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«Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração» reflexão de São João Eudes

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De entre as festas dedicadas a Virgem Maria, a que celebra o seu coração é como o coração e a rainha das outras, pois o coração é a sede do amor e da caridade. Qual a razão desta solenidade? O coração desta singular e amadíssima Filha do Pai Eterno; o coração da Mãe de Deus; o coração da Esposa do Santo Espírito; o coração da excelente Mãe de todos os fiéis. É um coração ardente de amor para com Deus, totalmente inflamado de caridade por nós.

Todo ele é amor por Deus, porque nada mais amou a não ser Deus, e o que Deus queria que amasse n’Ele e por Ele. Todo ele é amor, porque a bem-aventurada Virgem Maria sempre amou a Deus com todo o coração, toda a sua alma e todas as suas forças (Mc 12,30). Todo ele é amor porque, para além de Maria sempre ter querido tudo o que Deus queria e nunca o que Ele não queria, foi sempre com grande júbilo que voluntariamente cumpriu a amável vontade do Senhor.
Este coração é amor puro por nós todos. Ela ama-nos com o mesmo amor com que ama a Deus, porque é Deus que Ela vê em nós e que em nós ama. E ama-nos com o mesmo amor com que ama o Homem Deus, seu filho Jesus. Porque Ela sabe que Ele é o nosso chefe, a nossa cabeça, e que nós somos os Seus membros (Col 2,19) e, consequentemente, que somos um só com Ele.

Fonte: Evangelho Quotidiano

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4 de janeiro de 2017 at 5:49 Deixe um comentário

Santa Maria, Mãe de Deus – 1° de janeiro

 

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A Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus é a primeira Festa Mariana que apareceu na Igreja Ocidental. A sua celebração começou-se a realizar em Roma por volta do século VI, provavelmente junto com a dedicação – a 1º de Janeiro – do templo “Santa Maria Antiga” no Forum Romano, uma das primeiras Iglesias marianas de Roma.
A antiguidade da celebração Mariana constata-se nas pinturas com o nome de Maria, “Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas que estão cavadas debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.
Mais tarde, o rito romano passou a celebrar a 1º de Janeiro a oitava de Natal, comemorando a circuncisão do Menino Jesus. Depois de desaparecer a antiga festa Mariana, em 1931, o Papa Pio XI, por ocasião do XV centenário do concílio de Éfeso (431), instituiu a Festa Mariana a 11 de Outubro, em lembrança deste Concílio, onde se proclamou solenemente Santa Maria como verdadeira Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus; mas na última reforma do calendário – após o Concílio Vaticano II – se transladou a festa para 1º de Janeiro, com a máxima categoria litúrgica, a de solenidade, e com título da Santa Maria, Mãe de Deus.
Desta maneira, esta Festa Mariana encontra um marco litúrgico mais adequado no tempo do Natal do Senhor; e ao mesmo tempo, todos os católicos começam o ano pedindo o amparo da Santíssima Virgem Maria.

31 de dezembro de 2016 at 5:20 Deixe um comentário

Santa Maria, Mãe de Deus – 1º de Janeiro


Santa Maria, Mãe de Deus

A Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus é a primeira Festa Mariana que apareceu na Igreja Ocidental. A sua celebração começou-se a realizar em Roma por volta do século VI, provavelmente junto com a dedicação – a 1º de Janeiro – do templo “Santa Maria Antiga” no Forum Romano, uma das primeiras Iglesias marianas de Roma.

A antiguidade da celebração Mariana constata-se nas pinturas com o nome de Maria, “Mãe de Deus” (Theotókos) que foram encontradas nas Catacumbas que estão cavadas debaixo da cidade de Roma, onde se reuniam os primeiros cristãos para celebrar a Missa em tempos das perseguições.

Mais tarde, o rito romano passou a celebrar a 1º de Janeiro a oitava de Natal, comemorando a circuncisão do Menino Jesus. Depois de desaparecer a antiga festa Mariana, em 1931, o Papa Pio XI, por ocasião do XV centenário do concílio de Éfeso (431), instituiu a Festa Mariana a 11 de Outubro, em lembrança deste Concílio, onde se proclamou solenemente Santa Maria como verdadeira Mãe de Cristo, que é verdadeiro Filho de Deus; mas na última reforma do calendário – após o Concílio Vaticano II – se transladou a festa para 1º de Janeiro, com a máxima categoria litúrgica, a de solenidade, e com título da Santa Maria, Mãe de Deus.

Desta maneira, esta Festa Mariana encontra um marco litúrgico mais adequado no tempo do Natal do Senhor; e ao mesmo tempo, todos os católicos começam o ano pedindo o amparo da Santíssima Virgem Maria.

