Posts tagged ‘ano da Fé’

Caminhada da Fé – 23 de Novembro

Orientações para o dia 23

 

No próximo dia 23 a Igreja de Vitória realiza a sua caminhada pelo encerramento do Ano da Fé. A Arquidiocese divulga algumas orientações para a ocasião. Confira:

– A celebração tem início às 18h na Catedral Metropolitana de Vitória de onde sairemos em caminhada, seguindo a imagem de Nossa Senhora da Penha em direção à Praça do Papa, num percurso de 5km;

– Todos são convidados a participar vestindo as camisas de suas paróquias, pastorais ou devoções, podendo trazer suas bandeiras, mas sobretudo as velas que deverão estar com a devida proteção.

– Para a caminhada recomendamos o uso de um calçado confortável, roupas leves, bonés, guarda-chuvas e água potável. Sejamos responsáveis pelo descarte do lixo;

– Com relação ao acesso recomendamos que utilizem transporte coletivo – ônibus. Os ônibus organizados pelas paróquias e comunidades deverão deixar as pessoas na rua Jerônimo Monteiro na altura da Praça Oito, ou em frente às escadarias do Palácio Anchieta ou ainda, no outro lado da pista na CODESA e depois seguirão para o local de estacionamento;

O estacionamento dos ônibus será feito nas proximidades da Praça do Papa para facilitar a saída. Pedimos que os ônibus sejam identificados com o nome da Paróquia e área pastoral pois os locais serão divididos por áreas.

 

Vamos iluminar Vitória com a luz da fé!

Fonte: Site da Arquidiocese de Vitória

23 de novembro de 2013 at 15:01 1 comentário

Frutos do Ano da Fé

 

 

No próximo dia 24 de novembro, Domingo de Cristo Rei, será celebrado o encerramento do Ano da Fé. Em muitas igrejas, mais uma vez, as comunidades farão a solene renovação da profissão da fé.

Há, nesse ato, uma força testemunhal muito expressiva: de fato, não cremos apenas de modo individual e subjetivo, mas em comunidade, juntamente com muitos outros, que professam a mesma fé. A Igreja é uma grande comunidade de fé, formada de inúmeras comunidades menores e, finalmente, de pessoas, que crêem pessoalmente e vivem a comunhão de fé com grande comunidade eclesial.

Não cremos sozinhos, mas com a Igreja toda; e cremos como a Igreja crê – a Igreja que vive hoje neste mundo e também a Igreja celeste! São incalculáveis aqueles que viveram esta mesma fé e já nos precederam na “casa do Pai”. Eles são nossos irmãos na fé, testemunhas e exemplos de fé, que continuam a nos ajudar a prosseguir e perseverar no caminho da fé. Estamos, pois em boa companhia e bem amparados!

O Ano da Fé foi uma bênção, pois nos ajudou a tomar consciência renovada da preciosidade da fé da Igreja e da importância de professá-la com convicção e alegria. O Ano da Fé termina, mas a vivência da fé continua; temos agora o nosso compromisso de testemunhar a fé com intensidade e de traduzir q fé em frutos de vida cristã. Não basta ter iniciado bem o caminho: é preciso perseverar nele, para alcançar a meta da nossa fé: a vida eterna e a comunhão plena com Deus.

Primeiros frutos da fé deveriam ser a gratidão e alegria. A fé é um dom precioso, recebido de Deus, e que requer a nossa resposta diária através das atitudes de fé. A fé leva a viver em contínua sintonia e comunhão com Deus e a ter as luzes de Deus (“lumen fidei”), para iluminar todas as circunstâncias da vida. A fé ajuda a discernir para fazer as escolhas certas. Viver a fé é viver unidos a Deus; é viver “por Cristo, com Cristo e em Cristo”, para usar a expressão de São Paulo.

Outra conseqüência do Ano da Fé deverá ser o cultivo da fé. Podemos imaginar a fé como uma planta, que precisa ser cultivada para viver, florescer e produzir frutos. A fé precisa ser alimentada no encontro pessoal frequente com Deus na oração. Sem oração, a fé enfraquece e morre, como a planta, que não recebe água. Alimento essencial da fé é também a Palavra de Deus, acolhida quer na Liturgia, quer em outras ocasiões, como também na leitura pessoal e orante da Sagrada Escritura.

