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Oração de Consagração a Nossa Senhora Aparecida – por Papa Francisco

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Monumento dedicado à Nossa Senhora Aparecida no Vaticano

Ó Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.

Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.

Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Assim seja!

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12 de outubro de 2019 at 5:50 Deixe um comentário

Nossa Senhora do Rosário

Todo ano, no dia 7 de outubro, os cristãos celebram a memória de Nossa Senhora do Rosário. Já faz parte do calendário litúrgico da Igreja. A memória de Nossa Senhora do Rosário deriva da festa de Santa Maria da Vitória, instituída por São Pio V, depois da vitória dos cristãos em Lepanto.
Lepanto era uma cidade da Grécia, com importante porto, junto ao Golfo de Corinto. Nela se travou a famosa batalha naval, em que a esquadra cristã, comandada por João da Áustria, derrotou os turcos muçulmanos. A vitória foi obtida em 7 de outubro de 1571, impedindo assim a grande expansão do império turco.

Papa Pio V convocou toda a Igreja para que recitasse o Rosário pela vitória dos cristãos. Para comemorar tal vitória, o Pontífice instituiu a festa inicialmente chamada de Santa Maria da Vitória.

Em 1573, o Papa Gregório XIII tornou a festa mariana obrigatória para a diocese de Roma e para as Confrarias do Santo Rosário, sob o título de Santíssimo Rosário da Bem-aventurada Virgem Maria.

Em 1716, o Papa Clemente XI inscreveu a festa no calendário romano, estendendo-se para toda a Igreja. A celebração ocorria em datas diferentes, conforme os costumes locais.

Papa Leão XIII inscreveu a invocação “Rainha do Sacratíssimo Rosário” na Ladainha Lauretana em 10 de dezembro de 1883.

Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração da festa em 7 de outubro.

REPRESENTAÇÃO MARIANA


Nossa Senhora do Rosário – Escola de Cuzco
Em sua representação iconográfica, Nossa Senhora do Rosário retrata a Virgem Maria geralmente sentada, com o menino Jesus sobre o seu joelho esquerdo e segurando com a mão direita um rosário.

Já algumas imagens representam a Mãe de Jesus dando o rosário a São Domingos.

Outras imagens ainda apresentam Maria entregando o rosário a São Domingos e Santa Catarina recebendo outro rosário do menino Jesus. Às vezes, as figuras dos santos podem também aparecer invertidas, ou seja, mudando de lado.

UM TÍTULO ORACIONAL

Com piedade, os cristãos festejam e cultuam Nossa Senhora do Rosário. Esse título refere-se a uma das orações mais caras do cristianismo: o Rosário.

Meditando o significado do título mariano na Ladainha, Ives Gandra da Silva Martins, jurista brasileiro, dá um belo testemunho espiritual, dirigindo assim à Mãe de Jesus: “Mestra do Santo Rosário / Todo o dia eu Te ofereço / Este augusto relicário, / Que no mundo não tem preço”.

O Rosário tem origem antiga. É uma palavra proveniente do latim “rosariu”, que significa “coroa de rosas”.

Na Idade Média, os vassalos tinham o costume de oferecer a seus soberanos coroas de flores, em sinal de submissão e de respeito. Os cristãos adotaram este uso em honra da Mãe de Jesus, oferecendo-lhe, com o Rosário, sua homenagem e respeito.

história do Rosário remonta à piedade mariana medieval, que consagra uma longa evolução da devoção para com a Mãe de Jesus. Nos inícios do século XII propagou-se a prática da recitação da Ave-Maria no nosso Ocidente.

A saudação angélica, que constitui a primeira parte da oração da Ave-Maria, era conhecida pelos cristãos já antes do século XII, pois se encontra no texto da Bíblia (Lc 1,28.42). Até o século VII era antífona ofertorial do quarto domingo do tempo do advento, marcado por especial acento mariano.

costume de rezar cento e cinquenta Ave-Marias iniciou nos mosteiros da Europa, onde os religiosos reuniam-se várias vezes por dia para recitar os salmos da Bíblia.  Havia monges analfabetos ou de pouco estudo. Por isso, em vez de pronunciar os salmos, eles rezavam as cento e cinquenta Ave-Marias, divididas em três grupos de cinquenta.

