Oração a São Paulo da Cruz

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Oração a São Paulo da Cruz:
Ò glorioso São Paulo da Cruz, que meditando a Paixão de Jesus Cristo, vos elevastes a tão elevado grau de santídade na terra, e de tanta felicidade no Céu. 
E pregando-a, oferecestes ao mundo, o remédio mais eficaz contra todos os seus males. Pois, obtende-nos a graça,
de tê-La sempre impressa em nosso coração, a fim de que possamos obter os mesmos frutos, no tempo e na eternidade. Assim seja!

 

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19 de outubro de 2017 at 5:36 Deixe um comentário

Papa em Santa Marta: a graça da vergonha nos cura do pecado

2017-10-06 Rádio Vaticana

“Justiça a Deus e a nós, corar de vergonha”. Com estas palavras o Profeta Baruc nos fala na primeira leitura de hoje sobre a desobediência à lei de Deus, isto é, o pecado, e ao mesmo tempo também nos indica qual é “o verdadeiro caminho” para pedir o perdão.

Este é o fio condutor da homilia do Papa na Missa celebrada na manhã desta sexta-feira na Capela da Casa Santa Marta. Francisco repassa o texto litúrgico, concentrando-se antes de tudo na realidade do pecado que caracteriza todos os homens, como na profecia de Baruc: “sacerdotes, reis, príncipes e pais”.

“Ninguém pode dizer: “Eu sou justo” ou “eu não sou como aquele ou como aquela”. Eu sou pecador. Eu diria que é quase o primeiro nome que todos temos: pecadores. E depois, por que somos pecadores? Desobedecemos – sempre em relação com o Senhor: Ele disse uma coisa e nós fizemos outra. Não ouvimos a voz do Senhor. Ele nos falou tantas vezes. Na nossa vida, cada um pode pensar: “Quantas vezes o Senhor falou para mim… Quantas vezes não o escutei!”. Falou pelos pais, pela família, pelo catequista, na igreja, nas pregações, também falou no nosso coração”.

Mas nós nos rebelamos: este é o pecado portanto, é “rebelião”, é “obstinação” em seguir as “perversas inclinações do nosso coração”, caindo nas “pequenas idolatrias de cada dia”, “cobiça’, “inveja”, “ódio” e em particular, “maledicência”, aquele falar pelas costas que o Pontífice define como “a guerra do coração para destruir o outro”.

E é por causa do pecado – como está escrito na página de Baruc – que perseguem-nos tantas calamidades, porque “o pecado arruína o coração, arruína a vida, arruína a alma, enfraquece, adoece”, mas é sempre – precisa o Pontífice – um pecado em relação a Deus:

“Não é uma mancha para tirar. Se fosse uma mancha, bastaria ir à lavandaria para ser limpa… Não! O pecado é uma relação de rebelião contra o Senhor. É feio em si mesmo, mas feio contra o Senhor que é bom. E se eu penso assim os meus pecados, ao invés de entrar em depressão, tenho aquele grande sentimento: a vergonha, a desonra que diz o profeta Baruc. A vergonha é uma graça”.

A vergonha “abre a porta à cura”. Este é então o convite que o Papa dirige a todos, ao concluir sua reflexão: sentir vergonha diante do Senhor pelos nossos pecados e pedir para sermos curados:

“Quando o Senhor nos vê assim, envergonhados por aquilo que fizemos, e com humildade pedimos perdão, Ele é omnipotente, apaga, nos abraça, nos acaricia e nos perdoa. Mas este é o caminho para chegar ao perdão, aquele que hoje o Profeta Baruc nos ensina. Louvemos hoje ao Senhor porque quis manifestar a omnipotência justamente na misericórdia e no perdão; depois, também na criação do mundo, mas isto por segundo. Sobretudo na misericórdia e no perdão, e diante de um Deus assim tão bom, que perdoa tudo, que tem tanta misericórdia, peçamos a graça da vergonha”. (BS/JE)

18 de outubro de 2017 at 5:44 Deixe um comentário

A Esperança

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“Sonhe, não tenha medo de sonhar, sonhe um mundo que ainda não se vê, mas que certamente chegará”. (Papa Francisco aos jovens – em 20/09/17)

18 de outubro de 2017 at 5:39 Deixe um comentário

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza: “Miséria não é uma fatalidade”, diz Papa

2017-10-17 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) –  No Angelus do último domingo, 15 de outubro, após a Missa com as canonizações, o Papa Francisco recordou que esta terça-feira recorre o Dia internacional para a erradicação da pobreza.