Para crescer e amadurecer, a fé precisa ser esclarecida mediante o estudo; de fato, nossa fé também se expressa em conteúdos e afirmações; não é mero sentimento, mas também afirmação e convicção. Para ter uma compreensão melhor da fé da nossa Igreja, é importante ler e conhecer o Catecismo da Igreja Católica; ele é a explicação que a própria Igreja dá oficialmente sobre os motivos e as bases da nossa fé, sobre seus conteúdos, sobre como a fé é celebrada na Liturgia e nos Sacramentos, sobre as conseqüências da fé para sua vida, mediante a observância dos mandamentos e sobre como a fé é traduzida no testemunho e na vivência diária.

Finalmente, a fé verdadeira produz frutos, que são as “obras da fé”, sem as quais ela seria estéril: “a fé , sem obras, é morta em sim mesma”, afirma S.Tiago. Frutos da fé são as boas obras da justiça, caridade e solidariedade, que revelam a fecundidade e autenticidade da fé. São ainda as virtudes humanas e cristãs, que traduzem o jeito de viver de quem está em sintonia com Deus. É também a prática sincera e perseverante da religião, expressão da adoração e do louvor de Deus. 

Cardeal Odilo P. Scherer – Arcebispo de São Paulo

Publicado em O SÃO PAULO, ed. 12.11.2013

Fonte: CNBB

14 de novembro de 2013 at 8:22 Deixe um comentário

O “Ano da Fé” tem seu término na Festa de Cristo Rei do Universo, em 24 de Novembro de 2013

 

Era bem esperada uma encíclica sobre a fé, ainda no pontificado de Bento XVI. De fato, ele já havia escrito uma sobre a caridade (Deus caritas est Deus é Amor) e uma sobre a esperança (Spe salvi Salvos na Esperança). Faltava uma sobre a fé, para completar a trilogia de ensinamentos pontifícios sobre as virtudes teologais, dons preciosos recebidos de Deus no Batismo. E foi o papa Francisco quem nos deu a encíclica Lumen Fidei (A Luz da Fé), sobre a fé, bem no decorrer do Ano da Fé. Ele mesmo, no entanto, já havia dito, quando a anunciou há poucas semanas, que seria uma encíclica “escrita a quatro mãos”, uma vez que seu predecessor já havia trabalhado, antes de abdicar ao pontificado, em vista de sua publicação.

A encíclica nos vem, não apenas para a melhor vivência do o Ano da Fé, mas para compreender e viver melhor a própria fé. Não é um texto para ser analisado com mera curiosidade intelectual, ou com o intuito de fazer uma análise teológica sobre ele; seria muito pouco. Bem mais, ele deve ser lido e degustado com o desejo de compreender e acolher cada palavra dita com amor de pai por quem fala com a sabedoria adquirida ao longo de uma longa existência e com o desejo de comunicar coisas essenciais à vida dos filhos…

É interessante notar que o Papa não fala da fé a partir das “verdades da fé”: o primeiro capítulo traz o título acreditamos no amor. Nosso ato de fé é precedido pelo amor de Deus, que se manifesta ao mundo e nos faz experimentar seu amor salvador; a experiência do amor precede a fé! Não é também isso que acontece entre as pessoas? Quando duas pessoas se amam verdadeiramente, elas passam a acreditar profundamente uma na outra…

É o que já ouvimos do papa emérito Bento XVI em outras ocasiões: nossa fé e nossa experiência religiosa não decorrem de uma doutrina perfeita, nem de um ideal ético altíssimo, mas do encontro com a pessoa de Deus, amoroso e fiel, que se revelou, veio ao nosso encontro e nos amou. É a isso que o Papa se refere quando fala, na encíclica, sobre a Abraão, nosso pai na fé, a experiência histórica e mística do Povo de Israel, a vinda do Filho de Deus ao mundo e a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

