Archive for março, 2018

Papa abre Tríduo Pascal com Missa do Crisma no Vaticano

"Aproximem-se do povo", pediu o Papa aos sacerdotes

Concelebraram com o Pontífice cerca de mil sacerdotes, bispos e cardeais. Os sacerdotes renovaram seu compromisso; os óleos para os batizados e unção dos doentes foram abençoados e o óleo do sacramento da confirmação consagrado.

Cidade do Vaticano

O Papa Francisco abriu o Tríduo Pascal no Vaticano na manhã desta Quinta-feira Santa presidindo a Missa do Crisma. Os sacerdotes renovaram seu compromisso e os óleos dos Catecúmenos (usados nos batizados) e dos Enfermos (para a Unção dos doentes) foram abençoados e o óleo do Crisma (usado no sacramento do Crisma) consagrado.

Evangelizar estando sempre próximo do povo: assim como Jesus – narra o Evangelho de Lucas – o padre de hoje deve assumir este desafio e cumpri-lo. “Ser um pregador de estrada, um mensageiro de boas novas”: em sua homilia, o Papa sugeriu aos padres esta opção, que foi a de Deus:

“ A pedagogia da encarnação, da inculturação; não só nas culturas distantes, mas também na própria paróquia, na nova cultura dos jovens… ”

Estar ‘sempre ‘ e falar com todos

Como definir um padre como “próximo” das pessoas? Para Francisco, ele deve estar “sempre” perto e “falar com todos”: com os grandes, com os pequenos, com os pobres, com aqueles que não creem… assim como o Apóstolo Filipe, pregador de estrada, que ia de terra em terra, anunciando a Boa-Nova da Palavra, inundando as cidades de alegria.

“A proximidade é a chave do evangelizador, porque é uma atitude-chave no Evangelho, mas é também a chave da verdade”, ressaltou o Papa, lembrando que esta é também fidelidade e que não devemos cair na tentação de fazer ídolos com algumas verdades abstratas. Francisco improvisou e falou da ‘cultura do ajetivo’, um hábito ‘feio’…

“Porque a ‘verdade-ídolo’ se mimetiza, usa as palavras evangélicas como um vestido, mas não deixa que lhe toquem o coração. E, pior ainda, afasta as pessoas simples da proximidade sanadora da Palavra e dos Sacramentos de Jesus”.

O modelo da proximidade materna

E quem nos é mais próximo do que a “Mãe”? Segundo o Papa, podemos invocá-La como “Nossa Senhora da Proximidade”, que caminha conosco, luta conosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus, a fim de que ninguém se sinta excluído.

Francisco sugeriu para meditação três âmbitos de proximidade sacerdotal que podem ressoar com o mesmo tom materno de Maria no coração das pessoas com quem falamos: o âmbito do acompanhamento espiritual, o da Confissão e o da pregação.

Diálogo, confissão e pregação

No diálogo espiritual, o Papa mencionou modelo o encontro do Senhor com a Samaritana: que soube trazer à luz o pecado sem ensombrar a oração de adoração nem pôr obstáculos à sua vocação missionária.

A passagem da mulher adúltera foi o exemplo citado para a proximidade na Confissão: assim como Jesus, usar o tom da verdade-fiel, que permita ao pecador olhar em frente e não para trás. O tom justo do “não tornes a pecar” é o do confessor que o diz disposto a repeti-lo setenta vezes sete.

Por último, a proximidade do sacerdote no âmbito da pregação: “Quanto estamos próximos de Deus na oração e quão próximo estamos do nosso povo na sua vida diária?”. A resposta do Papa é:

“ Se te sentes longe de Deus, aproxima-te do seu povo, que te curará das ideologias que te entorpeceram o fervor. As pessoas simples te ensinarão a ver Jesus de outra maneira ”

E explicou que “o sacerdote vizinho, que caminha no meio do seu povo com proximidade e ternura de bom pastor (e, na sua pastoral, umas vezes vai à frente, outras vezes no meio e outras vezes ainda atrás), as pessoas não só o veem com muito apreço; mas vão mais além: sentem por ele qualquer coisa de especial, algo que só sente na presença de Jesus”.

