Sexto Domingo do Tempo Comum – As Bem-aventuranças – São Lucas 6, 17. 20-26 – Dia 17 de fevereiro de 2019

11 de fevereiro de 2019 at 5:34 Deixe um comentário

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São Lucas 6, 17

“17.Descendo com eles, parou numa planície. Aí se achava um grande número de seus discípulos e uma grande multidão de pessoas vindas da Judeia, de Jerusalém, da região marítima, de Tiro e Sidônia, que tinham vindo para ouvi-lo e serem curadas de suas en­fermidades.”

São Lucas 6, 20-26

“20.Então, ele ergueu os olhos para os seus discípulos e disse: “Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o Reino de Deus!* 21.Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis fartos! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque vos alegrareis! 22.Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos ultrajarem, e quando repelirem o vosso nome como infa­me por causa do Filho do Homem! 23.Alegrai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu. Era assim que os pais deles tratavam os profetas. 24.Mas ai de vós, ricos, porque tendes a vossa consolação! 25.Ai de vós, que estais fartos, porque vireis a ter fome! Ai de vós, que agora rides, porque gemereis e chorareis! 26.Ai de vós, quando vos louvarem os homens, porque assim faziam os pais deles aos falsos profetas!” 

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Este domingo das bem-aventuranças nos recorda que somos felizes por depositar nossa confiança em Deus e nossa esperança na pessoa de Jesus. Cristo quer a felicidade para todos, e nosso coração é convidado a permanecer sempre perto dele, abrindo-se à luz de sua ressurreição. O Senhor é o rochedo que nos abriga e a fortaleza que nos protege”. (Liturgia Diária)

“Jesus oferece aos discípulos um panorama do Reino de Deus que Ele está implantando. As bem-aventuranças e as “mal-aventuranças” são realidades que vão se verificar já ao longo desta vida. Os pobres são pessoas que sofrem privações graves. O Reino de Deus é um divisor de águas. De um lado, encontram-se os que aceitam Jesus e a prática do amor. Do outro, os que rejeitam Jesus e sua proposta de vida e liberdade para todos”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

O Papa Emérito Bento XVI explicou que “as bem-aventuranças baseiam-se no fato de que existe uma justiça divina, que exulta quem foi humilhado injustamente e rebaixa quem se exaltou (cf. Lc 14, 11). De fato, o evangelista Lucas, depois dos quatro “bem-aventurados vós”, acrescenta quatro admoestações: “ai de vós, os ricos… ai de vós, que estais agora fartos… ai de vós, que agora rides” e “ai de vós, quando todos os homens disserem bem de vós” porque, como afirma Jesus, as coisas inverter-se-ão, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos (cf. Lc 13, 30)”. (14\02\10)

“O que ajuda não é sofrer desses males, mas suportá-los pelo nome de Jesus, não só com espírito sereno, mas inclusive com alegria” .(Santo Agostinho)

O Papa Francisco disse assim: “O estilo cristão é o das Bem-aventuranças: mansidão, humildade, paciência no sofrimento, amor à justiça, capacidade de suportar perseguições, não julgar os outros … E esse é o espírito cristão, o estilo cristão. Se você quer saber como é o estilo cristão, para não cair neste estilo acusatório, no estilo mundano e no estilo egoísta, leia as Bem-aventuranças. E este é o nosso estilo, as Bem-aventuranças são os odres novos, são o caminho para chegar. Para ser um bom cristão devemos ter a capacidade de recitar o credo com o coração, mas também de recitar com o coração o Pai Nosso”. (21\01\19)

O Catecismo ensina (§1717): “As bem-aventuranças traçam a imagem de Cristo e descrevem sua caridade; exprimem a vocação dos fiéis associados à glória de sua Paixão e Ressurreição; iluminam as ações e atitudes características da vida cristã; são promessas paradoxais que sustentam a esperança nas tribulações; anunciam as bênçãos e recompensas já obscuramente adquiridas pelos discípulos; são iniciadas na vida da Virgem Maria e de todos os santos”.

Conclusão:

“Os evangelistas Mateus e Lucas, relatam as “Bem-aventuranças”, como um discurso especial de Jesus às multidões. É interessante notar que tudo o que parece ser abusca humana, como riqueza, saciedade, prestígio, destaque social, é apresentado hoje como sinal de fraqueza espiritual. Portanto, o homem é chamado a buscar sentimentos espirituais mais altos, caracterizados pela renúncia pessoal em vista da riqueza do coração do seu semelhante”. (Padre Guido Mottinelli)

Oração:

“Queridos amigos, dirijamo-nos agora à Virgem Maria. Todas as gerações a proclamam “bem-aventurada”, porque acreditou na boa nova que o Senhor lhe anunciou (cf. Lc 1, 45.48)”. (Papa Emérito Bento XVI)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

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