Archive for junho, 2019

«Sou o menor dos apóstolos, nem sou digno de ser chamado Apóstolo» (1Cor 15,9)

Pietro-Paolo-A

É com razão, irmãos, que a Igreja aplica aos santos apóstolos Pedro e Paulo estas palavras do Sábio: «Foram homens de misericórdia, cujas obras de piedade não foram esquecidas. Na sua descendência permanecem os seus bens, e a sua herança passa à sua posteridade» (Sir 44,10-11). Sim, podemos, com propriedade, chamar-lhes homens de misericórdia; porque eles obtiveram misericórdia para si próprios, porque estão cheios de misericórdia, e porque foi na sua misericórdia que Deus no-los deu. Vede, com efeito, que misericórdia obtiveram. Se interrogardes o apóstolo S. Paulo sobre este assunto […], ele dir-vos-á: «Antes fora blasfemo, perseguidor e violento. Mas alcancei misericórdia, porque agi por ignorância, sem ter fé ainda» (1Tim 1,13). De facto, pensemos no mal que ele fez aos cristãos de Jerusalém […] e aos de toda a Judeia! […] Quanto ao bem-aventurado Pedro, tenho outra coisa a dizer-vos, e coisa tão sublime quanto única. Com efeito, se Paulo pecou, fê-lo sem o saber, porque não tinha fé; Pedro, pelo contrário, tinha os olhos bem abertos no momento da queda (Mt 26,69s). Mas «onde abundou o pecado, superabundou a graça» (Rom 5,20). […] Se S. Pedro pôde elevar-se a um tal grau de santidade depois de uma queda tão pesada, quem poderá desesperar a partir de então, por pouco que queira sair de seus pecados? Atentai no que diz o Evangelho: «saindo para fora, chorou amargamente» (v. 75) […]. Ouvistes que misericórdia obtiveram os apóstolos; de então em diante, nenhum de vós será esmagado pelas faltas passadas […]. Se pecaste, não pecou Paulo ainda mais? Se caíste, não caiu Pedro de maneira bem mais grave do que tu? Ora, um e outro, pela penitência, não só obtiveram a salvação, como se tornaram grandes santos, e mesmo ministros da salvação, mestres da santidade. Faz portanto o mesmo, irmão, pois é por ti que a Escritura lhes chama «homens de misericórdia».

Comentário de São Bernardo

27 de junho de 2019 at 5:45 Deixe um comentário

Em Nápoles, Papa defende um “Pentecostes teológico”

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“Sem comunhão e sem compaixão, constantemente alimentadas pela oração, a teologia não só perde a alma, mas perde a inteligência”, disse o Papa ao concluir o Congresso sobre a Constituição apostólica “Veritatis gaudium”.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

“Sonho Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”: este sonho do Papa Francisco foi expresso em Nápoles, no encontro promovido pela Pontifícia Faculdade Teológica da Itália Meridional.

Foram dois dias de Congresso, que reuniu cerca de mil participantes, sobre o tema “A teologia depois da Veritatis gaudium no contexto do Mediterrâneo”.

O Papa foi o convidado de honra e proferiu o seu discurso no final da manhã desta sexta-feira, no qual agradeceu também ao “querido irmão” Patriarca Bartolomeu, que contribuiu para a reflexão teológica do encontro enviando uma mensagem.

Já o Pontífice deu destaque a duas palavras: acolhimento e diálogo. “As escolas de teologia se renovam com a prática do discernimento e com um modo de proceder dialógico”, defendeu ele.

Dois são os movimentos necessários e complementares: o primeiro do baixo em direção ao alto, que pode dialogar com toda instância humana e histórica, levando em consideração toda a grandeza do humano; e o segundo, do alto em direção ao baixo, onde por “alto” se entende Jesus elevado na cruz.

No horizonte, Francisco entrevê a não-violência, para qual a teologia deve olhar como próprio elemento constitutivo.

Mestiçagem

Diálogo não é uma forma mágica, adverte o Papa, mas pode auxiliar a teologia quando é considerada seriamente, quando é encorajada e favorecida entre docentes e estudantes. De modo especial, o Pontífice considera importante que os estudantes sejam educados ao diálogo com o Hebraísmo e o Islamismo.