A proximidade do ‘sim’

Dirigindo-se diretamente aos sacerdotes, Francisco elevou uma prece a Maria, “Nossa Senhora da Proximidade” pedindo que mantenha os sacerdotes unidos no tom, “para que, na diversidade das opiniões, se torne presente a sua proximidade materna, aquela que com o seu «sim» nos aproximou de Jesus para sempre”.

29 de março de 2018 at 10:46 Deixe um comentário

Eucaristia

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“A Eucaristia nos faz entrar no mistério pascal de Cristo, dando-nos a oportunidade de passar com Ele da morte à vida”. (Papa Francisco em  29 de mar de 2018)

29 de março de 2018 at 10:45 Deixe um comentário

Papa: Jesus Cristo, o único que nos justifica e nos faz renascer, nenhum outro

Praça São Pedro na Audiência Geral

”Na manhã de Páscoa, levem as crianças até a torneira e lavem os olhos delas. Será um sinal de como ver Jesus Ressuscitado”, disse o Papa ao concluir sua catequese sobre o Tríduo Pascal.

Cidade do Vaticano

O anúncio de que Cristo ressuscitou é o centro de nossa fé!

O Papa Francisco dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira ao Tríduo Pascal, “para aprofundar um pouco” o que representam para nós, crentes,  os dias “mais importantes do ano litúrgico”, que constituem “a memória celebrativa de um único grande mistério: a morte e a ressurreição do Senhor Jesus”.

O Papa começou perguntando aos 12 mil fiéis presentes na Praça São Pedro qual era a festa mais importante da nossa fé, a Páscoa ou o Natal?

E recordou, que até aos 15 anos, ele acreditava que fosse o Natal, “mas todos erramos”, pois é a Páscoa, “porque é a festa da nossa salvação, a festa do amor de Deus por nós, a festa, a celebração da sua morte e ressurreição”.

Tríduo Pascal

“O Tríduo – explicou  o Pontífice  – começa amanhã com a Missa  da Ceia do Senhor e se concluirá com as vésperas do Domingo da Ressurreição, depois vem a “Pasquetta” para celebrar esta grande festa”, mas estes dias constituem a memória celebrativa de um grande único mistério: a morte e a ressurreição do Senhor Jesus.

Estes dias marcam as etapas fundamentais de nossa fé e da nossa vocação no mundo, e todos os cristãos são chamados a viver os três dias Santos como, por assim dizer, a “matriz” de sua vida pessoal e comunitária, como viveram os nossos irmãos judeus o êxodo do Egito.

Estes três dias, de fato –frisou o Papa – “repropõe ao povo cristão os grandes eventos da salvação operados por Cristo, e assim o projetam no horizonte de seu destino futuro e o fortalecem no seu compromisso de testemunha na história”.

O Canto da Sequência anuncia solenemente que “Cristo, nossa esperança, ressuscitou e nos precede na Galileia”. Aqui,  Tríduo Pascal encontra seu ápice, disse Francisco, que explica:

Ele contém não somente um anúncio de alegria e de esperança, mas também um apelo à responsabilidade e à missão. E não acaba com a “colomba” (especiaria pascal italiana, ndr), os ovos, as festas. Isto é bonito, é bonito porque é a festa de família, mas não fica nisto. Começa ali com o caminho à missão, ao anúncio: Cristo ressuscitou”.

E este anúncio, ao qual o Tríduo conduz preparando-nos para acolhê-lo, é o centro de nossa fé e da nossa esperança, é o cerne, é o anúncio, é o kerigma que continuamente evangeliza a Igreja e que esta, por sua vez, é convidada a evangelizar”.

Batismo

“O Cordeiro que foi imolado”. Assim São Paulo fala de Cristo, e com Ele “as coisas velhas passaram, eis que tudo se fez novo”.  No Tríduo Pascal “a memória deste acontecimento fundamental se faz celebração plena de reconhecimento e, ao mesmo tempo, renova nos batizados o sentido de sua nova condição”:

“E por isto, no dia de Páscoa, desde o início se batizava as pessoas. Também na noite deste sábado eu batizarei aqui, em São Pedro, oito pessoas adultas que começam a vida cristã. E começa tudo: nasceram de novo”.

