Posts filed under ‘Reflexão da Palavra’

“Sudário é convite a vencer o mal com o bem”

2015-04-19 Rádio Vaticana

Turim (RV) – Abre-se neste domingo, 19, na Catedral de Turim, norte da Itália, a exposição do Santo Sudário, cinco anos depois da última mostra.

A exposição, até o dia 24 de junho, terá o tema “O maior amor”, e neste domingo, 19, o Papa Francisco, confirmou que sua visita será no dia 21 de junho. Dirigindo-se aos fiéis na Praça São Pedro, o Pontífice fez votos que “o gesto de veneração do Sudário nos ajude a encontrar em Jesus Cristo o rosto misericordioso de Deus e a reconhecê-lo nos rostos dos irmãos, especialmente dos que mais sofrem”.
O Custódio pontifício do lençol, Arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, presidiu uma missa às 11h, marcando também o encerramento das celebrações do bicentenário do nascimento de Dom Bosco.

Em sua homilia, o Arcebispo convidou os fiéis a “não se deixarem abater pelo mal, mas a vencê-lo com o bem, a não recuar diante da violência contra os inocentes, do compromissos de reconciliação e paz, fundados na justiça e no amor”.

Um milhão de pessoas já reservaram sua entrada. As exibições do Santo Sudário são raríssimas. Desde que chegou à cidade, no século XVI, o manto foi exposto à visitação em apenas dez ocasiões.

“Com o Papa Francisco – disse Dom Nosiglia na missa – compreenderemos que não somos nós a olhar para aquele rosto, mas nos sentiremos observados e convidados a não passar com superficialidade diante dos sofrimentos entorno de nós e no mundo inteiro”.

Origem

A peça de linho de 4,36 m de altura por 1,10 m de largura na qual, segundo a tradição, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo com as marcas da crucificação e sobretudo de seu rosto, foi descoberta em meados do século XIV na igreja colegial de Nossa Senhora, em Lirey, nas proximidades de Troyes, na França. A família real dos Savoia, que reinou na Itália até 1946, presenteou a Santa Sé com o Santo Sudário em 1983.

Ao longo dos séculos, a autenticidade do tecido foi estudada pelo menos uma dezena de vezes. Nunca houve um veredicto final. Os historiadores, baseando-se principalmente em uma prova de carbono 14 realizada em 1988, estabeleceram que o tecido teria sido fabricado na Idade Média, entre 1260 e 1390, mas esta datação tem sido questionada.

A visitação ao Santo Sudário é gratuita e deve ser agendada pela internet (www.sindone.org). As informações do site estão em italiano, francês e em inglês.

(CM)

23 de abril de 2015 at 8:26 Deixe um comentário

Matrimônio e Eucaristia, Sacramentos indissociáveis

2015-04-22 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – “Não se pode manter os dois Sacramentos separados: hoje se desenvolve na Igreja uma compreensão unificada dos dois, e portanto, é disto que pode surgir uma pastoral verdadeiramente coerente”. Afirmação do Secretário do Pontifício Conselho para a Família, Dom Jean Laffitte, participante do encontro “Eucaristia e Matrimônio: dois sacramentos, uma aliança”, organizado pelo Pontifício Instituto São João Paulo II e realizado esta quarta-feira (22/04), na Pontifícia Universidade Lateranense de Roma.

Corpo como dom

Falando à Rádio Vaticano, Dom Laffitte  observou que “é muito difícil entender bem o matrimônio e portanto desenvolver uma pastoral conjugal e matrimonial, sem partir daquilo que a Eucaristia é, significa e implica para a união dos esposos”. “Nas relações do encontro – prosseguiu – vimos que ‘Eucaristia’ não é compatível com um uso do corpo que não fosse orientado para o dom. E portanto, existe uma exigência de vida – certamente não uma vida perfeita, porque não existe uma perfeição humana e ética – mas ao menos em direção a uma consideração da santidade à qual todos somos chamados e em particular aqueles que se reconhecem enviados e chamados ao matrimônio”.

