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Quinto Domingo do Tempo Comum -Vós sois o sal da terra…vós sois a luz do mundo -São Mateus 5, 13-16 -Dia 05 de fevereiro de 2017

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13.Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.

14.Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha

15.nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa.

16.Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.

“Encher de luz o mundo, ser sol e luz – assim definiu o Senhor a missão dos seus discípulos. Levar até aos confins da Terra a boa nova do amor de Deus – a isso devem dedicar a vida, de um modo ou de outro, todos os cristãos. Direi mais: temos de sentir o desejo de não estar sós; temos de animar outros a contribuírem para essa missão divina de levar a alegria e a paz ao coração dos homens. «À medida que progredis, atraí a vós os outros», escreve S. Gregório Magno. «Desejai ter companheiros no caminho para o Senhor”. (São Josemaría Escrivá de Balaguer)

Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.

“Na verdade, ao dizer-lhes: «Vós sois o sal da terra», indicou-lhes que toda a natureza humana está insossa, corrompida pelo pecado; e que será pelo seu ministério que a graça do Espírito Santo regenerará e conservará o mundo”. (São João Crisóstomo)

O Papa Francisco disse que “todos nós os batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornarmos no mundo um evangelho vivo: com uma vida santa daremos “sabor” aos diferentes ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade genuína. Mas se os cristãos perdem o sabor e se apagam, a sua presença perde a eficácia”.(09/02/2014)

Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa.Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.

“Em seguida, passa para um modelo ainda mais elevado: Vós sois a luz do mundo(Mt 5,14).De novo, do mundo, não de uma nação só ou de vinte cidades, mas do orbe todo. Luz inteligente, mais bela que os raios do sol, espiritual à semelhança do sal. Primeiro o sal, depois a luz, para mostrar a grande eficácia que tem uma pregação vigorosa e uma doutrina exigente”. (São João Crisóstomo)

O Papa Emérito Bento XVI explicou que  “a sabedoria resume em si os efeitos benéficos do sal e da luz: de fato, os discípulos do Senhor são chamados a dar novo “sabor” ao mundo, e a preservá-lo da corrupção, com a sabedoria de Deus, que resplandece plenamente sobre o rosto do Filho, porque Ele é a “luz verdadeira que ilumina cada homem” (Jo 1, 9)”.  (6 de fevereiro de 2011)

Conclusão:

Com as palavras do Papa Francisco: “Jesus diz aos seus discípulos: “Vós sois o sal da terra … Vós sois a luz do mundo”, coisa que tanto nos surpreende se pensarmos que, quando pronunciava estas palavras, Ele tinha diante de si apenas pescadores, gente simples. Mas Jesus os olha com os olhos de Deus, esclareceu, e a sua afirmação entende-se como consequência das bem-aventuranças, como quem diz: se fordes pobres em espírito, mansos, puros de coração, misericordiosos … sereis o sal da terra e a luz do mundo!”. (09/02/2014)

Oração:

“Dá-nos a coragem e perseverança na fé e abertura ao Espírito Santo de Deus para que possamos ser sal da terra e luz do mundo. Amém”. (Site do Padre Reginaldo Manzotti)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

30 de janeiro de 2017 at 5:44 Deixe um comentário

A autoridade do pai e da mãe

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Livro: “Alegria e Esperança na Família!”, de Jane Amábile

30 de janeiro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

«Deles é o Reino do Céu» – reflexão de São Francisco de Assis

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«Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.» Enquanto tudo corre à medida dos seus desejos, não se consegue saber quanta paciência e humildade tem um servo de Deus. Venham porém os tempos em que aqueles que deviam respeitar-lhe a vontade a contrariam, e a paciência será a que efetivamente tiver, e nada mais.
«Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu.» Há muitos que se entregam a longas orações e ofícios, e infligem ao corpo frequentes mortificações e abstinências. Mas por palavra que lhes pareça afronta ou injustiça, ou por coisa mais insignificante que lhes seja tirada, logo se indignam e perdem a paz da alma. Estes não são os verdadeiros pobres em espírito; o verdadeiro pobre em espírito é o que renuncia a si mesmo e não quer mal a quem lhe bate no rosto (Mc 8,34; Mt 5,39).
«Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.» Verdadeiros pacificadores são os que, apesar de todo o sofrimento por que hão-de passar por amor a nosso Senhor Jesus Cristo, conservam a alma e o corpo em paz.
«Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.» Têm verdadeiramente o coração puro os que desprezam os bens da Terra, os que procuram os do Céu e, purificados assim de quaisquer amarras da alma e do coração, adoram e contemplam incessante e unicamente o Senhor Deus, vivo e verdadeiro.

Fonte: Evangelho Quotidiano

Imagem do Monte das Bem-aventuranças nos dias de hoje.