Cristo, o único que nos justifica

São Paulo também nos recorda que Cristo “foi entregue à morte por causa de nossas culpas e ressuscitou para nossa justificação”:

“O único, o único que nos justifica; o único que nos faz renascer de novo é Jesus Cristo. Nenhum outro. E por isto não se deve pagar nada, porque a justificação – o fazer-se justos – é gratuita. E esta é a grandeza do amor de Jesus: dá a vida gratuitamente para nos fazer santos, para nos renovar, para nos perdoar. E isto é o cerne deste Tríduo Pascal”.

No Tríduo Pascal é renovado nos batizados o sentido de sua nova condição, como diz São Paulo: “Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto”:

“Olhem para o alto. Olhar, olhar o horizonte, ampliar os horizontes: esta é a nossa fé, esta é a nossa justificação, este é o estado de graça”.

“Um cristão, se verdadeiramente deixa-se lavar por Cristo, se verdadeiramente deixa-se despojar por Ele do homem velho para caminhar em uma vida nova, mesmo permanecendo pecador – porque todos o somos – não pode ser corrupto: a justificação de Jesus nos salva da corrupção – somos pecadores, mas não corruptos -, não pode viver com a morte na alma e muito menos ser causa de morte”.

Falsos cristãos

O Papa então, diz que “deve dizer uma coisa triste e dolorosa”:

“Existem cristãos fingidos, aqueles que dizem “Jesus ressuscitou”, “eu fui justificado por Jesus”, estou na vida nova, mas vivo uma vida corrupta. E estes falsos cristãos acabarão mal. O cristão – repito, é pecador – todos o somos, eu sou. O corrupto finge ser uma pessoa honrada, mas no final, no seu coração existe a podridão. Jesus nos dá uma vida nova. O cristão não pode viver com a morte na alma e nem ser causa de morte.”

Pensemos – para não ir muito longe – pensemos em casa, pensemos nos assim chamados “cristãos mafiosos”. Mas eles, de cristão, não têm nada. Dizem-se cristãos, mas levam a morte na alma, e aos outros. Rezemos por eles, para que o Senhor toque as suas almas”.

Lavar os olhos das crianças

O Papa recorda que em muitos países, no dia de Páscoa, quando tocam os sinos, as mães, as avós, lavam os olhos das crianças com água, com a água da vida, em um sinal para que possam ver as coisas de Jesus, as coisas novas.

“Deixemo-nos nesta Páscoa – foi o convite de Francisco – nos lavar a alma, nos lavar os olhos da alma, para ver as coisas belas, e fazer  coisas belas. E isto é maravilhoso! Esta é justamente a Ressurreição de Jesus após a sua morte, que foi o preço para salvar todos nós”.

Presença da Virgem Maria

O Papa convida a nos dispormos a viver bem este Tríduo Santo já iminente  “para estar sempre mais profundamente inseridos no mistério de Cristo, morto e ressuscitado por nós” e pede que a Virgem Maria nos acompanhe neste itinerário espiritual:

Ela, “que seguiu Jesus na sua paixão, ela estava lá, olhava, sofria, esteve presente e unida a Ele aos pés da cruz, mas não se envergonhava do filho. Uma mãe nunca se envergonha do filho. Estava lá, e recebeu em seu coração de mãe a imensa alegria da ressurreição. Que ela nos obtenha a graça de estarmos interiormente envolvidos pelas celebrações dos próximos dias, para que o nosso coração e a nossa vida sejam realmente transformados por elas”.

O Santo Padre conclui, desejando a todos “os mais cordiais votos de uma feliz e santa Páscoa, juntamente com as comunidades de vocês e os seus queridos”.

E dou um conselho a vocês, disse o Santo Padre concluir: ”Na manhã de Páscoa, levem as crianças até a torneira e lavem os olhos delas. Será um sinal de como ver Jesus Ressuscitado”.

29 de março de 2018 at 5:48 Deixe um comentário

Páscoa da Ressurreição – Jesus Ressuscitou! – São João 20, 1-9 – Dia 1º de abril de 2018

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“1.No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro. 2.Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram! 3.Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro. 4.Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro. 5.Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou. 6.Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão. 7.Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte. 8.Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu. 9.Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.”
Fonte: Bíblia Ave Maria

“Maria Madalena madruga e vai visitar o túmulo de Jesus. Ao vê-lo aberto (pedra removida), assusta-se e vai contar o ocorrido à comunidade. Dois apóstolos vão constatar o fato: Pedro não consegue ver além do que viu; o discípulo amado tinha diante dos olhos as mesmas coisas, mas, pela iluminação da fé, vê além das aparências e acredita”. (Liturgia Diária)

O Padre Paulo Bazaglia explicou: “Jesus não se manteve preso às faixas que envolviam seu corpo crucificado. Ressuscitou. Venceu o poder da morte, saiu do sepulcro para a vida. As faixas ou lençóis estendidos representam a vida nova, pois fazem pensar num ambiente preparado para a consumação de um casamento: a aliança definitiva entre o esposo Ressuscitado e a nova humanidade”.

