Posts tagged ‘Santíssima Trindade’

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30 de maio de 2015 at 10:57 Deixe um comentário

A Santíssima Trindade – explicação às crianças pelo Papa Francisco

Queridos irmãos e irmãs,

O pároco, em suas palavras, me fez lembrar de algo belo em Maria. Quando ela acabou de receber o anúncio de que seria a mãe de Jesus e também a notícia de que sua prima Isabel estava grávida – diz o Evangelho – saiu depressa, não esperou. Não disse: “Mas agora estou grávida, devo cuidar de minha saúde, minha prima tem amigos que poderão ajudá-la”. Ela ouviu algo e “saiu depressa.” É bonito perceber isso da Virgem Maria, nossa Mãe, que vai com pressa, porque tem isso dentro de si: ajudar. Vai para ajudar, não para se gabar e dizer à sua prima: “Mas escute, agora eu que mando, porque sou a Mãe de Deus!” Não, não fez isso. Foi até lá para ajudar!

Nossa Senhora é sempre assim. É a nossa Mãe, que sempre vem imediatamente quando precisamos. Seria bom adicionar à Ladainha de Nossa Senhora: “Senhora que vai com pressa, rogai por nós!”. É lindo isso, não é verdade? Porque ela vai sempre depressa, ela não se esquece de seus filhos. E quando seus filhos estão com problemas, têm alguma necessidade e a invocam, ela vai imediatamente. E isso nos dá a segurança, a segurança de ter a Mãe ao lado, sempre ao nosso lado. Caminhamos melhor na vida quando temos a mãe perto. Pensemos nesta graça de Nossa Senhora: de estar perto de nós, sem nos fazer esperar. Sempre!Ela está – tenhamos confiança nisso – para nos ajudar. Maria que sempre vai depressa, por nós.

Nossa Senhora também nos ajuda a entender bem Deus, Jesus, compreender bem a vida de Jesus, a vida de Deus, para entender bem o que é o Senhor, como é o Senhor, quem é Deus.

A vocês crianças, eu pergunto: “Quem sabe quem é Deus?”. Levante sua mão. Diga-me? É isso aí! Criador da Terra. E quantos Deus existem? Um? Mas me disseram que são três: o Pai, o Filho e o Espírito Santo! Como se explica isso? Existe um ou existem três? Um? Um? E como se explica que um é o Pai, o outro o Filho e o outro o Espírito Santo? Forte, forte! Certo. Eles são três em um, três pessoas em uma.

E o que faz o Pai? O Pai é o princípio, o Pai, que criou tudo, que nos criou. O que faz o Filho? O que faz Jesus? Quem pode dizer o que Jesus faz? Ele nos ama? E depois? Leva a Palavra de Deus! Jesus veio para nos ensinar a Palavra de Deus. Muito bem! E depois? O que Jesus fez na terra? Ele nos salvou! E Jesus veio para dar a Sua vida por nós. O Pai cria o mundo, Jesus nos salva. E o Espírito Santo, o que faz? Ele nos ama! Nos dá amor!

Todas as crianças juntas: o Pai cria tudo, cria o mundo, Jesus nos salva e o Espírito Santo? Ele nos ama! E esta é a vida cristã: falar com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo.

Jesus nos salvou, mas também caminha conosco na vida. É verdade isso? E como ele caminha? O que Ele faz quando caminha conosco na vida? Isto é difícil. Nos faz vencer o maligno! O que faz Jesus quando caminha conosco? Forte! Primeiro, nos ajuda. Nos conduz! Muito bem! Caminha com a gente, nos ajuda, nos orienta e nos ensina a seguir em frente. E Jesus também nos dá a força para caminhar. É verdade? Ele nos sustenta! Isso! Nas dificuldades, certo? E também nas tarefas da escola! Nos sustenta, nos ajuda, nos conduz, nos sustenta. É isso aí! Jesus está sempre conosco.