No século XV, são introduzidos na oração da Ave-Maria o nome de Jesus e o Amém final. Em 1483 difundiu-se a segunda parte da Ave-Maria, agregada à primeira parte desta prece mariana.

Já no século XIV, o monge cartuxo Henrique de Kalkar dividiu as cento e cinquenta Ave-Marias em quinze dezenas. Em cada dezena inseriu a oração do Pai-Nosso.


Lucas Valdés (1661-1725), A Virgem do Rosário, São Domingos e Santa Catarina de Sena, Museu de Sevilha.

São Domingos (1170-1221) e seus frades pregadores difundiram bastante a devoção mariana. As confrarias marianas, fundadas por São Pero de Verona, grande seguidor de São Domingos, contribuíram muito para a propagação da piedade para com a Virgem Maria.

A partir do século XV, os cristãos começaram a meditar em cada dezena do Rosário algum episódio da vida de Jesus Cristo. Entre os anos 1410 e 1439, Domingos da Prússia, monge cartuxo de Colônia, propunha a cada Ave-Maria um texto bíblico referente ao acontecimento salvífico, sob a forma de refrão.

Continuando a obra de Domingos da Prússia, o frade dominicano Alano de La Roche colocou, em 1470, as meditações no Rosário, que eram feitas junto às Ave-Marias, mas, com o tempo, foram reduzidas para cada dezena.

Em 1521, o também frade dominicano Alberto Castelo simplificou a estrutura do Rosário, estabelecendo apenas quinze mistérios para a oração e meditação dos devotos de Nossa Senhora. As confrarias marianas, que estavam espelhadas pela Europa toda, encarregaram-se em rezar e difundir tal devoção mariana.

Mesmo com o clima anti-religioso e anti-mariano, que se experimentou com o surgimento de movimentos humanistas e modernos, o Rosário foi se afirmando na piedade popular e eclesial, de tal modo que diversos escritores, dos mais diferentes matizes, passaram a considerar e aprofundar tal forma de espiritualidade mariana.

Tivemos vários documentos pontifícios que abordaram o Rosário e seu valor espiritual e teológico. A bula de Pio V, Consueverunt romani Pontifices, de 1569, foi um ponto de referência, definindo oficialmente e consagrando a forma desta devoção que temos hoje.

ORAÇÃO DA IGREJA

Paulatinamente, o Rosário tornou-se uma oração de toda a Igreja. Desde as pequenas paróquias até as grandes catedrais, tal devoção atingiu as diversas esferas e regiões do povo cristão. Passou a ser rezado por pessoas simples e cultas, ricos e pobres, gente da roça e da cidade, de todas as categorias, idades, profissões e condições culturais.

Desde sua origem até nossos dias, o Rosário vem sendo rezado pelos cristãos, que, através desta devoção, manifestam seu desvelo pela Virgem Maria. Tal oração tem fortalecido e garantido a fé dos cristãos nas mais diferentes épocas e culturas. Já dizia Leão XIII que “o cristão acha no Rosário meios abundantes para alimentá-lo e fortalecê-lo”.

O Rosário ajuda os cristãos a aprofundarem sua fé dentro dos parâmetros bíblicos. Constitui uma belíssima síntese do Evangelho. Isso porque rezar o Rosário “é ‘passear pelo Evangelho’ em união com Maria Santíssima. É contemplar os mistérios fundamentais da história da salvação com seu olhar” (Dom Murilo S. R. Krieger, bispo e escritor).

Pe. Eugênio Bisinoto, C.Ss.R.

Fonte: Academia Marial

7 de outubro de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Nossa Senhora das Dores

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Os dois polos do mundo

Há no Céu dois pivôs em torno dos quais todo o Céu gira; são os dois polos. Um deles é o Salvador, que fica situado no meio-dia porque está cheio de luz e nele não há trevas, e o outro é o seio onde Ele encarnou. O Céu gira em torno destes polos, com o socorro da intercessão da Mãe e o socorro do Redentor na cruz. Com efeito, por intercessão de Maria e pelo sangue e o corpo do Redentor, o Senhor exerce a sua justiça sobre os povos. O eixo da misericórdia, que sustenta o mundo, gira em volta destes dois pivôs ou polos, porque através da Mãe temos acesso ao Filho, e através do Filho temos acesso ao Pai; assim conduzidos, não receamos que nos seja recusada a reconciliação. Estas duas estrelas, estes dois pivôs do mundo, são imóveis; em volta deles, como em volta de dois pontos fixos necessários, gira toda a circunferência do Céu.

