Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria – Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração – São Lucas 2, 16-21 – Dia 1º de Janeiro de 2017

26 de dezembro de 2016 at 5:50 Deixe um comentário

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16.Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura.

17.Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino.

18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores.

19.Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração.

20.Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.

21.Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno.

 

“Com alegria nos reunimos para a primeira celebração eucarística do novo ano civil. Amados e acolhidos pela Mãe de Deus, peçamos-lhe que  nos acompanhe ao longo deste Ano mariano, instituído pela Igreja no Brasil em ação de graças pelos 300 anos do encontro da imagem de Aparecida. A mensagem do Papa para este dia mundial da paz nos convida a viver a não violência como caminho e método político para a paz”. (liturgia Diária)

Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores.

O Papa Francisco ensinou: “E, para além de contemplar a face de Deus, podemos também louvá-Lo e glorificá-Lo como os pastores, que regressaram de Belém com um cântico de agradecimento depois de ter visto o Menino e a sua jovem mãe ( Lc 2, 16). Estavam juntos, como juntos estiveram no Calvário, porque Cristo e a sua Mãe são inseparáveis: há entre ambos uma relação estreitíssima, como aliás entre cada filho e sua mãe. A carne de Cristo – que é charneira da nossa salvação (Tertuliano) – foi tecida no ventre de Maria (cf. Sal 139/138, 13)”.

“Saudamos-te, a ti (Virgem Maria) que levaste no teu seio virginal Aquele que os céus não podem conter. Graças a ti, a Trindade é glorificada e adorada em toda a terra; graças a ti, o céu exulta, os anjos e os arcanjos se alegram, os demônios são afugentados, o tentador caiu do céu, os homens decaídos são elevados ao céu. Graças a ti, o mundo inteiro, cativo da idolatria, chegou ao conhecimento da verdade, o santo Batismo é dado, com o «óleo da alegria» (Sl 45,8), àqueles que acreditam, foram fundadas igrejas em todos o mundo, as nações pagãs foram levadas à conversão”. (São Cirilo de Alexandria)

Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração.

O Papa Emérito Bento XVI disse assim: “O Evangelho de Lucas nos apresenta Maria deste modo: totalmente dedicada a conservar e meditar no seu coração tudo o que diz respeito ao seu filho Jesus (Lc 2, 19.51). O mistério da sua maternidade divina, que hoje celebramos, possui de modo superabundante aquele dom da graça que toda maternidade humana traz consigo: de fato, a fecundidade do ventre sempre foi associada com a bênção de Deus. A Mãe de Deus é a primeira abençoada e é aquela que traz a bênção; Ela é a mulher que acolheu Jesus em si e o deu à luz para toda a família humana”. (1º\01\12)

O Papa Francisco disse que “Maria está assim tão unida a Jesus, porque recebeu d’Ele o conhecimento do coração, o conhecimento da fé, alimentada pela experiência materna e pela união íntima com o seu Filho. A Virgem Santa é a mulher de fé, que deu lugar a Deus no seu coração, nos seus projetos; é a crente capaz de individuar no dom do Filho a chegada daquela «plenitude do tempo» (Gl 4, 4) na qual Deus, escolhendo o caminho humilde da existência humana, entrou pessoalmente no sulco da história da salvação. Por isso, não se pode compreender Jesus sem a sua Mãe”. (01\01\15)

Foi-lhe posto o nome de Jesus

“Ele veio ao mundo para salvar a humanidade. Quando, pois, Lhe foi imposto este nome, foi revelado ao mesmo tempo quem era e qual haveria de ser a sua missão. Muitos em Israel tinham este nome, mas Ele teve-o dum modo único, realizando em plenitude o seu significado: Jesus de Nazaré, Salvador do mundo”. (São João Paulo II)

O Catecismo (§432) ensina: “O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa do seu Filho feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. Ele é o único nome divino que traz a salvação e pode desde agora ser invocado por todos, pois a todos os homens Se uniu pela Encarnação, de tal modo que «não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos» (At 4, l2)”.

A Santíssima Virgem é a Mãe de Deus

“Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus”. (Rádio Vaticana)

Conclusão:

Com as palavras do Papa Emérito Bento XVI: “A Maria, Mãe do Filho de Deus que se fez nosso irmão, dirigimos confiantes a nossa oração, para que nos ajude a seguir as suas pegadas, a combater e a vencer a pobreza, a construir a verdadeira paz, que é opus iustitiae. A ela confiamos o desejo profundo de viver em paz”.

Oração:

Do Beato Paulo VI: “Dirijam todos os fiéis instantes súplicas à Mãe de Deus e mãe dos homens, para que Ela, que assistiu com suas orações aos começos da Igreja, também agora, exaltada sobre todos os anjos e bem-aventurados, interceda, junto de seu Filho, na comunhão de todos os santos, até que todos os povos, tanto os que ostentam o nome cristão, como os que ainda ignoram o Salvador, se reúnam felizmente, em paz e harmonia, no único Povo de Deus, para glória da santíssima e indivisa Trindade”.

Jane Amábile – Com. Divino Espírito Santo

 

 

 

 

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