Posts tagged ‘batismo de Jesus’

Local do batismo de Jesus declarado Patrimônio Mundial pela Unesco

2015-07-18 Rádio Vaticana

Amã (RV) – Betânia, “na outra margem do Jordão”, o lugar onde foi batizado Jesus, foi inscrito na lista dos Patrimônios Mundiais da UNESCO. O local da  “inexplicável” manifestação que deu origem à vida pública de pregador do Nazaré foi por séculos um mistério histórico. Os Evangelhos são concordes em apontar o Rio Jordão, mas param nesta informação genérica. O único a precisar o lugar é o Evangelho de João, que fala de uma “Betânia além do Jordão”. A outra Betânia, pátria de Lázaro e de suas irmãs Marta e Maria, se encontra, por sua vez, nas proximidades de Jerusalém e não próximo ao rio.

Mosaico em Madaba

No século III, todavia, nenhum local nas proximidades do Jordão tinha este nome. Tanto que Orígenes se convenceu de um erro na transmissão do texto evangélico e propôs corrigi-lo substituindo Betânia por Bethabara, “onde se afirma que João batizava”. Esta variante se lê em diversos manuscritos evangélicos, enquanto o mesmo topônimo figura em um esplêndido mosaico do século VI descoberto em 1897 em Madaba (atual Jordânia), com a explicação em grego de que se tratava do “lugar do batismo de João”, diante de “Ainon onde agora é Sapsafas”, na margem oriental do rio.

No mesmo local, a subida aos céus de Elias

Para além de toda esta questão textual, pelo menos a partir do final do século III devem ter-se iniciado as peregrinações na margem do Jordão, a poucos quilômetros ao norte do Mar Morto. Alí se dizia que Jesus havia sido batizado por João, não por acaso no mesmo local onde a tradição colocava a misteriosa subida de Elias aos céus. Desde então os testemunhos literários e monumentais se multiplicaram e guiaram as descobertas divulgadas pelo arqueólogo Michele Piccirillo – o pai Mateus dos romances de Franco Scaglia – sobre “o parque do batismo”. Nem todos, porém, essão de acordo. (JE/Osservatore Romano)

18 de julho de 2015 at 9:33 Deixe um comentário

Papa no Angelus: “Cristãos surdos ao Espírito tonam-se mudos, não evangelizam”

2015-01-11 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Após batizar  33 crianças na Capela Sistina, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento pontifício no domingo chuvoso,  para rezar com os presentes na Praça São Pedro a tradicional Oração mariana do Angelus. Na alocução que precede a oração, o Santo Padre refletiu sobre o Batismo de Jesus, Festa que encerra o Tempo do Natal.

O evento do batismo de Jesus no Rio Jordão, disse o Papa, evoca a dramática súplica do Profeta Isaías “Quem dera rasgasses o céu para descer”. Com isto, “acabou o tempo dos céus fechados” que indicam a separação entre Deus e o homem, consequência do pecado, que nos afasta de Deus e interrompe a ligação entre o Céu e a terra, determinando assim a nossa miséria e o fracasso de nossa vida:

“Os céus abertos indicam que Deus deu a sua graça para que a terra dê os seus frutos. Assim a terra tornou-se morada de Deus entre os homens e cada um de nós tem a possibilidade de encontrar o Filho de Deus, experimentando todo o amor e a infinita misericórdia. O podemos encontrar nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia. O podemos reconhecer na face dos nossos irmãos, em particular nos pobres, nos doentes, nos encarcerados, nos refugiados. Estes são as carne viva de Cristo sofredor e imagem visível de Deus invisível”.

Com o Batismo de Jesus – observou o Papa – os céus se rasgam e Deus fala novamente, fazendo ressoar a sua voz: “Tu és meu filho muito amado, em quem eu ponho toda a minha feição”:

“A voz do Pai proclama o mistério que se esconde no homem batizado pelo precursor. Jesus, o Filho de Deus encarnado, é também a Palavra definitiva que o Pai quis dizer ao mundo. Somente escutando, seguindo e testemunhando esta Palavra, podemos tornar plenamente fecunda a nossa experiência de fé, cujo gérmen foi colocado em nós no dia de nosso Batismo”.

A descida do Espírito Santo, em forma de pomba – continuou o Papa –  consente a Cristo, o Consagrado do Senhor, “ inaugurar a sua missão salvífica para todos nós”. Este Espírito Santo, “o esquecido”, enfatizou o Papa, deve ser mais invocado pelos cristãos.

