Archive for novembro, 2018

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

27 de novembro de 2018 at 15:35 Deixe um comentário

Angelus de 25 de Novembro de 2018

27 de novembro de 2018 at 5:45 Deixe um comentário

Frases sobre Advento

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1-Papa Francisco: “O Advento é o tempo favorável para rezar com mais intensidade, para reservar à vida espiritual o lugar importante que lhe compete”.

2-Santo Agostinho: “Ele veio a primeira vez, e virá de novo para julgar a Terra; e encontrará cheios de alegria os que acreditaram na sua primeira vinda, «porque Ele vem”.

3-Papa Emérito Bento XVI: “Os cristãos adotaram a palavra “advento” para expressar a sua relação com Jesus Cristo”.

4-Professor Felipe Aquino: “Advento” é uma palavra de etimologia latina, que significa “vinda”.

5-São João Paulo II: “Advento significa “chegada”. Assim, devemos perguntar-nos: quem é que chega? e por quem vem? Para esta pergunta, encontramos logo a resposta. Até os pequeninos sabem que é Jesus que vem, para eles e para todos os homens”.

6-Papa Emérito Bento XVI: “Jesus é o Rei, que entrou nesta pobre “província” denominada terra para visitar todos; na festa do seu advento faz participar quantos nele creem, aqueles que acreditam na sua presença na assembleia litúrgica”.

7-Dom Henrique Soares da Costa: “Este Tempo do sagrado Advento quer levantar nosso ânimo: o Senhor, cujo Natal celebraremos dentro de quatro semanas, é o mesmo que virá um dia, na sua manifestação gloriosa!”

8-Professor Felipe Aquino: “O Advento é um período privilegiado para os cristãos, já que somos convidados a recordar o passado, viver o presente e preparar o futuro”.

9-São João Paulo II:  “O Advento — como tempo litúrgico do ano eclesial — faz-nos voltar aos inícios da Revelação. E precisamente nos inícios encontramo-nos logo com o ligame fundamental destas duas realidades: Deus e o homem”.

10-Papa Emérito Bento XVI: “Queridos amigos, o Advento é o tempo da presença e da espera eterna”.

11-Dom Henrique Soares da Costa: “O tempo do Advento coloca-nos diante da miséria da humanidade, da pobreza e aperto da Igreja, da nossa própria miséria”.

Mons. José Maria Pereira. “Durante o tempo do Advento, preparando-nos para o Natal, busquemos o Sacramento da Penitência (Confissão) como um gesto que manifesta a vontade de conversão e esperança dos tempos novos”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

27 de novembro de 2018 at 5:39 Deixe um comentário

Assista a “Papa adverte para o consumismo e convida à generosidade” no YouTube

26 de novembro de 2018 at 18:42 Deixe um comentário

Primeiro Domingo do Advento – Ficai atentos e orai a todo momento – São Lucas 21, 25-28.34-36 – Dia 02 de dezembro de 2018

“25.Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas. 26.Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. 27.Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade. 28.Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.”

“34.Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações não se tornem pesados com o excesso do comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida; para que aquele dia não vos apanhe de improviso. 35.Como um laço cairá sobre aqueles que habitam a face de toda a terra. 36.Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem.” 

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Estamos reunidos para iniciar a caminhada rumo ao Natal de Jesus. Queremos que o Senhor nos mostre o caminho a ser trilhado nestes dias em que nos preparamos para a vinda daquele que é nossa justiça. A liturgia nos convida a oração e a vigilância para não esmorecermos diante dos obstáculos que surgem na nossa vivencia crista. Ergamos os olhos e acolhamos a libertação próxima, a qual é dom de Deus para nós”. (Liturgia Diária)
“Com o primeiro domingo do Advento, iniciamos novo Ano Litúrgico. Este ano será marcado pelo Evangelho de Lucas, principalmente durante o tempo comum”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

O Papa Francisco disse que “hoje começamos o caminho do Advento, que culminará no Natal. O Advento é o tempo que nos é concedido para acolher o Senhor que vem ao nosso encontro, também para verificar o nosso desejo de Deus, para olhar em frente e nos preparar ao regresso de Cristo. Ele voltará a nós na festa do Natal, quando fizermos memória da sua vinda histórica na humildade da condição humana; mas vem dentro de nós todas as vezes que estamos dispostos a recebê-lo, e virá de novo no fim dos tempos para «julgar os vivos e os mortos”. (03/12/17)

“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas… As pessoas vão desmaiar de medo…”