“O Mediterrâneo é propriamente o mar da mestiçagem, um mar geograficamente fechado em relação aos oceanos, mas culturalmente sempre aberto ao encontro, ao diálogo e à recíproca inculturação. Com o diálogo sempre se ganha. Todos perdemos com o monólogo.”

O Papa defendeu ainda a prática da teologia de forma interdisciplinar, que os teólogos saibam trabalhar em conjunto, superando o individualismo no trabalho intelectual. E fez uma das declarações mais tocantes do seu discurso:

“ Neste caminho contínuo de saída de si e de encontro com o outro, é importante que os teólogos sejam homens e mulheres de compaixão, tocados pela vida oprimida de muitos, das escravidões de hoje, das chagas sociais, das violências, das guerras e das enormes injustiças sofridas por muitos povos que vivem nas margens deste ‘mar comum’. Sem comunhão e sem compaixão, constantemente alimentadas pela oração, a teologia não só perde a alma, mas perde a inteligência e a capacidade de interpretar de maneira cristã a realidade. Só é possível fazer teologia de joelhos. ”

Pentecostes teológico

Falando especificamente sobre o tema do Congresso, a Veritatis gaudim, o Pontífice recordou que a Constituição apostólica (publicada pelo Papa Francisco em dezembro de 2017) propõe uma teologia em rede e, no contexto do Mediterrâneo, em solidariedade com todos os “náufragos” da história.

O papel da teologia no Mediterrâneo depois deste documento é sintonizar-se com o Espírito de Jesus Ressuscitado, “com a sua liberdade de ir pelo mundo e alcançar as periferias, inclusive as de pensamento”.

“ Pode-se e deve-se trabalhar na direção de um ‘Pentecostes teológico’, que permita às mulheres e aos homens do nosso tempo ouvir ‘na própria língua’ uma reflexão cristã que responda à sua busca de sentido e de vida plena. ”

Para isso, apontou Francisco, é preciso partir do Evangelho da misericórdia. A teologia, recordou, nasceu em meio aos seres humanos concretos e, portanto, “fazer teologia é um ato de misericórdia” e os bons teólogos também têm o cheiro das ovelhas.

“A misericórdia não é somente uma atitude pastoral, mas é a própria substância do Evangelho de Jesus.”

Por fim, o Papa encorajou a “liberdade teológica”. “Sem a possibilidade de experimentar novas estradas, não se cria nada de novo e não se deixa espaço à novidade do Espírito do Ressuscitado.”

Francisco então concluiu: “Sonho Faculdades teológicas onde se viva a convivialidade das diferenças, onde se pratique uma teologia do diálogo e do acolhimento”.

27 de junho de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

Polêmica antes do jogo: time feminino de futebol do Vaticano se retira

Futebol: time feminino do Vaticano

Futebol: time feminino do Vaticano

O amistoso em Viena seria a estreia internacional da recém-formada seleção feminina de futebol do Vaticano, mas se transformou num protesto contra a Igreja.

Cidade do Vaticano

Surpreendidas pelas provocações das adversárias, as jogadoras do time feminino de futebol do Vaticano deixaram o campo em Viena antes do início do jogo com as austríacas do Mariahilf.

O amistoso seria a estreia internacional da recém-formada seleção feminina de futebol do Vaticano, mas se transformou num protesto contra a Igreja. Durante o hino do Vaticano, algumas meninas austríacas levantaram suas camisetas expondo frases a favor do aborto e proclamando mensagens pró-LGBT, em controvérsia com as posições da Igreja. Das arquibancadas surgiram também faixas polêmicas.

Time acaba de ser criado

O protesto surpreendeu as jogadoras do Vaticano e toda a equipe técnica, que estavam prontas para uma simples festa. Em conjunto com o diretor esportivo, tomaram a dolorosa decisão de não jogar a partida para não continuar a instrumentalização de um evento para o qual haviam se preparado com alegria.

O time de futebol feminino do Vaticano jogou no último dia 26 de maio seu primeiro jogo contra as meninas da ‘Primavera de Roma’: apesar de perderem de 10 a zero, o evento foi uma bela manifestação de amizade e esporte.

