Archive for maio, 2014

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31 de maio de 2014 at 7:02 Deixe um comentário

Papa Francisco no Twitter

31/05/2014
Nos momentos difíceis da vida, o cristão encontra refúgio sob o manto da Mãe de Deus
30/05/2014
No lugar de trabalho, cada cristão pode dar bom testemunho, mais do que por palavras, por uma vida honesta.
29/05/2014
Entremos em amizade profunda com Jesus! Assim poderemos segui-Lo de perto e viver com Ele e para Ele.

31 de maio de 2014 at 7:00 Deixe um comentário

Vela e serve o povo de Deus – o Papa Francisco numa ordenação episcopal na Basílica de S. Pedro

2014-05-31 Rádio Vaticana

 
No final da tarde desta sexta-feira, dia 30, o Papa Francisco presidiu na Basílica de S. Pedro à ordenação episcopal do padre Fabio Fabene, romano, de 55 anos, ordenado sacerdote em 1984 e desde fevereiro deste ano de 2014 sub-secretário do Sínodo dos Bispos. O padre Fabio foi pároco e professor de direito canónico em Viterbo. Desde 1998 que trabalha na Congregação para os Bispos.
O ordenando é ungido com o óleo do crisma, recebe o Livro dos Evangelhos, o anel, o báculo pastoral e a mitra. Estes símbolos representam fecundidade, fidelidade, santidade, vocação de anúncio e de guia e perpetuam – como disse o Papa Francisco – o ministério apostólico renovando a presença do próprio Cristo. O Santo Padre dirigindo-se diretamente ao padre Fabio sublinhou que o episcopado é um serviço e não uma honra. A vaidade, o orgulho e a soberba não devem existir:“Foste eleito do rebanho: que nunca venha a vaidade, o orgulho e a soberba. E foste eleito, constituído para os homens: que sempre a atitude seja de serviço. Como Jesus.”
Assim, antes de indicar ao novo bispo o caminho do anúncio, da conservação dos mistérios de Cristo e o amor a todos aqueles que Deus lhe confiar, o Papa Francisco deixou uma recomendação:“Vela sobre ti próprio e vela sobre o povo de Deus. Este velar significa fazer vigília, estar atento, para defender-se a si próprio de tantos pecados e de tantas atitudes mundanas, e para defender o povo de Deus dos lobos.”
Mas velar é também rezar. O Papa Francisco concluiu a sua homilia dizendo que o bispo deve “rezar pelo povo como fazia Moisés. Rezar com aos mãos para o alto, aquela oração de intercessão, aquele oração corajosa face a face com o Senhor pelo povo.” (RS) 

31 de maio de 2014 at 6:59 Deixe um comentário

Reflexão para a Ascensão do Senhor

2014-05-29 Rádio Vaticana

  Cidade do Vaticano (RV) – Celebrar a Ascensão de Jesus é celebrar seu modo novo de estar conosco, do Emanuel, Deus Conosco, manifestar-se em nosso meio.
Certamente esse modo novo do Senhor se manifestar entre os homens passa pela Comunidade, por suas atitudes que dão continuidade á missão do Senhor e que asseguram a continuidade da construção do Reino de Justiça e de Paz.
O Livro dos Atos dos Apóstolos, do qual é tirada a primeira leitura da solenidade de hoje, nos mostra Jesus dizendo aos seus discípulos que eles receberão o Espírito Santo e que Este os tornará suas testemunhas no mundo inteiro.
O Espírito que os discípulos receberão é o mesmo que esteve presente em Jesus. Os anjos que aparecem após a “subida” de Jesus ao Céu dizem aos discípulos para não ficarem de braços cruzados, mas agirem, isto é, continuarem a missão do Senhor. Os anjos dizem aos discípulos que Jesus vai voltar. Isso nos recorda a parábola contada pelo Senhor em que o patrão quando volta de viagem quer saber de seus servos o que fizeram, qual o produto do trabalho. Os anjos nos recordam a necessidade de deixar de ficar olhando para o céu e colocar mãos à obra, trabalhar!
O Evangelho de Mateus nos fala que o poder que Jesus recebeu do Pai e foi plenificado após sua ressurreição, é dado à Comunidade para que “Vá e faça discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que lhes ordenei!”
Batismo e catequese! Batismo é a consagração, a configuração a Jesus Cristo, o Ungido e a Catequese é a implementação da Justiça. Logo, deveremos levar as pessoas a se configurarem ao Homem Novo, de acordo com o desejo do Pai e, depois, após conscientizá-los, levá-los a praticar a justiça e as bem-aventuranças. E Mateus termina citando a certeza da presença eterna de Jesus ao nosso lado: “ Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo!”
A Ascensão de Jesus é a transformação da presença do Emanuel, do Deus Conosco. Sua presença é manifestada não através de uma figura visível, a de Jesus, mas através da ação libertadora praticada pelos membros da Comunidade.
Quando chegar o final dos tempos, a Parusia, veremos a “re-velação” do Senhor. Veremos que atrás de cada atitude cristã estava o Redentor – Cristo, o Autor de todo ato de bondade – o Pai, e nos inspirando, o Espírito de Amor.
Pe. César Augusto dos Santos SJ

