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Solenidade de Pentecostes – Recebei o Espírito Santo – São João 20, 19 – 23 – Dia 20 de maio de 2018

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“19.Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! 20.Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. 21.Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. 22.Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23.Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.” 

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Vindos de diversos lugares com os dons concedidos pelo Espírito de Deus, reunimo-nos para a Solenidade de Pentecostes. O sopro divino desce sobre nós e nos congrega na mesma fé e numa só família, na alegria e na fraternidade. A Igreja, iluminada pelo Espírito criador, se renova e se fortalece na missão”. (Liturgia Diária)

Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.  Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco!

“A paz é o primeiro dom que o Ressuscitado oferece à comunidade reunida no primeiro dia da semana, com as portas trancadas por medo: ” A paz esteja com vocês”. Paz que é plenitude de vida e possibilidade de devolver aos medrosos a coragem para proclamá-la à humanidade, tão carente de paz. Talvez a paz esteja cada vez mais longe, porque continuamos acuados e não somos corajosos o suficiente para levar adiante o projeto de Jesus”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

“A Igreja é o corpo de Cristo: caminha-se «com Cristo» na medida em que se está em relação «com o seu corpo». Cristo providencia a geração e fomento desta unidade com a efusão do Espírito Santo. E Ele mesmo não cessa de promovê-la através da Sua presença eucarística”. (São João Paulo II)

“Para animar a comunidade a viver a reconciliação, Jesus lhe envia o Espírito Santo, força que cria e renova o íntimo das pessoas. É o mesmo Espírito que sustentou a missão de Jesus para realizar o projeto de Deus. A paz, a harmonia, a alegria e a reconciliação fazem parte da comunidade cristã, convidada a levar esses valores para o meio da sociedade, tão marcada pela intolerância e violência”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

“Para não ser confundido com um fantasma, Jesus mostra as mãos e o lado, sinais da sua entrega por amor. Os discípulos se alegram por verem o Senhor. A seguir Ele os envia em missão, a mesma que Ele realizou. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”. 

“Cinquenta dias depois da Páscoa, realizou-se aquilo que Cristo tinha prometido aos discípulos:  ou seja, que eles receberiam  o  batismo  no  Espírito Santo (At 1, 5) e seriam revestidos do poder do Alto (Lc 24, 49), para ter a força de anunciar o Evangelho a todas as nações”. (São João Paulo II)

O Catecismo (731) ensina: “No dia de Pentecostes (no final das sete semanas de Páscoa), a Páscoa de Cristo é cumprida no Espírito Santo, que se manifesta, dado, e comunicadas como uma pessoa divina: da sua plenitude Cristo, o Senhor derrama o Espírito em abundância”.

“Desde o principio se tornou claríssimo que a origem da fortaleza dos Apóstolos é o Espírito Santo. É o Espírito Santo quem guia a Igreja no caminho da verdade; o Evangelho destina-se a ser divulgado graças ao poder de Deus, e não por meio da ciência humana ou da força”. (São João Paulo II)

“Missionário do Pai por excelência, Jesus nesse instante envia seus discípulos como testemunhas de tudo o que dele aprenderam; deverão prolongar no mundo a sua obra. Por isso, reveste-os com o dom do Espírito Santo e com o poder de perdoar pecados. É  um poder que discerne e julga, que reconcilia e exclui”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Conclusão:

O Papa Francisco disse assim: “O dia de Pentecostes, quando os discípulos “ficaram todos cheios do Espírito Santo”, foi o batismo da Igreja, que nasce “em saída”, “em partida” para anunciar a todos a Boa Notícia. A Mãe Igreja, que parte para servir. Recordemos a outra Mãe, a nossa Mãe que partiu com prontidão, para servir. A Mãe Igreja e a Mãe Maria: todas as duas virgens, todas as duas mães, todas as duas mulheres”. (8\06\2014)

Oração:

“Invoco uma vez mais o Espírito Santo; peço-Lhe que venha renovar, sacudir, impelir a Igreja numa decidida saída para fora de si mesma, a fim de evangelizar todos os povos”. (Papa Francisco)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

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14 de maio de 2018 at 5:42 Deixe um comentário

Solenidade de Pentecostes – Recebei o Espírito Santo – São João 20, 19 – 23 – Dia 04 de junho de 2017

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“19.Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! 20.Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. 21.Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. 22.Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23.Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.