“Esses abalos cósmicos aqui referidos – bem como os demais sinais descritos alhures – têm como finalidade preparar os corações humanos para a vinda do Juiz. Trata-se de um ato de misericórdia da parte de Deus, alertando que em breve se esgotará o tempo de Sua paciência”. (Santo Tomás de Aquino)

“Tudo isso nos avisa (os sinais cósmicos) que o poder de Deus revelado já na vinda de Jesus Cristo continua agindo na História mesmo contra as aparências. Se a libertação dos pecados e males que atormentam os seguidores de Jesus está assim próxima, é porque ela de fato já está acontecendo. Já vem chegando! Logo, o propósito sugerido no texto é incutir ânimo e esperança em todos nós. Viver em estado de vigilância e discernimento crítico, praticando a fé e buscando a justiça”. (Site do Santuário de Aparecida)

“Velai sobre vós mesmos, para que os vossos corações não se tornem pesados com o excesso do comer, com a embriaguez e com as preocupações da vida…”

“Jesus nos adverte contra a dureza do coração que nos leva a viver como se Deus não existisse, e como se nós nunca fôssemos encontrá-lo um dia na eternidade. Jesus pede que fiquemos vigilantes e que rezemos. A oração é, entes de tudo, espera. Na medida em que nossa oração é vida e que toda a nossa vida vai assumindo o estilo da oração de Cristo, permanecemos vigilantes. Chegará o momento de nossa esperança se transformar em realidade e nossa oração em puro amor. Por isso, a oração deve ser sempre a espera daquele que será tudo para todos e não fuga ou projeção de nós mesmos. Os temas da vigilância e da oração estão intimamente ligados e são um apelo insistente na mensagem cristã”. (Rede Século 21)

O Padre Virgílio disse assim: “Um fato é certo: não temos o direito de pensar que a Igreja, convidando-nos a celebrar o advento de Cristo, nos obrigue a celebrar só coisas do passado, pois tal advento está sempre em andamento. É o Filho de Deus que continuamente visita e frequenta o coração daqueles sabem crer, esperar e amar. Sim, Cristo já veio, e nunca para de vir. E a celebração dessa vinda primitiva nos projeta para o futuro, para o final dos tempos, quando a manifestação de Cristo será completa e definitiva”.
Advento

«Advento significa, portanto, fazer memória da primeira vinda do Senhor na carne, pensando já em sua volta definitiva e, ao mesmo tempo, significa reconhecer que Cristo presente entre nós se faz nosso companheiro de viagem na vida da Igreja que celebra este mistério». (Papa Emérito Bento XVI)

Conclusão:

“O tempo do Advento sempre é tempo de esperança de um mundo novo. Esse “mundo melhor” não acontece de forma mágica, exige empenho de nossa parte. Deus continua vindo e agindo no mundo; por isso é preciso percebê-lo nos acontecimentos do nosso cotidiano.  Vigiar e levantar a cabeça para não sermos enganados, encher o coração de esperança, acolhendo as visitas que Deus nos faz”. (Dia a Dia – Ed. Paulus)

Oração:

“Estar atentos e vigilantes são os pressupostos para não continuar a “desviar para longe dos caminhos do Senhor”, perdidos nos nossos pecados e nas nossa infidelidades; estar atentos e ser vigilantes são as condições para permitir que Deus irrompa na nossa existência, para lhe restituir significado e valor com a sua presença cheia de bondade e ternura. Maria Santíssima, modelo na expetativa de Deus e ícone da vigilância, nos guie ao encontro do filho Jesus, revigorando o nosso amor por Ele”. (Papa Francisco em 03/12/17)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26 de novembro de 2018 at 5:40 Deixe um comentário

Frases sobre a humildade de Maria

1-Santo Afonso de Ligório: “Assim como em todas as virtudes foi Maria a primeira e mais perfeita discípula de Jesus Cristo, o foi também na humildade”.

2-São Bernadino: “Nunca houve no mundo criatura tão sublimada como Maria, porque nunca ninguém a igualou em humildade”.

3-São Bernardo: “Se não podes imitar a humilde Virgem em sua pureza, imita ao menos a pura Virgem em sua humildade”.

4-São Gregório Nisseno: “Nunca poderemos ser verdadeiros filhos de Maria, se não formos humildes”.

5-Santo Afonso de Ligório: “A Virgem quanto mais enriquecida se via, mais se humilhava”.

6-Ricardo de São Lourenço: “Maria protege-nos sob o manto da humildade”.