O Papa Francisco disse que “hoje a Igreja repete, canta, clama: «Jesus ressuscitou!». Mas como? Pedro, João, as mulheres foram ao Sepulcro e viram-no vazio, Ele já não estava lá. Voltaram com o coração apertado pela tristeza, a tristeza de uma derrota: o Mestre, o seu Mestre, que amavam muito tinha sido executado, morreu. E da morte não se volta. Esta é a derrota, este é o caminho da derrota, a via para o sepulcro. Mas o Anjo disse-lhes: «Não está aqui, ressuscitou». (16 de abril de 2017)

“Os Apóstolos foram os primeiros que acreditaram, não sem fortes resistências, que Cristo tinha ressuscitado simplesmente porque viveram a ressurreição como um acontecimento real de qual puderam convencer-se pessoalmente ao encontrar-se várias vezes com Cristo novamente vivo, ao longo de quarenta dias. As sucessivas gerações cristãs aceitaram aquele testemunho, confiando-se nos Apóstolos e em outros discípulos como testemunhas acreditáveis”. (São João Paulo II)

O Papa Francisco disse também: “Deixemo-nos invadir pelas emoções que ressoam do eco pascal: “Sim, estamos certos: Cristo ressuscitou verdadeiramente”. Esta verdade marcou de forma indelével as vidas dos Apóstolos que, depois da ressurreição, sentiram novamente a necessidade de seguir o seu Mestre e, recebido o Espírito Santo, saíram sem medo para anunciar a todos o que tinham visto com seus próprios olhos e experimentado pessoalmente”. (29 MAR 2016)

Conclusão: 

“Maria madalena esteve ao pé do Crucificado e assistiu à sua morte. Ainda envolvida em pensamentos de morte e sepultura (estava escuro), vai visitar o túmulo de Jesus. Não vê o cadáver. Constata apenas que a pedra foi removida. Corre para avisar Pedro, o chefe da comunidade, e “o discípulo amado”. Estes correm em direção ao túmulo. Pedro entra, vê os lençóis no chão e o sudário dobrado à parte…A visão do sepulcro vazio e das várias ataduras mostra que Jesus libertou-se das amarras da morte, ressuscitou, e doravante será nessa nova condição que irá aparecer a seus discípulos”. (Dia a Dia – 2017 – Ed. Paulus)

Oração:

“Faço votos, para que possam transcorrer com alegria e serenidade esta semana em que se prolonga a alegria da Ressurreição de Cristo. Para viver mais intensamente este período nos fará bem ler a cada dia um trecho do Evangelho nos quais se fala do evento da Ressurreição”. (Papa Francisco)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

29 de março de 2018 at 5:32 Deixe um comentário

Papa Francisco visita Bento XVI para as felicitações de Páscoa

16-11-2016

Na tarde desta terça-feira, o Papa Francisco visitou Bento XVI no mosteiro Mater Ecclecia, no Vaticano, para os votos de Feliz Páscoa. A notícia foi confirmada pela Sala de Imprensa da Santa Sé. O último encontro entre os dois foi no dia 21 de dezembro de 2017, por ocasião do Natal.

28 de março de 2018 at 10:51 Deixe um comentário

Nota sobre a celebração da Virgem Maria, Mãe da Igreja

Representação da Coroação de Nossa Senhora

Representação da Coroação de Nossa Senhora

Memória obrigatória inserida no Calendário Romano por determinação do Papa Francisco. Todos devem celebrar já este ano, na segunda-feira após Pentecostes, a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja.

Cidade do Vaticano

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos publicou esta terça-feira (27/03) uma nota após a inscrição no Calendário Romano – por determinação do Papa Francisco (Decreto de 3 de março) – da memoria obrigatória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, “que todos devem celebrar já este ano na segunda-feira após Pentecostes”, oferecendo as seguintes indicações.