O Espírito Santo que animou a vida e o ministério de Jesus é o mesmo que guia a existência cristã, que deve portanto,  junto com a missão, ser colocada sob sua ação, para reencontrar  “a coragem apostólica necessária para superar fáceis acomodações mundanas”:

“Um cristão e uma comunidade ‘surdos’ à voz do Espírito Santo, que impulsiona a levar o Evangelho aos extremos confins da terra e da sociedade, torna-se um cristão e uma comunidade de “mudos” que não falam e não evangelizam”.

Após a oração do Angelus, o Papa saudou os presentes, destacando a importância de os fiéis leigos “viverem e levarem a misericórdia nos diversos ambientes sociais”.

Ao concluir, o Papa pediu orações pela viagem ao Sri Lanka e às Filipinas, que terá início esta segunda-feira. (JE)

(from Vatican Radio)

11 de janeiro de 2015 at 10:59 Deixe um comentário

Reflexão para a Festa do Batismo de Jesus

2015-01-10 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – Na noite de Natal, os anjos cantaram aos pastores­ “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado”. Essa paz auspiciada pelos anjos é transmitida pela pessoa de Jesus, o Príncipe da Paz, apresentado no Evangelho de hoje como o “Filho muito amado do Pai, em quem Ele pôs todo seu bem agrado”.

Na primeira leitura, ao ouvirmos falar sobre o Servo de Javé, poderemos identificá-lo com Jesus Cristo, como o fizeram os primeiros cristãos.

O misterioso Servo de Javé do Livro de Isaías, pessoa nobre que lutara pela libertação dos homens, sem clamar nem levantar a voz, sem quebrar uma cana rachada nem apagar um pavio que ainda fumega, ouviu do Senhor o seguinte: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como centro da aliança do povo, luz das nações”. Ora, esse Servo é homem da paz, não domina, não destrói, não desanima, 500 anos antes já revelava o perfil de Jesus, nosso Redentor.

O Evangelho do Batismo de Jesus, extraído de Lucas, nos diz que Jesus rezava quando o Espírito Santo desceu sobre ele. O Espírito Santo é a resposta de Deus à oração de Jesus. O próprio Senhor, mais adiante irá ensinar que o Pai dá o Espírito àqueles que o pedirem.

Por que Jesus rezava? Certamente para saber do Pai o que é de seu agrado, para lhe ser fiel. Também nós precisamos da oração para realizarmos a missão que o Senhor nos deu, para sermos imagem do” Filho muito amado em quem o Pai pôs todo seu agrado”.

A segunda leitura, extraída do Atos dos Apóstolos, nos fala “como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo demônio, porque Deus estava com ele”.

Eis nossa missão: andar por toda a parte, fazendo o bem e curando os que estão dominados pelo pecado. Como fazer o bem e curar os dominados pelo pecado? Certamente sendo promotores da justiça, fazendo o bem e libertando todos do jugo do egoísmo e trocando-o pela humildade e serviço; libertando do jugo do prazer e oferecendo a solidariedade; libertando do jugo da idolatria, seja ela qual for, e substituindo-a pelo Amor.

Pe. César Augusto dos Santos SJ

10 de janeiro de 2015 at 11:14 Deixe um comentário

Batismo do Senhor

Evangelho – Lc 3,15-16.21-22

Deus eterno e todo poderoso, em nome do Teu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, envia sobre nós o Espírito Santo Paráclito.

Após a celebração da Epifania do Senhor a Igreja Católica celebra o Batismo do Senhor, no domingo entre os dias 09 e 13 de janeiro. No dia seguinte a essa celebração, inicia-se o Tempo Comum.

Por que Jesus foi batizado? Apesar de Jesus não ter pecado algum, quis ser batizado para nos mostrar que era solidário com a humanidade pecadora, a qual viera salvar.
E o nosso batismo, o que significa? O Batismo é um novo nascimento. Nascemos para uma vida nova e nos tornamos irmãos uns dos outros.

De quem Jesus é filho? Jesus é o Filho de Deus.

O que aconteceu na hora do batismo de Jesus? O céu se abriu e uma voz disse “Você é meu filho querido.Coloco todo o meu amor”. Ao mesmo tempo, o Espirito de Deus em forma de pomba ficou sobrevoando a cabeça de Jesus.

 Inagura -se assim a vida pública de Jesus.

Também nós somos chamados por Deus a assumir o nosso Batismo. Testemunhar a nossa fé.