“Celebremos com alegria a Solenidade de Pentecostes. O Espírito do Senhor desceu sobre nós e nos congregou na mesma fé  e numa só família. O universo todo se renova com a presença do Espírito criador e unificador, pelo qual formamos um único corpo em Cristo”. (Liturgia Diária)

O Papa Emérito Bento XVI disse que “na solene celebração do Pentecostes, somos enviados a professar a nossa fé na presença e na ação do Espírito Santo e a invocar a sua efusão sobre nós, sobre a Igreja e sobre o mundo inteiro. Portanto, façamos nossa, e com intensidade particular, a invocação da própria Igreja:  Veni, Sancte Spiritus! Uma invocação tão simples e imediata, mas ao mesmo tempo extraordinariamente profunda, que brota em primeiro lugar do Coração de Cristo”. (23\05\10)

Antonio Sá de Aguiar disse assim: “Depois do grande derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes, a Igreja celebra anualmente a Solenidade de Pentecostes, onde convida os seus fiéis a terem essa experiência renovadora e transformadora com o Espírito Santo. Precisamos aproveitar novamente essa grande oportunidade que Deus nos dá, de fortalecermos a nossa fé, deixarmos o medo, a timidez, a insegurança, e nos tornarmos cristãos renovados pelo Espírito Santo”. (RCCBrasil)

Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Para levar à plenitude os mistérios pascais, derramastes, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de vossos filhos e filhas. Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal e aclamamos a vossa bondade cantando (dizendo) a uma só voz…” (Prefácio)

O Papa Francisco ensinou que “no Pentecostes, o Espírito faz os Apóstolos saírem de si mesmos e transforma-os em anunciadores das maravilhas de Deus, que cada um começa a entender na própria língua. Além disso, o Espírito Santo infunde a força para anunciar a novidade do Evangelho com ousadia (parresia), em voz alta e em todo o tempo e lugar, mesmo contra-corrente. Invoquemo-Lo hoje, bem apoiados na oração, sem a qual toda a ação corre o risco de ficar vã e o anúncio, no fim de contas, carece de alma. Jesus quer evangelizadores que anunciem a Boa Nova, não só com palavras mas sobretudo com uma vida transfigurada pela presença de Deus”.

“Era preciso que descesse o Espírito Santo para que a sementeira de graças frutificasse”. (São João Maria Vianney)

O Papa Emérito Bento XVI orou assim: “Vinde, Espírito Santo! Ateai em nós o fogo do vosso amor! Sabemos que esta é uma oração audaz, com a qual pedimos para ser tocados pela chama de Deus; mas sabemos sobretudo que esta chama – e só ela –tem o poder de nos salvar. Para defender a nossa vida, não queremos perder a vida eterna que Deus nos quer conceder. Temos necessidade do fogo do Espírito Santo, porque só o Amor redime. Amém!”

O Papa Francisco disse que “somente com a luz e a força do Espirito Santo é que podemos desempenhar eficazmente a nossa missão de dar a conhecer e fazer experimentar cada vez mais aos outros o amor e a ternura de Deus.”

Conclusão: 

“Desejamos olhar para a Virgem Maria e aprender dela a docilidade ao Espírito Santo. Sabemos que, na justa medida, nós também queremos fazer com que Jesus nasça no coração das pessoas, pela Evangelização. Para tanto, sabendo que a graça concedida à Renovação Carismática Católica é que sejamos “apóstolos do Batismo no Espírito Santo”, buscamos a fidelidade à recomendação do Papa Francisco, de que levemos adiante este apostolado, para o bem da Igreja”. (Dom Alberto Taveira Corrêa- Arcebispo de Belém/PA e Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL)

Oração:

Sequência de Pentecostes: “Espírito de Deus, enviai dos Céus um raio de luz! Vinde, Pai dos pobres, dai aos corações vossos sete dons. Consolo que acalma, hóspede da alma, doce alívio, vinde! No labor descanso, na aflição remanso, no calor aragem. Sem a luz que acode, nada o homem pode, nenhum bem há nele. Ao sujo lavai, ao seco regai, curai o doente. Dobrai o que é duro, guiai no escuro, o frio aquecei. Dai à vossa Igreja, que espera e deseja, vossos sete dons. Dai em prêmio ao forte, uma santa morte, alegria eterna.Enchei luz bendita, chama que crepita, o íntimo de nós!”

