Archive for janeiro, 2019

Santo Tomás de Aquino, rogai por nós!

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28 de janeiro de 2019 at 5:56 Deixe um comentário

Quarto Domingo do Tempo Comum – Nenhum profeta é bem recebido em sua pátria – São Lucas 4, 21-30 – Dia 03 de fevereiro de 2019

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“21.Ele começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu este oráculo que vós acabais de ouvir”. 22.Todos lhe davam testemunho e se admiravam das palavras de graça, que procediam da sua boca, e diziam: “Não é este o filho de José?”. 23.Então, lhes disse: “Sem dúvi­da me citareis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; todas as maravilhas que fizeste em Cafar­naum, segundo ouvimos dizer, faze-as também aqui na tua pátria”. 24.E acrescentou: “Em verdade vos digo: nenhum profeta é bem aceito na sua pátria. 25.Em verdade vos digo: muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando se fechou o céu por três anos e meio e houve grande fome por toda a terra; 26.mas a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. 27.Igualmente havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu; mas nenhum deles foi limpo, senão o sírio Naamã”. 28.A essas palavras, encheram-se todos de cólera na sinagoga. 29.Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo. 30.Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se. (= Mc 1,21-28)” 

Fonte: Bíblia Ave Maria

 

“A Eucaristia nos reúne e faz de nós comunidade profética a serviço do Evangelho. Somos consagrados pelo Senhor para a vivência do amor, como família que escuta e comunica a Palavra da vida. Com fé, esperança e caridade, celebremos a Páscoa de Jesus, , assumindo o anúncio da graça de Deus em meio às dificuldades da missão”. (Liturgia Diária)

O Padre Paulo Bazaglia explicou que “a rejeição que Jesus sofreu em Nazaré era apenas uma mostra do que Ele sofreria em sua missão. Mas Jesus vai adiante, continua seu caminho de doação da vida, mostrando-nos que as rejeições e perseguições não tem a última palavra”.

O Papa Emérito Bento XVI disse sobre o Evangelho: “Nenhum profeta é bem aceito pelo seu povo, que o viu crescer (Mc 6, 4)”. Com efeito, depois de Jesus, com quase trinta anos, ter deixado Nazaré e já há algum tempo pregava e fazia curas noutras partes, regressou uma vez à sua terra e pôs-se a ensinar na sinagoga. Os seus concidadãos «ficaram admirados» pela sua sabedoria e, conhecendo-o como o «filho de Maria», o «carpinteiro» que viveu no meio deles, em vez de o receber com fé ficaram escandalizados com Ele ( Mc 6, 2-3). (8 de Julho de 2012)

O Padre Heitor de Menezes”explicou que “todo o trajeto da vida de Jesus foi permeado por armadilhas e perseguições, que poderiam ter mudado os planos do Mestre, atrapalhando-o e impedindo-o de levar adiante a missão que o Pai lhe confiara. Os inimigos do Mestre estavam a todo momento querendo derrubá-lo, mas, “Jesus, porém passando pelo meio deles continuou seu caminho”. Esta atitude era constante na vida de Jesus, e nada foi suficiente forte para retirá-lo do caminho do Pai, pois a perseverança foi uma marca concreta do seu agir. Em nosso caminho há muitas situações que tentam nos derrubar, mas a exemplo do Mestre devemos seguir com todas as contrariedades possíveis. Ser fiel ao desígnio de Deus é o que importa”.

O Padre Paulo Bazaglia ensinou: “Jesus se revela como o enviado do Pai para cumprir as profecias. Com Ele começa neste mundo o Reinado de Deus. Seus conterrâneos de Nazaré viram suas ações e ouviram suas palavras, mas não aceitaram que Ele se proclamasse o Messias esperado. E assim, questionados sobre sua falta de fé, ficam furiosos e tentam matar Jesus”.