Fonte: Evangelho Quotidiano

1 de janeiro de 2016 at 5:38 Deixe um comentário

Maria, Mãe de Deus – Canto de Entrada

31 de dezembro de 2015 at 5:34 Deixe um comentário

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

São João XXIII (1881-1963), papa
Discorsi II, p. 53

Maria, Estrela da Manhã, Porta do Céu

A Imaculada anuncia o alvorecer de um dia eterno e ampara-nos e guia-nos ao longo de todo o caminho que ainda nos separa desse momento. Por essa razão, o hino litúrgico «Salvé, estrela da manhã» tem uma doce invocação : «Prepara-nos um caminho seguro, para que vendo a Jesus, sempre nos alegremos». É para esta meta, coroa de uma vida de graça, que devem tender os batimentos do nosso coração e os esforços mais generosos da nossa fidelidade de cristãos. Tomemos coragem, filhos, não permaneceremos para sempre na discórdia. Maria tu és a nossa força!

Ó Maria, imagem radiosa de graça e de pureza, que, aparecendo, dissipaste as trevas da noite e nos elevaste aos esplendores do céu, sê propícia aos teus filhos. Prepara os nossos pensamentos para a vinda do Sol de Justiça (Mal 3,20) que tu deste ao mundo. Porta do céu, faz que os nossos corações aspirem ao paraíso. Espelho de justiça, conserva em nós o amor da graça divina, a fim de que, com humildade e alegria, cumpramos a nossa vocação cristã; que possamos sempre apreciar a amizade do Senhor e receber os teus consolos maternos.

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

30 de dezembro de 2015 at 5:07 Deixe um comentário

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus – 1º de janeiro

Introdução

V. Vinde, ó Deus em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.
Esta introdução se omite quando o Invitatório precede imediatamente ao Ofício de Laudes.

Hino

Eis do Senhor a porta aberta,

de toda a graça portadora.

Passou o Rei e permanece

fechada, como sempre fora.
Filho do Pai supremo, o Esposo

e Redentor sai, triunfante,

do seio virgem de Maria,

numa corrida de gigante.
Da Mãe sois honra e alegria,

nossa esperança verdadeira,

pedra que desce da montanha,

de graça enchendo a terra inteira.
Exulte toda a criatura,

porque nos veio o Salvador.

Para remir os que criara,

nasceu do mundo o Criador.
Do Pai gerado como Deus,

louvor a vós, Cristo Jesus,

a quem, fecunda pelo Espírito,

a Virgem Mãe tem dado à luz.

Salmodia

Ant. 1 A raiz de Jessé germinou,
a estrela de Jacó despontou.
Da Virgem nasceu o Salvador:
Ao Senhor nosso Deus, o louvor!

Texto: Liturgia das Horas

29 de dezembro de 2015 at 9:21 Deixe um comentário

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus – Foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno – São Lucas 2, 16-21 – 1º de Janeiro

  1. Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura.
  2. Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino.
  3. Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores.
  4. Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração.
  5. Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.
  6. Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno.

“Com alegria nos reunimos para a primeira celebração do novo ano civil. Maria nos acolhe com amor materno neste dia em que a celebramos como a Mãe de Deus. Hoje, dia mundial da paz, peçamos-lhe que nos acompanhe ao longo de todo o ano e nos ajude a firmar compromisso com um mundo de irmãos, livre de toda escravidão”. (Liturgia Diária)

Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura

O Papa Emérito Bento XVI disse: “O mesmo Filho é a Palavra, o Logos; a Palavra eterna fez-se pequena – tão pequena a ponto de caber numa manjedoura. Fez-se menino, para que a Palavra possa ser compreendida por nós. Assim, Deus nos ensina a amar os pequeninos. Assim nos ensina a amar os frágeis. Deste modo, nos ensina a respeitar as crianças. O menino de Belém dirige o nosso olhar a todas as crianças que sofrem e são abusadas no mundo, os nascidos como não nascidos”.

São João Paulo II explicou: “Todos nós, aqui reunidos, como todos os nossos irmãos e irmãs espalhados pelo mundo inteiro, viemos ao encontro desta luz: Foi-nos dado um filho, Filho da luz: Deus de Deus, Luz da Luz. Sim, um filho nos é dado: “Porque Deus — Pai Eterno — amou de tal modo o mundo, que lhe deu o Seu Filho único…” (Jo 3, 16). E eis chegado o momento em que se revela ao mundo o Dom do Pai: um Filho”.

Os Pastores

O Papa Francisco disse: “Jesus é o Amor feito carne. Não se trata apenas dum mestre de sabedoria, nem dum ideal para o qual tendemos e do qual sabemos estar inexoravelmente distantes, mas é o sentido da vida e da história que pôs a sua tenda no meio de nós. Os pastores foram os primeiros a ver esta «tenda», a receber o anúncio do nascimento de Jesus. Foram os primeiros, porque estavam entre os últimos, os marginalizados”.

O Papa Emérito Bento XVI também disse: “Os pastores, somente com o coração, poderão ver que neste menino tornou-se realidade a promessa do profeta Isaías, que escutamos na primeira leitura: «Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi concedido. Tem o poder sobre os ombros» (Is 9,5). A nós também não e nos dado um sinal distinto”.