28 de janeiro de 2017 at 5:52 Deixe um comentário

«Verão a Deus» – sermão de Santo Agostinho

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Nós queremos ver Deus, procuramos vê-Lo, desejamos ardentemente vê-Lo. Quem não tem esse desejo? Mas repara no que diz o Evangelho: «Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.» Age de forma a que O vejas. Comparando com as realidades materiais, como poderás contemplar o sol nascente se os teus olhos estiverem doentes? Se os teus olhos estiverem sãos, essa luz será para ti um prazer; se estiverem doentes, será um suplício. Naturalmente que não te será permitido ver com um coração impuro o que só se pode ver com um coração puro. Serás afastado, desviado; não verás.

Quantas vezes proclamou o Senhor que os homens seriam «felizes»? Que motivos de felicidade citou Ele, que boas obras, que dons, que méritos e que recompensas? Nenhuma outra bem-aventurança afirma: «Verão a Deus.» Eis como são enunciadas as outras: «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. Felizes os que choram, porque serão consolados. Felizes os mansos, porque possuirão a terra. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.» Portanto, nenhuma outra afirma: «Verão a Deus.»

A visão de Deus é prometida aos homens de coração puro. E não é sem razão, porque os olhos que permitem ver a Deus são os olhos do coração. É desses olhos que fala o apóstolo Paulo quando diz: «Possa Ele iluminar os olhos do vosso coração» (Ef 1,18). No tempo presente, esses olhos, por causa da sua fraqueza, são iluminados pela fé; mais tarde, por causa do seu vigor, serão iluminados pela visão. «Vemos atualmente uma imagem obscura, como que num espelho; nesse dia, veremos face a face» (1 Cor 13,12)

Fonte: Evangelho Quotidiano

27 de janeiro de 2017 at 14:15 Deixe um comentário

Conversão de São Paulo – Liturgia das Horas

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Hino

Concelebre a Igreja, cantando,
de São Paulo a grandeza e esplendor.
De inimigo se fez um apóstolo
pelo grande poder do Senhor.

Contra o nome de Cristo lutara,
inflamado de grande furor,
mas ardeu maior chama em seu peito
anunciando de Cristo o amor.

Grande dom mereceu do Senhor:
no mais alto dos céus escutar
as palavras do grande mistério
que a ninguém é devido falar.

Espalhando as sementes do Verbo,
surgem messes com tais florações,
que o celeiro dos céus é repleto
com os frutos das boas ações.

Refulgindo, qual luz, ilumina
todo o orbe com tal claridade
que, dos erros a treva expulsando,
faz reinar, soberana, a verdade.

Glória ao Cristo, a Deus Pai e ao Espírito,
que governam a toda nação,
e doaram aos povos da terra
um tal vaso de sua eleição.

Salmodia

Ant. 1 De boa mente me glorio nas fraquezas,
para que a força do Senhor habite em mim.

25 de janeiro de 2017 at 5:51 Deixe um comentário

Quarto Domingo do Tempo Comum – As Bem-aventuranças – São Mateus 5, 1-12 – Dia 29 de janeiro

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1.Vendo aquelas multidões, Jesus subiu à montanha. Sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele.

2.Então abriu a boca e lhes ensinava, dizendo:

3.Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!

4.Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!

5.Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!

6.Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!

7.Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!

8.Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!

9.Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!

10.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!

11.Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.

12.Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

“Jesus nos reúne em torno de si para ouvir sua proposta de felicidade. É pondo nossa esperança nele que caminhamos, na contramão do mundo, rumo à vida feliz, apesar das inevitáveis aflições e tribulações. A páscoa do Senhor se manifesta nas pessoas e comunidades que procuram viver dia a dia as bem-aventuranças”. (Liturgia Diária)

“É por isso que (Jesus) lhes ensina as virtudes das bem-aventuranças, que são as mais necessárias e eficazes para estes homens que vão encarregar-se de multidões. Aquele que é manso, modesto, misericordioso e justo não encerra em si mesmo as boas acções que realiza; quer que essas belas fontes jorrem também para bem dos outros. Aquele que tem o coração puro, que é construtor da paz, que sofre perseguição pela verdade consagra a sua vida ao bem dos outros”. (São João Crisóstomo)

As bem-aventuranças “são, antes de tudo, promessas, das quais de modo indireto derivam também indicações normativas para a vida moral. Na sua profundidade original, são uma espécie de auto-retrato de Cristo e, precisamente por isso, constituem convites ao Seu seguimento e à comunhão de vida com Ele”.(São João Paulo II)

Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!

O Catecismo (§ 2546) ensina: “Bem-aventurados os pobres em espírito” (Mt 5,3). As bem-aventuranças revelam uma ordem de felicidade e de graça, de beleza e de paz. Jesus celebra a alegria dos pobres, a quem já pertence o Reino: O Verbo chama “pobreza em espírito” â humildade voluntária de um espírito humano e sua renúncia; o Apóstolo nos dá como exemplo a pobreza de Deus quando diz: “Ele se fez pobre por nós” (2 Cor 8,9).

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!

O Papa Francisco explicou assim: “Como podem ser felizes, aqueles que choram? E no entanto, quantos na vida nunca experimentaram a tristeza, a angústia e o sofrimento, jamais conhecerão a força da consolação. Ao contrário, felizes podem ser aqueles que têm a capacidade de se comover, de sentir no coração a dor que existe na sua própria vida e na existência dos outros. Eles serão felizes, uma vez que a mão terna de Deus Pai os consolará e acariciará”. (1º\11\15)

Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!