30 de maio de 2014 at 8:28 Deixe um comentário

Santo Aníbal Maria di Francia – 01 de Junho


Santo Aníbal Maria di Francia
1851-1927

Fundou duas Congregações religiosas:
Filhas do Divino Zelo
e os Rogacionistas do Coração de Jesus

 

 

Filho de nobres da aristocracia siciliana, Aníbal Maria di Francia nasceu na cidade italiana de Messina no dia 5 de julho de 1851.

Terceiro de quatro filhos, aos quinze meses ficou órfão de pai. A dura experiência de não conviver com a figura paterna desenvolveu-lhe um especial amor e compreensão às necessidades das crianças órfãs, pobres e abandonadas. Para elas dedicou toda a sua vida de apostolado e por elas nunca deixou de ser um simples padre, embora as oportunidades no clero não lhe faltassem.

Aos dezoito anos recebeu o forte chamado à vida religiosa e ordenou-se sacerdote em 1878. O contato com o terrível mundo dos miseráveis e pobres deu-se poucos meses antes de sua consagração, quando conheceu a Casa de Avignon, o pior e mais esquecido local da cidade. Local que depois se tornou o campo de atuação do seu ministério. 

Nele realizou o que definiu como o “espírito da dupla caridade: evangelização e socorro aos pobres”, iniciando a criação dos Orfanatos Antonianos, masculinos e femininos, colocados sob a guarda de santo Antônio de Pádua. Para mantê-los, não teve dúvidas, tornou-se mendicante, indo de porta em porta pedir subsídios. Depois desenvolveu a devoção do “pão de santo Antônio”, responsável, por muito tempo, pela sustentação de suas obras.

Os milhões e milhões de pessoas ainda não-evangelizadas eram um pensamento constante que o consumia. Pregando ao Espírito Santo, encontrou a luz para essa inquietação no próprio Senhor Jesus, que disse: “Rogai ao Senhor da messe, para que envie trabalhadores para sua messe”. Assim inspirado, fundou duas congregações religiosas: as Filhas do Divino Zelo, em 1887, e, dez anos depois, os Rogacionistas do Coração de Jesus.

Dizia freqüentemente que a Igreja, para realizar a sua missão, tem necessidade de sacerdotes, numerosos e santos, segundo o Coração de Jesus. Padre Aníbal viveu por esta grande causa, com fama de santidade, em meio aos mais necessitados e abandonados. Além disso, deu uma atenção concreta às necessidades espirituais e materiais dos sacerdotes.

Amado e respeitado por todos, foi reconhecido como o “Pai dos órfãos e pobres”, até morrer, no dia 1o de junho de 1927. O seu corpo foi sepultado no Templo da Rogação Evangélica do Coração de Jesus e Santuário de Santo Antonio de Pádua, fundado por ele em 1926, em Messina.