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

29 de maio de 2017 at 5:45 1 comentário

Solenidade de Pentecostes – Recebei o Espírito Santo – São João 20, 19 – 23 – Missa do domingo – dia 15 de maio de 2016

19.Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco!

20.Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.

21.Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.

22.Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.

23.Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

 

Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.

O Papa Emérito Bento XVI disse que “à noite, no dia da sua ressurreição, Jesus apareceu aos discípulos, “soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo”” (Jo 20, 22). Com força ainda maior, o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos no dia do Pentecostes: “Subitamente ressoou, vindo do Céu lê-se nos Atos dos Apóstolos um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram, então, aparecer umas línguas à maneira de fogo, que se iam dividindo, e pousou sobre cada um deles” (2, 2-3)”.

 

Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: “Esta é a palavra que saiu duas vezes da boca de Jesus ressuscitado, quando apareceu no meio dos discípulos no Cenáculo na noite de Páscoa: “Shalom a paz esteja convosco!” (Jo 20, 19.21). A expresão “shalom” não é uma simples saudação; é muito mais: é o dom da paz prometida (Jo 14, 27) e conquistada por Jesus ao preço do seu sangue, é o fruto da sua vitória na luta contra o espírito do mal. Portanto, trata-se de uma paz “não como o mundo a oferece”, mas como somente Deus a pode conceder”. (11\05\2008)

“O Espírito Santo, o Paráclito, o Defensor, é Aquele que, como um sopro, o Pai e o Filho enviam à alma dos justos. É por Ele que somos santificados e merecemos ser santos. O sopro humano é a vida dos corpos; o sopro divino é a vida dos espíritos. O sopro humano torna-nos sensíveis; o sopro divino torna-nos santos. Este Espírito é santo porque, sem Ele, nenhum espírito – nem angélico nem humano – pode ser santo”. (Santo Antônio de Pádua)

“O Espírito Santo, já operante na criação do mundo e na Antiga Aliança, revela-Se na Encarnação e na Páscoa do Filho de Deus, e como que «explode» no Pentecostes para prolongar, no tempo e no espaço, a missão de Cristo Senhor. O Espírito constitui assim a Igreja como fluxo de vida nova, que circula dentro da história dos homens”. (São João Paulo II)

 

Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

O Papa Emérito Bento XVI explicou que “a Igreja realiza o seu serviço a paz de Cristo, sobretudo na presença e ação comuns no meio dos homens, com a pregação do Evangelho e com os sinais de amor e de misericórdia que a acompanham (Mc 16, 20). Naturalmente, entre estes sinais é necessário ressaltar de maneira prioritária o Sacramento da Reconciliação, que Cristo instituiu no mesmo momento em que comunicou aos discípulos a sua paz e o seu Espírito”. (2008)

Padre César Augusto dos Santos ensinou que “O sopro de Jesus dá a Vida, dá o Espírito Santo que faz nova todas as coisas. Essa nova Humanidade forjada pela redenção, pela ressurreição de Jesus, porta o Espírito do Senhor para continuar sua missão salvífica. Evidentemente essa missão redentora terá sua expressão no perdoar e no reter os pecados”.

“Onde está a Igreja, ali está o Espírito de Deus, e onde está o Espírito de Deus, ali estão a Igreja e todas as graças, e o Espírito é a verdade; afastar-se da Igreja significa rejeitar o Espírito, excluir-se da vida”. (Santo Ireneu)

 

A Festa de Pentecostes

“Como não dar graças a Deus pelos prodígios que o Espírito não cessou de realizar nestes dois milênios de vida cristã? O evento de graça do Pentecostes tem, com efeito, continuado a produzir os seus maravilhosos frutos, suscitando em toda a parte ardor apostólico, desejo de contemplação, empenho em amar e servir com total dedicação a Deus e aos irmãos”. (São João Paulo II)

O Catecismo (§731) ensina: “No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo que Se manifestou, Se deu e Se comunicou como Pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito”.

Jean Tauler, dominicano explicou: “Eis o aniversário do dia em que o Espírito Santo foi enviado aos santos discípulos e a todos os que com eles estavam reunidos, o dia em que nos foi dado esse belo tesouro que tínhamos perdido no Paraíso terrestre, por obra da astúcia do Inimigo e pela claudicação humana. Essa dádiva aconteceu de maneira maravilhosa, a começar já por aquilo que exteriormente se viu; quanto ao mistério escondido e encerrado interiormente em tais maravilhas, não há razão, pensamento ou criatura alguma que o pudesse conhecer, conceber ou dizer”.