Mas escute, Jesus nos dá força. Como Jesus nos dá força? Vocês sabem como nos dá força! Forte, não estou escutando! Na comunhão nos dá força, nos ajuda com a força. Ele vem a nós.  Mas quando vocês dizem “dá-nos a comunhão”, um pedaço de pão nos dá tanta força? Não é um pão? Este é pão, mas aquele sobre o altar é pão ou não é pão? Parece pão! Não é exatamente pão. O que é? É corpo de Jesus. Jesus vem até o nosso coração.

Pensemos nisso, todos: o Pai nos deu a vida, Jesus nos deu a salvação, nos acompanha, nos guia, nos sustenta, nos ensina e o Espírito Santo? O que o Espírito Santo nos dá? Ele nos ama! Nos dá amor. Pensemos em Deus assim e peçamos à Nossa Senhora, Maria, nossa Mãe, sempre apressada a nos ajudar, que nos ensine a compreender bem como Deus é: como é Pai, Filho e Espírito Santo. Assim seja.

 

15 de junho de 2014 at 9:22 Deixe um comentário

15 de junho de 2014 at 9:15 Deixe um comentário

Reflexão para a Solenidade da Santíssima Trindade

 

2014-06-14 Rádio Vaticana

  Cidade do Vaticano (RV) – Hoje, de um modo especial, celebramos Deus. Mas quem é Deus? Como explicá-lo? Como defini-lo? Como conhecê-lo?
Nenhuma pergunta sobre Deus pode ser respondida por nós humanos. Deus nos supera!
Temos noção de quem Ele é, mas não conseguimos defini-lo. É impossível! Ele é a eterna surpresa. Nosso Deus não é o Deus dos filósofos, mas é o Pai de Jesus Cristo, é o próprio Cristo, é o Espírito de Amor.
Para conhecê-lo deveremos abrir a Sagrada Escritura, principalmente o Novo Testamento, e ver o que Jesus, o Verbo Encarnado, nos diz.
O Evangelho de hoje, tirado de São João, nos fala que Deus é o Amigo do Homem, não apenas o seu Criador, mas o seu Redentor, aquele que o protege e que foi capaz de sofrer e morrer para que o Homem tivesse a plena felicidade.
Já São Paulo em sua Carta aos Coríntios nos orienta sobre a resposta a ser dada ao Deus Amigo. O homem deverá deixar-se transfigurar através dos dons, das qualidades divinas, especialmente pelo amor, pelo perdão e pelo serviço.
Falar com Jesus é falar com Deus. Sua bondade foi tanta que Ele se revelou a nós na pessoa de Jesus.
Filipe, quem me vê, vê o Pai. Dirijamo-nos ao Deus de Amor, a esse Deus que, por amor, rasgou seu coração, e sintamos a plenitude de seu querer bem a nós. Se o mandamento se resume em amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo, do mesmo modo como Ele nos amou, saibamos que antes de tudo o Senhor não só nos criou, mas, por amor a nós, se entregou até a morte.
O Espírito é escuta e disponibilidade.
Pe. César Augusto dos Santos SJ

14 de junho de 2014 at 6:42 Deixe um comentário

Do Tratado de Santo Hilário, bispo, sobre a Trindade

«O Dom do Pai em Cristo»

Tudo é perfeitíssimo na Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: a infinidade no Eterno, o esplendor na Imagem, a actividade no Dom.

Ouçamos o que diz a palavra do Senhor sobre a acção do Espírito em nós: Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas agora não as podeis compreender. É melhor para vós que Eu vá; se Eu for, enviar-vos-ei o Paráclito. E noutro lugar: Eu pedirei ao Pai e Ele vos enviará outro Paráclito, para estar convosco eternamente, o Espírito da verdade. Ele vos ensinará toda a verdade, porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. Ele Me glorificará, porque recebe do que é meu.