“Ele me amou e por mim se entregou na cruz”, exclama São Paulo, depois de fazer a experiência do encontro com Jesus Cristo no caminho de Damasco; sua fé foi vivíssima e inabalável porque experimentou o “mistério” do amor de Deus, manifestado em Cristo Jesus. Para os apóstolos e para os grandes cristãos, que foram e são os santos, falar da fé não significou tratar de verdades abstratas, bem elaboradas pela razão humana; eles falavam, antes de tudo, da pessoa de Deus e de Jesus Cristo, de sua ação envolvente, especialmente de seu amor misericordioso e de sua providência. As verdades da fé e da moral, também elaboradas bem como doutrinas, seguem depois disso.
A encíclica fala, no capítulo 2º, que é preciso crer para compreender; de fato, a fé é um dom sobrenatural, que nos é dado como luz forte, que nos faz perceber melhor aquilo que queremos compreender. É o contrário do que, geralmente, as pessoas imaginam: não é “ver para crer”, mas “crer para ver”. Na ordem da fé, podemos dizer: quem crê, compreende mais e melhor. Não é que a fé dispensa o esforço da razão e o estudo: fé e razão completam-se e não devem ser opostas, nem tidas como excludentes.

Um belo capítulo trata da transmissão da fé: esta é uma das preocupações sérias da Igreja em nossos dias. O papa fala que a Igreja é “a mãe da nossa fé”. Esta não é um fato individual e subjetivo: aquilo que cremos foi transmitido a nós, vem de longe, dos apóstolos! “Transmiti-vos aquilo que eu mesmo recebi”, observou S.Paulo (1Cor 15,3). Cremos no testemunho de quem creu primeiro; e temos motivos bons para fazer isso! Cremos com quem já creu, os mártires, os santos, os mestres da fé ao longo da história. Cremos e temos o compromisso de continuar a transmitir hoje essa preciosa herança da fé!

Enfim, a encíclica trata das obras da fé. “A fé, sem as obras, é morta em si mesma”, já advertia São Tiago! Mas não se trata de opor as obras à fé: estas são decorrência e fruto da fé verdadeira. Crendo, nós nos colocamos na sintonia com o plano de Deus sobre este mundo e sobre a nossa vida. E então surgem as obras da fé e cessam as obras contrárias à fé, porque são contrárias a Deus e ao seu amor!

Cardeal Odilo Pedro Scherer -Arcebispo de São Paulo (SP)

Fonte: CNBB

 

26 de setembro de 2013 at 8:32 Deixe um comentário

Hino Oficial do Ano da Fé

7 de setembro de 2013 at 8:33 Deixe um comentário

Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé – Nono Domingo do Tempo Comum – São Lucas 7, 1-10

centuriao[1]
1. Tendo Jesus concluído todos os seus discursos ao povo que o escutava, entrou em Cafarnaum.
2. Havia lá um centurião que tinha um servo a quem muito estimava e que estava à morte.
3. Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, rogando-lhe que o viesse curar.
4. Aproximando-se eles de Jesus, rogavam-lhe encarecidamente: Ele bem merece que lhe faças este favor,
5. pois é amigo da nossa nação e foi ele mesmo quem nos edificou uma sinagoga.
6. Jesus então foi com eles. E já não estava longe da casa, quando o centurião lhe mandou dizer por amigos seus: Senhor, não te incomodes tanto assim, porque não sou digno de que entres em minha casa;
7. por isso nem me achei digno de chegar-me a ti, mas dize somente uma palavra e o meu servo será curado.
8. Pois também eu, simples subalterno, tenho soldados às minhas ordens; e digo a um: Vai ali! E ele vai; e a outro: Vem cá! E ele vem; e ao meu servo: Faze isto! E ele o faz.
9. Ouvindo estas palavras, Jesus ficou admirado. E, voltando-se para o povo que o ia seguindo, disse: Em verdade vos digo: nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.
10. Voltando para a casa do centurião os que haviam sido enviados, encontraram o servo curado.

Iniciemos essa reflexão com o Comentário Litúrgico: “Contemplemos hoje o exemplo de fé deixado pelo oficial romano. Seu testemunho nos anima a celebrar e fortalece nossa caminhada neste Ano da Fé. Segundo o Papa Emérito Bemto XVI, “a fé vivida abre o coração à graça de Deus, que liberta do pessimismo”, e o Ano da Fé pode ser compreendido como “uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: o evangelho e a fé da Igreja”.