Conclusão:

“Desde os inícios, Jesus enfrenta dificuldades e obstáculos na missão que o Pai lhe confiou. Mas nada impede que Ele vá em frente e continue desempenhando sua missão profética. Tanto a pessoa quanto a Palavra de Jesus devem ser acolhidas com fé, mesmo que isso cause conflitos. Muitos, à primeira vista, se animam no seguimento de Jesus, mas depois de alguma dificuldade, voltam atrás”. (Liturgia Diária)

Oração:

“Aquela que compreendeu deveras esta realidade foi a Virgem Maria, bem-aventurada porque acreditou (cf. Lc 1, 45). Maria não se escandalizou com o seu Filho: a sua admiração por Ele é cheia de fé, de amor e de alegria, ao vê-lo tão humano e ao mesmo tempo tão divino. Por conseguinte, aprendamos dela, nossa Mãe na fé, a reconhecer na humanidade de Cristo a perfeita revelação de Deus”. (Papa Emérito Bento XVI)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

28 de janeiro de 2019 at 5:39 Deixe um comentário

Brumadinho: Solidariedade do Papa Francisco

28 de janeiro de 2019 at 5:34 Deixe um comentário

E viva o JMJ Lisboa 2022!

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JMJ de 2022 será em Lisboa

O anúncio oficial foi feito ao final da missa conclusiva da Jornada Mundial da Juventude do Panamá, realizada neste domingo (27/01) no Campo São João Paulo II, no Metro Park, na Cidade do Panamá. Lisboa vai sediar a próxima edição da JMJ.

Andressa Collet e Cyprien Viet – Cidade do Vaticano

O Presidente do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Cardeal Kevin Farrell, anunciou a próxima cidade que irá receber a Jornada Mundial da Juventude ao final da missa conclusiva do evento do Panamá neste domingo (27/01), no Campo São João Paulo II. A cidade de Lisboa, em Portugal, vai sediar a JMJ de 2022.

A preparação para a próxima festa mundial dos jovens começa já nesta semana, segundo afirma o Pe. José Manuel Pereira de Almeida, teólogo e vice-reitor da Universidade Católica de Portugal: “será uma ocasião extraordinária ter os jovens do mundo inteiro e o Papa aqui. Começamos a trabalhar já nesta semana!”.

27 de janeiro de 2019 at 14:26 Deixe um comentário

JMJ do Panamá é instrumento revelador da fé e da Igreja católica

Ao chegar no Panamá, o Papa respondeu com sorrisos o carinho dos peregrinos Ao chegar no Panamá, o Papa respondeu com sorrisos o carinho dos peregrinos   (AFP or licensors)

O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Paulo Alves Romão está participando da JMJ e confirma o clima que revela a beleza da fé e da Igreja.

Andressa Collet – Cidade do Vaticano

O Papa Francisco já está na Cidade do Panamá sentindo em primeira pessoa o espírito de congraçamento que vive o país por reunir milhares de jovens, de mais de 150 países do mundo, para a Jornada Mundial da Juventude.

A beleza da alegria, da fé e da Igreja

O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Paulo Alves Romão, também está no Panamá para a grande festa católica da juventude e confirma esse clima que revela a beleza da fé e da Igreja:

“ Isso evidencia que a nossa Igreja é uma única Igreja. Existe uma comunhão verdadeira entre todos os cristãos, porque tem no centro do fundamento Jesus Cristo, o mesmo Espírito que habita entre nós. É um espetáculo ver a beleza da fé, a alegria destes jovens e eu, como bispo vendo tudo isso, fico renovado na minha fé, renova também a esperança de que é possível um mundo novo, é possível uma nova sociedade porque tantas pessoas, jovens e adultos, seguindo Jesus Cristo, manifestam um amor, um gosto no servir e uma alegria no acolher. Tudo isso revela a beleza da nossa fé e da nossa Igreja. ”

27 de janeiro de 2019 at 5:36 Deixe um comentário

Papa: “Beber da fonte de água que dá a vida eterna”

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Devemos reagir “voltando a beber do poço originário do primeiro amor”. São palavras do Papa Francisco durante a homilia da Santa Missa na presença de numerosos Sacerdotes, Consagrados e Movimentos Leigos, na Catedral de Santa Maria la Antigua

Jane Nogara – Cidade do Vaticano

No terceiro dia da Jornada Mundial da Juventude, o Papa Francisco celebrou a Santa Missa com a dedicação do altar da Catedral Basílica Santa Maria La Antigua, com a presença de numerosos Sacerdotes, Consagrados e Movimentos Leigos.