9 de janeiro de 2015 at 10:23 Deixe um comentário

Batismo do Senhor – Reflexão de São João Crisóstomo

«O Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea, como uma pomba»

Consideremos o grande milagre que se produziu a seguir, uma vez que ele constitui o prólogo daquilo que iria passar-se em breve. Logo após o baptismo do Salvador, não foi o antigo Paraíso que se abriu, foi o próprio céu: «Uma vez baptizado, […] eis que se rasgaram os céus» (Mt 3,16). Porque se terão aberto os céus aquando do baptismo de Jesus Cristo? Para nos ensinar que o mesmo se passa no nosso: assim nos chama Deus à nossa pátria celeste e nos convida a não ter mais nada em comum com a terra. […] E se agora não conseguimos ver os mesmos sinais, recebemos no entanto as mesmas graças, das quais os sinais eram o símbolo.

Viu-se então uma pomba descer do céu, indicando tanto a João como ao povo hebreu que Jesus era o Filho de Deus; de resto, também a nós nos indica que no momento do nosso baptismo o Espírito Santo desce à nossa alma. E se não desce numa forma visível, é porque já não precisamos que isso aconteça, uma vez que é suficiente a nossa fé. […]

E porque desceu o Espírito Santo na forma duma pomba? Porque a pomba é mansa e pura, e o Espírito é todo Ele pureza e mansidão. Para além disso, a pomba relembra-nos um episódio do Antigo Testamento (Gn 8,10ss.): depois de a terra ter sido submergida pelo dilúvio e toda a humanidade ter perecido, regressou a pomba a comprovar o fim do cataclismo, de ramo de oliva na boca, anunciando o restabelecimento da paz sobre a terra. Ora, tudo isso constitui uma prefiguração dos tempos futuros. […] Depois de tudo estar perdido, surgiram a libertação e a renovação; e, assim como tudo dantes aconteceu por um dilúvio de chuva, acontece agora por um dilúvio de graça e misericórdia, e já não é só a um homem que a pomba convida a sair da arca para repovoar a terra: agora ela atrai todos os homens para o céu, e em lugar do ramo de oliva traz aos homens a dignidade de filhos de Deus.

8 de janeiro de 2015 at 9:48 Deixe um comentário

Solenidade do Batismo do Senhor – Eu vos batizei com água, mas Ele vos batizará com o Espírito Santo – São Marcos 1, 7-11 – dia 11 de Janeiro

  1. Ele pôs-se a proclamar: “Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado.
  2. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo.”
  3. Ora, naqueles dias veio Jesus de Nazaré, da Galiléia, e foi batizado por João no Jordão.
  4. No momento em que Jesus saía da água, João viu os céus abertos e descer o Espírito em forma de pomba sobre ele.
  5. E ouviu-se dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição.”

São João Paulo II disse que “o Evangelho segundo Marcos, como os outros sinópticos, narra o batismo de Jesus no rio Jordão. A Liturgia da Epifania recorda este acontecimento, apresentando-o num tríptico que engloba a adoração dos Magos do Oriente e as bodas de Caná. Cada um destes três momentos da vida de Jesus de Nazaré constitui uma particular revelação da Sua filiação divina”.

Ele pôs-se a proclamar: “Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado

São João Paulo II ensinou assim: “O que João Batista conferia nas margens do Jordão era um batismo de penitência, referente à conversão e ao perdão dos pecados. Mas ele anunciava: «Depois de mim, vai chegar outro que é mais poderoso do que eu… Eu vos batizarei em água, mas Ele batizar-vos-á no Espírito Santo» (Mc. 1, 7-8). Anunciava isto a uma multidão de penitentes, que iam ter com ele para lhe confessar os seus pecados, arrependendo-se e dispondo-se a corrigir a própria vida”.

O Papa Emérito Bento XVI disse: “Também Jesus abandona a casa e as ocupações habituais para alcançar o Jordão. Chega ao meio da multidão que está a ouvir o Batista e põe-se na fila como todos, à espera de ser batizado. João, logo que o vê aproximar-se, intui que naquele Homem há algo único, que é o misterioso Outro que esperava e para o qual estava orientada toda a sua vida. Compreende que se encontra diante de Alguém maior que ele e que não é digno nem sequer de lhe desatar a correia das sandálias”.

Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo

“É de outra natureza o Batismo conferido por Jesus e que a Igreja, fiel ao seu mandamento, não cessa de administrar. Este Batismo liberta o homem do pecado original e perdoa os pecados, resgata-o da escravidão do mal e assinala o seu renascimento no Espírito Santo; comunica-lhe uma vida nova, que é participação na vida de Deus Pai, que nos foi doada pelo seu Filho Unigênito, o qual Se fez homem, morreu e ressuscitou”. (São João Paulo II)

Liturgia das Horas: “A voz do Pai testemunha que este é seu Filho, e reflui sobre ele a força do Espírito que todo dom distribui. Protegei a todos, ó Cristo: jamais tombemos no abismo. Dai-nos viver as promessas do nosso próprio batismo. Ó Cristo, vida e verdade, a vós a glória e o louvor. Unido ao Pai e ao Espírito, do céu mostrais o esplendor”.

