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São José de Anchieta – 09 de junho

Bem-aventurado José de Anchieta

José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo.

Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI. Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.

Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus. Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553.

Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar. Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar. Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo. Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.

José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.

Considerado o “Apóstolo do Brasil”, José de Anchieta foi beatificado em 22 de junho de 1980 pelo Papa João Paulo II, e no dia 3 de abril de 2014 foi declarado santo por intermédio de um decreto assinado pelo Papa Francisco.

São José de Anchieta, rogai por nós!

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9 de junho de 2017 at 5:30 Deixe um comentário

Nada é árduo aos que têm por fim somente a honra de Deus e a salvação das almas

 

De outros muitos poderia contar, máxime escravos, dos quais uns morrem batizados de pouco, outros já há dias que o foram; acabando sua confissão vão para o Senhor. Pelo que, quase sem cessar, andamos visitando várias povoações, assim de Índios como de Portugueses, sem fazer caso das calmas, chuvas ou grandes enchentes de rios,e muitas vezes de noite por bosques mui escuros a socorrermos aos enfermos, não sem grande trabalho, assim pela aspereza dos caminhos, como pela incomodidade do tempo, máxime sendo tantas estas povoações e tão longe umas das outras, que não somos bastantes a acudir tão várias necessidades, como ocorrem, nem mesmo que fôramos muito mais, não poderíamos bastar. Ajunta-se a isto, que nós outros que socorremos as necessidades dos outros, muitas vezes estamos mal dispostos e, fatigados de dores, desfalecemos no caminho, de maneira que apenas o podemos acabar; assim que não menos parecem ter necessidade de ajuda os médicos que os mesmos enfermos. Mas nada é árduo aos que têm por fim somente a honra de Deus e a salvação das almas, pelas quais não duvidarão dar a vida. Muitas vezes nos levantamos do sono, ora para os enfermos, ora para os que morrem.

Hei me detido em contar os que morrem, porque aquele se há de julgar verdadeiro fruto que permanece até o fim; porque dos vivos não ousarei contar nada, por ser tanta a inconstância em muitos, que não se pode nem se deve prometer deles coisa que haja muito de durar. Mas bem-aventurados aqueles que morrem no Senhor (Ap 14,13), os quais livres das perigosas águas deste mudável mar, abraçada a fé e os mandamentos do Senhor, são transladados à vida, soltos das prisões da morte, e assim os bem-aventurados êxitos destes nos dão tanta consolação, que pode mitigar a dor que recebemos da malícia dos vivos. E contudo trabalhamos com muita diligência em a sua doutrina, os admoestamos em públicas predicações e particulares práticas, que perseverem no que têm aprendido. Confessam-se e comungam muitos cada domingo; vêm também de outros lugares onde estão dispersados a ouvir as Missas e confessar-se.

Das Cartas de São José de Anchieta (Liturgia das Horas)

11 de junho de 2016 at 5:32 Deixe um comentário

3 de junho de 2016 at 9:59 Deixe um comentário

O País comemora hoje o Apóstolo do Brasil, São José de Anchieta

2015-06-09 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Brasil, e o Santuário Nacional de São José de Anchieta, estão em festa neste dia 9 de junho quando a Igreja comemora o Apóstolo do Brasil. O município de Anchieta, região Sul do Espírito Santo, junto com o Santuário Nacional promovem uma grande Festa Nacional que se encerra hoje depois de 12 dias de várias atividades.

A programação incluiu a 17ª edição da Cavalgada da Amizade, que saiu da Prainha, em Vila Velha, na sexta-feira (29), e chegando aoo Santuário Nacional no domingo (31), com uma celebração.

As atividades religiosas começam no sábado (30), com a Caminhada Luminosa. Os fiéis saíram em procissão de Ubu, às 18h, com destino ao Santuário. Eles percorrem o trajeto realizado pelo santo.

No domingo (31), realizou-se o 1º dia da novena no Santuário, às 19h, com o Cardeal Dom Luiz Mancilha Vilela, Arcebispo de Vitória. A celebração nesta terça-feira será presidida pelo Arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Claudio Hummes.

Silvonei José conversou com o Reitor do Santuário Nacional de São José de Anchieta, Pe. Cesar Augusto. (SP)

9 de junho de 2015 at 8:58 Deixe um comentário

Brasil tem novo Santuário Nacional

2015-04-29 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Santuário de São José de Anchieta, no Espírito Santo, passa a ser, ao lado de Aparecida, o segundo Santuário Nacional do país regido por um patrono da Igreja brasileira. O reconhecimento da CNBB veio um ano após o Papa ter canonizado o santo jesuíta. O pedido foi feito pelo vice-postulador da causa de canonização do “Apóstolo do Brasil”, Padre Cesar Augusto dos Santos, atualmente reitor do Santuário Nacional de São José de Anchieta.