26 de junho de 2019 at 5:56 Deixe um comentário

Documento de Trabalho do Sínodo: “Amazônia pede à Igreja que seja sua aliada”

Rios, manancial de povos, culturas e expressões espirituais na AmazôniaPará, comunidade ribeirinha do Rio Tapajós

Apresentado o Instrumentum Laboris do Sínodo para a Amazônia. A realidade das Igrejas locais aponta: É necessário passar de uma “Igreja que visita” para uma “Igreja que permanece”, que possa oferecer a Eucaristia para suas comunidades.

Cristiane Murray – Cidade do Vaticano

O mundo amazônico pede à Igreja que seja sua aliada: esta é a alma do Documento de Trabalho (Instrumentum Laboris) publicado na manhã desta segunda-feira (17 de junho) pela Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos e apresentado à imprensa.

O Documento é fruto de um processo de escuta que teve início com a visita do Papa Franciscoa Puerto Maldonado (Peru) em janeiro de 2018, prosseguiu com a consulta ao Povo de Deus em toda a Região Amazônica por todo o ano e se concluiu com a II Reunião do Conselho Pré-Sinodal, em maio passado.

Ouvir com Deus o grito do povo; até respirar nele a vontade a que Deus nos chama

O território da Amazônia abrange uma parte do Brasil, da Bolívia, do Peru, do Equador, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa, em uma extensão de 7,8 milhões de quilômetros quadrados, no coração da América do Sul. Suas florestas cobrem aproximadamente 5,3 milhões de km2, o que representa 40% da área de florestas tropicais do globo.
A primeira parte do Documento, “A voz da Amazônia”, apresenta a realidade do território e de seus povos. E começa pela vida e sua relação com a água e os grandes rios, que fluem como veias da flora e fauna do território, como manancial de seus povos, de suas culturas e de suas expressões espirituais, alimentando a natureza, a vida e as culturas das comunidades indígenas, camponesas, afrodescendentes, ribeirinhas e urbanas.

Vida ameaçada, ameaça integral

A vida na Amazônia está ameaçada pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares de sua população. De modo especial a violação dos direitos dos povos originários, como o direito ao território, à autodeterminação, à demarcação dos territórios e à consulta e ao consentimento prévios.

Rios, manancial de povos, culturas e expressões espirituais na Amazônia

Segundo as comunidades participantes nesta escuta sinodal, a ameaça à vida deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes da sociedade atual, de maneira especial de empresas extrativistas. Atualmente, a mudança climática e o aumento da intervenção humana (desmatamento, incêndios e alteração no uso do solo) estão levando a Amazônia rumo a um ponto de não-retorno, com altas taxas de desflorestação, deslocamento forçado da população e contaminação, pondo em perigo seus ecossistemas e exercendo pressão sobre as culturas locais.

O clamor da terra e dos pobres

Na segunda parte, o Documento examina e oferece sugestões às questões relativas à ecologia integral. Hoje, a Amazônia constitui uma formosura ferida e deformada, um lugar de dor e violência, como o indicam de maneira eloquente os relatórios das Igrejas locais recebidos pela Secretaria Geral do Sínodo. Reinam a violência, o caos e a corrupção.

“ O território se transformou em um espaço de desencontros e de extermínio de povos, culturas e gerações. ”

Há quem se sente forçado a sair de sua terra; muitas vezes cai nas redes das máfias, do narcotráfico e do tráfico de pessoas (em sua maioria mulheres), do trabalho e da prostituição infantil. Trata-se de uma realidade trágica e complexa, que se encontra à margem da lei e do direito.

Território de esperança e do “bem viver”

Os povos amazônicos originários têm muito a ensinar-nos. Reconhecemos que desde há milhares de anos eles cuidam de sua terra, da água e da floresta, e conseguiram preservá-las até hoje a fim de que a humanidade possa beneficiar-se do usufruto dos dons gratuitos da criação de Deus. Os novos caminhos de evangelização devem ser construídos em diálogo com estas sabedorias ancestrais em que se manifestam as sementes do Verbo.

Povos nas periferias

O Documento de Trabalho analisa também a situação dos Povos Indígenas em Isolamento Voluntário (PIAV). Segundo dados de instituições especializadas da Igreja (por ex., CIMI) e outras, no território da Amazônia existem de 110 a 130 diferentes “povos livres”, que vivem à margem da sociedade, ou em contato esporádico com ela. São vulneráveis perante as ameaças… do narcotráfico, de megaprojetos de infraestrutura, e de atividades ilegais vinculadas ao modelo de desenvolvimento extrativista.