Reflexão de Santo Alberto Magno

Fonte: Evangelho Quotidiano

15 de setembro de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Os Papas e o doce nome de Maria

Santíssimo Nome de Maria

Santíssimo Nome de Maria

O mês de setembro tem no Calendário Litúrgico duas datas especiais dedicadas a Maria: dia 8, seu nascimento e dia 12 seu Santíssimo Nome, datas que levam a recordar a intensa e filial devoção mariana de todos grandes Papas do passado

Cidade do Vaticano

O nome de Maria, o doce nome de Maria. Não há Papa que o tenha pronunciado mais do que João Paulo II, que no seu lema tinha uma dedicatória docemente mariana: Totus tuus.

O atentado de 11 de setembro às Torres Gêmeas deu ocasião a João Paulo II de reativar a festa do Santo Nome de Maria que tinha desaparecido do calendário litúrgico em meados de 1970. De fato, para o Papa polonês, 11 de setembro era uma data significativa também por outro motivo histórico e mariano. Recorda a intercessão da Virgem na vitória do exército polonês que fez com que acabasse o assédio de Viena por parte dos turcos, no século XVII.

Todavia no dia 12 de setembro de 2001, um dia depois da tragédia das Torres, o Papa manifesta sua dor e dirige-se a Maria:

“ Com profundo afeto, dirijo-me ao povo dos Estados Unidos nesta hora de angústia e de terror, em que a coragem de muitos homens e mulheres de boa vontade é posta à dura prova. De maneira especial, abraço os familiares dos defuntos e dos feridos, enquanto lhes garanto a minha proximidade espiritual. Confio à misericórdia do Altíssimo as vítimas inermes desta tragédia, pelas quais hoje de manhã celebrei a Santa Missa, implorando para elas o descanso eterno. Deus dê coragem aos sobreviventes, assista com a sua ajuda a obra benemérita dos socorristas e dos inúmeros voluntários, que nestas horas dedicam toda a sua energia para fazer frente a uma emergência tão dramática. Convido-vos também a vós, caríssimos Irmãos e Irmãs, a unir-vos à minha oração. Imploremos ao Senhor para que não prevaleça a espiral do ódio e da violência. A Virgem Santíssima, Mãe de misericórdia, suscite pensamentos de sabedoria e propósitos de paz nos corações de todos ”

 

Enquanto que no Angelus do domingo 16 de setembro, pronunciado em Frosinone por ocasião de uma visita pastoral, o Papa voltou a falar sobre a tragédia e invocou o consolo de Maria.

“ A Virgem infunda conforto e esperança também a quantos sofrem por causa do trágico atentado terrorista, que nos últimos dias feriu profundamente o amado povo americano. A todos os filhos dessa grande Nação dirijo, também agora, o meu sincero pensamento de participação. Maria acolha os defuntos, console os sobreviventes, sustenha as famílias particularmente provadas e ajude todos a não ceder à tentação do ódio e da violência, mas a empenhar-se no serviço da justiça e da paz. Maria Santíssima alimente, sobretudo nos jovens, elevados ideais humanos e espirituais, bem como a constância necessária para os realizar. Recorde-lhes o primado dos valores eternos a fim de que, especialmente nestes momentos difíceis, os compromissos e as actividades quotidianas continuem a estar sempre orientados para Deus e o seu Reino de solidariedade e de paz ”

A devoção de João Paulo II ao Nome de Maria continou com o seu sucessor Bento XVI. Na sua peregrinação ao Santuário de Mariazell, durante sua Viagem Apostólica à Áustria, em 8 de setembro de 2007 disse:

“ “Mostra-nos Jesus!”. Com este pedido à Mãe do Senhor pusemo-nos a caminho em direção a este lugar. Este mesmo pedido acompanhar-nos-á quando voltarmos à nossa vida quotidiana. E sabemos que Maria satisfaz a nossa oração: sim, em qualquer momento, quando olhamos para Maria, ela mostra-nos Jesus. Assim podemos encontrar o caminho justo, segui-la passo a passo, cheios de confiança jubilosa de que o caminho leva à luz na alegria do Amor eterno ”

Na Audiência Geral de alguns dias depois, 12 de setembro de 2007, Bento XVI evidencia uma importante ligação sobre a proximidade entre as duas datas no calendário litúrgico…

“ Sábado passado celebramos a festa da natividade de Maria e hoje recordamos o seu Santo Nome. A celestial Mãe de Deus, que nos acompanha ao longo de todo o ano litúrgico, vos guie caros jovens no caminho de uma adesão cada vez mais perfeita ao Evangelho ”

Enquanto que o Papa Paulo VI, na Festa da Natividade de Maria oferece ocasião para uma bela recordação pessoal (8 de setembro de 1974).

“ Recordamos que a Igreja de S. Maria das Graças em Brescia, ao lado da nossa casa, e que frequentávamos quando crianças com assiduidade, é dedicada ao nascimento de Nossa Senhora, à qual Beatíssima todos os anos fazia-se grande festa e toda nossa família pontualmente estava presente. Assim como não podemos esquecer a dedicatória sobre a fachada do sempre amado e glorioso Domo de Milão: “Mariae Nascenti”, a Maria que nasce, e que na agulha mais alta do encantador edifício ostenta triunfante a “Madonnina” ”

12 de setembro de 2019 at 5:36 Deixe um comentário

Nossa Senhora da Vitória, rogai por nós!

8 de setembro de 2019 at 6:28 Deixe um comentário

Nossa Senhora da Consolação, rogai por nós!

4 de setembro de 2019 at 9:45 Deixe um comentário

Oração a Nossa Senhora – de Santo Afonso Maria de Ligório

Mãe digníssima de meu Deus!

Mãe digníssima de meu Deus, e Soberana minha, Maria, vendo-me tão desprezível e carregado de pecados, não devia ter a ousadia de chegar-me a vós e chamar-vos minha Mãe. Não quero, porém, que as minhas misérias me privem da consolação e da confiança que sinto, dando-vos este doce nome. Verdade é que mereço me rejeites, mas os peço considereis o que fez e sofreu por mim o vosso Filho Jesus. Depois rejeitai-me, se o podeis. Sou miserável pecador, mais do que os outros ultrajei a majestade divina.

Ai! O mal está feito; a vós que o podeis remediar imploro agora: Vinde em meu socorro, ó Minha Mãe. Não me alegueis que não vos é possível ajudar-me, porque sei que sois onipotente e do vosso Deus conseguis tudo quanto desejais. Se me respondeis que não quereis socorrer-me, dizei-me ao menos a quem me devo dirigir para ser consolado no excesso de minha angústia. Apadrinhando-me com Santo Anselmo, ouso dizer a vós e a vosso divino Filho: Ou apiedai-vos de mim, dulcíssimo Redentor meu, perdoando-me, e vós, também, ó minha Mãe, intercedendo em meu favor; ou, mostrai-me a quem devo recorrer, que seja mais poderoso do que vós, e em quem eu possa confiar mais. Mas não; nem na terra nem no céu posso achar quem tenha dos miseráveis mais compaixão que vós, ou quem melhor possa ajudar-me.

Vós, Jesus, sois o meu Pai; e vós, Maria, sois a minha Mãe.

Vós amais até aos mais miseráveis e ides à procura deles para salvá-los. Eu sou  um réu do inferno, o mais indigno de todos. Mas não é necessário ir à minha procura, nem eu pretendo que o façais. Apresento-me espontaneamente a vós, com esperança certa de que não me haveis de desamparar. Aqui estou aos vossos pés, meu Jesus, perdoai-me. Maria, minha Mãe, socorrei-me.

Fonte: Site Filhos e Filhas da Paixão

24 de agosto de 2019 at 5:37 Deixe um comentário

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