Ora, naqueles dias veio Jesus de Nazaré, da Galiléia, e foi batizado por João no Jordão

“João batiza e Jesus se aproxima; talvez para santificar igualmente aquele que o batiza e, sem dúvida, para sepultar nas águas o velho Adão. Antes de nós, e por nossa causa, ele que é Espírito e carne santificou as águas do Jordão, para assim nos iniciar nos sacramentos mediante o Espírito e a água”. (São Gregório de Nazianzo)

“João cumpre a sua missão ao batizar o Senhor, que no Jordão mergulhando na água as águas lavou. Não quer lavar-se a si mesmo o Filho da Virgem pura, mas quer nas águas lavar a culpa da criatura”. (Liturgia das Horas)

No momento em que Jesus saía da água, João viu os céus abertos e descer o Espírito em forma de pomba sobre ele

O Papa Francisco disse que “no dia do batismo de Cristo ainda contemplamos os céus abertos. A manifestação do Filho de Deus na terra assinala o início do grande tempo da misericórdia, depois que o pecado tinha fechado os céus, elevando como que uma barreira entre o ser humano e o seu Criador. Com o nascimento de Jesus abrem-se os céus! Deus concede-nos em Cristo a garantia de um amor indestrutível. Portanto, desde que o Verbo se fez carne é possível ver os céus abertos… E será possível também para cada um de nós, se nos deixarmos invadir pelo amor de Deus, que nos é concedido pela primeira vez mediante o Batismo, por meio do Espírito Santo”.

Sob forma de uma pomba: O Catecismo (§701) ensina: “Quando Cristo sobe das águas do seu batismo, o Espírito Santo, sob a forma duma pomba, desce e paira sobre Ele. O Espírito desce e repousa no coração purificado dos batizados”.

E ouviu-se dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição”

O Papa Francisco também disse: “Quando Jesus recebeu o batismo de penitência de João Batista, solidarizando com o povo penitente — Ele, sem pecado e não necessitado de conversão — Deus Pai fez ouvir a sua voz descida do céu: «Eis o meu Filho muito amado, em quem pus a minha complacência!» (v. 17). Jesus recebe a aprovação do Pai celeste, que O enviou precisamente para que aceitasse compartilhar a nossa condição, a nossa pobreza. Compartilhar é o verdadeiro modo de amar. Jesus não se dissocia de nós, considera-nos irmãos e compartilha conosco. E assim, juntamente com Ele, torna-nos filhos de Deus Pai. Esta é a revelação e a fonte do amor autêntico. E este é o grande tempo da misericórdia!”

O Papa Emérito Bento XVI explicou que no Rio Jordão “ouviram-se palavras nunca anteriormente pronunciadas: «Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu agrado». […] O Pai, o Filho e o Espírito Santo descem entre os homens e revelam-nos o Seu amor que salva. Se foram os anjos que levaram aos pastores o anúncio do nascimento do Salvador e a estrela que o levou aos Magos vindos do Oriente, presentemente é a própria voz do Pai que indica aos homens a presença do Seu Filho no mundo, e que nos convida a voltarmo-nos para a ressurreição, para a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte”.

Conclusão

Do Papa Emérito Bento XVI: “Junto do Jordão, Jesus manifesta-Se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade do Menino colocado na manjedoura e antecipa os sentimentos pelos quais, no final dos Seus dias terrenos, chegará a lavar os pés dos discípulos e sofrerá a humilhação terrível da cruz. O Filho de Deus, Aquele que é sem pecado, coloca-Se entre os pecadores, mostra a proximidade de Deus em relação ao caminho de conversão do homem”.

Oração

Do Papa Francisco: “Peçamos à Virgem Santa que nos sustente com a sua intercessão no nosso compromisso de seguir Cristo ao longo do caminho da fé e da caridade, na senda traçada pelo nosso Batismo”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

5 de janeiro de 2015 at 12:06 Deixe um comentário

Então da nuvem luminosa – Canto Litúrgico do Batismo do Senhor


Clicar abaixo e à direita para assistir no youtube.

12 de janeiro de 2014 at 9:52 Deixe um comentário

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