 

A miséria não é uma fatalidade, tem causas que devem ser reconhecidas e removidas para honrar a dignidade de tantos irmãos e irmãs, à exemplo dos Santos”.

O tema internacional deste ano, escolhido com o Comitê Internacional do 17 de Outubro e as Nações Unidas é: “Responder ao apelo do 17 de outubro para erradicar a pobreza: um caminho que nos leva a criar sociedades pacíficas e inclusivas.”

No Dia Mundial da Alimentação celebrado esta segunda-feira (16/10), o Papa Francisco visitou a sede da FAO em Roma.  Ao fazer uma análise das causas da pobreza, o Pontífice  sugeriu a inserção da “categoria do amor” na linguagem da cooperação internacional, como forma de vencer a fome:

Seria exagerado introduzir na linguagem da cooperação internacional a categoria do amor, conjugada como gratuidade, igualdade de tratamento, solidariedade, cultura do dom, fraternidade e misericórdia? Essas palavras efetivamente expressam o conteúdo prático do termo “humanitário”, tão usado na atividade internacional. Amar os irmãos, tomando a iniciativa, sem esperar a ser correspondidos, é o princípio evangélico que encontra também  expressão em muitas culturas e religiões, convertendo-se em princípio de humanidade na linguagem das relações internacionais”.

A ONU oficializou esta recorrência em 1992, mas sua origem remonta a 17 de outubro 1987, quando cem mil pessoas guiadas pelo Padre Joseph Wresinski , reuniram-se na Esplanada  onde foi assinada a Declaração dos Direitos do Homem, no Trocadéro, em Paris, para defender os direitos humanos de cada país, condição e origem.

O Padre Wresinski sintetizou o sentido desta data com estas palavras: “Onde os homens são condenados a viver na miséria, os direitos do homem são violados. Unir-se para que sejam respeitados é um dever sagrado”.

A erradicação da pobreza e da fome é um dos oito objetivos de desenvolvimento do milênio, definidos no ano de 2000 por 193 países membros das Nações Unidas e por várias organizações internacionais.

Os 10 países mais pobres do mundo são República Democrática do Congo, Zimbabwe, Burundi, Libéria, Eritreia, República Centro Africana Central, Níger, Malawi, Madagáscar, Afeganistão. (JE)

 

18 de outubro de 2017 at 5:28 Deixe um comentário

«Que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti» – Comentário de Santo Inácio de Antioquia

 

Glorificai Jesus de todas as formas, como Ele que vos glorificou a vós mesmos, a fim de que, unidos numa mesma obediência, submissos ao bispo e aos seus sacerdotes, sejais plenamente santificados. Não vos dou ordens, como se fosse uma pessoa muito importante. É verdade que estou carregado de ferros por usar o nome de cristão, mas ainda não atingi a perfeição em Jesus Cristo. Mais não faço do que iniciar-me na sua escola e, se me dirijo a vós, é porque sois meus condiscípulos. Eu é que precisaria de me preparar para o combate através da vossa fé, das vossas exortações, da vossa paciência, da vossa longanimidade. Mas, uma vez que a caridade não me permite guardar silêncio, tomo a dianteira e exorto-vos a caminhardes de acordo com o espírito de Deus. Porque Jesus Cristo, o inseparável Princípio da nossa vida, é o pensamento do Pai, assim como os bispos, estabelecidos até aos confins da terra, são um só com o espírito de Jesus Cristo.

Deveis, pois, ter com o vosso bispo um único e mesmo pensamento; aliás, é isso que fazeis. Os vossos sacerdotes, verdadeiramente dignos de Deus, estão unidos ao bispo como as cordas à lira; é assim que, do perfeito acorde dos vossos sentimentos e da vossa caridade, se eleva até Jesus Cristo um concerto de louvores. Que cada um de vós entre nesse coro; então, na harmonia da afinação, tomareis, pela vossa unidade, o tom de Deus e cantareis todos a uma só voz, pela boca de Jesus Cristo, os louvores do Pai. […] É, pois, vantajoso que vos mantenhais numa unidade irrepreensível; assim gozareis de uma constante união ao próprio Deus.

