Décimo Oitavo Domingo do Tempo Comum – Tomai cuidado contra todo tipo de ganância – São Lucas 12, 13-21 – Dia 04 de agosto de 2019

29 de julho de 2019 at 5:43 Deixe um comentário

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“13.Disse-lhe então alguém do meio do povo: “Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança.” 14.Jesus respondeu-lhe: “Meu amigo, quem me constituiu juiz ou árbitro entre vós?” 15.E disse então ao povo: “Guardai-vos escrupulosamente de toda a avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas”. 16.E propôs-lhe esta parábola: “Havia um homem rico cujos campos produziam muito. 17.E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita. 18.Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens. 19.E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te. 20.Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas que ajuntaste de quem serão? 21.Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus”. (= Mt 6,19ss.25-34)”
Fonte – Bíblia Católica Online

“Esta liturgia nos motiva a suplicar ao Senhor o auxílio de sua sabedoria para evitarmos os riscos de uma vida ilusória, pautada em falsas seguranças. Dispostos a ser mulheres e homens novos em Cristo, reunimo-nos para partilhar sua Palavra e seu Corpo e Sangue, que nos garantem o acesso aos bens da vida em Deus. Celebremos em comunhão com os vocacionados ao ministério ordenado, de modo especial com os padres”. (Liturgia Diária)

Frei João de Araújo Santiago disse assim: “Jesus se nega a ser um juiz ou um divisor de bens. Que os bens sejam motivo de comunhão, não de divisão. Nós criamos um sistema de leis que põe os bens como propriedades deste ou daquele fulano. Para Jesus, os bens podem ser usados por mim, mas jamais devem ser propriedades absolutas, mas usados para unir os homens, e não os separar. A terra que pisamos não nos pertence: pisamos, andamos, passamos por ela. Os bens, precisamos deles, e podemos passá-los a outros. Amor é dar e receber. Os bens podem ser doados e recebidos”.

“A parábola que Jesus vai apresentar na sequência (vers. 16-21) ilustra a atitude do homem voltado para os bens perecíveis, mas que se esquece do essencial – aquilo que dá a vida em plenitude. Apresenta-nos um homem previdente, responsável, trabalhador (que até podíamos admirar e louvar); mas que, de forma egoísta e obsessiva, vive apenas para os bens que lhe asseguram tranquilidade e bem-estar material (e nisso, já não o podemos louvar e admirar)”. (Site dos Dehonianos)

O Padre Magalhães disse que “Jesus nos adverte contra a ganância, que é uma forma de idolatria, e não nos deixa espaço para viver o ideal cristão: não se pode viver por Cristo e pelo próximo e, ao mesmo tempo, ser invejoso. O relato do evangelho de hoje se refere à ganância em matéria de dinheiro. Mas há outras formas de ganância: a ambição de prestígio, de poder, de prazer…”

O homem da parábola “representa, todos aqueles cuja vida é apenas um acumular sempre mais, esquecendo tudo o resto – inclusive Deus, a família e os outros; representa todos aqueles que vivem uma relação de “circuito fechado” com os bens materiais, que fizeram deles o seu deus pessoal e que esqueceram que não é aí que está o sentido mais fundamental da existência”. (Site dos Dehonianos)

Conclusão:

Folheto Litúrgico da Arquidiocese do RJ: “Na presença do Senhor Ressuscitado que nos reúne neste domingo, somos chamados pela sua Palavra a nos despojarmos do homem velho através de nossa maneira de pensar e agir. Assim, podemos reorientar com sabedoria a nossa vida para as coisas do céu, onde está a verdadeira herança. Neste primeiro domingo do mês vocacional, lembremos e rezemos com gratidão por todos os padres que são “o amor do coração de Jesus”(S. João Maria Vianney)  para toda a Igreja “.

Oração:

“Senhor Jesus, quisestes estar presente entre nós por meio de vossos sacerdotes. Nós vos damos
graças pelo(s) padre(s) de nossa comunidade e por todos os padres. Fazei com que suas palavras
sejam somente as vossas, que seus gestos sejam os vossos, que sua vida seja o fiel reflexo da vossa.
Que eles se fortaleçam no serviço, na acolhida, na coragem, na compreensão, na esperança e na paz. Que sejam fiéis aos seus compromissos, zelosos de sua vocação e de sua entrega e que vivam com alegria a vocação recebida. Amém!” (Arquidiocese do Rio de Janeiro)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

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