Versículos 1 – 3: “Tendo Jesus concluído todos os seus discursos ao povo que o escutava, entrou em Cafarnaum. Havia lá um centurião que tinha um servo a quem muito estimava e que estava à morte. Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, rogando-lhe que o viesse curar”.

O pedido pelo servo – “Aquele homem, que foi ao encontro de Jesus Cristo, foi buscar o socorro para uma outra pessoa. Ele não foi pedir nada para si próprio, mas buscava a salvação, a cura e a libertação para um servo… O centurião não foi buscar socorro buscando a paz na sua casa, mas ele queria o bem do seu servo. O pedido dele estava livre de egoísmo, pois não pensava no seu bem-estar, mas no alívio do seu empregado”. (Márcio Mendes)

A indignidade e o pedido – Padre Bantu disse que “este homem se sente indigno de se aproximar de Jesus e por isso pede a outros que por ele intercedam, levando-nos a pensar na importância da intercessão”.

Versículos 4 – 6a: “Aproximando-se eles de Jesus, rogavam-lhe encarecidamente: Ele bem merece que lhe faças este favor, pois é amigo da nossa nação e foi ele mesmo quem nos edificou uma sinagoga. Jesus então foi com eles”.

“Foi ele mesmo quem nos edificou uma sinagoga” -Padre Bantu disse: “Estamos diante do pedido que um centurião faz à Jesus. Prestemos bem a atenção para o fato do homem que pede ser um centurião, portanto um “inimigo” dos judeus, um ocupador da sua terra, mas apesar disso, ser com certeza um homem bom, pois a passagem diz claramente que ele tinha muita afeição pelo seu servo, (o que naquele tempo seria coisa rara), e que até tinha mandado construir a sinagoga para os judeus”.

“Jesus então foi com eles” – São Tomás de Aquino explicou: “Vendo Nosso Senhor a fé, a humildade e a prudência do Centurião, disse-lhe imediatamente que iria e curaria o servo. O que nunca tinha feito, fez Jesus agora: em todos os lugares seguia a vontade dos que suplicavam; aqui se excede: não só ofereceu curá-lo, senão também ir à sua casa. Fez isso para conhecermos a virtude do Centurião”.

Versículos 6 b – 8: “E já não estava longe da casa, quando o centurião lhe mandou dizer por amigos seus: Senhor, não te incomodes tanto assim, porque não sou digno de que entres em minha casa; por isso nem me achei digno de chegar-me a ti, mas dize somente uma palavra e o meu servo será curado. Pois também eu, simples subalterno, tenho soldados às minhas ordens; e digo a um: Vai ali! E ele vai; e a outro: Vem cá! E ele vem; e ao meu servo: Faze isto! E ele o faz”.

“Não sou digno de que entres em minha casa”
– São Tomás de Aquino disse: “Assim como admiramos a fé do Centurião, porque acreditou que o paralítico poderia ser curado pelo Senhor, assim também se manifesta sua humildade enquanto se considera indigno de que o Senhor entre em sua casa, como está dito: “Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa”. Considerando-se como indigno, apareceu como digno, não de que entrasse o Senhor em sua casa, mas em seu coração”.

– O Beato João Paulo II ensinou: “Pensamos, por exemplo, nas palavras que todas as vezes repetimos no momento da santa Comunhão: «Não sou digno…». Elas são de um centurião romano, que assim expressou a sua fé, a sua admiração por Jesus Cristo, a sua profunda humildade e a sua premente súplica pela cura do servo” (Mt 8, 8; Lc 7, 8).

Versículos 9 – 10: “Ouvindo estas palavras, Jesus ficou admirado. E, voltando-se para o povo que o ia seguindo, disse: Em verdade vos digo: nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé. Voltando para a casa do centurião os que haviam sido enviados, encontraram o servo curado”.