Sacramentos indissociáveis

Para o Secretário do dicastério vaticano para a Família, a relação entre os dois sacramentos é importante “pois na economia cristã e sacramental não se pode entender o significado pleno da união entre um homem e uma mulher, cujo significado implica não somente a capacidade de unir-se e o desenvolvimento de toda a dimensão da pessoa, mas existe também esta noção do dom e do uso do corpo que é orientado para a relação: o corpo não é um objeto, é destinado a ser não somente a epifania da pessoa, mas também o dom oferecido ao outro, à outra”. Assim, “na Eucaristia temos este dom do Corpo de Cristo e do Sangue de Cristo, “oferecidos por vós”, disse Jesus nas última Ceia. E portanto, existe uma ligação intrínseca entre o uso que Jesus faz do próprio corpo – um dom – e o uso que os esposos fazem do próprio corpo, que exprime o dom total de cada um ao outro”.

Lógica do matrimônio é a lógica do corpo

Entre os estudiosos que se pronunciaram no encontro, também presente o Prof. José Granados, do Pontifício Instituto São João Paulo II. Para ele “a Eucaristia é o Sacramento do corpo de Jesus, doado por amor, no qual se rememora o tempo inteiro da sua salvação e do mundo”. E justamente por isto “existe uma referência intrínseca ao matrimônio: justamente a lógica do matrimônio é a lógica do corpo, também doado por amor, e que na indissolubilidade e na continuação de geração em geração, expressa também esta unidade da história”. “Isto para a Igreja é muito importante – reitera Granados -, a união indissolúvel entre o Sacramento da Eucaristia e o Sacramento do Matrimônio”. (JE)

22 de abril de 2015 at 18:26 Deixe um comentário

Reflexão de São Cirilo de Jerusalém, bispo e doutor da Igreja

«Eu sou o pão da vida»

Quando o próprio Cristo diz a propósito do pão: «Isto é o meu corpo», quem poderá hesitar? E quando afirma: «Isto é o meu sangue», quem poderá duvidar? De outra vez, em Caná da Galileia, Jesus tinha transformado a água em vinho, no vinho que é irmão do sangue. Quem poderá pois recusar-se a acreditar que Ele transforma o vinho em sangue? Convidado para um casamento humano, operou aquele milagre espantoso; pois com muito mais razão, quem poderá recusar-se a reconhecer que Ele concede «aos companheiros do Esposo» (Mt 9,15) a alegria do seu corpo e do seu sangue?

Porque o seu corpo é-te dado sob a aparência de pão e o seu sangue sob a aparência de vinho a fim de que, tendo participado do corpo e do sangue de Cristo, sejas com Ele um mesmo corpo e um mesmo sangue. Desta forma, tornamo-nos «portadores de Cristo» («cristóforos«). O seu corpo e o seu sangue penetram nos nossos membros, tornando-nos participantes da natureza divina. Conversando com os judeus, Cristo dizia-lhes: «Se não comerdes a Minha carne e não beberdes o meu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6,54). Se o pão e o vinho te parecem puramente naturais, não te detenhas neles. […] Se os teus sentidos te afastam do verdadeiro caminho, que a tua fé te conforte.

Por isso, quando te aproximares para O receber, não avances sem respeito, estendendo as palmas das mãos com os dedos afastados. Mas, uma vez que na tua mão direita vai repousar o teu Rei, faz-Lhe um trono com a mão esquerda e, recebendo o corpo de Cristo no côncavo da tua direita, responde: Amen!

22 de abril de 2015 at 11:17 Deixe um comentário

Quarto Domingo da Páscoa – Domingo do Bom Pastor e Dia Mundial de Oração pelas Vocações– São João 10, 11-18 – 26 de abril de 2015


11. Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas.
12. O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas.
13. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas.
14. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim,
15. como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas.
16. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.
17. O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.
18. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai.

“Jesus deu livremente a vida por nós e manifesta sua ternura e cuidado por todos os que o seguem. Filhas e filhos de Deus reunidos para celebrar, estamos em diálogo comunitário com Cristo ressuscitado: Ele é o pastor que nos fala enos conduz. Nossa prece pelas vocações sacerdotais e religiosas e por todos os vocacionados ao serviço da comunidade”. (Lirurgia Diária)

Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas. O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas

São Leão Magno disse assim: “Embora tenha dito de modo especial a São Pedro: Apascenta as minhas ovelhas (Jo 21,17), é ele o único Senhor que orienta o ministério de todos os pastores. É ele que alimenta os que se aproximam desta pedra, com pastos tão férteis e bem irrigados, que inúmeras ovelhas, fortalecidas pela generosidade do seu amor, não hesitam em morrer pelo Pastor, o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas.  É ele que une à sua Paixão não apenas a gloriosa fortaleza dos mártires, mas também a fé de todos aqueles que renasceram nas águas batismais”.
São João Damasceno orou: “Ó Cristo, meu Deus, Tu abaixastes-Te para me levares aos ombros, a mim, ovelha perdida (Lc 15,5), e colocaste-me em verdes prados (Sl 22,2). Refrescaste-me nas fontes da verdadeira doutrina (ibid) por intermédio dos Teus pastores, de quem Tu mesmo eras pastor antes de lhes confiares o Teu rebanho.E agora, Senhor, chamaste-me para estar ao serviço dos Teus discípulos, não sei por que desígnio da Tua Providência, pois só Tu o sabes”.

Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor. O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai
“É ele (Jesus) que, sem excluir povo algum, reúne em um só rebanho as santas ovelhas de todas as nações que existem debaixo do céu,e todos os dias cumpre o que prometera, ao dizer: Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor (Jo 10,16)”. (São Leão Magno)
São João Paulo II disse: “A missão pastoral de Cristo é missão universal, que não se limita aos filhos e às filhas de Israel mas, em virtude do sacrifício da Cruz, abraça todos os homens e todos os povos”. (Abril de 1997)
O Abade Teodoro Estudita disse que “por meio da cruz nós, ovelhinhas de Cristo, fomos congregados num único aprisco, e fomos destinados às moradas eternas”.
“Ó Senhor, não Te separes  do rebanho terrenal,  une a igreja estreitamente,  dá-lhe vida fraternal;  abençoa todo crente,  ilumina-lhe o andar,  e que todos se comprazam  em teu nome proclamar”. (Orações da Tradição Irlandesa)

Dia Mundial de Oração pelas Vocações
“Jesus, divino mestre, que chamastes os apóstolos a vos seguir, continuai a passar pelas nossas famílias e comunidades. Despertai corações generosos para vos seguir como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, servidores voluntários do povo de Deus e de toda a humanidade. Amém”. (Liturgia Diária)
“A celebração deste domingo de oração pelas vocações nos ajude a recordar continuamente que, pelo batismo, todos fazemos parte da Igreja-comunidade e com ela somos chamados por Jesus bom pastor anos comprometer”. (Ritos Finais da Santa Missa)
O Papa Emérito Bento XVI disse que “o Bom Pastor ofereceu a sua vida por todas as ovelhas, mas ofereceu-a e oferece-a de modo especial às que Ele mesmo “com afecto e predilecção”, chamou e chama para o seguir na vida do serviço pastoral. Depois, de modo especial, Jesus rezou por Simão Pedro, e sacrificou-se por ele, porque lhe devia dizer um dia, nas margens do lago de Tiberíades: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 16-17).

Conclusão
“Acaso aquele, que primeiro te procurou quando o desprezavas, em vez de o procurar, te desprezará, ó ovelha, se o tornas a procurar? Começa pois a procurá-lo a ele, que primeiro te procurou a ti e te conduziu aos seus ombros. Faz que se torne verdadeira a sua palavra: As ovelhas que me pertencem ouvem a minha voz e seguem-me”. (Santo Agostinho)

Oração
“Ó Pai, bom pastor de nossa vida, fazei que nunca nos afastemos de Vós, mas sigamos sempre os passos de Jesus. Ele veio para defender nossa vida e para que a tenhamos em plenitude. Ele é a porta sempre aberta para acolher todas as pessoas que desejam se aproximar dele. Suscitai muitas e generosas vocações para o reino que Vosso Filho inaugurou e concedei ao vosso povo muitos e bons pastores, à medida do Vosso coração. Ajudai-nos a ser bons pastores para as pessoas com as quais convivemos. Por Cristo, nosso Senhor”. (Liturgia Diária)
Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