Memória obrigatória determinada pelo Papa

Nos casos da Missa da segunda e da terça-feira após Pentecostes ou nas Missas votivas do Espírito Santo

A rubrica que se lê no Missal Romano ao término da liturgia da Missa de Pentecostes: “Onde na segunda ou também na terça-feira depois de Pentecostes os fiéis devam ou costumem ir à Missa, pode-se retomar a do domingo de Pentecostes ou a Missa do Espírito Santo (Missal Romano edição portuguesa para o Brasil, pg. 320, ndr), é ainda válida porque não derroga a precedência entre os dias litúrgicos que, enquanto a sua celebração, são regulados unicamente pela Tabela dos dias litúrgicos (Conf. Normas gerais para a organização do Ano litúrgico e do Calendário).

Precedência ordenada pela normativa sobre as Missas votivas

Do mesmo modo, a precedência é ordenada pela normativa sobre as Missas votivas:

“Nos dias em que ocorra uma memória obrigatória ou um dia de semana do Advento até ao dia 16 de dezembro, do Tempo de Natal desde o dia 2 de janeiro, e do Tempo pascal depois da oitava da Páscoa, por si são proibidas as Missas para diversas necessidades e votivas. Se, porém, verdadeira necessidade ou utilidade pastoral o exigir, poderá ser usada na celebração com povo a Missa que corresponda a tal necessidade ou utilidade, a juízo do reitor da igreja ou do próprio sacerdote celebrante” (Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 376).

A nota é assinada pelo prefeito e pelo secretário do referido Dicastério vaticano, respectivamente, o cardeal Robert Sarah e o arcebispo Artur Roche.

 

28 de março de 2018 at 6:33 Deixe um comentário

Vigília Pascal – Dia 31 de março de 2018

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“Em comunhão com as comunidades cristãs e com todo o universo, celebramos a Páscoa de Jesus, sua passagem da morte para a vida. Exultantes no Senhor ressuscitado nesta noite gloriosa, recordamos as maravilhas de Deus na história, renovamos nossa esperança e fortalecemos nossa fé. Vivamos em profunda alegria os momentos desta vigília: celebração da luz, liturgia da Palavra, liturgia batismal e liturgia Eucarística”. (Liturgia Diária)

Parte 1: Celebração da Luz

• Fora da Igreja, preparar uma bonita fogueira. Enquanto não se inicia a celebração da luz, podem-se cantar refrões meditativos ou cantos populares. • Bênção do fogo e preparação do círio – Após a preparação e acendimento do círio, acendem-se as velas do povo e todos seguem em procissão até o interior da igreja, fazendo três paradas. O presidente, que vai à frente com o círio pascal, canta em cada parada: “Eis a luz de Cristo!”, e o povo responde junto: “Demos graças a Deus!”. • Ao chegar, todos com velas acesas nas mãos, canta-se a proclamação da Páscoa.
• Terminada a celebração da luz, todos apagam suas velas e se recolhem para escuta da Palavra. • Hino do Glória (acompanhado com repicar dos sinos). • O Círio Pascal ficará e será aceso em todas as celebrações até Pentecostes. Depois deve ser guardado e usado apenas nos momentos previstos.

(Fonte: Arquidiocese de Vitória)

Parte 2: Liturgia da Palavra

“A solene liturgia do sábado santo, a vigília das vigílias, deve nos transformar em alegres mensageiros da Boa-nova do Ressuscitado. A partir da ressurreição, Cristo acompanha as comunidades com o Espírito Santo prometido”. (Liturgia Diária)

Primeira Leitura: Gênesis 1,1.26-31 – mais breve

Leitura do livro do Gênesis – 1No princípio Deus criou o céu e a terra. 26Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais de toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. 27E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra”. 29E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida eu dou todos os vegetais para alimento”. E assim se fez. 31E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 103(104)

Enviai o vosso Espírito, Senhor, / e da terra toda a face renovai.