Padre Zezinho explicou: “O centurião romano, soldado pagão em comando, teve a humildade de orar pelo seu servo. Jesus se encantou com a humildade do homem que não quis tirar proveito de Jesus. Apenas queria que ele curasse o seu servo querido. Quantos de nós oramos pelos que trabalham conosco? Quantos poderiam honestamente dizer que oram pelas suas cozinheiras, lavadeiras e pelos seus zeladores ou balconistas? Quantos de nós oramos pelo futuro deles e de nossos familiares? “

O Catecismo (§2610) ensina: “ Assim como Jesus ora ao Pai e dá graças antes de receber seus dons, Ele nos ensina essa audácia filial: “Tudo quanto suplicardes e pedirdes, crede que já recebestes” (Mc 11,24). “Tudo é possível para quem crê” (Mc 9,23), com uma fé “que não hesita”. tal é a força da oração. Se por um lado Jesus se entristece pela “falta de fé” de seus parentes (Mc 6,6) e pela “fraqueza na fé” de seus discípulos, por outro lado fica admirado com a “grande fé” do centurião romano e da Cananéia”.

A Eucaristia

O Padre Bantu disse: “Esta frase que, (pelo menos falo por mim), tantas e tantas vezes, dizemos de forma rotineira e “banal”, nos introduz no Mistério maior de um Deus que se faz alimento para aqueles que ama, e nos irmana num só povo que, reconhecendo-se indigno, aceita a dignidade que lhe é oferecida pelo seu Senhor. Esta frase que se confirmou na cura do servo do centurião, (pela graça de Deus, admirado da fé daquele homem), e que nós repetimos de forma ligeira e tantas vezes irrefletida, não percebendo que por essa mesma graça, o Senhor nos alcança a salvação, mesmo perante a nossa fraca fé”.

O Beato João Paulo II disse: “O Banquete eucarístico é verdadeiramente banquete « sagrado », onde, na simplicidade dos sinais, se esconde o abismo da santidade de Deus: O pão que é repartido nos nossos altares, oferecido à nossa condição de viandantes pelas estradas do mundo, é pão dos anjos, do qual só é possível abeirar-se com a humildade do centurião do Evangelho: “Senhor, eu não sou digno que entreis em minha morada” (Mt 8, 8; Lc 6, 6).

O Catecismo (1386) ensina: “Perante a grandeza deste sacramento, o fiel só pode retomar humildemente e com ardente fé a palavra do centurião (219) : «Domine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum, et sanabitur anima mea – Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma [só] palavra e serei salvo”.

“Em verdade vos digo: nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”
O Ano da Fé

O Papa Emérito Bento XVI disse: “Decidi proclamar um Ano da Fé. Este terá início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, completar-se-ão também vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II,com o objetivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé.(Documento: Porta Fidei)

O Papa Emérito Bento XVI disse na abertura do Ano da Fé: “Jesus é o centro da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a face de Deus. Ele é o cumprimento das Escrituras e seu intérprete definitivo. Jesus Cristo não é apenas o objeto de fé, mas, como diz a Carta aos Hebreus, é aquele «que em nós começa e completa a obra da fé” (Hb 12,2).

Conclusão

Com as palavras do Círculo Bíblico: “Queremos, ó Deus, manifestar-vos nossa gratidão, porque Jesus nos ensina que a fé em vós não é exclusividade de alguns grupos religiosos. Nós vos agradecemos pelo carinho e admiração de vosso Filho por todas as pessoas de boa-fé, ponde-se do lado dos que sofrem e dos doentes. Dai-nos, ó Pai, humildade suficiente para crer e fé profunda para amar. Iluminai o caminho da nossa vida com a vossa palavra criadora, para que possamos sentar-nos à mesa do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”.

Oração
Oremos com o Credo Niceno-Constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra,
de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,
Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado não criado,
consubstancial ao Pai.
Por Ele todas as coisas foram feitas.
E, por nós, homens, e para a nossa salvação,
desceu dos céus:
e encarnou pelo Espírito Santo,
no seio da Virgem Maria,
e se fez homem.
Também por nós foi crucificado
sob Pôncio Pilatos;
padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as escrituras;
E subiu aos céus,
onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória,
para julgar os vivos e os mortos;
e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo,
Senhor que dá a vida,
e procede do Pai;
e com o Pai e o Filho
é adorado e glorificado:
Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja una, santa,
católica e apostólica.
Professo um só batismo
para remissão dos pecados.
Espero a ressurreição dos mortos;
E a vida do mundo que há de vir.
Amém.
Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

27 de maio de 2013 at 11:25 Deixe um comentário

Senhor, fortalecei-nos na fé!