20 de abril de 2015 at 10:16 Deixe um comentário

Oração sem hesitação – Reflexão de Santo Afonso de Ligório


Por isso diz o Apóstolo São Tiago que, quem deseja as graças divinas, deve pedi-las não duvidando, mas com a firme certeza de obtê-las: “Peça com fé, sem hesitação alguma!” (Tg 1, 6). Nada receberá, se duvidar: “Quem duvida é semelhante à onda do mar, que é levada de uma para outra parte pela violência do vento; não pense, pois, que alcançará alguma coisa do Senhor”.
E São Paulo louva a Abraão por ele não ter duvidado das promessas divinas, sabendo que, quando Deus promete, não falta: “Não duvidou nem de leve das promessas de Deus, mas, fortificado pela fé, deu glória a Deus, sabendo que é poderoso para cumprir suas promessas”. (Rm 4, 20). Por isso, Jesus nos admoestou que receberemos todas as graças que desejamos, se pedirmos com a firme confiança de recebê-las. “Porquanto vos digo: Tudo o que pedirdes na oração crede que o recebereis e assim sucederá”. (Mc 11, 24). Em resumo, Deus não quer atender-nos, se não tivermos certos de sermos atendidos.
Do livro “A Oração” (Editora Santuário)

18 de abril de 2015 at 12:28 Deixe um comentário

reflexão de Santo Irineu de Lyon, Bispo

O Filho é que deu a conhecer o Pai

«Ninguém jamais viu a Deus: o Filho único, que está no seio do Pai, é o que O deu a conhecer»: desde o início, o Filho é que dá a conhecer o Pai, uma vez que está junto do Pai desde o início (Jo 1,18.1). Em tempo oportuno, foi Ele que mostrou aos homens, para benefício destes, as visões proféticas, a diversidade das graças, os ministérios e a manifestação da glória do Pai, qual melodia bem composta e harmoniosa. Com efeito, onde há composição há melodia; onde há melodia há tempo oportuno; onde há tempo oportuno há benefício. Foi por isso, para benefício dos homens, que o Verbo, a Palavra de Deus, Se fez dispensador da graça do Pai segundo os seus desígnios. Ele dá a conhecer Deus aos homens e apresenta o homem a Deus, ao mesmo tempo que preserva a invisibilidade do Pai, com receio de que os homens desprezem a Deus, e para que tenham sempre progressos a fazer. Ao mesmo tempo, torna Deus visível aos homens de muitas maneiras, com receio de que, totalmente privados de Deus, acabem por perder a noção da sua existência.

Porque a glória de Deus é o homem vivo e a vida do homem é a visão de Deus. Se já a revelação de Deus através da criação dá a vida a todos os seres que vivem na terra, tanto mais a manifestação do Pai pelo Verbo dá a vida aos que crêem em Deus!

16 de abril de 2015 at 10:19 Deixe um comentário

Reflexão de Santo Anselmo, Bispo – 21 de Abril

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Encontraste, minha alma, o que buscavas? Buscavas a Deus e verifi caste que Ele está acima de todas as coisas e nada melhor que Ele se pode pensar; que Ele é a vida, a luz, a sabedoria, a bondade, a eterna felicidade e a feliz eternidade; e que Ele é tudo isto em toda a parte e sempre.
Senhor meu Deus, meu Criador e Redentor, dizei à minha alma, sedenta de Vós, que outra coisa sois além do que viu, para que veja claramente o que deseja. […]

Peço-Vos, meu Deus: fazei que eu Vos conheça e Vos ame, para encontrar em Vós a minha alegria. E se não o posso alcançar plenamente nesta vida, que ao menos me vá aproximando, dia após dia, dessa plenitude; cresça agora em mim o conhecimento de Vós, para que chegue um dia ao conhecimento perfeito; cresça agora em mim o amor por Vós, até que chegue um dia à plenitude do amor; seja agora a minha alegria grande em esperança, para que um dia seja plena mediante a posse da realidade.

Senhor, por meio do vosso Filho nos mandais, ou melhor, aconselhais a pedir, e prometeis que obteremos, para que a nossa alegria seja completa. […] Entretanto, nisto medite o meu espírito e fale a minha língua; isto ame o meu coração e proclame a minha boca. Dessa felicidade prometida tenha fome a minha alma e sede a minha carne. Todo o meu ser a deseje, até que chegue um dia a entrar na alegria do meu Senhor, que é Deus trino e uno, Deus bendito por todos os séculos. Amen.

15 de abril de 2015 at 10:25 Deixe um comentário

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