordados e ativos, porque “não sabem quando será o momento” da prestação de contas. Servos, patrão e casa indicam a comunidade cristã. O homem que partiu para o estrangeiro é uma alusão a Jesus e à sua morte.  O porteiro é o responsável pela comunidade. O cristão que vive à espera do seu Senhor ou na presença do Senhor, que age nos acontecimentos,  é convidado a assumir suas responsabilidades”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

“O Evangelho convida os discípulos a enfrentar a história com coragem, determinação e esperança, animados pela certeza de que “o Senhor vem”. Ensina, ainda, que esse tempo de espera deve ser um tempo de “vigilância” – isto é, um tempo de compromisso ativo e efetivo com a construção do Reino”.  (Site dos Dehonianos)

“O capítulo 13 de Marcos é desenvolvido com base em duas perguntas dos discípulos acerca da hora e dos sinais do fim.  O texto de hoje procura responder ao “quando”. A comunidade não deve se preocupar tanto com o momento em que se darão os eventos anunciados. O importante é que ela se mantenha em ativa vigilância – porque o tempo é incerto – e não abandone seus compromissos”. (Liturgia Diária)

O Advento

“É hoje o primeiro domingo do Advento. Começa o novo ano litúrgico: todos os anos, de fato, começando do primeiro domingo do Advento, a Igreja, por meio do ciclo dos domingos e festas, procura que tomemos consciência da obra salvífica de Deus na história do homem, da humanidade e do mundo. Exatamente por meio deste “adventus”, que quer dizer “vinda”, vem Deus ao homem, e nisto está uma dimensão fundamental da nossa fé. Vivemos a nossa fé quando estamos abertos à vinda de Deus, quando perseveramos no Advento”. (São João Paulo II)

O Papa Francisco disse que “neste tempo de Advento, somos chamados a ampliar o horizonte de nosso coração, a deixarmo-nos surpreender pela vida que apresenta a cada dia suas novidades. Para isso, é preciso aprender a não depender de nossas seguranças, de nossos esquemas demarcados, porque o Senhor vem na hora que não imaginamos. Vem para nos conduzir a uma dimensão mais bonita e maior”. (27/11/2016)

 

Conclusão:

“É preciso termos sempre em consideração uma dupla vinda de Cristo: uma, quando Ele vier e nós tivermos de prestar contas de tudo o que tivermos feito; a outra, quotidiana, quando Ele visita sem cessar a nossa consciência e vem a nós a fim de nos encontar prontos por ocasião da sua vinda definitiva. Com efeito, para que me serve conhecer o dia do juizo, se estou consciente de tantos pecados? Saber que o Senhor vem, se Ele não vier primeiro ao meu coração, se não entrar no meu espírito, se Cristo não viver e não falar em mim?”. (São Pascácio Radberto , monge)

Oração:

“Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes, esperamos. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz…” (Prefácio)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

27 de novembro de 2017 at 5:03 Deixe um comentário

Papa: pensar na morte faz bem, será o encontro com o Senhor

2017-11-17 Rádio Vaticana

Reflectir sobre o fim do mundo e também sobre o fim de cada um de nós: é o convite que a Igreja nos faz através do trecho evangélico de Lucas, comentado pelo Papa na homilia da missa matutina, na Casa Santa Marta.

O trecho narra a vida normal dos homens e mulheres antes do dilúvio universal e nos dias de Lot: comiam, bebiam, compravam, vendiam, se casavam… mas depois, como um trovão, chega o dia da manifestação do Filho do homem… e as coisas mudam.

A Igreja, que é mãe – diz o Papa na homilia – quer que cada um de nós pense em sua própria morte. Todos nós estamos acostumados à normalidade da vida: horários, compromissos, trabalho, momentos de descanso… e pensamos que será sempre assim. Mas um dia, prossegue Francisco, Jesus chamará e nos dirá: ‘Vem!’ Para alguns, este chamado será repentino, para outros, virá depois de uma longa doença; não sabemos.

No entanto, repete o Papa, “O chamado virá!”. E será uma surpresa, mas depois, virá ainda outra surpresa do Senhor: a vida eterna. Por isso, “a Igreja nestes dias nos diz: pare um pouco, pare e pense na morte”. O Papa Francisco descreve o que acontece normalmente: até participar do velório ou ir ao cemitério se torna um evento social. Vai-se, fala-se com os outros e em alguns casos, até se come e se bebe: “É uma reunião a mais, para não pensar”.

“E hoje a Igreja, hoje o Senhor, com aquela bondade que é sua, diz a cada um de nós: ‘Pare, pare, nem todos os dias serão assim. Não se acostume como se esta fosse a eternidade. Haverá um dia em que você será levado e o outro ficará, você será levado’. É ir com o Senhor, pensar que a nossa vida terá fim. Isto faz bem”.

Isto faz bem – explica o Papa – diante do início de um novo dia de trabalho, por exemplo, podemos pensar: ‘Hoje talvez será o último dia, não sei, mas farei bem meu trabalho’. E o mesmo nas relações de família ou quando vamos ao médico.

“Pensar na morte não é uma fantasia ruim, é uma realidade. Se é feia ou não feia, depende de mim, como eu a penso, mas que ela chegará, chegará. E ali será o encontro com o Senhor, esta será a beleza da morte, será o encontro com o Senhor, será Ele a vir ao seu encontro, será Ele a dizer: “Vem, vem, abençoado do meu Pai, vem comigo”.

E ao chamado do Senhor não haverá mais tempo para resolver nossas coisas. Francisco relata o que um sacerdote lhe disse recentemente:

“Dias atrás encontrei um sacerdote, 65 anos mais ou menos, e ele tinha algo que não estava bem, ele não se sentia bem … Ele foi ao médico que lhe disse: “Mas olhe – isso depois da visita – o senhor tem isso, e isso é algo ruim, mas talvez tenhamos tempo para detê-lo, nós faremos isso, se não parar, faremos isso e, se não parar, começaremos a caminhar e eu vou acompanhá-lo até o fim”. “Muito bom aquele médico”.

Assim também nós, exorta o Papa, vamos nos fazer acompanhar nesta estrada, façamos de tudo, mas sempre olhando para lá, para o dia em que “o Senhor virá me buscar para ir com Ele”. (BS-CM-SP)

26 de novembro de 2017 at 5:44 Deixe um comentário

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