Posts filed under ‘Maria Santíssima’

Nossa Senhora Rainha – 22 de agosto

A festa de hoje foi instituída por Pio XII, em 1955. Antecedida pela festa da Assunção de Nossa Senhora, celebramos hoje aquela que é a Mãe de Jesus, Cabeça da Igreja, e nossa Mãe.
Pio XII assim fala de Nossa Senhora Rainha: “Procurem, pois, acercar-se agora com maior confiança do que antes, todos quantos recorrem ao trono de graça e de misericórdia da Rainha e Mãe Nossa, para implorar auxílio nas adversidades, luz nas trevas, conforto na dor e no pranto … Há, em muitos países da terra, pessoas injustamente perseguidas por causa da sua profissão cristã, e privadas dos direitos humanos e divinos da liberdade … A estes filhos atormentados e inocentes, volva os seus olhos misericordiosos, cuja luz serena as tempestades e dissipa as nuvens, a poderosa Senhora das coisas e dos tempos, que sabe aplacar as violências com o seu pé virginal; e à todos conceda que em breve possam gozar da merecida liberdade … Todo aquele, pois, que honra a Senhora dos celestes e dos mortais, invoque-a como Rainha sempre presente, Medianeira de paz”.

cf.www.ecclesia.pt

22 de agosto de 2017 at 5:49 Deixe um comentário

Os títulos dogmáticos da Virgem Maria

Os títulos de Nossa Senhora, que tem sua origem nos dogmas marianos, são os menos numerosos. São apenas quatro. No entanto, não são menos importantes. Ao contrário, são particularmente importantes para a nossa fé. Esses dogmas foram proclamados justamente para firmar as bases da nossa fé.

O primeiro dos dogmas marianos é o da maternidade divina, proclamado solenemente pelo Terceiro Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, em 431, no qual a Virgem Maria é proclamada de Mãe de Deus. Num momento no qual muitos hereges negavam a divindade de Jesus, era necessário que a Igreja confirmasse a doutrina de que a Virgem Maria é verdadeiramente Mãe do Verbo de Deus encarnado, da segunda pessoa da Santíssima Trindade, e não apenas da humanidade de Jesus Cristo.

O segundo dogma é o da Virgindade Perpétua de Maria, que afirma a sua virgindade antes, durante e depois do parto. Essa doutrina, que já era dogma de fé, foi reafirmada solenemente no Concílio de Trento, no ano de 1555. No entanto, esses ensinamentos já faziam parte da doutrina dos Padres da Igreja, como São Justino, o Mártir e Orígenes.

O terceiro é o dogma da Imaculada Conceição de Maria, que define como fé da Igreja Católica a concepção de Nossa Senhora sem a mancha do pecado original. O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo Beato Papa Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, no dia 8 de Dezembro de 1854.

Finalmente, o quarto é o dogma da Assunção de Maria. Esse dogma significa que devemos crer com fé católica que a Virgem Maria, ao fim de sua vida terrena, foi elevada de corpo e alma à glória dos Céus. Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Papa Pio XII, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, no dia 1º de novembro de 1950.

Fonte: Com. Canção Nova

21 de agosto de 2017 at 5:43 Deixe um comentário

Oração a Nossa Senhora da Glória

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Aqui estamos, ó Mãe,
implorando a tua proteção sobre cada um de nós e sobre todo o teu povo.
Volte para nós o teu olhar cheio de misericórdia.
Estamos expostos a muitos perigos.
Afasta de nós todo o mal.
Ajuda-nos a lutar contra tudo o que ameaça o bem da humanidade.
Que saibamos cultivar mais nossa fé e nosso amor a Deus e ao próximo,
e que saibamos praticar a justiça para com todos.
Com a tua proteção, Senhora da Glória, queremos perseverar até o fim,
fazendo o bem ao próximo e seguindo o teu exemplo de fé e de amor,
para merecer um dia, alcançar a glória eterna, junto de ti,
com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Amém!

Fonte: Site do Santuário de Aparecida

19 de agosto de 2017 at 5:25 Deixe um comentário

Assunção ou Dormição de Nossa Senhora

A basílica, de planta circular, conta com uma abside decorada com um grande mosaico. Foto: Israel Tourism (Flickr).Basílica da Dormição na Terra Santa

É documentado e conservado na tradição da Igreja que os cristãos sempre acreditaram na dormição da Virgem Maria e não em sua morte, como seria natural. Desde muito cedo, ela foi venerada como intercessora junto a seu Filho, Jesus.

  • Entre os séculos V e VI, o conteúdo do comentário apócrifo do Trânsito de Maria, da vida terrena para a glória eterna, alcançou extraordinária difusão por obra dos peregrinos que se dirigiam a Jerusalém para honrar o túmulo da Virgem, o qual se acreditava fosse conservado na basílica edificada pela imperatriz Eudóxia no vale do Getsêmani. Os estudiosos estão de acordo em afirmar que exatamente nessa basílica, provavelmente nos inícios do século VI, se iniciou a comemoração – na liturgia de 15 de agosto – do evento admirável da Morte e Glorificação da Santíssima Mãe de Jesus; de tal modo que a solenidade mariana do mês de agosto se tornou a celebração da “Dormição de Santa Maria”. Com essa denominação, o imperador Maurício (582-602) decretou que fosse celebrada com suma referência, observando o repouso festivo.

Entre os bizantinos, a Dormição é celebrada ainda hoje, com grande honra, durante todo o mês de agosto, considerado “mês mariano”. Precedida pela “pequena Quaresma da Mãe de Deus”, de 1º a 14 do mês, a título de preparação, a solenidade é seguida por uma semana de festa.

