Terceiro Domingo do Advento – Eu sou a voz que grita no deserto – São João 1, 6-8. 19-28 – Dia 17 de dezembro de 2017

11 de dezembro de 2017 at 5:37 Deixe um comentário

Resultado de imagem para imagem de João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis.

São João 1, 6-8:

“6.Houve um homem, enviado por Deus, que se chamava João. 7.Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. 8.Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz.”

São João 1, 19 -28: 
“19.Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar-lhe: Quem és tu? 20.Ele fez esta declaração que confirmou sem hesitar: Eu não sou o Cristo. 21.Pois, então, quem és?, perguntaram-lhe eles. És tu Elias? Disse ele: Não o sou. És tu o profeta? Ele respondeu: Não. 22.Perguntaram-lhe de novo: Dize-nos, afinal, quem és, para que possamos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo? 23.Ele respondeu: Eu sou a voz que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como o disse o profeta Isaías (40,3). 24.Alguns dos emissários eram fariseus. 25.Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26.João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. 27.Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado. 28.Este diálogo se passou em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando.”

Fonte: Bíblia Ave Maria

“Alegremo-nos no Senhor, pois Ele é sempre fiel e nos reúne para celebrar o terceiro domingo do Advento, domingo da alegria. Já desponta entre nós a luz daquele que chega no Natal. Nosso espírito se alegra em Deus e com Ele, que faz maravilhas em favor do povo e nos unge para a missão de proclamar a boa-nova a todas as pessoas”. (Liturgia Diária)

Domingo da Alegria 

“A liturgia reserva o terceiro domingo do Advento para nos fazer um chamamento à alegria. Pretende ajudar-nos a compreender que não há incompatibilidade entre uma preparação cuidadosa e séria para a vinda do Salvador e a verdadeira alegria de viver. Pelo contrário, teremos alegria na medida em que tomarmos a sério a vocação à santidade recordada com peculiar insistência neste ciclo do Natal”. (Site dos Presbíteros)

O Papa Emérito Bento XVI ensinou: “Gaudete in Domino semper – Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fl 4, 4). Inicia com estas palavras de São Paulo a Santa Missa do 3º Domingo do Advento, que por isso é chamado domingo “gaudete“. O Apóstolo exorta os cristãos a alegrar-se porque a vinda do Senhor, isto é, a sua vinda gloriosa, é certa e não tardará. A Igreja faz seu este convite, enquanto se prepara para celebrar o Natal e o seu olhar dirige-se cada vez mais para Belém”. (16 de Dezembro de 2007)

Eu sou a voz que clama no deserto

“O Evangelho apresenta-nos João Batista, a “voz” que prepara os homens para acolher Jesus, a “luz” do mundo. O objetivo de João não é centrar sobre si próprio o foco da atenção pública; ele está apenas interessado em levar os seus interlocutores a acolher e a “conhecer” Jesus, “aquele” que o Pai enviou com uma proposta de vida definitiva e de liberdade plena para os homens”. (www.ecclesia.pt)

“João Batista era um pregador convicto e capaz de arrastar multidões. Ele veio para dar testemunho da luz, que é Jesus. Esse fenômeno causou preocupação aos líderes religiosos, representantes do poder central: seria João Batista talvez o Messias esperado? A cada pergunta dos sacerdotes e levitas,  João rebatia esclarecendo que ele não era o Messias (Cristo); era “uma voz gritando no deserto”. (Dia-a-Dia \Ed. Paulus)

Preparai o caminho do Senhor

Preparai o caminho do Senhor” (Jo, 1, 23). Acolhamos este convite do Evangelista! A aproximação do Natal estimula-nos a uma atitude mais vigilante de espera do Senhor que vem, enquanto a liturgia de hoje nos apresenta João Batista como exemplo a imitar. Volvamos, por fim, o nosso olhar para Maria, “causa” da nossa verdadeira e profunda alegria, para que obtenha para cada um de nós a alegria que vem de Deus e que ninguém nos poderá tirar”. (São João Paulo II)

“A conversão (pregada pelo Batista) leva sempre a atitudes concretas de mudança de vida, vida nova que implica interrogar-se sobre deveres morais que se têm de cumprir, recorrendo a quem possa esclarecer a nossa consciência, uma vez que para atuar bem não basta atuar com «consciência certa, ou segura», mas é preciso atuar com «consciência verdadeira» (de acordo com a lei moral objetiva)”. (Site dos Presbíteros)

Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado

O Padre Heitor de Menezes explicou: “João mostra-se consciente da provisoriedade de sua missão. Ele tem plena clareza de sua missão, a de preparar os caminhos para vinda do Messias. O batismo por ele ministrado era de caráter provisório, era um gesto de conversão, de arrependimento dos pecados para a chegada de quem batizaria com o Espírito, que afirmava já estar no meio do povo, aquele ainda desconhecido, de quem não se considerava digno de desamarrar as sandálias. Esta atitude de João mostra o caráter fiel e justo de quem veio ao mundo para anunciar Jesus, que com seu Ministério trás o Batismo definitivo, compromisso com o Reino de Deus”. (Rede Século 21)

Conclusão:

“João Batista é apresentado como homem enviado por Deus e testemunha da luz.  Devido à sua fama ele era confundido com o esperado Messias. Quando interrogado sobre quem seria, nega ser o Messias ou algum profeta, mas se apresenta como “voz que grita no deserto”. Necessitamos de testemunhas de Jesus. Testemunhas que não falem de si mesmas, mas sejam voz de esperança e libertação no meio da sociedade conturbada”. (Liturgia Diária)

Oração:

“Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Predito por todos os profetas, esperado com amor de mãe pela virgem Maria, Jesus foi anunciado e mostrado presente no mundo por são João Batista. O próprio Senhor nos dá a alegria de entrarmos agora no mistério do seu Natal, para que sua chegada nos encontre vigilantes na oração e celebrando os seus louvores. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz…” (Prefácio do Advento)

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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