O papa João Paulo II proclamou santo o padre Aníbal Maria di Francia, marcou sua celebração litúrgica para o dia de seu trânsito e o definiu como o “apóstolo da moderna pastoral vocacional” em 2004.

Fonte: Site Paulinas

30 de maio de 2014 at 8:26 Deixe um comentário

Papa: a vida cristã não é festa, mas “alegria em esperança”

 

2014-05-30 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – “A tristeza de vocês se converterá em alegria”. A promessa de Jesus aos seus discípulos esteva no centro da Missa desta manhã do Papa Francisco na Casa Santa Marta. Em sua homilia, o Pontífice fez quase um hino à alegria cristã, que, observou, não se pode comprar, mas só receber como dom do Senhor. A alegria dos cristãos, disse ainda, é a “alegria em esperança”:
São Paulo “era muito corajoso”, “porque ele tinha a força no Senhor”. O Papa Francisco desenvolveu a partir desta constatação a sua homilia, toda focalizada na alegria do cristão. Certamente, observou, às vezes até mesmo o Apóstolo dos gentios tinha medo. “Isso acontece com todos nós na vida ter um pouco de medo”, acrescentou. E se faz a pergunta se “não seria melhor abaixar um pouco o nível e ser um pouco não tanto cristão e buscar um compromisso com o mundo”. Paulo, no entanto, sabia que o que ele fazia não era apreciado nem pelos judeus, nem pelos pagãos”, mas ele não pára e, por isso, deve suportar dificuldades e perseguições. Isso, acrescentou, “nos faz pensar em nossos medos, nos nossos temores”. Também Jesus no Getsêmani teve medo, angústia. E em seu discurso de despedida, recordou o Papa, aos seus discípulos, diz claramente que “o mundo se alegrará”, pelos seus sofrimentos, como irá acontecer com os primeiros mártires do Coliseu:
E devemos dizer a verdade: não toda a vida cristã é uma festa. Não toda ela! Choramos…, tantas vezes se chora. Quando você está doente; quando tem um problema em família com o filho, com a filha, a esposa, o marido; quando você vê que o salário não chega ao final do mês e você tem um filho doente; quando você vê que não pode pagar a hipoteca da casa e dever deixar a casa… Tantos problemas, tantos que nós temos. Mas Jesus nos diz: ‘Não tenham medo!’. ‘Sim, você vai ficar triste, vai chorar e até mesmo as pessoas se alegrarão com isso, as pessoas que estão contra você’.

“Mas também – prosseguiu Francisco – há outra tristeza: a tristeza que nos vem quando enveredamos por um caminho que não é bom”. Quando “compramos a alegria, aquela do mundo, a do pecado, e por fim há um vazio dentro de nós”. Uma tristeza que é alegria ruim. Ao invés, o cristão é “alegre em esperança”:
Mas, no momento da dificuldade, nós não a vemos. É uma alegria que é purificada pelas provações, inclusive de todos os dias. A tristeza se transformará em alegria. Mas é difícil quando visitamos um doente, que tanto sofre, dizer: ‘Coragem! Coragem! Amanhã haverá alegria!’. Não se pode dizer isso! Devemos fazê-lo sentir como fez Jesus. Também nós, quando estamos na escuridão, que não vemos nada: ‘Eu sei, Senhor, que esta tristeza se transformará em alegria. Não sei como, mas eu sei!’. Um ato de fé no Senhor. Um ato de fé!