7-São Bernadino de Sena: “Maria, sendo sumamente humilde e vazia de si, foi cheia do divino amor e nesse amor excedeu a todos  os anjos e homens”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25 de novembro de 2018 at 11:32 Deixe um comentário

Papa: mistério da vocação e do discernimento, obra-prima do Espírito Santo

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No discurso preparado – mas não pronunciado – aos 40 seminaristas de Agrigento, Itália, o Papa Francisco resumiu em quatro palavras o ícone do Evangelho dos discípulos de Emaús: caminho; escuta, discernimento e missão.

Manuel Tavares – Cidade do Vaticano

O Papa Francisco recebeu na manhã deste sábado (24/11) na Sala do Consistório, no Vaticano,  40 seminaristas da Arquidiocese de Agrigento, na Sicília, acompanhados pelo Cardeal Montenegro, arcebispo da cidade. O Papa deixou de lado seu discurso preparado e falou de improviso.

No texto que havia preparado, o Papa propôs quatro pontos de reflexão, pessoal e comunitária, a partir do recente Sínodo dos Bispos para os Jovens: caminho, escuta, discernimento e missão.

Referindo-se ao ícone bíblico, o Evangelho dos discípulos de Emaús, que guiou os trabalhos sinodais e pode continuar a inspirar o caminho dos candidatos ao sacerdócio. Logo, a primeira palavra-chave, apresentada por Francisco aos seminaristas, foi precisamente o caminho:

Jesus Ressuscitado nos encontra no caminho, que, ao mesmo tempo, é a realidade na qual cada um de nós é chamado a viver; este percurso interior, o caminho da fé e da esperança, proporciona momentos de luz, mas também momentos de escuridão. Neste caminho, o Senhor nos encontra, nos ouve e nos fala”.

A seguir, o Santo Padre passou à segunda palavra chave: a escuta. Nosso Deus é a Palavra e, ao mesmo tempo, é o Silêncio que escuta. Jesus é a Palavra que se faz escuta e acolhida da nossa condição humana:

Quando Jesus aparece ao lado dos dois discípulos de Emaús, caminha com eles, os ouve e os estimula a falar o que sentem dentro de si, suas esperanças e suas decepções. Isto significa que, em sua vida no seminário, o diálogo com o Senhor deve ocupar o primeiro lugar, um diálogo feito de escuta mútua: Ele me ouve e eu o ouço, sem nenhuma ficção e nenhuma máscara”.

Esta escuta do coração, na oração, disse Francisco, nos educa a sermos pessoas capazes de ouvir os outros e a nos tornar verdadeiros sacerdotes, que oferecem o serviço da escuta; educa-nos a ser, cada vez mais, Igreja que escuta, uma comunidade que sabe ouvir. Enfim, como Jesus, a Igreja é enviada ao mundo para ouvir o clamor da humanidade, seu grito silencioso, às vezes, reprimido, sufocado. Aqui, o Papa apresentou a terceira palavra-chave da sua reflexão: o discernimento:

O seminário é lugar e tempo de discernimento. Mas, isto requer acompanhamento, como Jesus fez com os dois discípulos de Emaús e com os outros discípulos, sobretudo com os Doze. Ele os acompanhou com paciência e sabedoria; educou-os a segui-lo na verdade, dissipando as falsas expectativas dos seus corações. E fez tudo isso com respeito e decisão, mas também como um bom amigo e bom médico, que, às vezes, precisa usar o bisturi”.

Tantos problemas que surgem na vida de um sacerdote, afirmou Francisco, são devido à falta de discernimento nos anos de seminário. Jesus não finge com os discípulos de Emaús, não é evasivo, não contorna seus problemas, mas os chama de “insensatos e lentos de coração”, porque não acreditaram nos profetas. Por isso, abriu as suas mentes às Escrituras e seus olhos ao partir do pão. O mistério da vocação e do discernimento, frisou o Pontífice, é uma obra-prima do Espírito Santo, que exige a colaboração do candidato ao sacerdócio.

Por fim, o Santo Padre refletiu sobre uma quarta palavra-chave para a vida sacerdotal: a missão, uma dimensão muito valorizada durante o Sínodo dos Jovens: ir juntos ao encontro dos outros. E o Papa acrescentou:

Os dois discípulos de Emaús voltaram juntos para Jerusalém e, sobretudo, se uniram à comunidade apostólica, que, pelo poder do Espírito, se tornou missionária. Isto é muito importante, porque muitas vezes somos tentados a ser bons missionários por conta própria. Também os seminaristas podem cair nesta tentação. Muitas vezes a nossa impostação tem sido individual, mais do que colegial e fraterna”.

 

25 de novembro de 2018 at 5:46 Deixe um comentário

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