O Papa iniciou sua homilia comentando um trecho do Evangelho de João no qual diz que Jesus, “cansado da caminhada, sentou-Se, sem mais, na borda do poço. Era por volta do meio-dia”. Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água. Disse-lhe Jesus: “Dá-Me de beber”.

Francisco parte deste fato: Jesus cansado de caminhar, precisava aplacar e saciar a sede e recuperar as forças, para continuar a sua missão: “levar a Boa-Nova aos pobres, curar os corações feridos, proclamar a libertação aos cativos e consolar os que sofriam (…) Todas são situações que nos tolhem a vida e a energia”.

“ Mas o Senhor cansou-Se e, nesta fadiga, encontra lugar tanto cansaço dos nossos povos e da nossa gente, das nossas comunidades e de todos aqueles que estão cansados e oprimidos ”

O cansaço da esperança

São múltiplas as causas e os motivos que “quebratam a vida dos consagrados”. O Papa fala de uma situação que “parece ter-se instalado nas nossas comunidades”. É uma “espécie sutil de cansaço, que nada tem a ver com o cansaço do Senhor”:

“Trata-se do cansaço da esperança” que não deixa avançar e nem olhar para diante. Como se tudo ficasse confuso” e “pondo em questão as forças, os recursos e a viabilidade da missão neste mundo que não cessa de mudar e interpelar”.

“É um cansaço paralisador” disse o Papa que coloca também “em dúvida, a própria viabilidade da vida religiosa no mundo de hoje”.

“ O cansaço da esperança nasce da constatação de uma Igreja ferida pelo seu pecado e que, muitas vezes, não soube escutar tantos gritos nos quais se escondia o grito do Mestre: ‘Meu Deus, porque me abandonaste?’ ”

(…) e isso faz com que se instale um pragmatismo cinzento no coração das nossas comunidades” dando espaço a “uma das piores heresias do nosso tempo: pensar que o Senhor e as nossas comunidades não têm nada para dizer nem dar a este mundo novo em gestação. Então aquilo que um dia nasceu para ser sal e luz do mundo, acaba por oferecer a sua versão pior”.

Devemos reagir

Como o Senhor, devemos pedir: “Dá-me de beber” para receber daquela “fonte de água que dá a vida eterna” para voltar, sem medo, ao poço originário do primeiro amor, quando Jesus passou pelo nosso caminho, olhou-nos com misericórdia e pediu que O seguíssemos” e “nos fez sentir que nos amava, e não só pessoalmente mas também como comunidade”.

“Dá-Me de beber» significa “recuperar a parte mais autêntica dos nossos carismas fundacionais – que não se limitam apenas à vida religiosa, mas a toda a Igreja – e ver as modalidades em que se podem expressar hoje (…) significa reconhecer-se necessitado de que o Espírito nos transforme em homens e mulheres memoriosos de uma passagem, a passagem salvífica de Deus”. Só assim “a esperança cansada será curada”, pronta para retomar a missão com a força de Jesus.

Catedral panamenha

Por fim o Papa falou da reabertura da Catedral depois de um longo tempo de restauração: “Uma Catedral espanhola, índia e afro-americana torna-se, assim, Catedral panamenha, dos panamenhos de ontem, mas também dos de hoje que a tornaram possível. Já não pertence só ao passado, mas é beleza do presente (…) não deixemos que nos roubem a beleza herdada dos nossos pais! Seja ela a raiz viva e fecunda que nos ajuda a continuar fazendo bela e profética a história da salvação nestas terras”.