Pará, comunidade ribeirinha do Rio Tapajós

Povos amazônicos em saída

A Amazônia se encontra entre as regiões com maior mobilidade interna e internacional na América Latina. De acordo com as estatísticas, a população urbana da Amazônia aumentou de modo exponencial; atualmente, de 70 a 80% da população reside nas cidades, que recebem permanentemente um elevado número de pessoas e não conseguem proporcionar os serviços básicos dos quais os migrantes necessitam. Não obstante tenha acompanhado este fluxo migratório, a Igreja deixou no interior da Amazônia vazios pastorais que devem ser preenchidos.

Igreja profética na Amazônia: desafios e esperanças

Enfim, a última parte do Documento de Trabalho chama os Padres Sinodais da Pan-amazônia a discutirem o segundo binário do tema proposto pelo Papa: os novos caminhos para a Igreja na região.

Para ouvir e compartilhar:

Por falta de sacerdotes, as comunidades têm dificuldade de celebrar com frequência a Eucaristia. “A Igreja vive da Eucaristia” e a Eucaristia edifica a Igreja. Por isso, pede-se que, em vez de deixar as comunidades sem a Eucaristia, se alterem os critérios para selecionar e preparar os ministros autorizados para celebrá-la. As comunidades pedem ainda maiores apreciação, acompanhamento e promoção da piedade com a qual o povo pobre e simples expressa sua fé, mediante imagens, símbolos, tradições, ritos e outros sacramentais. Trata-se da manifestação de uma sabedoria e espiritualidade que constitui um autêntico lugar teológico, dotado de um enorme potencial evangelizador. Seria oportuno voltar a considerar a ideia de que o exercício da jurisdição (poder de governo) deve estar vinculado em todos os âmbitos (sacramental, judicial e administrativo) e de maneira permanente ao sacramento da ordem.

Novos ministérios

Para além da pluralidade de culturas no interior da Amazônia, as distâncias causam um problema pastoral grave, que não se pode resolver unicamente com instrumentos mecânicos e tecnológicos. É necessário promover vocações autóctones de homens e mulheres, como resposta às necessidades de atenção pastoral-sacramental. Trata-se de indígenas que apregoem a indígenas a partir de um profundo conhecimento de sua cultura e de sua língua, capazes de comunicar a mensagem do Evangelho com a força e a eficácia de quem dispõe de uma bagagem cultural.

“ É necessário passar de uma “Igreja que visita” para uma “Igreja que permanece”, acompanha e está presente através de ministros provenientes de seus próprios habitantes. ”

Afirmando que o celibato é uma dádiva para a Igreja, pede-se que, para as áreas mais remotas da região, se estude a possibilidade da ordenação sacerdotal de pessoas idosas, de preferência indígenas, respeitadas e reconhecidas por sua comunidade, mesmo que já tenham uma família constituída e estável, com a finalidade de assegurar os Sacramentos que acompanhem e sustentem a vida cristã.

Papel da mulher

É pedido que se identifique o tipo de ministério oficial que pode ser conferido à mulher, tendo em consideração o papel central que hoje ela desempenha na Igreja amazônica. Reclama-se o reconhecimento das mulheres a partir de seus carismas e talentos. Elas pedem para recuperar o espaço que Jesus reservou às mulheres, “onde todos/todas cabemos”. Propõe-se inclusive que às mulheres seja garantido sua liderança, assim como espaços cada vez mais abrangentes e relevantes na área da formação: teologia, catequese, liturgia e escolas de fé e de política.

A vida consagrada

Propõe-se promover uma vida consagrada alternativa e profética, intercongregacional, interinstitucional, com um sentido de disposição para estar onde ninguém quer estar e com quantos ninguém quer estar. Aconselha-se que a formação para a vida religiosa inclua processos formativos focados a partir da interculturalidade, inculturação e diálogo entre espiritualidades e cosmovisões amazônicas.

Assembleia territorial da REPAM e Miracema (TO)

Ecumenismo

O Documento não deixa de relevar o importante fenômeno importante a ter em consideração é o vertiginoso crescimento das recentes Igrejas evangélicas de origem pentecostal, especialmente nas periferias: “Elas nos mostram outro modo de ser Igreja, onde o povo se sente protagonista, onde os fiéis podem expressar-se livremente, sem censuras, dogmatismos, nem disciplinas rituais”.

