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O Bom Pastor e a porta das ovelhas – reflexão de São Tomás de Aquino

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Jesus disse: «Eu sou o Bom Pastor.» E é evidente que o título de pastor convém a Cristo porque, assim como o pastor leva o rebanho a pastar, assim também Cristo restaura os fiéis através do alimento espiritual que é o Seu próprio Corpo e o Seu próprio Sangue.
Para se distinguir do mau pastor e do ladrão, Jesus precisa que é o «bom pastor». É bom porque defende o rebanho com a dedicação com que o bom soldado defende a sua pátria. Por outro lado, Cristo afirmou que o pastor entra pela porta e que Ele é essa porta. Assim, pois quando aqui afirma ser o Pastor, temos de compreender que é Ele que entra e que entra por Si mesmo. E é bem verdade, porque Ele afirma que conhece o Pai por Si mesmo, enquanto nós entramos por meio Dele e é Ele que nos dá a felicidade. Reparemos bem que não há outro que seja a porta, porque mais ninguém é a luz, a não ser por participação. João Batista não era a luz, antes tinha vindo para dar testemunho da luz (Jo 1, 8). Mas Cristo «era a luz que ilumina todo o homem» (v. 9). Ninguém pode, por conseguinte, dizer de si mesmo que é a porta, porque Cristo reservou para Si esse título.
Mas o título de pastor, esse comunicou-o a outros, deu-o a alguns dos Seus membros. Com efeito, também Pedro o foi, e os outros apóstolos, e também o são todos os bispos. «Dar-vos-ei pastores segundo o Meu coração», diz Jeremias (3, 15). Ora, ainda que os chefes da Igreja – que são filhos da mesma Igreja – sejam todos pastores, Cristo afirma «Eu sou o Bom Pastor» para nos mostrar a singular força do Seu amor. Nenhum pastor será bom se não estiver unido a Cristo pela caridade, tornando-se assim membro do verdadeiro Pastor.

Fonte: Evangelho Quotidiano

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5 de maio de 2017 at 5:47 Deixe um comentário

O Bom Pastor

Fonte: Canção Nova

Post evangelho

12 de abril de 2016 at 5:56 Deixe um comentário

Jesus, o Bom Pastor, falava a língua do povo – o Papa em Santa Marta nesta quinta-feira

 

2014-06-26 Rádio Vaticana

Na Missa em Santa Marta nesta quinta-feira o Papa Francisco baseou a sua homilia no Evangelho do dia onde podemos ler em S. Mateus, capítulo 7, versículos 28 e 29: “Quando Jesus acabou de falar, a multidão ficou vivamente impressionada com os seus ensinamentos, porque Ele ensinava-os como quem possui autoridade e não como os doutores da Lei.”.
Na sua meditação o Santo Padre chamou a atenção para o modo como Jesus falava com as pessoas, sublinhou mesmo que as multidões ficavam “maravilhadas com o seu ensinamento”. Os outros falavam, mas não chegavam ao povo. O Papa Francisco enumerou quatro grupos: os fariseus, antes de mais, faziam da religião um colar de mandamentos e os dez existentes passavam a ser trezentos, reduzindo a fé à casuística. Depois o Santo Padre citou ainda os saduceus que tinham perdido a fé e dedicavam-se aos acordos de poder, os zelotes que queriam fazer uma revolução para libertar o povo de Israel pela força e o Papa referiu ainda os essénios que eram monges que se tinham consagrado a Deus, mas que estavam longe do povo.

 

Segundo o Papa Francisco o povo seguia Jesus porque Ele era o Bom Pastor e falava a língua do povo:
“É por isto que o povo seguia Jesus, porque era o Bom Pastor. Não era nem um fariseu casuístico moralista, nem um saduceu que fazia negócios políticos com os poderosos, nem é um guerrilheiro que procurava a libertação política do seu povo, nem um contemplativo de mosteiro. Era um pastor! Um pastor que falava a língua do seu povo, fazia-se entender, dizia a verdade, as coisas de Deus: não negociava nunca as coisa de Deus! Mas dizia-as em tal modo que o povo amava as coisas de Deus. Por isso é que O seguia.”
O Papa Francisco concluiu a sua homilia exortando-nos a deixarmo-nos maravilhar por aquilo que Jesus nos diz. 

27 de junho de 2014 at 4:52 Deixe um comentário

Todos os batizados assumam o empenho de promover as vocações com consciência e convicção – Papa Francisco durante o Regina Caeli deste Domingo

2014-05-11 Rádio Vaticana

Numa Praça de S. Pedro repleta de fiéis e peregrinos para a oração do “Regina Caeli” o Papa Francisco comentou o evangelho deste quarto domingo do tempo pascal, que nos apresenta a imagem de Jesus Bom Pastor. Contemplando esta passagem do Evangelho, observou o Papa, podemos compreender o tipo de relacionamento que Jesus tinha com os seus discípulos: um relacionamento baseado na ternura, amor, conhecimento recíproco e promessa de um dom incomparável (“Eu vim – diz Jesus – para que tenham a vida e a tenham em abundância” ), e este relacionamento é o modelo das relações entre os cristãos e das relações humanas.
E o Papa continuou dizendo que muitos também hoje, como no tempo de Jesus, se propõem como “pastores” das nossas vidas; mas somente o Senhor Ressuscitado é o verdadeiro Pastor, que nos dá a vida em abundância.E convidou a todos a rezar pelos Pastores:
Neste domingo rezamos pelos pastores da Igreja, por todos os bispos, incluindo o Bispo de Roma, e por todos os sacerdotes; especialmente rezamos pelos novos sacerdotes da diocese de Roma, que eu ordenei há pouco tempo atrás na Basílica de São Pedro. Que o Senhor nos ajude a ser sempre fiéis ao Mestre e guias sábios e iluminados do povo de Deus que nos foi confiado.