“O Pentecostes recorda aos cristãos a presença contínua do Espírito Santo sobre a terra. Portanto esta solenidade não é só a comemoração de um acontecimento realizado nos tempos passados, mas é a garantia de uma contínua realidade sempre viva entre nós, isto é, a presença do Espírito Santo: dado que Ele está entre nós não menos do que esteve no Cenáculo no dia de Pentecostes, embora esteja inacessível aos nossos sentidos. O Salvador assegura-nos esta presença e permanência.” (Beata Elena Guerra)

 

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “O dia de Pentecostes, quando os discípulos “ficaram todos cheios do Espírito Santo”, foi o batismo da Igreja, que nasce “em saída”, “em partida” para anunciar a todos a Boa Notícia. A Mãe Igreja, que parte para servir. Recordemos a outra Mãe, a nossa Mãe que partiu com prontidão, para servir. A Mãe Igreja e a Mãe Maria: todas as duas virgens, todas as duas mães, todas as duas mulheres”.

 

Oração:

Do Papa Emérito Bento XVI: “Amados irmãos e irmãs, que à luz desta Palavra de vida se torne ainda mais ardente e intensa a oração, que no dia de hoje elevamos a Deus em união espiritual com a Virgem Maria. A Virgem da escuta, a Mãe da Igreja, obtenha para as nossas comunidades e para todos os cristãos uma renovada efusão do Espírito Santo Paráclito: Enviai o vosso Espírito; tudo será recriado e renovareis a face da terra”. Amém!”

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

9 de maio de 2016 at 5:49 Deixe um comentário

Solenidade de Pentecostes – “Recebei o Espírito Santo” – São João 20, 19-23 – Missa do dia 24 de Maio de 2015

  1. Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco!
  2. Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.
  3. Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.
  4. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.
  5. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

“Nesta solenidade de Pentecostes, bendigamos o Espírito de Deus, que desceu sobre nós e nos congregou na mesma fé e numa só família, na alegria e na fraternidade. O universo todo se renova com a presença do Espírito criador e unificador. Somos convidados a acolher seus dons, que nos levam a viver a paz e o amor”. (Liturgia Diária)

Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós

São João Paulo II disse assim: “Uma vez ressuscitado, (Jesus) vai ter com os Apóstolos para «soprar sobre eles» (Jo 20,22). A vinda do Senhor enche de alegria os presentes: «a sua tristeza converte-se em alegria» (Jo 16,20), como Ele já lhes tinha prometido antes da Sua paixão. E sobretudo verifica-se o anúncio principal do discurso de despedida: Cristo ressuscitado, como que dando início a uma nova criação, «traz» aos Apóstolos o Espírito Santo. Trá-Lo à custa da Sua «partida»; dá-lhes o Espírito como que através das feridas da Sua crucifixão: «mostrou-lhes as mãos e o lado» (Jo 20,20). É em virtude da mesma crucifixão que Ele lhes diz: «Recebei o Espírito Santo».

“O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências”. (Evangelho Quotidiano)

Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos

São Francisco de Sales disse que “para obter o Espírito Santo, temos de agradecer a Deus Pai que O enviou, primeiramente, ao nosso mestre, Jesus Cristo, Nosso Senhor, Seu Filho – porque «todos nós participamos da Sua plenitude» (Jo 1,16) – e porque O enviou aos Seus Apóstolos para que no-Lo comunicassem, impondo sobre nós as mãos. Temos de agradecer ao Filho: tal como Deus, Ele envia-nos o Espírito: sendo Deus, envia Espírito aos que se dispõem a recebê-Lo. Mas, sobretudo, temos de agradecer porque, sendo Homem, nos mereceu a graça de receber o Divino Espírito”.

O Papa Francisco explicou: “No Pentecostes, o Espírito faz os Apóstolos saírem de si mesmos e transforma-os em anunciadores das maravilhas de Deus, que cada um começa a entender na própria língua. Além disso, o Espírito Santo infunde a força para anunciar a novidade do Evangelho com ousadia (parresia), em voz alta e em todo o tempo e lugar, mesmo contra corrente. Invoquemo-Lo hoje, bem apoiados na oração, sem a qual toda a ação corre o risco de ficar vã e o anúncio, no fim de contas, carece de alma. Jesus quer evangelizadores que anunciem a Boa Nova, não só com palavras mas sobretudo com uma vida transfigurada pela presença de Deus”.