Igreja e poder: caminho de cruz e martírio de muitos

Ser Igreja na Amazônia de maneira realista significa levantar profeticamente o problema do poder, porque nesta região o povo não tem possibilidade de fazer valer seus direitos face às grandes corporações econômicas e instituições políticas. Atualmente, questionar o poder na defesa do território e dos direitos humanos significa arriscar a vida, abrindo um caminho de cruz e martírio. O número de mártires na Amazônia é alarmante (por ex., somente no Brasil, de 2003 a 2017, foram assassinados 1.119 indígenas por terem defendido seus territórios).

“ A Igreja não pode permanecer indiferente mas, pelo contrário, deve contribuir para a proteção das/dos defensores de direitos humanos, e fazer memória de seus mártires, entre elas mulheres líderes como a Irmã Dorothy Stang. ”

Durante o percurso de construção do Instrumentum Laboris, ouviu-se a voz da Amazônia à luz da fé com a intenção de responder ao clamor do povo e do território amazônico por uma ecologia integral e por novos caminhos para uma Igreja profética na Amazônia. Estas vozes amazônicas exortam o Sínodo dos Bispos a dar uma resposta renovada às diferentes situações e a procurar novos caminhos que possibilitam um kairós para a Igreja e o mundo.

26 de junho de 2019 at 5:51 Deixe um comentário

Três brasileiros vão receber o pálio das mãos do Papa. Acompanhe ao vivo

Pálio é símbolo de união dos pastores com o Pontífice

Pálio é símbolo de união dos pastores com o Pontífice  (Vatican Media)

No próximo sábado, 29 de junho, três arcebispos brasileiros receberão o pálio das mãos do Papa Francisco: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).

Cidade do Vaticano

Na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Francisco preside à tradicional Missa durante a qual entrega o Pálio aos novos arcebispos metropolitanos.

Desta vez, os brasileiros serão três: Dom Dario Campos, da Arquidiocese de Vitória (ES), Dom João Inácio Muller, da Arquidiocese de Campinas (SP) e Dom João Justino de Medeiros Silva, de Montes Claros (MG).

A cerimônia será transmitida ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h30 locais (04h30 no horário de Brasília). Após a celebração, o Pontífice conduz a oração mariana do Angelus aos meio-dia – sempre com transmissão ao vivo da Rádio Vaticano/Vatican News.

25 de junho de 2019 at 5:44 Deixe um comentário

Frases sobre a Igreja

1-Santo Ambrósio: “A Igreja não brilha de luz própria, mas da de Cristo; extrai de tal modo o seu esplendor do Sol de justiça, que pode dizer: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal 2, 20)”.

2-São Máximo: “A Santa Igreja terá sobre nós os mesmos efeitos que tem Deus, de quem é imagem”.

3-Papa Francisco: “A Igreja precisa de vocês (dos jovens), do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam!”

4-Monsenhor André Sampaio de Oliveira: “É muito importante compreender que a Igreja é um mistério de comunhão”.

5-Papa Emérito Bento XVI: “O “Nós” da Igreja é a comunidade na qual Jesus nos reúne juntos (cfr Jo 12,32): a fé é necessariamente eclesial”.

6-São João Paulo II: “Maria – a Mãe de Deus – é modelo para a Igreja, é Mãe para os remidos”.

7-São Máximo: “Todos nascem nesta Igreja e, por obra sua, todos renascem para uma vida nova, recriados pelo Espírito Santo”.

8-Papa Francisco: “A caridade é a vida íntima da Igreja e se manifesta na comunhão eclesial. Comunhão entre os Bispos e com os Bispos, que são os primeiros responsáveis pelo serviço de caridade”.

9-Papa Emérito Bento XVI: “Nos acompanhe neste tempo a Virgem Maria, Mãe da Igreja e modelo de todo autêntico discípulo do Senhor”.

10-São João Paulo II: “Maria é ela própria figura da Igreja”.

11-Padre Roger Araújo: “A Igreja de Cristo é governada por Ele, porque Cristo é a única cabeça que nós temos”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25 de junho de 2019 at 5:33 Deixe um comentário

São João Batista, rogai por nós!

Igreja de São João Batista em Burarama, Espírito Santo

24 de junho de 2019 at 5:41 Deixe um comentário

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