Estas palavras, entre muitas outras, foram ditas para nos dar a conhecer a vontade d’Aquele que confere o Dom e a natureza e perfeição do mesmo Dom. Deste modo, já que a nossa debilidade não nos permite compreender nem o Pai nem o Filho, o Dom que é o Espírito Santo estabelece um certo contacto entre nós e Deus, para iluminar a nossa fé nas dificuldades relativas à Encarnação de Deus.
Recebemo-l’O, portanto, para compreender. Assim como o corpo natural do homem permaneceria inactivo se lhe faltassem os estímulos necessários para as suas funções… assim também a alma humana, se não recebe pela fé o Dom que é o Espírito, tem certamente uma natureza capaz de conhecer a Deus, mas falta-lhe a luz para chegar a esse conhecimento.

12 de junho de 2014 at 8:14 Deixe um comentário

Solenidade da Santíssima Trindade – Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único – Evangelho de São João 3, 16-18 – 15 de Junho

 

16. Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

17. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.

18. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus.

 

“Celebrando a Solenidade da Santíssima Trindade, bendigamos a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo. Sintamo-nos todos amados e acolhidos pela Trindade Santa, que nos chama a viver na concórdia e na paz e com a qual queremos estabelecer firme comunhão de vida”. (Liturgia Diária)

 

A Santíssima Trindade

O Papa Emérito Bento XVI disse que “neste domingo que se segue ao Pentecostes celebramos a solenidade da Santíssima Trindade. Graças ao Espírito Santo, que ajuda a compreender as palavras de Jesus e orienta para a Verdade completa ( Jo 14, 26; 16, 13), os fiéis podem conhecer, por assim dizer, a intimidade do próprio Deus, descobrindo que Ele não é solidão infinita, mas comunhão de luz e de amor, vida doada e recebida num eterno diálogo entre o Pai e o Filho, no Espírito Santo Amante, Amado e Amor, para citar Santo Agostinho”.

São João Paulo II explicou que “com o Batismo somos inseridos na comunhão trinitária. Cada cristão é batizado no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; é imerso na vida de Deus. Que grande dom e grande mistério”!

A Palavra diz: “Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. (Mt 28, 18-20)

Santo Irineu de Lião disse: “O Batismo «dá-nos a graça do novo nascimento em Deus Pai, por meio do Filho no Espírito Santo. Porque aqueles que têm o Espírito de Deus são conduzidos ao Verbo, isto é, ao Filho: mas o Filho apresenta-os ao Pai, e o Pai dá-lhes a incorruptibilidade. Portanto, sem o Espírito não é possível ver o Filho de Deus, e sem o Filho ninguém tem acesso ao Pai, porque o conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho de Deus faz-se pelo Espírito Santo”.

O Catecismo (§689) ensina: “Aquele que o Pai enviou aos nossos corações, o Espírito do seu Filho, é realmente Deus. Consubstancial ao Pai e ao Filho, é d’Eles inseparável, tanto na vida íntima da Trindade como no seu dom de amor pelo mundo. Mas ao adorar a Santíssima Trindade, vivificante, consubstancial e indivisível, a fé da Igreja professa também a distinção das Pessoas. Quando o Pai envia o seu Verbo, envia sempre o seu Espírito: missão conjunta na qual o Filho e o Espírito Santo são distintos mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo quem aparece, Ele que é a Imagem visível de Deus invisível; mas é o Espírito Santo quem O revela”.

O Papa Francisco disse: “Hoje é o domingo da Santíssima Trindade. A luz do tempo pascal e do Pentecostes renova todos os anos em nós a alegria e a maravilha da fé: reconhecemos que Deus não é algo vago, o nosso Deus não é um Deus «spray», é concreto, não é abstrato, mas tem um nome: «Deus é amor». Não é um amor sentimental, emotivo, mas o amor do Pai que está na origem de qualquer vida, o amor do Filho que morre na cruz e ressuscita, o amor do Espírito que renova o homem e o mundo”.