“Com a doçura penetramos mais nas profundezas, expulsamos toda a amargura, toda a irritabilidade e toda a imprudência. Para quem é manso, nada é amargo. Para os que são bons, também tudo é bom; tudo vem do seu fundo bom e puro. Quem é manso possui a terra, residindo na paz, aconteça-lhe o que lhe acontecer”.   (Jean Tauler, dominicano de Estrasburgo)

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! – O Papa Emérito Bento XVI disse que “o Evangelho de Cristo responde positivamente à sede de justiça do homem, mas de maneira inesperada e surpreendente. Jesus não propõe uma revolução de cunho social ou político, mas a do amor, que realizou com sua cruz e ressurreição. Nela se baseiam as bem-aventuranças, que propõem um novo horizonte de justiça, inaugurado pela Páscoa, graças à qual podemos ser justos e construir um mundo melhor”. (14\02\ 2010)


Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!

O Papa Francisco afirmou: «Todos nós somos um exército de perdoados. Todos nós fomos perdoados. E por isso é bem-aventurado aquele que segue por esta estrada do perdão».

Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!

 O Catecismo ( § 1726\§1728) ensina: “As bem-aventuranças nos deixam diante de escolhas decisivas com relação aos bens terrenos; purificam nosso coração para que aprendamos a amar a Deus sobre todas as coisas. As bem-aventuranças nos ensinam o fim último ao qual Deus nos chama: o Reino, a visão de Deus, a participação na natureza divina, a vida eterna, a filiação divina, o repouso em Deus”.


Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

 “O que ajuda não é sofrer desses males, mas suportá-los pelo nome de Jesus, não só com espírito sereno, mas inclusive com alegria”. (Santo Agostinho)

 

Conclusão:

Sobre as Bem-aventuranças o Papa Francisco concluiu: “… este é o caminho da santidade e é o mesmo caminho da felicidade, É o caminho que percorreu Jesus, é Ele próprio este caminho: quem caminha com Ele e passa através d’Ele entra na vida, na vida eterna. Peçamos ao Senhor a graça de sermos pessoas simples e humildes, a graça de saber chorar, a graça de ser mansos, a graça de trabalhar pela justiça e a paz, e sobretudo a graça de nos deixarmos perdoar por Deus para tornarmo-nos instrumentos da sua misericórdia”.(01/11/2015)

Oração:

Do Papa Emérito Bento XVI:”Queridos irmãos e irmãs: invoquemos a Virgem Maria, a bem-aventurada por excelência, pedindo a força de buscar o Senhor (Sofonias 2, 3) e de segui-lo sempre, com alegria, pelo caminho das bem-aventuranças”. (30\01\11)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

23 de janeiro de 2017 at 5:58 Deixe um comentário

“Completou-se o tempo. Vinde Comigo”. – reflexão de Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)

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O Menino do presépio é o Rei dos reis, Aquele que reina sobre a vida e a morte, Aquele que diz «Segue-Me», e que quem não é por Ele é contra Ele (Lc 11, 23). E também no-lo diz a nós, colocando-nos perante a necessidade de escolher a luz ou as trevas. Ignoramos onde pretende o Menino Deus conduzir-nos neste mundo, e não nos compete perguntar antes do tempo. Sabemos apenas que todas as coisas concorrem para o bem dos que amam o Senhor (Rom 8, 28), e que os caminhos traçados pelo Senhor nos conduzem ao outro mundo.
Ao tomar corpo, o Criador do gênero humano oferece-nos a Sua divindade. Deus fez-Se homem para que os homens pudessem tornar-se filhos de Deus. «Oh admirável comércio!» Foi para isto que o Salvador veio ao mundo. Um de nós tinha quebrado o elo da nossa filiação divina, era um de nós que tinha de o restabelecer e de expiar a falta. Mas nenhum ramo da antiga árvore, doente e degenerada, teria capacidade para tal; era preciso que neste tronco fosse enxertada uma planta nova, sã e nobre. E assim, Ele tornou-Se um de nós e simultaneamente mais do que isso: tornou-Se um connosco. É isso que o gênero humano tem de maravilhoso: o facto de sermos uma unidade. […] Ele veio formar um corpo misterioso connosco, um corpo de que Ele é o chefe, a cabeça e nós os membros (Ef, 5, 23.30).
Se aceitarmos dar as mãos ao Menino Deus, se respondermos «Sim» ao Seu «Segue-Me», seremos Seus e teremos aberto o caminho para que a Sua vida divina passe por nós. É esse o começo da vida eterna em nós. Não é ainda a visão beatifica na luz da glória, estamos ainda na obscuridade da fé, mas já não é a obscuridade deste mundo – estamos já no Reino de Deus.

Fonte: Evangelho Quotidiano

20 de janeiro de 2017 at 5:12 Deixe um comentário

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