27 de janeiro de 2019 at 5:34 Deixe um comentário

Refexão para o III Domingo do Tempo Comum – ano C

Afresco do pintor italiano Lorenzo da Viterbo (1469)Afresco do pintor italiano Lorenzo da Viterbo (1469)

A “primeira celebração da Palavra”, segundo o Livro de Neemias, foi realizada quando se percebeu a desordem que havia no meio do povo, onde cada um fazia o que desejava

Padre César Agusto – Cidade do Vaticano

O Livro de Neemias nos dá um relato do que poderíamos chamar a “primeira celebração da Palavra”. Ela foi realizada quando se percebeu a desordem que havia no meio do povo, onde cada um fazia o que desejava. Por ignorância, não se praticava a Lei e o caos imperava.

Esdras, doutor da Lei mosaica, foi enviado por Artaxerxes, rei persa, a Jerusalém, para colocar ordem na cidade.

Ele preparou o povo e esperou o primeiro dia do novo ano para fazer uma solene celebração litúrgica, com todas as pessoas capazes de compreender.

Os convocados compareceram, com absoluta boa vontade e sabiam que a solenidade duraria muitas horas, e na verdade era o Senhor quem os convocava.

Esdras, consciente de que o momento era emblemático, usou de sua sensibilidade para demonstrar ao povo a grandeza do momento: mandou erguer um estrado de madeira, em um lugar visível a todos, e nele criou  um ponto elevado para ser o local da  tribuna, onde seria proclamada a Lei do Senhor. Era necessário que todos o vissem e ouvissem quando fosse abrir o livro e fazer sua leitura.

Quando isso aconteceu, o povo todo ficou de pé e o ouvia com atenção. Esdras explicava seu sentido para que o povo pudesse compreender a leitura. Ao final da proclamação o povo disse “Amém! Amém! e se prostrou por terra. Era o Senhor que falava através de Esdras e a prostração foi o sinal de que todos estavam conscientes disso.

O povo, conhecedor de suas próprias falhas, chorava, contudo Esdras chamava-lhes a atenção para o aspecto da amizade de Deus; ela é mais importante que tudo, daí não chorar, mas festejar. Mais ainda, a alegria do Senhor é e será a força do povo. Por outro lado, sentir-se pecador, deve ser celebrado com alegria, pois ter essa consciência é um dom de Deus!

São Lucas, logo no início de seu Evangelho, escreveu: “…história dos acontecimentos que se realizaram entre nós, como nos foram transmitidos por aqueles ministros da palavra”. O evangelista nos diz que o que vai narrar não é uma fábula, mas aconteceu realmente e nos foi transmitido pelos servidores de Jesus Cristo, o personagem central de seus relatos.

Para mostrar a todos a excelência de Jesus dentro da tradição dos profetas, Lucas recorda o dia em que o Mestre, com trinta anos de idade, foi à sinagoga e o presidente dela convidou-o a fazer a segunda leitura do dia. Jesus abriu o rolo que continha os escritos que falavam sobre sua vinda, mas indecifráveis até então. Escolheu o texto do profeta Isaías que diz: “O Espírito do Senhor está sobre mim e…enviou-me a anunciar a boa nova aos pobres”. Ao enrolar o volume e entregá-lo ao assistente, Jesus diz, com esse gesto, que todos os escritos do Antigo Testamento acabaram, naquele instante, de cumprir sua missão: conduzir as pessoas até ele. Por isso podem ser enrolados e guardados.

Nesse exato momento, todos os olhos estão voltados para ele. Todos desejam ouvir o que o Mestre irá dizer. Começaram os novos tempos!

Se hoje continuamos a ler textos do Antigo Testamento, os lemos antes dos do Novo, pois eles são indispensáveis para nossa preparação à acolhida de Jesus Cristo.

26 de janeiro de 2019 at 15:00 Deixe um comentário

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