“Ó Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito santificador, revelastes o vosso inefável mistério. Fazei que, professando a verdadeira fé, reconheçamos a glória da Trindade e adoremos a Unidade onipotente. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo”. (Liturgia das Horas)

“Entre todas as criaturas, a obra-prima da Santíssima Trindade é a Virgem Maria: no seu Coração humilde e repleto de fé, Deus preparou para si uma morada digna, para completar o mistério da salvação. O Amor divino encontrou nela uma correspondência perfeita e foi no seu seio que o Filho Unigênito se fez homem. Dirijamo-nos com confiança filial a Maria para que, com a sua ajuda, possamos progredir no amor e fazer da nossa vida um cântico de louvor ao Pai, por meio do Filho no Espírito Santo”. (Papa Emérito Bento XVI)

 

“Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”

O Papa Francisco ensinou: “Aquele juízo final já está em curso, que ele começa agora, durante a nossa existência. Este juízo é pronunciado em cada instante da vida, como referência do nosso acolhimento, com fé, da salvação presente e concreta em Cristo, ou então da nossa incredulidade, com o consequente fechamento em nós mesmos. Mas se nos fecharmos no amor de Jesus, condenamo-nos a nós mesmos. A salvação é abrir-se a Jesus, e Ele salva-nos; se somos pecadores — e todos somos — peçamos-lhe perdão; e se o procurarmos com o desejo de ser bons, o Senhor perdoa-nos. Mas por isso devemos abrir-nos ao amor de Jesus, que é mais forte que todas as outras coisas”.

Padre Bantu disse que “se confiarmos em Jesus, as nossas boas ações serão evidenciadas, porque são realizadas em Deus, pelo poder do Seu Espírito Santo. Com efeito, a fé em Jesus Cristo é o meio mais eficaz para que nos aproximemos da luz divina, pois ela esclarece, tira-nos da ignorância, nos dá o norte, a direção. Praticar o mal é não crer em Jesus, é não se aproximar da Sua luz nem aderir ao Seu projeto de salvação. A Palavra de Deus nos assegura tudo isso. Ainda há tempo para que o mundo seja salvo. Ajudemos, portanto, a iluminá-lo com a luz divina que recebemos no nosso batismo”.

O Catecismo (§430) ensina: ”Em hebraico, Jesus quer dizer «Deus salva». Quando da Anunciação, o anjo Gabriel dá-Lhe como nome próprio o nome de Jesus, o qual exprime, ao mesmo tempo, a sua identidade e a sua missão (10). Uma vez que «só Deus pode perdoar os pecados» (Mc 2, 7), será Ele quem, em Jesus, seu Filho eterno feito homem, «salvará o seu povo dos seus pecados»(Mt 1, 21). Em Jesus, Deus recapitula, assim, toda a sua história de salvação em favor dos homens”.

 

Conclusão

Concluímos essa reflexão com a oração da Liturgia das Horas: “Ó Trindade imensa e una, vossa força tudo cria; vossa mão, que rege os tempos, antes deles existia. Vós, feliz, num gozo pleno, totalmente vos bastais. Pura, simples, generosa, terra e espaços abraçais. Pai, da graça fonte viva, Luz da glória de Deus Pai, Santo Espírito da vida, que no Amor os enlaçais. Só por vós, Trindade Santa, suma origem, todo bem, todo ser, toda beleza, toda vida se mantém. Nós os filhos adotivos, pela graça consagrados, nos tornemos templos vivos, a vós sempre dedicados. Ó Luz viva, reuni-nos com os anjos, lá nos céus, no louvor da vossa glória que veremos, sem ter véus”.

 

Oração

“Ó Deus de bondade, é verdadeiramente bom, é nosso dever e fonte de salvação louvar-vos e render-vos graças, sempre e em todo lugar, em nome da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Vosso amor para com a humanidade é imenso, pois enviastes vosso Filho para salvar a cada um de nós. Que este encontro nos ajude a viver as mesmas relações das pessoas da Trindade Santa: amor, solidariedade e convivência fraterna. Por Cristo, nosso Senhor”. (Liturgia Diária)

Preces (Liturgia das Horas)

Deus Pai, por meio do Espírito Santo, vivificou o corpo de Cristo, seu Filho, e tornou-o fonte de vida para nós. Elevemos nossa aclamação ao Deus Uno e Trino; e digamos:

R. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo!