O reitor afirmou ainda que a CNBB também conferiu ao santo o título de Padroeiro do Brasil ao lado de Nossa Senhora Aparecida. “O Brasil vai olhar para nosso Santuário com outros olhos porque ele é uma referência nacional. E ele se tornando padroeiro valoriza ainda mais o título que Anchieta tem de Apóstolo do Brasil”, declarou Padre Cesar à rádio CBN de Vitória (ES).

O reitor declarou que, com os reconhecimentos, a devoção ao santo poderá alcançar proporções internacionais. “O Santuário de Aparecida é conhecido internacionalmente e, agora, Anchieta se destaca como referência e ícone da evangelização, principalmente para a América Latina”, disse.

O Santuário Nacional vai celebrar o primeiro ano da canonização de São José de Anchieta com uma missa especial no domingo (03/05). (RB)

Sobre os Santuários

No interior da grande peregrinação que Cristo, a Igreja e a humanidade realizaram e devem continuar a realizar na história, todo o cristão é chamado a inserir-se e participar. O santuário para o qual ele se dirige deve tornar-se por excelência “a tenda do encontro”, como a Bíblia chama ao tabernáculo da aliança”. Estas palavras unem diretamente a reflexão sobre a peregrinação àquela sobre o santuário, que é normalmente a meta visível do itinerário dos peregrinos: “Sob o nome de santuário, entende-se a igreja ou outro lugar sagrado, aonde os fiéis em grande número, por algum motivo especial de piedade, fazem peregrinações, com a aprovação do Ordinário local”. No santuário, o encontro com o Deus vivo é proposto através da experiência vivificante do Mistério proclamado, celebrado e vivido: “Nos santuários, oferecem-se aos fiéis meios de salvação mais abundantes, anunciando com diligência a palavra de Deus, incentivando adequadamente a vida litúrgica, principalmente com a Eucaristia e a celebração da penitência, e cultivando as formas aprovadas de piedade popular” (4). Assim, “os santuários são como pedras miliares que orientam o caminho dos filhos de Deus sobre a terra” (5), promovendo a experiência de convocação, encontro e construção da comunidade eclesial”.

Fonte: Documento da Santa Sé

29 de abril de 2015 at 18:08 Deixe um comentário

Caminhada “Passos de Anchieta” revive trajeto realizado pelo Santo

 

2014-06-18 Rádio Vaticana

Vitória – (RV) – Aproximadamente 4 mil pessoas são aguardadas pelos organizadores na 17ª edição da caminhada “Os Passos de Anchieta” deste ano. O evento inicia nesta quinta-feira, 19, e terá duração de 4 dias, percorrendo 100 km entre as cidades de Vitória e Anchieta, no Espírito Santo. O objetivo da caminhada é reviver o mesmo trajeto feito pelo agora santo, São José de Anchieta. Na época, o trajeto era denominado de “Caminho das 14 léguas” e ele percorria duas vezes por mês, junto com os guerreiros temiminós, na missão de cuidar do Colégio de São Tiago, erguido na Vila da Nossa Senhora da Vitória, hoje transformado no Palácio do Governo, na cidade de Vitória.
O percurso inicia em Vitória, às 6h30 de quinta-feira, 19, onde haverá uma missa e logo após o início da caminhada. Devido à cononização de José de Anchieta no dia 3 de abril deste ano, é aguardado um número ainda maior de participantes que nos anos anteriores. De acordo com Carlos Magno Queiroz, presidente da Abapa – Associação Brasileira dos Amigos dos Passos de Anchieta, além de capixabas, participam fiéis de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, dentre outros.
A caminhada tem por objetivo proporcionar aos participantes momentos de fé e reflexão, além de revelar os encantos naturais do Espírito Santo. Em todo o trajeto haverá veículos de apoio e UTI móvel com médicos e paramédicos.Também são previstos “oásis” onde os participantes recebem água, frutas e atendimentos para diminuir o impacto físico da caminhada.
No primeiro dia de trajeto, os caminhantes percorrem 25 quilômetros entre Vitória e Vila Velha. No segundo dia irão até Setiba, num trajeto de 28 quilômetros. No terceiro dia seguirão até Meaípe, uma distância de 24 quilômetros e, por fim, chegam a Anchieta no dia 22 de junho com mais 23 quilômetros de caminhada. (EF)

18 de junho de 2014 at 8:40 Deixe um comentário

Oração a São José de Anchieta

Oração à São José de Anchieta

Oração à São José de Anchieta

São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil,
Poeta da Virgem Maria,
Intercede por nós, hoje e sempre.
Dá-nos a disponibilidade de servir a Jesus
Como tu o serviste nos mais pobres e necessitados.
Protege-nos de todos os males
Do corpo e da alma.
E, se for vontade de Deus,
Alcança-nos a graça que agora te pedimos
(pede-se a graça)

São José de Anchieta, Rogai por nós!
Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

CNBB/Rádio Vaticano

9 de junho de 2014 at 8:59 Deixe um comentário

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