E recordou a este ponto a história de S. Cesário de Arles (um Padre da Igreja dos primeiros séculos) que convidava aos fiéis a baterem sempre à porta dos pastores para estes darem o “leite” da palavra de Deus, do mesmo modo, disse o Papa, os fiéis devem sempre importunar os pastores para eles cumprirem devidamente a sua missão. E continuou:
À imitação de Jesus, cada pastor “por vezes, pôr-se-á à frente para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo, outras vezes manter-se-á simplesmente no meio de todos com a sua proximidade simples e misericordiosa e, em certas circunstâncias, deverá caminhar atrás do povo, para ajudar aqueles que se atrasaram. Que todos os pastores sejam assim!

O Papa recordou em seguida que neste domingo que se celebra o Dia Mundial de Oração pelas Vocações e, como escreveu na sua mensagem para este ano “toda a vocação exige em qualquer caso, um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho”. Por esta razão, o chamamento para seguir Jesus é ao mesmo tempo entusiasmante e desafiador e para que se realize é necessário sempre entrar em profunda amizade com o Senhor para poder viver d’Ele e para Ele.
Rezemos para que, também no nosso tempo, em que a voz do Senhor corre o risco de ser sufocada por muitas vozes, todos os baptizados, as famílias, as paróquias e os movimentos assumam o empenho de promover as vocações com consciência e convicção.

E encorajou aos presentes a confiar os próprios propósitos e intenções à Virgem Maria, mãe de toda a vocação, para que com a sua intercessão suscite e proteja numerosas e santas vocações ao serviço da Igreja e do mundo.

Depois da oração mariana do “Regina Caeli” o Papa saudou aos presentes na Praça de S. Pedro: famílias, grupos paroquiais, associações e fiéis individuais provenientes da Itália e de muitos outros Países, em particular os da Diocese de Campo Grande e Dourado (Brasil), de Nova York, Las Palmas (Canárias) e os estudantes de Miranda do Corvo (Portugal). Uma saudação também às Comunidades Neo-catecumenais que nestes domingos do tempo pascal levam o anúncio de Jesus ressuscitado em 100 praças de Roma e em muitas cidades do mundo.E também dirigiu uma bênção particular aos familiares dos sacerdotes reme-ordenados:
Uma bênção especial para as crianças e jovens que receberam ou estão para receber a Primeira Comunhão e a Confirmação. E também para os familiares e amigos dos novos sacerdotes da diocese de Roma, que foram ordenados esta manhã.
E por último o Santo Padre dedicou uma recordação especial a todas as mães, convidando aos presentes a rezarem por elas, confiando-as à Mãe de Jesus, através da oração da Ave-Maria.

11 de maio de 2014 at 10:16 Deixe um comentário

O Bom Pastor – padre Marcelo Rossi


Favor clicar abaixo e à direita para assistir.

9 de maio de 2014 at 19:35 2 comentários

“Sede pastores, não funcionários; mediadores, não intermediários!”: Papa ordenando em São Pedro dez novos presbíteros para Roma

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2013-04-21 Rádio Vaticana
Decorreu na basílica de São Pedro, na manhã deste “domingo do Bom Pastor”a ordenação de dez novos padres para a diocese de Roma. Concelebraram com Papa Francisco o cardeal Vigário para a diocese de Roma, Agostino Valini, os bispos auxiliares, os párocos dos ordinandos e os Superiores dos respetivos Seminários (Seminário Maior de Roma, Seminário dos Oblatos, Filhos de Nossa Senhora do Amor Divino e Colégio diocesano “Redemptoris Mater”) .
Na breve homilia, toda ela em tom exortativo, a partir das palavras do rito da ordenação, Papa Francisco pediu aos novos padres que exerçam “na alegria e em caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, visando unicamente agradar a Deus e não a si mesmos”. “Sede pastores, não funcionários! Sede mediadores, não intermediários!” – pediu com insistência.Referindo-se especificamente ao exercício dos sacramentos da penitência e da unção dos enfermos, declarou o Papa: “Hoje peço-vos em nome de Cristo e da Igreja: por favor, não vos canseis de ser misericordiosos. Com o óleo santo dareis alívio aos enfermos e aos idosos. Não vos envergonheis de ter ternura com os idosos”.
Francisco exprimiu o desejo e a necessidade de que a doutrina transmitida pelos novos padres seja nutrimento para o Povo de Deus e que o perfume da própria vida seja alegria e apoio para os fiéis de Cristo.

21 de abril de 2013 at 10:49 Deixe um comentário

Eu sou o bom pastor – Evangelho – Jo 10, 27-30

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A festa da Dedicação. Jesus insiste no testemunho e os Judeus insistem em não crer. A perseguição continua e a discussão também. Jesus dispara: Eu e o Pai somos um. E esta é a gota d’água para os Judeus. Mas Jesus não se intimida e o anuncio da verdade continua. Um coração orgulhoso e cheio de conceitos próprios é incapaz de crer na palavra de Deus. Será que não nos tornamos assim dentro da igreja? Aqueles que são do grupo das ovelhas de Jesus, porém, recebem a vida eterna e a proteção poderosa do Pai.

Jesus é o bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas. Jesus é o filho de Deus, embora eles não acreditassem e até procuraram prende-lo, Jesus não ficou intimidado pois era a confirmação da missão que o Pai tinha lhe confiado.
Fonte: Canção Nova

19 de abril de 2013 at 14:24 Deixe um comentário

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