Oração para todos os dias
ORAÇÃO DO CREIO
Creio em Deus Pai todo poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
Senhor, nesta novena, venho pedir: aumenta a minha fé, porque nos momentos de tribulação e nas noites escuras da vida será a fé a me guiar.
Na enfermidade do corpo, quando a doença já estiver presente, será a fé a me curar.
Aumenta a minha fé, Senhor, porque nos momentos de discussão e de conflitos familiares será a fé que me fará perdoar.
Nos momentos de desemprego, quando as dificuldades aumentarem, será a fé a me sustentar.
Aumenta a minha fé, Senhor, porque nas horas em que as pedras aparecerem no caminho e eu tropeçar, será pela fé que me levantarei.
Aumenta a minha fé, Senhor, para que durante toda a vida e, principalmente na hora da morte, a fé me leve a crer na ressurreição.
Aumenta a minha fé, Senhor, dilata meu coração e faze com que o Teu Espírito derrame sobre mim a chama e o fogo do amor. Amém
ATO DE FÉ
Eu creio firmemente que há um só Deus em três pessoas realmente distintas, Pai, Filho e Espírito Santo. Creio que o Filho de Deus se fez homem, padeceu e morreu na cruz para nos salvar e ao terceiro dia ressuscitou. Creio em tudo mais que crê e ensina a Igreja de Cristo Católica Apostólica Romana, porque Deus, verdade infalível, lho revelou. Nesta crença quero viver e morrer.
Senhor, aumenta a minha fé!
Senhor, aumenta a minha fé!
Senhor, aumenta a minha fé!
Amém.

(Novena rezada pelo Padre Reginaldo Manzotti no programa Experiência de Deus)
Fonte: Site semeando Catequese

6 de março de 2013 at 16:51 Deixe um comentário

Texto extraído do documento “Porta Fidei”,do Papa Bento XVI – para os irmãos de língua inglesa

APOSTOLIC LETTER
MOTU PROPRIO DATA

PORTA FIDEI

OF THE SUPREME PONTIFF
BENEDICT XVI

FOR THE INDICTION OF THE YEAR OF FAITH

“That the word of the Lord may speed on and triumph” (2 Th 3:1): may this Year of Faith make our relationship with Christ the Lord increasingly firm, since only in him is there the certitude for looking to the future and the guarantee of an authentic and lasting love. The words of Saint Peter shed one final ray of light on faith: “In this you rejoice, though now for a little while you may have to suffer various trials, so that the genuineness of your faith, more precious than gold which though perishable is tested by fire, may redound to praise and glory and honour at the revelation of Jesus Christ. Without having seen him you love him; though you do not now see him you believe in him and rejoice with unutterable and exalted joy. As the outcome of your faith you obtain the salvation of your souls” (1 Pet 1:6-9). The life of Christians knows the experience of joy as well as the experience of suffering. How many of the saints have lived in solitude! How many believers, even in our own day, are tested by God’s silence when they would rather hear his consoling voice! The trials of life, while helping us to understand the mystery of the Cross and to participate in the sufferings of Christ (cf. Col 1:24), are a prelude to the joy and hope to which faith leads: “when I am weak, then I am strong” (2 Cor 12:10). We believe with firm certitude that the Lord Jesus has conquered evil and death. With this sure confidence we entrust ourselves to him: he, present in our midst, overcomes the power of the evil one (cf. Lk 11:20); and the Church, the visible community of his mercy, abides in him as a sign of definitive reconciliation with the Father.

Let us entrust this time of grace to the Mother of God, proclaimed “blessed because she believed” (Lk 1:45).

Given in Rome, at Saint Peter’s, on 11 October in the year 2011, the seventh of my Pontificate.

BENEDICTUS PP. XVI

 

23 de janeiro de 2013 at 9:03 Deixe um comentário

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