Conclusão:

Do Beato Guerric de Igny explicou: “Quando Jesus apareceu aos apóstolos, estando fechadas as portas, e veio pôr-Se ao meio deles, eles ficaram dominados pelo espanto e cheios de medo, julgando ver um espírito (Jo 20, 19; Lc 24, 37). Mas, quando soprou sobre eles dizendo: «Recebei o Espírito Santo» (Jo 20, 22), e mais tarde, quando lhes enviou do céu esse mesmo Espírito como novo dom, esse dom foi uma prova indubitável da sua ressurreição e da sua nova vida. Com efeito, é o Espírito que dá testemunho no coração dos santos, e em seguida pela sua boca, de que Cristo é a verdade, a verdadeira ressurreição e a vida”.

Oração do livro “O Espírito Santo”.

Vem, Espírito Santo, ilumina-nos!

Vem, Espírito Santo, purifica-nos!

Vem, Espírito Santo, ensina-nos!

Vem, Espírito Santo, dá-nos sabedoria!

Vem, Espírito Santo, dá-nos a alegria!

Vem, Espírito Santo, dá-nos a paz!

Vem, Espírito Santo!

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

23 de maio de 2015 at 9:54 1 comentário

Reflexão para a Solenidade de Pentecostes

2015-05-23 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Evangelho de João nos apresenta Jesus, na tarde do Domingo de Páscoa, soprando o Espírito sobre seus discípulos, que estão reunidos no Cenáculo a portas fechadas com medo dos judeus.

Colocar Jesus agindo na tarde de Páscoa significa que Ressurreição e Pentecostes estão unidos. O Espírito vem quando a Comunidade está reunida para celebrar a memória da morte e ressurreição de Jesus.

O sopro de Jesus, dando o Espírito, nos recorda o sopro do Pai sobre o homem feito de barro, dando-lhe a vida. Jesus sopra sobre a Comunidade dando-lhe Vida, criando a Igreja.

Estar com as portas fechadas significa o bloqueio em que se encontram para testemunhar Jesus Ressuscitado. É a presença do Espírito que leva à continuidade da missão do Senhor, a instaurar a vitória da Vida.

Medo é sinal de morte, por isso eles, sem o Espírito estão amedrontados, ainda dominados pelo poder da morte.

O sopro de Jesus dá a Vida, dá o Espírito Santo que faz nova todas as coisas.

Essa nova Humanidade forjada pela redenção, pela ressurreição de Jesus, porta o Espírito do Senhor para continuar sua missão salvífica.

Evidentemente essa missão redentora terá sua expressão no perdoar e no reter os pecados.

Pecado é ir contra a liberdade e a vida. Se existe o arrependimento e o propósito de mudança, existe o sinal da presença do Espírito. Contudo, se existe a perseverança no erro, na opção pela morte, se torna impossível perdoar – restituir a vida – já que a opção da própria pessoa foi a morte.

Entendamos, não é a Igreja que não perdoa, ela não tem essa missão, ao contrário, ela trabalha o arrependimento favorecendo condições para isso, mas depende da pessoa abrir ou não seu coração ao Espírito. Será o Espírito, que é o Espírito da Vida, que provocará o arrependimento, que perdoará.

Peçamos ao Espírito Santo, o Espírito da Vida, da União, do Amor, que venha sobre nós, sobre as pessoas que amamos, sobre todos e recrie em nós o Homem segundo o Coração de Jesus, segundo os desejos de Deus. Assim, a partir de onde vivemos, o mundo será outro, será verdadeiramente um mundo onde reina a justiça e a paz. Não tenhamos medo de anunciar a Vida, de irmos contra a cultura de morte que nos é imposta através do consumismo, da valorização do prestígio, do ter, do levar vantagem e de tantas propostas que levam o Homem à  escravidão e à morte.

Permitamos ao Espírito nos renovar, destruir em nós aquilo que é caduco, voltado à finitude, nos recriando como cidadãos livres! Sejamos irmãos e filhos no Espírito.

(Padre César Augusto dos Santos)

23 de maio de 2015 at 7:55 1 comentário


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