Transparece nos textos bizantinos o vínculo entre os mistérios da Mãe do Senhor Jesus e o da sua intercessão em vista da maternidade divina. “Na maternidade foi conservada a virgindade e na dormição não abandonaste o mundo, ó Mãe de Deus; foste transportada à vida eterna e, com as tuas orações, livra da morte as nossas almas”.

Esse texto histórico é importante para o conhecimento dos cristãos católicos de como Maria foi reconhecida desde sempre como a Mãe de Jesus e nossa intercessora.

Fonte: D. Geraldo Majella Agnelo (Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador)

Liturgia Diária

17 de agosto de 2017 at 5:45 Deixe um comentário

A devoção à Nossa Senhora

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Muitos devotos de Maria gostam de ter diariamente com ela um momento de intimidade ou uma conversa amigável. Esses momentos são tantas vezes informais e discretos. Simplesmente acontecem. São momentos muito humanos e espirituais. Vêm mais do coração do que da cabeça. Talvez a conversa aconteça, porque notamos uma imagem ou um quadro de Maria que guardamos em casa, ou estamos assistindo a um programa religioso no rádio ou na TV e escutamos algo sobre Maria, ou ouvimos um cântico dedicado a ela. De repente estamos falando familiarmente com ela. Não há cerimônia. Simplesmente acontece como acontece entre amigos. É um sinal do carinho que sentimos por ela, e ela por nós. É um diálogo de amor. Devemos parar por um momento e ficar na sua presença quando isso acontece. É um momento de comunhão dos Santos. É um momento rápido de contemplação, quando entramos no interior de Maria. É um momento de amor mútuo.

Qual seria o coração dessa conversa íntima com Maria? Maria é aquela mulher e mãe que fica diante do trono de Deus para interceder por nós. E, muitas vezes, ela é nosso último refúgio. “Quando mais nada funciona, então, vá a Maria”, disse Santo Afonso. Quando parece que há medo ou vergonha de falar diretamente com Deus, então podemos ir a Deus por Maria. Tenho certeza de que alguns teólogos teriam um problema sério com essa colocação. Mas Santo Afonso, também teólogo e doutor da Igreja, não teve nenhum problema com ela.

Maria é uma mãe e intercessora exemplar, e devemos então, em nossa devoção, buscar estar na sua presença em quaisquer apuros. Maria é, nesse sentido, a porta de acesso a Deus e às suas graças. A devoção está na procura de Maria para amá-la, agradecer e pedir que interceda por nós. É um meio para aqueles que sentem certo medo de Deus e, por isso, procuram Maria-Mãe sem medo, porque ela não vai recusar-se a interceder por eles a Deus. Devo frisar que essa devoção, se for autêntica, deve levar-nos a ficar diante de Deus e a buscar sua vontade e a conversão. Maria dirige-nos para Deus, e diante de Deus assumiremos compromisso de amor, de conversão e de serviço na comunidade.

Padre Lourenço Kearns, C.Ss.R
Extraído do livro Oração Cristã, Editora Santuário

28 de julho de 2017 at 8:41 Deixe um comentário

Poderosa Oração a Nossa Senhora de Fátima

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Muitas pessoas já foram abençoadas com graças especiais alcançadas por Maria. Agora é a sua vez. Peça com fé:

Santíssima Virgem,
que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar a três pastorinhos os
tesouros de graças
contidos na prática do vosso santo Rosário,
incuti profundamente em nossa alma
o apreço em que devemos ter esta devoção,
a vós tão querida,
a fim de que, meditando os mistérios da Redenção,
que neles se comemoram,
nos aproveitemos de seus preciosos frutos
e alcancemos a graça (……………………….)
que vos pedimos,
se for para a glória de Deus
e proveito de nossas almas.
Assim seja.
Pai-nosso, Ave-Maria, Glória ao Pai.

 

 

23 de julho de 2017 at 1:32 Deixe um comentário

Oração a Nossa Senhora – de Santo Afonso de LIgório

Como é possível, ó Maria, minha Mãe Santíssima, que , tendo uma Mãe tão santa, tenha eu sido tão mau?  Uma Mãe que toda arde no amor para com Deus, e eu ame as criaturas? Uma Mãe tão rica de virtudes, e que delas seja eu tão pobre? Ó Mãe amabilíssima, já não mereço, é verdade, ser o vosso filho, porque de o ser me tenho feito indigno com as minhas culpas. Contento-me, pois, com que me aceites por vosso servo. Para ser o último de vossos servos  pronto estaria a renunciar a todos os reinos da terra. Sim, com este favor me contento. Entretanto não me recuseis o de vos chamar também minha Mãe. Este nome consola-me, enternece-me, recorda-me o quanto sou obrigado a vos amar. Inspira-me também grande confiança em vós. Quando a lembrança dos meus pecados e da justiça divina me enche de terror, sinto-me reanimado ao pensar que sois minha Mãe. Permiti que vos chame minha Mãe, minha Mãe amabilíssima. Assim vos chamo e assim quero sempre chamar-vos. Vós, depois de Deus, haveis de ser sempre a minha esperança, o meu refúgio e o meu amor neste vale de lágrimas. Assim espero morrer, entregando naquele último instante a minha alma nas vossas santas mãos, e dizendo: Minha Mãe, minha Mãe, ajudai-me, tende piedade de mim. Amém.

Fonte: Livro “Glórias de Maria” (Ed. Santuário)

21 de julho de 2017 at 5:27 Deixe um comentário

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