17 de outubro de 2017 at 5:26 Deixe um comentário

Frases sobre a Eucaristia

1-São Pedro Julião Eymard: “Jesus no Santíssimo Sacramento, modelo de pobreza”.

2-São João Maria Vianney: “Sem a divina Eucaristia, não haveria felicidade neste mundo, a vida seria insuportável. Quando recebemos a sagrada comunhão, recebemos a nossa alegria e a nossa felicidade”.

3-São João Crisóstomo: “Nós, embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão» (1Cor 10,17). O que é o pão que comemos? O Corpo de Cristo. Em que se transformam os comungantes? No corpo de Cristo; não numa multidão, mas num único corpo”.

4-Papa Francisco: “Jesus é pão vivo descido dos Céus, apresenta-se a nós como único e verdadeiro significado da existência humana”.

5-São João Maria Vianney: “Querendo dar-Se a nós no sacramento do seu amor, Deus deu-nos um desejo enorme, que só Ele pode satisfazer”.

6-São Pedro Julião Eymard: Jesus,  “da Hóstia Imaculada santifica o mundo; mas de modo invisível e todo espiritual”.

7-Isaac o Sírio, monge (século VII): “Mas, quando encontramos o amor, alimentamo-nos do pão celestial e somos reconfortados para além de qualquer obra e de qualquer pena. O pão celestial é Cristo, que desceu do Céu e deu a vida ao mundo. É esse o alimento dos anjos (Sl 77,25)”.

8-Papa Francisco: “O Senhor convida-nos a não esquecer que, se por um lado é justo preocupar-se com o pão material, por outro, para consolidar as forças, é ainda mais necessário potenciar a nossa fé em Cristo, “pão da vida” que sacia o nosso desejo de verdade, de justiça e de consolação”.

9-São João Crisóstomo: “Pois bem, se participamos todos do mesmo pão, se nos tornamos todos esse mesmo Cristo, porque não demonstramos a mesma caridade?”

10-Isaac o Sírio, monge (século VII): “Feliz aquele que come o pão de amor, que é Jesus. Porque quem se alimenta do amor, alimenta-se de Cristo, do Deus que domina o universo, Aquele de quem João testemunha, dizendo: «Deus é amor” (1Jo 4,8)”.

11-Catecismo§§ 1391-1395:  “Tal como o alimento corporal serve para restaurar as forças perdidas, assim também a eucaristia fortifica a caridade que, na vida quotidiana, tende a enfraquecer; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais”.

12-São João paulo II: “Com toda a tradição da Igreja, acreditamos que, sob as espécies eucarísticas, está realmente presente Jesus”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

17 de outubro de 2017 at 5:24 Deixe um comentário

Santa Edviges, viúva – 16 de outubro

Santa Edviges é a padroeira dos pobres e endividados. Ela nasceu em Baviera, Alemanha no ano de 1174 . Casou-se com o duque da Silésia, Henrique I, quando tinha apenas 12 anos de idade, tendo com ele seis filhos. Foi uma mulher marcada pelo sofrimento, pois acompanhou a morte de um a um de seus filhos, restando-lhe apenas a filha Gertrudes. Como esposa Edviges soube ser exemplo e com dedicação, conseguiu conciliar os seus deveres e a sua dedicação ao serviço dos necessitados: protegia os órfãos e as viúvas, visitando hospitais, amparando a juventude carente, educando e instruindo-a na fé cristã. Contam os historiadores que Santa Edviges destinava quase tudo que tinha para socorrer os pobres e necessitados. Após a morte do marido, retirou-se para o convento onde a sua filha Gertrudes era abadessa, dedicando o resto dos seus dias à austeridade. Santa Edviges morreu no Mosteiro de Trebnitz, consumida pela penitência no dia 15 de Outubro de 1243.

Fonte: Evangelho Quotidiano

 

16 de outubro de 2017 at 5:54 Deixe um comentário

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