Deus Pai, todo-poderoso e eterno, em nome de vosso Filho enviai sobre a Igreja o Espírito Santo Consolador, – para que a conserve na unidade do amor e na verdade perfeita.

Enviai, Senhor, operários à vossa messe, para que anunciem o evangelho a todos os povos e os batizem em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, – confirmando-os na fé.

Senhor, vinde em auxílio de todos os que são perseguidos pelo nome de vosso Filho, – que prometeu o Espírito da verdade para falar por eles.

Pai todo-poderoso, dai a todos conhecerem que vós, o Verbo e o Espírito Santo sois um só Deus, para que vivam na fé, na esperança e na caridade.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

10 de junho de 2014 at 8:56 Deixe um comentário

Papa Francisco explica a Trindade às crianças de uma periferia de Roma

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2013-05-26 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Neste domingo, 26, Francisco, bispo de Roma, realizou a primeira visita a uma comunidade de sua diocese: a paróquia dedicada aos Santos Isabel e Zacarias, em Prima Porta, na zona norte de Roma. O bairro tem cerca de 15 mil habitantes e não possui muitas áreas de socialização. Assim, nos anos, a paróquia foi se tornando uma referência, e o oratório, um ponto de encontro para crianças e jovens.
Francisco teve uma recepção calorosa: um longo aplauso dos fiéis, sinos em festa e cantos do coro da paróquia. Depois de saudar doentes em cadeiras de rodas e famílias dos recém-batizados, o Papa celebrou a missa ao ar livre e administrou a primeira comunhão a 16 crianças.
Dirigindo-se aos fiéis, antes do início da missa, Francisco agradeceu a acolhida, neste dia da festa da Trindade, e disse que “para entender melhor a realidade, é preciso vê-la de fora, da periferia”. O Cardeal-vigário de Roma, Agostino Vallini, e o bispo auxiliar para a zona norte, Dom Guerino di Tora, concelebraram a Eucaristia com o Pontífice.
No momento da homilia, Francisco entreteve uma conversa com as crianças, fazendo-lhes perguntas e convidando-as a responder. Ele começou pelo Evangelho, que neste domingo narra a visita de Maria a Isabel ao saber que ela estava grávida, e explicou a Trindade segundo o cristianismo.
“Maria foi depressa porque tinha vontade de ajudar. Ele não foi lá para se gabar, para dizer “eu sou a mãe de Deus”; ela foi para ajudar Isabel, como nossas mães, que correm quando precisamos delas. Isto dá segurança, a certeza de termos uma mãe ao nosso lado. Nossa Senhora que corre sempre nos faz entender Deus”.
Em seguida, Papa Francisco perguntou às crianças quem são Deus, Jesus e o Espírito Santo, para explicar a Trindade.
“O Pai cria – resumiu – Jesus nos salva, o Espírito Santo nos ama. Esta é a vida cristã: falar com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo. Prosseguindo, em tom divertido, Papa Francisco fez uma pergunta que definiu ‘difícil’: “O que Jesus faz ao caminhar conosco?. Primeiro, nos ajuda – respondeu. Jesus nos orienta, nos ensina a seguir, nos dá a força para caminhar, nos sustenta nas dificuldades e até nas tarefas do colégio… Mas como? Na comunhão nos dá força, vem ao nosso encontro. O que é a comunhão? É pão, mas não é pão, é o corpo de Jesus, que vem ao nosso coração. Vamos pensar nisso e pedir a Maria – concluiu – que nos ensine bem como é Deus, como é o Pai, como é o Filho e o Espírito Santo”.
Depois da missa, o Pontífice se deteve coma s crianças da Primeira Comunhão, que o circundaram, e lhes dedicou alguns minutos de carinho e conversa.
(CM)

26 de maio de 2013 at 10:07 Deixe um comentário

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