Para entender a tristeza que se transforma em alegria, disse ainda o Papa, Jesus cita como exemplo a mulher que dá à luz: “É verdade, no parto a mulher sofre tanto – afirmou Francisco –, mas depois, quando está com a criança, se esquece”. O que permanece, portanto, é “a alegria de Jesus, uma alegria purificada”. Uma alegria, reconheceu, “escondida em alguns momentos da vida, que não se sente nos momentos ruins, mas que vem depois: uma alegria em esperança”. Portanto, esta é a “mensagem da Igreja de hoje: não ter medo!”:
Ser corajoso no sofrimento e pensar que depois vem o Senhor, a alegria, chega o sol depois da escuridão. Que o Senhor dê a todos nós esta alegria em esperança. E o sinal de que nós temos esta alegria em esperança é a paz. Quantos doentes, que estão no fim da vida, com as dores, têm aquela paz na alma … Esta é a semente da alegria, esta é a alegria em esperança, a paz. Se você tem paz, então tem a semente da alegria que virá depois. Que o Senhor nos faça entender essas coisas.
(SP/BF)

30 de maio de 2014 at 8:23 Deixe um comentário

O horror do trabalho escravo e do tráfico de seres humanos – o Papa na sua Mensagem à OIT (Org.Inter.Trabalho)

 

2014-05-29 Rádio Vaticana

O Papa Francisco enviou uma Mensagem à 103ª Conferência Internacional do Trabalho a decorrer na ONU em Genebra, na Suíça, de 28 de maio a 12 de junho subordinada ao tema “Construir um futuro com trabalho decente”. No início da sua mensagem o Santo Padre afirma que:
“No início da criação, Deus criou o homem guardião da sua obra, encarregando-o de cultivá-la e de protegê-la. O trabalho humano é parte da criação e continua o trabalho criativo de Deus. Esta verdade leva-nos a considerar o trabalho quer como um dom quer como um dever. Por isso, o trabalho não é meramente uma mercadoria, mas possui dignidade e valor próprios.”Desta forma, o Papa Francisco manifesta seu apreço pela contribuição da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em defesa da dignidade do trabalho humano no contexto do desenvolvimento social e económico mediante a discussão e a cooperação entre governos, trabalhadores e empregadores. “Tais esforços – ressalta o Santo Padre – estão ao serviço do bem comum da família humana e promovem a dignidade dos trabalhadores.”
Recordando o momento crucial na história económica e social em que esta Conferência se realiza, o Santo Padre destaca que “o desemprego está tragicamente expandindo as fronteiras da pobreza”, situação particularmente desconfortante para os jovens desempregados, que se podem sentir “alienados da sociedade”.Apontando outro grave problema, ligado a este do desemprego, o Papa Francisco aponta o da migração em massa: o enorme número de homens e mulheres obrigados a buscar trabalho longe da sua pátria é, por si só, motivo de preocupação. “Apesar da esperança deles por um futuro melhor, frequentemente encontram incompreensão e exclusão”, sem falar em experiências de tragédias e desastres.
O Papa Francisco na sua mensagem denuncia, assim, mais uma vez, que não conseguindo muitas vezes encontrar um trabalho digno, estes homens e mulheres tornam-se vítimas de uma certa “globalização da indiferença”, acrescentando que tal situação os expõe a ulteriores perigos, como o horror do tráfico de seres humanos, o trabalho forçado e a redução ao estado de escravidão.”É inaceitável que, no nosso mundo, o trabalho feito por escravos se tenha tornado moeda corrente”, denuncia o Santo Padre. “Isto não pode continuar! O tráfico de seres humanos é uma chaga, um crime contra a humanidade inteira.”
O Papa afirma que é este o momento para unir forças e de trabalhar juntos para libertar as vítimas do tráfico de seres humanos. Isto requer um renovado compromisso em favor da dignidade de toda pessoa; “uma mais determinada realização dos padrões internacionais do trabalho; a planificação de um desenvolvimento focalizado na pessoa humana qual protagonista central e principal beneficiária; uma avaliação das responsabilidades das sociedades multinacionais nos países onde atuam, incluindo os setores da gestão do lucro e do investimento” – sublinha o Papa na sua mensagem.O Papa conclui afirmando que a doutrina social da Igreja Católica apoia as iniciativas da OIT, que pretendam promover a dignidade da pessoa humana e a nobreza do trabalho, encorajando-os nos seus esforços para enfrentar os desafios do mundo atual, permanecendo fiéis a tais nobres objetivos. (RS)

29 de maio de 2014 at 9:39 Deixe um comentário

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