  1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! / Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! / De majestade e esplendor vos revestis / e de luz vos envolveis como num manto. – R.
  2. A terra vós firmastes em suas bases, / ficará firme pelos séculos sem fim; / os mares a cobriam como um manto, / e as águas envolviam as montanhas. – R.
  3. Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes / que passam serpeando entre as montanhas; / às suas margens vêm morar os passarinhos, / entre os ramos eles erguem o seu canto. – R.
  4. De vossa casa, as montanhas irrigais, / com vossos frutos saciais a terra inteira; / fazeis crescer os verdes pastos para o gado / e as plantas que são úteis para o homem. – R.
  5. Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, / e que sabedoria em todas elas! / Encheu-se a terra com as vossas criaturas! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor! – R.
Segunda Leitura: Gênesis 22,1-2.9-13.15-18 – mais breve

Leitura do livro do Gênesis – Naqueles dias, 1Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. 2E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. 9Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. 10Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. 11E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” 12E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. 13Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. 15O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu 16e lhe disse: “Juro por mim mesmo – oráculo do Senhor –, uma vez que agiste desse modo e não me recusaste teu filho único, 17eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. 18Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”. – Palavra do Senhor.

Evangelho: Marcos 16,1-7

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 1Quando passou o sábado, Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus. 2E bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo. 3E diziam entre si: “Quem rolará para nós a pedra da entrada do túmulo?” 4Era uma pedra muito grande. Mas, quando olharam, viram que a pedra já tinha sido retirada. 5Entraram, então, no túmulo e viram um jovem, sentado ao lado direito, vestido de branco. E ficaram muito assustadas. 6Mas o jovem lhes disse: “Não vos assusteis! Vós procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui. 7Vede o lugar onde o puseram. Ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele irá à vossa frente, na Galileia. Lá vós o vereis, como ele mesmo tinha dito”. – Palavra da salvação.

Relação das demais leituras e salmos (em ordem)
  • Salmo responsorial 15(16)
  • III leitura (Êxodo 14,15-15,1)
  • Salmo responsorial (Ex 15)
  • IV leitura (Isaías 54,5-14)
  • Salmo responsorial 29(30)
  • V leitura (Isaías 55,1-11)
  • Salmo responsorial (Is 12)
  • VI leitura (Baruc 3,9-15.32–4,4)
  • Salmo responsorial 18(19)
  • VII leitura (Ezequiel 36,16-28)
  • Salmo responsorial 41(42)
  • Carta (Romanos 6,3-11)
  • Salmo responsorial 117(118)
  • (Fonte: Liturgia Diária – Ed. Paulus)
  • Parte 3: Liturgia Batismal
  • Dir: Invoquemos sobre esta água a bênção de Deus Pai onipotente, para que em Cristo sejam reunidos aqueles que renasceram pelo batismo. Renovemos também as nossas promessas batismais para que morra em nós o pecado e Cristo seja tudo em todos.
  • Oração sobre a água
  • Dir: Senhor nosso Deus, que sempre velas por teu povo nesta noite santa em que celebramos a maravilha da nossa redenção, nós te pedimos: abençoa esta água que será aspergida sobre nós. Foste tu que a criaste para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizeste instrumento da tua misericórdia: por ela libertaste teu povo do cativeiro e aplacaste no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram tua aliança; por ela, finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovaste, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
  • Renovação das Promessas do Batismo 
  • Dir: Para viver na liberdade dos filhos de Deus, vocês renunciam ao pecado?
  • Todos: Renuncio!
  • Dir: Para viver como irmãos e irmãs, vocês renunciam a tudo que possa desuni-los, para que o pecado não domine sobre vocês?
  • Todos: Renuncio.
  • Dir: Para seguir Jesus Cristo, vocês renunciam ao demônio, autor e princípio do pecado?
  • Todos: Renuncio.
  • Dir: Vocês creem em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
  • Todos: Creio.
  • Dir: Creem em Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, Nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?
  • Todos: Creio.
  • Dir: Creem no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?
  • Todos: Creio.
  • Dir: Ó Deus todo-poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, no Cristo Jesus, Nosso Senhor. Amém.

Aspersão da água

Ladainha de Todos os Santos 

(Fonte: Arquidiocese de Vitória)

Parte 4: Liturgia Eucarística

O sacerdote dirige-se para o altar e dá início à liturgia eucarística na forma habitual.

Jesus Ressuscitou! Que alegria! Feliz Páscoa a Todos!

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

28 de março de 2018 at 5:57 Deixe um comentário

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