O Papa Leão XIII explicou: “Em Maria saudamos aquela que “achou favor junto a Deus”; aquela que foi por Ele, de modo singularíssimo, “cumulada de graça”, para que tal superabundância se entornasse sobre todos os homens; aquela a quem o Senhor está unido pelo vínculo mais estreito que existir possa; aquela que, “bendita entre as mulheres”, “só ela dissolveu a maldição e trouxe a bênção” (S. Tom., op. VIII, Sobre a Saudação Angélica, n. 8), ou seja o fruto bendito do seu seio, no qual “todas as nações são benditas”; aquela, enfim, que invocamos como “Mãe de Deus”.

Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno

São João Paulo II disse: “O Filho a quem deu o nome de Jesus está quotidianamente ao seu lado; assim, no contato com ele, usa certamente este nome, o que não devia, aliás, causar estranheza a ninguém, tratando-se de um nome que era usual, desde havia muito tempo, em Israel. Maria sabe, no entanto, que aquele a quem foi posto o nome de Jesus, foi chamado pelo Anjo “Filho do Altíssimo” (Lc 1, 32).

O Catecismo (§432) ensina: “O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. Ele é o único nome divino que traz a salvação e pode desde agora ser invocado por todos, pois a todos os homens Se uniu pela Encarnação, de tal modo que «não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos» (At 4, l2) (17)”.

A Santa Mãe de Deus

O Papa Leão XIII disse: “Em Maria saudamos aquela que “achou favor junto a Deus”; aquela que foi por Ele, de modo singularíssimo, “cumulada de graça”, para que tal superabundância se entornasse sobre todos os homens; aquela a quem o Senhor está unido pelo vínculo mais estreito que existir possa; aquela que, “bendita entre as mulheres”, “só ela dissolveu a maldição e trouxe a bênção”, ou seja o fruto bendito do seu seio, no qual “todas as nações são benditas”; aquela, enfim, que invocamos como “Mãe de Deus”.

O Papa Francisco explicou: “Mãe de Deus. Este é o título principal e essencial de Nossa Senhora. Trata-se duma qualidade, duma função que a fé do povo cristão, na sua terna e genuína devoção à Mãe celeste, desde sempre Lhe reconheceu”.

Beato Paulo VI disse assim: “Nada nos parece mais oportuno e importante do que elevar ao Céu as súplicas de toda a cristandade, para invocar a Mãe de Deus, a Rainha da paz, a fim de que, em tantos sofrimentos e angústias, derrame copiosamente os dons de sua materna bondade”.

São João Paulo II disse que “Maria é a Mãe de Deus ( = Theotókos), uma vez que, por obra do Espírito Santo, concebeu no seu seio virginal e deu ao mundo Jesus Cristo, o Filho de Deus consubstancial ao Pai. 9 “O Filho de Deus … ao nascer da Virgem Maria, tornou-se verdadeiramente um de nós …”,10 fez-se homem. Deste modo, pois, mediante o mistério de Cristo, resplandece plenamente no horizonte da fé da Igreja o mistério da sua Mãe. O dogma da maternidade divina de Maria, por sua vez, foi para o Concílio de Éfeso e é para a Igreja como que uma chancela no dogma da Encarnação, em que o Verbo assume realmente, sem a anular, a natureza humana na unidade da sua Pessoa”.

Conclusão

“Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e, na maternidade de Maria, sempre Virgem, celebrar os vossos louvores. À sombra do Espírito Santo, ela concebeu o vosso Filho único e, permanecendo virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza, os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, dizendo a uma só voz…” (Prefácio da Missa)

Oração

Do Papa Emérito Bento XVI: “Rezemos ao Senhor para que nos dê a graça de ver nesta noite o presépio com a simplicidade dos pastores, para receber assim a alegria com a qual eles voltam para casa (Lc 2,20). Peçamos que nos dê a humildade e a fé com a qual São José contemplou o menino que Maria tinha concebido pelo Espírito Santo. Peçamos que nos ajude a vê-Lo com aquele amor com que Maria o contemplava. Amém”.

De São João Paulo II: “Ó Menino, que quiseste ter por berço uma manjedoura; ó Criador do universo, que Te despojaste da glória divina; ó nosso Redentor, que ofereceste teu corpo inerme como sacrifício para a salvação da humanidade! O resplendor do teu nascimento ilumine a noite do mundo. O poder da tua mensagem de amor, destrua as orgulhosas insídias do maligno. O dom da tua vida nos faça compreender sempre mais quanto vale a vida de cada ser humano. Ainda escorre demasiado sangue sobre a terra! Ainda conturbam a serena convivência das nações as excessivas violências e conflitos! Vens trazer-nos a paz. És a nossa paz! Só Tu podes fazer de nós “um povo puro” que Te pertença para sempre, um povo «zeloso na prática do bem» (Tit 2,14).

Maria, que cuidas o teu Filho onipotente, dai-nos os teus olhos a fim de contemplá-lo com fé; dai-nos o teu coração para adorá-lo com amor”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

30 de dezembro de 2014 at 14:17 Deixe um comentário

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